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EPISODE · Jun 12, 2020 · 6 MIN

#001 - As Estrelas Também Morrem, todavia não fazem UPLOAD.

from Maliarte · host Marília Santos

 1. Multiverso_in_Vitro A primeira virtude da Humanidade foi a dúvida. - Carl Seagan. A dúvida, bem como o erro tornaram o real controlável na busca por conhecer o inevitável.   Aprender a aprender é aprender é a errar.  Vide a conquista espacial, feita de erro e sangue.   Sob nossas cabeças o Sol e a Lua. Crossing your sky, corpos espaciais projetam o que está ao seu redor e você não conhece.  MatriXspace or Cave? Sua escolha.    Era evidente como, da escotilha de uma Nave espacial veria o obscurantismo Moderno, Ou melhor, o controle sobre o obscuro, o desconhecido despido, exibe seus buracos negros e antimatéria como uma flor exibe seus dotes para dissipar sua espécie.   Os tradicionalistas e os clássicos terão que se updatear.  Porém não precisam se desfazer  do  terno e amável analógico.  Terão que forçar seus miolos orgânicos como o tear de Jaqques que garantiu as infinitas mémórias portáteis, fazendo do tear não um sufixo poético: mas sim a automação de um processo.  Garantindo para humanidade os louros de sua engenhosa criação, acelerando o processo de virtualização da mesma.  Reduzir para quanticizar.  Presos na camada de aplicação os humanoides do planeta in vitro vivem sob o regime físico que muitos preferem desconhecer e outros preferem nem suscitar a existência.  (Trapped in the application layer, the humanoids of the planet in vitro live under the physical regime that many prefer to ignore and others prefer neither to raise existence.)   A supremacia do Cosmos é angariada como se este fosse finito, e como se pra além deste não houvesse outra forma de Governar. A carreata eletromecânica enche a Terra de Adereços.   Formando um grande cinturão,  seus Habitantes  são  como Estrelas sedimentadas; querendo atingir a velocidade da luz para ver se  retornam mais rápido  a ser poeira cósmica, pois sua Natureza pendular e inconstante contrasta com a padronização mecânica e precisa dos astros.   Na linha espaço-tempo einsteniana encaixo o vetor História como uma constante inexplorada  nos ciclos de existência da Terra, na analogia das grandes Civilizações o ensejo por adentrar os céus recorta o simbólico para perfurar o real, e sobre este instituir outra realidade.   Na medida que as órbitas dessa grande cebola são desmembradas,  o núcleo frágil do planeta fica evidente, e justamente por enxergar maiores espectros magnéticos a Serpente foi punida a rastejar, e sobre  a liturgia do fruto científico a presença  de pudor tornou a raça humana ultrajante, pois é no erro que se depura a matéria.  Eva sentia que poderia enxergar além do 400/700 nanômetros; comeu a maçã e a sensação foi de êxtase, pois Usufruíra de sua liberdade, e isso a tornara essencial como o satélite natural da nossa Amada Terra, Lua. 

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