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Papo com a Rede
by Papo com a Rede
Inclusão da pessoa com deficiência
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Leusa Borges entrevista Luna Vasconselos
Hoje Leuza Borges bate um papo com Luna Vasconcelos e seus pais. Um momento descontraído de conhecimento e muita concentração. Luna gosta de viajar, contar histórias, escrever e ler o máximo possível. como qualquer outra. Gosta de brincar, de estar com os amigos e o principal é, ela gosta do balanço que fica no quintal dela. Luna sabe viver. Viajar é a coisa que ela mais gosta de fazer. Isso não tem como esconder. Na região Nordeste, Luna já viajou para vários lugares. Amou estar no Rio de Janeiro em alguns momentos. Até falou que o pai dela é um pouco medroso. Faz parte. Dá pra ver o amor, a sinceridade, o carinho entre esses três. Luna, seu pai e sua mãe. Escutem, comentem e compartilhem que está bom demais.
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Leuza Borges entrevista Cristina Gonçalves
Hoje o Papo com a Rede será comCristina Gonçalves, uma mulher determinada a garantir espaço tantopara ela quanto para outras pessoas que tenham algum tipo dedeficiência.Cristinafala do amor, da liberdade, da fé, da paz interior, da sua família,amigos, pessoas que lhe deram a mão para se tornar a pessoa que éhoje. Falada necessidade de quem já alcançou seus objetivos, por exemplo, deacessar uma universidade, um bom emprego, contratos, não esquecer dequem vem atrás, pois as mesmas dificuldades passadas por pessoas comdeficiência no em outros tempos, ainda se fazem presentes nos diasatuais. Fala da necessidade de fortalecer o movimento das pessoas comdeficiência, que atualmente na sua concepção está fragilizado,quem sabe, até fragmentado. Cristinadiz que lembra das lutas conscientes, com pessoas fortes quededicavam horas a fins para conquistar direitos. Relembra momentosespecíficos, que fizeram com que tanto ela quanto companheiros deluta reconhecessem que, essa luta foi árdua, mas nós conseguimos.Seguimos, pois juntos somos mais fortes. Cristina Gonçalves fazparte do Movimento Brasileiro de Mulheres Cegas e Com Baixa Visão,que segundo ela foi um divisor de águas na sua vida, além de tambémparticipar de movimentos de cultura. Cristina Gonçalves foi afundadora do Fórum de Cultura.
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Leuza Borges Entrevista Andréa Mesquita
Andréa Mesquita é uma baiana taurina. Adoroa ler, escrever,meditar e compartilhar ideias com todos a sua volta. As características quemais lhe definem são: alegria, determinação, perfeccionismo, estudo,racionalidade, praticidade e intuição. Desde que nasceu convive com uma baixa visão.Costuma dizer que é uma “eterna buscadora de Ser”; uma semeadora de luz, amor econhecimentos! Realiza Atendimentos Terapêuticos ePsicopedagógicos e Consultorias de Audiodescrição. Atua ainda na área dedesenvolvimento humano, com temas ligados à Psicologia, Educação, SaúdeIntegral, Vida Profissional, Espiritualidade Terapêutica, Acessibilidade eInclusão. Acredita na concepção de queo Homem faz parte da Grande Natureza, sendo constituído de quatro dimensõesinterdependentes: a física, a emocional, a mental e a espiritual-energética.Assim, todas as atividades que desenvolve seguem princípios holísticos,filosóficos, humanistas, pedagógicos e sistêmicos, trabalhando o Ser de modointegral!
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Leusa Borges entrevista Doriane Vasconcelos
Hoje, o nosso papo com a Rede será com Doriane Vasconcelos, uma mulher determinada a abraçar todas as oportunidades que chegarem para ela e que possam fazer com que ela cresça enquanto pessoa, é uma excelente profissional e ativista pelos direitos das pessoas com deficiência.Doriane, formada em administração, estudante do curso de Direito pela UFBA, tem formação em várias áreas para atendimento ao público, é consultora em audiodescrição e idealizadora do coletivo Consultores Brasil.Sempre teve como premissa buscar apoio para realizar formações voltadas ao crescimento e desenvolvimento do grupo. Doriane falou abertamente sobre diversos temas, consciente, com liberdade e tranquilidade. Doriane é mulher, mãe e filha de pessoas que sempre a estimularam a se desenvolver e ter autonomia para chegar onde chegou.Convido a todas as pessoas que ouvirem compartilhar esse momento tão especial.
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Quem olha para você não vê uma palestrante
Trazendo para nossos ouvintes um pouco de seu trabalho como palestrante, Leusa Borges é geógrafa, especialista em Educação Especial Inclusiva, ativista Anticapacitista, idealizadora e Coordenadora da Rede PCD Bahia, uma rede de pessoas com deficiência da Bahia. Com experiência em Relação Pessoal e Interpessoal, marketing e comunicação, conhecimento em Sexualidade e Inclusão, cursos especializados em Acessibilidade para Pessoas com Deficiência.
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Leusa Borges entrevista Rosana
Rosana é uma mulher que gosta da alegria tem facilidade em tratar bem as pessoas ama música em especial reggae e samba, tem como ler na sua vida o respeito e a amizade de verdade, quebra e a massa no samba e a sobrinha de Moa do Katendê
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Leusa Borges entrevista Musa
No papo de hoje, Leusa Borges entrevista Musa, filha, mãe, mulher, avó, a beleza da flor que fala com muito amor a sua fé e dos seus, tem como premissa na sua vida o respeito e é apaixonada pelo samba.
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Leuza Borges bate um papo com Rita Ribeiro
No papo de hoje temos um convidada mais que especial, Rita Ribeiro, mãe, mulher, artista, ativista, amante da dança de salão e sobre inclusão para Rita se chamou para a festa você tem o dever de convidar para dançar pois muitos confundem inclusão com integração.
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Leuza Borges bate um papo com Jeferson Teles
Olá você ouvinte do Papo com a Rede, estamos de volta! E no episódio de hoje nossa apresentadora Leusa Borges irá bater um papo riquíssimo com o Presidente da Federação Nordestina de Xadrez para Cegos e Baixa visã, Conselheiro Municipal de esporte e Laser de Salvador, Audiodescritor consultor, programador e Professor de Informática e Xadrez, Jeferson Teles.
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Papo com a Rede: Ednilson Sacramento - Promovendo Acessibilidade e Inclusão
No episódio de hoje do Papo com a Rede, Leusa Borges recebe Ednilson Sacramento, jornalista e ativista pelos direitos das pessoas com deficiência. Ednilson compartilha sua experiência como consultor em audiodescrição e sua atuação no grupo Saídas Culturais Acessíveis. Juntos, eles exploram a importância da acessibilidade cultural, os desafios enfrentados e as conquistas alcançadas na luta por uma sociedade mais inclusiva. Não perca essa conversa inspiradora sobre como tornar o mundo mais acessível para todos!
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A Luta pelos Direitos das Pessoas com Deficiência: Conversa com Vânia Teixeira
Neste episódio do Papo com a Rede, Leusa Borges entrevista Vânia Teixeira, uma técnica em meio ambiente, mãe e uma das coordenadoras do Fórum Baiano de Pessoas com Deficiência Visual. Vânia compartilha suas experiências e esforços na luta pela garantia dos direitos das pessoas com deficiência, revelando os desafios e conquistas na promoção da inclusão e acessibilidade. Junte-se a nós para uma conversa inspiradora sobre ativismo, direitos humanos e o impacto positivo da atuação de Vânia no cenário baiano e além.
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Uma Conversa com o Advogado e Ativista Edmundo Xavier
Olá, ouvintes! Sejam muito bem-vindos ao nosso podcast de hoje. Eu sou a Leuza Borges e, no episódio de hoje, temos o prazer de receber um convidado muito especial. Vamos conversar com Edmundo Xavier, um renomado advogado e um incansável ativista pelos direitos das pessoas com deficiência. Edmundo é também um dos coordenadores do Fórum Baiano de Pessoas com Deficiência Visual e tem se destacado na luta pelo acesso e permanência dessas pessoas no emprego.
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Caminhos da Inclusão: Leusa Borges e Luzinete em Jequié
Neste episódio do nosso podcast, Leusa Borges viaja até Jequié para um bate-papo enriquecedor com Luzinete, mãe, atriz e sócia fundadora da Associação Jequieense de Cegos. Juntas, elas exploram o impacto da inclusão e da acessibilidade na vida das pessoas com deficiência visual, discutem os desafios e conquistas de Luzinete em sua jornada para transformar a realidade dos cegos na região. Não perca essa conversa inspiradora e cheia de insights sobre coragem, dedicação e a luta por um mundo mais inclusivo.
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Leuza Borges e Alana exploram o mundo da cultura e educação
Em mais um episódio imperdível, Leuza Borges e Alana se reúnem para uma conversa envolvente sobre cultura, educação e muito mais. Neste podcast, mergulhe em reflexões profundas, insights inspiradores e debates instigantes enquanto as duas especialistas compartilham suas perspectivas únicas e experiências enriquecedoras.
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"Não basta não ser capacitista, precisa ser anticapacitista"
O capacitismo é uma forma de preconceito contra pessoas com deficiência, que envolve uma preconcepção sobre as capacidades que uma pessoa tem ou não devido a uma deficiência, e geralmente reduz uma pessoa a essa limitação física..
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Família, sociedade e estado. Qual é a importância desses três elementos para combater o Capacitismo?
Nesse episódio, Leusa Borges., com o auxílio de Luiz Henrique, explica como a Família, Sociedade e Estado, são importantes para combater o Capacitismo. www.redepcdbrasil.com
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A importância das Redes na garantia dos direitos da Pessoa com Deficiência
Nesse episódio Leuza Borges, conversa com Karla Muniz, mestre em educação e com o presidente da APAE de Governador Mangabeira, Francisco Pereira, o papo é a respeito dá garantia dos direitos da Pessoa com Deficiência e o papel do Estado nessas ações.
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Reflexão sobre pandemia e violência contra a pessoa com deficiência
Descrição da foto do post, Leuza Borges mulher negra em um fundo verde. Foto \ arquivo pessoal Por: Leuza Borges – Coordenadora da Rede PCD BA A organização de uma sociedade está na forma como os representantes tratam seus cidadãos, pois a relação de cuidado que um país deve ter com o povo, precisa estar evidente diante de qualquer situação. Dessa forma é válido analisar a maneira como as questões relacionadas a pessoa com deficiência, em seus lares vem sendo observadas, visando contribuir positivamente para a proteção deste grupo que em alguns casos mesmo no seio familiar vivem em estado de vulnerabilidade.
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Educação Especial em tempos de pandemia
A educação pública no Brasil, em alguns aspectos tem se configurado como instrumento excludente para a maioria dos estudantes terem acesso a um futuro digno construído a partir da sua trajetória escolar. Trazendo a necessidade de se pensar em estratégias, para melhorar a qualidade da oferta do serviço, visando garantir oportunidades de uma boa aprendizagem a todos sem distinção. Além disso na sociedade atual percebe-se que as classes tem sido organizadas de forma mista compostas por alunos com e sem deficiência, questão que precisa ser observada com cautela para que não fique ninguém de fora de qualquer que seja o planejamento. Referente a esse momento de pandemia, a criação de estratégias para garantir o acesso e permanência da aprendizagem dos estudantes em qualquer que seja o ambiente, é importante pontuar que não tem como pensar em todos de forma generalizada, pois existem as particularidades que precisam ser respeitadas. Isso porque alguns estudantes com deficiência necessitam de adaptações nas atividades ou material de apoio. Além disso é necessário avaliar as possibilidades de acesso as propostas para estudos realizados em casa, por exemplo, o meio utilizado para a disponibilização dos recursos deve ser acessível para que a maioria possa ser contemplada. Assim os estudantes com deficiência terão seus direitos de aprendizagem garantidos, mesmo nesse momento tão difícil em que toda a sociedade tem vivido, isso porque estarão sendo observados como estudantes iguais a quaisquer outros, mas com necessidades especificas. Desse modo a relação entre o segmento da pessoa com deficiência e aqueles que irão buscar formas de favorecer as necessidades básicas da PCD na educação, serão fundamentais para que ocorram planejamentos específicos e palpáveis. Aqui não está sendo posto que a pessoa com deficiência exige privilégios, mas sim respeito as suas necessidades. A isso reconhecendo a fraqueza das instituições responsáveis por garantir educação de qualidade a todos por terem as suas limitações, vê-se aqui um ponto que vale a pena destacar. Este é um déficit, que devemos reconhecer que está para além da educação especial, contudo para as PCD se acentua mais ainda com a pandemia, nesse sentido é interessante aliás pontuar a necessidade de pensar na educação pós pandemia, pois o que antes era difícil de lidar para alguns, no novo normal será mais complicado ainda. Pois imagine, por exemplo, como serão feitas as orientações a uma pessoa surda que utiliza como recurso comunicacional a leitura labial diante de alguém de máscara, pessoas com deficiência intelectual utilizando máscaras de maneira que não venha a se contaminar e nem contaminar o cuidador e as pessoas com deficiência física bem como as cegas que usam frequentemente as mãos para se locomover nas cadeiras de rodas ou manusear as bengalas. As mudanças necessárias podem ocorrer caso haja um trabalho realizado em rede, por exemplo, buscando o apoio dos responsáveis, instituições, conselhos e grupos organizados que trabalham para garantir um resultado satisfatório. Na perspectiva de que seja garantida uma proposta de qualidade para a manutenção dos estudos das pessoas com deficiência, nesse período de pandemia. O governo precisará estabelecer pontes que possam colaborar para a criação de estratégias que irão servir de norte para resolver algumas questões. Junto a isso as pessoas com deficiência e também responsáveis deverão estar atentos para contribuir de forma efetiva na aprendizagem, visando um bom alinhamento entre as partes envolvidas.
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Movimentos sociais: uma crítica relativa à falta de inclusão para as pessoas com deficiência
Autores: Claudileusa dos Santos Borges de Jesus e Luis Henrique Borges de Jesus ([email protected]) ([email protected]) O artigo explica como tem se dado a relação das pessoas com deficiência com outros movimentos sociais. A maioria das pessoas com deficiência que tentam acessar outros movimentos sociais, geralmente reclamam da falta de inclusão e por essa razão é importante discutir sobre o assunto. Qual a relação das pessoas com deficiência com os movimentos sociais? O que pode ser feito para mudar essa realidade? ● Muitas vezes uma luta grande e exaustiva. ● Revela uma sensação de impotência. ● Geralmente excludente. ● Forma de as pessoas com deficiência entenderem um pouco sobre o preconceito que muitas pessoas sem deficiência têm a respeito delas. ● O conhecimento pode reduzir o olhar de preconceito. ● As formas de acessar são várias: estudando, participando dos debates e impondo a sua presença. Para começar, movimentos sociais quer dizer relação entre pessoas, portanto é importante que saibam disso quando forem fazer parte de um. Assim todos deverão ter garantido o direito à participação. Em linhas gerais é necessário entender que os movimentos sociais precisam ser mais democráticos. A ideia é que as pessoas se reúnam com o objetivo de se ouvirem para alcançar objetivos. Os movimentos sociais são essenciais na tarefa de exigir do Estado o reconhecimento dos direitos que compõem a cidadania e para que os próprios cidadãos discutam entre si quais devem ser esses direitos. (Magnoni e Figueiredo, 2018). Conforme explicado acima, todas as pessoas têm direito a plena participação social. Porém essas medidas geralmente ficam apenas no discurso. Algo que normalmente acontece quando pessoas com deficiência tentam fazer parte de outros movimentos sociais.
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Reflexões sobre a pessoa com deficiência no ensino superior
Por: Leuza e Luiz Henrique Borges A construção de uma educação inclusiva requer uma reestruturação dos sistemas de ensino em todos os níveis, viabilizando a inserção e permanência dos alunos mediante às suas necessidades educacionais. No ensino superior, a educação inclusiva tem se configurado na atualidade mediante a democratização dessa modalidade de ensino e desse modo, à universidade não poderá ser indiferente à diversidade.
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Capacitismo: de quem é o lugar de fala e como pode se dar
O Podcast trata de alguns motivos que podem levar uma pessoa a ser capacitista mostrando consequências e sugerindo ações anticapacitistas. Na maioria das vezes quem tem atitudes capacitistas pode ser por falta de orientações corretas a respeito das pessoas com deficiência. Como pode se apresentar o capacitismo e quais as formas de se combater? Quando a pessoa com deficiência é vista a partir da deficiência. Permite a exclusão em espaços limitados a corpos idealizados pela sociedade. Geralmente é demonstrado por sentimento de pena. Forma de preconceito reconhecido na maioria das sociedades. Causa consequências muitas vezes irreparáveis a pessoa com deficiência. Neste episódio, Leuza Borges, graduada em geografia, especialista em ensino especial e inclusivo ,conversou sobre o tema com Luiz Henrique gradoando em Letras Libras.
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No episódio de estreia do Papo com a Rede, Leusa Borges conversor com Lilian Merece, sobre inclusão,
Sobre autora Lilian Merege Biglia nasceu em Itararé, in- terior de São Paulo, em 1962. Graduada em Educação Física e especialista em Atividade Motora Adaptada para Pessoas com Defici- ência, pela UFPR, trabalha há mais de vinte e cinco anos no Instituto Paranaense de Cegos (IPC) em Curitiba. Foi professora de Educa- ção Física por 10 anos (1998-2008) na Clínica Quinta do Sol, atuando no tratamento de al- coolistas e dependentes químicos, e espe- cializou-se em Dependências Químicas pela PUC-PR. É professora, palestrante, coorde- nadora do Grupo de Convivência do IPC e consultora em acessibilidade, educação, rea- bilitação e inclusão da pessoa com deficiên- cia visual. Em 2014, foi homenageada com o Prêmio Cidade de Curitiba pelo trabalho educacional realizado no IPC. Em 2019, foi a vencedora da categoria Educador Inclusivo do Ano, do Prêmio Personalidades Top View - Grupo RIC.
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