EPISODE · Dec 2, 2024 · 4 MIN
LUSOFONIAS - Anunciar notícias que inspiram!
from Agência ECCLESIA · host Agência ECCLESIA
Tony Neves, em Oliveira do Douro - Cinfães Oliveira do Douro, em Cinfães, encheu-se de festa e povo, neste frio 1º de dezembro, para a apresentação de um novo livro do P. Luís Rafael Azevedo, seu pároco. Deliciado, mas provocado! – eis o meu estado de espírito depois de ler a obra ‘O papel da linguagem informal na comunicação da Igreja. De 30d.C.ao tempo do 5g’. O arco temporal é muito alargado, talvez demasiado: de 30 d.C. até ao tempo do 5G, ou seja, desde que Cristo abriu a boca pela primeira vez no início da sua ‘vida pública’ até aos dias de hoje, quando outros G’s estão já em laboratório! Aprecio a sua ousadia académica. Confirmo partilhar em pleno a convicção de que a instituição mundial com maior número de crentes tem de saber comunicar bem a ‘boa nova’ que garante ter mandato para anunciar. Aliás, continua a ser difícil de explicar como se partiu de uma dúzia de apóstolos e se chegou hoje a muitos milhões de discípulos. Concluiu-se que a comunicação da mensagem funcionou e a Igreja ganhou uma dimensão universal, planetária. Há que evitar, a todo o custo, excessos de comunicação. Eles geram confusão e não ajudam a discernir o essencial da mensagem. Há que usar palavras que os ouvintes ou leitores entendam. Há boas notícias a dar – eis a mensagem a passar ao público-alvo, que é toda a gente. É difícil falar da vida e obra de um Jesus Cristo, ‘comunicador improvável’, que só escreveu uma vez e no chão…palavras que os passos das pessoas e o vento levaram! Mas falou, ou melhor, dialogou, gesticulou, parabolizou…, comunicou com o corpo todo!
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Tony Neves, em Oliveira do Douro - Cinfães Oliveira do Douro, em Cinfães, encheu-se de festa e povo, neste frio 1º de dezembro, para a apresentação de um novo livro do P. Luís Rafael Azevedo, seu pároco. Deliciado, mas provocado! – eis o meu estado de espírito depois de ler a obra ‘O papel da linguagem informal na comunicação da Igreja. De 30d.C.ao tempo do 5g’. O arco temporal é muito alargado, talvez demasiado: de 30 d.C. até ao tempo do 5G, ou seja, desde que Cristo abriu a boca pela primeira vez no início da sua ‘vida pública’ até aos dias de hoje, quando outros G’s estão já em laboratório! Aprecio a sua ousadia académica. Confirmo partilhar em pleno a convicção de que a instituição mundial com maior número de crentes tem de saber comunicar bem a ‘boa nova’ que garante ter mandato para anunciar. Aliás, continua a ser difícil de explicar como se partiu de uma dúzia de apóstolos e se chegou hoje a muitos milhões de discípulos. Concluiu-se que a comunicação da mensagem funcionou e a Igreja ganhou uma dimensão universal, planetária. Há que evitar, a todo o custo, excessos de comunicação. Eles geram confusão e não ajudam a discernir o essencial da mensagem. Há que usar palavras que os ouvintes ou leitores entendam. Há boas notícias a dar – eis a mensagem a passar ao público-alvo, que é toda a gente. É difícil falar da vida e obra de um Jesus Cristo, ‘comunicador improvável’, que só escreveu uma vez e no chão…palavras que os passos das pessoas e o vento levaram! Mas falou, ou melhor, dialogou, gesticulou, parabolizou…, comunicou com o corpo todo!
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