PODCAST · business
Administração Fora da Caixa - ADM.F.C.
by Observatório da Realidade Organizacional (UFPE)
Podcast oficial do grupo de pesquisa 'Observatório da Realidade Organizacional', cadastrado no CNPq e vinculado ao Programa de Pós-graduação em Administração (PROPAD) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), liderado pela Profa. Débora Coutinho Paschoal Dourado.
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Organizações no espaço – Diálogos com Milton Santos – ADM.F.C. #035
Neste episódio, exploramos a obra A Natureza do Espaço, do geógrafo brasileiro Milton Santos, discutindo sua concepção do espaço como instância social e suas contribuições para os Estudos Organizacionais. A partir dos conceitos de técnica, tempo, norma e rugosidade, o episódio propõe reflexões críticas sobre o papel das organizações na produção do território e nas dinâmicas de exclusão e resistência nos espaços urbanos. O episódio é direcionado a quem deseja repensar as práticas organizacionais a partir de uma epistemologia situada, crítica e comprometida com a justiça espacial.
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‘O Espaço Dividido’, de Milton Santos - ADM.F.C. #034
Neste episódio, analisamos a obra "O Espaço Dividido", de Milton Santos, para entender como as cidades dos países periféricos são marcadas por lógicas organizacionais distintas e desiguais. Exploramos os conceitos centrais do autor, como o circuito superior, ligado à economia formal, globalizada e altamente planejada, e o circuito inferior, baseado na flexibilidade, criatividade e redes informais desobrevivência. Relacionamos essas ideias com asprincipais teorias organizacionais, como a Teoria Clássica, a Escola de Relações Humanas e a Teoria da Contingência, mostrando como cada uma se conecta (ou se contrapõe) às realidades urbanas descritas por Santos. Discute-se como o espaço urbano não é neutro, mas sim um campo de disputa, estruturado para servir ao circuito superior enquanto marginaliza o inferior. Ao longo do episódio, refletimos sobreas implicações dessas dinâmicas para a gestão, a administração pública e a forma como pensamos as organizações no Brasil.
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‘Por uma outra globalização’, de Milton Santos - ADM.F.C. #033
Neste episódio do podcast Administração Fora da Caixa, Quésia Anacleto apresenta uma profunda leitura crítica da obra Por uma Outra Globalização, de Milton Santos. A partir do conceito de globalização como fábula, perversidade e possibilidade, o episódio denuncia os efeitos excludentes do modelo hegemônico, baseado no domínio do dinheiro, da informação e da técnica. A autora explora como esse modelo fragmenta territórios, impõe um tempo acelerado que anula o tempo humano e transforma a pobreza em fenômeno estrutural e politicamente produzido.Em diálogo com autores como Amartya Sen, Max Weber, Boaventura de Sousa Santos e Manuel Castells, o episódio propõe uma agenda contra-hegemônica nos Estudos Organizacionais, centrada na valorização do lugar, da subjetividade, da solidariedade e da gestão multiterritorial. Ao desmontar o discurso da inevitabilidade da globalização, Quésia convida o ouvinte a repensar criticamente o papel das organizações e gestores na construção de uma globalização mais justa, plural e enraizada nas realidades locais.
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Celso Furtado em ‘Desenvolvimento e Subdesenvolvimento’ - ADM.F.C. #032
No episódio “Desenvolvimento e Subdesenvolvimento: uma lente crítica para pensar organizações”, Lilian Ellen propõe uma leitura atualizada da obra de Celso Furtado (O Subdesenvolvimento e o Desenvolvimento, 1961), articulando-a com os Estudos Organizacionais. Ao lado do professor Leonardo Nóbrega da Silva, o episódio explora as raízes históricas e estruturais do subdesenvolvimento, questionando modelos de desenvolvimento baseados na reprodução de padrões externos e na perpetuação da dependência econômica e cultural.A discussão convida à reflexão sobre como as organizações brasileiras operam em contextos marcados pela colonialidade do poder (Quijano), pela desigualdade histórica (Prebisch) e pela racionalidade instrumental que desconsidera saberes locais (Boaventura, Guerreiro Ramos). Ao revisitar o pensamento de Furtado, o episódio desafia os ouvintes a repensarem a prática organizacional e a gestão a partir de uma perspectiva crítica, situada e comprometida com a transformação social.
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‘O Mito do Desenvolvimento Econômico’, de Celso Furtado - ADM.F.C. #031
Neste episódio do Administração Fora da Caixa, Rodrigo Vieira mergulha na obra O Mito do Desenvolvimento Econômico, de Celso Furtado, para questionar modelos de progresso que priorizam o crescimento industrial em detrimento da inclusão social. A partir de uma crítica contundente ao “milagre econômico” brasileiro e à industrialização imitativa, Furtado alerta para o perigo de importar fórmulas de desenvolvimento sem considerar as especificidades históricas, culturais e estruturais dos países periféricos — como o Brasil. A obra propõe um novo olhar sobre o que significa, de fato, “desenvolver-se”, articulando justiça social, soberania e protagonismo local.Rodrigo conecta essa reflexão aos Estudos Organizacionais, destacando como práticas de gestão baseadas em modelos estrangeiros podem aprofundar desigualdades e exclusões. Ele convoca estudantes, pesquisadores e profissionais a romperem com o pensamento mágico da imitação e a pensarem organizações como agentes de transformação social enraizados na realidade brasileira. O episódio é um convite à descolonização dos saberes e à construção de alternativas locais e inclusivas de desenvolvimento.
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‘Formação Econômica do Brasil’, de Celso Furtado - ADM.F.C. #030
O episódio contextualiza Celso Furtado e sua obra Formação Econômica do Brasil (1959), destacando a crítica à trajetória dependente e desigual da economia brasileira. Discute os ciclos econômicos coloniais, a lógica de exportação, a dependência tecnológica e financeira e os quatro momentos na transição para o trabalho assalariado. Articula esses elementos com teorias organizacionais clássicas mostrando limites de sua aplicação acrítica no Brasil. Encerra com uma síntese reflexiva sobre como as organizações podem repensar práticas de gestão e relações de trabalho diante das heranças históricas.
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‘O Processo Civilizatório’, de Darcy Ribeiro - ADM.F.C. #029
Neste episódio, Maria Izabel Ferreira Afonso, pós-graduanda em Administração, reflete sobre a obra O Processo Civilizatório de Darcy Ribeiro, que é o ponto de partida de um projeto mais amplo que ele chamou de Estudos de Antropologia da Civilização. O livro explora as etapas da evolução sociocultural em diversas partes do globo, oferecendo uma visão abrangente e crítica sobre o desenvolvimento das sociedades humanas. O autor propõe que a ascensão e queda das sociedades não é linear ou cíclica, mas um processo construído sobre história, conflitos, dominação, resistência, e por isso cada povo responde de maneira própria aos desafios históricos e ambientais, não sendo justo, portanto, medir o avanço dessas sociedades com a mesma régua de desenvolvimento. O Processo Civilizatório possibilita refletir sobre passado, presente e futuro, nos ensina que não há apenas um caminho para o desenvolvimento, e que esses caminhos seguem rumos e ritmos diferentes.
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Darcy Ribeiro e ‘O Povo Brasileiro’: conexões entre cultura e organização - ADM.F.C. #028
Neste episódio, foi conduzida uma análise crítica e original da obra O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro, dialogando com os Estudos Organizacionais. Em formato de monólogo reflexivo, a narrativa adota uma linguagem acessível e instigante, aproximando o ouvinte das complexas intersecções entre identidade nacional, herança colonial e dinâmicas organizacionais contemporâneas. O episódio propõe um olhar ampliado para as práticas organizacionais, indo além das técnicas e incluindo aspectos estruturais da formação do povo brasileiro, como o patriarcalismo, a desigualdade e a mestiçagem, na análise de cultura organizacional e poder.
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27
Paulo Freire e a ‘Educação como Prática da Liberdade’ - ADM.F.C. #027
Este episódio apresenta reflexões críticas e articulações com os Estudos Organizacionais a partir da obra ‘Educação como Prática da Liberdade’, de Paulo Freire, contextualizandohistoricamente sua publicação e analisando criticamente suas contribuições e articulações possíveis com o campo da pedagogia.
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‘A Pedagogia da Esperança’, de Paulo Freire - ADM.F.C. #026
"Pedagogia da Esperança" é um reencontro com a obra e os ideais de Paulo Freire, onde a educação é vista como prática da liberdade, e a esperança, como força política para transformar o mundo. Neste episódio do ADM.F.C., exploramos como diálogo, consciência crítica e ética podem inspirar novas formas de agir dentro e fora das organizações. Apresentamos também como a obra faz suas contribuições no campo dos Estudos Organizacionais.
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A ‘Pedagogia da Autonomia’, de Paulo Freire - ADM.F.C. #025
Neste episódio do podcast ADM F.C., a pós-graduanda Elizangela Santos de Almeida reflete sobre a educação como prática da liberdade, guiando-se pela obra Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire. Destaca-se que ensinar exige ética, humildade, escuta e o reconhecimento do estudante como sujeito do processo educativo. Ao longo do episódio, são mobilizadas contribuições de autores como Arroyo, Paro e Diniz-Pereira para aprofundar a discussão sobre a formação docente, a gestão democrática da escola e a valorização dos saberes culturais dos estudantes. A proposta é romper com o autoritarismo e a tecnocracia presentes em muitas práticas escolares, resgatando a centralidade do diálogo e da autonomia como fundamentos de uma educação verdadeiramente emancipadora.
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Paulo Freire – o trabalho que transforma – ADM.F.C. #024
Neste episódio do ADM F.C., a doutoranda Elisângela de Farias propõe uma travessia sensível, crítica e profundamente engajada sobre o trabalho e suas formas de opressão e emancipação, especialmente a partir da experiência de um grupo de mulheres em situação de vulnerabilidade social no Cabo de Santo Agostinho (PE).Inspirado pela obra Pedagogia do Oprimido, de Paulo Freire, e ancorado em uma sólida base teórica que inclui Marx, Silvia Federici, Maurício Tragtenberg, Ana Paula Paes de Paula, E. P. Thompson, entre outros, o episódio articula teoria crítica, pesquisa empírica e vivência em uma narrativa potente.
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Integração de estudantes acadêmicos africanos - ADM.F.C. #023
No último episódio da 3ª temporada do podcast, discutimos a integração de estudantes acadêmicos africanos em universidades brasileiras, abordando os desafios e as oportunidades dessa experiência. Luiza Vilaça, Linda Manuel, Stenio Barros e Felipe Bergamo conduzem uma reflexão profunda sobre as vivências desses estudantes, explorando as práticas de pesquisa participativa e a importância do diálogo intercultural. Este episódio é fundamentado em teorias de pesquisa-ação e estudos organizacionais críticos, destacando a relevância de uma abordagem inclusiva e transformadora na educação superior. Doutoranda: Luiza Cristina Jordão Braga Vilaça da Rocha Mestrandes: Linda Mateus Mundlovo Manuel, Stenio Barros de Oliveira e Felipe Bergamo Barreto Holanda Gravação e Edição: Thyago Sousa. Referências: BRADBURY, H. (2015). The Sage Handbook of Action Research. London: Sage Publications. DE PAULA, Ana Paula Paes. Repensando os estudos organizacionais: para uma nova teoria do conhecimento. Editora FGV, 2016. FALS BORDA, O. (2001). Participatory (action) research in social theory: Origins and challenges. In P. Reason, & H. Bradbury (Eds.), Handbook of action research: Participative inquiry & practice (pp. 27–37). Sage. FREIRE, P. (1989) A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo. Editora Cortez. 23ª Ed. GARCIA, R. L. (2011) Para quem pesquisamos e para quem escrevemos: o impasse dos intelectuais. São Paulo. Editora Cortez. V. 31. p. 15-41. MACKE, J. (2010). A pesquisa-ação como estratégia de pesquisa participativa. In C. K. Godoi, R. Bandeira-De-Mello & A. B. Silva (Orgs.), Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais (pp. 207-239). São Paulo: Saraiva. RIBEIRO, D. (1986). O Óbvio. Editora Guanabara. SOARES, A. P., & DOURADO, D. C. P. (2022). A crítica à pesquisa-ação em Administração como uma via de resgate do seu potencial para a ação transformadora. Contextus – Revista Contemporânea de Economia e Gestão, 20, 13-26. SOUZA, M. M. P. de; PAES DE PAULA, A. P. (2020). Saindo da “Torre de Marfim” dos Estudos Organizacionais Críticos: a pesquisa-ação aliada a ferramentas colaborativas do Dragon Dreaming no caso da Astriflores. Desenvolvimento Em Questão, 18(51), 10–32. TEODÓSIO, A. D. S. S. (2022). Da apatia à empatia na pesquisa engajada: marcas indeléveis da lama que tudo transformou. Farol - Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade, 9(25), 449-467.
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Adolescentes socioeducandos em busca de uma recolocação na sociedade - ADM.F.C. #022
Este episódio do podcast "Administração Fora da Caixa", aborda o delicado e urgente tema da reintegração social de adolescentes socioeducandos. Conduzido pelos pós-graduandos Adolfo Alencar, Filipe Vasconcelos, Rodrigo Barbosa da Silva e Vinicius Albuquerque, conta com a participação mais que especial da pesquisadora Síria Freire, que traz uma perspectiva prática e humanizada sobre o processo de recolocação desses jovens na sociedade. O episódio questiona os desafios e as possibilidades de inclusão social, trazendo uma reflexão crítica fundamentada em discussões teóricas relevantes sobre o papel dos intelectuais e o impacto social das pesquisas. Doutorandos: Adolfo de Alencar Melo Junior, Filipe de França Monteiro Vasconcelos e Rodrigo Barbosa da Silva. Mestrando: Vinicius de Albuquerque Rodrigues de Freitas. Convidada: Síria Freire. Gravação e Edição: Thyago Sousa. Referências: GARCIA, R. L. Para quem pesquisamos e para quem escrevemos: o impasse dos intelectuais. São Paulo. Editora Cortez, 2011 – Coleção Questões de Nossa Época; V. 31. P, 15-41.
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Manifestações culturais do bairro da Várzea, em Recife/PE - ADM.F.C. #021
Neste episódio, exploramos as ricas manifestações culturais do bairro da Várzea, em Recife/PE. Ana Maria Vicente, Antônio Mascarenhas, Joiciane Rodrigues e Nelson Tomé conduzem uma conversa envolvente com Lucas, representante da pandeirada, José, organizador do Cineclube, e Gleison, professor de capoeira. Trata-se de uma imersão nas expressões culturais locais, destacando como a cultura contribui para a identidade comunitária e a resistência social. Com uma base teórica sólida, a discussão abrange desde as estratégias identitárias dos artistas até o papel da capoeira na reafirmação cultural, contextualizando as práticas no cenário mais amplo das políticas culturais e econômicas no Brasil. Doutoranda: Ana Maria Vicente da Silva. Mestrandos: Antônio Mascarenhas da Ressurreição, Joiciane Rodrigues de Sousa e Nelson Tomé Cossa. Convidados: Lucas (da pandeirada), José (do Cineclube) e Gleison (professor de capoeira). Gravação e Edição: Thyago Sousa. Referências: BENDASSOLLI, P. F.; BORGES-ANDRADE, J. E. Representações e estratégias identitárias na experiência do artista. Psicologia & Sociedade, v. 24, n. 3, p. 607-618, 2012. CAVALCANTI, G. B. Comunidade e identidade: a liga social contra o mocambo e a construção de um sentido de comunidade e identidade na periferia da cidade do Recife nas décadas de 1930 e 1940. Revista Escritas, v. 7, n. 2, p. 215-229, 2015. CERQUEIRA, A. P. C. de. Política cultural e trabalho nas artes: o percurso e o lugar do Estado no campo da cultura. Estudos Avançados, v. 32, n. 92, p. 119-139, 2018. COSTA, C. F. da; MEDEIROS, I. B. de O.; BUCCO, G. B. O financiamento da cultura no brasil no período 2003-15: Um caminho para geração de renda monopolista. RAP -Revista de Administração Pública, v. 51, n. 4, p. 509-527, 2017. FONTES‐FILHO, J. R. et al. Governance of interorganizational health emergency networks: Facing the Zika pandemic. Annals of Public and Cooperative Economics, v. 92, n. 2, p. 333-354, 2021. MATOS, M. P. de A. F., J.; COSTA, F. de A. Arranjos e sistemas produtivos e inovativos culturais. In: MATOS, M. P. de; CASSIOLATO, J. E.; LASTRES, H. M. M.; LEMOS, C.; SZAPIRO, M. Arranjos produtivos locais - Referencial, experiências e políticas em 20 anos da RedeSist. Rio de Janeiro: E-papers, 2017. MEDEIROS, M. P. da S. Capoeira: da marginalização a reafirmação identitária. 2016. 45f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em História e Cultura Africana e Afro-brasileira), Departamento de História do CERES, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Caicó, 2016. PINHEIRO, J. de C. A importância da formação e do desenvolvimento dos mocambos para a Recife dos anos 1930 e 1940. In: Circuito Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos - CNLF, 14., Rio de Janeiro, 2010. Anais [...]. Rio de Janeiro: UERJ, 2010. YÚDICE, G. A conveniência da cultura: usos da cultura na era global. 1. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006.
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Entregadores de plataforma: entre autonomia, flexibilidade e precariedade - ADM.F.C. #020
Neste episódio do podcast "Administração Fora da Caixa", exploramos o mundo dos entregadores de plataforma, focando nas complexas dinâmicas entre autonomia, flexibilidade e precariedade que caracterizam essa forma de trabalho. A discussão é conduzida pelos pós-graduandos Daniela Gouveia, Gessica Muniz, Jonatas Guilherme Ferraz e Sully Freire, contando ainda com a valiosa participação de Angélica Soares, especialista no tema. Este episódio aborda as novas configurações do trabalho na era digital, a informalidade crescente e os desafios enfrentados por esses trabalhadores, com base em uma sólida fundamentação teórica e dados recentes.
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Universo das costureiras do polo de confecções do agreste pernambucano - ADM.F.C. #019
Neste episódio do ADM.F.C, mergulhamos no universo das costureiras do polo de confecções do agreste pernambucano (PCAP). Com a condução dos doutorandos Erika Jamir, Paloma Araújo Rocha e Murilo Costa, além da participação da convidada especial Gilvanete, uma experiente costureira da região, discutimos as complexas relações de trabalho e as desigualdades de gênero que marcam esse setor. Este episódio traz uma reflexão aprofundada sobre as dinâmicas de trabalho, a informalidade e os impactos recentes da Covid-19 no mercado têxtil, ancorado em estudos acadêmicos relevantes e experiências de vida autênticas. Doutorandos: Erika Jamir, Paloma Araújo Rocha e Murilo Costa. Convidada: Gilvanete (Costureira) Edição: Thyago Sousa. Referências: BEZERRA, E.; CORTELETTI, R. F.; ARAUJO, I. M. Relações de trabalho e desigualdades de gênero na indústria têxtil e de confecções do nordeste. Caderno CRH (Online), v. 33, p. 1-20, 2020. DOURADO, D. C. P.; SOARES, A. P.; SILVA, M. L.; MELO, N. C. M. Mundo do Trabalho e Covid-19: Um panorama sobre essa relação e a proposição de uma agenda de pesquisa. FAROL - Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade, 2022 (no prelo). VÉRAS DE OLIVEIRA, R.; BRAGA, B. M. Território comercial de Toritama: persistência e metamorfoses da informalidade. Política & Trabalho (Online), v. 41, p. 193-225, 2014.
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Controle dos indivíduos nas organizações - ADM.F.C. #018
Neste episódio, Angélica Soares aborda o tema controle social e o controle dos indivíduos nas organizações. São discutidos os mecanismos de controle organizacional e sua evolução para modelos mais sutis, com foco maior ao controle realizado através de algoritmos. Assuntos abordados no episódio: Panóptico; Controle disciplinar e burocrático; Controle algorítmico; Reflexão crítica sobre os mecanismos de controle. Referências utilizadas para a construção deste episódio: BESSI, V. G; ZIMMER, M. V.; GRISCI, C. L. I. O Panóptico Digital nas Organizações: Espaço-Temporalidade e Controle no Mundo do Trabalho Contemporâneo. Organizações e Sociedade, v. 14, n°. 42, jul./set., 2007, p. 83-96. FARIA, J. H. de. Análise crítica das teorias e práticas organizacionais. São Paulo: Atlas, 2007. FIGUEIREDO, Carlos. Algoritmos, subsunção do trabalho, vigilância e controle: novas estratégias de precarização do trabalho e colonização do mundo da vida. Revista Eptic, v. 21, n. 1, p. 156-172, 2019. FOUCAULT, M. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 20ª ed. Petrópolis: Vozes, 1987. GAULEJAC, V. Características do poder gerencialista. In:______. Gestão como doença social. 3. ed. São Paulo: Ideias Letras, 2007. p. 107-124. KELLLOG, K.; VALENTINE, M. CHRISTIN, A. Algorithms at Work: The New Contested Terrain of Control. Academy of Management Annals, Vol. 14. No. 1, 2020. MOURA, G. L. Relações desumana: reflexões sobre “humanismo” e controle na relação indivíduo-organização. Farol - Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade, v. 3, n. 2016, p. 177–220, abr. 2016. ZUBOFF, S. The Age of Surveillance Capitalism . Vol. 1. New York: PublicAffairs.
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Trabalho e seu Sentido para os Indivíduos - ADM.F.C. #017
Este episódio tem como tema central o “Trabalho e seu Sentido para os indivíduos”. A temática será discutida a partir da perspectiva da nova geração, a denominada “Geração Z”. Referências: ALBORNOZ, Suzana. O que é trabalho. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Brasiliense, 2008. ANDRADE, Sílvia Patricia Cavalheiro de; TOLFO, Suzana da Rosa; DELLAGNELO, Eloise Helena Livramento. Sentidos do trabalho e racionalidades instrumental e substantiva: interfaces entre a administração e a psicologia. RAC. [online]. 2012, vol.16, n.2, pp.200-216. GORZ, André. Metamorfoses do trabalho: crítica da razão econômica. São Paulo: Annablume, 2003 (p. 13 a 67). PAULI, J.; GUADAGNIN, A.; RUFFATTO, J. Values Relating To Work And Future Perspective For Generation Z. Revista de Ciências da Administração, v. 22, n. 57, p. 8-21, 2020.
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Aspectos do trabalho homeoffice e teletrabalho - ADM.F.C. #016
Nesse episódio, Erika Jamir aborda a respeito dos aspectos do trabalho home office e teletrabalho. Reflete-se sobre as vantagens e desvantagens destas modalidades de trabalho, considerando variáveis políticas, legais e sociais do contexto brasileiro. Referências: ANTUNES, Ricardo. Coronavírus: o trabalho sob fogo cruzado. Boitempo Editorial, 2020 BRIDI, Maria Aparecida et al. O trabalho remoto/home-office no contexto da pandemia COVID-19. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, Grupo de Estudos Trabalho e Sociedade, 2020. KREIN, José Dari. O desmonte dos direitos, as novas configurações do trabalho e o esvaziamento da ação coletiva: consequências da reforma trabalhista. Tempo social, v. 30, n. 1, p. 77-104, 2018.
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O que é o fenômeno da pejotização? - ADM.F.C. #015
Neste episódio, Manoel Pedro apresenta o que as pessoas compreendem sobre a "pejotização" e em seguida, apresenta alguns conceitos importantíssimos acerca desse fenômeno contemporâneo do mundo do trabalho.
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Poder nas Organizações: representatividade é suficiente? - ADM.F.C. #014
Nesse episódio, Annie Dantas conversa sobre as relações de poder nas organizações e coloca em questionamento se a representatividade, com o intuito de garantir organizações mais plurais, mais diversas, da maneira que tem sido apresentada nos últimos anos, se é realmente suficiente para provocar mudança social.
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Ciências Humanas e Sociais para o estudo da Administração - ADM.F.C. #013
Neste episódio, Ana Carolina Sampaio fala sobre as Ciências Humanas e Sociais para o estudo da administração. Debate-se sobre como se constrói o pensamento, a epistemologia, da Ciência da Administração. Trazendo de uma forma mais leve e simples, Carol Sampaio apresenta e explica os textos principais, recortando e elucidando alguns conceitos. Referências usadas para o desenvolvimento do podcast: CHANLAT, Jean-François, Ciências sociais e management: reconciliando o econômico e o social. São Paulo: Atlas, 2000. FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. Aula inaugural no Collège de France pronunciado em 2 de dezembro de 1970. São Paulo: Edições Loyola. 3 ed. 1996. GAULEJAC, Vincent de. Gestão como doença social: ideologia, poder gerencialista e fragmentação social. Cap. 2: Os fundamentos da ideologia gerencialista. 2007. JUSTEN, C. A e DELLAGNELO, E. A Política do mainstream dos Estudos Organizacionais frente ao político: ofensiva neoliberal frente à burocratização das relações sociais. Revista Farol. V.5. No 13. 2018. MOURA, Guilherme L. Relações desumanas: Reflexões sobre humanismo e controle na relação indivíduo-organização. Revista Farol. V.3. No. 6. 2016. RAMOS, Alberto G. A Nova Ciência das Organizações (Capítulo 1- Crítica da Razão Moderna e sua influência sobre a teoria da organização e 2 - No rumo da teoria substantiva da vida humana associada) TRAGTENBERG, M. A teoria geral da administração é uma ideologia?. RAE-Revista de Administração de Empresas, v. 11, n. 4, p. 7–21, 1971. Disponível em:https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rae/article/view/40391. Acesso em: 20 nov. 2021.
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Novas configurações do controle nas organizações - ADM.F.C. #012
Neste episódio, Jéssica Genú fala sobre as Novas Configurações de Controle nas Organizações. As formas de controle organizacional se fizeram presentes no cotidiano da sociedade ao longo do tempo. Mas, o que acontece quando os mecanismos de controle nas organizações se tornam menos visíveis? O episódio apresenta reflexões acerca da evolução das formas de controle nas organizações, particularmente no que se refere à nova configuração permeada pelos aspectos tecnológicos. Referências usadas para o desenvolvimento do episódio: BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001. FRANCO, D. S.; FERRAZ, D. L. S. Uberização do Trabalho e Acumulação Capitalista. Cadernos EBAPE.BR, v. 17, n. Edição Especial, p. 844-856, 2019. GAULEJAC, V. Gestão como doença social: ideologia, poder gerencialista e fragmentação social. Aparecida, SP: Ideias & Letras, 2007. MATOS, F. R. N.; MACHADO, D. Q. As Novas Configurações Utilizadas Pelo Controle Nas Organizações. GESTÃO.Org - Revista Eletrônica de Gestão Organizacional, v. 15, n. 1, p. 37-45, 2017. MOTTA, F. C. P. Controle Social nas Organizações. RAE-Revista de Administração de Empresas, v. 33, n. 5, set-out, p.68-87, 1993.http://dx.doi.org/10.1590/S0034-75901993000500005. MOURA, G. L.; ANDRADE, L. M. O "Paradoxo" e a "Galinha": o controle organizacional e as Comunidades de Práticas. Organizações & Sociedade, v. 13, n. 36, p. 27-43, 2006.https://doi.org/10.1590/S1984-92302006000100002. PAGÈS, M, et al. O poder das organizações. São Paulo: Atlas, 2005. RAMOS, A. G. A Nova Ciência das Organizações: uma reconceituação da riqueza das nações (trad. Mary Cardoso). 2. Ed. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1989.
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Relações trabalhistas, precarização e efeitos da pandemia da Covid-19 - ADM.F.C. #011
Neste episódio, Gessé Rodrigues aborda o tema Relações trabalhistas e a precarização do trabalho no Brasil e os efeitos da pandemia da covid-19. Discute-se sobre o mundo do trabalho partindo de um resgate histórico até a contemporaneidade. Assuntos abordados: relações trabalhistas; precarização do trabalho; os efeitos da pandemia para a classe trabalhadora. Participações especiais: Profa. Dra. Yumara Vasconcelos Fisioterapeuta Danielle Assis Técnica de Enfermagem Severina Pereira Referências que serviram de suporte para este episódio: ANTUNES, Ricardo. Desenhando a nova morfologia do trabalho no Brasil. Estudos Avançados, 2014. KREIN, José Dari. O desmonte dos direitos, as novas configurações do trabalho e o esvaziamento da ação coletiva: consequências da reforma trabalhista. Tempo social, v. 30, n. 1, p. 77-104, 2018. LESSA, Rafaela Ribeiro Zauli. A precariedade está por toda parte: um estudo das origens e consequências da precariedade do trabalho no mundo globalizado. Revista da Faculdade de Direito da UFRGS, Porto Alegre, n. 34, p.203-217, ago. 2016. SOUZA, Diego O. As dimensões da precarização do trabalho em face da pandemia de Covid-19. Trabalho, Educação e Saúde, v. 19, 2021, e00311143. DOI: 10.1590/1981-7746-sol00311.
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Reforma trabalhista e ação sindical no Brasil - ADM.F.C. #010
Neste episódio, Manuela Gueiros Pires aborda os impactos da reforma trabalhista brasileira sobre a ação sindical. Referências utilizadas para construir este episódio: ABDALA, Júlia P. N.; LOOS, Mauricio J. Os Impactos da Reforma Trabalhista para o Trabalhador, Empresas e Sindicatos: Uma análise da lei 13.467/2017. Journal of Perspectives in Management – JPM, v. 3, n. 1, 2019, p. 29-40. CUT - Central Única dos trabalhadores. Enfraquecimento de sindicatos e estratégia para afundar mais ainda o país. Disponível em: <https://www.cut.org.br/noticias/enfraquecimento-de-sindicatos-e-estrategia-para-afundar-mais-ainda-o-pais-e792>. Acesso em 19 Out. 2020. GALVÃO, Andréia et al. Reforma trabahista: precarização do trabalho e os desafios para o sindicalismo. Caderno CrH, Salvador, v. 32, n. 86, p. 253-269, Maio/Ago. 2019. OLIVEIRA, Roberto V., GALVÃO, Andréia; CAMPOS, Anderson. Reforma trabalhista: impactos imediatos sobre os sindicatos e primeiras reações. Cadernos do CEAS – REVISTA CRÍTICA DE HUMANIDADES, Salvador/Recife, n. 248, p. 668-689, set./dez., 2019. RODRIGUES, Iram J.; LIMA, Jacob C. Lima. Os sindicatos na sociedade contemporânea. Tendências. Ciência e Cultura [online]. 2007, v. 59, n. 2, p.4-5.
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Transformações no trabalho docente - ADM.F.C. #009
Neste episódio, Nahuan Soares fala sobre as atividades laborais do professor vinculado na universidade pública no contexto de trabalho remoto. Como pontos norteadores, discute-se sobre o trabalho docente e suas especificidades. Destaca-se a participação especial da Prof. Dra. Gabriela Tavares (UFPB), num debate acerca do impacto do trabalho remoto na vida desses profissionais. Por fim, apresentam-se algumas questões reflexivas e dicas da psicóloga Marly Rufino de Almeida (CRP 138208) de como cuidar da saúde mental.
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O Fenômeno da Pejotização - ADM.F.C. #008
Neste episódio, Mykaelly Menezes discute sobre os problemas nas relações de trabalho. Dentre tantos, este destaca a pejotização, que se caracteriza como um processo em que a contratação de um trabalhador ocorre na condição de pessoa jurídica. Esse fenômeno é resultado das flexibilizações do trabalho e resulta na precarização do trabalho.
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Precarização, flexibilização e uberização - ADM.F.C. #007
Neste episódio, Thaís Noberto fala sobre os temas 'Precarização', 'Flexibilização', 'Uberização' e outras denominações sobre para onde está indo o trabalho.
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O Poder das Organizações II - ADM.F.C. #006
Neste episódio, Adolfo Alencar vai dar continuidade à discussão sobre o Poder das Organizações, iniciada por Bárbara Sotero, na perspectiva do autor Max Pagès e seus colaboradores. Será discutido como as organizações agem para dominar a subjetividade do indivíduo, tornando-o submisso a ela.
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O Poder das Organizações I - ADM.F.C. #005
Neste episódio, Bárbara Sotero fala sobre o tema 'O Poder das Organizações', a partir da obra homônima do professor e pesquisador francês Max Pagès. Alguns assuntos abordados são: O que é poder; Quais os tipos de mediação nas relações de privilégio e restrições dentro do contexto organizacional; Despersonalização das relações de poder; Hierarquia de controles; e mais...
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Os sentidos do trabalho - ADM.F.C. #004
Nesse episódio, Mariana Larissa Silva fala sobre os diversos sentidos e formas de organização que o trabalho adquiriu ao longo do processo civilizatório; os principais estudos sobre sentidos do trabalho; e traz o depoimento de diferentes indivíduos a respeito do sentido que eles atribuem ao trabalho, relacionando os discursos com aspectos instrumentais e substantivos. ALBORNOZ, Suzana. O que é trabalho. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Brasiliense, 2008. ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Boitempo Editorial, 2015. ANDRADE, S. P. C. DE; TOLFO, S. DA R.; DELLAGNELO, E. H. L. Sentidos do trabalho e racionalidades instrumental e substantiva: interfaces entre a administração e a psicologia. Revista de Administração Contemporânea, v. 16, n. 2, p. 200–216, 2012. GAULEJAC, V. Gestão como Doença Social: Ideologia, poder gerencialista e fragmentação social. 3. ed. São Paulo: 2007. MOURA, G. L. Relações desumanas reflexões sobre humanismo e controle na relação indivíduo-organização. Revista FAROL, v. 3, n. 6, p. 177–220, 2016. PAGÈS, M. et al. O Poder das Organizações. 1aed. São Paulo: Editora Atlas, 1993.
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Trabalho Escravo Contemporâneo - ADM.F.C. #003
Nesse episódio, Érika Felix fala sobre a realidade do trabalho escravo contemporâneo no Brasil. O que é esse fenômeno? Como acontece? Qual perfil das vítimas e o perfil dos empregadores de mão de obra escrava? Quais as legislações no âmbito nacional e internacional que podem proteger esses trabalhadores? Acompanhe essa discussão e faça parte desse debate.
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Em busca de uma teoria substantiva sobre sentidos e significados do trabalho - ADM.F.C. #002
Neste episódio do ADM.F.C., Newton Melo explora alguns conceitos centrais sobre sentido e significado do trabalho, a trajetória das pesquisas na área e algumas das possibilidades para construir uma teorização substantiva sobre o tema.
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O Mainstream nos estudos em Administração - ADM.F.C. #001
No primeiro episódio do ADM.F.C., abordamos como tema o 'mainstream' nos estudos em Administração. Debruçando-nos sobre os mecanismos de dominação contidos nos modelos de gestão propostos pela lógica capitalista, bem como suas legitimações ideológicas dos mecanismos de dominação presentes na forma como o conhecimento vem sendo concebido na Administração, propomos uma análise crítica deste cenário e a proposição de alternativas à resistência. Referências que utilizamos para construir esse episódio: CHANLAT, J. Ciências Sociais e Management: reconciliando o econômico e o social. São Paulo: Atlas, 2000. GAULEJAC, V. Gestão como doença social: ideologia, poder gerencialista e fragmentação social. Aparecida, SP: Ideias & Letras, 2007. JUSTEN, C. E. ; DELLAGNELO, E. H. L. A Política do Mainstream dos Estudos Organizacionais Frente ao Político: ofensiva neoliberal à burocratização das relações sociais. FAROL - Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade, v. 5, p. 01, 2018. MISOCZKY, M. C.; AMANTINO-DE-ANDRADE, J. Uma crítica à crítica domesticada nos estudos organizacionais. Rev. adm. contemp., Curitiba , v. 9, n. 1, p. 193-210, 2005. MOURA, G. L. Relações Desumanas: reflexões sobre humanismo e controle da relação indivíduo-organização. Revista Farol, v. 3. Nº 6. 2016. RAMOS, A. G. A Nova Ciência das Organizações: uma reconceituação da riqueza das nações (trad. Mary Cardoso). 2. Ed. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1989. SANTOS, B. de S. Um discurso sobre as ciências. Porto, Afrontamento, 1988.
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Podcast oficial do grupo de pesquisa 'Observatório da Realidade Organizacional', cadastrado no CNPq e vinculado ao Programa de Pós-graduação em Administração (PROPAD) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), liderado pela Profa. Débora Coutinho Paschoal Dourado.
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Observatório da Realidade Organizacional (UFPE)
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