PODCAST · news
Make Celas Great Again
by Make Celas Great Again
Primeiro segmento pseudo-noticioso em Coimbra que trata os assuntos com a leveza que merecem.
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T3 Episódio 13 - Um Ano, 43 Episódios em 52 Semanas! Penedo com a Saudade a Bater Forte; Recomendações e o que Está por Vir.
Faz um ano: 30 de abril de 2025 nascia esta tasca sonora — 43 episódios depois, quase 22 horas (1313 minutos) e perto de 10 mil audições, seguimos vivos e minimamente recomendáveis. Bem-vindos ao 13º e último episódio da temporada 3 do Make Celas Great Again.Tema da semana: o Penedo da Saudade — que já foi Pedra do Vento, depois Penedo do Vento e só mais tarde ganhou a melancolia oficial. De bosque desordeiro e romântico a jardim domesticado, com chalets “abomináveis”, urbanização à pressa e lápides poéticas a mais — o progresso coimbrão a fazer o que melhor sabe: polir até tirar graça. Pelo meio, bustos roubados e ideias eternamente adiadas.Para fechar: festa na Estação Nova de Coimbra - Bash Fest - e concerto dos The Walks no Salão Brazil, com dez anos de “Fool’s Gold” e primeira parte dos Triste Feia — porque, apesar de tudo, Coimbra ainda vai dando sinais de vida.
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T3 Episódio 12 - Cindazunda; Pinhal de Marrocos; O Mondego Corre ao Contrário e Coimbra BD e Burger Cup
Entre lendas dignas de Game of Thrones e teorias heráldicas, afinal quem manda no brasão — a mítica Cindazunda ou a esquecida deusa Trebaruna? Pelo meio, um rei bárbaro apaixonado, um rio tingido de sangue e uma cidade que gosta tanto de histórias que às vezes se esquece de as confirmar.Descemos depois à terra firme com os mártires de Marrocos — cinco franciscanos que passaram por Coimbra antes de morrerem em missão e acabarem por influenciar até Santo António de Lisboa. E sim, o Pinhal de Marrocos não é só um nome estranho — é memória histórica com séculos.E fechamos com ciência que parece magia: o Rio Mondego “a correr ao contrário” — não é milagre, é física com pinta. Como sugestões, ainda há Coimbra BD 2026 e Portugal Burger Cup 2026, porque Coimbra tanto discute deuses antigos como hambúrgueres modernos.
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T3 Episódio 11 - Casa do Cinema de Coimbra; Baseball em Coimbra; Arrabaldes e Mix de Sugestões
O cinema em Coimbra chegou no início do século XX em teatros e salões adaptados, ganhando força com salas como o Cinema Tivoli, o Avenida e o Sousa Bastos, que marcaram décadas de ouro até aos anos 80/90. Com o tempo, transformações, abandono e a chegada dos multiplex levaram ao desaparecimento destas salas históricas.Hoje, a cidade vive entre o consumo massificado dos centros comerciais e uma tentativa de resistência cultural com a Casa do Cinema de Coimbra, aberta em 2021 nas antigas Galerias Avenida. É o principal espaço dedicado ao cinema de autor e português.Já o basebol em Coimbra é praticamente sinónimo da Associação Académica de Coimbra, que introduziu e dominou a modalidade em Portugal desde os anos 90. Apesar de ser um desporto minoritário, a Académica acumulou títulos nacionais e mantém viva uma prática que, tal como o cinema de autor na cidade, sobrevive mais por paixão do que por escala.Visitamos ainda os arrabaldes e deixamo-vos com sugestões musicais para o fim-de-semana.
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T3 Episódio 10 - 10 Anos do Convento de São Francisco
Do convento medieval fundado em 1247 à fábrica têxtil, fábrica de massas e, finalmente, centro cultural, o Convento de São Francisco é um verdadeiro sobrevivente da história — adaptou-se a tudo, menos talvez às expectativas criadas em 2016. A reabilitação milionária trouxe um espaço com condições raras em Portugal, capaz de receber ópera, grandes concertos ou dança internacional, e nos primeiros tempos até deu sinais de vida com casas cheias e nomes sonantes.Mas depois entrou em cena o clássico enredo coimbrão: instabilidade, direções relâmpago e decisões difíceis de explicar. Em vez de afirmação consistente, assistiu-se a um carrossel de programações e a um progressivo esvaziamento de ambição — curioso para um equipamento pensado para jogar na “Champions League” cultural, mas que muitas vezes parece contente em disputar o campeonato distrital.Dez anos depois, o balanço fica agridoce: há infraestrutura, há histórico, há potencial mais do que suficiente… falta é visão contínua e coragem para o usar a sério. Porque, no fundo, Coimbra conseguiu o mais difícil - construir o palco - e tropeça sempre no mesmo: decidir o que fazer com ele.
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T3 Episódio 9 - Os archeiros da universidade; Ferreira Borges e Visconde da Luz; Futricas e Chibatas; a Páscoa é o novo Verão;
Os Archeiros da Universidade de Coimbra são basicamente seguranças medievais reformados: já foram polícia a sério, hoje recebem turistas com alabardas e ar solene. O nome engana — de arqueiros não têm nada — mas a tradição ficou, como tantas outras coisas nesta casa.Depois passeamos pela José Ferreira Borges e Joaquim António Velez Barreiros, duas das artérias mais importantes da cidade atribuídas a dois ilustres… desconhecidos. Toponímia à base de “fez um favor, leva uma rua”.Vamos ainda perceber que a Páscoa é o novo Verão, na cidade onde nada de se passa.Fecha-se com o clássico caos identitário coimbrão — salatinas, chibatas e futricas — e um anúncio importante para toda a tripulação, “podem limitar-nos mas não nos calam!”
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T3 Episódio 8 - Trolley-omnibus; Há CIC? Houve; Ligar com; Recomendações e Anaquim Skywalker
O episódio revisita a história dos troleicarros em Coimbra, quase únicos em Portugal e na Europa, desde o início no século XX até ao auge nos anos 90 e posterior declínio com a aposta nos autocarros. Segue-se a memória da Feira Comercial e Industrial de Coimbra, criada pela ACIC, que durante décadas foi um dos maiores eventos locais, reunindo empresas, animação e milhares de visitantes, antes de perder força nos anos mais recentes.O episódio termina com sugestões culturais e musicais, destacando a banda Anaquim, mantendo o registo nostálgico e crítico sobre a vida e história da cidade.
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T3 Episódio 7 - Estrelas Michelin; Demos uma de Walter White; Rádio Alcatifa; Recomendações e Franz Ferdinand
No primeiro tema, fazemos a pergunta que dói: porque é que Coimbra continua sem Estrela Michelin? O problema parece ser o costume: pouca projeção, pouca máquina, e aquela sina de Coimbra — qualidade existe, hype é que nem por isso.Depois viajamos até ao Laboratório Chimico, basicamente o “Walter White approved” do século XVIII. Construído na era do Marquês de Pombal, é um dos raros laboratórios históricos ainda de pé, cheio de histórias e paredes com segredos jesuítas.No momento da semana falamos da “Rádio Alcatifa” e fechamos com recomendações: o Café Curto, que tem feito mais pela música emergente do que muita instituição, e ainda uma sugestão sonora “made in Coimbra” com cheirinho a Franz Ferdinand. Podemos não ter estrelas Michelin, mas pelo menos ainda vamos tendo boa música.
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T3 Episódio 6 - FEB outra vez?!; Napolitano, Munich e Tamoeiro; Ruas Profissionais; Harry Potter; Doc Coimbra e Neve em Nova Iorque
Depois de no primeiro episódio desta terceira temporada termos contado a história dos Cafés Fábrica Estrela da Beira, fomos convidados a visitar as instalações da Cafés Fábrica Estrela da Beira. Entre o cheiro intenso a café e uma linha de produção quase toda automatizada, ficámos a conhecer melhor a empresa.Depois entramos no curioso universo dos nomes de restaurantes da cidade: o Napolitano que não é pizzaria, a marisqueira Munich sem mar por perto, ou o Dom Duarte II que nos deixa sempre a perguntar onde ficou o primeiro. Por fim, olhamos para as ruas da Baixa e para a sua origem medieval: Sapateiros, Azeiteiras, Louça ou Padeiras lembram os antigos mesteres que ali se concentravam, quando artesãos e mercadores se agrupavam por profissão. Caminhar por estas ruas é, no fundo, atravessar um mapa vivo da economia antiga de Coimbra.
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T3 Episódio 5 - A Jerusalém de Portugal; Doppo; Batman; Ceira Rock Fest e Orgãos Genitais.
Poderá Coimbra ser a Jerusalém de Portugal? A propósito da cruz-relicário do Santo Lenho guardada no Museu Nacional de Machado de Castro. Entre fé, história e cepticismo saudável, fica a ideia: afinal há mais místicismo na cidade.Depois vamos até à Doppo Geladaria, fundada por Fernando Castelo Branco. Uma casa que facilmente seria “a melhor do país” se tivesse nascido em Cascais ou Braga, mas que teve a ousadia de abrir em Coimbra. Falamos da história do gelado desde a China antiga até Itália e atiramos a eterna farpa: por cá fazem-se coisas extraordinárias, só falta o resto do país dar por isso.Fechamos com morcegos na Universidade de Coimbra (sim, guardiões noturnos da biblioteca), recomendação do Ceira Rock Fest e banda sonora irreverente com “Órgãos Genitais” dos Joane e o Amendoim Saltitante — porque em Coimbra até o surreal é património.
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T3 Episódio 4 - Assassinato em Condeixa; Louis Armstrong canta Coimbra; Calhabé; Escape Rooms e Go Go Dancer
Dennis Vigo e Julio Soriano revisitam episódios antigos e mergulham na história dos Divodignos, sociedade secreta liberal ligada à Carbonária que, em 1828, atacou uma comitiva miguelista em Condeixa. Depois falam da canção de Coimbra, de Raul Ferrão, eternizada por Amália Rodrigues e transformada em fenómeno internacional como “April in Portugal”, com versões de nomes como Louis Armstrong.No final, recuperam a origem do nome Calhabé, associada a um taberneiro do século XVIII, fechando o episódio entre música e enigmas.
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T3 Episódio 3 - O Uísque de Coimbra; Sushis; Sollum e Recomendações
João Santos e Luís Cavaleiro regressam à adega digital para provar que Coimbra já dá para um menu completo: bacalhau, café e agora até whisky. O destaque vai para o Black Wolf, o primeiro whisky conimbricense, feito em Sargento-Mor.Depois fala-se sobre os sushis em Coimbra, ou a falta deles e a pergunta existencial: qual é o restaurante que mais falta faz à cidade?Fecha-se com delírios sobre a Sollum, sim com dois L’s, recomendações culturais e a conclusão de sempre: Coimbra tanto produz coisas boas… como saudades do que já desapareceu.
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T3 Episódio 2 - A mais antiga? Afinal não; Jogos de Coimbra; A Capital e Recomendações
Neste episódio metemo-nos em terreno minado e declaramos, com a tranquilidade de quem gosta de arranjar sarilhos: a universidade mais antiga de Portugal é de Lisboa — e Coimbra anda há séculos a viver de uma narrativa romantizada. Pelo caminho, lembramos os Jogos de Coimbra, quando ainda se fazia desporto sem apps, sem influencers e com prisioneiros ao barulho. Tudo isto com nostalgia mal resolvida, provocações à capital e a sensação persistente de que esta cidade prefere viver da glória passada do que inventar o futuro.
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T3 Episódio 1 - caFEB, TAPSi - A Uber do Calhabé, Arnado e Drunken Sailors
No arranque oficial da terceira temporada, falamos de duas instituições improváveis da vida moderna coimbrã: o café que ainda sabe a café (FEB) e a app de táxis que ainda ninguém conhece (TAPSi). Pelo meio, aprendemos como se torra um grão sem o queimar, lamentamos que Coimbra trate as suas marcas como trata os seus artistas — com indiferença militante — e celebramos o empreendedorismo local como se fosse um avistamento raro.Tudo isto sem esquecer a recomendação da semana e ainda uma nova rubrica que vai de certeza agradar aos indefectíveis ouvintes.
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T3 Episódio 0 - Entrevista-de-tamanho-agradavelmente-considerável | Jovens do TUMO
Neste episódio damos o microfone a quatro jovens do TUMO, vindos da Brotero, José Falcão e D. Maria, para perceber o que é Coimbra quando ainda se tem futuro pela frente e ainda não se tem barriga.Falámos de escola, cidade, noites, desporto, Universidade e desse conceito vago chamado “amanhã”, enquanto confrontámos a nossa geração com a deles — spoiler: não saímos necessariamente vencedores.Entre entusiasmo, lucidez e umas quantas verdades inconvenientes, fica o retrato de uma Coimbra vista de baixo para cima, sem nostalgia, mas com bastante noção.
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T2 Episódio 14 (SEASON FINALE) - Luiza de Jesus, Serial Killer à moda de Coimbra
Neste episódio mergulhamos num conto de Natal pouco edificante, passado entre Coimbra e os seus arredores, onde a inocência, a miséria e a brutalidade histórica se encontram à mesa.Revisitamos um Portugal pombalino pobre, desigual e profundamente decrépito, cenário perfeito para uma história, que parece inventada — mas não é.Falamos de Luísa de Jesus, da Roda dos Expostos e de como a cidade guarda fantasmas suficientes para meter qualquer especial de true crime a um canto. Um episódio desconfortável, histórico e inevitavelmente perturbador. Coimbra também é isto.
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T2 Episódio 13 - Cruz de Castelo Viegas, a Maior Banda de Coimbra, Curti de e Matinés Mágicas
No episódio #13, começamos na Cruz de Celas — ou melhor, na falta dela, porque a verdadeira está em exibição nos arrabaldes da cidade. Seguimos para a saga épica da Banda da Paróquia, que passou de improviso em Madrid a hino das JMJ, palcos gigantes, prémios internacionais e vida de quase-rockstars.No momento da semana, discutimos a grande questão nacional: diz-se “curtir” ou “curtir de”?E terminamos com recomendações culturais: Matinée – David Rodrigues e Luis de Matos – Impossível, porque também sabemos fingir que somos gente culta.
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T2 Episódio 12 - Triunfo, Barracos de Natal, a Pandemia Não Acabou, Aldeia Natal
No episódio #12 vasculhamos a Triunfo, a velha fábrica que foi rainha da bolacha, orgulho da Pedrulha e motivo de emprego para meio distrito — até decidir encerrar e deixar para trás um conjunto de ruínas.Depois damos um salto para o espírito da época com o Mercado de Natal, ou o seu sucedâneo barato, um corredor de barracas que promete tudo menos espírito natalício.No Momento da Semana, revisitamos o mítico Restaurante Sereia, que parece ter ficado emocionalmente preso ao estado de emergência: máscara invisível, distâncias regulamentares e aquele charme “COVID nostalgia” que ninguém pediu.E fechamos com a recomendação da semana: a Aldeia de Natal no Portugal dos Pequenitos, onde há concertos, atividades e — claro — uma árvore gigante feita de KitKat, porque Natal sem açúcar não conta.
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T2 Episódio 11 - Bolachas Dinamarquesas, Fado Nosso, A Doida dos Pinhais e Mão Morta
No episódio #11 abrimos com a eterna disputa entre Fado de Coimbra e Fado de Lisboa: capas, serenatas e melancolia académica de um lado; bairros e vida dura do outro.Saltamos depois para a Dan Cake, cuja história vai da Dinamarca a Coimbra, tudo acondicionado na mesma lata de costura.No Momento da Semana, revisitamos a lendária Parva do Tovim, figura meio real, meio fantasiada, que assombrava pinhais.E fechamos a recomendar Mão Morta no Convento São Francisco, para vos aquecer o coração.
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T2 Episódio 10 - Desportozinho em Coimbra, o Primeiro Santo, Laustíbias e Coimbra, Cidade Comédia
Neste episódio, o Make Celas Great Again descobre a única modalidade em que Coimbra ainda ganha alguma coisa - o kayak polo. Falamos de São Teotónio, o primeiro santo português e patrono espiritual de uma cidade que continua a precisar de milagres. No momento da semana, investigamos a origem da palavra laustíbia e mete sexo ao barulho.E fechamos com a visita de Hugo Sousa a Coimbra… numa segunda-feira, claro, porque até o humor, nesta cidade, chega a horas impróprias.
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T2 Episódio 9 - Frente Revolucionária Académica, Sal Grosso, Castanhas Cruas e Comezainas e Música Erudita
Neste episódio, começamos com o Eferreá, o grito académico que ninguém sabe de onde veio, mas toda a gente berra — um misto de revolta brasileira, oralidade coimbrã e muito álcool estudantil. Passamos pela Casa do Sal, porta de entrada da cidade onde nem o sol tem coragem de aparecer, mas onde outrora se guardava o ouro branco da Figueira.Segue-se o momento da semana: castanhas cruas, esse conceito que divide famílias e enfurece gastrónomos — porque há quem jure que são boas, e há quem ache que é preciso estar doente. E porque o estômago também é cultura, destaque para Coimbra Região Gastronómica, um festim de showcookings, vinhos e chefs.Fechamos em tom mais erudito com o Ciclo de Música Orphika, onde Coimbra se transforma num palco de concertos, performances e pretensões culturais.
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T2 Episódio 8 - Os Surfistas Checos, Place du Péage, Bolinhos e Bolinhós e Think, McFly, Think
Começamos com o Grupo de Forcados Amadores Académicos de Coimbra, essa confraria de malucos corajosos que decidiram enfrentar toiros de 600 quilos — desarmados, de azul e com sotaque académico. Depois passamos ao Largo da Portagem, onde o trânsito se arrasta e o “Mata-Frades” observa tudo, impassível. Símbolo de um tempo em que Coimbra ainda tinha rio navegável e políticos de bigode decente.Segue-se o Momento da Semana, dedicado ao Bolinhos e Bolinhós. A versão conimbricense do trick or treat.E para fechar, um salto no tempo — Regresso ao Futuro, 40 anos depois, numa sala de cinema perto de si.
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T2 Episódio 7 - A Cabra (des)conhecida, castelos (des)construídos, azeiteiros e rock super cool
Começamos por um mito que há séculos atormenta turistas e caloiros: A Cabra não é a Torre e o resto é ignorância institucionalizada. Seguimos para o Castelo de Coimbra, ou melhor, o ex-castelo. Sim, houve um castelo, demolido para se construir um observatório que… nunca foi construído. Um clássico português: destruir o velho antes de perceber se o novo vai acontecer. Depois, o perfume da cidade — o lendário cheiro a bagaço de azeitona. Esse bouquet aromático que desperta memórias olfativas entre o Mondego e Alcarraques. Fechamos com cultura viva: Super Bock Super Nova no Salão Brazil. Uma noite de nova música portuguesa, do pop psicadélico ao grunge portuense, porque Coimbra pode cheirar a bagaço, mas ainda soa a futuro.
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T2 Episódio 6 - Mercado, Legumes e Hortaliças, Bairros, Corrida de Bandejas e Stand-Up
Neste episódio do Make Celas Great Again, começamos no Mercado D. Pedro V, essa catedral do peixe e da hortaliça que nasceu da fusão de três mercados e sobreviveu à mítica Revolta do Grelo — sim, Coimbra já fez barricadas por causa de um imposto sobre as vendedeiras. Depois, discutimos qual é o bairro mais bairrista de Coimbra? Celas, Olivais, Baixa, Norton de Matos? O Ingote entra na corrida — mas só se o Outgote aparecer também.No Momento da Semana, lembramos a gloriosa Corrida das Bandejas, tradição em que empregados de café testavam o equilíbrio, a dignidade e os tornozelos.E fechamos com o Caldeiras Comedy Club, onde o humor ferve e o público sai mais leve (ou mais bêbedo). A Praxis também mantém o riso vivo, com as suas noites de stand-up — porque se há coisa que Coimbra precisa, é aprender a rir de si própria.
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T2 Episódio 5 - Coimbra Exploradora, Fernando Baeta Rosa, Hugos, Rauis e Cabritanços e MATE
No episódio #5, da temporada 2, do Make Celas Great Again, mergulhamos no Exploratório de Coimbra, onde os pais fingem interesse nas placas interativas só à espera duma finada na esplanada. Depois, falamos do inevitável Bissaya Barreto — o doutor dos doutores, o homem sem o qual a cidade existiria duma forma muito diferente. Fundou hospitais, maternidades e sanatórios, e ainda teve tempo para miniaturizar o país inteiro no Portugal dos Pequenitos. Um visionário — ou simplesmente alguém com TOC por construir coisas.No Momento da Semana, celebramos o verbo mais coimbrão de todos: cabritar. Porque aqui ninguém “vomita” — em Coimbra cabrita-se, com honra e cadência académica. Um património (i)material digno da UNESCO e dos copos de quinta à noite.E a recomendação da semana vai para o MATE Festival, esse evento onde música, arte, tecnologia e educação se juntam. Entre workshops, painéis e realidade virtual, há espaço para tudo.
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T2 Episódio 4 - Solum, Fanfarronices Mondeguinas, Empalhada e Gordon Sumner
Esta semana, descemos do pedestal e fomos dar uma volta à Solum — outrora descampado e deserto, hoje abastado reduto. Embarcamos, depois, no Basófias, onde o glamour de 1993 ainda resiste. No momento da semana, atacamos a Empalhada onde amendoins e tremoços partilham o mesmo espaço, numa petisqueira promiscuidade. E para fechar com chave de ouro, a Recomendação MCGA: Sting vai à Figueira! Finalmente, uma boa razão para Coimbra esvaziar em peso.
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T2 Episódio 3 - Entrevista-de-tamanho-agradavelmente-considerável | JOEL PEDROSA
Temos hoje connosco, para o dealbar desta nova rubrica que batizámos, à laia das Grandes Entrevistas, a Entrevista-de-tamanho-agradavelmente-considerável, acerca das pessoas que fazem a cidade, independentemente do seu mediatismo. Procuramos aqui trazer aqueles que se distinguem pelo seu trajeto e no reconhecimento que têm pelas gentes em geral, que compõem Coimbra. Gente extraordinária para gente ordinária.Para isso, escolhemos como primeiríssimo convidado: Joel Pedrosa.
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T2 Episódio 2 - A Cartilha, 140 anos e 73 metros, Patrulha Pata e Detox Dominical
Neste episódio começamos com nostalgia pedagógica: João de Deus, essa fábrica de coimbrinhas de gola engomada e pais em BMW a competir pelo título de ”maior do recreio”. Passamos depois para a Mata de Vale de Canas, onde vive um eucalipto de 73 metros — mais alto do que a paciência necessária para arranjar mesa no Peculiar.No momento da semana, mergulhamos na Rotunda dos Patos, o único cruzamento em Portugal onde o trânsito é regulado a grasnadas. E porque não pode ser só cerveja e fado desafinado, fechamos com uma proposta detox: a Corrida Entre Parques, 7 km de suplício urbano disfarçado de saúde e step nas Monumentais.
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T2 - Episódio 1 - Bairro Zé Maria, ESEC TV, Repúblicas e Gingas de Fim-de-Semana
Abrimos a segunda temporada a esmiuçar o bairro mais famoso da cidade — do despejo da Alta a reduto gentrificado com gelados caros e à sombra de samambaias. Passámos pela ESEC TV, esse milagre académico que já dura há mais de 20 anos, e acabámos nas Repúblicas: meio comuna, meio praxe, totalmente Coimbra. Mas serão exclusivas do Mondego? Pelo meio, deixamos recomendações culturais para quem ainda não desistiu de sair de casa.
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T2 Episódio 0 - O Anfitrião Local e A Voz de Fora, Dois Amigos, Um Mote. MCGA com Coolectiva
Naquilo que só podia ser descrito como um prólogo, o Make Celas Great Again decidiu começar a segunda temporada em modo entrevistado. A Coimbra Coolectiva fez-nos a vontade (ou o favor) de ouvir os dois cromos que se escondem por detrás desta saga radiofónica, ainda que continuemos anónimos — como se houvesse multidões ansiosas por saber quem são os responsáveis.Falámos do porquê de termos inventado esta coisa, do como se monta um programa entre a ironia e a má-língua, e de quem somos — sem nunca dizer quem somos. Ficou claro que o segredo do sucesso é não haver segredo nenhum, apenas dois amigos com demasiado tempo livre e um microfone à frente.É o “episódio 0”, porque não tinha outra forma de caber em lado nenhum, mas também porque qualquer série precisa de uma introdução. A nossa veio com a Coimbra Coolectiva, servida como aperitivo para a rentrée da temporada 2. Afinal, se a vida não nos dá visibilidade, ao menos que nos dê o estatuto de lenda urbana.
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Episódio 14 - Figueira Reloaded - A Viagem Continua
Há verões que nunca acabam. Ou talvez seja a Figueira que não nos deixa sair dele. Voltamos à terra onde o vento aplica a exfoliação natural, a estrada do Enforca-Cães, agora lisinha, continua a cheirar a infância. A Casa dos Cogumelos ainda espreita lá ao longe, tão misteriosa como sempre, como se soubesse segredos que nós só suspeitamos.Comer pela Figueira é desporto radical. As pizzarias discutem entre si quem tem o pior nome, a pizza mais alta ou a esplanada mais minúscula. As hamburguerias são viagens no tempo: umas nunca fecham, outras nunca sabemos se abrem, e há sempre um cone de batata frita atolado em molho a lembrar-nos que fast food pode ser arte, se tiver história.Peixe fresco existe – mas é preciso sorte, paciência e ouvidos de ferro para aguentar os impropérios que voam da cozinha. Petiscos também, mas nem sempre sabemos se estamos num restaurante, numa tasca ou numa prova de resistência etílica. E há sítios onde a carta de vinhos vale mais que a ementa, e a carne sabe a redenção.No fim, é sempre igual: marisco aos molhos, areia na toalha, um vento que parece pessoalmente ofendido connosco… e aquela sensação de que a Figueira é um lugar onde tudo muda para que continue exatamente na mesma – e onde, apesar de tudo, já estamos a pensar quando voltamos.
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Episódio 13 - Coimbra B! Coimbra B! Vai dar entrada na linha nº2 o comboio com destino à Figueira da Foz, com paragem em todas as estações e apeadeiros, passando por Alfarelos.
Neste episódio, apanhamos o velho comboio da memória e descemos até à Figueira, esse santuário estival dos coimbrinhas em calções. Recordamos a romaria sagrada pela Nacional 111 — com paragens obrigatórias em pastéis e queijadas que valem mais que muitos doutoramentos. Entre salões de jogos decadentes, anões mitras, hambúrgueres do Cocktail, revivemos as férias onde se perdia a inocência e a dignidade numa noite só. Tudo isto embrulhado no areal infindável, debaixo da Nortada que esfrega o lombo como lixa nº 40, e com a acidez habitual que só um verdadeiro coimbrinha sabe servir, frio como um Safari-Cola mal misturado do DOX.
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Episódio 12 - Soltem os Prisioneiros, Choupal, Sabes quem é o Boda? e Lojas Históricas de Coimbra, o livro
Neste episódio, espreitamos os bastidores da Penitenciária de Coimbra – essa instituição centenária que produz candeeiros, móveis de museu e queijadas, tudo com mãos reclusas e precisão suíça. Um verdadeiro IKEA do Estado com grades e supervisão mínima.Depois, damos uma corrida mental pelo Choupal, essa mata que foi plantada para domar o Mondego e acabou como passadeira de jogging, namoro adolescente e, ocasionalmente, pequenos crimes.Recordamos ainda o “Boda”, figura lendária do recreio dos anos 90, mistura de obscenidade infantil e tradição oral em verso sujo, muito antes de haver TikTok para educar as massas.E fechamos com um mergulho nostálgico nas Lojas Históricas de Coimbra, num livro que nos lembra que o comércio local é mais velho e mais resiliente do que muitos cursos da Faculdade de Letras.Tudo com o habitual equilíbrio entre carinho e crueldade.
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Episódio 11 - Padeleiros Conimbricenses, o Menino da Lágrima de Coimbra, Pé de Ladrão e Festival M
A cidade está às moscas — a estudantada já partiu, os festivais ainda não chegaram, e sobra-nos este oásis radiofónico para aguentar o calor e o tédio. Neste episódio, mergulhamos na febre do padel, essa mistura improvável entre Tinder, networking do pobre e ginásio para gente que detesta suar. Com mais campos do que cafés por metro quadrado, Coimbra confirma-se como capital do montanhismo social.Depois, recuamos no tempo com o quadro de Coimbra do século XVI, onde já se adivinhavam as promessas vãs e os problemas estruturais de sempre, agora com a vantagem de termos Metro e um estádio. Falamos de ilhéus desaparecidos no Mondego, sonhos húmidos de Manhattan coimbrã e visões distópicas de uma Alcatraz em pleno Mondego.A expressão “pé de ladrão” também vai a dissecar: é regionalismo patusco ou usado nacionalmente? E será que os próprios ladrões a usam… ou riem-se dela enquanto nos levam o quadro do Georg Braun?Para terminar, recomendação cultural com o regresso do Festival M à Praia Fluvial de Torres do Mondego: dois dias de música indie-chique, natureza domesticada e liberdade supervisionada. Entrada livre, mas com forte risco de avistamento de crocs em estado líquido.
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Episódio 10 - Eros e Afrodite na Saragoça, RUC’n’Roll, Cozido e Feira Popular com o King
Chegámos à dezena! Quem diria que o nosso Make Celas Great Again iria tão longe? Pois é, 10 episódios a descobrir os recantos, as loucuras, as histórias e as idiossincrasias desta cidade.Neste episódio, embarcamos numa viagem que começa numa escadaria discreta da Rua Saragoça, onde entre aquecedores de gervásios se encontra o Museu Erótico de Coimbra — sim, leste bem, há vida além cidade conservadora.Depois, mergulhamos nas ondas sonoras da RUC, que mais do que uma estação é um autêntico património vivo da rádio portuguesa.Depois, sentamos à mesa com o prato mais consensualmente polémico da gastronomia portuguesa: o cozido à portuguesa. Schiuuu… aqui entre nós: as pessoas não gostam do cozido. Gostam é daquela orgia de enchidos e gorduras cozidas ou não.E para fechar, a Feira Popular está aí para animar a cidade, com o “King”, o braço radical que promete arrancar gritos até aos mais intrépidos. A 75ª edição traz tudo isso, e mais, com concertos e farturas.Acompanhem-nos, que a festa está só a começar.
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Episódio 9 - Touradas no Coliseu, Martim Targaryen de Freitas, Sobremesa de Pobre e Glu Glu, o Peru Bêbedo
Neste nono episódio, começamos com a Praça de Touros, ou melhor, o Coliseu de Coimbra — uma arena monumental erguida nos anos 20 que durou menos que um curso de Medicina. Relembramos o lendário Martim de Freitas, bouncer do castelo e símbolo de lealdade, com direito a cerco, chaves e drama quase Game of Thrones. Damos uma colherada amarga no arroz doce à moda de Coimbra, que tem a consistência emocional de um empadão de arroz esquecido no frio. E fechamos com o Festival Glu Glu, evento vínico com nome de som onomatopaico de peru, mais uma oportunidade de beber em público com desculpa cultural. Spoiler: também falamos da Madeira, porque entre vinho e poncha, não resistimos.. Como sempre, sem censura — e com amor-ódio a esta terra de encantos e entulho.
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Episódio 8 - Feira do Livro, San Fernando, Rua Direita e Fogueiras
Neste oitavo episódio, entre fogueiras e livros, mas sem censura, desatamos a língua. Começamos por folhear a Feira do Livro, agora espalhada em três largos para parecer que a Baixa tem gente. De seguida, fazemos uma viagem teológica com António, que começou Fernando nos Olivais e acabou em Pádua. No momento da semana, a famosa Rua Direita — que afinal não foi só um bordel a céu aberto, mas sim o coração histórico das vilas medievais (com um toque de comércio carnal). E fechamos com bailaricos e fogueiras, tradição e contemporaneidade . Tudo isto com a acidez habitual e o amor-ódio a Coimbra que só nós sabemos servir.
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Episódio 7 - Números e expectativas, Labaredas na Praça, Croquetes finos e rudes, United Beer Fest
Celebramos o estrelato internacional deste podcast absolutamente essencial à sobrevivência cultural de Coimbra, com ouvintes da Noruega ao Vietname (a sério, isto está a virar culto). Revisitamos uma tragédia em plena Praça da República onde os bombeiros confundiram demonstração com imolação, debatemos o verdadeiro escândalo nacional — croquetes com mostarda, sim ou não — e terminamos de copo na mão no Praxis Beer Fest, onde Coimbra tenta recuperar o que perdeu há séculos: o título de capital… da jola.
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Episódio 6 - Moluscos gastrópodes, o mito dos Olivais, todo o furo é feriado, mas nem todo o feriado é furo, farturas e Espírito Santo
De caracóis com fino à memória dos carrinhos de choque dos Olivais, passando por rivalidades basquetebolistas e ontologias escolares sobre furos e feriados, este episódio é um tributo ao calor, ao bairro e ao petisco. Falamos de moluscos, revisitamos a lenda das basquetebolistas de Coimbra e teorizamos sobre as subtilezas do horário letivo. Tudo com a classe de sempre e uma pitada de nostalgia açucarada — cortesia das farturas da Tânia.
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Episódio 5 - Rosas & Armas, o Tritão, Beira da Estrada, Condeixa Capital do Rock
Neste quinto episódio de Make Celas Great Again, dissecamos o investimento camarário no concerto dos Guns N’ Roses: 450 mil euros que afinal não são 450 mil euros, mas também não são trocos. Falamos ainda do famoso Jardim da Sereia, que deve o nome a um tritão decapitado — uma confusão mitológica bem à moda de Coimbra. Passamos pela delicada arte de usar “à beira” sem acabar na Estrada da Beira, e fechamos com o Rock dos Romanos, o festival que já enfrentou ciclones, pandemias e duetos inesperados — tudo isto em Condeixa, essa grande metrópole.
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Episódio 4 – Zorro, Tornado e Rebolim, Calcio em Coimbra, Queima, Crocodildos e Advérbios
Neste episódio: a eterna rivalidade entre as praias fluviais de Coimbra — Rebolim, com betos e bar, versus Zorro, com caracóis e alma popular. Recordamos Jorge Humberto, o académico que trocou a República pela Serie A, muito antes de Cristiano Ronaldo pensar em gel. Fazemos leitura semi-crítica do cartaz da Queima (spoiler: Natasha Bedingfield ressuscitou), elogiamos ainda o disco Crocodildo só pelo nome e, por fim, esclarecemos o que só a gramática e a má educação ainda confundem: "anteontem" não é o mesmo que "antes de ontem", seus bárbaros.
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Episódio 3 – Transplantes voadores, Catacumbas, Mamíferos caniformes verdes, Coimbrismos e Salatinas.
Neste terceiro episódio de Make Celas Great Again, Filipe Luís e Carlos Alves trocam bisturis verbais sobre helicópteros de transplantes (voam? não voam?), catacumbas que não são catacumbas, e ursos de relva sintética com mais vidas que um gato. Pelo meio, descobrimos o glorioso passado etimológico do “jacó” (não, não é um primo do Ecoponto) e mergulhamos no salatino espírito de uma Coimbra que ainda sabe de onde vem — mesmo que não saiba bem para onde vai. Um episódio que vale por três túneis, dois fígados e um Tesla em segunda fila.
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Episódio 2 - Elton John, Papel higiénico, boutiques de carne, cabides e ladeiras
No segundo episódio de Make Celas Great Again, Carlos Alberto e António Caeiro destrinçam os grandes temas da semana coimbrã: do blackout apocalíptico que pôs a cidade a correr por papel higiénico e fatias de pão embalado, ao mistério interplanetário da boutique de carnes. Há ainda tempo para duelos lexicais entre cruzeta e cabide, uma visita ao mundo retro do Street Gaming no Alma e um mergulho profundo (ou talvez só à superfície) na cartografia sentimental da Rua do Brasil. Humor fino, ironia afiada e um toque de nonsense — tudo no vosso hebdomadário de confiança.
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Primeiro Episódio de muitos... ou não! Cerveja, hackers, banda desenhada, expressões populares e muito mais, no Coimbrão!
Episódio 1 do podcast que Coimbra precisava... mas que não sabia que precisava. Um olhar crítico e nada tendencioso sobre cerveja, hackers, banda desenhada e expressões populares. Esta bela cidade nunca mais será a mesma!!
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Primeiro segmento pseudo-noticioso em Coimbra que trata os assuntos com a leveza que merecem.
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