PODCAST · religion
Studio IPBSA
by Pastor Altieres Fernando Miola
Áudio das transmições da Igreja Presbiteriana do Brasil em Santo Anastácio, estado de São Paulo.
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#02.04-EBD Importância da EBD - 24_08_2025 - Pres. Alberico Gaspar Filho
Eu queria falar, nesta manhã, sobre a importância da Escola Bíblica Dominical. A importância da Escola Bíblica Dominical. Rapidamente, uma pesquisa. Quantos que aqui estão, dos irmãos que aqui estão, quanto tempo alguém tem de Escola Bíblica Dominical? Levanta a mão assim e fala, né? Quanto tempo que participa de Escola Bíblica Dominical? 20 anos se participa de Escola Bíblica Dominical. Dona Rosalina, há 20 anos ela participa de Escola Bíblica Dominical. Sierra, Cecília, acho que os coelhos não estão mostrando a idade não, né? Mas participam há muito tempo. Alguém mais? Seu Guilherme? 30 anos, a Dona Nadine também, né? Irmãos, é uma coisa importante participarmos da Escola Bíblica Dominical. E eu quero dizer aos irmãos que eu sou fruto da Escola Bíblica Dominical. Eu comecei a vir para a igreja na Escola Dominical. Era ali do lado ainda, a igreja era lá. Eu tinha sete anos de idade e eu vinha para a Escola Dominical. Aí quando a gente chega à idade mais adulta, a gente começa a participar dos cultos à noite. Então, há mais de 60 anos eu participo da Escola Bíblica Dominical. E eu sou aquela pessoa que a Nadine sabe muito, ela pode confirmar. Eu sou daquela pessoa que não gosto de faltar. Eu sou assim, todo domingo procuro estar na Escola Dominical. Se tem alguma outra atividade em casa ou na família, eu já até comento, primeiro vamos à Escola Dominical, depois a gente vai para essa atividade que tem. E se a atividade é no período da Escola Dominical, às vezes até a gente deixa de participar para vir à Escola Dominical. Apesar que quando a gente vai chegando a uma certa idade, às vezes a família começa a dominar mais a gente. E às vezes a gente... E às vezes tem certas atividades que alguém chega e fala mas a Escola Dominical tem todo domingo, por que você não vai hoje? Ou atividade na igreja tem todo... Então a gente acaba, como se diz, cedendo, né? Mas às vezes sem a vontade, né? Às vezes sem vontade, mas cedendo. E para falar de Escola Bíblica Dominical, e conforme nós falamos, é uma área muito importante na vida da igreja, né? Que é a área do estudo, né? Onde a gente estuda a Palavra de Deus, onde a gente aprende a Palavra de Deus. Eu queria citar, ler alguns versículos que abordam a importância do conhecimento bíblico. Versículos que abordam a importância do conhecimento bíblico e que motiva, e que vai nos motivar, né? E motiva a pessoa a perseverar, que motiva a pessoa a crescer, que motiva a pessoa a participar da Escola Bíblica Dominical. E nós temos vários textos bíblicos, nós vamos aqui citar alguns, que nos dão incentivo para conhecermos a Bíblia. E o lugar melhor para conhecermos a Bíblia, e onde nós temos a oportunidade de falar, de participar, de argumentar, é a Escola Bíblica Dominical, irmãos. É na Escola Bíblica Dominical. Você não vê no culto da noite alguém parar, levantar a mão, e parar a mensagem e perguntar. É na Escola Dominical que você faz isso, né? Que você tem a oportunidade de participar, né? E no momento que você está participando, você estará aprendendo, né? Às vezes a pessoa fala, mas a minha pergunta é tão insignificante. Às vezes aquela pergunta que você acha insignificante, que você quer fazer na Escola Dominical, às vezes a pessoa que está sentada ao seu lado, está com a mesma dúvida, e às vezes ela tem vergonha de perguntar. Então, a sua participação estará também ajudando outras pessoas que estão presentes na Escola Dominical, né? E a palavra de Deus é de muita importância para as nossas vidas e traz o conhecimento bíblico. E esse conhecimento bíblico nós aprendemos na Escola Bíblica Dominical. Eu quero ler 2 Timóteo capítulo 3. Eu estou aqui com vários textos bíblicos, tá? Para a gente verificar. 2 Timóteo capítulo 3 do versículo 14 ao versículo 17. 2 Timóteo capítulo 3 do versículo 14 ao versículo 17. Diz assim a palavra do Senhor. Tu, porém, permaneces naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste. Tu, porém, permaneces naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste. E que, desde a infância, sabes as sagradas letras que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Versículo 16. Toda escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. Aqui nós estamos observando, falando aqui, abordando a palavra de Deus e Timóteo, Paulo escrevendo ao Timóteo, e ele aborda aqui a importância do conhecimento bíblico. E esse conhecimento bíblico, onde é que nós aprendemos com mais segurança e ao qual nós podemos participar? É na escola dominical. Não sei se os irmãos vão concordar comigo, mas é na escola dominical que você aprofunda mais no texto bíblico, que você discute, comenta, troca ideias e aprende. Observa o que o apóstolo Paulo fala. Tu, porém, permaneces naquilo que aprendeste e de que foste inteirado. Isso você aprende na escola dominical. E ele prossegue. E que desde a infância, qual é a escola que dá oportunidade para que as crianças, desde a infância, venham adquirir o conhecimento da palavra de Deus? É na escola dominical. Então nós vemos aqui que desde a infância sabes as sagradas letras que podem tornar-te sábio, preparando-te para a salvação pela fé em Cristo Jesus. E o apóstolo Paulo ainda fala que toda a Escritura é inspirada por Deus. E é útil para o ensino, para a repreensão. É útil para corrigir. E a palavra de Deus também nos educa na justiça. E ainda ele termina no versículo 17, para que o homem de Deus seja perfeito, para que o homem de Deus seja habilitado para toda a boa obra. Onde que nós aprendemos isso, irmãos? Na escola dominical. É na escola dominical. Ainda eu queria observar Romanos capítulo 15, versículo 4, se os irmãos quiserem abrir, ou acompanhar ali na tela. Romanos capítulo 5, versículo 4, o mesmo apóstolo Paulo, escrevendo aos romanos, ele fala, Pois tudo quanto outrora foi escrito, para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança. Pois tudo quanto outrora foi escrito, para o nosso ensino foi escrito. A palavra de Deus foi escrita para o nosso ensino. A palavra de Deus é na escola dominical que nós aprendemos, com profundidade, com mais profundidade, a palavra de Deus. Ainda Paulo escrevendo aos colossenses, capítulo 3, versículo 16, Paulo escrevendo aos colossenses no capítulo 3, versículo 16, ele diz o seguinte, Habite ricamente em vós a palavra de Cristo. Instruí-vos e aconselhar-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus com salmos e hinos e cânticos espirituais, com gratidão em vosso coração. Abite ricamente em vós a palavra de Cristo. Primeira parte do versículo. Abite ricamente em vós a palavra de Cristo. Onde que nós aprendemos a palavra de Deus para que ela venha habitar no nosso coração? É na escola dominical. Estamos enfatizando hoje a importância da escola dominical. É na escola dominical. E lá em Provérbios, capítulo 4, versículo 13, Provérbios, capítulo 4, versículo 13, está escrito assim, Retém a instrução e não a largue. E não a largues. Guarda-a, porque ela é a tua vida. Na escola dominical nós aprendemos a palavra de Deus. E aqui o Provérbio está motivando para que você adquira a instrução da palavra de Deus e não solte essa instrução. Por quê? Porque ela é a tua vida. Você vai ter ela para todos os momentos da sua vida. Você vai crescer na palavra de Deus. Você vai crescer na palavra de Deus. E ainda em Provérbios, capítulo 2, versículo 6, Provérbios, capítulo 2, versículo 6, está escrito, Porque o Senhor é sabedoria. Porque o Senhor dá sabedoria. E da sua boca vem a inteligência e o entendimento. Porque o Senhor dá sabedoria. O Senhor dá sabedoria. E como que nós podemos buscar essa sabedoria do Senhor na palavra de Deus para as nossas vidas? Escola bíblica dominical. Na escola nós aprendemos a palavra de Deus. E Mateus, capítulo 22, versículo 29, está escrito, Respondeu-lhe Jesus. Agora a palavra do próprio Jesus. Mateus, capítulo 22, versículo 29, Respondeu-lhe Jesus. Errais, não conhecendo as escrituras e nem o poder de Deus. Errais, não conhecendo as escrituras e nem o poder de Deus. Onde que você vai conhecer com mais profundidade as escrituras, a palavra de Deus? Na escola bíblica dominical. Na escola bíblica dominical. A escola bíblica dominical é de grande importância para as nossas vidas. E nós temos aqui base bíblica, para podermos vir à escola dominical, participar da escola dominical. E nós temos aqui conhecimentos da palavra de Deus, que na escola dominical você aprende, e que você poderá guardar para a sua vida. Agora, uma pergunta, né? O que é a escola bíblica dominical? O que é a escola bíblica dominical? A escola bíblica dominical, irmãos, ela é o método de ensino da Bíblia. O nome já diz, né? Escola bíblica dominical. Então, a escola é o método de ensino da Bíblia, onde você busca conhecimento, né? Esses conhecimentos que nós já citamos aqui no início, na palavra de Deus. Então, é o método de ensino da Bíblia, semanalmente, visando levar o aluno a conhecer várias coisas na vida dele. Então, o método de ensino na Bíblia, que é a escola dominical, e é uma atividade semanalmente na vida das nossas igrejas, e visa o aluno a aceitar a Jesus como o único Senhor e Salvador. Nós já tivemos conhecimento de pessoas que se converteram através da escola dominical, né? Ouvindo a palavra de Deus, e que aceitaram a Jesus, né? Ouvindo a palavra de Deus na escola dominical. O método de ensino bíblico na escola dominical, ela visa também o aluno a crescer na fé e no conhecimento das Sagradas Escrituras. Nós crescemos na fé, nós crescemos no conhecimento das Sagradas Escrituras, participando do estudo na escola bíblica dominical. O ensino bíblico também leva o aluno na escola d
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#02.03-EBD Jó 1:1-22 - 17_08_2025 - Pres. Valdo Menezes de Oliveira
Vamos abrir as nossas bíblias no livro de Jó, para nós estarmos descobrindo um pouquinho, aprendendo um pouquinho sobre a fidelidade de Jó, sobre a sua fé, sobre a sua paciência. E hoje eu vou estar lançando um modelo novo, meu opus. Ontem à tarde caiu o pininho, então eu estou só com a haste aqui, então não sei a sua justificação.Então só um pouco, não deu tempo de eu mandar fazer uma hora. Deus nos abençoe. Então em Jó, capítulo 1, é descrito um pouco da história de Jó.É claro que todo o livro. Mas nós vamos estar explicando mais o capítulo 1. E para nós começarmos, vamos ver a primeira parte, que é o versículo 12, que diz assim. Juntas, juntas, quinhentas jumentas.Eram também muito numerosos o pessoal ao seu serviço, de maneira que este homem era o maior de todos do Oriente. Seus filhos iam às casas uns dos outros e faziam banquetes, cada um por sua vez, e mandavam convidar as suas três irmãs a comerem e beberem com eles. Decorrido o turno de dias de seus banquetes, chamava Jó a seus filhos e os santificava.Levantava-se-a de madrugada e oferecia holocaustos, segundo o número deles, pois dizia, Talvez tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus em seu coração. Assim o fazia Jó continuamente. Num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles.Então perguntou o Senhor a Satanás, Donde vens? Satanás respondeu ao Senhor e disse, De rodear a terra, passear por ela. Perguntou ainda o Senhor a Satanás, Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal. Então respondeu Satanás ao Senhor, Porventura, Jó, debalde e teme a Deus? Acaso não o cercaste com Sebe, a ele e a sua casa, e tudo quanto tem? A obra de suas mãos abençoaste, e os seus bens se multiplicaram na terra.Estende, porém, a tua mão e toca-lhe em tudo quanto tem, e verás-se não blasfema contra ti na tua face. Disse o Senhor a Satanás, Eis que tudo quanto ele tem está em teu poder, somente contra ele não estendas a tua mão. E Satanás saiu da presença do Senhor.Pai querido, Pai de amor e bondade, nós rendemos graças, Senhor, pela tua palavra lida. Nós tendemos graças pela manhã que já nos concedes, que estivéssemos aqui diante de ti para estudar um pouco das tuas verdades, da tua palavra sagrada, Pai. Sei conosco, abençoa-nos, em nome de Jesus. Amém. Para começarmos, nós precisamos, vamos apenas nos localizar. A terra de Uz, onde viveu Jó, que era um homem íntegro, rico, um homem abastado, segundo os pesquisadores, ele se localiza na região onde hoje é a Arábia, Síria e Jordânia.Eles dizem que é ali, no noroeste da Arábia Saudita, e nessa região, próximo a Damasco, próximo a Jordânia e sul da Síria. Essa é a terra onde Uz era localizado naquela época, no período de Jó. Irmãos, nós podemos ver que, nesse período, Jó era um homem que tinha riquezas, Jó era um homem que, aos nossos olhos, ele tinha saúde até então, ele tinha riquezas no sentido material, ele era um homem temente a Deus, ele era um homem que buscava o Senhor ao ponto de curvar-se diante de Deus e clamar pelos próprios filhos, pelos pecados que talvez os filhos dele tivessem tido no coração.Então veja o tamanho, tamanha fidelidade e fé que esse homem tinha naquela época, no seu período. E nós vamos ver que ele era justo, e mesmo rico ele era justo, porque o que a gente pensa é que os ricos não se lembram de Deus ou buscam outras situações, mas não de fato a presença do Senhor. Mas o caso de Jó, a narrativa de Jó, nós vamos aprender que ter riquezas, que ter bens não é o problema, o problema é nós depositarmos a nossa confiança nisso que nós temos.Jó era um homem justo e piedoso que vivia na terra de Uz, como nós já falamos, e ele era abençoado com grande riqueza, uma família numerosa, amorosa e uma saúde implacável. A Bíblia descreveu Jó como alguém íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal, lá em Jó 1.1 que nós acabamos de ler. Sua vida parecia perfeita, mas que se desenrolaria, que aconteceria nos dias seguintes, algo terrível, algo que a gente fica imaginando como alguém que está diante de Deus e que é íntegro e que está sempre buscando o Senhor, acomete tal coisa.Isso serve para os nossos dias de hoje, quando nós muitas vezes incorremos também em lutas, em situações de tristezas, em situações que fogem ao nosso alcance, nós buscamos imediatamente ou devemos nos lembrar imediatamente da Palavra de Deus e em Jó nos encoraja e nos leva a manter a nossa fé, manter a nossa retidão, manter a nossa confiança no Senhor, como vamos ver o sofrimento de Jó logo um pouquinho mais à frente. Satanás é um acusador, ele desafiou a integridade de Jó perante Deus, argumentando que Jó só era fiel porque estava sendo abençoado. Deus permitiu que Satanás tocasse Jó, mas com a condição de não tirar sua vida.Assim, uma série de condições, de tragédias se abateu sobre Jó, quase simultaneamente, quase no mesmo período. Ele perdeu toda a riqueza, ele perdeu a família e ele perdeu os seus bens. O que mais levou Jó pelo narrativo e pela Palavra de Deus foi justamente quando aconteceu, que nós vamos ler logo nos capítulos 14 a 19, narra exatamente o que aconteceu com Jó, e aí ele perdeu a sua família, perdeu os seus filhos.Não bastava isso, houve três amigos também que vamos estar vendo. Esses amigos se conduíram com Jó, sofreram junto com Jó, ao ponto de acharem que Jó tinha pecado, ao ponto de acharem que o problema que estava acontecendo com Jó era um problema de pecado. Olha, você está nessa situação porque eu acho que você tem algum pecado aí escondido, que você não quer nos contar.Então você precisaria confessar esses pecados para que você voltasse a ter saúde, em outras palavras, voltasse a restabelecer aquilo que você tinha. Aí a gente começa a pensar nos nossos dias de hoje, nas doenças que nos acometem, os sofrimentos, e nós vemos em Jó uma paciência inesgotável, uma paciência assim que só por Deus mesmo, porque nós dificilmente algum de nós teríamos. E quando nos acomete, quando chega a nós, mesmo sendo servos de Deus, algum problema de doença, algum problema sério à nossa saúde, à nossa casa, nós ficamos nos perguntando, por que eu? Por que isso está acontecendo comigo se eu estou indo à igreja, se eu sou um servo do Senhor, se eu sou temente a Deus? São perguntas que Deus nem sempre nos responde.E quando Ele nos responde, muitas vezes não é de acordo com aquilo que nós queremos, e aquilo que nós desejamos. Jó passou por uma série de provações, Jó foi provado severamente que seriam devastadoras para qualquer pessoa, qualquer um de nós, seriam terríveis passar pelo que Jó passou. Mas em vez de amaldiçoar a Deus, Jó rasgou suas vestes em lamento e adorou a Deus dizendo, No saí do ventre da minha mãe, e no voltarei.O Senhor o deu, e o Senhor o tomou. Bendito seja o nome do Senhor. Jó 1.21 Sua fé inabalável nesta situação, terrível, é um exemplo de confiança e fé em Deus.E aí nós vamos lá para os capítulos por versículos, só seguindo aqui, versículos de 6 até o 19, diz assim, Num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles. Então perguntou o Senhor a Satanás, que eu já li, desculpe, a partir do versículo 12. Versículo 13 agora, Sucedeu um dia em que seus filhos e suas filhas comiam e bebiam vinho na casa do seu irmão primogênito.Aí a partir do 14 ao 19 é o relato do que aconteceu efetivamente com Jó, das suas lutas, da sua doença, do seu sofrimento. Veio o mensageiro de Jó e lhe disse, Os bois lavravam e as jumentas passiam junto a eles. De repente deram sobre eles os sabeus e os levaram e mataram os servos e a fio da espada.Só eu escapei para trazer-te a nova. Falava este ainda, quando veio outro, dizendo, Fogo de Deus caiu do céu e queimou as ovelhas e os servos e os consumiu. Só eu escapei para trazer-te a nova.Falava este ainda, quando veio outro e disse, Dividiram-se os caldeus em três bandos, deram sobre os camelos, os levaram e mataram aos servos a fio da espada. Só eu escapei para trazer-te a nova. Versículo 18 Também este falava ainda, quando veio outro e disse, Estando teus filhos e tuas filhas comendo e bebendo vinho em casa do irmão primogênito, eis que se levantou o grande vento da banda do deserto e deu nos quatro cantos da casa, a qual caiu sobre eles e morreram.Só eu escapei para trazer as novas. Então Jó se levantou, asgou seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e o adorou e disse, No saí do vento da minha mãe e no voltarei. O Senhor o deu e o Senhor o tomou. Bendito seja o nome do Senhor. Em tudo isto, 22, Jó não pecou nem atribuiu a Deus culpa alguma. Então veja que o sofrimento de Jó, a luta que ele passou, relatado aqui na palavra de Deus, a partir do versículo 14, ela é uma prova fiel de que aquele servo, aquele homem de Deus, ele estava sendo provado e além disso, essa provação iria aumentar, provada a fé dele e Deus iria retribuir depois, que nós vamos estar vendo, o que Deus fez com ele.Porque Jó mesmo diante de todo sofrimento, diante de toda essa angústia, diante de toda a luta, Jó não blasfemou, Jó não falou de Deus nada que viesse a desagradar a Deus. Ele não pecou nem atribuiu a Deus falha alguma. O sofrimento de Jó não parou por aí.Ele não parou apenas nessa primeira parte que nós estamos lendo. Ele foi atormentado por uma doença dolorosa. Aí vem a segunda parte.A primeira foi a questão dos bens material, alcançando os seus animais, os seus servos. Aí depois veio a questão dos filhos. Foram tirados todos os filhos dele, foram mortos, pelo que a Bíblia relata.E Jó manteve-se fiel e não parou por aí, porque ele foi atormentado com uma doença dolorosa que o deixou coberto de feridas e em constante agonia. Jó sentou-se em cinzas, coçando suas feridas com cacos de cerâmica. Seus amigos vieram visitá-lo.E a
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#02.02-EBD I Coríntios 15:20-28 - 10_08_2025 - Rev. Altieres Fernando Miola
Eu já convido você a abrir a sua Bíblia em 1 Coríntios, capítulo 15. Na semana passada, nós demos início a este precioso capítulo, onde Paulo vai ensinar a igreja sobre a ressurreição dos mortos. Havia um partido político dentro de Israel, conhecido como Sadduceus.Eles não criam na ressurreição dos mortos. A maior parte, ou a maioria esmagadora dos judeus, criam que haveria uma ressurreição de mortos. Os fariseus, os outros mestres da lei, acreditavam, criam firmemente que haveria uma ressurreição de mortos, porém, essa ala não acreditava.Jesus, quando você lê os Evangelhos, tem alguns impasses com eles relacionados a esse tema. E me parece que, quando Paulo se encontra falando à igreja de Corinto, esse grupo estava ali fomentando, disseminando essas ideologias. E é por isso que o capítulo 15 está dentro de toda essa tratativa de Paulo para corrigir esses erros, os equívocos doutrinários.Por causa desse grupo que influenciava, Paulo, então, vai ensinar sobre esse tema da ressurreição dos mortos. Mas, também, entendendo que a igreja de Corinto é uma igreja plantada no meio gentil, havia muita influência da cultura grega. Os filósofos afirmavam aquilo que nós chamamos de dualismo.O que eles diziam? Que a matéria é corrupta, ela é má, e o espírito, que é bom, está enclausurado nessa matéria. Então, a morte nada mais é do que a libertação da alma desse casulo mau. Então, falar sobre ressurreição, para os gregos, para os filósofos, era algo absurdo, porque aquilo que é bom tem que retornar a viver dentro desse corpo, dessa matéria má.Então, diante de todas essas ideias que haviam acontecido, que influenciavam a comunidade cristã, é que Paulo vai ensinar sobre a ressurreição dos mortos. E, para falar sobre a ressurreição dos mortos, Paulo vai falar sobre a ressurreição de Cristo. Ele vai mostrar que é por causa da ressurreição do Senhor Jesus que é possível nós hoje falarmos sobre a ressurreição dos mortos.E a gente viu na semana passada, adentrando o capítulo 15, dos versos 1 ao 19, Paulo vai fazer algumas afirmações. Primeiro, ele vai chamar a atenção da igreja de Corinto para que fique firme no Evangelho. Ele chama a responsabilidade de mãos.O Evangelho, uma vez, foi pregado para vocês e eu desejo que não tenha sido em vão, que vocês não tenham crido em vão em tudo aquilo que lhes fora ensinado sobre o Evangelho. No versículo 3, Paulo vai falar o que é o Evangelho e ele vai mostrar que o Evangelho consiste em que Cristo morreu pelos nossos pecados segundo as escrituras, que ele ressuscitou segundo as escrituras. E Paulo, para dar força para o seu argumento, mostra que as escrituras do Antigo Testamento já falavam sobre a ressurreição de Cristo e a ressurreição dos mortos.O primeiro argumento que Paulo vai trazer para fortalecer aquilo que ele vai ensinar é a própria palavra de Deus. Ele vai dizer que essa doutrina não é uma doutrina criada pela igreja cristã, nem pela igreja apostólica. Na verdade, é uma doutrina que vem desde o Antigo Testamento, desde os nossos antepassados e que agora vigora a partir da pessoa de Cristo.Então, por isso que ele faz questão de nos versículos 3 e 4 dizer, segundo as escrituras, isso que eu estou dizendo para vocês, é registro inequívoco da palavra de Deus para o seu povo. O segundo argumento que Paulo vai trazer, a partir do versículo 5, são as testemunhas oculares. Ele vai falar que a ressurreição de Jesus é um fato histórico comprovado.Ele vai dizer que quando Cristo ressuscitou, Ele apareceu aos doze discípulos, Ele apareceu a Pedro, Ele apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez só. Ele vai falar que apareceu para mim também, que sou como um que chegou depois. Então, ele mostra que contra fatos não há argumentos.E ele então vai dizer, pergunte a alguns que viram e que ainda estão vivos. Se você tem dúvida daquilo que eu estou falando, procure esses irmãos, veja com eles, vai lá. Pergunte se de fato eles não viram o Cristo ressuscitado.Então, ele mostra que a ressurreição também é um fato que pode ser comprovado, porque Jesus, ao ressuscitar, apareceu a muita gente, muitos são tidos como provas da ressurreição do Senhor. E Paulo também se coloca como aquele que pode testemunhar que o Senhor Jesus está ressurredo. Do versículo 12 ao versículo 19, Paulo vai fazer algumas argumentações bastante lógicas, do tipo, se Cristo não ressuscitou, nós também não ressuscitaremos.E se nós não ressuscitamos, logo, Cristo também não ressuscitou. Paulo usa esse tipo de argumentação, já que ele fala para um público que gosta de ensinos filosóficos, de sabedoria, como eram os gregos. Paulo está deixando claro uma questão extremamente racional.Se nós não cremos na ressurreição dos mortos, porque, ao que tudo indica, eles acreditavam, eles podiam até crer, Cristo ressuscitou. É possível que não havia nenhuma dificuldade para a igreja com relação a Cristo ressuscitado. O problema era com a ressurreição dos mortos.E Paulo, então, vai falar, se nós não cremos na ressurreição dos mortos, então nós também não podemos crer que Cristo ressuscitou. E se Cristo não ressuscitou, a nossa fé não tem validade nenhuma. Se nós não cremos na ressurreição de Cristo, o que nós estamos fazendo aqui não significa nada.A nossa pregação é inútil. Nós estamos aqui vivendo a partir de um grotesco engano. Nós estamos aqui crendo em algo que não é verdade.Nós estamos reunidos a partir de algo que não tem sustentação. Então você vê Paulo fechando o cerco para poder dizer assim, se nós não cremos nessa doutrina bíblica, pela escritura, pelas testemunhas oculares, o que a gente está fazendo aqui? Do que serve a nossa reunião? Do que serve o que nós estamos realizando aqui? A nossa fé é vã. A nossa pregação é inútil.E aqueles que morreram, o que acontece com eles? Que esperança existe? Ele termina então com uma tremenda afirmação no versículo de número 19, se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. É Paulo fechando esse momento dizendo assim, se o que a gente crê e espera se resume a essa vida aqui apenas, se tudo que nós temos expectativas é somente sobre essa vida, sobre essa terra, sobre esse momento, nós somos os mais infelizes. Que esperança nós temos? Porque o que dá esperança para a igreja é a ressurreição de Cristo.A nossa esperança está em saber que mesmo que a morte chegue para nós, um dia nós ressuscitaremos e estaremos com Cristo para sempre na eternidade. O que nos dá forças em meio às nossas duras caminhadas, em meio às doenças, em meio às crises, aos dilemas, às dificuldades dessa vida, em meio às muitas dores que nós experimentamos nessa terra, a nossa esperança é a ressurreição dos mortos e a eternidade com o Senhor e o Salvador Jesus Cristo. Então não é possível dissociar a ressurreição de Cristo e, consequentemente, a ressurreição dos mortos.Essa é a argumentação do apóstolo Paulo corrigindo uma doutrina extremamente equivocada e errada sobre esse tema. A partir de agora então, versículo 20, veja que Paulo é bastante enfático. Ele diz assim, mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos.Paulo não fica cocheando entre acreditar ou não acreditar. Paulo não cria uma dúvida, ele é direto, de fato Cristo ressuscitou. Isso é fato, isso aqui não é coisa para a gente ficar do tipo, será? Será que Ele ressuscitou mesmo? Será que eu creio ou não creio? Ele é extremamente categórico e firme.De fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos. E ele vai então dizer que Cristo, a ressurreição dEle é as primícias dos que dormem. As primícias eram tudo aquilo que eles, na plantação e na colheita, eles levavam como a sua melhor oferta.Eles pegavam aquilo de melhor que haviam colhido, de tudo que eles haviam plantado, aquilo que era o excelente, eles levavam como contribuição, como oferta para o templo, levavam para os sacerdotes, levavam aquilo como oferta de gratidão, porque Deus tinha sido generoso para com eles. Eles levavam as primícias, eles não levavam para Deus, eles não ofertavam a Deus aquilo que sobrava. Eles não davam para Deus aquilo que, no final das contas, olha, sobrou isso daqui, então eu vou levar para Deus.E isso, irmãos, a gente já percebe um grande e poderoso ensino. A gente nunca pode querer ofertar para Deus aquilo que sobra. A gente quer às vezes dar para Deus o restante da nossa energia, a gente quer dar para Deus o restante das nossas habilidades, a gente quer servir tudo e todos do lado de fora, mas quando é para Cristo e para a igreja, a gente dá o que dá, a gente oferece aquilo que sobrou e esse é um grande erro do nosso tempo.A gente se afadiga com o trabalho para conquistar dinheiro, para estudar, para cuidar da nossa família, para ter os nossos negócios, a gente trabalha com afinco pelas nossas coisas, pelos nossos desejos, pelos nossos interesses, mas quando se trata de Cristo, da igreja e do seu reino, a gente dá aquilo que sobra, a gente dá aquilo que dá, aquilo que é possível e esse é um erro extremamente errado, um erro grotesco da nossa parte, porque para Cristo a gente tinha que dar sempre o melhor, para Cristo a gente tem que sempre oferecer aquilo que é excelente, porque Ele é digno do melhor que a gente pode dar. Eu não posso deixar sobrar algo para poder então pensar, dou ou não dou para Cristo? Não, eu dou aquilo que é o melhor para o meu Senhor, eu dou aquilo que é o mais excelente para a glória do meu Deus e isso envolve toda a nossa vida, isso envolve tudo o que nós temos e o que nós somos. Quando nós vamos falar de dízimos e ofertas, geralmente a gente faz lá, não sei você, você faz o seu planejamento financeiro do mês, onde você vai colocar, pagar, investir o seu dinheiro.Você tem que colocar a sua oferta, o seu dízimo como dentro de uma fidelidade, como primícia para Deus, como para a glória do Senhor, como para a manutenção do seu reino. Você não pode olhar p
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#02.01-EBD I Coríntios 15:1-19 - 03_08_2025 - Rev. Altieres Fernando Miola
Graça e a paz, o Senhor Jesus esteja conosco. Irmãos, hoje nós vamos entrar no capítulo 15 de 1 Coríntios e Paulo vai usar todo esse capítulo, um capítulo extenso de 58 versículos para falar sobre a ressurreição dos mortos. Paulo se afadiga em ensinar a igreja de Corinto sobre a necessidade de entendermos que a ressurreição de Cristo foi necessária.Ele também vai se esmerar em ensinar à igreja como será essa ressurreição, como será o corpo ressuscitado, como se dará essa ressurreição dos mortos naquele grande e maravilhoso dia de Cristo Jesus. E por que que Paulo, ele tem essa necessidade de falar sobre esse tema? Porque a igreja de Corinto era muito influenciada pela filosofia, pelos gregos, pelos filósofos e eles tinham em mente que falar de ressurreição era um retrocesso, porque os filósofos, os gregos, eles afirmavam aquilo que nós chamamos de dualismo. O que que eles diziam? Que a matéria, esse corpo é mau, é um corpo ruim e a alma que é boa está enclausurada, presa dentro dessa matéria má e corrupta.Então quando acontece a morte, há uma libertação dessa alma, dessa matéria má e então a alma, ela pode seguir o seu curso, o seu plano e ela pode então experimentar a liberdade desse corpo ruim. Então por causa dessa ideia, dessa ideologia muito recorrente, é que Paulo vai mostrar a necessidade de nós falarmos sobre a ressurreição, porque pra eles ressuscitar era a alma voltar a ficar presa dentro de um corpo mau. Então pra eles era de alguma forma impensável falar sobre esse assunto e Paulo vai mostrar como que a ressurreição ela é crucial, como que não falar de ressurreição é negar os pontos centrais da nossa fé e do evangelho do Senhor Jesus.Paulo também vai mostrar como se dará essa ressurreição e essa é uma dúvida que nós também por vezes temos. Talvez a gente não consiga chegar nesse ponto hoje, mas Paulo vai falar sobre como esse corpo será ressuscitado, com o que nós vamos parecer, como se dará esse corpo que será ressuscitado por Cristo no último dia, no momento da sua volta. E essa ideia de imortalidade, de vida além do túmulo é muito antiga.Todos os povos já pensaram, já validaram, já estudaram e as diferentes culturas de alguma forma já tentaram entender como funciona essa ideia da imortalidade da alma. E a doutrina da ressurreição, ela não é algo que foi fomentado pela mente humana, ela é bíblica. Quando nós vamos para a Bíblia, a Bíblia vai falar sobre a ressurreição dos mortos, não é apenas uma tradição, é um fato que o Senhor Jesus chancela, que a Bíblia escreve e que deve ser então objeto do nosso estudo.E falar sobre a ressurreição dos mortos é conforto e esperança para nós que estamos vivos. Paulo vai falar, ele vai tocar nesse tema sensível, porque quando nós falamos de morte, geralmente nós somos nutridos por tristezas, por dores, por mágoas e por tantas outras situações que envolvem falar de morte, não é um assunto confortável. E hoje, de alguma forma soberana, nós vamos falar sobre ressurreição, tanto agora, como também vamos falar sobre ressurreição no cú da noite.Então, a gente vai ver pelas escrituras que falar de ressurreição é algo que traz conforto e esperança, porque a vida do crente não se limita apenas a essa vida aqui. Não podemos acreditar que a nossa vida, ela vai se restringir a esse plano em que nós estamos vivendo. Então, nós vamos entender isso a partir da palavra de Deus.E a gente sabe que existe um choque, principalmente por aquilo que os espíritas, eles argumentam, que é a reencarnação. A gente sabe que esse não é um tema bíblico, a gente sabe que a Bíblia não fala sobre reencarnação, pelo contrário, o autor de Hebreus vai afirmar que a nós está o morrer apenas uma vez e depois disso vem o juízo. Então, não existe essa ideia de que há uma reencarnação, há uma segunda oportunidade, uma segunda vida, há um outro plano em que nós somos, então, trazidos de volta para viver em outro corpo, viver em outras realidades, isso não existe, biblicamente isso não é fato e nem verdade, é uma manipulação diabólica para fazer as pessoas perderem a esperança daquilo que é a palavra de Deus.Então, a gente lida com isso, porque muita gente acredita, muita gente acredita na reencarnação, muita gente acredita nos espíritos que ficam vagando, procurando a luz, procurando resolver as pendências que não foram resolvidas em vida e a gente sabe que pela palavra de Deus essas coisas não são verdades e a gente precisa ser bíblico ao falar sobre esse tema. Nós precisamos abordar esse assunto a partir do que a palavra de Deus vai nos ensinar. E quando a gente fala sobre a ressurreição, talvez muitos vão pensar que por causa do pecado que Adão e Eva cometeram no jardim e foi por causa do pecado que a morte se instalou, porque o Senhor na ordem da criação foi muito claro, direto e específico para o casal, no dia em que vocês comerem do fruto que é proibido, vocês vão morrer.Então, por causa da desobediência do pecado de Adão e Eva, o pecado foi instalado no mundo, por causa da desobediência deles há a morte, a morte é uma consequência inequívoca do pecado. E quando nós olhamos para isso, para o que Adão e Eva cometeram de então trazer a maldição da morte, nós pensamos que os planos de Deus foram frustrados por causa do que aconteceu, mas a gente vai perceber pela palavra do Senhor que, na verdade, a ressurreição é a providência de Deus para com relação à morte e o pecado. Então, você consegue entender que falar sobre ressurreição é crucial para a nossa teologia bíblica, falar sobre a ressurreição é de extrema necessidade.O credo apostólico, lá no finalzinho, e você conhece o credo apostólico que é, creio em Deus Pai, Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra, você com certeza já ouviu essa proclamação, é uma das declarações mais antigas que existem da fé cristã e ela encerra-se afirmando o seguinte, creio na ressurreição do corpo e na vida eterna. Então, desde muito tempo há essa crença fiel, eu creio, eu creio que vai haver a ressurreição do corpo e eu creio na vida eterna. A nossa confissão de fé, ela também diz assim, todos os santos que pelo Espírito de Deus e pela fé estão unidos a Cristo, têm com ele comunhão nas suas graças, nos seus sofrimentos, na sua morte, na sua ressurreição e na sua glória.Então, a comissão de Westminster, eles quando reunidos, eles disseram, nós participamos com Cristo, participamos da sua glória, mas nós também participamos do seu sofrimento, nós participamos com Cristo da sua morte, mas participamos também com ele da sua ressurreição. Então você vê que historicamente a crença da ressurreição, ela é bíblica, ela é válida, ela existe, ela é falada e ela é tratada e a gente precisa entender também que falar sobre ressurreição, nós estamos aqui falando sobre a ressurreição dos santos, que são aqueles que vão ser ressuscitados com Cristo, são aqueles que serão levantados dos seus túmulos, os corpos ressuscitados, unirão-se às suas almas e nós gozaremos para sempre do novo céu e da nova terra, mas precisamos lembrar que a ressurreição também vai acontecer para os ímpios, a ressurreição vai ser um evento geral. E alguém pode ler para mim Daniel, capítulo 12, Daniel 12, versículos 1 e 2. Então você vê que Daniel, ele já expressava isso, que vai haver a ressurreição daqueles que dormem no pó, para uns a ressurreição vai ser para onde? Para a vida eterna, mas para outros vai ser para a vergonha e para o horror eterno.Então a ressurreição ela é tanto bênção para aqueles que estão em Cristo, como também vai ser horrível para aqueles que morrem sem Cristo. Então a ressurreição ela não vai ser para um grupo específico, a ressurreição vai ser geral, global, ela vai abarcar todas as pessoas indistintamente, a ressurreição é para todas as pessoas. Mas a gente vai perceber que tudo isso para nós que somos crentes é segurança, é confiança, é esperança, é deleite na presença do nosso Senhor e Salvador Jesus.A gente encontra na palavra de Deus, o Senhor Jesus fazendo essas afirmações de que nós vamos ressuscitar para algo superior, para algo que vai além. Por exemplo, lá em João 14, Jesus vai dizer, na casa de meu pai há muitas moradas, ele está trazendo uma afirmação para nós, eu vou, mas eu vou voltar para buscar vocês, vai haver o tempo certo em que vocês serão ressuscitados e estarão comigo na casa do meu pai. Paulo vai afirmar em Filipenses capítulo 3, a nossa pátria está onde? Nos céus, a nossa pátria não é aqui.Aqui não é a nossa morada final, nós estamos de passagem, o autor de Hebreus vai dizer, na verdade não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir. Então, a Bíblia ela vai mostrar para nós que a nossa esperança, ela não vai se resumir a esse mundo, mesmo que a gente passe pela morte, nós sabemos que um dia ressuscitados estaremos com Cristo na nossa pátria, no nosso lar celestial para sempre com Ele. Então, essa é a esperança que move a igreja, que move o coração do crente.Amém irmãos? Apenas a título de introdução para que a gente entenda a razão pela qual Paulo vai falar sobre a ressurreição e essa esperança gloriosa que acomete a todos os cristãos. Paulo começa, então, o capítulo 15 de 1 Coríntios, dizendo assim, Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei, o qual recebestes e no qual ainda perseverais, por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como vô-la preguei, a menos que tenha escrito em vão. Paulo começa fazendo uma repetição daquilo que ele já havia dito e a gente sabe que nós aprendemos por repetição, nós ficamos insistindo quando há um bebê, a gente fica ali na cabeça do bebê, fala mamãe, fala papai, até que de tanto nós repetirmos essas palavras, o que acontece? Uma hora eles falam, uma hora eles vão falar, a repetição ela é necessária porque é por meio dela que nós aprendemos e conseguimos guardar todas essas coisas na nossa cabeça e Paulo ele está falando, irmãos, eu já falei sobre esse assunto com vocês, mas eu vou precisar repet
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#01.07-EBD IPBSA - 27_07_2025
Eu já convido você a abrir a sua Bíblia em 1 Coríntios 14. 1 Coríntios, capítulo 14. Vamos esmerar para terminar esse capítulo.Passamos pelos pontos altos dele, quando já expomos sobre o dom de profecia e o dom de links, podemos entender bíblicamente como funciona, o que são esses dons, como eles devem ser tratados pela igreja, pela comunidade cristã. E a partir do versículo de número 26, Paulo vai nos orientar sobre a ordem no culto. Paulo vai chamar a nossa atenção para que nós possamos cultuar a Deus com decência e com ordem.A partir do versículo 26, do capítulo 14 de 1 Coríntios. Paulo faz uma pergunta, que fazer, pois, irmãos? É como se ele estivesse amarrando agora, tudo que ele vinha afirmando, dizendo, e o resumo é, o que a gente faz com tudo isso? Dei um monte de informações, passei para vocês um monte de instruções, vocês agora foram ensinados, ministrados, discipulados a respeito dos dons de profecia e dons de línguas, mas agora, agora que vocês sabem disso, agora que vocês sabem como funciona, o que a gente faz com todas essas informações? Como a gente trabalha elas? Como a gente trata todas essas questões? E ele então vai dizer, quando vos reunis, um tem salmo, outro doutrina, este traz revelação, aquele outro língua, e ainda outro interpretação, seja tudo feito para edificação. Paulo, ele reconhece que a igreja de Corinto é uma igreja cheia de dons, ele reconhece que é uma comunidade onde Deus graciosamente abençoou aquele povo, para que eles pudessem desenvolver dons, talentos, ministérios, trabalho, serviço, para o nome do Senhor Jesus.Por isso ele diz, aqui na igreja, uns tem salmos, outros tem doutrinas, outros tem línguas, outros tem interpretação. Então Paulo, ele vê com gratidão a Deus, o Senhor, obrigado, por essa igreja estar recheada de pessoas com talentos diversos para servir ao Senhor. Mas a suma é então, com tudo isso, que o propósito seja feito para a edificação.Que tudo que vocês fizerem no culto, que todas as suas obras, que todas as suas práticas, que todos os seus dons, ministérios e talentos, sejam feitos para edificar a igreja. Irmãos, a gente vem caminhando, pensando sobre isso, o dom que Deus confere a cada um de nós, indistintamente pelo espírito, ele tem um propósito que é servir a igreja, que é edificar o corpo de Cristo, que é abençoar a comunidade de crentes. Então quando Deus te dá um talento, um dom, um ministério, um serviço para executar, na sua cabeça deve estar muito claro, isso não é para mim mesmo.Eu nunca sirvo a igreja pensando em como eu posso ser honrado, agradado, aplaudido e sob os holofotes das pessoas. A gente nunca trabalha com esse intuito. A gente nunca trabalha na igreja, na obra de Deus, pensando no reconhecimento de homens.Apesar de ser bom, de ser agradável, apesar de encher o nosso coração, nós não nos preocupamos com aquilo que os homens vão dizer, nós nos preocupamos com aquilo que Cristo está dizendo e pensando sobre o nosso trabalho. Isso faz a gente entender que a obra é muito maior do que nós, que o propósito é muito além de mim e de você, que a obra de Deus vai além dos nossos desejos e do nosso ego. Paulo está dizendo isso.A igreja está cheia de dons, louvados seja Deus, bençam nós vermos essa mão gloriosa de Deus estendida sobre a comunidade, mas tudo o que vocês fizerem seja feito para a edificação. Então Paulo, ele reconhece, mas exorta. Irmãos, preocupem-se em como o seu trabalho pode abençoar a vida de outros.Vocês já ouviram falar do princípio regulador do culto? Já ouviram falar sobre esse documento? Esse é um documento onde nós temos ali as diretrizes bíblicas para que o culto seja conduzido. Nós temos ali as maneiras, as formas, os jeitos, os ritos de como nós devemos proceder num culto segundo a Bíblia que agrada a Deus. E apenas uma parte, e também isso consta na nossa confissão de fé, diz assim, a maneira aceitável de adorar a Deus é instituída por ele na sua palavra, limitada pela sua vontade revelada.O culto não deve ser feito segundo as imaginações humanas, representações, ideias de Satanás ou fora da Bíblia. Então, nesse documento, ele vai afirmar para nós que o culto que deve ser prestado ao Senhor tem que ser primeiro aceitável por ele. Deus tem que aceitar o culto, porque o culto, ele não é para nós.Nós nunca pensamos sobre o culto, como ele pode me satisfazer. Nós nunca devemos pensar nas músicas, ou na exposição da palavra, ou na série de mensagens, ou nos textos bíblicos para agradar as pessoas. Nós nunca devemos propor ao nosso coração, como eu posso pregar hoje de maneira que os irmãos se sintam ali confortáveis, onde eles tenham um bem-estar.O que eu posso oferecer para eles de maneira que eles se sintam agradados pelo culto, porque o culto não é sobre você. O culto não é para sua satisfação. O culto é para a glória do Senhor Jesus.O culto é para brindiser o nome do nosso Redentor. O culto é para ele. Então, quem tem que se agradar do culto é Deus.Então, a pergunta que a gente tem que fazer é, Deus, este culto, o que nós estamos fazendo? Essa escola dominical, os nossos trabalhos, os nossos dons e ministérios, estão glorificando ao Senhor? Estão bem-dizendo ao Senhor? O Senhor está sendo louvado e adorado? Porque esse tem que ser o propósito do culto. E é isso que esse documento começa afirmando. O culto, acima de qualquer coisa, deve ser aceitável a Deus.Deus é quem deve aceitar o nosso culto. E aí, Ele vai continuar dizendo que o culto, segundo Deus, é instituído por Ele mesmo. E onde a gente encontra a instituição de Deus para o culto? Na Bíblia.É a Palavra de Deus quem nos norteia para que a gente preste a Ele um culto agradável. A gente tem que cultuar ao Senhor segundo as Escrituras. Não sei se você já prestou atenção na maneira como nós conduzimos a liturgia.Nós começamos com uma leitura da Bíblia. Depois da leitura da Bíblia, um texto de louvor, um texto para chamar a igreja à adoração. Depois que a gente lê a Palavra, a gente ora.Depois, nós lemos um texto de confissão de pecados. É o momento onde você vai ter a sua introspecção. Você vai pensar sobre a sua vida.Você vai colocar diante de Deus a sua alma. E depois que nós lemos um texto, nós oramos. Depois nós cantamos, lemos a Palavra, oramos pela Palavra que vai ser ministrada, pregamos e oramos para encerrar o culto.O que isso simboliza? Que primeiro Deus fala e a igreja responde como? Em oração. Quem fala no culto, irmãos, é Deus. Nunca somos nós.Nunca somos nós quem começamos a falar. É sempre Deus quem fala primeiro. Por isso a gente lê o texto da Palavra antes de orar.Porque a gente vai orar a Palavra de Deus. A gente vai orar aquilo que Deus está falando na sua Palavra. A gente vai responder ao Deus que fala.Nunca é Deus respondendo eu falando primeiro. Nunca é Deus dando resposta a mim. É eu respondendo ao que Deus está dizendo.Então a gente lê a Bíblia e a gente ora depois porque, Senhor, nós lemos a Tua Palavra, o Senhor falou, porque a Palavra é Deus falando. E aí nós oramos, Senhor, obrigado, o Senhor falou. Nós confessamos pecados porque Deus falou sobre a Palavra, confissão de pecados.E a igreja então canta. A igreja canta porque agora ela está celebrando ao Senhor que está falando com a sua igreja. A igreja está celebrando com a sua voz aquilo que Deus está fazendo por meio da sua Palavra na sua igreja.Aí a gente lê o texto da Bíblia e ora pedindo, Senhor, fala conosco mais uma vez por meio da exposição da sua Palavra. E a gente encerra o culto como, obrigado, Deus, o Senhor esteve aqui no meio de nós. Que este culto tenha lhe agradado.Que todos os nossos atos tenham sido feitos com amor. E que o nome do Senhor tenha sido bendito nessa noite de louvor e de adoração. Então você consegue entender, irmãos, que o culto ele deve ser aceitável a Deus e feito segundo a Palavra de Deus.E eles vão continuar dizendo que é feito mediante a sua vontade revelada. Que é segundo a prescrição da Bíblia. E aí ele vai dizer o que não pode ser feito.Como o culto não pode ser realizado. E ele vai colocar, segundo a imaginação humana. Nós somos muito imaginativos.Somos criativos. O ser humano ele tem um senso de criação maravilhoso. Mas o culto não pode ser feito segundo a minha imaginação.Eu elaboro durante a semana uma coisa e falo, eu vou fazer isso aqui. Eu vou prestar um culto assim. Eu vou fazer isso no culto que eu acho que Deus vai se agradar.Eu vou colocar aqui alguma coisa, uma coisa histórica, espetacular que ninguém nunca viu. Nós vamos fazer algo que vai chamar a atenção de todo mundo. Algo que vai despertar as pessoas.Algo que vai ser mais do que excelente. Cuidado. Cuidado com muitas inovações.Os homens estão querendo inovar demais o culto. E o culto está perdendo o caráter de ser para a glória de Deus. Está virando uma casa de espetáculos.O culto tem virado show. O culto tem virado uma idolatria de egos. Onde as pessoas buscam os seus próprios interesses e prazeres.Onde as pessoas não vão para ouvir Cristo falar. Mas elas vão para ouvir aquilo que elas querem ouvir. Elas querem sentir-se satisfeitas.Elas não querem ser confrontadas com seus pecados. As pessoas não querem ouvir a verdade do Evangelho. As pessoas não querem ser atacadas pelas flechas do Senhor Jesus.Mas elas querem sair daqui andando em nuvens arrepiadas. Elas querem sair daqui emocionadas. Elas querem sair daqui sentindo uma coisa que nunca sentiu antes.Mas irmãos, essas coisas passam. Se hoje eu tenho uma ideia de fazer um culto espetacular. E se eu não fizer no domingo que vem algo mais espetacular.As pessoas já vão começar a deixar de vir. Porque elas vão falar domingo passado foi excelente. Domingo passado foi um negócio uau! Mas hoje já não foi.Essa igreja está perdendo a mão. A liderança já não está conseguindo ter ideias novas. Eles
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#01.06-EBD IPBSA - 20_07_2025
Primeira Coríntios 14. Nós adentramos esse capítulo na semana passada, mas é tanta coisa que Paulo ensina que é quase impossível nós passarmos por ele correndo sem nos atentarmos a todos os detalhes que ele procura trazer para que a igreja seja ensinada sobre aquilo que é o dom de línguas e o dom de profecias. A gente viu que Paulo ele orienta a igreja a seguir o amor, ele está sendo coerente com o capítulo 13. No capítulo 13 ele ensinou que aquilo que sustenta os ministérios, aquilo que sustenta os dons é o amor. Tudo que a gente faz, se não for recheado por amor, a gente faz em vão, a gente faz para nós mesmos, a gente faz sem critérios e sem propósitos. Então, o chamado de Paulo para o capítulo 13 é irmãos, quando vocês forem realizar a obra de Deus, façam isso banhados totalmente no amor, porque é ele quem vai permanecer. Nós amamos aqui e amaremos também na eternidade. Os dons passam, os ministérios terminam, tudo isso tem um fim, mas o amor permanece para sempre. Então, a partir disso, o capítulo 14 é Paulo orientando a igreja de Corinto quanto a esses dons de profecias e de línguas.Havia uma divisão dentro da comunidade coríntia, porque eles estavam acreditando que ter esses dons era sinal de espiritualidade, de mais fervor. Esses que detinham esses dons estavam se digladiando, porque eles diziam assim, eu tenho o dom de línguas, então eu estou numa posição melhor que você. Eu tenho o dom de profecia, então eu estou numa posição extremamente melhor do que a sua. E a igreja estava vivendo esse embate, onde ao invés de eles usarem o dom com propósitos para a glória de Deus e para edificação do corpo que é Cristo, eles estavam se dividindo por interesses pessoais e bastante mesquinhos. Por isso, Paulo começa o capítulo 14 dizendo, segui o amor, que o que vocês forem fazer seja feito com amor. E ele, então, a partir disso diz, e que vocês procurem com zelo os dons que Deus deu para vocês, que vocês tenham um anseio sincero por servir a Deus com dons e talentos, mas tudo isso subordinado ao amor. E ele vai, então, dizer que devemos, então, procurar principalmente o dom de profecia, o dom de profetizar. A gente já entendeu que o dom de profetizar não é aquele dom que é visto por vezes em igrejas pentecostais e neopentecostais, onde pessoas se levantam no meio do culto e elas começam a dizer alguma coisa que Deus pretensamente disse. E eles, então, eles aparecem nesse contexto dando novas previsões, dando novas adivinhações, dando palavras novas dizendo Deus está falando.O dom de profetizar não é esse. O dom de profetizar bíblico é aquele dom onde você abre a Bíblia e você entende, você explica e você aplica a Bíblia para a vida das pessoas. Esse é o dons de futuro que Deus está mandando.Deus não precisa, irmãos, dar novas previsões. Deus não precisa dar novas palavras, porque tudo o que nós precisamos já está registrado na Escritura. Tudo o que nós precisamos saber sobre vida, sobre salvação, sobre devoção, tudo o que nós precisamos saber sobre caminhada com Jesus, a Bíblia já fala sobre esses temas.A Bíblia já ensina, a Bíblia já dá para nós as verdades que são necessárias para a nossa vida e para o nosso crescimento. Então, nós precisamos de profecias novas? Não, até porque não existem mais profecias novas, porque tudo que for dado já é o bastante e o suficiente. Deus não faz mais novas revelações, Deus não faz, porque tudo nós já temos muito bem escritos na Palavra.Depois a gente viu a que se refere esse dom de línguas e a gente entendeu que nós precisamos ser coerente com a Bíblia toda. Não adianta eu pegar um texto isolado e, a partir desse texto isolado, fazer uma doutrina. A gente precisa entender que o mesmo dom de línguas a que Paulo se refere em 1 Coríntios 14 é aquilo que aconteceu em Atos 2. Atos 2, Pentecostes, Deus deu dons de línguas, mas que línguas eram aquelas faladas em Pentecostes? Idiomas.Eram idiomas conhecidos, porque o texto de Atos 2 vai dizer para nós que havia ali, entre os que estavam presentes, gente de várias regiões do mundo. E eles mesmos disseram, como eles, sendo judeus, estão falando numa língua onde eu consigo entender? Eles nunca aprenderam os nossos idiomas, mas eles estão falando das grandezas de Deus e a gente está entendendo. Então, as línguas faladas em Pentecostes eram idiomas, eram línguas que eram conhecidas.E aqui, em 1 Coríntios 14, quando Paulo vai falar dessas línguas também, ele está falando de idiomas conhecidos, que Deus pode dar para quem Ele quiser, de maneira sobrenatural, para que o evangelho seja pregado, seja propagado e avance o reino de Deus. Mas não estamos falando de línguas angelicais, não estamos falando de línguas estranhas, pelo contrário, estamos falando de línguas que podem ser compreendidas por quem sabe aquele idioma. E é interessante, irmãos, as pessoas às vezes chamam esses dons de línguas como sendo línguas de anjos, mas toda vez que um anjo aparecia, mandado por Deus, para dar uma mensagem, um recado para alguém, ele sempre falava no idioma que aquela pessoa entendia.Você não vê em nenhum relato bíblico um anjo aparecendo com uma informação que a pessoa olhava e falava assim, Oi, o que você está falando? Não estou entendendo. Vamos lembrar quando o anjo chegou para dar notícia para Maria de que ela ficaria grávida. O anjo não chegou falando para ela naqueles idiomas que a gente ouve eles falando por aí.O anjo chegou falando no dialeto que Maria entendeu. O anjo chegou para Zacarias para falar do nascimento de João Batista num dialeto que ele compreendeu. O anjo falava com João na ilha de Pátimos para que ele escrevesse o Apocalipse numa linguagem que ele pudesse compreender.Então, essa ideia que existe de uma língua de anjos, ela não faz sentido, porque os anjos falam na língua que os homens entendem. Na língua que os homens falam. Porque se ele falar de um jeito que a gente não entende, não tem comunicação.Porque a comunicação acontece a partir de algo que você fala e eu entendo. A partir de algo que nós aqui falamos numa mesma linguagem e então nós nos tornamos compreensíveis. Não é assim que funciona uma comunicação saudável? Eu falo e você me entende.Agora, se eu começo a conversar com você numa outra língua, num outro idioma, ou até mesmo digo que é um idioma angelical, não tem diálogo. Não funciona, porque não há compreensão. Então, a Bíblia, ela é coerente.A mesma língua que foi usada em Atos 2, é a mesma língua que Paulo se refere, idiomas conhecidos. Deus pode capacitar pessoas para pregar o Evangelho num idioma que ela nunca conheceu para que possa alcançar alguém? Deus pode se Ele quiser. Se Ele quiser, Ele pode.De repente, entra alguém, quem somos nós para dizer, não, Deus não pode fazer isso mais, isso aí já não existe, isso aí acabou, isso foi para o tempo apostólico. Não, Deus pode. Se Ele quiser fazer, Ele pode.Então, nós precisamos entender aquilo que a Bíblia, de fato, está querendo fazer. E a gente viu que o falar em línguas, ele é uma edificação pessoal. Ele não edifica a igreja, porque o que edifica a igreja? É a igreja entender o que está acontecendo.Em Romanos 12, Paulo vai dizer que o nosso culto é um culto racional. O nosso culto é um culto inteligente. O culto que nós prestamos a Deus é um culto onde Deus é adorado, onde a igreja é edificada e onde tudo que acontece aqui é possível ser compreendido.Você vem, ouve a leitura da Bíblia na linguagem que você compreende, você ouve a exposição da palavra numa língua que você entende, as músicas que nós cantamos. É dentro de uma linguagem onde você seja capaz de cantar junto e entender o que está acontecendo. Isso é um culto racional.Agora, um culto onde nós forçamos a barra, onde nós ficamos cheios de misticismos, onde nós ficamos cheios de bagunça, de gritaria, de correria, isso não é um culto racional a que Paulo se refere em Romanos capítulo 12. O que nós precisamos fazer, o culto, irmãos, e Paulo vai ensinar isso no último versículo do capítulo 14, é que tudo o que a gente faz, a gente deve fazer com decência e com ordem. Esse é o culto que agrada a Deus.Esse é o culto que Deus procura. Deus não está preocupado com as nossas inovações. Deus não se agrada mais do culto que se torna espetacular para os homens.Não é isso que Deus quer. Não é isso que torna o culto mais espiritual. Não é isso que torna o culto mais relevante.O que Deus quer é um culto onde ele seja glorificado, onde a palavra dele seja lida, seja cantada, seja explicada, seja comunicada, e a igreja entenda e adore ao Senhor por intermédio da sua palavra. Esse é o culto que agrada a Deus. Agora os homens estão mais preocupados em fazer um culto que agrade homens.Estão mais preocupados em fazer um culto onde as pessoas participantes se sintam agradadas. E, na verdade, Deus está do lado de fora. Deus não está participando desse culto, porque ele não é o alvo do culto.Mas sim o gosto e as preferências das pessoas. E aí a gente lembra daquele texto de Apocalipse, onde diz assim, Eis que estou à porta e bato. A gente usa esse texto para evangelismo.Olha, Deus está batendo na porta do seu coração. Abra o seu coração para ele entrar, irmãos. Deus não fica batendo na porta do coração de ninguém.Porque quando ele quer entrar, ele entra. Ele não fica esperando você dar permissão para ele entrar. Deus não é alguém que fica parado esperando você tomar a decisão dele entrar.Não é assim que funciona. Deus, quando ele quer fazer a obra, ele entra. Ele faz.Ele realiza. Ele não depende do nosso tempo. Então, quando o texto diz, Eis que estou à porta e abro, ele está falando para uma igreja que está totalmente imersa nos seus desejos e propósitos.É uma igreja que está servindo a si mesma. E ele está falando assim, vocês estão cultuando, mas eu não estou lá. Eu não estou lá dentro.Vocês estão cultuando, mas eu não estou faz
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#01.05-EBD IPBSA - 29_06_2025
Irmãos, 1 Coríntios 12, vamos continuar aqui estudando a carta de Paulo aos Coríntios. Demos o início no capítulo 12, na semana passada. Paulo vai tratar de um problema que está acontecendo dentro da comunidade, quando, por causa de orgulho e um sentimento espiritual desordenado, a igreja de Corinto está se dividindo, porque alguns acreditam que o dom que ele exerce dentro da comunidade é melhor que o do outro.Então, a gente já entendeu que a igreja de Corinto, apesar de ser uma igreja rica, uma igreja forte, Paulo reconhece que Deus tem feito grandes coisas naquela igreja. Paulo, ele dá graças a Deus pelo bem que o Senhor tem realizado. É uma igreja forte, é uma igreja crescente, é uma igreja extremamente rica.As pessoas ali são pessoas abastadas, mas eles têm um sério problema, porque eles se dividem. Se dividem por preferências de liderança, se dividem na hora de participar da ceia. Eles também têm um caráter onde não resolvem os seus problemas.Eles preferem acobertar o pecado que acontece na comunidade. Eles preferem levar os seus irmãos para a justiça, ao invés de resolverem as suas pendências. Então, a igreja de Corinto, apesar de tudo, ela é uma igreja extremamente problemática.E aqui, no capítulo 12, Paulo vai tratar do problema onde alguns, por causa do dom que têm, sentem-se melhor do que os que não têm aquele mesmo dom desenvolvido. Então, a gente viu na semana passada, só aqui um resumo. Paulo começa chamando a atenção aos coríntios de quem eles eram.Vocês eram pagãos, vocês estavam longe da graça do Senhor. Vocês se deixavam conduzir pelos ídolos que vocês serviam. Mas agora, essa é uma nova realidade.Vocês são usados pelo Espírito de Deus, vocês são conduzidos pelo Espírito do Senhor. É a Deus que vocês servem. Vocês não são mais escravos do pecado e nem dos ídolos que vocês adoravam.Há uma nova vida, há um novo entendimento, há um novo critério sobre vocês e que é Jesus Cristo. Agora é a Cristo que vocês servem. Na sequência, Paulo vai chamar a atenção que os dons são muitos dentro da igreja.Há uma variedade de serviços, de ministérios. A graça de Deus é abundante e todos, indistintamente, que fazem parte da igreja, que são salvos pela graça, têm dons e ministérios para exercerem na igreja. Apesar de haverem muitos dons, há uma diversidade de talentos e habilidades.O que dá esses dons e os mantém é o Espírito do Senhor. Então, o dom é muito, os dons são muitos, mas é o mesmo Espírito quem dá. Então, não tem porquê haver divisão, não tem porquê haver guerra, já que, apesar de cada um saber fazer uma coisa diferente, é o mesmo Espírito quem dá.Então, a gente não precisa se digladiar acreditando que o que a gente faz é mais e melhor do que o do outro. O Espírito Santo confere a cada um os seus dons e os seus talentos. Veja que lá no versículo 11, Paulo chancela essa verdade dizendo assim, mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as como lhe apraz a cada um individualmente.Então, o mesmo Espírito que confere dons a pastores, é o que confere dons a quem dá aula, é o que confere dons a quem exerce serviço de liderança, de autoridade, de serviço, de diaconia, de limpar a igreja e de fazer quaisquer outras coisas que são necessárias para o bom andamento do corpo de Cristo. Quem dá esses dons é o Espírito Santo. Eu não posso chegar para o Espírito Santo e ficar exigindo que ele me dê aquilo que eu quero.O texto diz que ele dá como bem lhe apraz. Ele é livre para dar o dom que ele bem entender para as pessoas. E eu tenho que me apegar a isso e fazer bem aquilo que Deus me deu para fazer.Eu não posso fazer de qualquer jeito, relaxadamente, porque eu queria fazer outra coisa. Pelo contrário, é para a glória de Deus e edificação da igreja que a gente trabalha. Então, aquilo que Deus deu para você fazer, abrace a causa e faça bem.Porque você não faz para homens, você faz para Deus. Você está tributando a Deus glória e gratidão. Então, Senhor, obrigado, porque eu sirvo ao seu reino.Seja a maneira como Deus colocou você para servir, é um grande privilégio servir a esse reino glorioso. É uma bênção fazer a obra de Deus. Então, Paulo, ele vai ensinar.Olha, é o Espírito Santo quem dá dons. Por isso, somente já é uma graça abundante ser escolhido por Deus para fazer parte do seu corpo. E para poder trabalhar pela sua igreja aqui na terra.Então, a gente se apropria do que Deus deu e faz bem. A gente não olha para os lados, a gente não se preocupa com o dom do outro, mas a gente faz bem aquilo que Deus nos deu, agradecendo e honrando a Jesus pelo bem que ele tem dado a nós. Isso foi, basicamente, o que a gente viu na semana passada.Para poder, então, dar mais força ao seu argumento, nós vamos para o versículo de número 12 em diante, quando Paulo vai fazer a analogia do corpo para poder ensinar a igreja como cada pessoa é necessária e importante dentro do reino e do serviço de Jesus. Ele usa essa metáfora para poder deixar em tons mais vívidos aquilo que ele vem ensinando. Então, ele começa assim.Porque assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo. Então, ele olha para o corpo humano e ele vê que nós somos um único corpo, mas o nosso corpo é constituído de muitos membros. A gente sabe que existem em nossos corpos os membros visíveis e os membros invisíveis.Os membros visíveis são esses que estão aí diante de nós. Os nossos braços, as nossas mãos, os nossos olhos, a boca, a cabeça. E isso é o que a gente vê.Mas não é só isso que constitui-se o corpo humano. Tem os nossos órgãos internos, que se de repente um deles resolve parar, a gente tem problema. Estou errado? Se o nosso intestino resolve parar de funcionar, a gente começa a ter problemas.Se o nosso rim resolve começar a falhar, nós temos problemas. Se o nosso coração resolve parar de bater, a gente tem sérias consequências e muitos problemas. Então, veja que Paulo, ele olha para o corpo, ele é um.Quando você olha para mim, você está vendo uma única pessoa. Quando eu olho para vocês, eu vejo uma única pessoa. Eu não vejo membros desconectados.Eu não vejo braços aqui, mãos ali, cabeças. Não, eu vejo uma pessoa integral, mas ela é constituída de muitos membros. É essa a ideia que Paulo está trazendo, uma anatomia muito clara do corpo humano.E ele continua. Pois em um só espírito, todos nós fomos batizados em um corpo. Quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer líberos.E Paulo vai mostrar como que o evangelho de Jesus, ele acaba com essa divisão de classes. O evangelho, ele une pessoas. O evangelho nunca vem para poder separar pessoas.É o evangelho quem une gente diferente em um só espírito. Seja homem, seja mulher, seja livre, seja escravo, seja gentil, seja judeu. O evangelho é o único que consegue fazer isso.É somente na igreja, é somente no poder de Cristo, é somente na força do Espírito Santo que a gente vive juntos, apesar das nossas muitas diferenças. É o evangelho quem tem essa capacidade de tornar-nos somente um. Porque Paulo vai dizer, nós somos batizados em um único espírito.É o único espírito quem une a igreja. Nós não fomos chamados para vivermos separados, divididos e em briga. Não deve a igreja jamais acolher picuinhas, divisões, por causa de qualquer coisa que seja.Não faz sentido, porque o evangelho, ele não foi dado a nós para trazer divisão, mas foi para trazer acolhimento. É aqui na igreja, onde pessoas diferentes se sentem acolhidas umas pelas outras. Não importa se é rico, se é pobre, se é branco, se é preto, se é japonês, se é italiano, se é russo, se é brasileiro, se trabalha no alto escalão da sociedade ou se trabalha no serviço mais inferior que você consiga imaginar, não importa.Aqui é o lugar onde todo mundo senta do lado do outro e adora o único Deus. É isso que Paulo está ensinando para essa comunidade. Na mente de Paulo, uma igreja dividida precisa aprender aquilo que é unidade.Então, irmãos, vejam, a gente não pode ser um povo dividido. Porque um mesmo Espírito batizou a todos nós. Fomos acolhidos e recebidos pelo Espírito do Senhor.E a todos nós, final do verso 13, foi dado beber de um só Espírito. Veja que Paulo sempre faz questão de colocar um só. Um só, mostrando unidade na diversidade.Versículo 14. Agora ele começa, de fato, a pensar sobre a metáfora do corpo. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos.Se disser o pé, porque não sou mão, não sou do corpo, nem por isso deixará de ser do corpo. Se o ouvido disser, porque não sou olho, não sou do corpo, nem por isso deixa de o ser. Se todo o corpo fosse o olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde o olfato? Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprove.Se todos, porém, fossem um só membro, onde estaria o corpo? O certo é que há muitos membros, mas um só corpo. A primeira coisa que Paulo vai ensinar aqui é que a gente tem que tomar cuidado com o nosso sentimento de inferioridade. Às vezes a gente olha para o talento, para o dom que o outro exerce, e a gente sente que o nosso é pequeno comparado ao dele.A gente olha para aquilo que outras pessoas fazem na igreja e a gente nutre um certo tipo de inferioridade. Eu queria tanto fazer o que aquela pessoa faz, eu gostaria tanto de ter o dom que aquela pessoa tem, porque eu acho que o dela é melhor que o meu. E Paulo vai chamar a atenção para que a gente se atente que cada parte do corpo tem a sua importância.Não adianta, e aqui ele usando a analogia do corpo, o olho falar, eu sou tão desnecessário, quem dera eu fosse ouvido? De repente, o pé dizer, para que eu sirvo mesmo? A mão não, a mão ela faz mais coisas do que eu. Mas experimenta perder um membro do seu corpo se não vai fazer falta. Experimenta ficar sem ouvir.Às vezes a gente
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#01.04-EBD IPBSA - 22_06_2025
1 Coríntios 12, nós vamos abordar esse capítulo, e se Deus permitir, o capítulo de número 13. Na verdade, o capítulo 12, 13 e 14 de 1 Coríntios, ele fala sobre o mesmo assunto. Paulo vai falar sobre os dons e sobre os ministérios dentro da igreja.Ele usa três capítulos para poder falar sobre esse assunto. São capítulos bastante conjugados, eles são interligados, e nós vamos caminhar por eles de maneira bastante tranquila, para nós podermos entender o que o apóstolo Paulo deseja nos ensinar a respeito do trabalho, dos ministérios, dos dons e talentos que Deus confere à sua igreja. Vamos lembrar que desde que nós começamos a estudar Coríntios, a gente percebe que é uma igreja marcada por brigas, por divisões, por facções.A igreja se dividia por preferências de quem estava no púlpito, a igreja se dividia por questões morais e éticas, a igreja se dividia por questões sociais, e a gente viu na semana passada que a igreja até se dividia na hora da ceia, porque aqueles que tinham mais condições, os que eram os mais ricos e abastados da comunidade, levavam ali o seu prato, a sua bebida, para poder ter as festas de fraternidade, mas eles não esperavam os outros, eles já chegavam comendo, bebendo, e quando chegava a hora da ceia, eles já estavam embriagados, já estavam empanturrados, enquanto muitos iam embora com fome, porque eles não aguentavam esperar, havia neles aquele sentimento de isso é para mim, isso é eu em primeiro lugar. Então a gente percebe que a igreja de Corinto era uma igreja extremamente cheia de falhas, de problemas, e Paulo fica sabendo sobre todas essas questões, ele é informado, Paulo plantava igrejas, mas ele não ficava ali na comunidade, ele colocava presbíteros, colocava anciãos, elegia homens para poder dar continuidade ao trabalho, e ele continuava o seu ministério itinerante de ir e pregar o evangelho e plantar igrejas em todo o mundo. Então ele ficava sabendo, ele recebia essas informações de irmãos, e ele foi informado, olha, a igreja de Corinto está passando por sérias dificuldades e precisa de muita atenção, precisa de algumas instruções para que eles possam voltar para o caminho, para que eles não possam descambar e começar a ter uma vida que não tem nada a ver com o evangelho de Jesus.Então por isso que Paulo vem tratando de vários aspectos problemáticos, tentando de alguma forma corrigir a igreja. E esses capítulos são escritos porque Paulo vai escrever contra o orgulho espiritual e o uso desordenado dos dons que estavam acontecendo dentro da igreja. Ele vai mostrar para nós, à medida que nós caminharmos pelos textos, ele vai ensinar para nós que os dons eles vêm de Deus.Eles são uma graça generosa de Deus para os crentes, para o seu povo, com o propósito de glorificá-lo e de edificar a igreja. Então nós não recebemos nenhum dom e talento para nós mesmos. Os dons que Deus nos conferiu, seja ele qual for, não é para nosso autoengrandecimento, a nossa autoexaltação.O que Deus deu para nós, para usarmos, é para a glória dele, para que a igreja cresça através dos nossos dons e talentos, através dos nossos ministérios. E a igreja é esse corpo coeso, onde cada qual faz parte e usa o que Deus deu de maneira necessária. E o que vai balizar o uso dos dons e dos talentos e dos ministérios na igreja? O amor, que é aquilo que Paulo escreve em 1 Coríntios, capítulo de número 13.Dito isso, fique com a sua Bíblia aberta em 1 Coríntios, que nós vamos passeando pelos textos e vamos procurando dar entendimento ao que Paulo está tratando. Ele começa o capítulo 12 dizendo assim, a respeito dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes. Então, para que a igreja não seja ignorante, quanto ao uso dos dons e talentos, Paulo vai escrever, para que eles não sejam tolos, para que eles sejam instruídos naquilo que é a vontade de Deus a respeito de dons espirituais.Sabeis que outrora, quando ereis gentios, deixáveis conduzir-vos aos ídolos mudos, segundo ereis guiados. Por isso vos faço compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus afirma anatema a Jesus. Por outro lado, ninguém pode dizer Senhor Jesus se não pelo Espírito Santo.Paulo, ele vai lá no passado dos coríntios, lá na vida pregressa que eles tinham. E Paulo vai lembrá-los de onde eles foram resgatados e tirados. Paulo vai lembrá-los que quando eles ainda viviam na vida longe do encontro com Jesus Cristo, eles eram pagãos.Eles não serviam a Deus. Na verdade, eles nem conheciam o Deus que Israel cultuava. Eles adoravam os ídolos que eram feitos pelas mãos de homens.Eles idolatravam, eles cultuavam os ídolos que estavam sendo forjados e colocados dentro dos seus templos. Para eles, a religião verdadeira consistia nisso, em prestar culto a essas divindades que foram ali tratadas e colocadas. Então, Paulo vai dizer, lembrem-se de que vocês foram tirados desse lugar de idolatria.Vocês foram retirados desse lugar de um culto que não é o único e verdadeiro Deus. Vocês foram tirados desse lugar onde era regido por essas forças que não são divinas, mas são forças demoníacas e que levam vocês a entrarem num certo tipo de transe. Era muito comum haver ali nos cultos pagãos, essas divindades se apossando dessas pessoas, desses adoradores.E eles, então, entravam ali num certo tipo de êxtase, em coisas do tipo sobrenatural. Realmente, como Paulo disse lá no capítulo 10 que nós estudamos, as divindades que eles cultuavam, por trás delas, por trás de todo ídolo, por trás de toda imagem, por trás de tudo aquilo que nós conhecemos e sabemos, há demônios que estão querendo tirar o culto verdadeiro ao Senhor. Quando o culto, quando a obra, quando na nossa vida não é para Deus, quando Deus não é o único e suficiente Senhor, quando no meio do caminho para o acesso a Jesus existe uma outra enormidade de gente tida como santos, tida como ídolos, quando isso acontece no nosso caminho até Jesus Cristo, nós vemos a ação de demônios.Porque o que o demônio quer fazer? Tirar o culto único e verdadeiro ao Senhor. O demônio não quer que você sirva ao Senhor única e genuinamente. Os demônios, eles não querem que você tenha uma vida consagrada a Jesus.Eles não querem que você tenha uma compreensão da palavra de Deus. Eles não querem que você entenda que Jesus é o único e verdadeiro Senhor, que Ele é tudo o que nós precisamos, que Ele é o único mediador entre Deus e os homens. Os demônios, Satanás, a sua obra maligna quer tirar esse prazer que nós temos que foi dado pela cruz, o caminho livre e acesso ao Senhor.E Paulo, ele olha para aquele culto que era vivido pelos coríntios na sua vida antes do Evangelho, antes da salvação e do encontro com Jesus. Paulo lembra-os que eles eram conduzidos. Veja o que Paulo vai dizer aí.Vocês se deixavam conduzir. A ideia é de uma condução passiva. Não é aquela condução onde você resiste.Não é aquela condução onde você fica o pé no chão e fala, não, não vou te sair daqui. Não, eles viviam conduzidos passivamente. Era como se os ídolos pegassem eles pelo braço e levavam eles para onde ele queria.Eles não revidavam. Eles não diziam não. Mas eles simplesmente eram conduzidos por esses ídolos.E Paulo diz, lembram-se disso? De quando vocês eram conduzidos por essa falsa doutrina? Vocês eram conduzidos por essa teologia mentirosa? Vocês eram conduzidos por esses ídolos guiados por demônios? Era assim que vocês foram encontrados. E aí ele vai dizer algo importante no versículo 3. Já que estes irmãos, porque eles tinham essa adoração distorcida, porque eles tinham essa interpretação equivocada, porque eles eram guiados por estes espíritos que os levavam a ter certos tipos de êxtase, de forças sobrenaturais. Paulo vai afirmar no versículo 3. Eu vou trazer a vocês uma compreensão.Ninguém que fala pelo espírito, ninguém que é ousado pelo espírito de Deus, ninguém que é ousado no poder de Deus pode dizer maldito seja Jesus. Por que Paulo faz questão de trazer isso, irmãos? Porque muitos daqueles irmãos, talvez relembrando, talvez ainda não completamente libertos, ainda não prontos, entravam nesse sentido espiritual errado, e muitos usados por esses ídolos demônios, diziam maldito seja Jesus. E aí Paulo vai dizer, se você realmente é um crente salvo, cheio do poder do Espírito Santo, da boca de um crente nunca pode sair uma expressão dessa.Você que é crente salvo pela graça do Senhor Jesus, liberto pelo poder do Espírito Santo, nunca na sua vida, seja lá qual for a circunstância, o problema que bate na sua porta, o mal que se apresenta diante de você, você nunca vai amaldiçoar Jesus. Você pode estar diante de uma catástrofe, você pode ter perdido todos os seus bens, você pode ter até mesmo perdido pessoas da sua família, você pode estar passando por um mar de problemas, que você sente que a sua fé se esmurece, mas nunca um crente verdadeiro vai dizer, maldito seja Jesus por causa disso que está acontecendo comigo. Porque o Espírito Santo que habita no crente de verdade, não permite que ele amaldiçoe a Jesus.Aí a gente lembra de Jó, o que que a Bíblia vai dizer de Jó? Num dia Jó perdeu família, perdeu casa, perdeu bens, perdeu reputação, perdeu moral, Jó perdeu tudo, e o que que a Bíblia vai dizer? Jó não amaldiçoou a Deus, ele não abriu a boca para poder amaldiçoar a Deus, mesmo quando tudo ao redor dele era motivo para ele reclamar e murmurar. Irmãos, você já percebeu, que as vezes a gente só bate o dedão na quina do negócio, a gente já amaldiçoa metade do mundo? A gente tem um probleminha desse tamanzinho, não estou dizendo problemão, um probleminha, a gente já afasta da igreja, a gente já para de falar com as pessoas, a gente já ignora os dons e ministérios, a gente já abandona tudo e todos, a gente já abre a boca para reclamar e murmurar, a gente já vive o dia e a semana amargurado, mas Paulo vai lembrar aqueles irmãos, vocês que foram salvos pela graça de Jesus e que tem o Espírito de Deus, quem tem ele, n
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#01.03-EBD IPBSA - 15_06_2025
Irmãos, nós estamos expondo a carta de Paulo aos Coríntios, e na semana passada nós adentramos o capítulo de número 11, e Paulo vai falar sobre uma questão que era de usos e costumes, e ele vai se valer daquilo que era natural para aquele tempo, que era o uso do véu no culto. A gente entendeu, pelo estudo da palavra, pelo estudo do contexto em que o texto foi escrito, que o véu simbolizava uma pureza, simbolizava uma mulher recatada do lar, simbolizava uma mulher que tinha princípios e valores, e que tirar o véu era sinal de algum tipo de impureza, de uma mulher que era sem pudores. E Paulo vai se valer do contexto do seu tempo para poder exortar essas mulheres.Permaneçam usando o véu. A gente não pode pegar um texto dentro do seu contexto e trazê-lo para os nossos dias que não faz mais sentido. Aquilo serviu para o momento em que Paulo estava fundando aquela igreja, aquilo era um rito, aquilo era uma prática muito comum dentro daquela realidade, dentro daquele tempo e daqueles termos.Então a gente precisa aprender a ler a Bíblia dentro da sua própria realidade. Vamos nos atentar que a Bíblia não foi diretamente escrita para nós. Quando os autores bíblicos escreveram, eles escreveram para as pessoas que estavam ali dentro do seu tempo.Paulo não pensava no século XXI, ano 2025. Paulo pensava na sua época. E a gente que tem que ter agora esse esmero, esse esforço, essa compreensão, esse estudo para poder extrair o princípio do texto para podermos aplicar a nossa realidade.Então nós vimos como Paulo vai tratar o uso do véu e ele vai falar sobre o princípio que Deus deixou da criação. Onde Deus é o cabeça, Cristo é o cabeça da igreja, o homem é o cabeça da mulher. Então o papel do homem e a submissão da mulher debaixo da responsabilidade desse homem.Hoje nós vamos entrar nos versículos 17 a 22 do capítulo 11 de 1 Coríntios e Paulo vai falar de um outro problema que estava acontecendo na igreja, que era o problema de, de alguma forma, divisão social. Um problema em que eles estavam profanando a ceia do Senhor, estavam fazendo mau uso daquela instituição sagrada que Deus havia deixado. Então eu peço que você fique com a sua Bíblia aberta e à medida que nós caminharmos pelo texto nós vamos lendo ele com calma, com tranquilidade e procurando extrair as verdades aqui do Evangelho para o nosso coração.Paulo começa no versículo 17 dizendo assim, Nisto, porém, que vos prescrevo, não vos louvo. É interessante que há uma diferença, porque lá no versículo 2 do mesmo capítulo, quando Paulo vai falar dos usos e costumes do véu, ele vai falar, de fato, eu vos louvo. Paulo reconhece que a igreja tem ali permanecido naquilo que ele chama das tradições como eu vos entreguei.Paulo ele fala bem da igreja de Corinto porque a igreja ouviu a mensagem do Evangelho que ele pregou, a igreja atentou-se à verdade que estava sendo comunicada e estava guardando e estava vivendo a partir daquela verdade do Evangelho. Lá no capítulo 15 de 1 Coríntios, Paulo vai mostrar que verdade é essa que ele tem pregado para a igreja de Corinto e que a igreja de Corinto tem, de fato, guardado. Dá um pulinho comigo, lá no capítulo 15 de 1 Coríntios mesmo.Olha o que Paulo vai dizer. Irmãos, eu venho lembrar vocês do Evangelho que eu vos anunciei, que vocês receberam e no qual ainda perseveram, por ele vocês são salvos, se vocês retiverem a palavra como eu entreguei e preguei, a menos que tenha escrita em vão. Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi, que Cristo morreu pelos nossos pecados segundo as escrituras, que foi sepultado, ressuscitou ao terceiro dia segundo as escrituras.Então Paulo no capítulo de número 11 está dizendo, irmãos, igreja, eu louvo vocês porque vocês estão guardando a verdade do Evangelho e no que consiste o Evangelho? Que Cristo morreu pelos nossos pecados, ressuscitou segundo as escrituras e se você continuar lendo o texto, ele vai falar de Cristo que apareceu ressurreto a muitas pessoas até que ele foi então assunto ao céu. Então no que consiste o ensino de Paulo que lá no capítulo 11 versículo 2, ele vai dizer, irmãos, eu vos louvo porque vocês têm guardado a tradição daquilo que eu preguei, o Evangelho exposto no capítulo 15, mas agora no versículo 17 do capítulo 11, Paulo vai dizer, irmãos, sobre o que eu vou falar agora, eu não louvo vocês, eu não tenho nenhum motivo de alegria naquilo que eu vou tratar com vocês agora, vocês estão acertando em muitas coisas, vocês estão indo muito bem, mas sobre o que eu vou falar agora, não tem motivo nenhum para que eu possa celebrar com vocês. Então agora pelo tom do que Paulo escreve, vem uma pedrada por aí, vem alguma coisa muito forte, um ensino muito vigoroso ao ponto dele dizer, sobre o que eu vou escrever, eu não vos louvo, e ele diz então, porquanto vos ajuntais não para melhor e sim para pior, então Paulo está falando sobre o ajuntamento que está acontecendo na igreja, havia uma comemoração, se assim posso dizer, havia uma festa que era semanalmente, onde os irmãos se reuniam naquilo que ficou conhecido como a festa de fraternidade, ou a festa ágapi, a festa do amor, era um tipo de junta panelas, os irmãos iam, levavam ali os seus alimentos para dividir, e eles então poderem comer juntos ao redor da mesa, e depois de alimentados eles celebravam a ceia do Senhor, então era uma festa maravilhosa, uma festa excelente para poder manter ali a unidade daquela comunidade recém-nascida, era um privilégio poder se juntar e dividir ali o que tinha para poder servir uns aos outros, e vamos lembrar que a igreja, apesar de ser uma igreja extremamente abastada, uma igreja rica, como era a igreja de Corinto, havia também muitos irmãos empobrecidos, enquanto uns levavam aqueles pratos deliciosos e maravilhosos, porque tinham condições, haviam outros que não conseguiam levar quase nada, porque não tinham tantas condições, e esse era um momento, uma oportunidade para que aqueles que tinham mais condições, pudessem de alguma forma, abençoar aqueles que tinham poucas condições, era aquele sentimento de generosidade, você não trouxe muita coisa, mas não tem problema, porque eu sei que você não tem tantas condições como eu tenho, como é que, pode comer do prato que eu trouxe, eu trouxe com fartura, eu trouxe em abundância para vocês, esse era o esperado que acontecesse nessas festas de fraternidade, e não é somente Paulo que fala sobre isso, alguém pode ler para mim Judas, versículo 12, Judas 12, a gente já estudou aqui na igreja, o livro de Judas, Judas ele faz uma severa crítica contra os falsos pastores que estavam adentrando as comunidades, interessante que quando você começa a ler Judas, ele diz assim, irmãos eu estava disposto a escrevê-los sobre a nossa comum salvação, quando de repente eu senti que era necessidade de falar contra os falsos profetas, porque eles estão adentrando a nossa comunidade, e todas essas expressões que Judas usa, são para poder falar contra, todas elas têm um simbolismo por trás disso, mas vocês repararam que nesse versículo Judas fala o que? Sobre as festas de fraternidade, era a festa que acontecia na igreja, e ele vai falar contra aqueles que iam simplesmente para banquetear a si mesmo, eles não estavam ali por generosidade, por disposição, por serviço, eles não estavam ali para poder comungar e dividir com generosidade aquilo que tinha, Pedro também vai falar sobre essa festa lá em 2 Pedro, não precisa abrir, 2 Pedro 2.13, tudo isso é para que a gente possa entender que essa festa existia, mas ela deixou de existir porque virou bagunça, a festa perdeu o propósito, aquela comunhão que era tão boa, ela perdeu o sentido, porque eles estavam tratando aquilo de maneira muito leviana, então ela se extinguiu, naquela própria era cristã, a coisa já deixou de acontecer, e é esse o motivo pelo qual Paulo diz, eu não vos louvo, porque vocês não estão se reunindo para coisa boa, porque vocês não estão comemorando bem essa festa da fraternidade, versículo 18, porque antes de tudo, estou informado a haver divisões entre vós, quando vos reunis na igreja, e em parte o creio, Paulo ele tem notícias de que há uma divisão, a gente já viu isso lá no começo do nosso estudo de 1 Coríntios, que havia uma divisão partidária, quando eles diziam, olha eu sou de Paulo, eu sou de Cristo, eu sou de Apolo, eu sou de Pedro, ali já havia uma divisão por interesses, já havia na igreja uma divisão por personalidades, cada um gostava de ir no culto quando determinado pastor ia pregar, eles gostavam de determinada figura, e eles então diziam, olha eu prefiro mais a exposição de Apolo, porque Apolo vem lá da terra da sabedoria, ele vem lá de Alexandria, ele vem lá de onde os estudos são mais aprofundados, eu prefiro ouvir Apolo porque ele é mais inteligente, aí outro dizia, não, eu prefiro ouvir Pedro, Pedro apesar dele ser mais turrão, apesar dele ser ali um homem da pesca, ele foi discípulo de Jesus, ele aprendeu tanta coisa, olha que delícia ouvirmos, e outros diziam, não, eu prefiro Paulo, Paulo é mais ali firme, enérgico, Paulo foi o último dos apóstolos chamados, eu gosto de ouvir Paulo, ah não, aí o outro que parecia piedade dizia assim, ah não, eu prefiro Jesus Cristo mesmo, eu fico com Cristo, então já havia ali uma clara divisão dentro da comunidade, mas não era a única divisão, a divisão a que Paulo vai se referir agora é uma divisão social, e veja que Paulo ele diz assim, olha eu fiquei sabendo que tem divisões acontecendo na igreja, eu não duvido não, em parte eu creio mesmo, porque eu já sei que vocês são uma igreja que gostam de se dividir pelos seus interesses, Paulo não fica abrandando a situação, ele fala eu acredito mesmo, acredito, eu creio que exista uma divisão, ele continua, versículo 19, porque até mesmo importa que haja partidos entre vós, né, aquilo que eu disse, os partidos cada um preferia algo ou alguém, para que também os aprovados se tornem conhecidos em vosso meio, quando pois vos reunis no mesmo lugar, não é a ce
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#01.02-EBD IPBSA - 08_06_2025
1 Coríntios 11, de 2 a 16, e eu peço que você fique com a sua Bíblia aberta, porque à medida que nós caminharmos pelo texto, nós vamos lendo e vamos entendendo o que Paulo deseja ensinar para a Igreja. Esse capítulo e esses versículos, ele vai falar sobre usos e costumes, vai falar sobre as formas que muitas igrejas têm de colocar em questão as suas atitudes culturais, e a gente vai ver como Paulo vai tratar sobre essas coisas. A gente precisa ficar atento para que a gente não caia em dois extremos.Um é o legalismo. O que é legalismo? É quando a gente impõe de maneira muito rígida uma ordenança. Então Paulo vai falar contra o legalismo e ele vai falar também contra o liberalismo, que é quando nós então nos tornamos libertinos de todos e quaisquer princípios bíblicos.Então a gente precisa, antes de ler o texto, antes de nos aprofundarmos nele, tomar cuidado com o legalismo. O que significa? Quando as tradições dos homens, elas se tornam mais importantes que o Evangelho. As tradições de igrejas, as tradições impostas ficam em mais evidência do que o poder do Evangelho de Jesus.A gente vai perceber na leitura do texto que uma das imposições aqui era o uso do véu no culto. E até hoje, por exemplo, a gente vê que há igrejas que exigem que as mulheres usem o véu durante os seus atos cúlticos, mas que era algo que via para o contexto de Paulo, a gente vai ver por que Paulo vai falar sobre o uso do véu na igreja, mas que hoje não faz mais nenhum sentido para nós. Serviu para o seu contexto, serviu para o seu tempo, mas que hoje não faz mais nenhum sentido nós dizermos que as mulheres devem vir para a igreja trajando o véu por causa de qualquer alguma questão.Isso se torna hoje, então, alguma coisa de costume cultural e não alguma proibição que o Evangelho está fazendo. A gente precisa se atentar a isso, porque às vezes a gente pega um costume, a gente pega um artigo cultural e torna ele o Evangelho. Aí nós estamos incorrendo em perigo, porque o Evangelho não fala sobre essas imposições feitas pelos homens.A gente vê, por exemplo, eu que vim de igreja de Cunho Pentecostal, a gente tinha algumas proibições do tipo, não pode usar calça, não pode usar maquiagem, não pode usar colares, brincos e artefatos, algum tipo de joia, não podia cortar cabelo e tantas outras regras que a gente vê que ainda acontecem em muitas igrejas. Não pode cortar cabelo, não pode pintar cabelo, a gente ainda vê esse tipo de imposição acontecendo e imposições do tipo, se você fizer contrário ao que está sendo ordenado pela igreja, você pode ser disciplinado ou você está cometendo um pecado e aí usam-se textos isolados para poder defender uma doutrina que não faz mais sentido nos dias de hoje, que não faz mais nenhum sentido hoje, porque serviu para o seu tempo, mas hoje isso já não serve, então nós precisamos ser um povo que caminha de acordo com a cultura, a gente não deixa a cultura moldar quem nós somos, nós não somos influenciados pela cultura, mas nós também não podemos viver nesse mundo à parte da cultura, não podemos dizer que a cultura é do maligno, que a moda, que os jeitos, que as formas, elas são coisas do maligno, não podemos ser esses extremistas, mas nós precisamos olhar para a cultura e ver aquilo que pode render graças a Jesus e o que não pode render graças a Jesus. A gente sabe, por exemplo, que a Bíblia não proíbe calças, que a Bíblia não proíbe homem usar camisa regata, usar short, que a Bíblia não proíbe cortar cabelo ou pintar cabelo ou usar algum tipo de joia, a gente sabe que a Bíblia não dá essas proibições, mas o legalismo é, você tem que seguir a regra da igreja, porque se você não seguir a regra da igreja, você não pode pertencer a essa comunidade, e a isso então nós chamamos de legalismo, legalismo, quando eu imponho para a igreja um costume que não é bíblico, que não está ordenado na palavra, mas eu quero que as pessoas sigam esse meu rito, esse jeito que nós concebemos de ser igreja, então isso é legalismo, quando as tradições humanas ficam acima do evangelho, mas em contrapartida nós temos o liberalismo, o liberalismo é quando a cultura apaga os princípios bíblicos, então já que nós podemos ter o nosso jeito segundo a cultura, alguns vão pegar a sua cultura e vão torná-la acima do evangelho, por exemplo, nós sabemos que a Bíblia não permite a ordenação de mulheres ao pastorado, é claro isso na Bíblia, em nenhum momento você vai encontrar ordenação feminina ao ministério sagrado, você não vai encontrar pastoras na Bíblia, você não vai encontrar presbíteras na Bíblia, é uma firme posição da palavra, que aqui eu não vou expor porque não é o propósito do nosso estudo dessa manhã, mas a Bíblia ela é clara contra a ordenação feminina, mas por que que a gente vê então igrejas ordenando mulheres ao ministério pastoral? Porque a cultura de hoje diz o que? O feminismo, a mulher tem que ter o seu lugar, a mulher tem o seu posicionamento, a mulher tem o seu papel como do homem, então todas essas influências culturais, elas acabam adentrando a igreja e para que não se percam membros, para que não se percam pessoas, para que se amoldem ao tipo do nosso tempo, abrem-se as portas e fazem aquilo que a Bíblia condena, por causa da cultura, então esse é um problema que nós temos, quando a cultura influencia demais o que a igreja tem que fazer, o que a igreja deve fazer, então a gente percebe que a gente tem que caminhar com muito cuidado, para não sermos extremos, se você não fizer desse jeito você não pode participar da igreja, ou vamos abrir as portas para todo tipo de situação porque nós precisamos falar com a nossa geração, faz sentido isso para vocês irmãos? Consegue entender? E se você consegue entender isso, você consegue entender o que Paulo está tratando aqui no capítulo de número 11, se você consegue compreender que a gente não pode falar aquilo que a Bíblia não fala, e que a gente não pode moldar o jeito da igreja segundo o padrão do mundo, você entende 1 Coríntios 11, e a gente vive hoje esses dois grandes blocos de gladiando dentro das comunidades cristãs, temos aquelas igrejas que são extremamente rígidas, aquelas igrejas que fazem reais proibições, você não pode porque senão você não é digno de fazer parte da nossa igreja, nós vemos, e é tão característico que quando você vê alguém com esse perfil você já sabe que essa pessoa pertence a tal igreja, quando você vê uma mulher na rua com cabelo comprido, usando saia e roupas que escondem bem o corpo, a gente já sabe de que igreja ela pertence, não precisa falar muita coisa, não é? A gente olha e a gente fala, poxa, essa pessoa é de tal igreja, certeza, é inegável que essa pessoa pertence a essa comunidade, assim como a gente olha pessoas de outras matizes religiosas, de outras doutrinações, de outras religiões, a gente já sabe também que religião ela pertence, se você vê uma mulher andando na rua com uma roupa toda branca e com um turbante branco na cabeça, você já sabe de que religião ela pertence, se você vê uma mulher usando burca, com o rosto escondido, você já sabe de que religião essa pessoa pertence, você já consegue identificar de qual é a sua religião ou de qual é a sua igreja, porque são imposições que por vezes são colocadas de maneira muito extrema, mas onde na bíblia fala sobre isso? E o cuidado que a gente tem que ter é para que a gente não siga doutrinas de homens, para que a gente não se apegue à doutrina que os homens estipularam, mas que a gente siga a doutrina da palavra, aquilo que a palavra ordena e é interessante porque muitos que vivem dentro de uma comunidade onde há muito legalismo, eles olham por exemplo para a nossa igreja presbiteriana onde nós não ficamos presos com essas culturas de homens e eles falam que a gente nem crente é, porque as nossas mulheres elas usam calça, elas usam shorts, os homens gostam de assistir futebol, gostam de usar short, camisa regata, a gente vai na praia, a gente corta o cabelo, a gente faz um monte de coisas, a gente raspa o braço, as mulheres depilam as pernas e fazem coisas que outras igrejas proíbem e aí eles dizem assim, vocês são libertinos, vocês não são igreja, vocês não seguem a palavra, vocês não seguem o rito cristão, vocês não fazem parte da comunidade evangélica, porque vocês não seguem o padrão que fora criado e estipulado por nós e então a gente acaba caindo nesse conceito de que quem são vocês dentro das comunidades, porque vocês não seguem da maneira como nós seguimos e concebemos, mas o que a gente precisa trazer aqui irmãos é, e que isso fique muito claro, nós não estamos julgando quem é adepto a esse tipo de cultura eclesiástica, nós não estamos aqui para criticar, se você não quer cortar cabelo, se você quer usar saia, se você quer ficar usando somente calça, se você não gosta de ter televisão em casa, se você não ouve música secular, está tudo bem, não tem problema nenhum, você pode continuar seguindo o rito da sua igreja, se isso te faz bem, se você se sente em paz, se isso conforta o seu coração, se ali você consegue adorar e servir a Deus em Espírito e em verdade, está tudo bem, só não impõe a outros aquilo que a Bíblia não diz, esse é o ponto que a gente tem que ser sensível, eu não posso impor a outros aquilo que a Bíblia não diz para fazer, eu não posso taxar os outros de mais espirituais ou menos espirituais, segundo aquilo que a Bíblia não afirma, mas segundo o costume da minha igreja, eu não posso, eu não posso julgar as pessoas por aquilo que elas acham que é certo fazer, mas a pergunta é, me prova na Bíblia onde isso está errado, essa tem que ser a pergunta e a gente tem que estar preparado para dar essas respostas, a gente tem que estar pronto para dar essas respostas, porque senão a gente se torna um cego sendo guiado por outro cego, a gente se torna um cego sendo guiado por outro cego. Então, o que que Paulo vai promover em 1 Coríntios 11? Equilíbrio, equilíbrio entre aquilo que é o extremo e aquilo que é o libertino e é interessante que Paulo
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#01.01-EBD IPBSA - 01_06_2025
Irmãos, na semana passada, nós começamos a ver o que Paulo vai ensinar a nós por meio da carta aos Coríntios, nos capítulos 8, 9 e 10. De alguma forma, esses três capítulos, eles trazem um único assunto, um único tema e Paulo esmera-se em tratar sobre esse tema para que não haja mais nenhuma divergência ou divisão na igreja e no corpo por causa da falta de entendimento, compreensão e interpretação da situação. Vamos lembrar que a igreja de Corinto era uma igreja oriunda de um contexto extremamente pagão e idólatra.Quando Paulo plantou a igreja de Corinto, eles viviam imersos nas suas muitas patrias. O que se via ali dentro daquele contexto era uma enormidade de deuses fabricados pelos homens, levantando as suas esculturas, as suas imagens e curvando-se diante dela em adoração. Então, quando Paulo chega nessa localidade, ele prega o Evangelho de Cristo Jesus e os irmãos e irmãs que vão se convertendo a Cristo, eles vêm sobrecarregados de tudo aquilo que para eles era o normal, de tudo aquilo que para eles era a religião natural.E aí cria-se, obviamente, um embate interno. Eu acreditava que era assim, mas agora não é mais. Como funciona? Qual deve ser a minha postura? Como eu reajo? Qual deve ser a minha conduta diante disso? E a preocupação da igreja de Corinto, a que Paulo escreve, é... Nós podemos comer carne sacrificada a ídolos? Por que esse tema se levanta? Porque nos templos, os adoradores, os pagãos, os idólatras, levavam ali os seus sacrifícios para serem entregues aos seus deuses.Diante das divindades, cada um levava ali o animal e sacrificava em favor daquela divindade. Obviamente, o animal era muito grande e não sacrificava ele todo, não ofertava ele todo ali no altar. Então, uma parte era para o sacrifício, uma outra parte... Parece que eu estou ouvindo um eco aqui.Eu estou falando e estou ouvindo eu aqui na caixa também. Uma outra parte era dada para os sacerdotes. Eles pegavam aquela porção que lhes era cabida para o alimento, para o sustento, para poder ter ali a sua vida.Uma outra parte, então, que sobrava era devolvida para o adorador. E aí ele fazia o que queria. Ele podia levar para casa, fazer um churrasco, fazer alguma coisa, estocar carne para um futuro.Ou ele poderia repassar essa carne para ser vendida no mundo. Ele fazia um dinheiro ainda com o que sobrava daquela oferta que fora dedicada à sua divindade. E a pergunta do capítulo 8 que Paulo vai responder é... Eu posso participar de uma festa que um amigo meu, que não é convertido, ainda é idólatra, ainda serve os seus deuses, mas ele me chama para participar de uma festa lá no templo onde consagrou-se esse animal.Eu posso participar dessa festa com ele ali no templo? Eu posso participar com ele daquele evento mesmo eu não crendo em nada do que eles falam? Eu não acredito, aquilo para mim não faz sentido. Eu posso participar dessa festa? Paulo vai responder isso no capítulo 8. Mas ele começa, nos primeiros versículos do capítulo 8, colocando a situação assim. Vocês que são sábios... Porque vamos nos atentar que Corinto vivia naquele contexto da Grécia, de Atenas, da sabedoria, dos filósofos, do conhecimento, das leituras e de tudo aquilo que aparecia como uma sabedoria, mas uma sabedoria extremamente mundana.E Corinto vivia aquilo. E Paulo vai atingi-los dizendo assim, vocês que são aqui sábios, cuidado. Porque vocês acham que vocês sabem tudo, mas o verdadeiro sábio é aquele que no fim das contas sabe que não sabe nada.E que ele precisa constantemente viver em aprendizado. O verdadeiro sábio não é aquele que ostenta a sua sabedoria como se não precisasse aprender mais nada, ele está completo. Não, o sábio de verdade é aquele que entende.Eu sei de muita coisa, eu sei de bastante conteúdo, eu sei sobre muitas informações, mas eu ainda não sei tudo. O sábio verdadeiro é esse, o que tem essa humildade em reconhecer que precisa constantemente aprender. E a verdadeira sabedoria então, vai estar lá no versículo 3, é conhecer a Deus.A verdadeira sabedoria, como nós vamos encontrar em provérbios, o princípio da sabedoria é temer a Deus. É aí que a sabedoria começa a fazer sentido. Temer a Deus, esse é o princípio da sabedoria.Então, Paulo começa a sua preleção, Paulo começa a tratar o coração dos coríntios, colocando eles no lugar deles. Cuidado, vocês estão aprendendo sabedoria demais. Mas essa não é uma sabedoria que vem de Deus, é uma sabedoria extremamente, meramente humana.Agora nós vamos falar sobre a sabedoria que vem de Deus. Sobre a sabedoria que Deus dá para nós. E aí, a partir disso, no versículo 4, Paulo vai começar, e isso irmãos, eu só estou fazendo um resumo breve, rápido, porque a gente já viu isso na semana passada, tá bom? Mas só para a gente poder tomar como ponto de partida a linha de raciocínio.No versículo 4 então, Paulo vai dizer assim, no que diz respeito a carne, comida sacrificada a ídolos, sabemos que o ídolo não é nada. Paulo não tem uma compreensão. O ídolo não significa nada.E dentro da igreja de Corinto, Paulo classifica os crentes em duas categorias. Aquilo que ele chama de crente fraco e aquilo que ele chama de crente forte. Isso não quer dizer que o forte é mais espiritual ou mais salvo que o crente fraco.Não é essa a ideia. A ideia é mostrar que o crente forte está livre de algumas dessas dietas, costumes e práticas. Ele entendeu a liberdade que há em Cristo Jesus.Ele não se prende mais a coisas que são mínimas. Já o crente fraco é aquele que ainda tem os seus escrúpulos. Ele ainda tem dificuldade para entender algumas coisas.Ele ainda pena um pouquinho para poder usufruir totalmente da liberdade que Cristo Senhor ofereceu na cruz. Então, os textos a que Paulo se refere aqui, é mais tratando os crentes fortes do que com os fracos. Porque já que os fortes entenderam, vocês cuidam dos fracos.Vocês não se insoberbescem do tipo, ah, você é crente de segunda categoria. Você não faz essas coisas. Você é o que? Cadê a liberdade? E aí ele acaba menosprezando os que ainda não compreenderam totalmente a liberdade.Outra partida é falar contra os fracos também. Porque os fracos olhavam para os crentes fortes e diziam assim, ah lá, ele não é convertido não, olha as coisas que ele faz. Se ele fosse realmente crente, ele não participava desse tipo de situação.Então, para poder acabar com essas rixas que poderiam acontecer dentro da comunidade, é que Paulo vai... Então, ele concorda com os crentes fortes quando dizem assim, mas Paulo, o ídolo não significa nada para nós. A gente não considera porque ele nem existe. É uma invenção humana, aquelas imagens, aquelas estátuas, aquelas esculturas que foram colocadas dentro daquele templo, elas não fazem nada.Elas são apenas alguma coisa que os homens fizeram. Elas não falam, elas não mexem, elas não andam, elas não socorrem, elas não suspiram, elas não fazem nada. Paulo, o que é aquilo? E Paulo concorda, realmente, o ídolo não é nada.E nós também concordamos com isso. O que significa uma imagem dentro de uma casa? Não significa nada. O que significa escultura colocada na parede, em cima de um balcão? Não significa nada.Aquilo é uma imagem feita pela gente humana. Aquilo é algo elaborado pelos homens, que as pessoas se curvam diante dela, mas que elas não servem exatamente para nada, elas não têm nenhum fim e nenhum propósito. Senão, dar a adoração única e exclusiva para Jesus Cristo.Esse é o trabalho dos ídolos. Tirar Cristo de cena para que o ídolo entre em ação. Fora isso, ele não vai fazer nada.Ele não serve, ele é imprestável. E Paulo concorda com os crentes fortes quando eles fazem essa afirmação, que está lá no versículo de número 4. E Paulo, no versículo 6, vai dizer, realmente, há um só Senhor, um só Deus, Pai de todas as coisas, nós existimos por causa Dele, que é o Senhor Jesus, todas as coisas são por Ele e para Ele. Mas Paulo vai concordar, então, no versículo de número 7, que apesar de os fortes saberem disso, os fracos ainda têm algumas questões que precisam ser tratadas.E olha Paulo, sendo pastoral no versículo 7, por efeito da familiaridade até agora com o ídolo, ainda comem dessas coisas sacrificadas com consciência, por ser fraca, vem a contaminar-se. Então, Paulo está dizendo, os fracos, eles comem dessas coisas com medo de contaminar-se. Eles ainda vão comer carne sacrificada com medo.E se isso me fizer mal? E se isso aborrecer Deus? E se isso for contrário a vontade de Deus? E se Deus me punir? Porque eu comi esse pedaço de carne que eu sei que foi sacrificada para ídolos. Versículo 8, ele vai dizer assim, que se você comer, não vai acontecer nada, e se você deixar de comer, você também não está perdendo nada, porque o problema não é comida, o problema não está no pedaço de carne, o problema não está na comida que está sendo oferecida ali, porque a comida, se você comer, ok, se você não comer também, está tudo ok, isso não vai afligir em nada a sua vida, mas a questão começa a partir do versículo 9. Cuidado para que você não seja tropeço para o fraco. E aí, a gente trouxe a questão do tipo, é problema, é pecado beber cerveja? Não é problema, não há na Bíblia nada dizendo que é pecado beber, a Bíblia aponta contra o fato de ficarmos bêbados, esse é o problema.Agora, se você que é um crente forte, não, eu sei que não tem problema, eu sei que não tem problema eu ir um dia na pizzaria com a minha família ou com meus amigos e tomar um vinho, não tem problema nenhum, não vou sair de lá escandalizando, não vou sair de lá bêbado, arrastado, ninguém vai precisar ligar para a minha família para me buscar porque eu não aguento dirigir, eu estou tranquilo com relação a isso, mas o problema acontece quando um irmãozinho que não entende ainda essa liberdade, vê você ali sentado tomando um vinho, uma cerveja ou qualquer coisa que seja, e aí ele olha e fala, isso aí está errado, isso aí não está certo, i
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Áudio das transmições da Igreja Presbiteriana do Brasil em Santo Anastácio, estado de São Paulo.
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Pastor Altieres Fernando Miola
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