PODCAST · business
Hugo Ribeiro - Segurança Diferente
by Hugo Ribeiro
Nesta série pensaremos em segurança do trabalho de forma diferente, colocando sempre o indivíduo como solução e não como problema, sempre com foco na aprendizagem organizacional.Discutiremos semanalmente assuntos relacionados a segurança do trabalho e explicaremos de forma simples os artigos científicos mais relevantes desta área.
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Mito 17 - Causalidade é correlação.
Neste episódio discutimos o mito 17 que diz que causalidade e correlação estão ligados. Será?
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Beyond Safety Culture: Mastering HSE Leadership in High-Risk, Multi-Site, and Post-Merger Worlds
Anna Krajewska is an Executive Interim HSE leader with over 25 years of international experience across high-risk industries, including pharmaceuticals, chemicals, aerospace, and FMCG. She specialises in post merger integration, governance transformation, and stabilising complex, multi site operations under regulatory pressure.She has held senior leadership roles at companies such as PepsiCo, IKEA Industry, Tetra Pak, Collins Aerospace, Eastman Chemical, and Menarini, working closely with executive teams to strengthen compliance, reduce operational risk, and build resilient safety cultures across Europe and beyond.Anna is particularly known for rapidly restoring control in critical situations and providing board level visibility on safety and business continuity risks. She is a NEBOSH Diploma holder, certified safety coach, and an active tutor supporting leaders in operational risk and safety governance.
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Psicologia Social do Risco com Dr. Robert Long
Dr Long is an accomplished author, presenter and educator. He haspublished 14 highly successful books (over 1,000,000 downloads) on theSocial Psychology of Risk (SPoR) and publishes extensively on the Internet(over 2000 blogs https://safetyrisk.net/robert-long/).Rob’s 50 years in the workforce and consulting includes leadership andmanagement in: building and construction, light industry, transport andlogistics, oil and gas, manufacturing, corrections, education and training, notfor profit organisations, social welfare, public service, risk, safety andbusiness.SPoR was founded in 2002 and since then over 30,000 people have beeneducated across 30 countries in the foundations of SPoR and risk. SPoR hasagencies and centres in: UK, Canada, Europe, New Zealand and AustraliaRob was on the Emergency Operations Group at Beaconsfield and manageda Centre during the Canberra Bushfires, he was also an advisor for WorldYouth Day. Many organisations implement Dr Long’s methodology andmethods and his associates deliver programs in leadership, culture, learningand risk in SPoR across the globe.
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ENERGY-BASED SAFETY - with Matthew Hallowell
Nesta entrevista exclusiva de 30 minutos, Hugo Ribeiro conversa com Matthew Hollowell, autor e criador do conceito de Energy-Based Safety (EBS).👉 O diálogo explora:- O problema central que os métodos tradicionais de segurança não conseguiam resolver- Por que a energia se tornou o princípio organizador da segurança- Como o foco em controles redefine o que entendemos por “segurança”- A diferença entre o trabalho como é imaginado e o trabalho como realmente acontece- As limitações dos indicadores tradicionais, como o TRIR, e os desafios de classificação- Os pontos fortes, fragilidades e até os blind spots do modelo EBS🔥 Perguntas de alto impacto:- O que muda quando passamos de uma lógica baseada em incidentes para uma lógica baseada em energia?- Como lidar com a variabilidade dos controles no trabalho real?- Quais são os limites atuais do modelo e onde ainda precisamos avançar?Se você atua em Segurança do Trabalho, Gestão de Riscos ou Liderança Organizacional, este vídeo é uma oportunidade única de refletir sobre o futuro da prática de segurança e os caminhos para reduzir fatalidades e lesões graves.📌 Assista até o final para uma reflexão crítica e uma mensagem poderosa sobre o que líderes deveriam compreender melhor sobre segurança.
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Trabalho real na pele.
Quatro horas lixando parede me ensinaram mais sobre segurança do que anos de reuniões.Neste episódio, compartilho uma experiência pessoal que me tirou da zona de conforto: trocar a cadeira de gestor pela lixa de parede. Ao ajudar os pintores do meu apartamento, vivi na pele o que significa trabalhar com esforço físico contínuo, calor, poeira, suor e EPI desconfortável.O resultado? Uma constatação incômoda: muitas vezes, o que chamamos de “falta de consciência” é, na verdade, a realidade humana diante de condições difíceis.👉 O que significa realmente entender o trabalho real?👉 Como gestores, estamos preparados para sentir o que pedimos que outros façam?Um episódio para provocar reflexão e repensar a forma como enxergamos segurança e operações.
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Organizações que aprendem
Neste episódio eu falo sobre um tema queaparece cada vez mais nas empresas: organizações que aprendem.Mas aprender organizacionalmente não é fazer mais treinamentos, produzir mais relatóriosou divulgar mais “lições aprendidas”. Aprender é mudar a forma como o sistemafunciona. É fazer com que aquilo que foi vivido no trabalho real circule entreos níveis da organização e influencie decisões diferentes no campo, na supervisão, na engenharia e na estratégia.Eu compartilho uma experiência pessoal em que participei de uma investigaçãomuito bem conduzida tecnicamente. O relatório era robusto, as análises eramprofundas e as recomendações eram consideradas “boas práticas”. Meses depois,ao retornar ao local, percebi que o trabalho continuava praticamente igual. As pressões eram as mesmas. As adaptações também. Foi ali que caiu uma fichaimportante: talvez tivéssemos produzido conhecimento… mas não necessariamenteaprendizagem organizacional.Neste episódio conversamos sobre:• Por que aprender não é apenas acumular informação • A importância da interação entre níveis organizacionais • O risco da “ilusão de aprendizado” • O papel do profissional de segurança como facilitador de aprendizagem • Como tornar o sistema mais adaptativo depois de eventos e experiênciasOrganizações que aprendem não são aquelas que sabem mais. São aquelas quefuncionam diferente depois de aprender.Aperta o play e vem refletir comigo.
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Mito 16: Modelos devem ser entendidos literalmente.
Mito 16 — Modelos não são a realidadeNeste episódio da série sobre os mitos da segurança, eu discuto uma armadilha silenciosa que afeta muitos profissionais: tratar modelos como se fossem a própria realidade.Pirâmide de Heinrich, queijo suíço, indicadores, gráficos, curvas… modelos ajudam a organizar pensamento. Eles criam linguagem comum e facilitam decisões. O problema começa quando deixamos de questioná-los e passamos a forçar a realidade a caber neles.E se a teoria e o mundo real não combinam… será que é o mundo que está errado?Neste episódio, eu falo sobre:Como modelos podem virar dogmaO risco de medir apenas o que o modelo prevêPor que o trabalho real é sempre mais complexo que o slideE como usar modelos como lente — e não como algemaSe você trabalha com investigação, indicadores, análise de eventos ou liderança de segurança, esse episódio vai te provocar a repensar a forma como você explica o mundo.Segurança que faz sentido é compreender o trabalho real antes de tentar organizá-lo em diagramas.Aperta o play e vem refletir comigo.
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Mito 15 - Você não tem bom senso?
Neste episódio seguimos comentando alguns mitos da segurança no trabalho, e olhem lá, já estamos no Mito 15.
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Human Factors and Safety Culture - How can leaders influence behaviours for good. With Eduardo Munoz
In this episode, I sit down with Eduardo Blanco-Munoz, author of Human Factors and Safety Culture: How Leaders Can Influence Behaviours for Good, to unpack what “safety culture” really means in practice and what leaders can do that genuinely improves safety, performance, and learning.We explore human factors from a positive perspective (people as a source of safety, not the “weak link”), why attention and perception can’t be managed through slogans, how leadership behaviours shape culture day by day, and why many safety metrics fail to capture what matters most. We also discuss drift, psychological safety, and a practical leadership compass: “Having to, Being able to, and Doing.”If you work with safety, operations, reliability, construction, or industrial leadership, this conversation will help you move beyond bureaucracy and toward real-world influence on behaviour for good.Topics coveredWhat “safety culture” is (and what it isn’t)Human factors without blameAttention, perception, memory, training, and proceduresLeadership behaviours that shape beliefs and practicesManaged safety vs rule-based safetyDrift and early signalsThe problem with safety metrics and what to measure insteadA practical framework leaders can use on Monday morningGuest: Eduardo Blanco-MunozHost: Hugo Ribeiro (Segurança Diferente)If you enjoyed the episode, like, subscribe, and share with someone leading teams in high-risk work.Comment below: What leadership behaviour has the biggest impact on safety where you work?#HumanFactors #SafetyCulture #Leadership #HOP #SafetyManagement #OperationalExcellence #ResilienceEngineering #LearningTeams #PsychologicalSafety
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"A gente sempre fez assim" - Isso é argumento válido?
"A gente sempre fez assim e nunca deu problema."Você já ouviu essa frase? Provavelmente essa semana.Mas será que "sempre fizemos assim" é um argumento válido? Ou é um dos sinais de alerta mais perigosos em segurança?Neste episódio, analiso o trabalho da socióloga Diane Vaughan sobre a Normalização de Desvio - o mesmo fenômeno que estava por trás do desastre do Challenger em 1986.Você vai entender:- Por que "sempre deu certo" se torna um argumento poderoso (mas perigoso)- Os 5 passos que transformam risco em rotina- 4 perguntas práticas para responder quando ouvir "sempre foi assim"- A diferença entre sabedoria acumulada e risco normalizadoPaper analisado: "The Normalization of Deviance" - Diane VaughanEpisódio essencial para profissionais de segurança, gestores e líderes de equipe.#Segurança #FatoresHumanos #NovaVisão #Liderança
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Mito 14 - Segurança é só bom senso?
Neste episódio do Segurança Diferente, eu exploro o Mito 14: “Segurança é só bom senso?”. A frase parece óbvia e por isso mesmo é perigosa. A partir do capítulo, eu discuto por que percepção de risco não é “instinto universal”, mas algo aprendido, moldado por experiência, cultura e contexto (até atravessar a rua depende disso).Também converso sobre o que essa expressão costuma esconder no dia a dia: suposições perigosas, julgamento e culpabilização, e até a tentativa de “provar” que não precisamos investir em melhorias porque “as pessoas deveriam saber”.No fim, eu proponho um caminho mais útil para a prática: trocar “bom senso” por capacidade construída, e substituir julgamento por perguntas melhores sobre contexto, conhecimento disponível, pressões e condições reais de operação.🎧 Série: Safety Myth 101📌 Episódio: Mito 14💬 Me conta: onde essa frase aparece na sua realidade e o que ela tem impedido de enxergar?
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Por que sistemas complexos falham mesmo quando as pessoas estão tentando fazer a coisa certa?
Por que sistemas complexos falham mesmo quando as pessoas estão tentando fazer a coisa certa?Neste episódio do Segurança Diferente, eu analiso um dos papers mais influentes da segurança contemporânea:“How Complex Systems Fail”, de Richard Cook (2000).Partindo dessa pergunta central, a conversa vai além das explicações fáceis sobre “erro humano” e mostra por que, em sistemas complexos, falhas não surgem do nada e nem podem ser explicadas apenas por decisões individuais.Ao longo do episódio, você vai entender:por que o trabalho dá certo na maior parte do tempo graças às adaptações das pessoas, e não apesar delas;como o sucesso cotidiano é ativo, frágil e muitas vezes invisível;por que usar o resultado como critério para julgar decisões leva a análises pobres;como acidentes revelam fragilidades que já existiam, mas estavam sendo compensadas;e o que muda, na prática, quando a segurança passa a estudar o trabalho real, e não só o desvio.Este episódio é especialmente útil para quem atua com:Segurança do trabalho, investigações de acidentes, fatores humanos, HOP, liderança operacional e gestão de risco.Se você já se perguntou por que sistemas falham mesmo quando ninguém “quis errar”, este episódio é para você.ReferênciaCook, R. (2000). How Complex Systems Fail.
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Características de um bom profissional de segurança no trabalho!
Será que você reúne as características do profissional de segurança do futuro?
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O que é e quando aplicar "Learning Teams"?
Neste episódio do Segurança Diferente, exploro uma das ferramentas mais poderosas da Nova Visão de Segurança e da filosofia HOP: os Learning Teams.Você vai entender o que é um Learning Team, quando utilizar, por que ele funciona e como essa abordagem transforma a forma como aprendemos com o trabalho — seja em eventos inesperados, nos sucessos do dia a dia ou nos desafios silenciosos que atravessam as operações.A partir das ideias apresentadas no livro Segurança que Faz Sentido e em A Prática de Learning Teams (Brent Sutton), aprofundo o background teórico, trago técnicas essenciais de facilitação e mostro como essa metodologia ajuda a revelar o trabalho real, fortalecer a resiliência organizacional e criar melhores condições para que as pessoas tenham sucesso.Um episódio essencial para quem quer ir além da investigação tradicional e construir uma cultura de aprendizado genuíno, colaborativo e baseado na realidade operacional.
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My impressions from safety in China
My impressions from my visit to China.
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Contra "contra-fatos" não há argumentos. Será?
Neste episódio discuto a importância de escapar dos "contra-fatos" quando analisamos eventos de segurança no trabalho.
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Convença a(o) chefe!
Neste episódio falamos sobre a importância e a dificuldade para se conseguir apoio na implementação de novos programas de segurança, em especial dos da nova visão.
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Accountability em Segurança no Trabalho
Refletindo um pouco sobre o conceito de accountability em segurança no trabalho, em especial para as Novas Visões.Vem comigo?
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Entre o que Somos e o que Parecemos: A Dicotomia da Segurança no Campo
Neste episódio, exploramos uma tensão muitas vezes silenciosa, mas profundamente influente: a dicotomia entre como os profissionais de segurança se veem — como parceiros, apoiadores, especialistas — e como são percebidos pelos operadores no campo — por vezes como fiscais, burocratas ou obstáculos ao trabalho real.A partir de exemplos cotidianos, reflexões e provocações, convidamos você a repensar o papel da segurança nas operações: é possível reduzir essa distância? Que tipo de escuta, presença e postura podem aproximar as visões e fortalecer a confiança?Um episódio para quem deseja transformar o papel da segurança, saindo do papel de controle e assumindo uma posição mais conectada à realidade operacional.
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E se não for exatamente o que você viu?
Neste episódio, vamos explorar como diferentes pontos de vista moldam a forma como enxergamos riscos, decisões e até mesmo o que consideramos seguro ou inseguro. O que é óbvio para um operador pode ser invisível para um gerente. O que parece um erro para um auditor pode ser uma adaptação inteligente na prática. Discutimos como ampliar a escuta e reconhecer múltiplas perspectivas pode ser o primeiro passo para uma segurança mais justa, eficaz e humana.
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Você sabe por que as coisas dão certo em segurança no trabalho? Será?
Você já pensou em como sua empresa realmente se mantém segura todos os dias?Não basta evitar acidentes. Não basta seguir procedimentos.A chave está em entender como as pessoas e os sistemas se adaptam, respondem e mantêm tudo funcionando mesmo sob pressão.No episódio mais recente do meu podcast, eu te apresento o conceito de engenharia de resiliência, uma abordagem moderna que está revolucionando a segurança do trabalho, as operações e a gestão de risco em setores como indústria, saúde, energia e tecnologia.🎧 Escute o episódio e descubra:✅ O que é engenharia de resiliência.✅ Quais são os quatro pilares que sustentam sistemas resilientes.✅ Por que olhar apenas para falhas não é suficiente.✅ Como aplicar esses conceitos no seu dia a dia.👉 E tem mais: se você quer aprofundar seus conhecimentos e aprender ferramentas práticas para projetar processos seguros e resilientes, as inscrições para o meu curso já estão abertas!🔗 Inscreva-se aquiVamos juntos construir organizações mais fortes, adaptáveis e humanas. 💪Compartilhe essa mensagem com colegas, líderes e profissionais que também querem transformar a segurança no trabalho.#EngenhariaDeResiliência #SafetyII #SegurançaDoTrabalho #GestãoDeRisco #Podcast #Liderança #Inovação #CursoOnline
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Por que Compliance não é o suficiente para garantir Segurança
Descrição:Neste episódio, discutimos um tema que ainda é pouco explorado: por que seguir regras e normas — o chamado compliance — não é suficiente para criar ambientes de trabalho realmente seguros. Apesar da importância de atender exigências legais e regulatórias, a segurança organizacional vai muito além da conformidade documental. Vamos refletir sobre as limitações do compliance tradicional, especialmente em cenários complexos, e apresentar alternativas mais eficazes, como a filosofia HOP (Human and Organizational Performance). Entenda como abordagens que valorizam o aprendizado com o erro, o fortalecimento da capacidade de resposta e a construção da confiança podem transformar a segurança em algo vivo, adaptável e genuíno nas empresas.
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The Overlooked Power of Proactive Indicators in HOP
In this episode, we dive deep into the importance of proactive indicators in Human and Organizational Performance (HOP) and explore why many companies fail to value them. We discuss how organizations often focus too much on reactive indicators—like incident rates—which only tell us what went wrong, instead of addressing potential issues before they escalate.You’ll learn the difference between proactive and reactive indicators, why proactive safety measures are often underestimated, and the consequences of neglecting them. More importantly, we’ll discuss how shifting our focus to proactive indicators can help prevent accidents and foster a true safety culture within organizations.Join us as we explore how leaders can start prioritizing proactive safety indicators and create environments where prevention is just as important as response.
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Desempenho em Segurança: Competição Entre Plantas, Solução ou Problema?
Neste episódio, discutimos os prós e contras de criar competição entre diferentes plantas de uma mesma empresa com base no desempenho em segurança. Será que essa abordagem realmente impulsiona melhorias, ou pode gerar uma falsa sensação de segurança e prejudicar a colaboração entre as equipes? Analisamos os benefícios de aumentar o engajamento e a melhoria contínua, mas também alertamos para os riscos, como a distorção de dados e a cultura de culpabilização. Junte-se a nós para entender se a competição é a melhor estratégia ou se há alternativas mais eficazes para promover uma cultura de segurança verdadeira e colaborativa.
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Por que criamos tantas apresentações em Segurança no Trabalho?
Neste episódio vamos discutir a overdose de apresentações que somos obrigados a criar em nosso dia a dia.Link do meu livro: Clube de Autores, Livro Segurança que faz sentido. - Como implementar HOP n... | Amazon.com.brLink do curso de HOP que se inicia em março 25 : https://www.sympla.com.br/evento-online/hop-da-teoria-a-pratica-desempenho-humano-e-organizacional/2803263
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Como funciona a avaliação de intensidade de riscos em nossa mente.
Neste episódio abordo o processo de avaliação interna de intensidade de riscos.
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Mito 13: Senso comum é apenas senso comum.
Neste episódio discutimos mais um mito da segurança.
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O 6º Princípio HOP - Controles salvam vidas.
No episódio de hoje, exploramos o sexto princípio da filosofia Human and Organizational Performance (HOP): "Controles Salvam Vidas". Apesar de reconhecermos que o erro humano é inevitável, este princípio nos lembra da importância de controles críticos que atuam como uma linha de defesa vital para proteger a vida das pessoas e evitar incidentes catastróficos. Vamos entender como os controles robustos — sejam eles sistemas automáticos, medidas preventivas ou equipamentos de segurança — podem fazer a diferença em momentos de falha. Abordamos exemplos práticos, como o papel de sistemas de segurança na indústria, e discutimos como implementar controles eficazes baseados nas capacidades humanas. Se você se preocupa com a segurança no seu ambiente de trabalho e quer aprender como aplicar o HOP para proteger a vida e reduzir riscos, este episódio é para você!
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HOP Workshop Europa (em português).
Neste episódio, faço um resumo do HOP Workshop Europa realizado nos dias 8 e 9 de outubro na Holanda. Discutimos as dificuldades regionais para a implementação da filosofia Human and Organizational Performance (HOP), os desafios enfrentados, os pontos fortes observados e as metas para o futuro. Este evento foi uma oportunidade de compartilhar experiências, alinhar objetivos e fortalecer a aplicação de HOP em diferentes contextos organizacionais. Venha conferir insights valiosos sobre a jornada de implementação de HOP na Europa!
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HOP Workshop EU - My insights.
In this episode, we dive into key takeaways from the HOP Workshop Europe, hosted by ICL Group on October 8th and 9th, 2024 in Terneuzen NL. We explore the major discussions around the challenges of implementing HOP, such as inconsistent understanding across teams, resistance to change, and balancing safety with production pressures. The episode highlights areas of focus, including the need for leadership involvement, fostering continuous learning environments, and utilizing data to enhance HOP practices. We also discuss solutions like awareness campaigns, cross-departmental collaboration, and building momentum through small wins. Tune in to hear how we're driving progress in embedding HOP into our daily operations!
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The Limitations of TCIR: A HOP Perspective on Measuring Safety
In this episode, we explore the limitations of the Total Case Incident Rate (TCIR) as a standalone safety metric. Drawing from the principles of Human and Organizational Performance (HOP), we discuss why focusing solely on incident rates can be misleading and how a more holistic approach to safety—one that prioritizes learning, leading indicators, and understanding real work conditions—can drive better outcomes. Tune in to discover why safety is about more than just numbers.
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A Ineficácia das Pausas de Segurança: Um Olhar Crítico sob a Perspectiva do HOP
Neste episódio, exploramos o conceito amplamente adotado de pausas de segurança e discutimos por que elas frequentemente falham em prevenir incidentes e melhorar a cultura de segurança nas organizações. Apesar de serem uma prática comum, as pausas de segurança muitas vezes mascaram questões mais profundas que precisam ser abordadas para uma verdadeira melhoria de desempenho organizacional. Com base na filosofia de Human and Organizational Performance (HOP), desmistificamos a crença de que simples pausas são suficientes para resolver problemas complexos de segurança e analisamos como uma abordagem mais abrangente e sistêmica pode trazer resultados mais eficazes e sustentáveis. Junte-se a nós para uma conversa instigante sobre a necessidade de repensar como tratamos a segurança no local de trabalho.
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Understanding Safety Culture: Definition, Measurement, and Human & Organizational Performance (HOP)
In this podcast episode, we dive deep into the concept of safety culture, exploring what it means, how it is defined, and how it can be effectively measured within organizations. We also integrate the principles of Human and Organizational Performance (HOP) to provide a comprehensive understanding of how safety culture can be strengthened in high-risk industries. Key topics covered: What is safety culture, and why is it important? The differences between safety culture and safety climate. Methods for measuring safety culture, including surveys, direct observations, and incident data analysis. How the principles of Human and Organizational Performance (HOP) complement safety culture by focusing on systemic improvements and learning from human interactions. Practical approaches for leaders and organizations to build a proactive and resilient safety culture. By the end of this episode, you'll have a clearer understanding of how a strong safety culture can be cultivated and maintained, and how to leverage HOP concepts to enhance safety practices within any organization. If you find this content valuable, please like, subscribe, and share it with others who are passionate about improving safety in their workplaces! #SafetyCulture #HumanAndOrganizationalPerformance #HOP #WorkplaceSafety #Leadership #ContinuousImprovement #SafetyManagement #Podcast
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Mito 12 - Resiliência e Cultura de segurança são palavras da moda.
Neste episódio discuto o mito #12 do livro Safety Mith 101 do meu amigo Carsten Busch dando sequência a nossa série.Para mandar seu comentário em aúdio para o episódio, mande uma msg de Whats App para 11 94174-7512.Não esqueça de me seguir no Spotify.Grande abraço.
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O que HOP não é!
Neste episódio abordo o que definitivamente não é HOP apesar de muita gente insistir de que pratica HOP, na verdade a filosofia tem sido muito mal difundida na ânsia de se fazer parecer melhor ou pior do que é.
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Mito 11: Slogans são uma ótima maneira de aumentar a segurança
Neste episódio visito o tema dos slogans em segurança e sua real efetividade.
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Lugar de profissional de segurança é no campo!
Neste episódio discuto a importância da presença dos profissionais de segurança no trabalho na frente de trabalho!
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Dicas para Learning Teams (Grupos de aprendizagem) mais efetivos!
Neste episódio dou dicas valiosas sobre como melhorar seus grupos de aprendizagem!
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Psychological safety is growing, tks God!
In this engaging episode we delve into the concept of psychological safety with professional environments!
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DDS Diferente!
Neste episódio discutimos a efetividade de uma das ferramentas mais populares no mundo da segurança, o famoso DDS - Diálogo Diário de Segurança!
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Velocidade não é pressa em segurança no trabalho!
Neste episódio discuto a pressão por reportes rápidos e os malefícios que podem causar!
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Ep.2 - É possível evoluir replicando/mantendo as mesmas técnicas e ferramentas organizacionais do passado?
Neste episódio, vamos desvendar através do artigo científico "Largue suas Ferramentas: Uma Alegoria para Estudos Organizacionais - de Karl Weick 1996. Neste episódio vamos discutir a complexidade da evolução organizacional e o papel das técnicas e ferramentas tradicionais neste processo em 4 momentos. 1. importância da flexibilidade e adaptabilidade na evolução organizacional, 2. potenciais consequências de não adaptar e evoluir em resposta a circunstâncias em mudança.. 3. Em seguida, vamos explorar as razões psicológicas e sociais que nos fazem nos apegar a ferramentas e técnicas familiares, e as 10 razões apresentadas por Weick sobre por que indivíduos e organizações resistem a largar suas ferramentas, o que vão desde identidade e controle até dinâmicas sociais e medo de fracasso. o Algumas dessas razões serão discutida com exemplos práticos para ilustrar os pontos. 4. Finalmente, vamos concluir com uma reflexão sobre a necessidade de equilibrar a preservação das técnicas e ferramentas tradicionais com a disposição para abraçar novas abordagens. Através desta discussão, esperamos proporcionar uma nova perspectiva sobre a questão da evolução organizacional e a importância de estar disposto a 'largar nossas ferramentas', metaforicamente falando, para abraçar a mudança e o progresso.
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Será que todos os indicadores de segurança no verde significa que a segurança vai bem?
Vamos discutir se sabemos lidar com tudo indo bem, supostamente!
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Percepção de riscos é a chave mestra para a segurança no trabalho. Será?
Neste episódio elaboro minha ideia sobre a importância que é dada à percepção de riscos durante a análise de eventos indejesados.
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Mito 10 - Absolutos são um sinal de comunicações claras e firmes
Neste episódio discutimos os prós e contras de comunicações absolutas em segurança no trabalho.
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Mito 9 - Faça o mais simples possível.
Neste episódio abordaremos as vantagens de tornar a segurança o mais simples possível.
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Acidente de trem em Larissa Grécia, o básico funciona mesmo?
Neste episódio analiso um pouco do terrível acidente de trem ocorrido em Larissa na Grécia e que tipo de ações e possíveis causas foram levantadas, será que é o suficiente?
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Mito 8 - Jargões difíceis demonstram competência.
Neste episódio abordaremos a utilização exagerada de jargões difíceis como prova de competência em segurança no trabalho.
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Mito 7 - A Linguagem não importa.
Neste episódio debatemos o 7º mito da segurança, falaremos de linguagem e comunicação.
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