IndieSound #13 – Análise: Furi episode artwork

EPISODE · Aug 19, 2016 · 40 MIN

IndieSound #13 – Análise: Furi

from IndieSide | Podcast sobre Indie Games · host IndieSide

“The jailer is the key, kill him and you’ll be free.” Jogamos “Furi”, o mais novo lançamento indie do gênero hack n’ slash, em sua versão para PC, e vamos relatar um pouco de nossa experiência de gameplay neste texto. Em um mês carente de grandes lançamentos, a desenvolvedora The Game Baker, lançou no dia 5 de julho, o indie game “Furi” para as plataformas PS4 e PC. O jogo foca na ação em terceira pessoa e foi desenvolvido a partir da vontade do criador Emeric Thoa, que há 10 anos imaginou um jogo apenas com batalhas “Player vs Boss”, dueladas de igual para igual. Nas palavras de Emeric Thoa, Furi é um jogo inspirado em jogos japoneses como “No More Heroes”, “Metal Gear Solid” e “Godhand”, sendo o resultado de seu desejo em combinar momentos de paixão, adrenalina e medo, emoções frequentemente sentidas em uma luta. Um jogo baseado em habilidades e com grande diversidade de oponentes e padrões de ataques, que fazem o jogador refinar suas habilidades e se tornar cada vez melhor, ao invés de aumentar as estatísticas ou melhorar as armas do personagem. Ainda segundo Thoa, um jogador se sente melhor ao aprimorar suas próprias habilidades do que aprimorar as de seu personagem. Há um bom tempo eu não sentia aquela sensação de vitória ao completar uma fase de um jogo que era muito comum em minha infância. Me lembro que foi como ultrapassar um carro na última reta da corrida final enquanto jogava “Top Gear”, ou de como ficava inclinando o controle do SNES enquanto as plataformas do castelo do Bowser despencavam, em uma tentativa de não cair junto na lava e derrotar o vilão do jogo. Você sabe do que eu tô falando, certo? Pois é, quando venci o primeiro boss de Furi, a sensação foi muito parecida com isso e permaneceu nas próximas vitórias. O jogo de cores fortes e saturadas, traço estilizado e forte variedade de cenários, conta com um sofisticado design de personagens do renomado Takashi Okazaki (criador do jogo “Afro Samurai”). Outra coisa que chama atenção logo no início, é a trilha sonora, que ficou por conta de grandes nomes da música eletrônica, como Carpenter Brut, Scattle, Danger, entre outros. Entretanto, é indiscutível que o ponto mais forte de Furi é a sua mecânica de combate. Desde o primeiro adversário, que já começa com algumas barras de HP a mais que você, fazendo com que todos os aspectos do combate e todas as extensões do personagem sejam estudados e explorados pelo jogador, usando golpes de contra-ataque, esquivas e combos que misturam arma de fogo e lâminas. Além disso, uma dificuldade que aumenta a cada round, para que no decorrer do jogo, o jogador esteja bem familiarizado com as inúmeras opções de ataques que estão ao seu alcance. O jogo também exige que seja desenvolvida uma estratégia completamente diferente para cada oponente, que, se for ignorada, muito provavelmente te levará ao fracasso. Por não apresentar um roteiro muito profundo, daqueles que prendem o jogador apenas com o desenrolar da história, o jogador começa a ter noção dos próximos acontecimentos através de frases de efeitos que são ditas por personagens secundários e acaba imergindo ainda mais quando se depara com os desafios nos combates. Definitivamente, este é o jogo que provoca desde a frustração do fracasso em ser derrotado por um boss, devido a estratégia mal elaborada, passando pela chateação em ter que enfrentar o carrasco outras vezes, até o êxito e a glória do sucesso quando sua estratégia é efetiva. Não espere que sendo um player emotivo e explosivo você vai conseguir enfrentar os 9 estágios do jogo sem problemas. Sem chance. Frieza, cautela e estratégia, poderiam ser facilmente as palavras lema do jogo. Furi cativa através do gameplay onde consegue realizar um mix perfeito de música eletrônica, arte gráfica e jogabilidade, provocando uma forte imersão no jogador,

“The jailer is the key, kill him and you’ll be free.” Jogamos “Furi”, o mais novo lançamento indie do gênero hack n’ slash, em sua versão para PC, e vamos relatar um pouco de nossa experiência de gameplay neste texto. Em um mês carente de grandes lançamentos, a desenvolvedora The Game Baker, lançou no dia 5 de julho, o indie game “Furi” para as plataformas PS4 e PC. O jogo foca na ação em terceira pessoa e foi desenvolvido a partir da vontade do criador Emeric Thoa, que há 10 anos imaginou um jogo apenas com batalhas “Player vs Boss”, dueladas de igual para igual. Nas palavras de Emeric Thoa, Furi é um jogo inspirado em jogos japoneses como “No More Heroes”, “Metal Gear Solid” e “Godhand”, sendo o resultado de seu desejo em combinar momentos de paixão, adrenalina e medo, emoções frequentemente sentidas em uma luta. Um jogo baseado em habilidades e com grande diversidade de oponentes e padrões de ataques, que fazem o jogador refinar suas habilidades e se tornar cada vez melhor, ao invés de aumentar as estatísticas ou melhorar as armas do personagem. Ainda segundo Thoa, um jogador se sente melhor ao aprimorar suas próprias habilidades do que aprimorar as de seu personagem. Há um bom tempo eu não sentia aquela sensação de vitória ao completar uma fase de um jogo que era muito comum em minha infância. Me lembro que foi como ultrapassar um carro na última reta da corrida final enquanto jogava “Top Gear”, ou de como ficava inclinando o controle do SNES enquanto as plataformas do castelo do Bowser despencavam, em uma tentativa de não cair junto na lava e derrotar o vilão do jogo. Você sabe do que eu tô falando, certo? Pois é, quando venci o primeiro boss de Furi, a sensação foi muito parecida com isso e permaneceu nas próximas vitórias. O jogo de cores fortes e saturadas, traço estilizado e forte variedade de cenários, conta com um sofisticado design de personagens do renomado Takashi Okazaki (criador do jogo “Afro Samurai”). Outra coisa que chama atenção logo no início, é a trilha sonora, que ficou por conta de grandes nomes da música eletrônica, como Carpenter Brut, Scattle, Danger, entre outros. Entretanto, é indiscutível que o ponto mais forte de Furi é a sua mecânica de combate. Desde o primeiro adversário, que já começa com algumas barras de HP a mais que você, fazendo com que todos os aspectos do combate e todas as extensões do personagem sejam estudados e explorados pelo jogador, usando golpes de contra-ataque, esquivas e combos que misturam arma de fogo e lâminas. Além disso, uma dificuldade que aumenta a cada round, para que no decorrer do jogo, o jogador esteja bem familiarizado com as inúmeras opções de ataques que estão ao seu alcance. O jogo também exige que seja desenvolvida uma estratégia completamente diferente para cada oponente, que, se for ignorada, muito provavelmente te levará ao fracasso. Por não apresentar um roteiro muito profundo, daqueles que prendem o jogador apenas com o desenrolar da história, o jogador começa a ter noção dos próximos acontecimentos através de frases de efeitos que são ditas por personagens secundários e acaba imergindo ainda mais quando se depara com os desafios nos combates. Definitivamente, este é o jogo que provoca desde a frustração do fracasso em ser derrotado por um boss, devido a estratégia mal elaborada, passando pela chateação em ter que enfrentar o carrasco outras vezes, até o êxito e a glória do sucesso quando sua estratégia é efetiva. Não espere que sendo um player emotivo e explosivo você vai conseguir enfrentar os 9 estágios do jogo sem problemas. Sem chance. Frieza, cautela e estratégia, poderiam ser facilmente as palavras lema do jogo. Furi cativa através do gameplay onde consegue realizar um mix perfeito de música eletrônica, arte gráfica e jogabilidade, provocando uma forte imersão no jogador,

NOW PLAYING

IndieSound #13 – Análise: Furi

0:00 40:09

No transcript for this episode yet

We transcribe on demand. Request one and we'll notify you when it's ready — usually under 10 minutes.

That Hoarder: Overcome Compulsive Hoarding That Hoarder Hoarding disorder is stigmatised and people who hoard feel vast amounts of shame. This podcast began life as an audio diary, an anonymous outlet for somebody with this weird condition. That Hoarder speaks about her experiences living with compulsive hoarding, she interviews therapists, academics, researchers, children of hoarders, professional organisers and influencers, and she shares insight and tips for others with the problem. Listened to by people who hoard as well as those who love them and those who work with them, Overcome Compulsive Hoarding with That Hoarder aims to shatter the stigma, share the truth and speak openly and honestly to improve lives. The Small Business Startup School – Business Notes | Financial Literacy | Retail Psychology – For Professionals & Entrepreneurs The Small Business Startup School Inc. Starting or buying a small business? While personal circumstances may vary, business patterns remain timeless. On The Small Business Startup School, we explore strategies, insights, and practical solutions to help entrepreneurs confidently navigate their journey.Hosted by Ola Williams—a retail entrepreneur, fintech founder, and financial coach with over two decades of experience—this podcast marries financial awareness and retail psychology with optimism to deliver actionable takeaways.Join us to learn, grow, and connect as we uncover the keys to business success.Let’s continue to learn together and be encouraged to keep on connecting! DIOSA. Carolina Sanper This podcast is a sacred space created by Carolina Sanper where you connect with your inner wisdom and embody your magnetic feminine power.It is the realization that the mystical realm is where you plant the seeds of your desired reality.It is a portal to your true essence: awareness, presence, and receiving with ease. Welcome home, DIOSA. 🖤 XXX Tech by SOVRYN Dr. Brian Sovryn The crossroads between technology, sensuality, and metaphysics - and the longest running anarchist podcast in the world! Brought to you by Dr. Brian Sovryn.

Frequently Asked Questions

How long is this episode of IndieSide | Podcast sobre Indie Games?

This episode is 40 minutes long.

When was this IndieSide | Podcast sobre Indie Games episode published?

This episode was published on August 19, 2016.

What is this episode about?

“The jailer is the key, kill him and you’ll be free.” Jogamos “Furi”, o mais novo lançamento indie do gênero hack n’ slash, em sua versão para PC, e vamos relatar um pouco de nossa experiência de gameplay neste texto. Em um mês carente de...

Can I download this IndieSide | Podcast sobre Indie Games episode?

Yes, you can download this episode by clicking the download button on the episode player, or subscribe to the podcast in your preferred podcast app for automatic downloads.
URL copied to clipboard!