EPISODE · May 27, 2024 · 31 MIN
Violência obstétrica
from Câmara Rio Debate · host Câmara Municipal do Rio de Janeiro
A maternidade deveria ser um momento de alegria e celebração, mas para muitas mulheres ao redor do mundo, o parto pode ser uma experiência marcada por trauma e abuso. A violência obstétrica, uma forma de violência de gênero, é uma realidade que muitas mulheres enfrentam durante o processo de dar à luz. Neste programa, exploraremos o que é a violência obstétrica, suas causas, impactos e o que está sendo feito para combatê-la. O Rio teve, entre 2019 e 2023, uma média de sete casos de violência contra mulheres na hora do parto. São registros de xingamentos, abandono por parte do corpo médico de maternidades e unidades de saúde e até de negação do direito da mulher optar pelo parto normal ou cesariano. Diante dos dados, a Defensoria Pública do Rio e a Associação de Doulas, a Adoulas-RJ, criaram uma cartilha de orientação e prevenção à violência obstétrica. A violência obstétrica é uma realidade alarmante que precisa ser enfrentada e combatida. É fundamental haver uma mudança cultural e sistêmica nas práticas de assistência ao parto, garantindo que todas as mulheres tenham uma experiência segura, respeitosa e baseada em seus direitos humanos fundamentais. Participam deste debate: . Mariana Ferreira (GINECOLOGISTA E OBSTETRA) . Thais Ferreira (VEREADORA) . Flávia Nascimento (COORD. DE DEFESA DOS DIREITOS DA MULHER DA DPE-RJ)
What this episode covers
A maternidade deveria ser um momento de alegria e celebração, mas para muitas mulheres ao redor do mundo, o parto pode ser uma experiência marcada por trauma e abuso. A violência obstétrica, uma forma de violência de gênero, é uma realidade que muitas mulheres enfrentam durante o processo de dar à luz. Neste programa, exploraremos o que é a violência obstétrica, suas causas, impactos e o que está sendo feito para combatê-la. O Rio teve, entre 2019 e 2023, uma média de sete casos de violência contra mulheres na hora do parto. São registros de xingamentos, abandono por parte do corpo médico de maternidades e unidades de saúde e até de negação do direito da mulher optar pelo parto normal ou cesariano. Diante dos dados, a Defensoria Pública do Rio e a Associação de Doulas, a Adoulas-RJ, criaram uma cartilha de orientação e prevenção à violência obstétrica. A violência obstétrica é uma realidade alarmante que precisa ser enfrentada e combatida. É fundamental haver uma mudança cultural e sistêmica nas práticas de assistência ao parto, garantindo que todas as mulheres tenham uma experiência segura, respeitosa e baseada em seus direitos humanos fundamentais. Participam deste debate: . Mariana Ferreira (GINECOLOGISTA E OBSTETRA) . Thais Ferreira (VEREADORA) . Flávia Nascimento (COORD. DE DEFESA DOS DIREITOS DA MULHER DA DPE-RJ)
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