Poiema Curitiba

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Poiema Curitiba

Ef 2.10 Porque somos POIEMA de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos.Nosso instagram: @poiemacuritiba

  1. 242

    The Power! - Bruno Dhoar

    O Reino de Deus não se revela em discursos, mas na manifestação do Seu poder transformador em vidas rendidas a Ele. Esse poder não é para pessoas perfeitas, mas para aqueles que reconhecem sua dependência e se tornam vulneráveis diante de Deus, permitindo serem tocados e moldados por Ele. É o Espírito Santo quem nos enche, capacita e fortalece para viver uma fé ousada, marcada por sinais de quem verdadeiramente crê. Crer é confiar que Jesus continua agindo, transformando e realizando o impossível. Por isso, precisamos buscar continuamente a presença do Senhor, porque é na intimidade com Ele que somos fortalecidos, capacitados e conduzidos a viver uma vida cheia do Seu poder.

  2. 241

    O que queres que eu te faça? - Xande Guedes

    O milagre está diretamente ligado à nossa disposição de fé, entrega e posicionamento diante de Jesus. Ele conhece nossas necessidades, mas nos convida a expressar, com fé, aquilo que esperamos dEle. Muitas vezes, o milagre exige atitude — romper barreiras, se aproximar, insistir — como quem decide se arriscar em confiar. No entanto, mais do que realizar algo pontual, Jesus deseja nos conduzir a uma transformação mais profunda, onde o milagre não é apenas o que recebemos, mas o que nos tornamos nEle.

  3. 240

    A responsabilidade da pregação! - André Guedes

    Como as pessoas pedirão ajuda se não crerem? Como crerão se não ouvirem a mensagem? E como ouvirão se ninguém anunciar? Como anunciarão se não forem enviados?Deus ama pessoas, e a missão da igreja é anunciar as boas-novas do evangelho todos os dias. Não podemos perder o amor pelas vidas nem esquecer a responsabilidade de compartilhar aquilo que recebemos: Cristo, o pão vivo que cura, restaura e salva.

  4. 239

    Reconciliados para reconciliar! - Edenilson Braga

    A reconciliação é a obra pela qual Deus, em Sua graça, restaura o relacionamento que foi quebrado pelo pecado. Separados d’Ele, incapazes de voltar por nossos próprios meios, fomos alcançados por meio de Cristo, que assumiu sobre si aquilo que nos afastava.É nessa reconciliação que encontramos nova vida, identidade e acesso livre à presença de Deus, e é também a partir dela que recebemos um chamado: anunciar essa mesma reconciliação ao mundo, vivendo e proclamando a mensagem de que, em Cristo, há caminho de volta para Deus.

  5. 238

    Qual é a minha parte? - Marcela Blasio

    Jesus nos chamou para sermos cooperadores, o que significa não desperdiçar a nova vida que Ele nos deu, mas agir com consciência, compromisso e posicionamento.Cooperar é fazer a nossa parte em todas as áreas, entendendo que o que cabe a nós não pode ser negligenciado. Assim como na história de Lázaro, há coisas que Deus faz, mas há também aquilo que Ele espera que façamos.

  6. 237

    Hoje nada vai estragar meu dia! - Xande Guedes

    A verdadeira alegria não depende das circunstâncias, mas nasce de dentro, como fruto do Espírito. Por isso, não se limita aos momentos em que tudo está bem; ela permanece mesmo em meio às dificuldades. Essa alegria não é superficial nem passageira, mas profunda, capaz de coexistir com desafios sem ser anulada por eles.É uma alegria que resiste e que transforma a forma de enxergar a vida, permitindo seguir adiante com esperança e gratidão a Deus. Só somos plenamente completos nEle!

  7. 236

    Gerir não é gerar! - André Brisa

    Existem dois modelos possíveis de igreja: um estruturado como empresa, centrado na eficiência, na gestão e na aparência de perfeição, e outro fundamentado no padrão bíblico de família, que valoriza relacionamentos, discipulado e crescimento mesmo em meio à imperfeição. Enquanto o primeiro tende a gerar ambientes de controle e máscaras, o segundo acolhe a realidade humana e permite que Deus gere vida por meio de vínculos autênticos e geracionais. A verdadeira transformação não acontece no isolamento nem na busca por uma perfeição artificial, mas no pertencimento e na disposição de ser moldado dentro das relações, seguindo o exemplo de Cristo, que se inseriu na realidade humana para transformá-la a partir de dentro.Nesse processo, as provações e fraquezas têm como finalidade a cura e o aprofundamento da intimidade com Deus. É nas dores e limitações que se abandona um conhecimento superficial e se passa a uma experiência real, onde o poder de Deus se aperfeiçoa. A igreja, portanto, não é formada por pessoas perfeitas, mas por pessoas rendidas, que reconhecem sua dependência e vivem unidas em torno de Cristo.

  8. 235

    O prazer da vida! - Laressa Brisa

    Muitas vezes, idealizamos o prazer e o associamos a conquistas, lugares ou reconhecimentos. No entanto, essas “fatias” da vida — trabalho, relacionamentos ou realizações — não sustentam um prazer verdadeiro e duradouro. Quando colocamos nelas o centro da nossa satisfação, acabamos frustrados, ansiosos e até presos a uma busca constante por recompensas momentâneas.A vida, no entanto, não foi criada para girar em torno de partes, mas de um propósito. Descobri-lo é apenas o começo; é preciso crer nele e amadurecê-lo diariamente, até que possamos, de fato, desfrutá-lo. Quando Deus ocupa o centro, tudo encontra sentido e suficiência. Nesse lugar, entendemos que o verdadeiro prazer não está no que temos, mas em quem somos: filhos de Deus.Muitas vezes, idealizamos o prazer e o associamos a conquistas, lugares ou reconhecimentos. No entanto, essas “fatias” da vida — trabalho, relacionamentos ou realizações — não sustentam um prazer verdadeiro e duradouro. Quando colocamos nelas o centro da nossa satisfação, acabamos frustrados, ansiosos e até presos a uma busca constante por recompensas momentâneas.A vida, no entanto, não foi criada para girar em torno de partes, mas de um propósito. Descobri-lo é apenas o começo; é preciso crer nele e amadurecê-lo diariamente, até que possamos, de fato, desfrutá-lo. Quando Deus ocupa o centro, tudo encontra sentido e suficiência. Nesse lugar, entendemos que o verdadeiro prazer não está no que temos, mas em quem somos: filhos de Deus.

  9. 234

    Do jardim à cruz: a história que Deus não abandonou! - Fabi Pelinson

    Jesus é o descendente prometido. Ele é o Cordeiro, sem defeito, que é entregue no lugar de outros. Ele é o Rei da linhagem de Davi, que não falha e cujo reino não tem fim. Ele é aquEle que estabelece a Nova Aliança, com o seu próprio sangue.É na cruz e na ressurreição que tudo isso se encontra. Aquilo que era promessa se cumpre. O pecado é tratado, o preço é pago, e o acesso a Deus é aberto. Mas a história não termina na cruz. A ressurreição de Jesus é a confirmação de que a obra foi completa, de que a morte não venceu, de que a redenção é real.

  10. 233

    Filhos, perdoados e incluídos! - Thiago Chas

    Jesus está na cruz, com o corpo dilacerado, sangue misturado ao suor e a respiração marcada por dor extrema. Ainda assim, Ele ora: “Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que fazem”. Nessa frase, vemos que Deus é um Pai que se aproxima, que busca relacionamento. Revela também um perdão completo, sem condições, que nos alcança e nos transforma, nos capacitando a perdoar outros.Ao dizer “eles”, Jesus nos inclui — não como acusação, mas como convite à família de Deus. Isso desmonta qualquer sensação de superioridade e nos conduz a um amor verdadeiro. Ao mesmo tempo, essa oração redefine nossa identidade: não somos o que fazemos, nem nossos erros ou acertos, mas quem Deus decidiu que somos antes de qualquer ação, seus filhos.

  11. 232

    Cedo para parar, tarde para desistir! - Xande Guedes

    As fraquezas e adversidades da vida, embora dolorosas, são o palco onde o poder de Deus nos aperfeiçoa; é nesse processo que aprendemos a depender dEle e a reconhecer que é na limitação que nos tornamos fortes em Cristo. Essa compreensão nos conduz a uma postura ativa de fé, na qual deixamos a passividade e assumimos uma vida intencional diante de Deus.Assim, somos chamados a viver com zelo, responsabilidade e constância, tendo Deus como prioridade e cuidando bem daquilo que Ele nos confiou. Uma vida organizada, comprometida e cheia de zelo reflete a glória de Deus e nos conduz a uma caminhada firme, madura e frutífera no cumprimento do nosso chamado!

  12. 231

    Vencedores ou vencidos! - Xande Guedes

    Deus deseja abrir nossos olhos para enxergar a verdade e nossos ouvidos para ouvir corretamente Sua Palavra, em meio a tantas vozes e distrações. Há mudanças que cada pessoa precisa assumir individualmente, respondendo com obediência ao que Deus fala. As bênçãos prometidas estão ligadas a essa postura de ouvir e obedecer ao Senhor. Assim, aproximamo-nos de Deus não por causa de cargos ou serviços na igreja, mas por reconhecer nossa necessidade da Sua graça. Se Cristo nos chama para governar com Ele em todas as esferas da vida, Ele também nos capacita para viver esse chamado.

  13. 230

    Intercessores geracionais - Tiago Chagas

    Todo comportamento tem uma raiz, e essa raiz está na nossa história. As famílias não transmitem apenas sobrenomes; elas transmitem padrões emocionais, espirituais e relacionais que atravessam gerações. Ninguém começa a vida do zero: todos recebemos uma herança dos nossos antepassados. Muitas vezes repetimos esses padrões de forma inconsciente, simplesmente porque foi o que aprendemos e passamos a considerar normal.Por isso, é necessário olhar para a própria história, identificar padrões e reconhecer aquilo que precisa ser transformado. O pertencimento é uma necessidade humana, mas não podemos permanecer ligados a valores que não refletem os valores de Cristo. A salvação é uma porta, mas a transformação é um caminho, e viver uma vida abundante também envolve tratar padrões emocionais que carregamos. Tudo o que não é curado tende a ser repetido, e aquilo que vivemos hoje se torna herança para as próximas gerações. Assumir uma postura de intercessão geracional significa decidir mudar a rota da história, rompendo ciclos e escolhendo construir uma herança diferente para aqueles que virão depois de nós.

  14. 229

    Medo e fé! - Marcela Blasio

    Deus deseja formar em nós um caráter perseverante e nos posicionar como instrumentos do Seu agir. O milagre que recebemos não termina em nós — ele alcança outras pessoas e revela Jesus por meio do nosso testemunho. Somos chamados a parar de apenas reagir às dificuldades e assumir uma postura de fé, entregando tudo nas mãos d’Ele, pois é Jesus quem realiza o milagre.Quando nos posicionamos com coragem e confiança, nossa vida se torna ponte para que muitos conheçam o nome do Senhor.

  15. 228

    Servo ou Senhor? - Edenilson Braga

    O Senhor nos conduz continuamente a um nível mais íntimo e profundo de relacionamento com Ele. Essa intimidade não nasce do acúmulo de informações, mas de um relacionamento vivo e profundo.Em meio a tanta informação disponível, corremos o risco de acreditar que já O conhecemos. Muitas vezes, reduzimos o Senhor àquilo que esperamos que Ele faça por nós, esquecendo que Ele continua sendo soberanamente Deus.

  16. 227

    Um convite para a intimidade! - Mark ShubertUm convite para a intimidade! - Mark Shubert

    Entramos no átrio com ações de graças e louvor, mas há uma dimensão mais profunda da adoração, que ultrapassa as emoções e nos conduz a adorar em espírito e em verdade. O livro de Cântico revela esse relacionamento entre o Rei (figura de Cristo) e a sulamita (figura da igreja), mostrando que Deus nos chama para além de um culto: Ele nos convida à intimidade, à doce experiência da Sua presença. Jesus conhece nossas dores, carrega nossos fardos e nos ama com misericórdia e compaixão. Contudo, há momentos em que parece distante; não por abandono, mas para provar e amadurecer nosso amor, despertando em nós o desejo de buscá-Lo com sinceridade.Esse relacionamento passa por um processo de crescimento: de um amor inicial e imaturo para uma entrega profunda, centrada não mais em nós, mas n’Ele. O deserto, muitas vezes, é o lugar dessa maturidade, onde aprendemos a depender e a nos apoiar no Amado. Deus nos criou para essa comunhão, e a verdadeira intimidade com Cristo contagia outros, despertando neles o desejo de conhecer o Jesus vivo e presente. Assim, somos conduzidos a viver uma experiência cada vez mais profunda de amor, fidelidade e entrega.Entramos no átrio com ações de graças e louvor, mas há uma dimensão mais profunda da adoração, que ultrapassa as emoções e nos conduz a adorar em espírito e em verdade. O livro de Cântico revela esse relacionamento entre o Rei (figura de Cristo) e a sulamita (figura da igreja), mostrando que Deus nos chama para além de um culto: Ele nos convida à intimidade, à doce experiência da Sua presença. Jesus conhece nossas dores, carrega nossos fardos e nos ama com misericórdia e compaixão. Contudo, há momentos em que parece distante; não por abandono, mas para provar e amadurecer nosso amor, despertando em nós o desejo de buscá-Lo com sinceridade.Esse relacionamento passa por um processo de crescimento: de um amor inicial e imaturo para uma entrega profunda, centrada não mais em nós, mas n’Ele. O deserto, muitas vezes, é o lugar dessa maturidade, onde aprendemos a depender e a nos apoiar no Amado. Deus nos criou para essa comunhão, e a verdadeira intimidade com Cristo contagia outros, despertando neles o desejo de conhecer o Jesus vivo e presente. Assim, somos conduzidos a viver uma experiência cada vez mais profunda de amor, fidelidade e entrega.

  17. 226

    O que a unção faz - E o que a Palavra constrói! - Mark ShubertO que a unção faz - E o que a Palavra constrói! - Mark Shubert

    Deus promove mudanças em nossas vidas de duas maneiras. A primeira é por meio da Sua unção e do Seu poder, realizando aquilo que não conseguimos fazer sozinhos. A segunda acontece por meio da Palavra, que nos ensina e nos conduz à maturidade. Como um pai que deseja que o filho aprenda a caminhar com autonomia, Deus espera que desenvolvamos disciplina na busca pelas Escrituras.A transformação não ocorre de forma instantânea, mas em um processo contínuo de renovação da mente, no qual os pensamentos são alinhados à verdade, resultando em mudança de comportamento.

  18. 225

    Do esforço à rendição! - Mark Shubert

    Há encontros com Deus que não terminam; eles continuam ecoando dentro de nós, moldando decisões, reposicionando o coração e redefinindo prioridades. O problema é que, muitas vezes, queremos transformar essas experiências em mérito, como se pudéssemos acessar mais de Deus pelo esforço. Mas não é sobre desempenho, é sobre rendição. Não recebemos mais porque fazemos mais, recebemos mais porque reconhecemos quem somos: filhos.Nossa maior barreira é a dificuldade de abandonar a autossuficiência. Pedimos que Deus mude circunstâncias, enquanto Ele trabalha para mudar nossa postura. Ele já removeu a culpa, já abriu o acesso; o que nos limita é a falta de consciência do que está disponível. Há profundidade além da superfície em que muitas vezes escolhemos permanecer — e o caminho para acessá-la não é força, é entrega.

  19. 224

    Um chamado para a humilhação! - Marcela Blasio

    Nossa natureza é marcada pelo pecado e pelo orgulho, e o encontro com o Espírito Santo é um processo diário de transformação. Esse encontro revela quem realmente somos e nos conduz à humilhação, não à exaltação. O evangelho não é uma troca baseada apenas em receber, mas um chamado à entrega total, à semelhança de Cristo.Somos confrontados a abandonar aquilo que acumulamos e até idolatramos — como experiências, conhecimento e méritos pessoais — reconhecendo que tudo o que temos e somos vem do Senhor. Cristo não pede nosso currículo, mas um coração quebrado, humilde e disposto a ser purificado, pois no Reino a verdadeira grandeza está em servir e se esvaziar diante d’Ele.

  20. 223

    Distraídos demais para perceber! - Thiago Chas

    A história de Noé nos alerta contra a distração espiritual, a perda da escuta sensível à voz de Deus e a obediência parcial. Em um cenário de corrupção e indiferença, Noé andou com Deus, ouviu com clareza e respondeu com obediência contínua, antes mesmo de ver resultados. Sua própria vida foi a mensagem, mostrando que o que nos tornamos fala mais alto do que o que fazemos.Jesus retoma esse exemplo para alertar sobre tempos de distração e banalização do pecado, reforçando a necessidade de vigilância, intimidade e fidelidade. No fim, a pergunta não é o quanto Deus deseja derramar, mas o quanto nosso coração está preparado para sustentar: o chamado é urgente, pessoal e ainda há tempo de nos tornarmos odres novos.

  21. 222

    O Deus que interrompe destinos e que marca histórias! - Ademir Silva

    Em 1 Crônicas 4.9-10, a história de Jabez nos mostra que, embora ele carregasse um nome e um destino associados à dor, escolheu clamar a Deus, reconhecendo que somente Ele poderia transformar sua história. Da mesma forma, sem Jesus, estamos perdidos, mas em Deus há redenção e mudança. O vazio que existe em nós é do tamanho de Deus e apenas Ele pode preenchê-lo plenamente, oferecendo uma vida nova, profunda e transformada, vivida em comunhão e marcada por verdadeira alegria.Nosso maior chamado é amar pessoas, e, nessa caminhada, o próprio Jesus levanta pessoas ao nosso redor para nos fortalecer e nos ajudar a cumprir o propósito para o qual fomos chamados.

  22. 221

    A obediência como caminho de plenitude! - Tiago Chagas

    Estamos vivendo um tempo em que os marcos antigos e morais vêm sendo removidos da sociedade, revelando um verdadeiro derretimento moral. Nesse cenário, perde-se também um conceito fundamental do evangelho: a obediência. A sociedade contemporânea, a partir de uma leitura equivocada da tradição, comporta-se como uma adolescente rebelde, com sérias dificuldades de obedecer. No entanto, Deus nunca abriu mão de sua posição de Senhor sobre a nossa vida, nem nos liberou da obediência. Quando não o obedecemos, estamos, na prática, abrindo mão das bênçãos que acompanham a obediência, pois a condição estabelecida é clara: se amamos a Deus, obedecemos aos seus mandamentos. A evidência que Ele espera é essa — ouvir e praticar.A obediência é o caminho para a plenitude e a resposta natural de reconhecimento por tudo o que recebemos de Jesus, evidenciando o nosso amor por Ele. Se obedecêssemos e guardássemos os mandamentos, o Pai e o Filho fariam morada em nós, porque a obediência é o ambiente da habitação de Deus. Ela não se resume a bom comportamento, mas é o lugar onde a presença do Senhor permanece, onde Ele é honrado e reconhecido como Senhor. A obediência não constrói a nossa relação com Deus, mas revela a relação que já temos com Ele.

  23. 220

    A fé que supera a frustração! - Kezia Neves e Raphael Sens

    Deus não busca pessoas perfeitas, mas disponíveis, que vivam com senso de urgência pelo evangelho e responsabilidade pelo Reino. Trata-se de romper com tudo o que impede uma vivência real, mantendo-nos atentos e com os olhos fixos em Jesus.Para isso, somos chamados a uma fé madura, capaz de suportar a dor. A fé verdadeira não é superficial nem baseada apenas na expectativa de resultados favoráveis; ela persevera no dia mau, certa de que toda dor é passageira e a glória é eterna. As pressões e frustrações não destroem a fé genuína, antes a fortalecem, conduzindo à obediência e a um conhecimento mais profundo de Deus.

  24. 219

    Três visões para 2026! - Claudio Claas

    Em Isaías 6, o profeta vive três visões que revelam um caminho de alinhamento e transformação. A primeira é a visão para o alto, para o Senhor. Esse olhar reposiciona o coração, rompe com o foco no que é passageiro e nos convida a fixar os olhos no que é eterno. Ver Deus é aprender a enxergar a vida a partir do céu, onde está aquilo que não muda e sustenta a nossa esperança.Diante da santidade e da presença de Deus, Isaías passa a ver a si mesmo, reconhecendo o que precisa ser tratado e transformado dentro dele. Em seguida, seu olhar se volta para fora: nasce um coração sensível ao outro e disponível para o envio. Quem vê o Senhor é ajustado por dentro e, então, enviado com propósito, não para condenar, mas para amar e reconciliar.

  25. 218

    Quarta do rompimento | Da razão ao Reino! - Raoni Faria

    Provérbios 3.5 nos chama a uma confiança que vai além da razão humana: confiar no Senhor de todo o coração é abrir mão do controle e deixar de agir apoiados no próprio entendimento. A fé não nasce da autonomia nem da força do nosso braço, mas do relacionamento com Deus, que começa pelo ouvir a Sua Palavra.É na escuta que a fé é gerada e que o coração passa por um processo de metanoia, um rompimento na mentalidade e nas emoções, permitindo que Deus endireite os nossos caminhos.

  26. 217

    A escassez do pão! - Xande Guedes

    Aquilo que está escrito é a Palavra de Deus, e é nela que devemos permanecer. Em meio a distrações, opiniões e ruídos, nosso chamado é simples e firme: guardar a Palavra e ser fiéis até o fim.Vivemos tempos marcados por excesso de informações e notícias difíceis, mas nada disso pode abalar nossa fé. Perseverar até o fim significa manter-se firme, com coragem e serenidade, mesmo diante das provações. Nossa vida precisa estar edificada sobre um único fundamento: Cristo, a rocha. Não há outro alicerce, não há outro evangelho.Não podemos mais viver de migalhas debaixo da mesa; é tempo de sentar à mesa onde Jesus serve um banquete.

  27. 216

    Não saia da torre de vigia! - Xande Guedes

    A oração não existe para satisfazer vontades pessoais, mas para trazer a vontade do céu à terra. A igreja foi levantada como voz profética, não como eco do mundo. O céu é o modelo, e precisamos nos alinhar a ele para viver, responder e governar segundo Deus. Nossa guerra não é contra pessoas, mas espiritual; por isso, não podemos perder o foco em Cristo nem abandonar a vigilância.Tomar o Reino exige vencer a preguiça, as distrações, o cansaço e o desânimo. É permanecer nos decretos do Senhor, sabendo que somos plenamente supridos por Deus para permanecer firmes. Por isso, não devemos abandonar a torre nem a vigilância. É tempo de voltar ao nosso posto, assumir nossa responsabilidade espiritual e permanecer atentos, intercedendo até que o céu se manifeste na terra.

  28. 215

    Chegar é fácil, difícil é se manter! - Xande Guedes

    Que continuemos com o coração aberto e atento para ouvir a Palavra, sensível ao que Deus está revelando, disposto a obedecer e a discernir os tempos conforme as Escrituras. Que toda a confusão e ansiedade que tentam antecipar 2026 sejam silenciadas pela verdade do Senhor. Mesmo que por fora o corpo esteja cansado, por dentro estamos sendo renovados e transformados de glória em glória. Que não nos percamos em distrações, mas sigamos firmes na busca pela presença, onde tudo se alinha e encontra sentido.

  29. 214

    Boa nova de grande alegria! - Thiago Chas

    O Evangelho anuncia o cumprimento da profecia de Isaías: um Menino nasceu. A humanidade, que caminhava em trevas, foi alcançada pela luz que veio ao mundo.Esse Menino é Cristo, o Salvador, chamado Maravilhoso Conselheiro — a própria Sabedoria em meio ao excesso de informações; Deus Forte — aquEle que tem poder para realizar o que planejou; Pai da Eternidade — cujo cuidado não tem prazo de validade; e Príncipe da Paz — não apenas a ausência de conflitos, mas a plenitude da vida.

  30. 213

    Best of you! - Xande Guedes

    Toda a igreja deve ser fundamentada no amor — um amor que nasce de um coração puro, é sustentado por uma boa consciência e se manifesta por meio de uma fé sincera.Somos chamados a amar uns aos outros como Jesus nos amou: de forma plena, sacrificial e verdadeira. Não seremos reconhecidos pelo barulho que fazemos, mas pelo amor que demonstramos uns pelos outros. Amar, nesse sentido, é escolher amar sem medidas, sem exigências e sem a necessidade de ser correspondido da mesma forma.

  31. 212

    A obediência que leva a honra! - Marcela Blasio

    A fé não pode florescer em um ambiente de desonra, porque fé e honra caminham juntas. Não é possível crer verdadeiramente naquilo que não se honra. A desonra produz incredulidade e impede os milagres de Deus, assim como aconteceu em Nazaré. Quando há honra, porém, há obediência, reverência e entrega; e onde existe essa postura interior, a fé se torna viva, poderosa e eficaz.Honrar é reconhecer quem Deus é e se posicionar diante Dele com verdade, submissão e confiança, permitindo que Sua presença produza transformação.

  32. 211

    Maturidade e honra! - Thiago Guedes

    O verdadeiro benefício do conhecimento só se manifesta quando ele produz em nós aquilo que a Bíblia afirma que deve produzir. Em Tiago 1.2–8, vemos que a perseverança — e não o dinheiro, as conquistas ou o próprio saber — nasce da fé. É essa fé que nos torna firmes, estáveis e capazes de atravessar a jornada na qual Deus nos amadurece.Deus não entrega suas riquezas aos imaturos; Ele trata seus filhos permitindo que sejam esticados, moldados e conduzidos a um estágio de maturidade. Assim, somos chamados a continuar essa jornada de fé, perseverança e rendição, na qual Deus nos forma para receber tudo aquilo que Ele deseja nos entregar.

  33. 210

    E Deus, onde está? - Thiago Chas

    O fundamento e o propósito da presença de Deus é capacitar, transformar, curar, libertar e nos usar na construção da grande casa espiritual. Ele deseja que experimentemos Sua presença não apenas de forma intelectual, mas de maneira tangível — em nossos corpos, sentidos, emoções e vida cotidiana.Se você perdeu Jesus de vista, lembre-se: Ele está aí dentro. Volte a buscá-Lo, a se relacionar, a clamar, a cultivar intimidade e sensibilidade à voz do Espírito. Abra novamente a porta para Cristo!

  34. 209

    A origem da honra! - Raoni Faria

    A verdadeira honra não depende do que fazemos ou de como as pessoas nos veem. Ela nasce em Deus. A Bíblia mostra que Ele nos amou primeiro e demonstrou esse amor ao enviar Jesus por nós. Mesmo sendo frágeis e imperfeitos, Ele nos honrou ao nos dar salvação, propósito e um lugar com Ele. Por isso, aprendemos que honrar não é buscar reconhecimento, mas responder ao que já recebemos de Deus.

  35. 208

    O fruto da honra! - Xande Guedes

    A honra é um princípio que se manifesta tanto na relação com Deus quanto nas relações humanas. Honrar é reconhecer valor — não apenas com palavras, mas com atitudes sinceras que brotam do coração. A verdadeira honra não busca retorno nem favorecimento, e se distingue da bajulação justamente por sua pureza de intenção. Quando honramos, atraímos honra.

  36. 207

    Discernimento acima dos desejos da carne! - Brunão Morada

    O espírito está pronto para viver grandes aventuras com o Senhor, porém a carne se ocupa com coisas que não são eternas. Ser cheio do Espírito é o quanto Ele nos tem, o que envolve obediência e renúncia. Se Ele tem tudo de nós, então seremos plenamente cheios. Deus não quer apenas nos dar bênçãos ou livrar de maldição, Ele quer a nós. Quem deseja ser cheio do Espírito não sai do rio: pertence a Ele.

  37. 206

    O Deus que vê em secreto! - Marcela Blasio

    Em Mateus 6 aprendemos sobre uma entrega genuína por meio da oração, do jejum e das boas obras, práticas que revelam um coração voltado para Deus, e não para o reconhecimento humano. Tudo o que fazemos deve ser para a glória de Deus, pois a verdadeira recompensa vem dEle. Não construímos impérios pessoais, mas o Reino de Deus, com um coração humilde, misericordioso e disposto a se parecer mais com Jesus.

  38. 205

    A alegria que o mundo não entende! - Pr. Ribinha - GET UP 2k25

    O coração humano anseia por alegria, mas muitas vezes rejeita a única fonte capaz de satisfazê-lo: o próprio Deus. Fora dEle, o que chamamos de autonomia é apenas uma vida vazia e cansada de buscar sentido no que não pode preencher. Nosso ser foi criado para desejar o Criador, e só encontra alegria e descanso quando volta para Ele.

  39. 204

    Quem é o meu senhor no meio das crises? - Edenilson Braga

    Os desafios que enfrentamos não podem nos fazer perder de vista o senhorio de Deus. As provações não devem apagar a certeza de quem Ele é. Precisamos desacelerar para enxergar com mais clareza: o Senhor continua sendo Deus. Ele não perdeu o controle de nada e não é surpreendido por nenhuma circunstância.

  40. 203

    Faça você mesmo, e canse! - Thiago Chas

    Deus é quem tem o controle, não nós. Quando alguém busca o poder, acaba sendo controlado por ele; quando busca a aceitação, se torna escravo da aprovação das pessoas. Mas aquele que se submete à soberania de Cristo é controlado pelo próprio Senhor. Ele governa nossas emoções, decisões e caminhos.Por isso, viver como filhos de Deus é uma postura diária de confiança, obediência e entrega a quem verdadeiramente está no controle de tudo.

  41. 202

    Todo cuidado é pouco! - Xande Guedes

    Podemos estar externamente frágeis e cansados, mas, internamente, Deus está gerando vida em nós segundo a Sua vontade. Nem tudo é obra do inimigo, muitas vezes, trata-se da falta de gratidão, de alegria ou de posicionamento diante das situações.Precisamos confiar plenamente no que está escrito: Deus é fiel para completar a boa obra que começou. Não devemos nos conformar aos padrões deste mundo, mas renovar nossa mente continuamente. Isso não significa se acomodar em um “padrão evangélico”, e sim viver inconformados com a estagnação, buscando transformação constante. Não permita que a distração, a dúvida e a satisfação roubem a sua alegria, permaneça firme na fé e confiante nas promessas de Deus.

  42. 201

    A ansiedade que derruba o padrão! - Xande Guedes

    Estamos vivendo tempos em que a ansiedade tenta dominar nossos pensamentos, sentimentos e atitudes. No entanto, a Palavra nos mostra um caminho para vencê-la.Quando nos envolvemos, nos relacionamos e servimos, tanto às pessoas quanto à igreja, encontramos propósito e força. Quando honramos a Deus, temos a certeza de que nada nos faltará. É preciso também plantar sementes, mesmo em meio às circunstâncias difíceis, confiando que a colheita virá no tempo certo. Ao descansar no Senhor, lembramos que os pensamentos e os caminhos d’Ele são sempre mais altos e melhores que os nossos. E, por fim, aprendemos a viver com aquilo que já recebemos, entendendo que Ele já nos colocou em uma posição específica e nos plantou onde deveríamos estar.

  43. 200

    Prontos para o dia da verdade? - Miriam Morada

    Quando o fim chegar, como seremos achados? Estaremos firmes no temor do Senhor ou teremos deixado que as coisas deste mundo ocupem o lugar de Deus em nosso coração? Que não sejamos dominados pelas paixões que passam, mas renovados pelo Espírito, vivendo pela fé para a qual fomos chamados. Porque melhor é andar na verdade que dá vida do que se enganar com a mentira que nos afasta da eternidade com Cristo.

  44. 199

    O Alzheimer da alma! - Raoni Faria

    Nós nos esquecemos dos milagres, do poder e do impossível que só Deus pode fazer. Esquecemos das misericórdias que se renovam a cada manhã. E é nesse esquecimento que a impaciência se instala.Precisamos nos lembrar de quem somos em Deus e tudo que Ele já fez por nós. A paciência é uma atitude de fé que nos leva a uma experiência mais profunda com Deus. Quando esperamos Nele, Ele se inclina para nos ouvir e para nos dar a força de que precisamos.

  45. 198

    Se não há lenha, não há fogo! - Xande Guedes

    Se não há lenha não há fogo. Precisamos manter acesa a chama da presença de Deus. O caminho passa pelo quebrantamento e pelo arrependimento genuíno, reconhecendo nossa dependência dEle. É também não permitir que as circunstâncias ditem a nossa fé, mas escolher manter os olhos fixos no Senhor.Assim, o coração que se rende a Deus encontra na Sua presença não apenas consolo e restauração, mas o verdadeiro sentido de tudo.

  46. 197

    Retidão, graça e misericórdia! - Marcela Blasio

    Precisamos olhar para o íntimo do nosso coração e identificar tudo aquilo que ainda nos afasta de sermos parecidos com Cristo. Somos chamados a viver de forma reta, não para julgar ou acusar quem ainda não encontrou esse caminho, mas para que a nossa vida, alinhada à vontade de Deus, se torne uma referência que inspire e conduza os outros.Isso exige escolhas conscientes e intencionais: cada atitude deve expressar o desejo de agradar a Deus. Não vivemos de maneira descuidada ou sem direção; vivemos com propósito. Nosso objetivo é a santidade, pois é ela que nos aproxima do Senhor e nos faz refletir Sua presença.

  47. 196

    O evangelho do quase cristão! - Thiago Chas

    O padrão do mundo nem sempre se apresenta em forma de pecado evidente; muitas vezes, veste-se de ética, simpatia e aceitação social. O perigo para o cristão é acomodar-se a esse padrão, tornando-se moralmente correto, mas espiritualmente neutro. Um novo moralismo que parece com o Reino, mas não tem O Rei.Contudo, há esperança: quando mantemos nossos olhos fixos em Cristo e na cruz, não caímos na ilusão de substitutos. O Evangelho não nos chama apenas a boas condutas, mas a uma vida plena no Espírito, onde a verdade e a graça se encontram.

  48. 195

    Deus me enviou à frente! - Vinicius Correa

    Nossa identidade em Deus vai além de rótulos como “evangélicos” ou “crentes”. A Palavra revela que somos parte de uma construção eterna cujo fundamento é Cristo, a pedra angular, e que nossa vida tem papel essencial na edificação desse plano.Não se trata apenas de carregar um nome, mas de compreender nossa identidade de filhos de Deus. Exemplos bíblicos como o de Jacó e José mostram que, mesmo em meio a falhas, injustiças e dores familiares, Deus conduz sua vontade soberana, restaurando destinos e revelando seu propósito. Se houve esperança para a família de Jacó, também há para a nossa, pois o mesmo Deus que operou ali continua tocando nossas casas hoje.

  49. 194

    Paternidade que cura a identidade! - Xande Guedes

    Deus nos criou para vivermos nossa identidade única.Não é sobre aparência, fórmula ou estereótipo, mas sobre um coração rendido. O inimigo tenta nos prender ao passado, mas em Cristo fomos libertos e restaurados.O Pai nos veste com santidade, nos dá autoridade de filhos e nos liberta da escravidão.Sua voz não pesa, mas é convidativa. É nela que descobrimos quem somos: filhos amados, parecidos com Ele.

  50. 193

    Culpa ou desculpa? - Marcela Blasio

    Precisamos abandonar o ciclo vicioso de culpa e desculpas que nos impede de avançar no relacionamento com Deus. Muitas vezes, buscamos explicações e culpados para tudo o que nos acontece, tentando encaixar tudo em um sistema de causa e efeito. No entanto, algumas situações existem apenas para que a obra de Deus se manifeste em nossas vidas.A culpa nos paralisa, nos afasta da intimidade com Deus e nos prende em padrões de vergonha e autoacusação. Jesus nos chama a uma renovação de mente, a enxergar com discernimento espiritual e a entender que há um propósito para além das nossas compreensões humanas.

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