Testemunho de Fé

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Testemunho de Fé

A Palavra do Senhor é alimento para a vida do cristão católico. Cada um é como um terreno arado e a Palavra é como a semente. Unidos geram a vida e produzem frutos.Testemunho de Fé é o programa semanal em que o Padre Paulo Ricardo faz um comentário exegético-espiritual das leituras da Liturgia Dominical. É uma fonte de aprofundamento no conhecimento da Palavra proclamada na Santa Missa.É também uma forma a mais de preparar a terra do seu coração para receber a semente que Deus quer plantar.

  1. 324

    Uma Páscoa singular (Homilia Dominical.500: Domingo de Páscoa na Ressurreição do Senhor)

    Apesar da nítida e compreensível tristeza de muitos fiéis por não poderem receber a Eucaristia, devemos neste domingo viver a alegria pascal da Ressurreição do Senhor, sabendo que Ele está vivo, não apenas à direita de Deus Pai, mas também em todos os sacrários deste mundo. A essa verdade tão magnífica, infelizmente já nos habituamos. Por isso, ao celebrarmos a Ressurreição, precisamos renascer espiritualmente e voltar a ser como crianças, que contemplam com admiração tudo que se lhes apresenta. Através do nosso anjo da guarda, prostremo-nos diante dos sacrários desta terra e contemplemos maravilhados o Senhor Ressuscitado!

  2. 323

    Sejamos os ramos do Senhor! (Homilia Dominical.499: Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor)

    Sem os sacramentos, sem as procissões, sem a Missa, temos neste Domingo de Ramos e da Paixão a oportunidade única de oferecermos a Jesus os nossos corpos como “ramos espirituais” e unirmo-nos a Ele na grande subida para o Calvário, aclamando-o do fundo de nossos corações: “Bendito o que vem em nome do Senhor”.

  3. 322

    Por que Deus permite os flagelos? (Homilia Dominical.497: 4.º Domingo da Quaresma)

    De uma inquietação e de um mistério se compõe hoje o Evangelho deste domingo. A inquietação é a dos discípulos e de todos os homens perante a realidade do sofrimento: “Mestre, quem pecou para que ele nascesse cego?” O mistério é mais um dos desígnios de Deus: “Nem ele nem seus pais pecaram”. A partir dessa angústia que todos sentimos e deste mistério que a todos desconcerta, Padre Paulo Ricardo nos faz meditar sobre a crise do novo coronavírus. Por que Deus permite flagelos como este? E o que nós, fiéis cristãos, devemos fazer em tempos tão difíceis e preocupantes?

  4. 321

    “Dá-me de beber” (Homilia Dominical.496: 3.º Domingo da Quaresma)

    O Evangelho deste domingo é passado sob o sol do meio-dia e retrata Nosso Senhor cansado de viagem, sentado à beira de um poço e pedindo água a uma mulher samaritana: “Dá-me de beber”. Mas como pode ser que sinta sede e se canse o próprio Deus, fonte de água viva e alívio dos que sofrem? O que teria a pedir ao homem Aquele a quem, em absoluto, nada pode faltar? Se somos nós que temos de recorrer incessantemente ao Senhor, através da oração, por que as coisas parecem inverter-se nessa passagem bíblica? É o que explica o Padre Paulo Ricardo em mais esta meditação para o tempo da Quaresma.

  5. 320

    O Tabor é uma preparação para o Calvário (Homilia Dominical.495: 2.º Domingo da Quaresma)

    Ao contemplar a Transfiguração de Jesus, São Pedro deseja permanecer naquele momento de consolação, através do qual estava experimentando antecipadamente a glória do Céu. Nosso Senhor, porém, desce com ele do monte Tabor, mostrando que a glória só é alcançada por meio da cruz, e que as consolações vividas na Transfiguração eram uma preparação para o sofrimento do Calvário. Neste 2.º Domingo da Quaresma, não fiquemos apegados a consolações, mas abracemos a cruz, quando a nós ela se apresentar.

  6. 319

    É uma tentação a vida do homem sobre a terra (Homilia Dominical.494: 1.º Domingo da Quaresma)

    A Quaresma, enquanto preparação para receber a salvação de Cristo, não se restringe a um tempo do calendário litúrgico, mas compreende toda a nossa peregrinação terrena. A nossa vida inteira é, na verdade, uma grande “quaresma” durante a qual precisamos continuar lutando contra as tentações, a fim de um dia nos unirmos Àquele que, por amor a nós, venceu o tentador. Neste domingo em que a Igreja medita sobre as tentações de Nosso Senhor, assista a mais esta homilia do Padre Paulo Ricardo, conduzida à luz dos ensinamentos de Santo Tomás de Aquino.

  7. 318

    “Amai os vossos inimigos” (Homilia Dominical.493: 7.º Domingo do Tempo Comum)

    O evangelho do amor aos inimigos, que a liturgia nos apresenta neste domingo, não é um peso, mas um remédio. Pois Deus não nos quer reféns dos sentimentos destruidores de ódio que brotam de nossa natureza decaída, tantas vezes dirigidos justamente contra quem mais precisamos amar. Nesta meditação, Padre Paulo Ricardo apresenta essa lição tão bela quanto exigente do Evangelho, vivida primeiro pelo próprio Cristo, que nos amou quando, pelo pecado, éramos inimigos seus e de sua Cruz.

  8. 317

    Jesus Cristo não aboliu os Mandamentos! (Homilia Dominical.492: 6.º Domingo do Tempo Comum)

    No Evangelho deste domingo, Nosso Senhor nos põe diante dos olhos os mesmos Mandamentos que Moisés apresentou no Antigo Testamento. Só que agora eles se destinam especialmente ao interior do homem. Pois não é o bastante só “não matar” ou “não cometer adultério”, se em nosso coração continuamos a odiar o próximo ou a usá-lo para o nosso próprio prazer. Ouça esta pregação do Padre Paulo Ricardo e medite conosco sobre o amor radical de benevolência que Deus quer de nós e sem o qual, por mais que tenhamos fé, não poderemos ser salvos.

  9. 316

    Católicos, não temam a perseguição! (Homilia Dominical.491: 5.º Domingo do Tempo Comum)

    Ao cumprirmos nossa missão de ser “sal da terra” e “luz do mundo”, é inevitável que sejamos perseguidos e caluniados, pois a verdade do Evangelho incomoda os que são insossos e vivem nas trevas. Muitos católicos gostariam de “reinventar” a Igreja, fazendo-a renunciar à sua missão de ensinar e adaptar-se ao mundo moderno. Mas à custa de quê? Nesta meditação do Padre Paulo Ricardo sobre o Evangelho deste domingo, saiba por que não é possível ser católico sem uma firme disposição ao apostolado e ao martírio.

  10. 315

    O Deus do templo no templo de Deus (Homilia Dominical.490: Festa da Apresentação do Senhor)

    Neste dia 2 de fevereiro, a Igreja celebra a festa da Apresentação do Senhor no templo. Por meio desse ritual, José e Maria estavam não só cumprindo um preceito da lei judaica, mas levando o Deus do templo para o templo de Deus. O menino Jesus é apresentado no templo não somente para oferecer um par de pombos em sacrifício, mas para oferecer a si mesmo como cordeiro imolado, que tira o pecado do mundo. Por isso, acorramos ao encontro do Senhor que vem para se imolar por amor a nós, a fim de também nos entregarmos generosamente por amor a Ele.

  11. 314

    Nada faz sentido sem Cristo! (Homilia Dominical.489: 3.º Domingo do Tempo Comum)

    A cena dos discípulos imediatamente deixando tudo para seguir Jesus pode parecer um tanto fantasiosa. No entanto, antes de tomarem essa decisão radical, eles passaram por um processo pelo qual todos nós precisamos passar: primeiro, abandonar o pecado mortal; em seguida, conhecer verdadeiramente a Cristo; e, então, será inevitável não deixar tudo para segui-lo. Inevitável porque nada mais fará sentido sem Ele, que é a razão de ser da nossa vida.

  12. 313

    Sigamos o Cordeiro Imolado! (Homilia Dominical.488: 2.º Domingo do Tempo Comum)

    Nós, batizados no Espírito Santo, precisamos seguir Jesus Cristo, o Cordeiro Imolado, onde quer que Ele vá. Para isso, é necessário primeiro segui-lo na sua morte, para recebermos, de suas mãos chagadas, a plenitude da vida. Não desanimemos diante das adversidades, reergamo-nos do chão, abracemos novamente a cruz que havíamos abandonado, e sigamos o Cordeiro Imolado, Aquele que mesmo ferido permanece de pé, a fim de nos mostrar que, ao final de tudo, Ele triunfará!

  13. 312

    Por que Jesus Cristo quis ser batizado? (Homilia Dominical.487: Festa do Batismo do Senhor)

    Sendo a própria plenitude da graça, Nosso Senhor Jesus Cristo não precisava ser batizado. No entanto, Ele assim o quis tendo em vista o nosso batismo. Não foram as águas batismais que santificaram Cristo, mas Ele que as santificou, a fim de que, por meio delas, pudéssemos receber a filiação divina. Deste modo, a partir do batismo, podemos recorrer a Deus como Pai, mas também a Maria como mãe, que zela e intercede por nós, a fim de que sejamos fiéis à fé que recebemos da Igreja.

  14. 311

    Uma festa contra o relativismo religioso (Homilia Dominical.486: Solenidade da Epifania do Senhor)

    O diabo quer fazer você acreditar que a Palavra de Deus é relativa e não precisa ser seguida por todos. Mas a solenidade da Epifania do Senhor nos faz enxergar que Cristo veio para salvar todos os homens, inclusive os pagãos. É o que ensina Padre Paulo Ricardo nesta homilia do último domingo do Natal.

  15. 310

    Nós cremos na família! (Homilia Dominical.485: Solenidade da Sagrada Família)

    Se você não dedicar tempo, e muito tempo, para a educação dos seus filhos, você está absolutamente perdido. E seus filhos serão órfãos de pais vivos. Nesta meditação para a Solenidade da Sagrada Família, Padre Paulo Ricardo explica, principalmente a partir do aspecto educacional, o que significa dizer que cremos na família e por que nós, católicos, o fazemos com tanta convicção e afinco. Assista a esta pregação e mude sua casa!

  16. 309

    Não, São José não duvidou de Maria! (Homilia Dominical.484: 4.º Domingo do Advento)

    É por medirmos os santos a partir de nossa própria mediocridade que terminamos desacreditando dos mistérios da fé, tais como nos foram transmitidos pela Igreja. Nesta homilia do Padre Paulo Ricardo, já às portas do Natal do Senhor, saiba por que, ao contrário do que alegam tantos intérpretes, não, São José não desconfiou, em momento algum, nem da virgindade nem da honestidade de Nossa Senhora.

  17. 308

    A nossa liberdade é redimida pela de Deus (Homilia Dominical.483: 3.º Domingo do Advento)

    “O Senhor está próximo”: eis a alegria que a Igreja quer nos colocar diante dos olhos no meio do Advento. Mas está próximo porque Ele mesmo quis vir ao encontro de nossa miséria, no Natal. Nesta meditação para o domingo “Gaudete”, Padre Paulo Ricardo reflete sobre estas duas liberdades: a divina, que escolheu morrer por nós, escravos, justamente a fim de redimir a nossa, da qual havíamos abusado pelo pecado. É dessa redenção que nasce a alegria cristã.

  18. 307

    A Imaculada é a cheia de graça (Homilia Dominical.482: Solenidade da Imaculada Conceição)

    Dizer que a Virgem Santíssima foi concebida sem a culpa do pecado original consiste na forma negativa de expressar uma realidade positiva: Maria é a cheia de graça, nela habitam em plenitude o amor e a graça de Deus. Nesse sentido, ela é o grande presente que Deus Pai preparou ao Filho, desde toda a eternidade, a fim de que Ele fosse acolhido, neste mundo, por um coração imaculado, pleno de graça e amor. E esse magnífico presente nos é dado por Cristo, aos pés da cruz: “Eis aí tua mãe”.

  19. 306

    Ou Cristo reina sobre nós, ou Satanás reinará! (Homilia Dominical.480: Solenidade de Cristo Rei)

    O princípio do “Estado laico” tem sido usado como pretexto para a implantação de um “Estado laicista”, no sentido de um governo que se autoproclama “neutro” (como se isso fosse possível), mas que, na prática, é anticristão e antirreligioso, quando não, explicitamente ateísta. Celebrar a Cristo Rei é recordar o fato de que, em qualquer nação do mundo, existe um poder espiritual que está acima do Estado. Se não permitirmos que esse poder seja exercido por Cristo, inevitavelmente o será pelo Maligno.

  20. 305

    A Cruz de Cristo é a nossa (Homilia Dominical.479: 33.º Domingo do Tempo Comum)

    Ao advertir no Evangelho deste domingo que seus discípulos seriam presos e perseguidos, mortos e odiados por todos, Jesus Cristo estava a indicar que “o servo não é maior do que o seu senhor”. Ou seja, como foi o caminho de nosso divino Salvador, assim também seria o caminho de sua Igreja, ao longo dos séculos, e o de cada um de seus filhos, até o fim. Assista a esta meditação do Padre Paulo Ricardo e ponha na cabeça de uma vez por todas: para nos salvarmos e santificarmos, a Cruz é a regra, não a exceção.

  21. 304

    O que significa crer na ressurreição dos mortos? (Homilia Dominical.478: 32.º Domingo Comum)

    O que a Igreja crê quando nos faz proclamar, todos os domingos: “Creio na ressurreição dos mortos”? Nesta meditação, Padre Paulo Ricardo aproveita a passagem da controvérsia evangélica entre Nosso Senhor Jesus Cristo e os saduceus, que não criam na ressurreição, para refutar uma série de falsidades da teologia moderna e fazer uma necessária catequese sobre a alma, a morte e as últimas coisas que acontecerão à humanidade. Ouça e conheça o que realmente diz a fé católica a esse respeito!

  22. 303

    Uma santidade diferente de todas as outras (Homilia Dominical.477: Solenidade de Todos os Santos)

    “Senhor, que é o homem”, pergunta o salmista, “para dele assim vos lembrardes e o tratardes com tanto carinho?” E, no entanto, com que maior estupor não cantariam os homens do Antigo Testamento, se contemplassem as bem-aventuranças reservadas por Deus aos santos e santas da Igreja Católica! Nesta homilia especial, Padre Paulo Ricardo medita sobre a grande boa-nova da religião cristã: na humanidade santíssima de Nosso Senhor, Deus veio viver a nossa vida, a fim de que nós vivamos a dEle.

  23. 302

    Orientações para se confessar direito (Homilia Dominical.476: 30.º Domingo do Tempo Comum)

    Infelizmente, devido a uma má formação religiosa, quando não à falta dela, é fenômeno frequente o das “confissões inválidas”. Por isso, com que atitude interior devemos nos acercar do tribunal da Penitência? E, diante do sacerdote, qual o modo correto de acusar os próprios pecados? É essa catequese básica que Padre Paulo Ricardo procura oferecer nesta meditação, mostrando como devemos nos confessar a fim de voltarmos para casa justificados, a exemplo do publicano do Evangelho.

  24. 301

    Deus quer intercessores! (Homilia Dominical.475: 29.º Domingo do Tempo Comum)

    Se Deus já sabe o que é bom para nós, por que precisamos pedir e até ser insistentes? Qual o sentido de “rezar sempre, e nunca desistir”? Assim como Deus onipotente quis precisar da súplica de Moisés, Aarão e Ur para dar ao povo de Israel a vitória sobre os amalecitas, também hoje, é por intercessão de Nosso Senhor e de seus sacerdotes que a Igreja obtém e obterá a vitória sobre seus inimigos. Assista à homilia deste domingo do Padre Paulo Ricardo e saiba como também você pode participar desse combate da oração.

  25. 300

    O leproso que tinha fé (Homilia Dominical.474: 28.º Domingo do Tempo Comum)

    Dez leprosos foram curados por Nosso Senhor, mas foi somente a um deles, o que voltou para o adorar, que Jesus declarou: “Levanta-te e vai! Tua fé te salvou”. Todos eles receberam um benefício temporal extraordinário: a cura da própria lepra. Mas de que adianta ter a pele curada e ser condenado ao Inferno por não crer em Jesus Cristo, único caminho da nossa salvação? É o que a liturgia da Igreja propõe à nossa meditação neste domingo.

  26. 299

    Deus é Deus, você não! (Homilia Dominical.473: 27.º Domingo do Tempo Comum)

    “Sereis como deuses”: contra a soberba rebeldia que desde Adão e Eva acomete a humanidade, Nosso Senhor fala neste domingo de duas virtudes fundamentais para a vida espiritual — a fé e a humildade. Afinal, quem decide o que é bom e o que é mau senão Deus, que tudo criou e que tudo governa com sabedoria? O que resta a nós, criaturas, senão dobrarmos a nossa dura cerviz e aceitarmos, com a obediência da fé, tudo o que Deus em seu amor nos revela para a nossa salvação?

  27. 298

    O que o seu dinheiro não pode comprar (Homilia Dominical.472: 26.º Domingo do Tempo Comum)

    “Quando o pobre morreu, os anjos levaram-no para junto de Abraão”, diz o evangelho deste domingo. Do rico, porém, só se diz que “morreu” e que “foi enterrado”. Isto é, dos que servem a Deus e procuram levar uma vida de virtudes, há uma eternidade de glória à espera. Mas àqueles cuja única “moeda de troca” era o próprio dinheiro... só restam a morte e, quiçá, o Inferno. Eis o tema tão necessário de mais esta meditação do Padre Paulo Ricardo.

  28. 297

    O foco que nos falta (Homilia Dominical.471: 25.º Domingo do Tempo Comum)

    “Os filhos deste mundo são mais espertos em seus negócios do que os filhos da luz”: ou seja, os maus são “radicais” em sua maldade, resolutos e determinados; mas os bons, que querem seguir Nosso Senhor, estão sempre voltando atrás em seu propósito, tantas vezes perdidos, desconcentrados e preocupados com um milhão de coisas mais. Por isso, Padre Paulo Ricardo fala nesta homilia do foco que devemos ter na busca do “único necessário”, pois, se tantos de nós dormimos, o inimigo de nossa salvação não dorme jamais.

  29. 296

    A inveja não é um “pecadinho”! (Homilia Dominical.470: 24.º Domingo do Tempo Comum)

    Embora muitos a tenham na conta de “pecadinho”, foi movido por ela que Satanás tentou nossos primeiros pais e eles caíram; foi por ela que Caim matou Abel e venderam José do Egito; e por ela, ainda, foi entregue e condenado à morte ninguém menos que Nosso Senhor Jesus Cristo. Na homilia deste domingo, Padre Paulo Ricardo aproveita a parábola do filho pródigo para falar do grande mal que é esta tristeza pelo bem do próximo a que chamamos inveja.

  30. 295

    É possível deixar tudo por Jesus? (Homilia Dominical.469: 23.º Domingo do Tempo Comum)

    “Se alguém vem a mim, mas não se desapega”, diz Nosso Senhor, “até da sua própria vida, não pode ser meu discípulo”: isso que nos ensina o Evangelho deste domingo não é só “difícil” de pôr em prática. Sem a graça de Deus, trata-se de algo realmente impossível. Por isso, nesta homilia, Padre Paulo Ricardo nos mostra como o desapego radical deste mundo só tem sentido quando se encontra um grande amor, e um amor que, antes de darmos, somos nós mesmos que o recebemos.

  31. 294

    Três razões para a humildade (Homilia Dominical.468: 22.º Domingo do Tempo Comum)

    No centro do Evangelho deste domingo, está a célebre máxima de Nosso Senhor segundo a qual “quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado”. Mas o que é mesmo a virtude da humildade e por que devemos vivê-la, afinal? Nesta homilia, Padre Paulo Ricardo nos apresenta três razões para sermos humildes: porque somos pecadores, porque somos criaturas e, acima de tudo, porque somos discípulos de Cristo, “que se humilhou até a morte, e morte de cruz”.

  32. 293

    “São poucos os que se salvam?” (Homilia Dominical.467: 21.º Domingo do Tempo Comum)

    Do alto de seu conforto burguês, os cristãos de hoje decretaram a salvação de todos e a condenação de ninguém. Nosso Senhor, porém, questionado no Evangelho deste domingo se “são poucos os que se salvam”, adverte para que, mesmo em meio a “agonias”, procuremos “entrar pela porta estreita”, pois “muitos tentarão entrar e não conseguirão”. É sobre esta realidade de fé, de um céu e de um inferno eternos, que Padre Paulo Ricardo medita nesta homilia.

  33. 292

    Uma batalha pela graça de Deus (Homilia Dominical.466: Solenidade da Assunção da B. Virgem Maria)

    Ao voltarmos neste domingo os nossos olhos para a bem-aventurada Virgem Maria, assunta de corpo e alma aos céus, a Igreja quer fazer-nos contemplar o processo de nossa própria santificação. O que coloca uma alma no trânsito para o Céu? Como entender o primado da graça divina na obra de nossa salvação? E em que consiste essa luta espiritual na qual somos gerados como filhos de Nossa Senhora? É o que Padre Paulo Ricardo procura explicar na homilia desta solenidade mariana.

  34. 291

    “Um tesouro no céu” (Homilia Dominical.465: 19.º Domingo do Tempo Comum)

    No Evangelho deste domingo, Nosso Senhor manda a seu “pequenino rebanho” que, ao invés de acumular bens neste mundo perecível, prepare “um tesouro no céu que não se acabe”, pois “ali o ladrão não chega nem a traça corrói”. Mas onde começa o céu senão em nosso coração, quando, vivendo na graça de Deus, nos tornamos morada da Santíssima Trindade? Venha meditar conosco sobre esse mistério tremendo de já ter presente em nossa alma aquele por quem ainda esperamos.

  35. 290

    Ganância e preparação para a morte (Homilia Dominical.494: 18.º Domingo do Tempo Comum)

    No Evangelho deste domingo, Nosso Senhor apresenta um remédio infalível para a ganância: a meditação sobre a própria morte. À luz da eternidade, de fato, o que são as nossas preocupações com dinheiro, com um automóvel novo, com um tênis da melhor marca ou com o último lançamento de um celular? Nesta homilia, Padre Paulo Ricardo nos convida a sair da hipnose com os bens materiais e a dar valor às coisas que realmente importam.

  36. 289

    Como deve rezar o cristão? (Homilia Dominical.463: 17.º Domingo do Tempo Comum)

    Deus, ao se fazer homem, quis assumir todas as nossas necessidades, inclusive a da oração. É por isso que Nosso Senhor é visto rezando em inúmeras passagens do Evangelho, principalmente do escrito por São Lucas, a ponto de seus discípulos, certamente admirados com sua face luminosa depois de estar com o Pai, lhe pedirem: “Senhor, ensina-nos a rezar”. A partir do que lhes ensinou Jesus, medite conosco neste domingo como deve ser a oração cristã: atenta, piedosa e perseverante.

  37. 288

    “Unum est necessarium” (Homilia Dominical.462: 16.º Domingo do Tempo Comum)

    “Uma só coisa é necessária”. Pronunciadas dois mil anos atrás na casa de Marta e Maria, em Betânia, essas palavras de Nosso Senhor devem calar bem fundo no coração do homem moderno, recordando-o de uma verdade perene, mas há muito esquecida: de nada adianta “ganhar” o mundo inteiro e perder a própria alma no fogo do inferno. Medite com Padre Paulo Ricardo sobre o Evangelho deste domingo e descubra o que (ou quem, melhor dizendo) é o “único necessário” de nossa existência.

  38. 287

    O amor que devemos a todos os homens (Homilia Dominical.461: 15.º Domingo do Tempo Comum)

    Quando um mestre da Lei pergunta a Nosso Senhor quem é, afinal, o “próximo” que devemos amar como a nós mesmos, a resposta do mais perfeito dos pedagogos é a parábola do bom samaritano, com a qual descobrimos que é a toda a humanidade, e não apenas aos nossos amigos e familiares, que deve estender-se o amor cristão. Mas que amor é esse de que fala o Evangelho deste domingo, e por cujo descumprimento nenhum de nós pode sentir-se escusado?

  39. 286

    “Eu vos dei o poder”, mas... (Homilia Dominical.460: 14.º Domingo do Tempo Comum)

    Os padres católicos têm na Igreja um poder que pastor protestante algum tem em sua comunidade, e esse poder remonta a ninguém menos que o próprio Jesus Cristo, o qual disse aos setenta e dois discípulos do Evangelho: “Eu vos dei o poder”. “Contudo”, ajunta o Mestre, prevenindo os sacerdotes contra o pecado da soberba, “não vos alegreis porque os espíritos vos obedecem. Antes, ficai alegres porque vossos nomes estão escritos no céu”. É sobre esse duplo aspecto do sacerdócio cristão que Padre Paulo Ricardo medita em mais esta homilia dominical.

  40. 285

    Sem a fé de Pedro, não há Igreja (Homilia Dominical.459: Solenidade de São Pedro e São Paulo)

    O que edifica o novo povo de Deus é o exercício da fé. Mas não qualquer fé, senão a de Pedro. Mas não uma fé exterior e que guardamos na gaveta, senão uma realidade infundida por Deus e que trazemos, viva e ardente, em nosso coração. Nesta homilia para a solenidade de São Pedro e São Paulo, Padre Paulo Ricardo deixa claro: quem não crê em tudo o que crê e ensina a Santa Igreja Católica, por mais que vá à igreja e até se diga católico, já há muito tempo deixou de sê-lo.

  41. 284

    “E vós”, católicos, “quem dizeis que eu sou?” (Homilia Dominical.458: 12.º Domingo do Tempo Comum)

    Se se perguntasse aos homens de hoje quem eles pensam ser Jesus Cristo, de modo geral, respostas muito positivas seriam dadas: uns diriam que é um “iluminado”; outros, que é um “espírito-guia”; outros ainda, que é um “profeta”. Mas, em um mundo contaminado pelo indiferentismo religioso, onde o que vale é “crer em alguma coisa”, quem está disposto a reconhecer no filho da Virgem Maria o “Cristo de Deus”, como fizeram os Apóstolos e como faz ao longo dos séculos a santa Igreja Católica?

  42. 283

    Nem materialistas, nem panteístas: católicos! (Homilia Dominical.456: Solenidade de Pentecostes)

    Nem o materialismo que reduz o homem a pó, nem o panteísmo que tudo diviniza: o Deus verdadeiro é um só, em três Pessoas realmente distintas, Pai, Filho e Espírito Santo, e quer nos fazer participar de sua vida divina… Mas como isso se dá? O que nos ensina a Igreja sobre o ser humano, a sua salvação e santificação? Na homilia deste domingo de Pentecostes, Padre Paulo Ricardo apresenta com clareza a doutrina católica a esse respeito, convidando os que somos membros do mesmo Corpo a crescer em fé e em caridade.

  43. 282

    “Vou preparar-vos um lugar” (Homilia Dominical.455: Solenidade da Ascensão do Senhor)

    Assim como Nosso Senhor se elevou e “está sentado à direita do Pai”, também nós, pelo amor às coisas espirituais, somos chamados a viver a mesma elevação e habitar na mesma morada. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para este domingo da Ascensão e recorde conosco o dia em que Jesus Ressuscitado subiu aos céus a fim de nos preparar um lugar, como Ele mesmo havia prometido.

  44. 281

    O Espírito Santo vos ensinará tudo (Homilia Dominical.454: 6.º Domingo da Páscoa)

    Não há dúvida de que Cristo Senhor, sendo a Palavra eterna de Deus feito carne, foi um professor perfeitíssimo, um pedagogo irretocável, e que ensinou a seus discípulos a doutrina celeste como ninguém jamais seria capaz de fazer. Mesmo assim, Ele diz no Evangelho deste domingo que será o Espírito Santo, e não Ele, a lhes ensinar e recordar tudo, conduzindo-os à plena verdade. O que isso significa na prática, é o que Padre Paulo Ricardo explica nesta homilia, já em clima de preparação para Pentecostes.

  45. 280

    Como foi mesmo que Jesus nos amou? (Homilia Dominical.453: 5.º Domingo da Páscoa)

    Quando ouvimos Jesus dizer aos Apóstolos: “Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros”, nossa tendência imediata é pensar na Cruz, onde Cristo verteu amorosamente seu Sangue pela nossa salvação. Os três anos que Ele passou, no entanto, ensinando seus discípulos e fazendo arder-lhes os corações, é o sentido literal e primeiro dessa passagem. E é sobre ele que Padre Paulo Ricardo medita em mais esta homilia de Páscoa.

  46. 279

    “O Cordeiro redimiu as ovelhas” (Homilia Dominical.452: Domingo do Bom Pastor)

    Jesus Cristo se apresenta no Evangelho deste domingo como o Bom Pastor, que dá a vida eterna a suas ovelhas. Mas o preço dessa graça é a própria vida do pastor. É por isso que, em harmonia com o Apocalipse, a Igreja canta na Páscoa: Agnus redemit oves, isto é, “o Cordeiro redimiu as ovelhas”. Ouça esta pregação do Padre Paulo Ricardo e medite conosco sobre a vitória que Cristo nos conquista do alto da Cruz, oferecendo-se como vítima para a nossa salvação.

  47. 278

    Terceira aparição do Ressuscitado aos discípulos (Homilia Dominical.451: 3.º Domingo da Páscoa)

    O Evangelho deste domingo nos narra o episódio da segunda pesca milagrosa, quando Jesus Ressuscitado precede os Apóstolos na Galileia, aparecendo de novo a eles e renovando-lhes a fé, exatamente no lugar em que eles foram chamados pela primeira vez ao serviço de Nosso Senhor. Nesta meditação, Padre Paulo Ricardo comenta essa passagem conclusiva do Evangelho de São João e mostra-nos como podemos crescer, com a ajuda da graça de Deus, nas virtudes da fé e da caridade, assim como os primeiros discípulos.

  48. 277

    O que significa crer na Ressurreição de Jesus? (Homilia Dominical.449: Domingo da Páscoa)

    Afinal, o que significa acreditar na Ressurreição de Nosso Senhor? Em que consiste o mistério que celebramos todos os anos na Páscoa e como ele influi diretamente em nossa vida espiritual? São as perguntas às quais Padre Paulo Ricardo procura responder nesta homilia, reforçando alguns pontos básicos de nossa fé, que deveriam ser óbvios para todos os que crêem em Jesus Cristo, mas que infelizmente têm ficado ocultos em nossa época, seja por ignorância, seja por incredulidade.

  49. 276

    A Paixão de Cristo segundo São Lucas (Homilia Dominical.448: Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor)

    Nesta homilia para o Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, ouça os comentários do Padre Paulo Ricardo ao sacrifício redentor de Cristo na Cruz e descubra alguns belíssimos detalhes que só o Evangelho de São Lucas revela sobre a sua Paixão.

  50. 275

    “Meu filho estava morto e tornou a viver” (Homilia Dominical.446: 4.º Domingo da Quaresma)

    O Evangelho deste domingo conta-nos a célebre história de um rapaz que “estava morto e tornou a viver”: o Filho Pródigo. Com essa parábola, Nosso Senhor quer nos lembrar que somos muito mais do que pensamos ser: podemos até nos iludir com sonhos de “independência” e desbaratar nossos bens “numa vida desenfreada”, mas somos filhos do Rei! Assista a esta meditação do Padre Paulo Ricardo e conheça a dinâmica da conversão pela qual todos temos de passar para alegrar o Coração de nosso Deus.

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A Palavra do Senhor é alimento para a vida do cristão católico. Cada um é como um terreno arado e a Palavra é como a semente. Unidos geram a vida e produzem frutos.Testemunho de Fé é o programa semanal em que o Padre Paulo Ricardo faz um comentário exegético-espiritual das leituras da Liturgia Dominical. É uma fonte de aprofundamento no conhecimento da Palavra proclamada na Santa Missa.É também uma forma a mais de preparar a terra do seu coração para receber a semente que Deus quer plantar.

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Padre Paulo Ricardo

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