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Paracatu Rural - Jornal do agronegócio
by Francys de Oliveira
Bem vindo(a) ao Jornal do Agronegócio Paracatu Rural. Nele apresentamos notícias, análises de mercado agrícola e pecuário, e informações técnicas para o público ligado ao campo, seja grande produtor, produtor familiar, profissionais do agro, ou até mesmo àqueles que gostam do assunto. Ainda difundimos a importância do agronegócio para todo o Brasil, bem como ações de manejo ambiental consciente.Entre em contato. Receba notícias no seu whatsapp. Participe de nossos grupos.Francys de Oliveira(38)9-9181-0123
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Paracatu Rural - 27-07-26 - T12 Ep 49 - Boa Vista FM - Completo
● Colheita em risco? Haroldo Bonfá comenta operigo das chuvas para o café agora● Feijão: Por que os R$ 300 podem ser enganosos? -Marcelo Lüders responde● Alerta de Super El Niño: milho pode atingir omenor estoque da história? Joãozinho Grafista avalia● Do campo para a guerra: Por que o algodãobrasileiro é estratégico para a OTAN? Acompanhe a análise de Lício PenaApresentação Francys de Oliveira (38)99181-0123
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Tratamento complementar pode salvar o pomar
Pesquisadores da Universidade da Flórida desenvolveram uma nova variedade de laranjeira geneticamente modificada para combater o greening (HLB), doença que devastou a citricultura do estado norte-americano desde 2005. A planta produz uma proteína derivada da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt), capaz de eliminar as ninfas do psilídeo-asiático, inseto responsável por transmitir a doença. Os testes em laboratório e estufa apresentaram resultados promissores, impedindo que a praga complete seu ciclo de vida.A tecnologia ainda precisa ser validada em campo, etapa prevista para os próximos anos. Os pesquisadores acreditam que a solução poderá reduzir significativamente o uso de inseticidas e ajudar no controle do greening, embora ainda sejam necessários métodos complementares para combater os insetos adultos, que continuam transmitindo a bactéria.O jornalista Rodrigo Brandão, do Fundecitrus, repercute com os pesquisadores Renato Bassanezi e Franklin Behlau, os resultados de estudos desenvolvidos nos Estados Unidos e também no Brasil. Apesar de uma cura para o greening ainda não ter sido identificada, o tratamento dos pomares ajuda, em alguns casos, a amenizar os impactos da doença.
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Pecuária de Leite: FALTA MÃO DE OBRA E SOBRA IMPOSTO. Debate franco com produtores
O setor lácteo brasileiro vive um momento decisivo. Entre a oscilação nos preços pagos pela captação, a concorrência com o leite em pó importado e os desafios diários dentro da fazenda, o produtor rural precisa se equilibrar para manter a atividade rentável. Para debater esse cenário e celebrar uma trajetória de mais de seis décadas de apoio ao homem do campo, o Podcast Agro A+ com Francys de Oliveira recebeu Valdir Rodrigues e Lionel Oliveira, presidente e vice-presidente da Coopervap (Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu).Apesar de uma recuperação gradual nos preços pagos ao produtor a partir de fevereiro, o cenário ainda exige muita cautela e “pé no chão”. A recente instabilidade no mercado spot reflete uma desaceleração da captação interna — reflexo direto do desestímulo sofrido pelos pecuaristas nos últimos anos.Segundo a diretoria da Coopervap, o alto custo dos insumos, juros altíssimos, e as incertezas do mercado fizeram com que muitos pecuaristas evitassem investimentos no rebanho e na nutrição intensiva, resultando em uma queda de captação de 15% a 20% na região do Noroeste de Minas, mesmo sem a perda direta de cooperados.Um dos pontos mais preocupantes destacados na prosa foi a escassez de mão de obra qualificada e a falta de sucessão familiar nas propriedades. Produtores estão encerrando as atividades por não encontrarem vaqueiros e folguistas para cumprir o manejo diário e a legislação trabalhista, somado ao êxodo dos jovens para os centros urbanos. A automação e a robótica surgem como tendências globais, mas ainda possuem custos muito elevados para a realidade da maioria dos produtores de leite.Um grande gargalo enfrentado pelo setor são os altos juros de financiamento e renegociação de dívidas, que superam os 20% ao ano, travando a capacidade de investimento do produtor rural.Além disso, a entrada massiva de leite em pó importado — muitas vezes reidratado e próximo ao vencimento — pressiona o mercado nacional. Governos estaduais (como Minas Gerais e Goiás) e a esfera federal vêm articulando medidas sanitárias e fiscais para proibir a reidratação desse leite importado, visando proteger a cadeia produtiva brasileira e garantir a segurança alimentar do consumidor.Apesar das adversidades, o momento é de comemoração: a Coopervap celebra 63 anos de fundação. O que começou com um grupo de visionários focado na produção de manteiga hoje se consolidou como uma gigante do cooperativismo regional, registrando faturamento de mais de R$ 814 milhões em 2025 e projetando atingir R$ 900 milhões em breve.Entre os destaques recentes estão a premiação, durante a 49ª Expolac - Minas Láctea 2026 -, realizada entre os dias 13 e 16 de julho, em Juiz de Fora (MG), ao Queijo Parmesão Paracatu que alcançou o 3º lugar no Concurso Nacional de Laticínios, um dos mais tradicionais e respeitados do país; e a forte presença da marca parceira Cemil no mercado nacional de leite condensado e derivados.Além disso, a recuperação e industrialização de subprodutos, como o soro de leite — antes descartado e hoje base para bebidas lácteas, achocolatados e suplementos —, tem sido peça-chave para agregar valor à produção e garantir a sustentabilidade financeira da cooperativa e do produtor.
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Principais adubos para se ter no sítio
Principais adubos para se ter no sítio
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Paracatu Rural - 25-07-26 - T12 Ep 48 - Boa Vista FM - Completo
Pecuária de Leite: FALTA MÃO DE OBRA E SOBRA IMPOSTO. Debate franco com produtoresO setor lácteo brasileiro vive um momento decisivo. Entre a oscilação nos preços pagos pela captação, a concorrência com o leite em pó importado e os desafios diários dentro dafazenda, o produtor rural precisa se equilibrar para manter a atividade rentável.Para debater esse cenário e celebrar uma trajetória de mais de seis décadas de apoio ao homem do campo, o Podcast Agro A+ com Francys de Oliveira recebeu Valdir Rodrigues e Lionel Oliveira, presidente e vice-presidente da Coopervap (Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu).Confira
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Paracatu Rural - 24-07-26 - T12 Ep 47 - Boa Vista FM - Completo
● Hoje é dia de análise de mercado com VlamirBrandalizze!● Alta do milho preocupa pecuaristas e pode elevarpreço da ração● Europa pode bater recorde de importação de milho● Por que o preço da soja disparou nos portos?● Por que o preço do sorgo está atraente paraexportação?● Por que o preço do arroz vai continuar subindoem agosto?● Trigo dispara: por que o pãozinho pode ficarmais caro?● Até onde vai a queda do feijão? O que esperarpara o mês de agosto● Café pode cair mais R$ 250? Entenda o mercadocom Joãozinho GrafistaApresentação Francys de Oliveira (38)9-9181-0123
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Boi Gordo sobe, mas alta do milho encarece a ração! | Vlamir Brandalizze
Alerta da Cota de Exportação: A Administração Geral das Alfândegas da China (GACC) e relatórios da consultoria Safras & Mercado informaram o avanço do preenchimento do limite da cota anual de exportação de carne bovina sem sobretaxa tarifária para 2026. Com a cota perto de ser totalmente utilizada no acumulado do ano, a tarifa de salvaguarda de 55% aplicada pela China provoca uma desaceleração temporária nos novos embarques de frigoríficos para o destino asiático.Já segundo Vlamir Brandalizze, o setor de proteínas animais do Brasil atravessa um momento de otimismo e desempenho histórico, superando os receios de desvalorização e consolidando recordes de exportação. Contrariando as expectativas de baixa, o boi gordo apresentou reação nas cotações, impulsionado por uma demanda internacional aquecida e embarques que já somam volumes sem precedentes no acumulado do ano. A equipe do Cepea apresentou a diferença de preços entre a arroba do boi gordo negociada no estado de São Paulo e os preços da carcaça casada de boi no atacado paulista. A carcaça casada do boi segue mantendo vantagem em relação ao boi gordo. O boi gordo, até quarta-feira (22), esteve cotado, em média, a R$330,98/@, Indicador CEPEA/ESALQ, enquanto a carcaça casada esteve, em média, a R$ 354,38/@. A diferença é de R$ 23,40/@, com vantagem para a carne, de acordo com o Cepea.Enquanto isso, frango e suíno também registram marcas históricas nas exportações, Vlamir Brandalizze chama a atenção para o aumento nos custos de produção, com a valorização do milho pressionando o segmento de rações.
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USDA projeta safra recorde de Café e mercado despenca: O que fazer?
O mercado do café encerra a penúltima semana de julho com volatilidade e sinais claros de reversão técnica. Após atingir topos históricos e testar resistências importantes em Nova York, o café arábica iniciou um movimento de realização que já reflete nas cotações do Cerrado Mineiro e do Sul de Minas. A expectativa é de que o mercado busque novos patamares de suporte, o que pode representar um recuo de até 250 reais por saca no preço físico. Diante desse cenário de indicadores virados para a venda, o agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, comenta que o produtor deve redobrar a atenção às janelas de oportunidade e ao comportamento das bolsas internacionais nos próximos dias.O mercado global de café recebeu com cautela os novos dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o USDA, que revisou para cima a produção mundial para a temporada 26/27. Com uma projeção recorde de quase 190 milhões de sacas, impulsionada pelas condições de cultivo no Brasil, o relatório aponta para um superávit na oferta que pressionou as cotações. Apesar do aumento no consumo global, especialmente na Europa e nos Estados Unidos, o mercado monitora o ritmo lento da colheita brasileira. De acordo com cooperativas e consultorias, os trabalhos de campo seguem atrasados em relação aos últimos anos, fator que atua como suporte contra quedas mais acentuadas, como analisa Joãozinho Grafista.
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992
Feijão despenca para R$ 280, Arroz a R$ 100 e Trigo dispara | Vlamir Brandalizze
O mercado brasileiro de arroz entra no segundo semestre com viés de alta consolidado, impulsionado por uma demanda interna aquecida e exportações que já ultrapassam 1,2 milhão de toneladas. Com cotações em evolução no Rio Grande do Sul e o preço da saca atingindo a marca dos 100 reais na indústria do Mato Grosso, o setor observa uma corrida das empacotadoras para recompor estoques. O cenário internacional oferece suporte adicional, com a alta do arroz na Ásia e a sinalização de menor área plantada no Mercosul, especialmente no Paraguai. Vlamir Brandalizze projeta que o mês de agosto mantenha o fôlego positivo nas cotações diante de uma oferta global cada vez mais restrita.O mercado global de trigo atravessa um momento de extrema tensão, com as cotações em Chicago rompendo a barreira dos 7 dólares por bushel sob o peso de incertezas geopolíticas e climáticas. No Brasil, o cenário também é de alerta: chuvas excessivas no Rio Grande do Sul castigam as lavouras em desenvolvimento, enquanto os moinhos lidam com um consumo interno retraído. Vlamir Brandalizze comenta que um novo e inesperado componente surge no varejo: o desvio de renda das famílias para apostas digitais, as 'bets', que já começa a impactar o giro de alimentos básicos e derivados do trigo, desafiando toda a cadeia produtiva nacional.O mercado do feijão encerra o mês de julho sob forte pressão de baixa, reflexo do avanço da colheita da terceira safra e do aumento da oferta de grãos de alta qualidade. Com o feijão irrigado nota 9 chegando ao mercado, as cotações que antes atingiam os 500 reais agora recuam para patamares entre 280 e 310 reais a saca. O varejo lida com estoques antigos e um giro lento nas gôndolas, aguardando novos ajustes para estimular o consumo. No cenário do feijão preto, a calmaria predomina, mas o setor monitora de perto o vazio de oferta que se aproxima, desafiando empacotadores e produtores em um momento de cautela nas negociações. Vlamir Brandalizze faz um balanço dos últimos acontecimentos do mercado.
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991
Soja acima de US$12 e Sorgo a R$70: É hora de vender?
O mercado internacional de commodities enfrenta um cenário de alta volatilidade, impulsionado pela escalada dos conflitos globais e pela pressão sobre a oferta mundial de energia. Com o petróleo Brent se aproximando da marca dos 100 dólares, o reflexo é imediato no setor agrícola, sustentando as cotações da soja acima dos 12 dólares em Chicago e impulsionando as exportações brasileiras a patamares recordes. Enquanto o produtor nacional aproveita a melhora nos preços nos portos e avança na comercialização da safra, Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, chama a atenção para os desafios logísticos e a irregularidade climática no cinturão agrícola norte-americano.O mercado global de milho entra em uma fase de forte pressão positiva, impulsionado por quebras de safra na Europa e incertezas climáticas nos Estados Unidos. Com perdas estimadas em 10 milhões de toneladas, o continente europeu caminha para um recorde histórico de importação, abrindo uma janela estratégica para o grão e o sorgo brasileiros. Enquanto os conflitos no Mar Negro complicam a logística internacional, o Brasil acelera a colheita da safrinha, que já atinge 60% da área e surpreende pela alta produtividade. Vlamir Brandalizze comenta que o produtor nacional monitora de perto as perdas de qualidade nas lavouras americanas e o avanço dos embarques nas próximas semanas.O mercado do sorgo vive um momento de forte ajuste global, impulsionado por uma quebra severa na produção dos Estados Unidos, que registra sua menor safra em mais de uma década e uma queda expressiva na qualidade das lavouras. Enquanto o cenário norte-americano é de retração, no Brasil a colheita já ultrapassa os 55%, com o produtor avançando rapidamente no campo e monitorando as oportunidades de exportação. Com indicativos de preços atraentes no Porto de Santos, que já sinalizam valores entre 68 e 70 reais, Vlamir Brandalizze destaca que o produtor brasileiro adota uma estratégia cautelosa, priorizando a entrega de contratos e aguardando o melhor momento para negociar o excedente.
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Principais adubos para se ter no sítio
Principais adubos para se ter no sítio
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989
IMPACTO NO AGRO: Tarifaço de 25% e a Nova MP das Dívidas
Entrou em vigor nesta quarta-feira a tarifa adicional de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre parte das exportações brasileiras. Apesar da medida, o governo federal afirma que vai manter o diálogo com as autoridades norte-americanas na tentativa de reverter a decisão e reduzir os impactos para os setores afetados.Gabriel Brum tem as informações, direto da Rádio Nacional.A Medida Provisória 1.376 criou linhas de crédito para liquidar ou amortizar dívidas de crédito rural e CPRs, mas o enquadramento depende de datas, situação das operações, perdas acumuladas e laudos técnicos. Especialistas orientam que produtores e cooperativas revisem contrato por contrato antes de procurar os bancos. O prazo de contratação é de 120 dias e a medida ainda será regulamentada pelo CMN. Nestor Tippa Júnior está de volta e tem mais informações.
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Vacas como ação na B3? Produção de leite em risco na Espanha
Uma inovação no crédito rural pode facilitar o acesso de produtores a financiamentos. Pela primeira vez, vacas leiteiras monitoradas por tecnologia foram usadas como garantia em uma operação de crédito registrada na B3. Cada animal recebeu uma identidade digital, ou "token", com informações sobre saúde, desempenho e localização, permitindo maior segurança para bancos e investidores.Rafael Mendonça tem as informações, direto da redação.O setor leiteiro da Espanha enfrenta um cenário de forte retração. Nos últimos 12 meses, mais de 500 fazendas encerraram as atividades, uma média de uma propriedade fechando a cada 16 horas. Enquanto a produção de leite continua crescendo, produtores alertam para a queda da rentabilidade, o aumento dos custos e o risco de concentração da atividade nas mãos de grandes grupos econômicos.Rafael Mendonça está de volta com mais informações, direto da redação.O Brasil agora conta com um Banco Nacional de Antígenos para Resposta Emergencial à Febre Aftosa. A estrutura foi desenvolvida em parceria entre o Ministério da Agricultura e Pecuária, o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e a empresa Biogénesis Bagó. O banco mantém armazenados antígenos para o combate à febre aftosa. Caso seja necessário, eles permitem o início da produção emergencial de vacinas em prazo menor, sem depender de fornecedores externos.Acompanhe na reportagem de THAÍS DE ARAÚJO.
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ALERTA: El Niño Ganha Força e; Mudanças no Mercado de Carbono!
O Ministério do Meio Ambiente atualizou as projeções para o El Niño e reforçou o alerta para os possíveis impactos do fenômeno no Brasil nos próximos meses. As previsões indicam alta probabilidade de intensificação do aquecimento das águas do Pacífico, com reflexos sobre o regime de chuvas e as temperaturas em diferentes regiões do país. Acompanhe na reportagem de MARIANA JUNGMANN.O mercado de carbono entrou em uma fase em que medir e comprovar emissões passou a pesar mais do que prometer créditos futuros. A operacionalização do marco regulatório ampliou a procura por inventários rurais, diagnósticos ambientais e dados auditáveis. O ponto central para o produtor é entender o balanço da propriedade antes de pensar em comercialização.Ieda Risco tem as informações, direto da Agência Agroeffective.
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ECONOMIA & MUNDO: Setor de Máquinas Reage ao Tarifaço e Acordo Nuclear EUA-Irã Retoma
O setor de máquinas e equipamentos apresentou ao governo federal uma série de propostas para reduzir os impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Entre as reivindicações estão a redução dos juros do programa Brasil Soberano, o fim da exigência de manutenção de empregos para acesso ao crédito e medidas emergenciais, como adiamento de impostos e ampliação das linhas de financiamento às empresas exportadoras.As informações com Gabriel Brum, direto da Rádio Nacional.Estados Unidos e Irã confirmaram a retomada de conversas indiretas para tentar reabrir as negociações sobre o programa nuclear iraniano. As discussões serão mediadas por representantes de Omã e marcam uma nova tentativa de reduzir as tensões entre os dois países, após meses de impasse e conflitos na região. Acompanhe na reportagem de Antônio Trindade
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Paracatu Rural - 23-07-26 - T12 Ep 46 - Boa Vista FM - Completo
● Previsões para o El Niño são atualizadas● Vacas monitoradas passam a servir como garantiade crédito em operação na B3● uma fazenda leiteira fecha as portas a cada 16horas na Espanha● Brasil passa a contar com Banco Nacional deAntígenos para Febre Aftosa● Brasil mantém diálogo após entrada em vigor detarifa dos EUA● Medida provisória sobre renegociação de dívidasexige atenção a contratos e prazos● Mercado de carbono entra em nova fase e ampliaprocura por inventários nas propriedades rurais● Tratamento complementar pode salvar o pomar● Produtoresintensificam certificação da produção de lãApresentação Francys de Oliveira (38)9-9181-0123
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Bezerro Sumiu! Arroba do Boi Mira os R$350 com Disparada na Reposição
O mercado da pecuária de corte brasileira vive uma semana de forte otimismo, superando os receios iniciais sobre as cotas de exportação para a China e as recentes taxações norte-americanas. Com a carne brasileira mantendo o posto de proteína mais competitiva do planeta, a arroba do boi gordo rompeu a barreira dos 335 reais e já sinaliza negócios na casa dos 350 reais para as próximas semanas. Vlamir Brandalizze comenta que esse movimento é sustentado por um desempenho avassalador nas exportações, que já acumulam um recorde histórico de 1,6 milhão de toneladas no ano, somado a uma demanda interna que segue firme no varejo. A avicultura brasileira atravessa o seu melhor momento na história das exportações, consolidando-se como um gigante global na produção de proteína animal. Somente nos primeiros 13 dias úteis de julho, o setor já embarcou quase 300 mil toneladas de carne de frango, sinalizando que fechará o mês com um volume 100 mil toneladas superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Vlamir Brandalizze destaca que o desempenho avassalador elevou o acumulado do ano para a marca histórica de 3,1 milhões de toneladas, gerando um fluxo de divisas que já ultrapassa a casa dos 530 milhões de dólares apenas neste início de mês. O mercado de reposição no mercado do boi atravessa um momento de forte valorização, impulsionado pela drástica redução na oferta de animais neste final de safra. Com a retirada da bezerrada do pé das vacas, o que se vê agora nas pistas de leilões é uma disputa agressiva por lotes de qualidade, elevando o preço do quilo vivo do bezerro extra para patamares próximos de 17 reais. O leiloeiro Moacir Naves comenta que esse movimento reflete não apenas a escassez sazonal, mas uma visão estratégica do pecuarista focada no ciclo de 2027 e 2028.
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Trigo e feijão em baixa; arroz começa a reagir – Vlamir Brandalizze comenta
O mercado global de trigo atravessa um período de forte turbulência, impulsionado pela combinação explosiva entre o agravamento do conflito no Mar Negro e a pior safra norte-americana das últimas duas décadas. Enquanto as cotações em Chicago batem recordes para as posições de 2026 e 2027, o cenário no Brasil apresenta uma calmaria atípica e preocupante para a indústria. Com moinhos relatando vendas acomodadas, o mercado interno segue estável, mas sob a ameaça de importações significativamente mais caras. Vlamir Brandalizze chama a atenção para o custo de importação que pode saltar para a faixa de 1.800 reais a tonelada em breve.Após um período de preços estagnados e margens apertadas, o mercado do arroz no Brasil começa a dar sinais consistentes de recuperação, buscando sair do chamado 'fundo do poço'. Com as cotações na fronteira oeste gaúcha e no litoral catarinense apresentando reações importantes, o setor agora tenta equilibrar o valor da saca com os altos custos de produção que ainda desafiam a viabilidade do produtor. O grande motor dessa reação é o desempenho histórico das exportações, que já superam 1,2 milhão de toneladas no acumulado do ano. Vlamir Brandalizze projeta que o fluxo de embarques continue aquecido, oferecendo o fôlego necessário para que o arroz brasileiro mantenha sua trajetória de valorização nos próximos meses.O mercado nacional de feijão entra em uma fase de ajustes importantes com o avanço da colheita da terceira safra, especialmente dos feijões irrigados plantados em maio. A entrada desse produto de excelência tem exercido uma pressão descendente nos preços do tipo Carioca, que viu as cotações recuarem dos patamares de 500 reais para a casa dos 300 reais a saca. O cenário para o feijão preto é distinto. Com a colheita praticamente encerrada e um vazio de oferta previsto para agosto, Vlamir Brandalizze comenta que o grão mantém maior estabilidade, sinalizando uma possível janela de valorização pela escassez de produtos no curto prazo.
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Soja, Milho e Sorgo: A Janela de Ouro para o Produtor Rural Vender Agora!
O cenário agropecuário global enfrenta uma semana de forte volatilidade, com as atenções divididas entre a escalada de tensões no mercado internacional de energia e o desenvolvimento das lavouras na América do Norte. Enquanto a instabilidade no Estreito de Ormuz e os conflitos no Mar Negro pressionam o preço do petróleo, o mercado da soja encontra uma janela estratégica de comercialização. Com as exportações brasileiras batendo recordes históricos e o mercado climático definindo o potencial da safra americana em Chicago, o produtor rural se depara com o que especialistas chamam de 'cavalinho encilhado'. Vlamir Brandalizze comenta que esse pode ser o melhor momento do ano para negociações em reais no mercado interno.O mercado global de milho vive um momento de reajuste estratégico, impulsionado pela queda na qualidade das lavouras nos Estados Unidos e pelo avanço da colheita no Brasil. Enquanto o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) aponta um declínio na condição das espalhas americanas, abrindo espaço para sustentar as cotações em Chicago acima dos 5 dólares para 2027, o produtor brasileiro corre contra o tempo para colher os quase 50 milhões de toneladas que ainda restam no campo. Apesar do volume expressivo que chega ao mercado interno, a perspectiva para o segundo semestre é de fôlego positivo. Vlamir Brandalizze explica que esse cenário se sustenta por uma demanda recorde de etanol e rações, além de uma janela de exportação aquecida pela instabilidade no Mar Negro.O Brasil consolida sua posição como uma nova potência global no cultivo de sorgo, caminhando para se tornar o segundo maior produtor mundial da cultura já nesta temporada. Este avanço ocorre em um momento crítico para os Estados Unidos, onde as lavouras enfrentam um dos piores níveis de qualidade em mais de duas décadas, com indicadores de produção severamente comprometidos pelo clima. Enquanto a safra americana definha, a colheita brasileira já atinge 50% das áreas, revelando um potencial de até 8 milhões de toneladas. Com a crescente demanda das indústrias de etanol e a abertura de janelas de exportação deixadas pelos competidores norte-americanos, Vlamir Brandalizze comenta que o sorgo deixa de ser apenas uma alternativa de safrinha para se tornar um protagonista estratégico na rentabilidade do produtor brasileiro.
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Citros: o que fazer se tiver uma planta doente no pomar?
Você que tem um pomar e se vê diante de uma planta doente, muitas vezes fica se perguntando o que fazer. Quando falamos dos citros e da contaminação por greening o desespero do citricultor é ainda maior. Bem, plantas doentes são fontes de contaminação permanentes dentro do pomar. O convívio com plantas doentes acima de 8 anos é permitido desde que se faça o controle rigoroso do psilídeo. Porém, em poucos anos, a produção e a qualidade da fruta dessas plantas serão reduzidas significativamente. Plantas adultas infectadas perdem mais da metade da sua capacidade produtiva em quatro anos após o aparecimento dos sintomas. Plantas jovens infectadas podem nunca expressar seu potencial produtivo.Após a remoção, o produtor deve eliminar completamente o sistema radicular ou aplicar herbicidas no toco para impedir rebrotações que possam permanecer contaminadas. O jornalista Rodrigo Brandão, do Fundecitrus, repercute com o pesquisador Renato Bassanezi algumas das recomendações e observações que já foram feitas em relação à manutenção de plantas doentes no pomar.
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Leite spot fica estável; alta da carne bovina nos EUA pode mexer no mercado lácteo
Na segunda quinzena de julho, o mercado de leite spot sinalizou relativa estabilidade em relação ao período anterior. Com um cenário mais estável e diante de relatos de movimentações equilibradas, a oferta de leite se alinhou à demanda, o que favoreceu a sustentação geral dos preços no período.Como resultado dessa dinâmica, a média nacional fechou o período cotada a R$ 3,216, registrando um leve recuo de R$ 0,013. O movimento nos estados monitorados indicou majoritariamente acomodação e leves quedas, com exceções pontuais de alta no Sul do país. São Paulo registrou a maior média do período, a R$ 3,438. Em seguida, Minas Gerais apresentou média de R$ 3,338. Santa Catarina fecha as três melhores médias a R$ 3,250.E indo para os Estados Unidos, a alta dos preços da carne bovina no país pode trazer reflexos diretos para o mercado do leite. Rafael Mendonça conta os detalhes direto da redação.
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Geadas Ameaçam o Trigo; Brasil Mira UE Após Tarifaço de 25% dos EUA
O trigo se desenvolve dentro do esperado na maioria das áreas, mas entra em fases sensíveis sob risco de frio, seca, geadas e excesso de chuva. A variabilidade climática aumenta a busca por manejo preventivo e soluções que ajudem a planta a manter equilíbrio fisiológico. Acompanhe na reportagem de Nestor Tippa Júnior.O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo brasileiro não pretende retaliar, neste momento, os Estados Unidos após a imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros exportados ao mercado americano. Segundo ele, o Brasil avalia medidas de reciprocidade com cautela e no momento considerado adequado, enquanto mantém o diálogo para proteger a economia, monitorar os impactos da decisão e defender interesses nacionais, incluindo o sistema de pagamentos Pix, que foi alvo de críticas do governo norte-americano.Pedro Lacerda, da Rádio Nacional, tem mais informações.
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Paracatu Rural - 22-07-26 - T12 Ep 45 - Boa Vista FM - Completo
● Hoje é dia de análise de mercado com VlamirBrandalizze!● Venda da Safra: Por que este pode ser o melhormomento do ano para a soja● milho na B3 ganhando fôlego mesmo com a colheita●O colapso da qualidade do sorgo nos EstadosUnidos●Trigo no Brasil: preço interno não estáacompanhando a alta de Chicago●Arroz: Indústria pressiona por reajuste ●De R$ 500 para R$ 300: Entenda a queda no preçodo feijão ●Também é dia de Moacir Naves: Oferta despenca epreços do boi disparam●E mais: Setor demáquinas pede redução de juros para se proteger do tarifaçoApresentação Francys de Oliveira - (38)99181-0123
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Leite spot fica estável; alta da carne bovina nos EUA pode mexer no mercado lácteo
Leite spot fica estável; alta da carne bovina nos EUApode mexer no mercado lácteo
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Geadas Ameaçam o Trigo; Brasil Mira UE Após Tarifaço de 25% dos EUA
O trigo se desenvolve dentro do esperado na maioria das áreas, mas entra em fases sensíveis sob risco de frio, seca, geadas e excesso de chuva. A variabilidade climática aumenta a busca por manejo preventivo e soluções que ajudem a planta a manter equilíbrio fisiológico. Acompanhe na reportagem de Nestor Tippa Júnior.O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo brasileiro não pretende retaliar, neste momento, os Estados Unidos após a imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros exportados ao mercado americano. Segundo ele, o Brasil avalia medidas de reciprocidade com cautela e no momento considerado adequado, enquanto mantém o diálogo para proteger a economia, monitorar os impactos da decisão e defender interesses nacionais, incluindo o sistema de pagamentos Pix, que foi alvo de críticas do governo norte-americano.Pedro Lacerda, da Rádio Nacional, tem mais informações.
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Paracatu Rural - 21-07-26 - T12 Ep 44 - Boa Vista FM - Completo
● Trigo entra em fases sensíveis sob risco deoscilações climáticas● Após tarifaço, Brasil mira exportações para aUnião Europeia; ministro da Fazenda afirma que não haverá retaliação● Adiamento do CNPJ dá seis meses para produtorrural revisar enquadramento tributário● Leite spot fica estável; alta da carne bovinanos EUA pode mexer no mercado lácteo● Dica técnica: Os principais adubos para ter nosítio● Citros: o que fazer se tiver uma planta doenteno pomar?Apresentação Francys de Oliveira (38)9-9181-0123
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Paracatu Rural - 20-07-26 - T12 Ep 43 - Boa Vista FM - Completo
● Feijão abaixo de R$ 300? Marcelo Lüders comenta4 Motivos para ficar atento ● Menos milho e mais soja? Petróleo pode alavancaro cereal Joaozinho Grafista comenta● Fator China: Como a recompra de estoques podeelevar o Algodão; Lício Pena comenta● Vai faltar café? Colheita Atrasada? HaroldoBonfá respondeApresentação Francys de Oliveira38-9-9181-0123
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Algodão: Momento é de priorizar contratos
Mesmo com estimativas de safra maior, o prêmio climáticocausado pelo calor extremo nos Estados Unidos e na China, somado ao anúncio deleilões das reservas estatais chinesas, mantém as cotações firmes. No cenáriomacroeconômico, a fraqueza do dólar aumenta a competitividade da pluma,enquanto o setor observa atentamente a desaceleração das vendas externas e osdesafios logísticos para o fim do ano comercial. Lício Pena, diretor-executivoda Associação Mineira dos Produtores de Algodão (AMIPA) explica agora osfatores que estão sustentando o mercado e as projeções para o ciclo 26/27.
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Menos milho e mais soja? Petróleo pode alavancar o cereal
O mercado de milho vive um cenário de preços mistos e acautela dos produtores brasileiros nesta terceira semana de julho. Enquanto a exportação ganha ritmo e o mercadoobserva a melhora climática no meio-oeste americano, novos levantamentosindicam um recuo de 1,3% na área da safra de verão 26/27 no Centro-Sul. Com custos de produção elevados e o avanço da soja emoperações de barter, o setor se prepara para mudanças na produtividade e naintenção de plantio. O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto,comenta os detalhes das cotações nas principais praças e as projeções para apróxima temporada.
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Feijão abaixo de R$ 300? 4 Motivos para ficar atento ao mercado
O mercado de feijão vive um momento de tensão com o avanço dacolheita irrigada em polos como o Noroeste de Minas, Goiás e Mato Grosso.Embora a entrada desse novo volume pressione os preços, uma análise técnicarevela que o valor da saca não precisaria, necessariamente, recuar abaixo dabarreira dos 300 reais. Com uma demanda interna resiliente e a ausência deestoques suficientes para cobrir todo o segundo semestre, o produtor deve ficaratento aos fatores que sustentam o mercado, incluindo a escassez de variedadessubstitutas e as incertezas climáticas trazidas pelo El Niño para o final doano. O presidente do IBRAFE, Marcelo Lüders, comenta a partir de agora quatropontos fundamentais para negociar com consciência e evitar o prejuízo nestasafra.
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Vai faltar café? Colheita Atrasada? O alerta que mexeu com a Bolsa
Enquanto o Brasil encerra o ano cafeeiro com exportaçõessólidas e projeta um recorde histórico para a próxima safra, o atraso nacolheita de arábica e conilon acendeu o alerta na bolsa de Nova Iorque, gerandopreocupações sobre a oferta futura. Somado a isso, o cenário geopolítico ganhacontornos complexos com novas tensões comerciais envolvendo os Estados Unidos ea disparada do petróleo, fatores que trazem volatilidade ao dólar e pressionama economia global. O economista Haroldo Bonfá, da Pharos Consultoria, comenta osdetalhes que envolveram o mercado e o que esperar para os próximos dias nosetor.
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Paracatu Rural - 18-07-26 - T12 Ep 42 - Boa Vista FM - Completo
● Preço do leite e muçarela ganham força comaumento da demanda● Senado deve votar em agosto projeto que trata deprograma de fertilizantes● Setor de etanol critica tarifa de 25% dos EUA erebate acusações de barreiras comerciais● Mauro Vieira diz que tarifas impostas pelos EUAnão se justificam● Senadores da base do governo e da oposiçãorepercutem o novo tarifaço dos EUA● Presidente da Câmaraanuncia acordo com o governo sobre dívidas dos produtores rurais● Safra de grãos25/26: soja, milho e algodão crescem; arroz e feijão caem● Exportações de arrozaliviam oferta interna e impulsionam recuperação dos preços● Dica técnica: 10plantas para plantar no sítio com o engenheiro agrônomo Fabrício AndradeApresentação Francys de Oliveira38-9-9181-0123
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Tarifaço: Carne bovina fica de fora; como o mercado pode reagir?
Tarifaço: Carne bovina fica de fora; como o mercado pode reagir? Vlamir Brandalizze faz um balanço dos dados envolvendo o mercado das carnes e projeta o que pode vir pela frente a partir dos últimos acontecimentos na geopolítica mundial.Preço do leite e muçarela ganham força com aumento da demanda O mercado de lácteos iniciou a primeira quinzena de julho com preços firmes no Brasil. A demanda aquecida sustentou a valorização da muçarela e do leite spot, enquanto a oferta segue limitada, mantendo o mercado interno em um cenário favorável para a comercialização dos produtos lácteos.
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EUA taxam Etanol e a possibilidade de taxação aos Fertilizantes
A decisão dos Estados Unidos de impor uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros provocou reação do setor sucroenergético. Entidades que representam a indústria de etanol e açúcar afirmam que a medida é injustificada, contestam as acusações de barreiras comerciais e defendem que o Brasil segue as regras internacionais no comércio do biocombustível.O Senado deve votar na primeira semana de agosto o projeto (PL 699/2023) que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes. O Profert tem o objetivo de fomentar a construção de novas fábricas de produção de fertilizantes no Brasil ou a expansão e modernização das atuais, com isenção de tributos federais. O governo deve apresentar um projeto de lei complementar para resolver questões fiscais que constariam na proposta.
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CAFÉ escapa do TARIFAÇO mas preço pode cair!
O mercado do café vive dias de uma volatilidade tão intensa que desafia até os profissionais mais experientes do setor. Após atingir máximas expressivas, o grão entrou em uma rota de correção técnica que surpreendeu o campo, rompendo suportes importantes e testando a confiança do produtor. O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, projeta que, após um 'baile' de altos e baixos, o mercado sinalize uma possível queda acentuada, podendo levar as cotações do café fino de volta aos patamares de 1.500 reais. Em uma semana de fortes emoções e volatilidade, o setor produtivo brasileiro celebra uma conquista estratégica no comércio internacional. Apesar do anúncio do novo 'tarifaço' de 25% imposto pelo governo de Donald Trump, o café brasileiro conseguiu ser incluído na seleta lista de exceções dos Estados Unidos. Joãozinho Grafista ressalta que a pressão de entidades como o Cecafé, somada à dependência das indústrias americanas pelo nosso produto, foi decisiva para afastar o risco de taxas que poderiam chegar a 32%. O setor cafeeiro brasileiro vive um cenário de contrastes marcantes neste início de ciclo 26/27. De um lado, os dados do IBGE confirmam o que já se esperava: o Brasil caminha para a maior safra de sua história, estimada em 66 milhões de sacas. De outro, o clima impõe desafios severos, com chuvas fora de hora prejudicando a qualidade do grão e provocando perdas que variam de 15 a 20% de café no chão. Joãozinho Grafista analisa como essa combinação de volume recorde e quebra na qualidade pode influenciar os estoques certificados em Nova York e por que, mesmo com as dificuldades na colheita, as exportações brasileiras devem crescer quase 20% no próximo ano.
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Arroz, Feijão e Trigo subindo? O que vai acontecer com os preços agora?
O mercado global de trigo enfrenta um cenário de forte volatilidade e apreensão, com as cotações disparando nas bolsas internacionais diante da ameaça de escassez global. A intensificação dos conflitos entre Rússia e Ucrânia atinge diretamente as rotas de exportação, impulsionando os preços e acendendo o alerta para o custo de importação no Brasil. Com uma redução estimada de 20% na área plantada nacional e uma safra menor projetada para este ano, o país deve aumentar sua dependência do trigo estrangeiro em um momento de preços elevados. Vlamir Brandalizze ressalta que, para o produtor brasileiro, esse quadro de escassez mundial e valorização do grão pode ser o estímulo necessário para o investimento em qualidade, enquanto o mercado interno começa a ensaiar as primeiras reações de alta.O mercado do arroz começa a esboçar uma reação positiva, com as indústrias retomando as compras e pressionando as cotações para cima. No Rio Grande do Sul, o grão nobre já ultrapassa a marca dos 65 reais, refletindo não apenas a movimentação das beneficiadoras, mas também uma preocupação crescente com a oferta global. Com projeções de safras menores nos Estados Unidos e em todo o Mercosul para os próximos ciclos, o setor arrozeiro entra em um período de ajustes estratégicos. Enquanto o varejo tenta repassar as correções para as gôndolas, Vlamir Brandalizze destaca que o produtor monitora de perto esse cenário de escassez que promete manter os preços em patamares elevados e desafiadores até 2027.O mercado do feijão caminha para a reta final da colheita da segunda safra, com o produtor aproveitando a oferta de grãos nobres e irrigados para fazer caixa e movimentar o setor das empacotadoras. Embora o mês de julho apresente cotações mais acomodadas, tanto para o carioca quanto para o feijão preto, o cenário deve mudar em breve. Com a proximidade de agosto, o setor se prepara para um 'vazio de oferta' no campo, que coincidirá com a volta às aulas e o aumento da demanda no varejo. Vlamir Brandalizze comenta que esse equilíbrio entre a colheita que termina e o consumo que acelera coloca o produtor e o consumidor em alerta para as possíveis variações de preços nas próximas semanas.
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Soja e milho reagem nos portos! Sorgo será beneficiado pelo etanol?
A soja brasileira ganha protagonismo em meio a um cenário global de incertezas, com as exportações em ritmo acelerado e a comercialização da safra avançando para patamares estratégicos. Mesmo com a forte pressão vinda da crise no Mar Negro e o desenvolvimento acelerado da safra americana, Vlamir Brandalizze destaca que a oleaginosa encontra suporte na valorização do mercado interno e na melhora dos níveis de preços nos portos. O mercado global de milho vive semanas decisivas, com as atenções divididas entre o avanço da colheita no Brasil e o clima extremo no cinturão agrícola dos Estados Unidos. Enquanto as lavouras americanas enfrentam uma onda de calor em plena fase de florescimento, por aqui, a colheita da safrinha já atinge a marca de 50%, trazendo uma produção expressiva que deve beirar as 110 milhões de toneladas. No entanto, Vlamir Brandalizze comenta que o grande destaque fica para a reação dos preços nos portos brasileiros. Impulsionado pela crise no Mar Negro, o milho viu suas cotações saltarem, abrindo novas perspectivas para o produtor que, embora cauteloso no mercado interno, começa a enxergar uma valorização real para a exportação.Enquanto a safra de sorgo nos Estados Unidos enfrenta dificuldades e apresenta uma queda expressiva na qualidade das lavouras, o produtor brasileiro encontra uma janela estratégica de oportunidade no mercado internacional. Com o comprometimento da produção americana, a demanda pelo grão brasileiro ganha força nos portos, com compradores já sinalizando cotações na casa dos 70 reais para o segundo semestre. Somado a isso, o cenário interno se mostra promissor com o aumento da mistura de etanol na gasolina. Vlamir Brandalizze comenta que essa mudança deve impulsionar a procura por grãos energéticos e elevar a pressão positiva sobre os preços, favorecendo quem investiu na cultura nesta temporada.
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10 plantas para plantar no sítio
A dica de hoje é para você que pensa em ter um sítio. Tá em dúvida no que plantar em sua propriedade rural? Vamos te ajudar! São várias as opções, mas algumas são bastante funcionais para o dia a dia no campo. Fomos até o Sítio Capim Moiado e conversamos com o professor e engenheiro agrônomo Fabrício Andrade. Na prosa de hoje, ele lista as dez melhores plantas para você começar a estruturar suas terras.Você pode se perguntar sobre os itens da tradicional horta, comum em qualquer propriedade, principalmente nas pequenas. Sim, também é uma excelente escolha. Para o cultivo de hortaliças, é importante seguir alguns passos importantes, como por exemplo, o preparo dos canteiros. De acordo com a Embrapa, é importante receber boa incidência de luz solar, ter acesso à água para irrigação e apresentar solo com boa drenagem, evitando o acúmulo de água. Antes do plantio, é necessário fazer a limpeza da área, removendo pedras, restos de plantas e plantas daninhas, além de revolver e nivelar o solo para melhorar a aeração e favorecer o desenvolvimento das raízes. Outro passo importante é a correção da acidez do solo, a adubação com matéria orgânica e fertilizantes, a incorporação dos nutrientes e a preparação final da superfície para a semeadura ou o transplante das mudas. Segundo a Embrapa, essas práticas contribuem para um melhor enraizamento, maior disponibilidade de água e nutrientes.As hortaliças abrem a nossa segunda parte da prosa com o engenheiro agrônomo Fabrício Andrade sobre as 10 melhores plantas para você montar o seu sítio.
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Paracatu Rural - 17-07-26 - T12 Ep 41 - Boa Vista FM - Completo
● Hoje é dia de análise de mercado com VlamirBrandalizze!● A soja reagiu: Vale a pena fechar negócio agora?● Milho nos Portos: Preços saltam para R$ 75 ● Trigo dispara no mundo● O alerta do arroz: Por que os preços prometemsubir ainda mais em 2027● Por que o preço do feijão pode reagir em agosto?● "Tarifaço": carne bovina fica de fora● Café escapa do TARIFAÇO mas preço pode cair! -Joãozinho Grafista analisaApresentação Francys de Oliveira38-9-9181-0123
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Safra de grãos cresce; exportações “salvam” o arroz.
A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou em 2º turno Projeto de Lei que proíbe a reconstituição de leite em pó importado no estado. A proposta barra a comercialização como leite fluido e tem o objetivo de fortalecer a cadeia produtiva local, além de blindar os produtores rurais mineiros contra a forte concorrência e a pressão exercida pelas importações de lácteos no país.Flávio Júnior traz mais detalhes direto da Rádio Assembleia.Um estudo da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) alerta que as mudanças climáticas têm ampliado a volatilidade dos preços de commodities como café, cacau e chá, aumentando os riscos para produtores e consumidores. Segundo o levantamento, eventos climáticos extremos em grandes países produtores, como Brasil e Vietnã, afetam diretamente a oferta global, reforçando a necessidade de maior transparência no mercado, investimentos em tecnologia e uma distribuição mais equilibrada dos lucros ao longo das cadeias produtivas.Gabriel Corrêa traz os detalhes direto da Rádio Nacional.
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Safra de grãos cresce; exportações “salvam” o arroz
A produção de grãos da safra 2025/2026 deve apresentar alta de 2,2% em relação à temporada passada, chegando a 360 milhões de toneladas. O número representa um acréscimo de 7,8 milhões de toneladas de grãos a serem colhidos. Os dados são do décimo Levantamento da Safra de Grãos, divulgado pela Conab, Companhia Nacional de Abastecimento.De acordo com a companhia, o resultado reflete a maior área destinada ao cultivo de grãos no país, projetada em 83,5 milhões de hectares. Acompanhe a reportagem de ISABELA RIBEIRO.As exportações brasileiras de arroz cresceram mais de 80% no primeiro semestre e reduziram a pressão de oferta no mercado interno. A Federarroz avalia que os embarques deram liquidez aos produtores e ajudaram na recuperação dos preços, mesmo com receita menor por causa da queda internacional. A entidade projeta cerca de 2 milhões de toneladas exportadas em 2026.Artur Chagas tem mais informações direto da Agência Agroeffective.
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Acordo do Agro de R$100 Bi; MP do Frete Aprovada! Inflação preocupa.
O Ministério da Fazenda elevou de 4,5% para 5,1% a projeção de inflação para 2026, acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Segundo o Boletim Macrofiscal, a alta dos preços dos alimentos continua sendo o principal fator de pressão inflacionária, enquanto as incertezas no cenário internacional, como a volatilidade no mercado de petróleo após a retomada das tensões entre Estados Unidos e Irã, e a possibilidade de um El Niño mais intenso, também influenciam as perspectivas para a economia brasileira.Pedro Lacerda tem as informações direto da Rádio Nacional.Após semanas de negociações, governo federal, Congresso Nacional e representantes do agronegócio fecharam um acordo para a renegociação de cerca de R$ 100 bilhões em dívidas de produtores rurais. O entendimento prevê o envio de uma medida provisória com novas regras para o refinanciamento dos débitos, substituindo o projeto de lei que tratava do tema. Outro ponto acordado foi a suspensão da cobrança das dívidas por 30 dias enquanto as novas medidas entram em vigor.O Senado aprovou projeto de lei de conversão da medida provisória que torna obrigatório o cadastramento das operações de transporte rodoviário de cargas e reforça os mecanismos de fiscalização do piso mínimo do frete. Entre os tópicos, está a determinação de um piso para o frete, mas sem definição do valor. A MP ainda beneficia os caminhoneiros por estabelecer novas regras de regulamentação para empresas que contratam caminhoneiros para a realização de transporte rodoviário de cargas. O texto segue para sanção presidencial.Pedro Pincer tem mais informações direto da Rádio Senado.
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Colheita da laranja começa; quais os melhores defensivos para o greening?
Colheita da laranja começa; quais os melhores defensivos para o greening?
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Paracatu Rural - 16-07-26 - T12 Ep 40 - Boa Vista FM - Completo
Neste programa Francys de Oliveira recebeu Valdir Rodrigues e Lionel Oliveira (presidente e vice da Coopervap) para falar sobre ExpôParacatu, Coopershow, Preço do Leite e nova data de acerto do leite do cooperados.E ainda:ALMG aprova proibição da reconstituição e venda de leite em pó importado Inflação deve passar teto da meta, prevê Conselho Monetário NacionalSenado aprova MP do Frete Mínimo, que beneficia caminhoneiros
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Falta gado no mercado? Arroba vai subir?
O setor de proteína animal do Brasil vive um momento de fôlego renovado e números impressionantes. Em apenas oito dias úteis de julho, o complexo de carnes já injetou bilhões de reais na balança comercial brasileira, consolidando recordes históricos de exportação. Enquanto o mercado interno do boi gordo sinaliza o fim do ciclo de quedas com pressões positivas em diversas praças, a expectativa se volta para a abertura de novas cotas pela China. Vlamir Brandalizze detalha os embarques recordes e o que esperar dos preços da arroba e do quilo das carnes nos próximos dias.O mercado pecuário brasileiro entra definitivamente no período de entressafra, trazendo um cenário de oferta restrita e preços extremamente firmes para todas as categorias. Com a bezerrada Nelore mantendo patamares elevados e as fêmeas se consolidando como as grandes 'vedetes' da reposição, o setor vive um verdadeiro cabo de guerra entre a necessidade de abastecimento dos frigoríficos e a resistência dos produtores. O leiloeiro Moacir Naves faz um balanço do mercado e comenta o que esperar da disponibilidade de animais até a chegada das águas.
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Falta de Oferta no Agro: O que vai acontecer com Feijão, Arroz e Trigo?
O mercado global de trigo entra em um ciclo de forte instabilidade e pressão altista, reflexo direto do agravamento dos conflitos no Mar Negro, envolvendo os maiores exportadores mundiais. Enquanto os ataques a navios e terminais comprometem o fluxo logístico internacional, as safras dos Estados Unidos e do Brasil enfrentam desafios severos de qualidade e produtividade. Com a Conab revisando para baixo a área plantada e a produção nacional, o Brasil deve aumentar significativamente suas importações, desenhando um cenário de custos elevados para a indústria e para o consumidor final. Vlamir Brandalizze os fatores que estão moldando esse ano de oferta restrita e os impactos para a nossa balança comercial.O mercado do arroz acende o sinal amarelo com a confirmação de uma redução drástica na oferta global. Nos Estados Unidos, a área plantada atingiu um dos menores níveis em duas décadas, enquanto no Mercosul, o desânimo dos produtores com os preços atuais sinaliza uma queda generalizada para o próximo plantio. Aqui no Brasil, com uma safra que já caminha para ficar abaixo do consumo nacional e um cenário de exportações ativas, o equilíbrio entre oferta e demanda promete ser o grande desafio do setor. Vlamir Brandalizze avalia agora como essa pressão internacional e a retenção de estoques pelos produtores gaúchos podem impactar os preços no varejo.O mercado do feijão atravessa um momento de transição estratégica, marcado pela reta final da colheita da segunda safra e a expectativa por um vazio de oferta nas próximas semanas. Enquanto o varejo tenta pressionar as cotações para baixo, o produtor de feijão nobre resiste, de olho na janela que se abre antes da entrada da terceira safra irrigada em setembro. No cenário do feijão preto, a demanda sazonal das feijoadas de inverno sustenta os preços, mantendo o grão como um parceiro acessível e indispensável na mesa do brasileiro. Vlamir Brandalizze faz um balanço dos patamares de preços do carioca nobre ao comercial e como o desenvolvimento das lavouras irrigadas no Brasil Central deve ditar o ritmo do mercado até o final da temporada.
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Petróleo Dispara e Ameaça Custo da Soja! Milho e Sorgo em Alta?
A segunda metade de julho começa sob forte tensão no mercado global, com o acirramento dos conflitos no Golfo e no Leste Europeu impulsionando o preço do petróleo e acendendo o alerta para o abastecimento de diesel e fertilizantes no Brasil. O mercado do milho ganha novo fôlego nesta semana, impulsionado por fundamentos de oferta e demanda que prometem movimentar as cotações. Enquanto nos Estados Unidos a safra avança em ritmo acelerado e com qualidade dentro da normalidade, aqui no Brasil o setor recebe com otimismo o anúncio do aumento da mistura de etanol na gasolina, uma medida que deve injetar demanda adicional e fortalecer a balança comercial. O mercado do sorgo vive um momento estratégico e de olhos atentos ao cenário internacional. Enquanto a safra dos Estados Unidos enfrenta uma queda acentuada na qualidade das lavouras, o Brasil consolida sua posição com uma revisão para cima na área plantada e na projeção de colheita. Com os novos dados da Conab confirmando um crescimento expressivo na produção nacional, abre-se uma janela de oportunidade valiosa para o sorgo brasileiro atender à demanda global. Vlamir Brandalizze avalia como o clima no Kansas e no Texas está mexendo com as peças desse tabuleiro e o que o produtor brasileiro pode esperar dessa dinâmica.
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Paracatu Rural - 15-07-26 - T12 Ep 39 - Boa Vista FM - Completo
● Hoje é dia de análise de mercado com VlamirBrandalizze!● Custo de produção da soja pode subir comdisparada do petróleo● Etanol na Gasolina: A Boa Notícia que Pode Mexercom o Milho● Brasil Pode Exportar Mais Sorgo?● Brasil Importará Mais Trigo? Entenda a NovaProjeção da Conab● Arroz Mais Caro? Por que a Oferta Global estádiminuindo● Feijão: Oportunidade ou Queda? Entenda o Vaziode Oferta que se Aproxima● Fim das quedas para o boi e apetite chinês● Falta Gado no Mercado? Moacir Naves respondeApresentação Francys de Oliveira38-9-9181-0123
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Senado aprova crédito rural; programa de fertilizantes pode ser votado neste mês
Senado aprova crédito rural; programa de fertilizantes pode ser votado neste mês
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Café com leite: Funcafé chega aos bancos; demanda por soro de leite DISPARA
O Ministério da Agricultura divulgou o resultado do credenciamento das instituições financeiras que vão operar os recursos do Funcafé na safra 2026/2027. Ao todo, R$ 7,37 bilhões serão destinados ao financiamento da cafeicultura brasileira, com linhas de crédito para custeio, comercialização, aquisição de café, capital de giro e recuperação de cafezais. Rafael Mendonça traz mais detalhes, direto da redação.O preço do concentrado proteico de soro de leite, o WPC, subiu mais de 100% em doze meses na Europa e já é descrito por relatórios internacionais como o ingrediente mais disputado da indústria global de alimentos. E não é exagero. Os mesmos dados que mostram essa alta também revelam algo que interessa diretamente à indústria brasileira de laticínios, que não existe hoje, no Brasil, uma referência consolidada de preço para esse insumo. Rafael Mendonça, direto da redação, começa nos explicando um pouco mais sobre o conceito de soro de leite.
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Bem vindo(a) ao Jornal do Agronegócio Paracatu Rural. Nele apresentamos notícias, análises de mercado agrícola e pecuário, e informações técnicas para o público ligado ao campo, seja grande produtor, produtor familiar, profissionais do agro, ou até mesmo àqueles que gostam do assunto. Ainda difundimos a importância do agronegócio para todo o Brasil, bem como ações de manejo ambiental consciente.Entre em contato. Receba notícias no seu whatsapp. Participe de nossos grupos.Francys de Oliveira(38)9-9181-0123
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