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Pauta Pública

Conduzido pela jornalista Andrea Dip, o Pauta Pública é um podcast semanal para refletir sobre os desafios do Brasil e do mundo. Em sua sexta temporada, o programa  vai receber convidados para entender o que é real em um ano decisivo. Episódios inéditos toda sexta! 

  1. 266

    O caldeirão político em que ferve a América Latina - com Flavia Loss

    O pedido de recontagem de votos na eleição presidencial da Colômbia e a aproximação do  provável novo governo com os Estados Unidos se somam a um cenário de instabilidade política na América do Sul. Governos em crise e processos eleitorais conturbados marcam a ascensão de novos nomes da extrema direita em uma região que é historicamente marcada pela presença de governos de esquerda e centro-esquerda. Em ano eleitoral no Brasil, as atenções também se voltam para o país, que enfrenta entraves políticos e econômicos na relação com o governo norte-americano. Para traçar um panorama dos principais acontecimentos no continente, o Pauta Pública recebe Flavia Loss de Araújo, doutora pelo Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP) e professora do Centro de Estudos das Negociações Internacionais (CAENI).Ouça agora e não deixe de curtir e compartilhar o Pauta Pública para que esse debate alcance mais pessoas. Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  2. 265

    Ouça Confidencial: as digitais do FBI na Lava-Jato

    Episódios disponíveis às quartas-feiras, a partir de 24/06 A Operação Lava Jato, iniciada em 2013, mudou o rumo da política brasileira, mas deixou um rastro de polêmicas e irregularidades até ser extinta em 2021. Dentre as suspeitas que ainda pairam sobre a operação, uma das mais persistentes é sobre a sua relação com o FBI e o Departamento de Justiça Americano. Nesta série original Audible produzida pela Pública, a jornalista investigativa Natalia Viana  busca resposta para uma pergunta que a atormenta há anos: o FBI está por trás da Lava Jato ou isso é só uma teoria da conspiração? Você vai acompanhar uma investigação em tempo real, conhecer personagens importantes desta história – de procuradores a doleiros e agentes do FBI – e desvendar junto com as repórteres Alice Maciel e Amanda Audi até onde vão as digitais americanas na Lava Jato.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  3. 264

    O Brasil dos endividados e o acesso à cidadania - com Kauê Lopes dos Santos

    Alimentação e moradia cada vez mais caras, juros elevados e famílias endividadas compõem o atual cenário econômico brasileiro. Junto a isso, ganha força um discurso neoliberal que atribui aos indivíduos a responsabilidade exclusiva por sua situação financeira. Também surgem plataformas de apostas online que prometem soluções fáceis e rápidas, mas acabam comprometendo ainda mais o orçamento de pessoas pobres e periféricas.Para entender melhor a lógica de consumo e endividamento das famílias brasileiras, o Pauta Pública recebe Kauê Lopes dos Santos. Geógrafo, professor e pesquisador de economia urbana,  lançou neste ano, pela editora Fósforo, o livro "Parcelado: dinâmicas de consumo na periferia". Na conversa com Andrea Dip, Kauê foge dos clichês da moralização e mostra como grande parte das dificuldades financeiras enfrentadas pelas classes média e baixa está ligada a questões estruturais.Ouça agora e não deixe de curtir e compartilhar o Pauta Pública para que esse debate chegue a mais pessoas. Você também pode colaborar com nosso trabalho se tornando uma pessoa aliada ou doando qualquer valor. Saiba mais em apoie.apublica.org.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  4. 263

    Da bolha à névoa mental: a disputa política nas redes sociais - com Letícia Cesarino

    O ambiente digital está no centro da disputa política e sua instabilidade parece cada vez menos um modelo de negócio e mais um projeto de poder. As redes sociais deixaram de ser apenas espaços de troca para se tornarem palco de ataques e disputas, e em um ambiente marcado pela economia da atenção, conteúdos de apelo emocional  ganharam mais espaço do que a compreensão sobre o que verdadeiramente está em jogo na política.Neste episódio do Pauta Pública, Andrea Dip conversa com a antropóloga e pesquisadora Letícia Cesarino sobre os impactos dessa transformação para a democracia.  Ela analisa como estamos passando de uma lógica de bolhas para uma espécie de “névoa mental permanente”, em que o acesso aos fatos públicos se distancia cada vez mais da complexidade da política. Cesarino também discute os riscos dessa nova configuração para as eleições de 2026, o avanço da extrema direita nas plataformas digitais e os desafios de reconstruir debates públicos capazes de enfrentar a desinformação e garantir a democracia. Ouça agora!Não deixe que os algoritmos ocultem o jornalismo que você apoia. O Google liberou uma ferramenta chamada “Fontes Preferidas”. Ao escolher a Pública como um dos seus canais principais, você garante o acesso direto às nossas investigações sobre direitos humanos, política, meio ambiente e o próprio poder das Big Techs. Veja o passo a passoClique aqui neste link oficial de preferências do Google.Na página que abrir, localize a Agência Pública e marque a caixinha de seleção (ou o botão de seguir).Pronto. O algoritmo acabou de receber a sua ordem."Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  5. 262

    A luta por uma democracia mais justa e inclusiva - com Amanda Paschoal

    Em ano eleitoral, os ataques e a violência política ganham destaque nos espaços de poder. Mesmo que esses ataques atinjam diferentes grupos, mulheres e pessoas LGBTQIA+ seguem entre os principais alvos e discursos de ódio. Ainda assim, são elas que continuam construindo projetos políticos comprometidos com uma sociedade mais justa, igualitária e inclusiva. As trajetórias da deputada federal Erika Hilton e da vereadora Amanda Paschoal (PSOL-SP), são exemplos desse compromisso. Mesmo sendo constantemente alvo de transfobia e violência política, ambas atuam em temas de grande apelo popular e que mobilizam diretamente o debate público nacional, como a proposta pelo fim da escala 6x1.Neste episódio do Pauta Pública, Andrea Dip conversa com a vereadora Amanda Paschoal sobre os desafios da participação política em tempos de avanço da extrema direita. A partir de sua própria experiência como alvo de violência política, Amanda analisa o papel das fake news, a lentidão das instituições na responsabilização dos agressores e os riscos desta realidade para a democracia.Ouça agora! Não deixe de curtir e compartilhar o Pauta Pública para que este debate alcance mais pessoas. Você também pode colaborar com nosso trabalho em apoie.apublica.org Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  6. 261

    Dias de horror nas mãos de Israel: um relato em primeira pessoa - com Cássio Pelegrini

    Este episódio tem descrições detalhadas de violência e pode não ser adequado para todos.No último dia 18 de maio, a Marinha de Israel atacou ilegalmente, em águas internacionais, navios em missão humanitária que tentavam romper o bloqueio à Faixa de Gaza para atender a população. As ações resultaram na apreensão dos  barcos da Flotilha Global Sumud e no sequestro de ativistas de diversos países, incluindo o Brasil.O médico pediatra Cássio Pelegrini, que atua no atendimento a imigrantes em São Paulo, era um dos integrantes da Flotilha e é o entrevistado do Pauta Pública desta semana. Na conversa com Andrea Dip, ele faz um relato detalhado do horror vivido nas mãos dos militares israelenses: espancamentos, choques, privação de água, exposição ao frio e ao calor, violência sexual e violência psicológica extrema. Relatos de tortura, que contaram com o aval do próprio ministro de Segurança Nacional do país, Itamar Ben-Gvir, que chegou a divulgar em suas redes sociais vídeos de ativistas amarrados e ajoelhados, com a legenda “bem-vindos a Israel”.  Apesar da violência extrema, Pelegrini considera que os ativistas seguem firmes no apoio ao povo palestino:  “eles fraturaram muitos corpos e foram violentos com a gente psicologicamente, mas em nenhum momento tivemos dúvida de que era o correto estar ali. Então, moralmente, a gente saiu intacto”, afirma. Ouça agora e confira a transcrição do relato em nosso site.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  7. 260

    Eleições: civilização ou barbárie? - com Ricardo Kotscho

    Desde a ascensão do bolsonarismo, em 2018, as eleições presidenciais passaram a ser marcadas por instabilidade, desinformação e dificuldade de prever candidaturas e possíveis resultados. A cinco meses das disputas de 2026, o atual cenário político já é complexo e instável. Lula disputa sua possível última eleição em um contexto atravessado por guerras no mundo, crises econômicas e pela crescente desinformação nas redes sociais, impulsionada pelo avanço da inteligência artificial. Ao mesmo tempo, o bolsonarismo tenta reorganizar sua sucessão política em meio às incertezas sobre a possível candidatura de Flávio Bolsonaro, atualmente envolvido em escândalos e em disputas de narrativa em torno da própria realidade dos fatos. O Pauta Pública desta semana mergulha neste cenário com um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro, Ricardo Kotscho. Na entrevista com a Andrea Dip, ele alerta que o debate público brasileiro vive uma crise que vai muito além dos nomes colocados na disputa presidencial. Kotscho analisa como a desinformação, a fragilidade das instituições e o esvaziamento da participação política ajudam a moldar o cenário atual do país, e destaca a importância do jornalismo no comprometimento com o futuro do país. Ouça agora!Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  8. 259

    Quem tem medo de Judith Butler? - com Judith Butler

    “Quem tem medo de gênero?”Judith Butler busca responder a essa pergunta em seu mais recente livro, publicado pela editora Boitempo. A escritora e filósofa analisa como o conceito de gênero foi distorcido pela ideia fantasiosa de “ideologia de gênero”, sendo retratado como uma  ameaça à família por movimentos ultraconservadores religiosos e de extrema direita, com objetivo de criar pânico moral e alavancar agendas antidemocráticas.Em entrevista ao Pauta Pública, Butler reflete sobre como o conservadorismo desloca as verdadeiras ameaças produzidas pelo capitalismo e pelas crises contemporâneas para pautas ligadas à igualdade, aos direitos e à diversidade. Na conversa com Andrea Dip, a filósofa também aponta caminhos para imaginar um mundo mais habitável e igualitário, baseado em solidariedade, alianças coletivas e novas formas de convivência. Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  9. 258

    As bravas: a luta das Mães de Maio - com Débora Silva

    Neste mês lembramos 20 anos dos “crimes de maio”, quando mais de 500 pessoas - em sua maioria jovens negros - foram mortas em São Paulo, em operações policiais que seriam uma “onda de resposta” aos ataques do PCC que aconteceram no mesmo período. Mas também celebramos o nascimento desse movimento que se tornou um dos mais importantes do Brasil: Mães de Maio é um movimento que buscou transformar o sofrimento imensurável de perder um filho assassinado pelo Estado em luta contra a opressão, a injustiça e o racismo. Às Mães de Maio se juntaram outras, de todo o Brasil. Hoje a organização luta por justiça, reparação e acolhimento da dor de mulheres que perderam seus filhos para a violência policial. O Pauta Pública orgulhosamente recebe Débora Silva, fundadora do movimento, que nos lembra que nesse dia das mães não podemos esquecer as mães enlutadas nas favelas, nos territórios indígenas, nos quilombos, no campo e nas periferias.Ouça agora.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  10. 257

    O futuro do trabalho e a incerteza do presente - com Marta Bergamin

    Desde a Revolução Industrial a tensão entre homem e máquina permeia o mundo do trabalho. Até hoje, na maior parte das vezes prevalece a ideia de que nada pode parar o progresso e o que resta aos trabalhadores é se atualizar: aprender a operar as máquinas e assim sobreviver. O mesmo acontece agora com a disseminação massiva da IA no mundo do trabalho. Os modelos de inteligência artificial não apenas realizam tarefas, mas já mediam processos seletivos, avaliam desempenho de trabalhadores e convocam para um futuro onde sequer exista o trabalhador que opera as máquinas. Se esse futuro é realista ou não, pouco se sabe, mas é fato que cada vez mais empresas investem e obrigam seus funcionários a operar essas tecnologias. Para conversar sobre a incerteza sobre o futuro do trabalho, Andrea Dip conversa com a socióloga e psicanalista Marta Bergamin, coordenadora do curso de pós-graduação em Sociopsicologia e professora da Fesp (Fundação Escola de Sociologia e Política).Ouça agora. Curso Pública de Jornalismo: inscreva-se no programa de trainee da Agência Pública até 15/05. Exclusivo para pessoas negras, indígenas e trans que tenham concluído a graduação em jornalismo nos últimos 3 anos: apublica.org/curso-publica-de-jornalismoSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  11. 256

    Informação que mobiliza - com Neon Cunha e Raull Santiago

    Em março deste ano, a Agência Pública completou 15 anos de existência. Para marcar essa trajetória, aconteceu em São Paulo o evento “Contando o Brasil: uma celebração do jornalismo que informa e mobiliza”, em parceria com o Sesc. Foram três mesas com grandes nomes para refletir sobre os desafios do jornalismo e reforçar seu papel essencial na defesa da democracia.Para quem não conseguiu participar dos debates ou gostaria de relembrar os melhores momentos, preparamos três episódios especiais com uma versão editada de cada mesa. Neste segundo episódio, você confere “Informação que mobiliza”, com mediação da cofundadora da Pública, Marina Amaral. Ela recebe Neon Cunha, referência na luta por direitos humanos e pessoas LGBTQIAPN+ e Raull Santiago, ativista e fundador da Agência Brecha e Instituto Papo Reto.Ouça o episódio e deixe seus comentários. Na semana que vem o Pauta volta à programação normal.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  12. 255

    Gaza: a guerra que nunca termina - com Motasem A Dalloul

    Mesmo após o anúncio de um cessar-fogo entre Israel e o Hamas, que prometia reduzir os ataques e abrir caminho para negociações, o cotidiano em Gaza continua marcado por bombardeios, mortes e destruição. Desde o início dos ataques já foram mortas pelo menos 70 mil pessoas só na faixa de Gaza, e os números aumentam diariamente. Na prática, se trata de um acordo frágil, constantemente violado, em que a população civil permanece exposta à violência cotidiana.Neste episódio, o Pauta Pública mostra os efeitos dos ataques na vida da população palestina e as perspectivas para o futuro. Andrea Dip conversa com o jornalista palestino Motasem A Dalloul, que vive e reporta os acontecimentos diretamente da Faixa de Gaza. Além de lamentar a perda da sua casa e de grande parte de sua família, incluindo esposa e três filhos, Dalloul fala sobre a precariedade das condições de vida dos palestinos e critica o papel das potências ocidentais em relação à violência na região.A entrevista foi realizada em inglês e dublada por Ricardo Terto.Ouça agora e ajude o episódio a chegar a mais pessoas compartilhando com os amigos. Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  13. 254

    O impeachment de Dilma Roussef: 10 anos da votação que mudou o Brasil - com Jean Wyllys

    No dia 17 de abril de 2016, o Brasil acompanhou a votação do segundo pedido de impeachment de um presidente da República desde a redemocratização do país. Diferente do ocorrido com Fernando Collor em 1992, que renunciou ao cargo antes da votação final, o processo contra Dilma Rousseff chegou até o fim, e o período foi marcado por polêmicas e ataques misóginos à então presidente.Casa cheia, burburinho, empurra-empurra e faixas estendidas compunham o cenário da Câmara dos Deputados na tarde que entraria para a história. As justificativas de voto apresentadas pelos deputados se tornaram momentos emblemáticos, como a de Jair Bolsonaro, então deputado federal pelo Rio de Janeiro, que dedicou seu voto ao torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, responsável por torturar a própria Dilma durante a ditadura militar.Um dos protagonistas no dia da votação foi Jean Wyllys, então deputado pelo PSOL, que foi ofendido por Bolsonaro e reagiu com uma cusparada. Após o ocorrido, Jean passou a sofrer ameaças a ponto de decidir abandonar a carreira política e sair do país. Dez anos depois, ele conversa com Andrea Dip no Pauta Pública, analisando os impactos que a histórica votação e o impeachment de Dilma como um todo tiveram na política e na sociedade brasileira - e o que está em jogo nas eleições de 2026. Ouça agora o episódio e deixe seu comentário.Não esqueça de curtir e avaliar o Pauta Pública no seu tocador favorito.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  14. 253

    Ouça A Última Bolacha

    Ouça A Última Bolacha, o novo podcast narrativo da Agência Pública: uma investigação testemunhal une jornalismo, experiência, confissões e psicologia, numa indigesta jornada que só foi possível por vida e morte andarem lado a lado.Serão cinco episódios inéditos, lançados no dia oficial de começar a dieta, às segundas. Primeiro episódio no ar!Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  15. 252

    O que é sionismo cristão? - com Ronilso Pacheco

    O termo sionismo cristão ganhou visibilidade em meio aos atuais conflitos no Oriente Médio, mas está longe de ser uma ideia recente. Em linhas gerais, pode ser definido como um conjunto de crenças e práticas que articulam apoio religioso, simbólico e político ao Estado de Israel, e que apoiar Israel é, para parte dos cristãos, uma forma de cumprir o plano de Deus.Para entender como esse movimento pode influenciar os rumos da política nacional e internacional, Andrea Dip entrevista o teólogo e ativista de direitos humanos Ronilso Pacheco. Ele mostra que o sionismo cristão se estrutura a partir da fusão entre um cristianismo conservador e uma defesa quase incondicional de Israel, que mistura elementos religiosos, culturais e políticos.Afinal, o que está em jogo quando fé, política e disputas territoriais se misturam dessa forma? Ouça o episódio completo e deixe seu comentário. Não esqueça de curtir e avaliar o Pauta Pública nas plataformas de áudio.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  16. 251

    Guerra ao jornalismo - Com Daniela Lima, Nina Santos e Patrícia Campos Mello

    Em 15 de março deste ano, a Agência Pública completou 15 anos de existência, fazendo jornalismo investigativo e independente. Para marcar essa trajetória, aconteceu em São Paulo o evento “Contando o Brasil: uma celebração do jornalismo que informa e mobiliza”, em parceria com o Sesc. Foram três mesas com grandes nomes para refletir sobre os desafios do jornalismo e reforçar seu papel essencial na defesa da democracia.Para quem não conseguiu participar dos debates ou gostaria de relembrar os melhores momentos, preparamos três episódios especiais com uma versão editada de cada mesa. Neste primeiro episódio, você confere “Guerra ao jornalismo”, com mediação da cofundadora da Pública, Natália Viana. Ela recebe Daniela Lima, jornalista do UOL, que recentemente esteve no centro de uma demissão polêmica da GloboNews; a jornalista e repórter da Folha de S.Paulo, Patrícia Campos Mello, que sofreu diversos ataques, inclusive do ex-presidente Jair Bolsonaro, e a pesquisadora Nina Santos, hoje secretária adjunta de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação da Presidência.Ouça o episódio que está imperdível e deixe seus comentários. Na semana que vem o Pauta Pública volta à programação normal.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  17. 250

    A fé que move algoritmos - com Valdinei Ferreira

    Atualmente, a Inteligência Artificial está presente em grande parte das atividades humanas. O seu uso já reflete impactos no campo do trabalho, da informação e do aprendizado, mas o que acontece quando essas tecnologias passam a mediar também o campo simbólico, espiritual e religioso? Há desde usuários que acreditam estar de fato conversando com uma consciência de outra dimensão, até as situações mais corriqueiras, como pastores que utilizam IA para criar sermões e pregações.Para falar sobre esse tema pouco explorado, o Pauta Pública recebe o acadêmico e pastor Valdinei Ferreira, da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. Na conversa com Andrea Dip ele fala como tem sido a adaptação para estes novos tempos em que as inteligências artificiais encontram a fé. De acordo com o pastor, a IA não só está transformando, como deve transformar ainda mais as experiências religiosas. Ao mesmo tempo que destaca limites importantes, como saber criar um filtro crítico para interpretar as mensagens e não deixar as tecnologias substituírem as vivências.Ouça o episódio completo e compartilhe nos comentários sua opinião sobre o tema. Não deixe de seguir e curtir o Pauta Pública e fazer este programa chegar a mais pessoas.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  18. 249

    Guerra no Irã, protestos e o futuro do regime - com Parvin Ardalan

    No último dia 28 de fevereiro o mundo entrou em um novo capítulo de sua história. Ataques militares coordenados por Estados Unidos e Israel atingiram o Irã,deixaram centenas de mortos e ampliaram o risco de uma escalada regional e até de uma nova corrida nuclear. Em meio aos ataques militares, as narrativas também entraram em disputa. Enquanto parte da imprensa e da população do restante do planeta acreditam no objetivo de “libertar” o povo iraniano,  dentro do país o conflito envolve disputas mais amplas e interesses que vão além da retórica de liberdade. Para falar sobre os conflitos internos e avaliar os desafios para redefinir o futuro do país, o Pauta Pública conversa com Parvin Ardalan, jornalista, escritora e ativista feminista. Cofundadora do Centro Cultural das Mulheres Iranianas e da Campanha Um Milhão de Assinaturas, Parvin vive hoje exilada na Suécia. Ela fala sobre sua trajetória pessoal, perseguições enfrentadas dentro do regime e como Estados Unidos e aliados representam apenas mais uma forma de dominação.Ouça o episódio completo e não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública na sua plataforma de áudio favorita. Deixe também seu comentário.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  19. 248

    Mulheres na ciência e as barreiras que ainda persistem - com Marcia Cristina Barbosa

    As mulheres contribuíram em importantes descobertas da história, desde a compreensão da estrutura do DNA às tecnologias que permitiram o desenvolvimento do  Wi-Fi e do Bluetooth. Ainda assim, seguem enfrentando obstáculos e desigualdade de gênero no mundo da ciência. Entre desigualdades de financiamento, jornadas duplas e tentativas de silenciamento, muitas pesquisadoras ainda precisam disputar não apenas espaço, mas também reconhecimento pelo próprio trabalho.Às vésperas do 8M, Dia das Mulheres, Andrea Dip recebe no Pauta Pública a física Marcia Cristina Barbosa, professora titular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e membro da Academia Brasileira de Ciências. Ela fala sobre os desafios enfrentados pelas mulheres na produção científica e reflete sobre a importância de dar visibilidade e aproximar as conquistas e o conhecimento científico da sociedade.Ouça o episódio completo e deixe nos comentários o que você acha sobre o tema. Não deixe de curtir e seguir o Pauta Pública para que este debate alcance mais pessoas. Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  20. 247

    A luta política para não morrer de tanto trabalhar - com Marilane Teixeira

    A América Latina tem acompanhado mudanças históricas nas relações de trabalho. Na última sexta-feira (20), a Câmara dos Deputados da Argentina aprovou a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei, que tem semelhanças com as alterações feitas na legislação brasileira desde 2017. O movimento, que resultou em greves e protestos pelo país, reacendeu o debate em torno do tema também no Brasil, em meio à atual mobilização pelo fim da escala 6x1. Neste episódio, o Pauta Pública recebe a economista e professora da Unicamp Marilane Teixeira para analisar o que está em jogo nas disputas em torno do trabalho e quem ganha ou perde com as eventuais mudanças. Segundo a pesquisadora, as flexibilizações na legislação aprovadas em ambos os países não combatem a informalidade nem o desemprego, e retiram direitos historicamente conquistados pelos trabalhadores.Ouça o episódio completo e deixe seu comentário sobre o tema.Não deixe também de curtir e compartilhar o Pauta Pública para que o debate chegue a mais pessoas.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  21. 246

    Ações afirmativas no Brasil: risco de retrocesso? - com Helio Santos

    As ações afirmativas no Brasil ampliaram o acesso de pessoas negras às universidades e  cargos públicos. Também conhecida como Lei de Cotas, esse conjunto de políticas, implementado a partir de 2012, é resultado de décadas de luta técnica e política dos movimentos negros, aliados a governos comprometidos com a redução da desigualdade racial. Uma pauta ainda em disputa e que segue sob pressão. Recentemente, uma tentativa do governo de Santa Catarina de barrar o critério racial no acesso às universidades do estado reacendeu o debate sobre a garantia desses direitos.Para falar sobre o tema, Andrea Dip recebe Hélio Santos no Pauta Pública desta semana. Educador, economista e um dos pioneiros das ações afirmativas no país, ele comenta sobre o caso de Santa Catarina e reflete sobre as conquistas das cotas, além dos desafios que dificultam a permanência de estudantes negros em Universidades e sua valorização no mercado de trabalho. Ouça o episódio completo e deixe seu comentários sobre o assunto. Não esqueça de curtir e compartilhar o Pauta Pública. Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  22. 245

    Carnaval: a expressão popular que resiste através do tempo - com Eliana de Lima

    Em clima de carnaval, o Pauta Pública da semana recebe a cantora Eliana de Lima, que foi uma das primeiras intérpretes e puxadoras de samba no Carnaval de São Paulo. Ela conta sobre sua trajetória nas escolas de samba e na carreira solo, marcada pela persistência e pelo enfrentamento do machismo. Com hits como “Volta Pra Ela” e “Desejo de Amar”, a cantora ganhou destaque dentro e fora do Brasil, com mais de dois milhões de discos vendidos e cantando ao lado de nomes como Jorge Aragão, Aldir Blanc, Luiz Carlos do Raça Negra e muitos outros.Na conversa com Andrea Dip, Eliana de Lima fala sobre preconceitos que persistem até os dias atuais, a profissionalização no carnaval e as transformações do samba e da indústria da música ao longo das décadas. Entre memórias e reflexões sobre o que faz uma música atravessar o tempo, ela também relembra os sucessos que a fizeram emocionar na Avenida.  Ouça o episódio completo e compartilhe suas memórias de carnaval nos comentários. Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  23. 244

    Como romper o ciclo de violência de homens e meninos? - com Isabela Venturoza

    O aumento dos feminicídios e os crescentes casos de crueldade contra mulheres e também contra animais voltaram a expor um tipo de violência que, em geral, é praticada por homens e meninos. Mais do que episódios isolados, esses crimes revelam uma cultura de agressividade que atravessa as relações pessoais e é incentivada e, por vezes, até exibida nas redes sociais.Neste episódio do Pauta Pública, a conversa é com a antropóloga Isabela Venturoza, que pesquisa masculinidades e atua  em grupos de reflexão com homens autores de violência e em rodas de conversa sobre o tema com adolescentes. Na conversa com Andrea Dip, ela analisa como a masculinidade se organiza e porque esses discursos e práticas violentas são tão eficientes em se espalhar.Existe saída para esse ciclo? Ouça o episódio completo e deixe sua opinião nos comentários. Curta e compartilhe o Pauta Pública para que este debate alcance mais pessoas. Você também pode colaborar com nosso trabalho em apoie.apublica.org Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  24. 243

    O que querem os donos dos seus dados? - com Sérgio Amadeu

    O colonialismo, enquanto sistema de dominação política, econômica e cultural, foi historicamente justificado por ideologias de superioridade. Diferentemente dos séculos passados, hoje ele não se manifesta apenas pela exploração de recursos naturais e da força de trabalho, mas se materializa também na coleta massiva de informações e dados para o desenvolvimento de tecnologias. Esses dados, concentrados nas mãos de grandes corporações do Norte Global, passam a operar segundo interesses políticos e econômicos que aprofundam desigualdades sociais e flertam com ideologias autoritárias.Como superar esse colonialismo digital e de dados? Existe um caminho para o Brasil garantir sua soberania digital? Essas são algumas das questões levantadas neste episódio do Pauta Pública, que conta com a participação de Sérgio Amadeu. Sociólogo e professor da UFABC, ele é referência no debate sobre tecnologia e sociedade. Amadeu já esteve à frente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e do Comitê Gestor da Internet no Brasil, além de apresentar o podcast Tecnopolítica.Ouça agora mesmo o episódio completo e deixe sua opinião nos comentários. Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  25. 242

    Trump joga o tabuleiro do mundo pro ar - com Guilherme Casarões

    O ano de 2026 começou com uma notícia que surpreendeu a todos, mas que preocupa particularmente os países da América do Sul: o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a prisão de Nicolás Maduro e Cilia Flores. Neste episódio, o Pauta Pública recebe o cientista político Guilherme Casarões para analisar os riscos de transformar o discurso do combate ao chamado “narcoterrorismo” em licença para invadir países, derrubar governos e redesenhar fronteiras à força. Professor da Florida International University, nos Estados Unidos, e coordenador do Observatório da Extrema Direita, Casarões explica o que está por trás do “Corolário Trump”: a  retomada da Doutrina Monroe, que determina que cabe aos Estados Unidos o controle dos recursos naturais, da infraestrutura e do fluxo de pessoas no que considera seu espaço natural de interesse: as Américas. Uma lógica que, segundo ele, aprofunda instabilidades, rompe regras do direito internacional e ameaça diretamente os países da região.O Pauta Pública chega ao episódio número 200! Agradecemos a companhia dos ouvintes de longa data, e damos as boas-vindas aos que estão chegando agora! Se você gosta do nosso trabalho, compartilhe com os amigos e acompanhe as demais coberturas da Agência Pública em apublica.orgO curso “Lawfare – a influência dos EUA ontem e hoje”, com Natalia Viana, vai explicar como a lei pode deixar de ser instrumento de justiça para se tornar arma política. Saiba mais em apoie.apublica.org/cursoSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  26. 241

    A ficção como reflexo da realidade - com Jeferson Tenório

    Começa hoje a sexta temporada do Pauta Pública, num ano que desde os primeiros dias já se mostra decisivo na geopolítica, na democracia, na tecnologia e na história. Na temporada de 2026, com o tema “Diálogos para entender o que é real”, a jornalista Andrea Dip irá conduzir conversas para nos situar num mundo onde imagens fictícias parecem de verdade, e narrativas se apresentam como fatos.Neste primeiro episódio, trazemos um dos maiores nomes da literatura brasileira contemporânea: Jeferson Tenório, vencedor do Prêmio Jabuti em 2021, com “O Avesso da Pele” (Companhia das Letras, 2020). Tenório fala sobre seu lançamento mais recente, “De Onde Eles Vêm” (Companhia das Letras, 2024), um romance sobre a universidade como espaço de hostilidade e desejo, e reflete sobre o papel da literatura em meio à crescente dificuldade de distinguir informação de invenção.Ouça agora e deixe seu comentário.Quem faz o Pauta: ● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro, Edição e Mixagem Final: Ricardo Terto● Produção: Stela Diogo● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro VituriSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  27. 240

    Pauta Pública 2026: Diálogos para entender o que é real

    Vem aí a nova temporada do Pauta Pública!Episódios inéditos todas as sextas. Siga o podcast e deixe sua opinião nos comentários.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  28. 239

    Retrospectiva 2025 | Oriente Médio e conflitos pelo mundo

    INFORMAÇÕES SOBRE A ATUAL ESCALADA ENTRE EUA E VEZUELA: Confira no nosso site reportagens e análises especiais sobre o tema, que abordam os impactos desse conflito na geopolítica mundial e os riscos que ele representa para a América Latina.Este é o quarto e último episódio de férias do Pauta Pública, que durante quatro semanas trouxe os momentos mais marcantes da temporada de 2025. Neste episódio, você ouve o relato de quem perdeu mais de cinquenta familiares em Gaza. Também há relatos sobre a guerra na República Democrática do Congo, que apesar do número assustador de vítimas, tem pouca ou nenhuma repercussão na imprensa brasileira e internacional. E por fim, uma análise de como a morte de Jina Mahsa Amini, após ser presa pela Polícia da Moralidade iraniana, iniciou uma onda de resistência feminista. Para isso, o episódio reúne trechos das entrevistas realizadas com o jornalista Ramzy Baroud, durante o episódio O genocídio em Gaza nas palavras de um palestino; com o jornalista Pedro Borges e  com o coordenador do coletivo A Voz do Congo, Prosper Dinganga, no episódio Guerra no Congo: milhões de mortos e pouca atenção; e também com a professora e escritora iraniana Firoozeh Farvadin, durante o episódio A Revolução Feminista no Irã. Ouça agora e lembre-se que na próxima semana começa a nova temporada do Pauta Pública, com episódios novos todas as sextas. Não deixe de compartilhar com a gente sua opinião nos comentáriosSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  29. 238

    Retrospectiva 2025 | Cultura Digital

    Este é o terceiro episódio de férias do Pauta Pública, que durante quatro semanas traz os momentos mais marcantes da temporada de 2025. Neste episódio, reunimos análises sobre as juventudes nas plataformas digitais. Discutimos o aumento das comunidades misóginas e dos discursos de ódio contra meninas e mulheres, falamos sobre as realidades que condicionam a sociedade a viver cada vez mais ansiosa e também sobre a desconstrução da sociedade salarial no Brasil, que vem desvalorizando o modelo de contratação CLT. Para isso, o episódio reúne trechos das entrevistas realizadas com a jornalista Marie Declercq durante o episódio Adolescência, a machosfera para além dos incels;  com o psicólogo Alexandre Coimbra Amaral, durante o episódio O que fazer com essa tal ansiedade? e com o sociólogo Ruy Braga, durante o episódio CLT virou meme? O trabalho nas mãos dos algoritmos.Ouça agora e deixe sua opinião nos comentários.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  30. 237

    Retrospectiva 2025 | Política Internacional na era Trump

    Este é o segundo episódio de férias do Pauta Pública, que durante quatro semanas traz os momentos mais marcantes da temporada de 2025. Neste episódio, trazemos análises do discurso e das ações simbólicas e práticas do atual governo norte-americano, e das consequências para os imigrantes no país e para o restante do mundo. Para isso, o episódio reúne trechos das entrevistas realizadas com o cientista político Guilherme Casarões, durante o episódio Trump e a posse dos techno brothers;  com a professora do Instituto de Relações Internacionais da PUC-RJ Monica Herz, durante o episódio Estamos à beira de um conflito global?; e das análises do jornalista Jamil Chade que resultaram no livro Tomara que você seja deportado, marcado por sua experiência vivendo no país durante a campanha eleitoral e o início do governo Trump, no episódio homônimo. Ouça agora e deixe sua opinião nos comentários.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  31. 236

    Retrospectiva 2025 | Justiça e direitos humanos

    Este é o primeiro episódio de férias do Pauta Pública, que durante quatro semanas irá relembrar os momentos mais marcantes da temporada de 2025. Neste episódio você confere as diferentes formações das milícias ao longo do tempo e entende  porque especialistas defendem que tecnologias de reconhecimento facial em redes de videomonitoramento, como o projeto Smart Sampa, reproduzem padrões racistas. Também vamos relembrar a operação policial nas comunidades da Penha e do Alemão ocorrida em 28 de outubro, que resultou numa chacina com dezenas de mortos. Para isso, o episódio reúne trechos das entrevistas realizadas com a jornalista Cecília Oliveira, durante o episódio Milícias: caneta na mão e bolso cheio; com o integrante da campanha Tire Meu Rosto da Sua Mira, Pedro Diogo Carvalho, durante o episódio o Reconhecimento Facial e Vigilância Racista; e das entrevistas com o sociólogo Daniel Hirata, no episódio Por que tanta gente apoia uma chacina? e com o cofundador do Instituto Raízes em Movimento, David Amen, no episódio A mobilização que desafia a violência, a favela pela favela.Ouça agora e deixe sua opinião nos comentários.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  32. 235

    O bajubá como linguagem de proteção e resistência

    No ano de 2025, tivemos as palavras como catalisadoras das crises do nosso tempo. Discursos usados como arma de guerra e opressão, termos em disputa e a luta pelas narrativas. A linguagem desenhando o mundo, o tempo e os corpos que os habitam. E neste episódio que encerra a quinta temporada do Pauta Pública, falamos sobre a linguagem como ato político, social e também como código de pertencimento e resistência. No caso, o pajubá ou bajubá.Uma mistura de palavras da línguas africanas com um português “devorado”, a linguagem começou a ser praticada entre as travestis, principalmente durante a ditadura, para se protegerem nas ações policiais e de pessoas hostis. Desde então, a linguagem tem se espalhado pela cultura popular através das trocas cotidianas entre a comunidade LGBTQAIP+, e aparecido em músicas, filmes e na literatura.A convidada para refletir sobre o tema é Amara Moira, autora de "Neca: romance em bajubá". A escritora, professora e ativista brasileira, traz nesta obra histórias sobre o trabalho sexual, o amor, o sonho e a palavra, de uma forma sofisticada, sem filtro, às vezes escatológica e sempre bem humorada. Um dos nomes mais promissores da literatura contemporânea brasileira, Amara também fala de como essa linguagem já faz parte da história do país e destaca a importância da iniciativa da ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transsexuais), junto com o mandato da Erika Hilton, para o reconhecimento do Bajubá como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  33. 234

    O retrocesso no direito ao aborto legal e seguro

    No dia 05 de novembro, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Decreto Legislativo 3/25. Este PDL na prática suspende os efeitos da Resolução 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), que trata do atendimento humanizado de meninas e adolescentes vítimas de violência sexual, garantindo o acesso ao aborto legal nos casos previstos em lei, de forma segura, sem revitimização e com a garantia da escuta protegida.Se aprovado, o projeto dificulta o acesso ao aborto legal e seguro, em mais uma demonstração de como a mesma misoginia que mata pelas mãos dos homens, também pode violentar pelas mãos da lei. O Pauta de hoje vai abordar o risco que esse projeto agora tramitando no Senado representa, a dificuldade de debater essa questão e os caminhos para se opor a mais essa tentativa de violar e dominar o corpo de mulheres e meninas no Brasil. Para essa conversa fundamental, a gente recebe novamente a antropóloga, professora e escritora Débora Diniz.Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  34. 233

    A mobilização que desafia a violência, a favela pela favela

    Depois da maior chacina da história do Rio de Janeiro, marcada por corpos enfileirados por moradores do Complexo do Alemão e da Penha, a vida dos moradores das favelas segue com indignação e medo, mas também com mobilização e trabalho de base. Existem outras histórias acontecendo em busca por dignidade, respeito e pertencimento, especialmente para a juventude, que neste contexto de falta de oportunidades, acaba sendo cooptada pelo tráfico.Neste episódio do Pauta Pública, a conversa é com David Amen, morador do Complexo do Alemão e cofundador do Instituto Raízes em Movimento. Ele fala sobre o que acontece longe das câmeras e da espetacularização da violência: as ações de educação, cultura, comunicação comunitária e apoio à juventude que continuam acontecendo todos os dias nos territórios, e destaca a importância de escutar a favela por dentro. Confira também a pesquisa “Raio X Real da FavelaOuça agora e deixe seu comentário. Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública no seu tocador e compartilhar com quem se interessa pelos temas.==== Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: [email protected] que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  35. 232

    O Agente Secreto e o Brasil que se vê nas telas

    O cinema nacional vive uma nova fase de ouro, consagrado pelo Oscar inédito dado ao “Ainda Estou Aqui”, como melhor filme internacional. O destaque da vez é "O Agente Secreto", que levou dois prêmios do festival de Cannes: o de melhor ator, para Wagner Moura, e o de melhor direção para o cineasta Kleber Mendonça Filho. O filme, que  já foi eleito como representante do Brasil no Oscar 2026, também se passa durante o período da ditadura militar.Neste episódio do Pauta, Kleber Mendonça Filho fala sobre cinema nacional, sobre o desafio de narrar a ditadura militar com complexidade e responsabilidade e sobre sua relação com a memória. O cineasta pernambucano também reflete sobre a importância de mostrar o Brasil real nas telas e como os filmes podem ajudar a romper silenciamentos construídos ao longo de décadas.Ouça agora e compartilhe o que achou nos comentários e não esqueça de seguir e avaliar o Pauta Pública.Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.======Quem faz o Pauta: ● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: [email protected] que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  36. 231

    Venezuela na mira de Trump

    A Venezuela volta a viver momentos de tensão na relação com os Estados Unidos. Sob o pretexto de combater o narcotráfico, o governo Trump intensificou as operações militares no Caribe e anunciou a autorização de uma operação secreta da CIA para derrubar Nicolás Maduro. O país vive sob bloqueio naval, enfrentando também crise econômica e repressão crescente contra oposições internas que não reconhecem a legitimidade do atual governo.Neste episódio, a jornalista venezuelana Lorena Meléndez fala sobre o impacto deste cenário sobre a vida real dos venezuelanos. E a analista internacional, Rose Martins complementa o debate com uma leitura sobre as consequências regionais dessa escalada: o papel do Brasil, os riscos de militarização e o impacto dessa nova disputa de poder na América Latina. Ouça o episódio completo e não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.==== Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: [email protected] que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  37. 230

    Por que tanta gente apoia uma chacina?

    A Operação Contenção, realizada no dia 28 de outubro, no Rio de Janeiro, é a operação policial mais letal da história do Brasil. Com objetivo de atacar pontos estratégicos da facção Comando Vermelho em bairros dos complexos do Alemão e da Penha, foram 121 mortos, incluindo os 4 policiais. As cenas de tiroteio, pânico e corpos expostos por moradores na Praça São Lucas chocaram o país e dividiram opiniões: enquanto parte da população viu a operação como uma chacina executada pelo Estado, muitos celebram o massacre como sinônimo de combate ao crime organizado. Pesquisas realizadas após a operação mostram que a maioria da população do Rio de Janeiro  aprova a ação, chegando a mais de 87% de acordo com a Atlas/ Intel.Para analisar esse cenário e as atuais políticas de combate às facções criminosas, o Pauta Pública desta semana recebe o sociólogo Daniel Hirata, pesquisador da UFF. Ele reflete sobre os motivos que levam a maioria da população a manifestar apoio à operação e sobre o papel da mídia na normalização da violência. Ouça o episódio completo e deixe sua opinião nos comentários. Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.==== Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: [email protected] que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  38. 229

    Caça às Bruxas uma história de terror real

    Conheça o novo podcast narrativo da Agência Pública: uma investigação jornalística e histórica como você nunca ouviu. Serão cinco episódios inéditos, lançados às sextas-feiras, a partir de 31 de outubro.Acesse Caça às Bruxas uma história de terror real! Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  39. 228

    O cessar-fogo que Netanyahu não quer

    No dia 13 de outubro, foi assinado no Egito um acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, defendido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O plano previa a liberação de capturados por ambos os lados e a redução gradual da ocupação de Gaza pelo exército israelense. O acordo, no entanto, tem se mostrado instável e frágil. A última terça-feira, 28, foi o dia mais mortal desde o início do cessar-fogo. Israel atacou novamente Gaza, matando 104 pessoas, incluindo dezenas de crianças.Diante desse cenário, muitas perguntas permanecem em aberto: como a história vai tratar Israel e os países que apoiaram o genocídio? Como a extrema-direita deixou de ser negacionista do Holocausto e passou a ser negacionista do genocídio? E será que Benjamin Netanyahu está realmente interessado em um cessar-fogo? Neste episódio, o sociólogo e historiador Michel Gherman analisa o contexto político e simbólico do atual acordo, as narrativas que se constroem em torno da guerra e o papel da extrema direita internacional na reconfiguração do discurso sobre o genocídio.Ouça o episódio e compartilher sua opinião nos comentários.==== Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: [email protected] que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  40. 227

    Soberania em risco: o papel dos EUA na Lava Jato

    Em 2019, as revelações que ficaram conhecidas “Vaza Jato” desfizeram a moral daquela que era conhecida como a maior operação anticorrupção da história do país. As mensagens trocadas entre o então juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol que vieram à público no vazamento colocaram em dúvida a imparcialidade da operação e um novo questionamento ganhou força: até que ponto os Estados Unidos interferiram na Lava Jato?A jornalista Natalia Viana faz essa investigação na série em áudio “Confidencial: as digitais do FBI na Lava Jato”, produzida pela Agência Pública em parceria com a Audible Brasil. Neste episódio, o Pauta Pública retoma esse tema em uma análise com a Natalia Viana e o pesquisador Fábio de Sá, doutor em Direito, Política e Sociedade pela Northeastern University. Eles discutem o papel histórico dos EUA em operações internacionais e como a política intervencionista norte-americana continua a moldar as relações de poder na América Latina neste novo governo Trump.Ouça o episódio completo e nos conte o que achou sobre esse tema nos comentários. Não deixe também de curtir e compartilhar o Pauta Pública.  Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA==== Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: [email protected] que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  41. 226

    Criminalização da cultura periférica

    Desde o período colonial, as manifestações artísticas da população negra e indígena são criminalizadas no Brasil. Um problema que está longe de pertencer ao passado: até hoje, principalmente o funk e o rap continuam sendo alvo de repressão e censura. Em 13 de maio de 2025, foi instaurada em São Paulo a CPI dos Pancadões, que trata os bailes funk como problema de segurança pública, ignorando o aspecto cultural e social desses eventos. Assim como as chamadas “leis anti-Oruam”, que tentam silenciar artistas do rap e do funk sob a justificativa de apologia ao crime. No Pauta Pública desta semana, o jornalista e antropólogo Spensy Pimentel analisa esse processo de perseguição à cultura periférica e mostra como o movimento hip-hop, que completou 40 anos no Brasil, segue sendo uma ferramenta de pertencimento, consciência política e resistência. Autor do “Livro Vermelho do Hip-Hop”, Spensy defende que essas manifestações artísticas refletem a luta por espaço e dignidade para uma população que foi historicamente marginalizada. Ouça o episódio completo e comente o que achou do tema. Não esqueça também de seguir e curtir o Pauta Pública no seu tocador favorito.Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.Quem faz o Pauta: ● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: [email protected] que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  42. 225

    A literatura como caminho para a reparação histórica

    Mesmo com as mulheres negras produzindo literatura nos últimos séculos, parte dessas obras só começou a ser reconhecida recentemente. Em 2025, Ana Maria Gonçalves, autora de “Um Defeito de Cor”, tornou-se a primeira mulher negra imortal na Academia Brasileira de Letras, fundada em 1897. Um marco que expõe a baixa representatividade no mercado cultural brasileiro.Para refletir sobre esses atravessamentos das desigualdades e o papel da escrita para repensar o país, Andrea Dip recebe no Pauta Pública desta semana a escritora, professora e jornalista Bianca Santana, autora de “Como me descobri negra” e “Apolinária”. Destaque na literatura brasileira contemporânea, ,  a autora ressalta que, ao contar histórias silenciadas, a literatura negra é um passo na cura dos traumas deixados pela escravidão e pelo colonialismo.Confira o episódio completo e não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública e também deixar sua opinião nos comentários.Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA====Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: [email protected] que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  43. 224

    Conheça o podcast Bom dia, fim do mundo

    Toda quinta, conversas para ajudar a transformar a apatia em inquietação, sem derrotismo, mas também sem negacionismo. Analisando como os acontecimentos mais importantes da política, as movimentações do congresso, os interesses da economia e o tabuleiro da geopolítica internacional se relacionam com os desafios da emergência climática.Com Giovana Girardi, Marina Amaral e Ricardo Terto. Um produção da Agência Pública em parceria com TV PUC. Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  44. 223

    Sexo, drogas e desinformação

    No Brasil, os debates sobre sexualidade e sobre drogas ainda são cercados por tabus, desinformação e moralismo, mesmo com os dados apontando a urgência de propor reflexões sobre o tema. Há desde jovens escondendo a orientação sexual por falta de acolhimento, até o crescimento de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) agravado pela desinformação nas redes sociais. No campo das substâncias, pesquisa do Datafolha mostrou que 1 em cada 5 adultos reconhece exagerar no consumo de álcool e um levantamento da Fiocruz revela que parte da população admite já ter feito uso de alguma droga ilícita. Mas há quem olhe para essa realidade e promova debates acessíveis, com foco na redução de danos. É o caso do médico e influencer Uno Vulpo, criador do projeto Senta, que desde a pandemia se dedica a traduzir informação científica em conversas francas sobre sexo seguro, acolhimento e redução de danos no uso de substâncias. Neste episódio do Pauta Pública, Uno reflete sobre os impactos do conservadorismo, explica por que a educação sexual é fundamental e mostra como o diálogo sem julgamentos pode salvar vidas.Ouça agora e compartilhe o que achou nos comentários.Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA====Quem faz o Pauta:● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: [email protected] que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  45. 222

    O futuro vai ser pior que o presente?

    Estamos comemorando 5 anos no ar: em 25 de setembro de 2020 foi ao ar o primeiro episódio do podcast Pauta Pública. . Por isso, essa semana temos uma  edição especial,  com a participação de Thiago Domenici, chefe da sucursal de Brasília da Agência Pública, que apresentou a primeira temporada do programa ao lado de Andrea Dip. Há quase seis anos, Domenici entrevistou o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, quando Bolsonaro ainda era presidente e o país vivia uma conjuntura de tensões, agravadas pelas políticas ambientais negacionistas, os discursos antidemocráticos e a postura do governo diante da pandemia de Covid-19. Agora Thiago retoma essa conversa com Viveiros, gravada justamente no dia 21 de setembro, quando brasileiros foram às ruas em todas as capitais para cobrar a responsabilização do ex-presidente e dos envolvidos na trama golpista de 8 de janeiro.Neste episódio você confere uma seleção dos principais trechos dessa longa conversa, com as reflexões de Viveiros sobre os últimos anos, os crimes do bolsonarismo, e, em especial, as grandes questões que nos atravessam nos campos político e climático. Você também pode ler os demais temas abordados nessa conversa em apublica.orgNão esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.Disponível em Amazon Music, Apple Podcasts, Castbox, Deezer, Google Podcasts, Spotify ou no seu tocador favorito.====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA  ● Apresentação e produção: Thiago Dominici● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Roteiro: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro●● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: [email protected] que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  46. 221

    Ouça Xingu em disputa

    Série em 4 episódios mergulha na transformação forçada do rio Xingu após Belo Monte“Monstro devorador”. É assim que a pescadora Sara Rodrigues Lima, nascida e criada na beira do rio Xingu, define a maior hidrelétrica “100% brasileira”, construída em um dos maiores rios da Amazônia brasileira. Faz quase dez anos que a usina de Belo Monte barrou o Xingu e passou a “devorar” as águas que, antes, sustentavam a biodiversidade e a riqueza cultural de um lugar único. As consequências desse barramento continuam até hoje, impactando diretamente a vida da Sara e de centenas de outros beiradeiros e indígenas. São eles que nos conduzem neste podcast narrativo, que mergulha na transformação forçada do Xingu, que de rio fonte de vida se tornou reservatório, fonte de energia elétrica. São eles também que protagonizam duas iniciativas inéditas no país para recuperar seu rio e seus modos de vida. No momento em que o Ibama está analisando se renova, ou não, a licença de operação da hidrelétrica e no ano em que o Pará sedia a mais importante Conferência do Clima da ONU, a repórter Isabel Seta mostra a importância do trabalho dos povos tradicionais nessa história que começou faz tempo, mas ainda está longe de acabar. Disponível em todos os tocadores! Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

  47. 220

    Trump, Bolsonaro e as redes do ódio

     Do trumpismo nos EUA ao bolsonarismo no Brasil, a extrema direita tem mostrado uma capacidade cada vez maior de se reinventar: aposta no caos geopolítico, constrói narrativas de perseguição ideológica e usa as redes sociais para espalhar discursos de ódio. Enquanto Bolsonaro é condenado pelo STF por atentar contra a democracia, Trump segue defendendo o ex-presidente, e a radicalização ganha força nos Estados Unidos. Além do país ter sido recentemente palco do assassinato de um comentarista político conhecido por discursos de incentivo à violência, por um jovem ainda ainda mais extremista. Para entender essas conexões entre Brasil, Estados Unidos, redes sociais, extrema direita e também o papel importante das big techs nesse tabuleiro, recebemos no Pauta Pública o pesquisador David Nemer, professor da Universidade da Virgínia. Ele integra o Departamento de Estudos de Mídia, o Departamento de Antropologia e o Programa de Estudos Latino-Americanos da universidade, além de ser autor dos livros Tecnologia do Oprimido e Favela Digital.Confira o episódio e deixe seu comentário. ||FICHA TÉCNICA||Apresentação e entrevista: Andrea Dip ||Produção: Rafaela de Oliveira e Stela Diogo ||Roteiro: Stela Diogo ||Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz ||Identidade visual: Tayná Gonçalves ||Trilha original composta por Pedro Vituri ||Comunicação: Ethieny Karen, Guilherme Silva, Lorena Morgana e Raphaela Ribeiro ||Coordenação de podcast: Sofia Amaral ||Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

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    A mão invisível das big techs

    Enquanto ocorre o julgamento histórico de Bolsonaro e militares, vale relembrar que os bolsonaristas não foram os únicos a se voltar contra as instituições brasileiras. Elon Musk e Mark Zuckerberg atacaram ou fizeram insinuações tentando minar a credibilidade do STF e junto de outras gigantes da tecnologia atuaram diretamente para enterrar o PL das Fake NewsO lobby que as chamadas big techs mobilizaram para derrubar o projeto de lei traz um panorama explícito da aproximação destas empresas com a extrema-direta. Essa movimentação e outras reportagens fazem parte do especial A Mão Invisível das Big Techs, uma investigação transnacional que mostra como big techs usam lobby para influenciar leis e frear regulação em todo o mundo.O projeto é liderado pela Agência Pública e o Centro Latinoamericano de Investigación Periodística (CLIP).No episódio desta semana o Pauta conversa com a diretora executiva da Pública, Natalia Viana, a repórter Laura Scofield, da nossa sucursal em Brasília, e a jornalista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias. Um time de jornalistas que acompanham de perto a atuação destas empresas que acumulam um imenso poder financeiro e que tem interesses cada vez mais claros em interferir em democracias pelo mundo. Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA====Quem faz o Pauta: ● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: [email protected] que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

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    Guerra no Congo, milhões de mortos e pouca atenção

    A República Democrática do Congo, um dos países com maior abundância e riqueza de minerais do mundo, enfrenta um conflito há mais de 25 anos, com envolvimento de inúmeros grupos armados e uma disputa territorial que envolve Ruanda, o país vizinho, mas também sofre influencias dos EUA e da China, com acusações à grandes empresas de tecnologia, como a Apple, que poderiam estar se beneficiando da instabilidade na região. Essa disputa, que já deixou milhões de mortos e jogou o país com um território tão valioso na miséria e na instabilidade, tem pouca cobertura da imprensa e interesse da comunidade internacional. Essa invisibilidade reforça a violência e transmite a ideia de que algumas vidas parecem importar menos do que outras para a comunidade internacional.Mas qual será a  saída para esta crise? Quem se beneficia de um conflito em um território tão rico? Por que o silêncio em torno desta guerra? Para conversar com a gente hoje sobre isso o Pauta recebe Prosper Dinganga, coordenador do coletivo A Voz do Congo, e Pedro Borges co-fundador e jornalista da agência Alma Preta, para trazer um pouco do apanhado histórico do terror que atinge a região, além de comentar o estado atual do conflito e da vida no país.Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA====Quem faz o Pauta: ● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: [email protected] que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

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    Rios de cocaína e sangue: tráfico e violência escalam no Norte

    O 19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública trouxe dados impressionantes sobre o avanço do crime organizado na Região Norte do Brasil. Segundo o levantamento, houve ali um crescimento de 92% nas apreensões de cocaína nos últimos 11 anos, bem acima da média no resto do Brasil que viu uma alta de 72% no mesmo período.  Em 2024 foram apreendidos 15,2 toneladas de maconha contra 229 kg apreendidos em 2013, um aumento de 6.530%. Este aumento do tráfico se relaciona com o aumento da violência e de outros crimes como garimpo ilegal e lavagem de dinheiro. Mas o que explica esse cenário? Quais são as facções que se instalaram no interior da Amazônia Legal e como as comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas estão sofrendo o impacto desta explosão de violência? Para conversar sobre essa situação cada vez mais dramática e com muitos contornos o Pauta recebe o professor quilombola Aiala Colares, da Universidade Estadual do Pará. PhD em Geografia  e Especialista em Direito Penal, ele fala com a gente sobre como a região Norte tem se transformado numa das principais rotas de tráfico de drogas no continente e o que poderia ser feito para frear todo esse processo.Não esqueça de seguir e curtir o Pauta Pública nas plataformas de áudio.====PARCERIA RÁDIO GUARDA CHUVA====Quem faz o Pauta: ● Apresentação e entrevista: Andrea Dip● Roteiro e produção: Stela Diogo e Rafaela de Oliveira● Edição e Mixagem Final: Pedro Pastoriz● ID Visual: Tayná Gonçalves● Coordenação de podcast: Sofia Amaral● Coordenação de Redes Sociais: Lorena Morgana● Chamadas e teasers: Ethieny Karen● Site: Guilherme Silva e Raphaela Ribeiro● Trilha original composta por Pedro Vituricontato: [email protected] que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para [email protected] com seu apoio!

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