EPISODE · Feb 26, 2021 · 16 MIN
A MORTE DO REITOR E A DELEGADA DA LAVA JATO
from Revolução Colunista · host Isaac varzim
A revelação de que ao menos uma delegada teria forjado e assinado depoimentos que nunca ocorreram, com a anuência de procuradores da autoproclamada operação "lava jato", pode ter desdobramentos graves para os envolvidos. Conheça nossa linha de camisetas (RC + KOROVA): https://bit.ly/37lO85z Nossa campanha de financiamento coletivo: https://bit.ly/3bBryq6 Quer fazer uma doação avulsa? 😍 Muito te agradecemos CHAVE PIX: [email protected] Os diálogos foram enviados pelos advogados do ex-presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal e foram apreendidos no curso de investigação contra hackers que invadiram os telefones de autoridades. Na conversa revelada pela ConJur, os procuradores Deltan Dallagnol e Orlando Martello Júnior relatam o que contou uma delegada da Polícia Federal chamada Erika — provavelmente a delegada Erika Marena, que era a responsável pelos casos do consórcio de Curitiba. "Como expõe a Erika: ela entendeu que era pedido nosso e lavrou termo de depoimento como se tivesse ouvido o cara, com escrivão e tudo, quando não ouviu nada... Dá no mínimo uma falsidade... DPFs são facilmente expostos a problemas administrativos", disse Deltan. Figura destacada no grupo de Curitiba, Marena foi interpretada pela atriz Flávia Alessandra no filme "Polícia Federal — A lei é para todos". Ela também tem um episódio trágico no currículo. Após sair da capital do Paraná e da "lava jato", foi para Santa Catarina. Lá, comandou uma operação que investigava uma suposta corrupção no núcleo de ensino à distância da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), que resultou na prisão preventiva do reitor Luiz Carlos Cancellier. O professor foi solto, mas sem o direito de pisar na universidade durante o inquérito. Ele cometeu suicídio logo em seguida, em outubro de 2017. O inquérito, por outro lado, não apresentou qualquer prova até o momento. *** Faça parte da COMUNIDADE do REVOLUÇÃO COLUNISTA, apoiando nosso canal a partir de R$10. Faça esse projeto acontecer e receba conteúdo, lives exclusivas e participe de nosso grupo de Whatsapp fechado. Mais infos aqui ó: https://apoia.se/revolucaocolunista... --- Não esqueça de curtir o vídeo e se inscrever no canal para acompanhar nosso conteúdo. Twitter: https://bit.ly/2WmMdIh Facebook: https://bit.ly/3aIt6zA Instagram: https://bit.ly/3dDPsnN Spotify https://spoti.fi/35LRITQ Telegram: https://t.me/revolucaocolunista
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A revelação de que ao menos uma delegada teria forjado e assinado depoimentos que nunca ocorreram, com a anuência de procuradores da autoproclamada operação "lava jato", pode ter desdobramentos graves para os envolvidos. Conheça nossa linha de camisetas (RC + KOROVA): https://bit.ly/37lO85z Nossa campanha de financiamento coletivo: https://bit.ly/3bBryq6 Quer fazer uma doação avulsa? 😍 Muito te agradecemos CHAVE PIX: [email protected] Os diálogos foram enviados pelos advogados do ex-presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal e foram apreendidos no curso de investigação contra hackers que invadiram os telefones de autoridades. Na conversa revelada pela ConJur, os procuradores Deltan Dallagnol e Orlando Martello Júnior relatam o que contou uma delegada da Polícia Federal chamada Erika — provavelmente a delegada Erika Marena, que era a responsável pelos casos do consórcio de Curitiba. "Como expõe a Erika: ela entendeu que era pedido nosso e lavrou termo de depoimento como se tivesse ouvido o cara, com escrivão e tudo, quando não ouviu nada... Dá no mínimo uma falsidade... DPFs são facilmente expostos a problemas administrativos", disse Deltan. Figura destacada no grupo de Curitiba, Marena foi interpretada pela atriz Flávia Alessandra no filme "Polícia Federal — A lei é para todos". Ela também tem um episódio trágico no currículo. Após sair da capital do Paraná e da "lava jato", foi para Santa Catarina. Lá, comandou uma operação que investigava uma suposta corrupção no núcleo de ensino à distância da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), que resultou na prisão preventiva do reitor Luiz Carlos Cancellier. O professor foi solto, mas sem o direito de pisar na universidade durante o inquérito. Ele cometeu suicídio logo em seguida, em outubro de 2017. O inquérito, por outro lado, não apresentou qualquer prova até o momento. *** Faça parte da COMUNIDADE do REVOLUÇÃO COLUNISTA, apoiando nosso canal a partir de R$10. Faça esse projeto acontecer e receba conteúdo, lives exclusivas e participe de nosso grupo de Whatsapp fechado. Mais infos aqui ó: https://apoia.se/revolucaocolunista... --- Não esqueça de curtir o vídeo e se inscrever no canal para acompanhar nosso conteúdo. Twitter: https://bit.ly/2WmMdIh Facebook: https://bit.ly/3aIt6zA Instagram: https://bit.ly/3dDPsnN Spotify https://spoti.fi/35LRITQ Telegram: https://t.me/revolucaocolunista
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