EPISODE · Jul 3, 2026 · 29 MIN
Randolfe defende PEC da Segurança e critica ‘articulação’ contra soberania
from Podcast JR Entrevista · host RECORD
O convidado do JR ENTREVISTA desta quinta-feira (2) é o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues. À jornalista Flávia Alvarenga, ele falou sobre as prioridades da agenda legislativa, com destaque para a urgência da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública. Randolfe classificou o combate às facções criminosas como uma “guerra” que deve ser vencida pelas instituições brasileiras, criticando tentativas de interferência externa no país.Para o senador, a PEC da Segurança é fundamental para atualizar as atribuições da Polícia Federal, permitindo que o órgão atue de forma institucional e coordenada no combate ao crime organizado, que se tornou transnacional. Ele rebateu críticas da oposição sobre a classificação de facções como o PCC e o Comando Vermelho por órgãos dos Estados Unidos, classificando o movimento como uma “conspiração”.“Quem tem que derrotar o crime organizado no Brasil são as instituições brasileiras. Não pode ser nenhum governo estrangeiro, como alguns querem conspirar contra o Brasil, se articulando com nações estrangeiras para, sob pretexto de combater o crime, na verdade, ofender nossa soberania”, afirmou. Segundo ele, se a oposição estivesse interessada no combate efetivo, já teria avançado com a votação da PEC no Congresso.Outro ponto central da entrevista foi o adiamento da votação sobre a aposentadoria especial para agentes de saúde. Randolfe explicou que a medida poderia gerar um impacto fiscal estimado entre R$ 40 bilhões e R$ 60 bilhões. O senador destacou que, embora o governo tenha sensibilidade social, é preciso respeitar os princípios constitucionais de responsabilidade fiscal.“Nós só temos que encontrar as fontes necessárias para pagar aos agentes de saúde ou para quaisquer outras categorias o que está sendo reivindicado. Não pode ter despesa sem uma fonte previamente anunciada. Isso é um princípio constitucional”, pontuou.Randolfe também detalhou o projeto para aumentar o limite de faturamento do MEI (microempreendedor individual), que atualmente é de R$ 81 mil. A proposta prevê um escalonamento para R$ 110 mil e, posteriormente, R$ 140 mil. De acordo com o senador, essa medida funciona como uma contrapartida econômica diante das mudanças nas relações de trabalho, como a redução da jornada semanal.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
What this episode covers
O convidado do JR ENTREVISTA desta quinta-feira (2) é o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues. À jornalista Flávia Alvarenga, ele falou sobre as prioridades da agenda legislativa, com destaque para a urgência da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública. Randolfe classificou o combate às facções criminosas como uma “guerra” que deve ser vencida pelas instituições brasileiras, criticando tentativas de interferência externa no país.Para o senador, a PEC da Segurança é fundamental para atualizar as atribuições da Polícia Federal, permitindo que o órgão atue de forma institucional e coordenada no combate ao crime organizado, que se tornou transnacional. Ele rebateu críticas da oposição sobre a classificação de facções como o PCC e o Comando Vermelho por órgãos dos Estados Unidos, classificando o movimento como uma “conspiração”.“Quem tem que derrotar o crime organizado no Brasil são as instituições brasileiras. Não pode ser nenhum governo estrangeiro, como alguns querem conspirar contra o Brasil, se articulando com nações estrangeiras para, sob pretexto de combater o crime, na verdade, ofender nossa soberania”, afirmou. Segundo ele, se a oposição estivesse interessada no combate efetivo, já teria avançado com a votação da PEC no Congresso.Outro ponto central da entrevista foi o adiamento da votação sobre a aposentadoria especial para agentes de saúde. Randolfe explicou que a medida poderia gerar um impacto fiscal estimado entre R$ 40 bilhões e R$ 60 bilhões. O senador destacou que, embora o governo tenha sensibilidade social, é preciso respeitar os princípios constitucionais de responsabilidade fiscal.“Nós só temos que encontrar as fontes necessárias para pagar aos agentes de saúde ou para quaisquer outras categorias o que está sendo reivindicado. Não pode ter despesa sem uma fonte previamente anunciada. Isso é um princípio constitucional”, pontuou.Randolfe também detalhou o projeto para aumentar o limite de faturamento do MEI (microempreendedor individual), que atualmente é de R$ 81 mil. A proposta prevê um escalonamento para R$ 110 mil e, posteriormente, R$ 140 mil. De acordo com o senador, essa medida funciona como uma contrapartida econômica diante das mudanças nas relações de trabalho, como a redução da jornada semanal.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
NOW PLAYING
Randolfe defende PEC da Segurança e critica ‘articulação’ contra soberania
No transcript for this episode yet
Similar Episodes
Mar 26, 2026 ·1m
Jan 2, 2026 ·47m
Dec 21, 2025 ·46m