PODCAST · society
Fundação (FFMS) e Renascença - Da Capa à Contracapa
by Fundação Francisco Manuel dos Santos
Um programa de debate em parceria com a rádio Renascença. Dois convidados abordam temas da actualidade ou relacionados com as publicações da Fundação.
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Para onde caminha a Autonomia nos Açores e na Madeira?
As Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores cumprem este ano 50 anos.Nas últimas cinco décadas, viveram-se crises políticas, financeiras e até constitucionais. Mas há questões que permanecem nas agendas políticas madeirenses e açorianas para além do que se discute em Lisboa nos Palácios de São Bento e de Belém.Faz sentido ainda a figura de um Representante da República nas Regiões Autónomas? Que questões autonómicas são prementes na próxima revisão da Constituição?Neste programa, juntam-se em debate Paulo Miguel Rodrigues, autor do novo ensaio «Regiões Autónomas» e Teresa Ruel, politóloga e especialista em questões autonómicas.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Renascença.
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428
Como melhorar o sistema energético em Portugal e na Europa?
Um ano após o apagão que afetou a Península Ibérica, causado por uma sucessão de falhas técnicas iniciadas em Espanha, o Da Capa à Contracapa retoma o debate sobre os desafios energéticos europeus – que são também portugueses.O novo estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, em parceria com a Brookings Institution, defende uma maior integração de sistemas que inclui a melhoria de interligações como a sempre difícil «travessia energética» dos Pirenéus, ligando a Península Ibérica a França.Como superar esses obstáculos? A integração energética implica maior federalização das políticas? O que é do interesse português e ibérico neste debate? Os convidados deste episódio são Andreia Melo Carreiro, diretora de Inovação da Cleanwatts e Nuno Ribeiro da Silva, ex- secretário de Estado da Energia e antigo diretor-geral da ENDESA em Portugal.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Rádio Renascença.
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427
25 de Abril: uma revolução com aviso prévio?
Em 1961, estalava a guerra colonial. Em 1986, Portugal aderia à então Comunidade Económica Europeia. Entre estas duas datas estão 25 anos, atravessados a meio pelo 25 de Abril de 1974, um acontecimento-chave da história recente de Portugal que o historiador José Miguel Sardica diz ter autores, mas não dever ter donos.No episódio desta semana, o debate parte do seu livro, «Em Torno de Abril: 25 anos que mudaram Portugal», e centra-se nos sinais que, no final do salazarismo e do marcelismo, encaminharam a história para o golpe militar seguido de revolução.Que figuras e factos podiam ter alterado o filme dos acontecimentos noutro sentido? Que papel teve a dinâmica militar, social e económica do final do Estado Novo no processo que levou à Revolução de Abril? Que lugar reservam os historiadores para o período revolucionário de 74 a 76? E o que pensam os académicos dos debates acalorados de hoje sobre os tempos quentes da transição para a democracia?Os convidados são José Miguel Sardica e o politólogo e historiador António Costa Pinto.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Rádio Renascença.
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426
Como recuperar e preparar territórios para eventos extremos?
Depois das tempestades na zona centro do país, há muitos verbos para conjugar com urgência: recuperar, apoiar, proteger ou prevenir.Neste episódio, ficamos a saber como podemos preparar territórios para eventos extremos e como prevenir incêndios florestais nas zonas atingidas pelas tempestades. Quão desprotegidas estão? E como é que se recupera ao mesmo tempo a economia local e o património natural?São questões às quais vão responder o engenheiro florestal Paulo Fernandes, também presidente da Estrutura de Missão de Reconstrução da Região Centro, e a arquiteta paisagista Teresa Andresen.Um tema a marcar a atualidade, depois da primeira Presidência Aberta de António José Seguro.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Rádio Renascença.
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425
Que Segurança Social queremos para o futuro?
A sustentabilidade do sistema de Segurança Social é um dos principais desafios intergeracionais em Portugal. Ausente dos debates do mais recente ciclo de eleições, o tema exige reflexão permanente face aos desequilíbrios demográficos e à necessidade de diversificação das fontes de financiamento.Quais são as decisões urgentes a tomar para prevenir impactos negativos futuros no sistema? A sustentabilidade financeira do sistema está garantida? Estamos cada vez mais dependentes das contribuições dos imigrantes? A despesa social tem de aumentar de forma significativa?Para debater estas e outras questões são convidados Amílcar Moreira, especialista em Políticas Sociais, e Gabriel Rodrigues Bastos, ex-secretário de Estado da Segurança Social.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Rádio Renascença
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424
Médio Oriente: lugar de conflitos eternos?
O ataque israelo-americano ao Irão deu lugar a um conflito regional que abrange os países do Golfo Pérsico e do Levante. Lugar cíclico de guerras e tensões, esta zona do mundo é palco de interesses económicos, nacionalismos, poderes étnicos e tribais e divisões religiosas.Como definir a relação do Irão com os outros países do Médio Oriente? Qual a responsabilidade dos poderes ocidentais no estado da região? Onde é que a religião se cruza com a geopolítica regional?Para responder a estas e outras questões, o «Da Capa à Contracapa» recebe Paulo Mendes Pinto, especialista em História das Religiões, e José Tomaz Castello Branco, Professor da Universidade Católica Portuguesa.O Da Capa à Contracapa é uma parceira da Fundação com a Rádio Renascença
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423
O que é ser pai hoje?
Durante vários meses, Frederico Batista conversou com dezenas de pais de várias origens geográficas para recolher impressões sobre o exercício da paternidade.Quem são os pais modernos? Partilham cada vez mais as tarefas parentais? A expressão «ser pai e mãe ao mesmo tempo» faz algum sentido?Neste episódio, o autor do livro «Pais Nossos, Conversas sobre paternidade» conversa com o psicólogo Ricardo Peixoto, também autor da FFMS com o livro «Avós e Netos».O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
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422
Peneda-Gerês: o nosso parque nacional está em risco?
Criado em 1971, o primeiro e único Parque Nacional do país surge quase um século depois do nascimento da Mata Nacional do Gerês. Tem uma área equivalente a sete vezes a área do concelho de Lisboa, mas a sua grandeza não parece ser suficiente para travar as ameaças que pairam sobre aquele território.No livro «Peneda-Gerês, Parque Nacional de Portugal», Miguel Brandão Pimenta avisa para o património natural em perigo, descuidado e desprotegido, a que se junta uma tendência de descaracterização das aldeias.É possível restaurar valores naturais perdidos? Qual o papel das autarquias e do Instituto de Conservação da Natureza? Há um problema de gestão e de regulação do uso do território? O autor do retrato publicado pela Fundação conversa com a bióloga Helena Freitas, professora catedrática de Biodiversidade e Ecologia na Universidade de Coimbra.O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
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421
Há matemática no humor?
O que há de comum entre o humor e a matemática? As sequências, padrões, e desvios fazem parte de ambos os discursos? Onde está a piada, por exemplo, do Teorema de Pitágoras?A economista Cláudia Custódio, autora do novo livro da Fundação «Riso, Humor e…Matemática», junta-se ao físico Carlos Fiolhais para uma conversa sobre o quanto nos fazem rir os números.O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
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420
Como viver e tratar as psicoses?
Portugal é o segundo país com maior prevalência de doenças psiquiátricas da Europa.Quando olhamos apenas para as perturbações mentais graves, os dados da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental apontam para 4% da população afetados por patologias como a esquizofrenia e a doença bipolar.Como é viver com a psicose? Que apoios existem? Que resposta dão as instituições e as famílias?Para debater o tema, chamamos à conversa a jornalista Margarida David Cardoso, autora do retrato «Aquilo que Vi no Escuro, Histórias sobre psicose» e a psiquiatra Manuela Silva, responsável pela área de Psiquiatria Comunitária no Hospital Santa Maria, em Lisboa.O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
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419
Como pode a inteligência artificial beneficiar a nossa economia?
Em muitas indústrias, as máquinas cumprem muitas tarefas de rotina outrora entregues apenas à mão humana. No entanto, a IA traz a capacidade de as máquinas poderem aprender e melhorar tarefas feitas pelo Homem, superando-o na execução e no detalhe.Como preparar as universidades e as empresas para este novo paradigma? A administração pública deve ser o motor desta transformação ou apenas um ponto de auxílio à inovação na iniciativa privada? E onde deve Portugal apostar, num contexto em que a tecnologia de ponta está a ser desenvolvida por grandes empresas de outros continentes?Os convidados deste programa são Óscar Afonso, um dos autores do livro «Economia, Inovação e Inteligência Artificial», e Bernardo Caldas, especialista em Inteligência Artificial e Ciência de Dados. O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
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418
Crianças: há um lado bom do digital?
A OCDE estima que, em média, cerca de 70% das crianças de 10 anos já têm um smartphone. O debate contemporâneo centra-se frequentemente nas dependências e nos riscos do contacto continuado dos mais novos com conteúdos digitais, até mesmo apenas com os próprios ecrãs.Dos telefones aos tablets, passando por computadores e consolas de jogos, os aparelhos digitais são males inevitáveis no crescimento das crianças? Que efeitos positivos podem ser explorados no mundo digital infantil? Precisamos de mais filtros ou mais auto-regulação dentro de cada família?Ioli Campos, autora do ensaio «Crianças e Bem-Estar Digital», e Tito de Morais, fundador do projeto «MiudosSegurosNa.Net», respondem a estas e outras questões neste debate.O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
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417
Para que serve a transparência na vida pública?
Exigir maior transparência na vida pública pode prevenir comportamentos irregulares de pessoas ou entidades a quem os cidadãos atribuem a sua confiança.Onde se estabelecem os limites entre a transparência e o 'voyeurismo'? A informação apurada na regulação da transparência deve ser automaticamente do domínio público? Há efeitos negativos numa transparência extrema? Para responder a estas e outras questões, o programa recebe Susana Coroado, politóloga e autora do ensaio «Transparência na Vida Pública», e António Delicado, jurista e membro do conselho de administração do Mecanismo Nacional Anticorrupção (MENAC).O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
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416
Ártico e Antártida: porque é que os pólos nos atraem tanto agora?
A tensão entre Europa e Estados Unidos a propósito da Gronelândia recolocou no espaço público o debate em torno da importância geopolítica do Ártico. A riqueza em recursos naturais daquela região associa-se ao degelo que abre novas rotas de acesso a essas reservas. No Pólo Sul também há recursos importantes, mas é a cooperação científica inscrita em tratado que rege o quarto maior continente do mundo.Quais os recursos mais procurados nos dois pólos? Para onde caminha a tensão geopolítica nestes territórios? Qual o papel da Europa neste debate? E o que faz Portugal nos pólos?Os convidados do programa são João Canário, investigador do Instituto Superior Técnico que lidera diversos projetos no Ártico e na Antártida, e Bruno Oliveira Martins, investigador no «Peace Research Institute Oslo», onde coordena o Grupo de Investigação em Segurança.O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
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415
Como responder a agressões no espaço digital?
O que pode uma pessoa fazer quando é digitalmente perseguida ou difamada? Como são punidos comportamentos como a importunação sexual, roubos de identidade digital, perseguição ou tentativas de extorsões? Como detetar e como responder a quadros de bullying digital? As ameaças no digital têm muitas vezes uma dimensão escondida dos olhares públicos, ganhando relevo numa dimensão privada, com agressões feitas em grupos fechados ou através de mensagens diretas.Para debater o tema, o programa desta semana conta com Carolina Esteves Soares, especialista na área do apoio a vítimas de cibercrime e violência digital na Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), e Carla Costa, inspetora-chefe na Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica da Polícia Judiciária.O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
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414
Trump: o que mudou na América no último ano?
Venezuela, Gaza, Ucrânia, Gronelândia. As coordenadas mais agitadas da política externa dos EUA são conhecidas, mas no território americano há muitas batalhas sociais e políticas em curso ao cabo de 365 dias da administração Trump.Da economia à imigração, passando por fraturas na base eleitoral de Trump e pelos desafios da oposição democrata, a América entra no segundo ano do mandato presidencial com diversos pontos de interrogação.As operações anti-imigração do ICE poderão ter impacto nas eleições intercalares para o Congresso em 2026? O caso Epstein vai continuar a ensombrar Trump? Os tribunais são as únicas arenas de resistência às decisões tomadas na Casa Branca?Os convidados desta semana são Daniela Melo, investigadora de Ciência Política da Universidade de Boston (EUA), e Nuno Garoupa, professor de Direito na Universidade George Mason (EUA).O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
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413
Como viver num admirável mundo elétrico?
A eletrificação das sociedades é uma realidade cada vez mais intensa. A procura global de eletricidade continua a aumentar de forma persistente em especial desde 2010, de acordo com os dados da Agência Internacional de Energia.A transição energética pressiona esta tendência, bem como usos contemporâneos tão diversos como a expansão de centros de dados, o arrefecimento de edifícios em contextos de temperaturas crescentes ou a explosão do mercado de veículos elétricos.Estamos realmente preparados para esta dependência da eletricidade nas nossas vidas? Que investimentos e planeamentos são necessários para evitar disrupções como o recente apagão ibérico? Quais os poderes que estão associados ao domínio das companhias elétricas? Podemos dar-nos ao luxo de viver sem ligar uma tomada de corrente elétrica?São convidados deste programa Luís Rebelo, «policy manager» da empresa «Cleantech for Europe», e João Crispim, presidente da cooperativa de energia Coopérnico.O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
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412
Como é que os milhões estão a mudar o desporto?
No futebol europeu, janeiro é o mês intercalar de transferências de jogadores. Durante o último verão foram batidos os recordes de investimentos no futebol masculino chegando a 8, 4 mil milhões de euros.Portugal foi o segundo país com mais contratações em 2025. Os milhões estão também a aumentar no futebol feminino, com 80% de crescimento no investimento em 2025.O futebol é também a força motriz do mercado de apostas desportivas que vai movimentando cada vez mais dinheiro. Nos EUA, o mercado de apostas desportivas pode vir a faturar 77 mil milhões de dólares em 2025. Qual o impacto das receitas das apostas desportivas, das transmissões televisivas e dos patrocínios nos desportos, em particular no futebol? A força dos mercados tem implicações éticas na prática desportiva? Os equilíbrios geopolíticos também se fazem sentir de forma profunda no desporto? Para debater o tema, o programa desta semana recebe o comentador Carlos Freitas - diretor desportivo com 25 anos de carreira em Portugal e no estrangeiro - e Miguel Farinha, country managing partner da EY Portuguese Cluster, entidade que elabora o Anuário do Futebol Profissional em parceria com a Liga Portugal.O Da Capa à Contracapa é uma parceria entre a Fundação e a Renascença.
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411
Portugal: de que é feita a identidade nacional?
2026 vai levar o «Da Capa à Contracapa» ao nono ano de debates na Renascença em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos. Entre as mais de 700 personalidades que participaram em quatro centenas de debates, este programa recebeu muitos dos 152 autores que deram corpo aos 15 anos da coleção de ensaios da Fundação, num total de 1 milhão e 400 mil exemplares. A marca é assinalada agora numa edição especial com reflexões que juntam 17 autores sobre diversos temas da atualidade nacional.Para falar do Portugal de hoje, de ontem e de amanhã, de sempre, o último Da Capa à Contracapa de 2025 junta António Araújo, diretor de publicações da FFMS e o antropólogo José Manuel Sobral que escreveu o livro «Portugal, Portugueses: uma identidade nacional» para a coleção de ensaios da Fundação.
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410
Terras raras: uma outra «guerra»?
São matérias-primas essenciais para a economia, para a energia e para a segurança e defesa. As chamadas «terras raras» e as «matérias críticas» são disputadas pelos grandes poderes mundiais, em busca de vantagens competitivas na arena tecnológica que fornece diversas áreas económicas. A China é o maior produtor e processador mundial de terras raras. Será que Pequim está a ganhar esta «guerra»? O que fazem os países para assegurar estes fornecimentos e como condiciona as suas políticas externas, de segurança e de defesa? Quais os desafios para Portugal e para a Europa?Os convidados deste programa são António Costa Silva, antigo ministro da Economia, e Raquel Vaz-Pinto, investigadora e professora de relações internacionais da Universidade Nova de Lisboa.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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409
Como acabar com o trabalho forçado?
Em cada mil pessoas, há pelo menos três seres humanos sujeitos a trabalho forçado em todo o mundo.As estimativas da Organização Internacional do Trabalho apontam para 236 mil milhões de dólares de lucros obtidos a partir de formas modernas de escravatura. As mulheres representam a maioria destes trabalhadores, numa realidade detetada maioritariamente no setor privado e na Ásia e Pacífico.Não sendo um problema do passado, como podem as políticas públicas travar o trabalho forçado? Qual o papel da tecnologia e das próprias empresas neste combate? A aprovação de um regulamento europeu pode fazer a diferença?Para debater o tema, Miguel Bandeira Jerónimo, um dos autores do livro da Fundação «O Trabalho Forçado», junta-se à conversa com Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho para Portugal.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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408
Os novos tempos no trabalho: muito mais do que um salário?
A pandemia instalou o trabalho remoto em muitas rotinas profissionais. A tecnologia, a demografia e a geopolítica aceleraram a transformação dos mercados de trabalho, com desafios na regulação da flexibilidade das relações laborais.Afinal, o que representa hoje o trabalho para as novas gerações? A conciliação entre trabalho, família e lazer está acima do salário e das regalias associadas ao contrato de trabalho? Como se organiza o trabalho nas empresas? Ainda há espaço para conceitos como ‘cultura de empresa’ ou ‘amor à camisola’?Para responder a estas e outras questões, o programa desta semana recebe Sara Aguiar, gestora de marca e produtos digitais numa equipa de inovação global na «Procter & Gamble», em Genebra, e Sílvia Nunes, diretora sénior na «Michael Page».O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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407
Como reduzir a sinistralidade rodoviária em Portugal?
Portugal está entre os países europeus com pior desempenho da redução das mortes na estrada nos últimos 10 anos. A diminuição da mortalidade faz-se a um ritmo inferior à média europeia.Os acidentes com velocípedes e motociclos estão a aumentar em Portugal e os motociclistas têm mesmo 48 vezes maior probabilidade de morrer num acidente do que os condutores de automóveis.O que deve ser feito no domínio das políticas públicas para acelerar a diminuição destes números? O que cabe aos cidadãos neste combate? Para debater o tema, o programa desta semana recebe o professor João Dias e Rosa Pita, vice-presidente da Prevenção Rodoviária Portuguesa.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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406
Constituições: o último reduto das democracias?
Portugal prepara-se para comemorar os 50 anos da Constituição, nascida em democracia, em 1976.Ao longo dos anos, o texto foi revisto para acentuar a natureza civil do regime, adequar Portugal a novos ciclos económicos e consolidar direitos, liberdades e garantias fundamentais num país democrático. No entanto, a Constituição colidiu também com leis e decisões de governos e parlamentos.Será a Constituição a derradeira válvula de segurança dos regimes democráticos? Será um terreno de ambição nacional ou de meras utopias? Quão flexíveis e atuais são os textos constitucionais?O programa desta semana recebe Mariana Melo Egídio e Tiago Fidalgo de Freitas, professores assistentes convidados na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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405
O que pensam os portugueses sobre o turismo?
O novo barómetro da Fundação revela que os portugueses valorizam o turismo, mas querem gestão mais controlada e sustentável do setor.Mais de dois terços dos inquiridos reconhecem que o turismo é benéfico para a economia, mas apenas um terço sente que esses benefícios se traduzem em ganhos concretos nas suas vidas. Para discutir os resultados do barómetro, o programa desta semana recebe Zélia Breda, coautora do estudo, o arquiteto Tiago Mota Saraiva e Bernardo Trindade, antigo secretário de Estado do Turismo. O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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404
A crispação está mesmo a dominar a sociedade?
A tensão parece estar sempre latente no dia a dia. No trânsito, nas filas de serviços públicos e privados, em muitas notícias que escutamos e em tanto que lemos nas redes sociais.Vivemos mesmo numa sociedade cada vez mais violenta ou será apenas uma percepção? A que se deve esta irritabilidade que parece generalizada? Onde acaba a tensão e começa a violência? As redes sociais e o contexto político são alheios a esta realidade?Para responder a estas questões, o programa desta semana recebe o psicólogo social André Mata e o psiquiatra Gustavo Jesus.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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403
Como ajudar os países menos desenvolvidos?
Mais de mil milhões de pessoas em todo o mundo vivem em pobreza multidimensional, que inclui dimensões como as privações materiais e sociais, a saúde ou a habitação. Os dados do mais recente Índice publicado pelo Programa de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas apontam para cerca de 887 milhões de pessoas expostas a pelo menos um risco climático, entre secas, calor extremo, inundações ou poluição do ar.A cooperação internacional tem sido identificada como uma ferramenta chave para ajudar os países mais pobres a superarem este quadro. A ajuda internacional aos países mais pobres passa apenas pela transferência de dinheiro e tecnologia? Como reforçar o papel das sociedades civis nestes países?A poucos dias do arranque na Amazónia da 30ª Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, o programa desta semana recebe Nelvina Barreto, ex-ministra da Agricultura da Guiné-Bissau e, atualmente, diretora da Unidade de Ambiente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no escritório local, e Sílvia Santos, gestora dos projetos da Fundação Fé e Cooperação (FEC) - em Angola.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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402
Que vida há no interior algarvio?
No retrato «Um Tesouro no Deserto, O Algarve entre montes e memórias», o jornalista Rui Araújo percorre montes e lugares do interior do Algarve, em particular no concelho de Alcoutim, conversando com quem ali vive num cenário marcado pela solidão e pelo despovoamento. Longe do mar, este é um Algarve que raramente vem às notícias. Como se vive nestes lugares? Como valorizar estes territórios? Como convive com a região mais turística do país? Neste programa conversamos com o autor e com o antigo reitor da Universidade do Algarve, João Pinto Guerreiro. O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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401
O que conta hoje a banda desenhada?
Pelo segundo ano consecutivo, assinala-se o Dia Nacional da Banda Desenhada a 18 de Outubro, a poucos dias também do lançamento mundial de «Asterix na Lusitânia».São apenas dois pretextos entre muitos para debater a relevância da banda desenhada no mundo das artes, na sociedade e até na educação de milhões de seguidores desta área criativa.Quem são os leitores e criadores de hoje e o que mudou neste mundo particular? Como se vive a banda desenhada no ambiente digital? O programa desta semana recebe Pedro Vieira de Moura, o investigador e especialista em BD, e Joana Mosi, artista visual e autora de banda desenhada. O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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400
O que está a mudar na aviação?
Recuperado da pandemia, o mundo da aviação retomou desafios antigos como a sustentabilidade e mais modernos como a inteligência artificial. De que forma a tecnologia está a mudar o setor? E como é que os desafios geopolíticos se refletem na indústria? E o que tem mudado no ato de viajar de avião?Para uma conversa do cockpit aos gabinetes de gestão, este episódio conta com José Correia Guedes, comandante da TAP na reforma, e Pedro Castro, especialista em aviação comercial.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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399
Como está a francofonia em Portugal?
É muito mais que a presença francesa no nosso país. É a língua que nos leva a África, ao Caribe e até à América do Norte, num cruzamento de culturas e artes que também chega a Portugal.De que forma os fluxos migratórios mexeram com o peso da língua francesa em Portugal? O francês é uma língua em perda ou em alta no quotidiano português?Este Da Capa à Contracapa recebe a jornalista Helena Tecedeiro, autora de «A Francofonia em Portugal, Está bem e recomenda-se» numa conversa a que se junta Laetitia Casanova, uma consultora francesa que vive há mais de 15 anos no país.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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398
Porque se abstêm os portugueses?
A pergunta surge à cabeça do novo livro da Fundação Francisco Manuel dos Santos, da autoria de Nelson Nunes, intitulado “O tanto que grita este silêncio”. É um retrato que dá voz aos abstencionistas que traz rostos a uma realidade geralmente circunscrita a estatísticas e percentagens. É nesse cruzamento entre números e vozes que o Da Capa à Contracapa se centra esta semana, juntando os resultados do estudo «Abstenção Eleitoral em Portugal: Mecanismos, Impactos e Soluções» que pretende analisar a evolução da participação, os mecanismos que explicam a decisão de não votar e os efeitos políticos dessa escolha. Um dos co-autores desta investigação, João Cancela, junta-se a Nelson Nunes nesta conversa sobre a abstenção em Portugal. O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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397
Como aumentar a participação cívica em Portugal?
Portugal tem das mais baixas taxas de associativismo na Europa. Há estudos europeus que também colocam o país abaixo da média europeia em prática de voluntariado. Apesar de tudo, mecanismos como os orçamentos participativos generalizaram-se pelo país ao longo dos últimos vinte anos. Será que há um «problema português» em matéria de participação cívica? Devemos começar a olhar para a qualidade da intervenção cidadã mais do que para a quantidade?Os convidados desta semana são José Carlos Mota, professor na Universidade de Aveiro e autor do ensaio «A Participação Cívica em Portugal», editado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, e Nelson Dias, coordenador da Rede de Autarquias Participativas.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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396
Porque há desigualdades no acesso à saúde em Portugal?
Portugal apresenta uma esperança média de vida acima de países como a Alemanha ou os Países Baixos. Tem também índices de mortalidade infantil em linha com os países mais desenvolvidos do mundo. No entanto, apresenta ainda desigualdades que implicam, por exemplo, que as famílias suportem 30% dos gastos em saúde em Portugal, muito acima do praticado nos países da vanguarda europeia.Onde estão os fatores que levam a desigualdades no acesso à saúde? Os problemas estão no sistema de saúde e em especial no SNS? Qual a importância das desigualdades educativas e económicas, das assimetrias regionais ou do envelhecimento da população? Como podemos fazer melhor promoção da saúde e prevenção da doença?Neste episódio, o novo ensaio da Fundação «Desigualdades em Saúde» vai a debate com o autor Ricardo de Sousa Antunes, sociólogo e enfermeiro, e com Sara Valente de Almeida, especialista em economia da saúde.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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395
O que esperam os residentes em Portugal do poder local?
O novo barómetro da Fundação mostra que os residentes em Portugal têm uma imagem globalmente positiva do poder local. No entanto, querem mais influência das autarquias em áreas como a Saúde ou a Habitação. O poder do presidente da Câmara é reconhecido nos municípios, mas a influência dos cidadãos, das associações ou das oposições nas políticas concelhias é diminuta aos olhos dos munícipes.Porque razão a democracia local parece ainda distante de muitos cidadãos? O que determina o voto dos munícipes? Que qualidades procuram nos autarcas? É desejável um aumento das competências no plano regional? Algumas destas questões vêm a debate com Filipe Teles, investigador da Universidade de Aveiro e coautor deste Barómetro, e Paulo Fernandes, presidente da Câmara do Fundão.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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394
A moda ainda é um espelho da sociedade?
Muito mais do que uma mera coleção de tendências estéticas, a moda é uma arena cultural que marca distinções sociais e económicas e afirma mensagens e identidades de todas as espécies. Da roupa de consumo rápido à alta costura, a moda acompanha as transformações da sociedade a múltiplos níveis. Mas até que ponto conseguimos ler os dias de hoje na moda produzida na atualidade? A moda é alheia à emergência dos populismos e das desigualdades? E que peso social tem afinal nos tempos que correm?Para refletir sobre este fenómeno, o programa recebe a socióloga Cristina L. Duarte, que acompanha de perto a moda em Portugal há mais de 30 anos, e a antropóloga Filomena Silvano, investigadora da Universidade Nova de Lisboa e a autora de «Antropologia da Moda».O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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393
Portugal: em que estado está a nação?
No ano em que se completam as terceiras eleições legislativas em quatro anos, os portugueses vão ser ainda chamados a votar nas eleições autárquicas de outubro e nas presidenciais, a realizar-se no início de 2026.Da imigração, à habitação e à saúde, dos baixos salários aos problemas da justiça e aos desafios para a juventude, o programa desta semana reflete sobre o estado do país.Com Mónica Ferro, diretora do escritório de londres do Fundo das Nações Unidas para a População, e Mafalda Rebordão, a economista que lidera a estratégia de transformação digital da Microsoft para as Nações Unidas.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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392
Talento e migrações: como reter e atrair as pessoas de que precisamos?
«Diploma de Saída», o novo documentário da Fundação Francisco Manuel dos Santos, aborda a saída de jovens qualificados para o estrangeiro.Como reter os que formamos no nosso país? A resposta está apenas nos salários praticados em Portugal? Usamos todo o potencial de qualificações dos estrangeiros em Portugal? Podemos atrair mais talento?Para responder a estas questões são convidados João Cerejeira, economista, professor da Universidade do Minho e um dos coordenadores do documentário, e ainda Pedro Teixeira, professor da Faculdade de Economia da Universidade do Porto.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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391
O ensino profissional em Portugal tem resultados para mostrar?
Quatro em cada 10 alunos do secundário frequenta o ensino e formação profissionais em Portugal. Embora abaixo da média europeia, Portugal observou uma expansão dos cursos profissionais a partir de 2006, estabilizando na atual fasquia nos últimos 15 anos.Será que essa expansão teve impacto no emprego nas profissões específicas abrangidas por esses cursos? E na criação de empresas e no empreendedorismo? O que podem fazer as políticas públicas para manter e aumentar o peso do sistema de ensino profissionalizante?Para responder a estas e outras questões, a Fundação Francisco Manuel dos Santos lança agora um policy paper, com base em microdados, que permite fazer um diagnóstico da realidade do ensino e formações profissionais em Portugal. O estudo é assinado por Luis Catela Nunes, Pedro Martins, Pedro Reis e Teresa Thomas.Para debater os seus resultados, é convidado um dos autores do estudo e professor da Nova SBE, Pedro Martins, e João Santos, antigo alto quadro da Comissão Europeia especializado em educação e formação profissional.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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390
Como a pandemia mexeu com um museu de arte contemporânea?
Foram dois confinamentos que obrigaram o Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC) a encontrar respostas inéditas para chegar ao público. A vertente digital do museu ganhou profundidade, apesar da escassez de recursos humanos qualificados para essa comunicação. Que estratégias foram seguidas? Que dúvidas assolam a cabeça de um responsável de um museu quando as portas estão fechadas? O que ficou da experiência pandémica?Para responder a estas e outras questões, o programa desta semana recebe Emília Ferreira, diretora do MNAC e autora do livro «Quando o Museu fechou», e José Soares Neves, diretor do Observatório Português das Atividades Culturais (OPAC).O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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Como vão mudando as políticas públicas em Portugal?
O novo estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, «Continuidade e Mudança nas Políticas Públicas em Portugal (1976-2020)» faz uma análise inédita sobre a estabilidade das políticas públicas em Portugal, ao longo de mais de 40 anos.Os investigadores António F. Tavares, Patrícia Silva e Pedro J. Camões analisaram a reorganização de estruturas públicas, a distribuição orçamental e as escolhas das lideranças.Como podemos aferir as mudanças de políticas públicas através destes indicadores? Qual o peso da ideologia e das distinções entre esquerda e direita?É o tema do programa desta semana, com Patrícia Silva, da Universidade de Aveiro, uma das coautoras do estudo, e ainda Ana Lourenço, professora e investigadora da Universidade Católica PortuguesaO Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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O que mudou na indústria musical portuguesa?
O principal suspeito da mudança parece ser a digitalização na criação e divulgação da música. Os artistas deixaram de contar com as receitas da venda de discos e recebem hoje uma pequena fatia das receitas que a sua obra possa gerar. Os espetáculos persistem como a fonte incontornável de subsistência num mercado que oscila entre as festas das cidades e os festivais cujos cartazes não colocam portugueses à cabeça. Será que a conjugação entre os formatos digitais e a explosão da internet explica tudo? Os concertos são cada vez mais a tábua de salvação dos criadores musicais portugueses? Quais as principais fragilidades da indústria musical portuguesa?Numa edição gravada ao vivo na Feira do Livro de Lisboa, o «Da Capa à Contracapa» trouxe a debate o ensaio «Tira o Disco e Toca ao Vivo, A Indústria Musical em Portugal», de João Gobern, num painel em que se juntaram o músico Nuno Gonçalves e o editor discográfico David Ferreira. Moderação de José Pedro Frazão.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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Avós e Netos: uma ligação única?
Os avós são muitas vezes os «historiadores» das famílias e uma rede de segurança emocional, logística e até financeira para o núcleo familiar. Avós e netos estabelecem uma relação diferente de qualquer outra nas famílias.Sabia que os netos tendem a ser mais próximos das avós maternas? E que a adolescência não degrada a visão que os netos têm dos avós, apesar destes se sentirem subalternizados pelos jovens nessas idades?Numa edição gravada ao vivo na Feira do Livro de Lisboa, o «Da Capa à Contracapa» debate o ensaio «Avós e Netos», de Ricardo Peixoto, numa conversa em que participam também a pediatra e professora catedrática Maria do Céu Machado e o padre jesuíta Paulo Duarte. Moderação por José Pedro Frazão. O programa «Da Capa à Contracapa» é uma parceria da Fundação Francisco Manuel dos Santos com a Renascença.
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Como proteger e governar o Oceano?
Três anos depois da conferência da ONU sobre o oceano em Lisboa, mais de 80 chefes de Estado e de governo estão em Nice para, de 9 a 13 de junho, darem um novo impulso à governação internacional do oceano.A Europa leva um pacto para anunciar, mas existem ainda muitas pressões para a mineração em mar profundo e o Tratado do Alto Mar está ainda por ratificar pelo número suficiente de países para que seja uma realidade. O que esperar da conferência de Nice, conhecida como UNOC3? Será possível superar a linguagem diplomática da ONU e avançar decisivamente para ações que protejam o oceano? Como se estabelece o nexo entre oceano e alterações climáticas?O programa desta semana debate o desafio de proteção e gestão do oceano com os oceanógrafos Carlos Duarte e Ricardo Serrão Santos.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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Conhece o Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo?
Do Rosmaninhal, concelho de Idanha-a-Nova a Oeiras, há 325 quilómetros de Tejo que, durante mais de um mês, são percorridos num Cruzeiro Religioso e Cultural.Descendo o Tejo em duas dezenas de etapas, a peregrinação fluvial transporta a imagem de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo, fazendo escalas em mais de meia centena de localidades ribeirinhas, particularmente ligadas às comunidades avieiras.O que significa este cruzeiro para estas gentes do Tejo? Como se mantém a tradição e como persiste como expressão de religiosidade popular? Como se liga à história dos avieiros?O programa desta semana recebe Ana da Cunha, autora de «Tejo, Um cruzeiro religioso e cultural», publicado pela Fundação Francisco Manuel doa Santos, em conversa com José Gaspar, da Confraria Ibérica do Tejo.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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Como combater o burnout, a solidão e a tristeza?
A saúde psicológica e o bem-estar motivam uma nova coleção da Fundação Francisco Manuel dos Santos. Se é algo que toca a todos, os seus impactos são sentidos de forma diferente em função do género, da idade ou dos contextos pessoais e profissionais.Os estudos mais recentes estimam que metade dos portugueses já sentiu pelo menos um sintoma de burnout, síndrome baseado em stress laboral crónico. O sinal prevalente é a exaustão, seguido da irritabilidade e da tristeza. A tristeza e a solidão fazem parte da experiência humana, mas podem tornar-se patológicas se não forem sujeitas a estratégias que respondam a esses estados emocionais.O que podemos fazer, como indivíduos ou comunidades, para travar estes fenómenos, antes que deixem marcas sérias em nós? O que está na mão das empresas e das políticas públicas? Que boas práticas podem ser seguidas?O tema é debatido por Tânia Gaspar, da Universidade Lusófona, autora do livro «Burnout: Uma pandemia» e Gina Tomé, da Faculdade de Motricidade Humana, que assina «Tristeza e Solidão», ambos publicados na nova coleção da Fundação Francisco Manuel dos Santos.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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Como se restauraram os jardins da Quinta das Lágrimas?
Cristina Castel-Branco começou o restauro dos jardins das Lágrimas a olhar para os canais construídos para fazer correr água num dos locais mais romantizados do país. No século XIV, a Rainha Santa Isabel construiu um canal para levar água das Lágrimas ao Convento de Santa Clara. O cenário da paixão de Pedro e Inês inclui hoje um anfiteatro, criado em 2008, a partir da necessidade de conter as cheias no local.Da água nasceu arte, mas de onde veio a inspiração? Como intervir num espaço carregado de memórias? De que árvores se faz a memória da Quinta das Lágrimas?O programa desta semana conta com Cristina Castel-Branco, autora do livro «A Água das Lágrimas», à conversa com Maria Matos Silva, professora do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa e dirigente da Associação Portuguesa de Jardins Históricos.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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Como deveria ser a ciência em Portugal?
A ciência oferece respostas humanas ao curto e longo prazo, ao que é lucrativo e a domínios em que ninguém investe. No livro «Uma Ideia de Ciência», Joana Gonçalves de Sá defende mesmo que a ciência comporta uma benção e uma maldição. O financiamento de ciência é uma variável incontornável da análise à ciência que temos. Em Portugal, a precariedade laboral não poupa o sistema científico, onde também se instalaram sintomas de exaustão mental e até financeira.Porque fazemos a ciência que fazemos? Como decidir que ciência apoiar? Com que dinheiro? O que é preciso mudar no sistema científico português? Como valorizar as profissões científicas? Ouça a conversa de José Pedro Frazão com os cientistas Joana Gonçalves de Sá e David Marçal. O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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Como aumentar o investimento científico em Portugal?
Três décadas e meia após o Manifesto para a Ciência em Portugal, o investimento em ciência é guiado pela meta de 3% do PIB para investigação e desenvolvimento em 2030. No entanto, a fasquia está atualmente em 1,7%, maioritariamente garantidos por financiamento empresarial. O Estado deve aumentar significativamente o investimento em ciência? Os apoios à investigação em empresas devem ser revistos? Qual o papel da União Europeia? E, para lá do cálculo das verbas, que outras dimensões da política pública de ciência devem ser incrementadas?Ouça a conversa com Maria de Lurdes Rodrigues, autora do livro «Investimento em Ciência», lançado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, e com a cientista Maria Manuel Mota. O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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A torneira dos fundos europeus vai começar a fechar-se?
A Comissão Europeia vai apresentar em julho uma proposta de Quadro Financeiro Plurianual que define os dinheiros comunitários entre 2028 e 2034. O debate está a correr na sociedade europeia, numa reflexão que percorre governos, parlamentos, instituições públicas e privadas e centros de reflexão.A repartição dos dinheiros comunitários terá de ponderar realidades como o novo alargamento da União Europeia, a necessidade de reforço da defesa e a aposta na competitividade económica.Deve Portugal preparar-se para receber menos verbas europeias no próximo ciclo comunitário? Os países vão ter de aumentar as suas contribuições? Onde estão os instrumentos financeiros e os novos recursos próprios de que a Europa precisa?São convidados deste programa Henrique Burnay, senior partner da Eupportunity, e a economista Elisa Ferreira, antiga vice-governadora do Banco de Portugal.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
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