IndieSound #15 – Análise: Grow Up episode artwork

EPISODE · Sep 1, 2016 · 32 MIN

IndieSound #15 – Análise: Grow Up

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Chegamos à nossa quarta análise de game aqui no IndieSide, feita em texto e com um podcast complementar, onde discutimos sobre o indie “Grow Up”, da Ubisoft Reflections, que dá sequência à história do amado robozinho vermelho, BUD. Pois é, a Ubisoft também faz e distribui jogos independentes. Muito legal, né? “Grow Home”, jogo antecessor da franquia, já havia sido muito bem recebido pelos fãs da publisher e dos amantes do gênero de aventura e exploração, sendo um game modesto, porém, bem polido e "fechado", com início, meio e fim.  Portanto, não era muito de se esperar que a Ubi daria continuidade às aventuras desta máquina coletora de biomas, mas ficamos contentes com a iniciativa e mais ainda com o resultado. Em “Grow Up”, BUD sofre um acidente com sua nave, a “MOM”, após enfrentar uma chuva de meteoros no espaço e acabar caindo em um planeta desconhecido, destruindo seu veículo e restando apenas as peças da nave espalhadas por diferentes partes do mundo. Sua missão agora, é coletá-las para montagem em uma nova viagem partindo da Lua, enfrentando desafios criados pelo seu drone companion, o POD, aprendendo novas habilidades e, claro, descobrindo novas formas de vida orgânica pelo planeta, que irão lhe ajudar no trajeto pelas alturas. É interessante ressaltar que Grow Up possui uma ambição realmente pequena, se comparado com outros jogos do gênero ou até mesmo com diferentes produtos da Ubisoft, sendo um game, em essência, simples e casual, com um grau baixo de dificuldade. Entretanto, a tarefa dos desenvolvedores foi cumprida com excelência, a partir do ponto de vista técnico O game apresenta uma temática visual muito cativante, com gráficos ultra low-poly e cores vivas, utilizando de pouca textura e muita física na mecânica principal. Isso é perceptível desde o primeiro momento que você começa a controlar o BUD, caminhando pela vegetação poligonal, sentindo que sua movimentação possui um equilíbrio diferente do usual, exigindo uma adaptação com o personagem que, inicialmente, só é capaz de andar e erguer seus braços para agarrar e/ou escalar. Conforme o jogo avança, você irá coletar novas plantas e aprender novas capacidades, que lhe permitirão planar durante um salto ou até mesmo se transformar em uma bola para rolar com mais velocidade pelos terrenos. Todos estes controles são apresentados de forma bastante prática, um passo por vez, fazendo com que a informação seja compartilhada com BUD e armazenada aos poucos na memória do jogador, quase como que se você estivesse aprendendo a viver no corpo deste robô. Os cenários são vastos e abertos à teste para o player praticar suas habilidades enquanto o explora, passando por áreas verdes, arenosas e rochosas do local. Fiquei abismado com a qualidade da modelagem nestes ambientes, que não foge do padrão minimalista e consegue ser tão apelativa visualmente quanto uma pintura feita à mão, sentimento proporcionado também por não haver HUD alguma no jogo, sendo completamente full screen. A trilha sonora também ajuda a compor o clima do game enquanto você passeia, nada como uma “obra-prima” mas serve em conjunto com o jogo perfeitamente, ditando um ritmo calmo e divertido em qualquer momento, no chão ou nas alturas. Talvez o único ponto fraco em Grow Up seja a falta de NPC’s ou adversários no mapa, tornando a jornada bastante solitária. BUD conversa apenas com seu drone, mas não sei se ele conta como um amigo do personagem, pois serve apenas como um guia para onde você deve ir e te mostra o que fazer. A movimentação “gravitacional” de BUD também pode ser uma dor de cabeça no início, falhando na precisão ou satisfação do direcionamento do personagem, mas que logo passa com o decorrer de sua jogatina, enquanto você se acostuma com o gameplay robótico,

Chegamos à nossa quarta análise de game aqui no IndieSide, feita em texto e com um podcast complementar, onde discutimos sobre o indie “Grow Up”, da Ubisoft Reflections, que dá sequência à história do amado robozinho vermelho, BUD. Pois é, a Ubisoft também faz e distribui jogos independentes. Muito legal, né? “Grow Home”, jogo antecessor da franquia, já havia sido muito bem recebido pelos fãs da publisher e dos amantes do gênero de aventura e exploração, sendo um game modesto, porém, bem polido e "fechado", com início, meio e fim.  Portanto, não era muito de se esperar que a Ubi daria continuidade às aventuras desta máquina coletora de biomas, mas ficamos contentes com a iniciativa e mais ainda com o resultado. Em “Grow Up”, BUD sofre um acidente com sua nave, a “MOM”, após enfrentar uma chuva de meteoros no espaço e acabar caindo em um planeta desconhecido, destruindo seu veículo e restando apenas as peças da nave espalhadas por diferentes partes do mundo. Sua missão agora, é coletá-las para montagem em uma nova viagem partindo da Lua, enfrentando desafios criados pelo seu drone companion, o POD, aprendendo novas habilidades e, claro, descobrindo novas formas de vida orgânica pelo planeta, que irão lhe ajudar no trajeto pelas alturas. É interessante ressaltar que Grow Up possui uma ambição realmente pequena, se comparado com outros jogos do gênero ou até mesmo com diferentes produtos da Ubisoft, sendo um game, em essência, simples e casual, com um grau baixo de dificuldade. Entretanto, a tarefa dos desenvolvedores foi cumprida com excelência, a partir do ponto de vista técnico O game apresenta uma temática visual muito cativante, com gráficos ultra low-poly e cores vivas, utilizando de pouca textura e muita física na mecânica principal. Isso é perceptível desde o primeiro momento que você começa a controlar o BUD, caminhando pela vegetação poligonal, sentindo que sua movimentação possui um equilíbrio diferente do usual, exigindo uma adaptação com o personagem que, inicialmente, só é capaz de andar e erguer seus braços para agarrar e/ou escalar. Conforme o jogo avança, você irá coletar novas plantas e aprender novas capacidades, que lhe permitirão planar durante um salto ou até mesmo se transformar em uma bola para rolar com mais velocidade pelos terrenos. Todos estes controles são apresentados de forma bastante prática, um passo por vez, fazendo com que a informação seja compartilhada com BUD e armazenada aos poucos na memória do jogador, quase como que se você estivesse aprendendo a viver no corpo deste robô. Os cenários são vastos e abertos à teste para o player praticar suas habilidades enquanto o explora, passando por áreas verdes, arenosas e rochosas do local. Fiquei abismado com a qualidade da modelagem nestes ambientes, que não foge do padrão minimalista e consegue ser tão apelativa visualmente quanto uma pintura feita à mão, sentimento proporcionado também por não haver HUD alguma no jogo, sendo completamente full screen. A trilha sonora também ajuda a compor o clima do game enquanto você passeia, nada como uma “obra-prima” mas serve em conjunto com o jogo perfeitamente, ditando um ritmo calmo e divertido em qualquer momento, no chão ou nas alturas. Talvez o único ponto fraco em Grow Up seja a falta de NPC’s ou adversários no mapa, tornando a jornada bastante solitária. BUD conversa apenas com seu drone, mas não sei se ele conta como um amigo do personagem, pois serve apenas como um guia para onde você deve ir e te mostra o que fazer. A movimentação “gravitacional” de BUD também pode ser uma dor de cabeça no início, falhando na precisão ou satisfação do direcionamento do personagem, mas que logo passa com o decorrer de sua jogatina, enquanto você se acostuma com o gameplay robótico,

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That Hoarder: Overcome Compulsive Hoarding That Hoarder Hoarding disorder is stigmatised and people who hoard feel vast amounts of shame. This podcast began life as an audio diary, an anonymous outlet for somebody with this weird condition. That Hoarder speaks about her experiences living with compulsive hoarding, she interviews therapists, academics, researchers, children of hoarders, professional organisers and influencers, and she shares insight and tips for others with the problem. Listened to by people who hoard as well as those who love them and those who work with them, Overcome Compulsive Hoarding with That Hoarder aims to shatter the stigma, share the truth and speak openly and honestly to improve lives. The Small Business Startup School – Business Notes | Financial Literacy | Retail Psychology – For Professionals & Entrepreneurs The Small Business Startup School Inc. Starting or buying a small business? While personal circumstances may vary, business patterns remain timeless. On The Small Business Startup School, we explore strategies, insights, and practical solutions to help entrepreneurs confidently navigate their journey.Hosted by Ola Williams—a retail entrepreneur, fintech founder, and financial coach with over two decades of experience—this podcast marries financial awareness and retail psychology with optimism to deliver actionable takeaways.Join us to learn, grow, and connect as we uncover the keys to business success.Let’s continue to learn together and be encouraged to keep on connecting! DIOSA. Carolina Sanper This podcast is a sacred space created by Carolina Sanper where you connect with your inner wisdom and embody your magnetic feminine power.It is the realization that the mystical realm is where you plant the seeds of your desired reality.It is a portal to your true essence: awareness, presence, and receiving with ease. Welcome home, DIOSA. 🖤 XXX Tech by SOVRYN Dr. Brian Sovryn The crossroads between technology, sensuality, and metaphysics - and the longest running anarchist podcast in the world! Brought to you by Dr. Brian Sovryn.

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How long is this episode of IndieSide | Podcast sobre Indie Games?

This episode is 32 minutes long.

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This episode was published on September 1, 2016.

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