EPISODE · Jun 19, 2023 · 5 MIN
LUSOFONIAS - JMJ. A voz aos mais velhos…
from Agência ECCLESIA · host Agência ECCLESIA
Tony Neves As JMJ Lisboa 2023 são um ponto de chegada. Serão um ponto de partida. Até aqui, percorreu-se já um longo caminho. Para refletir sobre os passos dados, nada melhor que ir à procura dos responsáveis pela Pastoral Juvenil em Portugal nos últimos 40 anos. Devo, em nome da justiça, recordar com gratidão o P. Victor Feytor Pinto (desde 1975), o P. Manuel Costa Freitas e o Dom Ilídio Leandro (1999-2000), que Deus já chamou a si. O P. Adérito Barbosa, dehoniano, hoje a trabalhar no mundo universitário, em Nampula, no norte de Moçambique, começou a investir na Pastoral Juvenil na Madeira. Depois, foi nomeado Diretor do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil (DNPJ), cargo que exerceu entre 1985 e 1990. Esta longa experiência e a formação académica motivaram-no a escrever vários livros para os jovens. Lembra: ‘percorri as 20 dioceses do país dando formação aos jovens e aos animadores juvenis. Nunca teremos uma profunda pastoral de jovens se não formarmos com qualidade os seus animadores. Temos de caminhar muito. Há muita estrada a fazer. Estamos ainda numa fase verde. Há que caminhar para a maturidade’. O P. Augusto Gonçalves reanimou o DNPJ em 1996, após seis anos em hibernação. Foi o seu diretor até 1999. Partilha: ‘Para Portugal, a JMJ em Lisboa é acontecimento único; é o chamamento a uma maior atenção aos jovens, dando-lhes mais protagonismo. Desafia o país a dar-lhes mais valor e atenção, numa abertura à vida, ao trabalho, à criatividade e ao seu futuro. Os jovens poderão dar à Igreja uma face nova. Poderão ajudar imenso a construir uma Igreja mais próxima, criativa e renovada. Para a Igreja, esta celebração ímpar ajudará a perceber melhor os anseios e as inquietações dos jovens com a pedagogia de Deus. Todos alargaremos os horizontes, daremos mais atenção aos jovens e seremos todos referência uns para os outros’.
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Tony Neves As JMJ Lisboa 2023 são um ponto de chegada. Serão um ponto de partida. Até aqui, percorreu-se já um longo caminho. Para refletir sobre os passos dados, nada melhor que ir à procura dos responsáveis pela Pastoral Juvenil em Portugal nos últimos 40 anos. Devo, em nome da justiça, recordar com gratidão o P. Victor Feytor Pinto (desde 1975), o P. Manuel Costa Freitas e o Dom Ilídio Leandro (1999-2000), que Deus já chamou a si. O P. Adérito Barbosa, dehoniano, hoje a trabalhar no mundo universitário, em Nampula, no norte de Moçambique, começou a investir na Pastoral Juvenil na Madeira. Depois, foi nomeado Diretor do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil (DNPJ), cargo que exerceu entre 1985 e 1990. Esta longa experiência e a formação académica motivaram-no a escrever vários livros para os jovens. Lembra: ‘percorri as 20 dioceses do país dando formação aos jovens e aos animadores juvenis. Nunca teremos uma profunda pastoral de jovens se não formarmos com qualidade os seus animadores. Temos de caminhar muito. Há muita estrada a fazer. Estamos ainda numa fase verde. Há que caminhar para a maturidade’. O P. Augusto Gonçalves reanimou o DNPJ em 1996, após seis anos em hibernação. Foi o seu diretor até 1999. Partilha: ‘Para Portugal, a JMJ em Lisboa é acontecimento único; é o chamamento a uma maior atenção aos jovens, dando-lhes mais protagonismo. Desafia o país a dar-lhes mais valor e atenção, numa abertura à vida, ao trabalho, à criatividade e ao seu futuro. Os jovens poderão dar à Igreja uma face nova. Poderão ajudar imenso a construir uma Igreja mais próxima, criativa e renovada. Para a Igreja, esta celebração ímpar ajudará a perceber melhor os anseios e as inquietações dos jovens com a pedagogia de Deus. Todos alargaremos os horizontes, daremos mais atenção aos jovens e seremos todos referência uns para os outros’.
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