PODCAST · health
POD Falar de Saúde
by RW Cast
Um podcast para falar de forma simples e clara sobre saúde integral. Você sabe o que é isso? É quando a gente fala de saúde física, mental e emocional. A cada 15 dias, um tema diferente é o centro da conversa que reúne especialistas da área da saúde e também pacientes. Conduzido pela jornalista Carolina Cassola, uma pessoa apaixonada pelo assunto, o POD Falar de Saúde é para todas as idades: crianças, adolescentes, adultos e idosos.
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#068 Nova NR1: como melhorar a saúde mental no trabalho?
A crise da saúde mental no Brasil relacionada ao ambiente de trabalho vem se agravando nos últimos anos.Em 2025, o Brasil teve mais de 500 mil afastamentos por saúde mental, como ansiedade e depressão, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Isso representa um aumento de 15% em relação ao ano anterior.E é nesse cenário que entra a atualização da chamada NR-1, a Norma Regulamentadora 1, que começa a valer a partir de 26 de maio de 2026.Essa data marca o início da fiscalização e das punições, porque a NR-1 agora exige que as empresas identifiquem e controlem os riscos psicossociais, ou seja, aqueles riscos causados por condições de trabalho estressantes, como sobrecarga, pressão por prazos, conflitos internos e a falta de apoio.Vamos entender sobre o que muda com a NR1 em vigor na questão da saúde mental dos trabalhadores?Nesse episódio, a conversa é com a médica Brunela Honda (CRM 155972RQE Nº: 92197), que é Coordenadora de Gestão Médica e Medicina do Trabalho na Mantris, uma empresa especializada em saúde ocupacional e segurança do trabalho. Ela também é co-autora do livro: Nr-1, Vol.2: Construindo Um Ambiente de Trabalho Isento de Riscos.Vem comigo? Dê o play!https://www.instagram.com/mantris_saude/Siga o POD Falar de Saúde no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/Inscreva-se no canal do Youtube: https://www.youtube.com/@podfalardesaude
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#067 Alcoolismo em mulheres: do preconceito ao acolhimento
O consumo abusivo de álcool vem aumentando de forma significativa entre as mulheres brasileiras nos últimos anos. No Brasil, esse consumo, que é um fator de risco para o alcoolismo, aumentou e atingiu mais de 15%, em uma década.Apesar de historicamente os homens beberem mais do que as mulheres, o alcoolismo feminino é um desafio crescente de saúde pública.O 3º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas, realizado pela Unifesp, aponta que mais de 7% das brasileiras adultas preenchem critérios para dependência de álcool. E outros dois dados preocupantes, segundo o CISA- Centro de Informações sobre Saúde e Álcool: as mortes atribuíveis ao álcool entre as brasileiras cresceram 20%, de 2013 a 2023, e as internações aumentaram 41% entre 2014 e 2024.Além do alerta para os impactos na saúde física, esse cenário também expõe a vulnerabilidade social dessas mulheres.Nesse episódio a gente vai entender melhor porque o alcoolismo na mulher ainda carrega muito mais preconceito e julgamento do que entre os homens e como uma iniciativa de mulheres alcoólicas vem ampliando a discussão sobre o tema e oferecendo acolhimento.Você vai ouvir o depoimento da Kika, que está em tratamento de alcoolismo e também uma conversa com a Jaira Freixiela, Psicóloga amiga de Alcoólicos Anônimos, que trabalha há mais de 40 anos na área da dependência química.Vem comigo? Dê o play!https://www.instagram.com/colchaderetalhosdeaa/https://www.instagram.com/jairaadamczyk/Siga o POD Falar de Saúde no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/Inscreva-se no canal do Youtube: https://www.youtube.com/@podfalardesaude
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#066 Canetas emagrecedoras: como funcionam e quem pode usar?
Tem um assunto que já extrapolou o ambiente dos consultórios médicos e vem se tornando cada vez mais popular nos encontros de família, na roda de conversa de amigos, nas academias, enfim, no dia a dia de muita gente: as canetas emagrecedoras. Esse tipo de medicamento se tornou uma febre, oferecendo uma perda de peso significativa.Os dados mais recentes da pesquisa Vigitel 2025, do Ministério da Saúde, confirmaram a tendência de crescimento das doenças crônicas não transmissíveis no Brasil: obesidade, diabetes e hipertensão arterial.Dados do Atlas Mundial da Obesidade do ano passado apontam que, aproximadamente, um a cada três brasileiros vive com obesidade.O problema é que as canetas estão sendo amplamente usadas não só por quem tem excesso de peso ou obesidade, mas também para fins estéticos.Afinal, quais são as indicações realmente seguras de uso e por que quem mais precisa não consegue ter acesso a elas?A conversa nesse episódio é com a doutora Flávia Coimbra, diretora da SBEM-Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (CRM: 31822-MG/ RQE: 9089).Vem comigo? Dê o play!https://www.instagram.com/sbemnacional/Siga o POD Falar de Saúde no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/Inscreva-se no canal do Youtube: https://www.youtube.com/@podfalardesaude
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#065 Gaslighting médico: invalidação impacta na saúde da mulher
Você já saiu de uma consulta médica sentindo que o problema era “coisa da sua cabeça”? Ou já ouviu frases do tipo “isso é ansiedade” ou “você está exagerando”, mesmo com aquela dor intensa que só você sabe o quanto é difícil lidar?Esse tipo de situação pode estar relacionado ao chamado gaslighting médico.O termo vem da palavra inglesa gaslighting, que descreve uma situação em que alguém é levado a duvidar da própria percepção da realidade. Na medicina, isso acontece quando sintomas relatados por pacientes são minimizados, ignorados ou atribuídos a fatores psicológicos, sem uma investigação adequada.Alguns estudos já mostram que essa prática vem acontecendo mais com pacientes mulheres.Esse assunto já veio à tona em diversos episódios do podcast, para quem costuma acompanhar, como foi o caso da personagem Bianca, no episódio anterior sobre endometriose.Vamos entender melhor sobre o cenário do gaslighting médico no Brasil e os impactos físicos e emocionais, especialmente nas mulheres?A conversa nesse episódio é com a médica cardiologista Maria Cristina Izar, professora adjunta livre-docente de Cardiologia da Unifesp (CRM SP: 43024)Vem comigo? Dê o play!Siga o POD Falar de Saúde no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/Inscreva-se no canal do Youtube: https://www.youtube.com/@podfalardesaude
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#064 Endometriose: a dor invalidada de milhares de mulheres
Você sabia que a endometriose afeta mais de sete milhões de mulheres no Brasil e que uma em cada 10 mulheres em idade reprodutiva são impactadas pela doença? Além disso, 57% das pacientes com endometriose têm dores crônicas e mais de 30% dos casos levam à infertilidade?Esses dados são da Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva.E o caminho até o diagnóstico pode ser bem longo: uma mulher pode levar entre 7 a 10 anos para ter um diagnóstico correto. Isso gera sofrimento acumulado, frustração e um sentimento de invalidação contínua, que é o chamado gaslighting médico.A conversa nesse episódio é com a Karina Giassi, médica radiologista especializada no diagnóstico da endometriose e Phd pela Faculdade de Medicina da USP (CRM-RS 39080 | RQE: 26524), e com a paciente Bianca Vega, que é fisioterapeuta pélvica.O Março Amarelo é o mês de conscientização da endometriose e também o mês de luta contra todos os tipos de violência contra a mulher.Vem comigo? Dê o play!https://www.instagram.com/karinagiassi_radiologia/https://www.instagram.com/biancavegafisio/Siga o POD nas redes sociais: https://www.instagram.com/podfalardesaude/
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#063 HAP: Entenda doença pulmonar rara tratada na novela ‘Três Graças’
Você talvez nunca tenha ouvido falar sobre a hipertensão arterial pulmonar até assistir à novela das nove"Três Graças", da TV Globo . A personagem que sofre dessa doença rara e grave é Lígia, interpretada pela atriz Dira Paes. A trama explora os desafios da doença, que é progressiva, e como ela afeta a vida da personagem e de sua família. A novela também tem abordado a questão dos medicamentos falsificados, que pioram a condição de saúde de Lígia. Essa visibilidade da novela vem sendo usada para conscientizar o público sobre a doença e a importância do diagnóstico precoce. A HAP- Hipertensão Arterial Pulmonar afeta o funcionamento do coração e dos pulmões.No Brasil, estima-se que cerca de oito a nove mil pessoas convivam com a doença. Sem tratamento, a sobrevida média é baixa, menos de três anos.A convidada nesse episódio é a Débora Lima, diagnosticada com a doença aos 31 anos e atual vice-presidente da @abraf.ong- Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas, a Abraf.Para oferecer acolhimento e informação, a Abraf atua há 19 anos com grupos de apoio e iniciativas como a Central do Pulmão, que conecta pacientes e especialistas pelo telefone 0800 042 0070.Vem comigo? Dê o play!Siga o POD no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/Inscreva-se no canal no Youtube: https://www.youtube.com/@PodFalarDeSaude
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#062 Conheça os direitos dos pacientes com câncer
A jornada de um paciente com câncer não é nada fácil Desde a suspeita, até a confirmação do diagnóstico e o início do tratamento, são muitas informações para serem processadas e um turbilhão de pensamentos e sentimentos para organizar.E como se não bastasse tudo isso, tem muitas outras coisas que precisam ser pensadas durante esse processo, que em alguns casos, pode ser uma longa jornada e requer muita ajuda e conhecimento. Você tem ideia de quais são os direitos de quem passa pela doença? Pensando nisso, o Instituto Oncoguia, que é uma ONG de acolhimento de pacientes com câncer lançou um Manual sobre os direitos dessas pessoas, como acesso ao tratamento no SUS, direitos trabalhistas e previdenciários, isenções, benefícios sociais, transporte, prioridades e as legislações que amparam o paciente ao longo do cuidado.A nossa conversa nesse episódio é com a Luciana Holtz (@luholtz), que é psico-oncologista, fundadora e presidente do Instituto Oncoguia (@oncoguia).Vem comigo? Dê o play!O Manual pode ser baixado gratuitamente aqui: https://www.oncoguia.org.br/Siga o POD Falar de Saúde no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/Inscreva-se no canal do Youtube: https://www.youtube.com/@podfalardesaude
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#061 Medicina de família: cuidado mais próximo e humanizado
Você tem um médico para chamar de seu? A Medicina de Família e Comunidade é uma especialidade médica focada no cuidado integral e contínuo das pessoas e das famílias ao longo da vida. Mas onde ela está presente hoje diante de um mundo tão acelerado?Nosso bate papo nesse episódio é com os médicos de família e comunidade @pedrolaporte (CRM-PE 31892) e @danielsalespimentel (CRM-PE 32011), que atuam em Pernambuco. O Daniel é criador do perfil @medicosdegente e os dois seguem nessa jornada em meio a realidades tão distintas nesse Brasil, com foco em visitas domiciliares de forma humanizada e competências práticas na UBS. Vem comigo nessa reprise? Dê o play!Siga o POD Falar de Saúde no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/E no Youtube: https://www.youtube.com/@podfalardesaude
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#060 Ansiedade infantil, telas e as relações familiares
A ansiedade parece que é uma epidemia que vem tomando conta de todo mundo.Como muitos estudos já vêm mostrando, não dá para culpar um único fator: tem a questão da pandemia, das mudanças climáticas, uso excessivo de telas, ambiente familiar, enfim, uma série de questões.Neste episódio, duas mães relatam sobre os comportamentos ansiosos de seus filhos e como elas mesmas se sentem vulneráveis para lidar com isso.A conversa é com a pediatra Juliana Franco (CRM MG 32932), mãe de três filhos, educadora parental e especialista emocional e em adolescência, pioneira da Educação Positiva.Vem comigo nessa reprise? Dê o play!Siga o POD Falar de Saúde no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/E no Youtube: https://www.youtube.com/@podfalardesaude
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#059 Atividade física: como começar e manter a rotina de exercícios
A atividade física deixou de ser uma preocupação apenas estética para muitos brasileiros.A grande maioria se exercita movida por outros fatores, como melhora da saúde geral e bem-estar ou até mesmo para se preparar para o envelhecimento.É o que mostra uma pesquisa recente, divulgada em novembro deste ano, pelo Instituto Locomotiva, encomendada pela farmacêutica Apsen.O estudo entrevistou 600 pessoas – homens e mulheres de 18 anos a 50+, das classes A e B, em todas as regiões do país.Mais da metade das pessoas afirma ver o exercício como um momento de prazer, não uma obrigação.O que atividade física pode nos dar de retorno para a saúde como um todo, inclusive mental? Como começar alguma prática com os cuidados necessários?A nossa conversa nesse episódio é com a Karina Hatano (@karina.hatano), médica do esporte pela Unifesp e mestrado na saúde da mulher atleta, professora universitária e Coordenadora de Pós Graduação do Hospital Albert Einstein. (CRM 140001-SP RQE Nº: 57215)Vem comigo? Dê o play!Siga o POD Falar de Saúde no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/E no Youtube: https://www.youtube.com/@podfalardesaude
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#058 Ansiedade de fim de ano e o impacto na saúde mental
O ano está chegando ao fim e muita gente tem a sensação de que ele passou rápido demais. Para algumas pessoas, a chegada de dezembro pode até despertar a chamada “Síndrome do fim de ano”, também conhecida como dezembrite.Tem aquela euforia pelas festas de fim, enfeitar as casas, fazer confraternizações com amigos e na empresa, planejar o quanto antes a ceia de Natal, levar as crianças para ver o Papai Noel, encontras as pessoas que você não viu o ano inteiro, além das demandas de trabalho que precisam ser todas resolvidas até o fim do ano porque senão parece que o mundo vai acabar.Mas você reparou que todo esse corre de fim de ano parece acontecer cada vez mais cedo? Há um tempo atrás, isso era mais comum em dezembro. Mas nesse ano e até em 2024 também, no final de outubro ou já na virada para o primeiro dia de novembro a gente já se depara com o comércio todo decorado, grupos de família já querendo organizar tudo e até o papai Noel chegou mais cedo. Claro, tudo isso muito influenciado pela Black Friday também que hoje dura o mês inteiro de novembro e é um grande chamariz para antecipar as compras de Natal.O quanto será que toda essa correria e ansiedade pelo fim do ano nos tira o tempo e a oportunidade de viver o momento presente e abala nossa saúde mental? A nossa conversa nesse episódio é com a psicóloga e psicanalista Fê Lopes (@felopespisco).Vem comigo? Dê o play!
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#057 Dengue: desafios para 2026 e o que esperar da vacina no SUS
Muita gente já se deparou com o famoso mosquito de listas brancas, o tão conhecido aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.O estrago que ele tem feito também já é conhecido. Se você teve dengue, ou já conheceu alguém que teve, sabe do que estou falando: muito mal estar, febre alta, dor no corpo, nas articulações e vários outros sintomas que variam de pessoa para pessoa. É uma doença muito debilitante por alguns dias.Segundo o Ministério da Saúde, em 2025, o Brasil registrou mais de 1,4 milhão de casos prováveis de dengue, uma redução de cerca de 75% em comparação com o mesmo período de 2024. Mas a verdade é que os índices de contaminação ainda estão muito altos.Um levantamento feito pela pasta com 3,2 mil municípios aponta que 30% destas cidades estão em situação de alerta para a proliferação e transmissão de doenças pelo Aedes no próximo ano.Cientistas projetam que o Brasil terá um 1,8 milhão de casos de dengue em 2026, um número mais elevado e preocupante.Pois é, o período de chuvas e das altas temperaturas está chegando, um prato cheio para o mosquito da dengue.Nesse episódio a gente vai falar sobre o que podemos fazer, individual e coletivamente para prevenir uma nova epidemia como a gente teve em 2024, o que as mudanças climáticas tem a ver com a proliferação do mosquito e como está o cenário da vacinação no país.A conversa é com a doutora Melissa Falcão (@melissabfalcao), infectologista e consultora da coordenação geral de arboviroses do Ministério da Saúde e membro do Comitê Científico de Arboviroses da Sociedade Brasileira de Infectologia.Vem comigo? Dê o play!Edição de vídeo: Luísa Scopel
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#056 Síndrome da Fadiga Crônica: invisibilidade e a relação com a Covid
Você já parou pra pensar quantas pessoas no Brasil possivelmente estão sofrendo com uma doença invisível, que grande parte da sociedade nem imagina?Já parou para pensar como é acordar todos os dias sentindo um cansaço extremo, em que cada movimento exige um esforço enorme? Uma exaustão física e mental que não passa, dificuldade de dormir e de ficar em pé.Essa é a realidade diária de milhões de pessoas que vivem com a chamada Encefalomielite Miálgica, mais conhecida como Síndrome da Fadiga Crônica, uma doença pós-viral, que teve um aumento após a pandemia.No Brasil, não há dados oficiais, mas estima-se que mais de 2,6 milhões de brasileiros possam ter a doença, que ainda é subdiagnosticada e negligenciada.A nossa conversa nesse episódio é com a doutora Eloara Campos (CRM-SP: 103.072 / RQE: 68038), pneumologista e fisiologista do exercício, professora pela Unifesp e médica do Hospital Sírio Libanês. E também com a psicóloga Ivana Andrade (CRP 06/200858), que é mestranda em Ciências da Saúde pela UNIFESP. A história da Ivana como paciente de Síndrome de Fadiga Crônica a transformou em uma ativista pelas políticas públicas.https://www.instagram.com/ivanaandrade/Vem comigo? Dê o play!Siga o POD no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/Inscreva-se no Canal do Youtube: https://www.youtube.com/@PodFalarDeSaudeEdição de vídeo: Luísa Scopel
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#055 Crise climática: impactos na saúde e riscos de novas pandemias
Ondas de calor, mudanças bruscas de temperatura, inundações, poluição do ar. Além dos prejuízos ambientais, qual é o preço que a nossa saúde paga diante da crise climática já escancarada?Estamos diante da COP 30- a Conferência do Clima das Nações Unidas para a Mudanças Climáticas, que será em Belém no Pará. Essa é a chance de colocarmos em pauta a urgência de proteger nossas florestas e reduzir a emissão de gases poluentes.Um estudo publicado na revista Nature em 2022 projeta que as mudanças climáticas poderão gerar mais de 300 mil primeiros encontros entre espécies e até 15 mil transferências virais até 2070 . Ou seja, o aumento das temperaturas aumenta o risco de novas pandemias.A conversa nesse episódio é com a doutora Rosana Richtmann, infectologista do Instituto Emílio Ribas, em São Paulo (CRM SP 50470 | RQE Nº: 122389). Ela também está à frente do projeto Doutores das Águas, uma expedição em barco que oferece atendimento médico e odontológico aos povos ribeirinhos da Amazônia desde 2011.https://www.instagram.com/doutoresdasaguas/Vem comigo? Dê o play!Siga o POD no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/Inscreva-se no canal do Youtube: https://www.youtube.com/@podfalardesaude
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#054 Câncer infantil: desafios no acesso ao diagnóstico e tratamento
Você sabia que cerca de oito mil casos anuais de câncer infanto juvenil são registrados no Brasil e é a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, segundo o Instituto Nacional de Câncer?Os tipos mais comuns nessa faixa etária são: as leucemias (que afetam o sangue e a medula óssea), tumores do sistema nervoso central, linfomas, neuroblastomas, tumores nos rins, e sarcomas (em tecidos moles).A região Sul do País registra a maior taxa de incidência da doença, seguida pela região Sudeste, enquanto a menor taxa ocorre na região Norte.O problema é que o Brasil tem profundas desigualdades regionais no acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento adequado, fatores que impactam diretamente as chances de cura e a qualidade de vida dos pacientes.Essa é uma constatação do Panorama da Oncologia Pediátrica, elaborado pelo Instituto Desiderata. E para se ter uma ideia, o diagnóstico precoce pode elevar as chances de cura em até 80%.A conversa nesse episódio é com Renata Couto, diretora executiva do Instituto. Ela conta como a iniciativa Unidos pela Cura vem aumentando o acesso ao diagnóstico precoce e tratamento em crianças com câncer tanto no Rio de Janeiro, como em Pernambuco.https://www.instagram.com/institutodesiderata/Vem comigo? Dê o play!Siga o podcast no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/Inscreva-se no canal do Youtube: https://www.youtube.com/@podfalardesaude
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#053 Câncer nos olhos: prevenção na primeira infância salva vidas
Você já olhou bem no fundo dos olhos do seu filho ou da sua filha hoje? Além da questão da conexão, claro, isso também pode ser um hábito que ajuda a salvar vidas.Isso porque muitas doenças na visão podem ser diagnosticadas precocemente, como é o caso do retinoblastoma, um câncer raro que se desenvolve na retina, parte interna dos olhos. É o tumor ocular mais comum em crianças, mas é raro e responde por 3% dos cânceres infantis.Aproximadamente 90% dos casos são descobertos antes dos cinco anos de idade. Quando diagnosticado precocemente e tratado, as chances de cura podem chegar a 90%. Se diagnosticado tardiamente, pode provocar cegueira e até levar à morte.Diante desse cenário, a campanha De Olho nos Olhinhos tem o intuito de conscientizar sobre o diagnóstico precoce e alertar cuidadores sobre os sinais de atenção.O bate papo nesse episódio é com Daiana Garbin, jornalista, palestrante, mãe da Lua e fundadora da campanha De Olho nos Olhinhos. E também com a doutora Carla Macedo, oncologista pediátrica do GRAAC (CRM 82954 | RQE 47764).Vem comigo? Dê o play!Siga o POD Falar de Saúde no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/Confira o perfil da campanha no Instagram: https://www.deolhonosolhinhos.org/Prêmio MPB- Melhores Podcasts do BrasilEstamos na segunda fase de votação popular. O voto é único em cada categoria.Como votar:1️⃣ Cadastre e-mail, nome, WhatsApp e data de nascimento em: https://www.premiompb.com.br/votar2️⃣ Confirme o link que chegar no seu e-mail3️⃣ Vote nos nossos podcasts DIREITO — Prosa de Trabalho (Janaína Oliveira e Rafael Silva)EDUCAÇÃO — Estação História (Diego Brião)GRANDE MÍDIA — RW+ (time de repórteres do Grupo Radioweb)SAÚDE E BEM-ESTAR — POD Falar de Saúde (Carolina Cassola) — ficou em 1º na fase anterior! 🏆
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#052 Setembro Amarelo: como prevenir suicídio e acolher o paciente?
O suicídio é um grande problema de saúde pública com impactos na sociedadeTodos os anos, mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio no mundo. É uma das principais causas de morte entre jovens de 15 e 29 anos, segundo a Organização Mundial da Saúde. No Brasil, os registros giram em torno de 14 mil casos anuais.Como deve ser o tratamento médico e o acolhimento no consultório de psicoterapia desse paciente que tentou tirar a própria vida?Como esse é o mês do Setembro Amarelo, de prevenção do suicídio, a gente vai reprisar um episódio do podcast sobre assunto. Foi um dos primeiros conteúdos e também um dos mais acessados. A conversa foi com o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (@abpbrasil), Antônio Geraldo da Silva (@antoniogeraldo), e com a psicóloga Camila Tuchlinski, criadora do Mentalistas na Clínica (mentalistas_na_clinica).Vem comigo? Dê o play!https://www.setembroamarelo.com/
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#051 Cigarro eletrônico: uma ameaça à saúde de jovens e adultos
Você já deve ter ouvido falar do cigarro eletrônico, vape, ou pod e talvez até conheça quem faz uso dele. É um dispositivo que se tornou muito comum entre os jovens nos últimos anos, mas tem causado graves problemas de saúde.As políticas públicas de controle do tabagismo, incluindo programas gratuitos de tratamento, coordenadas pelo Ministério da Saúde e pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), fizeram do Brasil um exemplo mundial. Recentemente, a OMS reconheceu que o Brasil é um dos 4 países do mundo que mais avançaram no controle do tabaco, mas chama a atenção para a disseminação de cigarros eletrônicos e produtos de tabaco aquecido, o que tem levado muitos jovens ao consumo.Estudos mais recentes, já vem mostrando os efeitos nocivos para a saúde a curto e médio prazo.A convidada nesse episódio é a médica pneumologista Maria Vera Castellano (CRM:38949), membro da Comissão Científica de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e coordenadora do Ambulatório de Tabagismo do Hospital do Servidor Público de São Paulo.Vem comigo? Dê o play!Mais informações sobre tabagismo e cigarro eletrônico, acesse: https://www.instagram.com/pneumosbpt/Vote no Prêmio MPB- Melhores Podcasts do Brasil! O POD Falar de Saúde concorre na categoria Saúde e Bem Estar:https://www.premiompb.com.br/votarTemos vários conteúdos da Radioweb concorrendo! 🙌⚠️ Atenção: o voto é único por categoria, então precisamos engajar geral!👉 Passo a passo:1️⃣ Cadastre e-mail, nome, whats e data de nascimento no site: https://www.premiompb.com.br/votar2️⃣ Confirme o link que chega no seu e-mail🧡3️⃣ Vote nos nossos podcasts 🧡Estamos concorrendo em outras 5 categorias:✨ Assuntos Diversos – Política se Discute?, com Norberto Notari✨ Direito – Prosa de Trabalho , com Janaína Oliveira e Rafael Silva✨ Educação – Estação História , com Diego Brião✨ Esporte – Preleção , com Dani Esperon✨ Grande Mídia – RW+ , com o time de repórteres da Radioweb
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#050 Mudanças no estilo de vida podem melhorar a saúde
Você já parou pra pensar se o seu estilo de vida, a sua rotina gera mais prazer ou mais estresse no seu dia a dia? Sabia que algumas mudanças simples, dentro do seu contexto social, podem fazer diferença na sua saúde? Como a medicina vem mudando o olhar sobre o paciente?Nesta edição comemorativa de 2 anos do POD Falar de Saúde, a convidada é a Simone Nascimento (CRM-SP 98753), médica especialista em Medicina do Estilo de Vida, palestrante, consultora de qualidade de vida e apresentadora do Canal Futura. O bate papo também vai pelo tema da saúde mental: ajustes na rotina de trabalho e como não sermos “engolidos” pelas telas.Vem comigo? Dê o play!https://www.instagram.com/simone.estilodevida/
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#049 Distúrbios do sono afetam qualidade de vida
Como você avalia a sua qualidade do sono: boa ou ruim? Costuma roncar e acha que é normal? Desde a pandemia, os distúrbios do sono aumentaram de forma significativa, e cerca de 40% da população mundial tem algum problema relacionado ao sono.Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz de 2023 revelou que 72% dos brasileiros sofrem com doenças e condições que afetam a qualidade do sono, seja impedindo a pessoa de adormecer, interrompendo o sono ou tornando o sono insuficiente para a recuperação do organismo. As doenças mais prevalentes na população brasileira são apneia obstrutiva do sono, insônia crônica e síndrome das pernas inquietas.Nesse episódio você vai conhecer a história da Mônica, que sofre de insônia desde a infância e também já fez tratamento para apneia.Também tem bate papo com o médico otorrinolaringologista Renato Stefanini (CRM:107.748 / RQE:35497), que é coordenador do Núcleo de Medicina do Sono do Hospital Sírio-Libanês em São Paulo.Vem comigo? Dê o play!
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#048 Saúde dos olhos: cuidados necessários e impacto das telas
Você lembra qual foi a última vez que você foi ao oftalmologista?Atualmente, a Organização Mundial de Saúde estima que cerca de 285 milhões de pessoas no mundo têm a visão prejudicada e entre 60% a 80% dos casos podem ser evitados e tratados.No Brasil, cerca de 19% da população em idade escolar, ou seja, crianças e adolescentes, têm algum tipo de problema de visão, de acordo com o IBGE.Segundo o Ministério da Saúde, as principais doenças oculares no país, são:Catarata; Glaucoma; Conjuntivite; Retinopatia diabética; Degeneração macular relacionada à idade e Erros de refração.A conversa nesse episódio é com a médica oftalmologista Liana Tito Francisco (CRM 5293606-5/ RQE 35188), que é mestre em Neurociências e Comportamento pela USP.https://www.instagram.com/oftalmaelogista/Vem comigo? Dê o play!
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# 047 Evolução das pílulas anticoncepcionais
Os contraceptivos orais surgiram na década de 60 com uma verdadeira revolução na liberdade sexual das mulheres e, desde então, vários outros métodos também apareceram. Mas o fato é que as pílulas anticoncepcionais ainda são o método contraceptivo mais utilizado no Brasil. São 17 milhões de mulheres no País que fazem uso delas.Apesar da pílula fazer parte do cotidiano de milhões de mulheres, ainda há muita desinformação sobre o tema. Nos buscadores na internet, as pílulas anticoncepcionais lideram as pesquisas entre os métodos contraceptivos. Cerca de 300 mil buscas mensais são feitas com o uso da palavra anticoncepcional no Brasil. Existem muitas dúvidas sobre o assunto, que vão desde como a pílula funciona até possíveis efeitos adversos. Apesar da pílula ainda ser o método mais utilizado, é preciso falar sobre sua segurança, o uso correto e, principalmente, sua evolução, tanto nadosagem como no tipo de hormônios utilizados.A nossa conversa nesse episódio é com o doutor Rogério Bonassi (CRM:63.798/ RQE:60.701), Médico ginecologista e professor livre docente de ginecologia da Faculdade de Medicina de Jundiaí, no interior de São Paulo.Vem comigo? Dê o play!Esse conteúdo tem apoio da Libbs Farmacêutica
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#046 Doenças psicossomáticas: como o emocional afeta nosso corpo?
Sabe aquela história de quem tem um mal estar físico, como uma gastrite nervosa, ou até doenças como asma e dermatite atópica, sempre tem um fundo emocional? Pois é, essas são as chamadas doenças psicossomáticas, que são condições físicas que podem ser causadas ou agravadas por fatores psicológicos, como estresse, ansiedade ou depressão. No Brasil, as doenças psicossomáticas são cada vez mais reconhecidas como um problema de saúde pública, com um aumento significativo de casos, especialmente após a pandemia de covid-19. Muitas são consideradas crônicas e precisam de um acompanhamento interdisciplinar.A convidada nesse episódio é a psicóloga Camila Tuchlinski (CRP 06/139324), que também é psicoterapeuta especialista em Psicossomática e criadora do Mentalistas na Clínica.https://www.instagram.com/mentalistas_na_clinica/Vem comigo? Dê o play!
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#045 Ultraprocessados x nutrição infantil: o desafio nas escolas
Macarrão instantâneo, cereais matinais, molhos prontos, iogurtes adoçados, refrigerantes. Nunca se falou tanto dos alimentos ultraprocessados e o quanto eles podem ser prejudiciais para a nossa saúde.Um estudo liderado por pesquisadores da USP e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a partir de dados de consumo alimentar em oito países, mostra que a cada 10% de aumento da ingestão de alimentos ultraprocessados o risco de morte prematura sobe 3%.A pesquisa estimou que, conforme a quantidade de ultraprocessados na dieta em cada país, as mortes precoces que podem ser atribuídas a esses alimentos variam de 4% até cerca de 14%.Mas afinal, você sabe o que são exatamente esses alimentos, como que a gente identifica nos supermercados? E como reduzir esse consumo principalmente entre as crianças? Quais os caminhos para uma alimentação mais saudável nas escolas?A conversa nesse episódio é com a nutricionista Cynthia Howlett (@cynthiahowlett), especialista em nutrição infantil e coordenadora de Projetos Educacionais e Sustentáveis da Sanutrin, uma empresa especializada em refeições escolares.Vem comigo? Dê o play!
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#044 Esclerose Múltipla: convivendo com uma doença crônica
A modelo e apresentadora Carol Ribeiro, de 43 anos, revelou recentemente que foi diagnosticada com esclerose múltipla e ganhou os holofotes na mídia.A descoberta veio após meses de sintomas confusos e persistentes que ela tentou ignorar. Em entrevista ao Fantástico, da TV Globo, Carol contou que só conseguiu chegar ao diagnóstico quando passou a ouvir, de fato, os sinais do próprio corpo. Chegou até confundir a doença com sinais da menopausa: calorão, ansiedade descontrolada e um cansaço extremo, além de insônia. Alguns pacientes podem ter alterações na fala e dificuldade para deglutir. Mas antes da Carol Ribeiro, outras atrizes globais também foram diagnosticadas com EM, como Cláudia Rodrigues, Guta Stresser e Ana Beatriz Nogueira. De fato, a doença é mais comum em mulheres, mas a causa ainda é desconhecida. É uma doença neurológica, crônica e autoimune: as células de defesa do organismo atacam o próprio sistema nervoso central, provocando lesões cerebrais e medulares. Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que cerca de 40 mil pessoas no país convivem com a doença.A nossa conversa nesse episódio é com a Aline de Souza, de 31 anos, que é manicure e criadora do perfil @aesclerosadaoficial, onde ela compartilha sua vida real convivendo com Esclerose Múltipla, Bipolaridade e Fibromialgia.Vem comigo? Dê o play!https://www.instagram.com/aesclerosadararaoficial/
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#043 Depressão pós-parto: saúde mental materna pede socorro
Maternar é algo sonhado por muitas mulheres, mas, a chegada de um bebê, ao mesmo tempo tão desejada, também traz transformações profundas na vida das famílias, principalmente para a mãe. O que muita gente não fala é que o puerpério é marcado por uma avalanche de alterações hormonais, de emoções e cansaço extremo. E não se resume só àqueles 45 dias após o parto por conta das mudanças físicas. É um misto de êxtase, culpa e medo que pode levar até dois anos. A gente perde mesmo a identidade até conseguir reconstruir uma nova. Como num processo de luto. E, no meio de tudo isso, podem aparecer outras questões de saúde mental muito sérias, como a depressão pós-parto, que ainda é carregada de estigma e desinformação. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de uma em cada sete mulheres sofre com esse problema. No Brasil, estudos indicam que essa taxa pode chegar a 25% das mães, principalmente em regiões com maior vulnerabilidade social.Como identificar essa condição, acolher essa mãe e dar o suporte necessário? A nossa conversa nesse episódio é com a Natália Aguilar, psicóloga perinatal e parental e também coordenadora e professora da primeira pós-graduação em Luto Perinatal do Brasil.https://www.instagram.com/nataliaaguilarpsicologa/Vem comigo? Dê o play!
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#042 Saúde bucal: cuidados e prevenção ajudam a evitar doenças
Você sabia que cerca de 14 milhões de brasileiros acima de 18 anos vivem sem nenhum dente e outros 34 milhões já perderam 13 ou mais dentes? Essa realidade é mais presente entre os idosos.Esses dados preocupantes são da Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE, em 2020. E a perda dos dentes vai muito além da questão estética: ela pode afetar a saúde como um todo. Isso porque as infecções bucais aumentam risco de problemas cardiovasculares, diabetes e doenças respiratórias.A nossa conversa nesse episódio é com a doutora Sandra Regina Pereira Silvestre (CRO SC 3072), odontologista pela Universidade Federal de Santa Catarina, especialista em Ortodontia, mestre e doutora em Odontopediatria e conselheira do CFO.Vem comigo? Dê o play!
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#041 Doença de Parkinson: desafios e perspectivas para pacientes
Abril Verde é o mês de conscientização da Doença de Parkinson.Aproximadamente 1% da população mundial com idade superior a 55 anos tem essa patologia, segundo a Organização Mundial de Saúde. No Brasil, a estimativa é de que mais de 200 mil pessoas convivam com ela.Os casos da doença devem dobrar até 2050, alcançando um total 25 milhões de pacientes em todo o mundo, de acordo com um estudo realizado pela Universidade de Pequim na China e publicado recentemente numa revista britânica.O Parkinson é uma doença neurodegenerativa que causa tremores, lentidão dos movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio e também alterações na fala e na escrita. E cerca de 5 a 10% dos pacientes podem ter a forma precoce, ou seja, antes dos 55 anos.Nesse episódio, eu conto um pouco da história do Erival Daré, que é marido e cuidador da Cleide, de 65 anos. Ela foi diagnosticada com a doença há 20 anos. Também tem uma conversa com a fisioterapeuta Erica Tardelli, especialista em neurologia, mestre e pesquisadora da USP e Presidente da Associação Brasil Parkinson sobre a reabilitação, desafios e perspectivas dos pacientes.instagram.com/associacaobrasilparkinsonVem comigo? Dê o play!
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#040 Brain rot: impacto do digital no cérebro
Você já parou pra pensar quantas vezes por dia você pega seu celular para ver as mensagens ou notificações, ou quantas vezes você rola o feed das redes sociais para ver vídeos curtos? Muita gente trabalha o dia todo na frente do computador e das poucas vezes que sai dele, mexe no celular, em vez de fazer uma pausa, desconexão de verdade.Pois é, isso dá só uma ideia do tanto que a tecnologia impacta nosso cérebro!Não foi à toa que a Universidade de Oxford elegeu o termo "brain rot" – traduzida como "cérebro apodrecido" – como a palavra do ano de 2024. O dicionário de Oxford descreveu o brain rot como o seguinte: deterioração do estado mental ou intelectual de uma pessoa como resultado do consumo excessivo principalmente de conteúdo online considerado trivial ou pouco desafiador. A conversa nesse episódio é com a psicóloga organizacional Patricia Ansarah, psicóloga organizacional e fundadora do Instituto Internacional em Segurança Psicológica.https://www.instagram.com/institutosegurancapsicologica/Vem comigo? Dê o play!
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#039 Cinco anos de pandemia: lições aprendidas e desafios pela frente
A pandemia de Covid-19 foi decretada no dia 11 de março de 2020. E desde então o mundo nunca mais foi o mesmo. Eram tantas incertezas, medos e desafios sobre o que estava acontecendo e sobre o que ainda estava por vir.Nesses cinco anos, foram sete milhões de vítimas pelo mundo, mais de 700 mil mortes só no Brasil, que em 2020, se tornou o país com mais vítimas fatais.Nesse episódio, a gente vai entender quais foram as lições aprendidas com a pandemia, os avanços para a ciência, como isso transformou a nossa forma de encarar o mundo e quais os desafios que a gente tem pela frente.A conversa é com o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto (CRM SP 31.754), professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, fundador e ex-presidente da Anvisa e um dos idealizadores do SUS.Vem comigo? Dê o play? Ouça também o episódio 197 do Estação História: https://open.spotify.com/episode/0fQa2fP642pa1it3o9n7tW?si=MKsL43OaS3Cdtlkm39gqUA
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#038 Pré-eclâmpsia e Síndrome de HELLP: riscos para mãe e bebê
O caso da cantora Lexa, que perdeu a filha após o parto, ganhou grande repercussão na mídia recentemente. A morte da bebê ocorreu por conta da chamada pré-eclâmpsia precoce, uma doença grave de pressão arterial elevada durante a gravidez. O quadro de Lexa foi agravado pela síndrome de HELLP (hemólise, enzimas hepáticas elevadas, baixa contagem de plaquetas).O parto foi realizado com 25 semanas de gestação, no dia 2 de fevereiro, mas a filha recém-nascida não resistiu e morreu três dias depois.Nesse episódio, você vai ouvir o relato da psicóloga Denise Nunes da Silva, de 47 anos, que é mãe da Serena, de 8 anos. Ela teve quatro gestações muito desafiadoras e também sofreu com pré-eclâmpsia e síndrome de HELLP.Também tem uma conversa com o doutor Edilberto Rocha (CRM-PE: 14450), professor de obstetrícia da UFPE, membro da comissão especializada em hipertensão e Gestação da Febrasgo. Ele também é Vice-presidente da Rede Brasil sobre Estudos de Hipertensão na Gravidez na região Nordeste.Vem comigo? Dê o play!
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#037 Uso abusivo de álcool: impactos sociais e na saúde pública
Você sabia que 57% dos brasileiros desconhecem os parâmetros reais definidos para moderação do consumo de álcool?75% dos consumidores abusivos acreditam que bebem de formamoderada, sendo que apenas 13% deles reconhecem que precisam mudar seus hábitos e 11% admitem que bebem muito, mas não consideram ser um problema.Esses dados, divulgados em 2024, são da Pesquisa Domiciliar sobre o Padrão de Consumo de Álcool e suas Características Sociodemográficas no Brasil realizada pelo Ipec em 2023, a pedido do CISA (Centro de Informações sobre Saúde e Álcool). Se você bebe, já parou para pensar de verdade se o seu consumo é considerado excessivo e pode estar colocando sua saúde em risco?O nosso bate papo nesse episódio é com a Mariana Thibes, doutora em sociologia e pesquisadora do CISA.Vem comigo? Dê o play!
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#036 Hábitos e alimentos que ajudam a desinflamar o corpo
Começo de ano é uma época em que a maioria das pessoas sai da rotina por conta das férias, dá uma desacelerada, muitos viajam para lugares diferentes e a alimentação também acaba ficando desregrada. Depois todo mundo quer correr atrás do prejuízo e começa a fazer algumas dietas mirabolantes para perder peso. Mas você sabia que o nosso corpo pode passar por um processo inflamatório quando a gente se alimenta da forma errada? Pois é, não dá para se preocupar só com a estética. Que tal incorporar alguns hábitos mais saudáveis e possíveis dentro da sua rotina?O bate papo nesse episódio é com o doutor Christian Aguiar, médico pós graduado em nutrologia, ortomolecular, medicina integrativa e suplementação.Vem comigo? Dê o play!https://minhasescolhas.drchristianaguiar.com/blog/
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#035 Jornada de trabalho e impactos na saúde mental
A proposta de redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais, com a eliminação das escalas 6x1 (6 dias de trabalho seguidos de 1 dia de descanso), tem gerado um grande debate no Brasil, especialmente nas redes sociais e no Congresso Nacional. Esse modelo tem sido cada vez mais questionado porque pode trazer impactos para a saúde física e mental e do trabalhador.Como é hoje a sua rotina de trabalho? Quantos dias de descanso você tem na semana? Você acha que esse descanso tem sido suficiente ou você está sempre se sentindo cansado? Você é feliz no seu trabalho?A conversa nesse último episódio do ano é com o Diego Burger, que é terapeuta, palestrante sobre saúde mental no trabalho, e Professor de Segurança Psicológica, da Human SA- especialista em felicidade e bem-estar.Vem comigo? Dê o play!Acompanhe no Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/
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#034 Aids e HIV: avanços e desafios no Brasil
A luta contra o HIV e a Aids tem avançado nos últimos anos, mas o fim da epidemia continua sendo uma meta bem desafiadora de ser alcançada. No Brasil, o número de casos de infecção por HIV aumentou 17%, entre 2020 e 2022, segundo o Ministério da Saúde.Nesse episódio, eu conto um pouco da história da Jéssica Mattar, de 33 anos, que é mãe de quatro filhos e convive com HIV há mais de três anos.Também converso com o doutor Alexandre Naime Barbosa (CRM/SP: 100345), que é coordenador científico da Sociedade Brasileira de Infectologia. Ele fala sobre os avanços e desafios no Brasil e também da campanha de conscientização lançada pela entidade focada no público jovem.Vem comigo? Dê o play?Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/
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#033 Ansiedade infantil, telas e as relações familiares
A ansiedade parece que é uma epidemia que vem tomando conta de todo mundo.Como muitos estudos já vêm mostrando, não dá para culpar um único fator: tem a questão da pandemia, das mudanças climáticas, uso excessivo de telas, ambiente familiar, enfim, uma série de questões.Nesse episódio, duas mães relatam sobre os comportamentos ansiosos de seus filhos e como elas mesmas se sentem vulneráveis para lidar com isso.A conversa é com a pediatra Juliana Franco (CRM MG 32932), mãe de três filhos, educadora parental e especialista emocional e em adolescência, pioneira da Educação Positiva.Vem comigo? Dê o play!Instagram: https://www.instagram.com/podfalardesaude/
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#032 Chip da beleza: entenda a proibição de implantes hormonais
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu recentemente a comercialização, propaganda e uso dos implantes hormonais manipulados, conhecidos como chip da beleza. Do tamanho de um palito de fósforo, o dispositivo tem promessas de emagrecimento, melhora da pele e ganho de massa muscular.A Anvisa alertou que o uso desse tipo de implante para fins estéticos pode causar problemas à saúde e não existe comprovação de segurança e eficácia para essas finalidades.A medida preventiva foi adotada a partir de denúncias apresentadas por entidades médicas, entre elas a Febrasgo- Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia.A alegação é de que algumas pacientes apresentaram reações adversas graves como arritmias cardíacas, problemas neurológicos, no fígado, entre outros.Para relatar qualquer efeito adverso, acesse o Vigimed.A conversa nesse episódio é com a doutora Maria Celeste Wender (CRM RS:14578), ginecologista, obstetra e presidente da Febrasgo.Vem comigo? Dê o play!
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#031 Como a Medicina de Família pode melhorar a saúde da população?
Você tem um médico para chamar de seu? A Medicina da Família e Comunidade é uma especialidade médica focada no cuidado integral e contínuo das pessoas e das famílias ao longo da vida. Mas onde ela está presente hoje diante de um mundo tão acelerado?Nosso bate papo nesse episódio é com os médicos de família e comunidade Pedro Laporte (CRM-PE 31892) e Daniel Pimentel (CRM-PE 32011), que atuam em Pernambuco e são criadores do perfil Médicos de Gente.A ideia é mostrar as realidades tão distintas nesse Brasil, com foco em visitas domiciliares de forma humanizada e competências práticas na UBS. Vem comigo? Dê o play!
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#030 Envelhecimento: quais os desafios no Brasil?
Envelhecer é um processo natural que a maioria de nós vai passar por ele, mas a verdade é que muita gente ainda tem medo de pensar sobre isso. A expectativa de vida do brasileiro vem aumentando: passou a ser de 76 anos, segundo a última projeção do IBGE, divulgada no final de agosto. Segundo o Censo 2022, teremos até 2050, 68 milhões de brasileiros com 60 anos de idade. Mas viver mais não significa necessariamente ter qualidade de vida. Você já parou pra pensar como você quer estar na velhice, como você está se preparando para ela? Consegue imaginar se será uma pessoa feliz e saudável nessa etapa da vida? E quem vai cuidar de você quando envelhecer? A conversa nesse episódio é com o doutor Alexandre Kalache, médico gerontólogo (CRM:14751) e Presidente do @ilc.br sobre os desafios do envelhecimento no Brasil e quais as políticas públicas necessárias para se ter longevidade e qualidade de vida.Vem comigo? Dê o play!
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#029 Poluição do ar e ansiedade climática: quais os impactos na saúde?
O Brasil tem vivenciado um dos cenários climáticos mais devastadores dos últimos tempos: queimadas, incêndios florestais e seca prolongada. Essa combinação vem se tornando cada vez mais constante. E a poluição do ar tem piorado muito em diversas regiões do Brasil, como São Paulo e Mato Grosso.Na primeira parte do episódio, a conversa é com o doutor Paulo Saldiva, médico patologista, professor da Faculdade Medicina da USP e pesquisador, que há mais de 40 anos vem se dedicando aos temas dos impactos das mudanças climáticas na saúde, principalmente a poluição.Na segunda parte, a psicóloga Camila Tuchlinski, especialista em psicossomática e criadora do @mentalistas_na_clinica fala sobre ansiedade climática. Como lidar com ela diariamente diante de um cenário desafiador para a saúde e o meio ambiente? Vem comigo? Dê o play!
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#028 Desigualdades sociais impactam na saúde de brasileiros
Você sabia que o seu CEP, a sua cor e a sua renda podem determinar como será a sua saúde, já pensou nisso?São os chamados determinantes sociais de saúde, como habitação, saneamento, insegurança alimentar.A gente está no período pré-eleições municipais e já imaginou como o seu voto pode influenciar a sua saúde? Sim, porque as políticas públicas têm um papel muito importante na vida de cada um de nós e podem reduzir as desigualdades e melhorar a saúde pública coletiva.Eu me deparei com todas essas informações no perfil contete.vc no Instagram, que é um um veículo que produz conteúdo autoral e investigativo, e achei que a gente precisava trazer esse debate aqui para o POD Falar de Saúde.Nosso bate papo nesse episódio é com a Júlia Pereira, antropóloga e analista de Relações Institucionais do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde @iepsoficial.Vem comigo? Dê o play!
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#027 Tumores ginecológicos: diagnóstico precoce pode salvar vidas
O Setembro em Flor é o mês de conscientização sobre os cânceres ginecológicos: o de colo do útero, endométrio, ovário, de vagina e de vulva. A data foi criada pelo EVA- Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos- eva.org.br. Como é possível prevenir, tratar e dar mais qualidade de vida para as pacientes? Nesse episódio, a conversa é com o doutor Franklin Pimentel (CRM:112613) , oncologista, mastologista e consultor da Libbs Farmacêutica.Esse conteúdo tem apoio da Libbs Farmacêutica.Vem comigo? Dê o play!
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#026 Desafios na vacinação de adultos e a situação na Amazônia
Você sabia que tem um estudo internacional na revista The Lancet que mostra que 154 milhões de vidas foram salvas pelas vacinas em 50 anos?Mesmo assim, ainda tem muitos adultos brasileiros que não estão com o calendário vacinal em dia por falta de informação. Será que você se inclui nesse grupo?E como está a situação vacinal para as populações da Amazônia? Quais as doenças mais prevalentes?A conversa nesse episódio é com a doutora Rosana Richtmann @rosanarichtmann (CRM 50470/SP) - infectologista do Instituto Emílio Ribas e Membro dos Comitês de Imunização da Sociedade Brasileira de Infectologia. Ela também é coordenadora médica do projeto @doutoresdasaguas, que leva atendimento móvel para ribeirinhos da Amazônia.Vem comigo? Dê o play?
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#025 Atraso ou recusa vacinal ameaça saúde das crianças
Uma pesquisa recente mostra que a maioria dos brasileiros confia nas vacinas e reconhece a importância delas para a saúde, mas muitas pessoas deixam de se imunizar e também os filhos por conta da desinformação.Ao longo desse episódio, a gente vai entender melhor sobre a chamada hesitação vacinal, que é o atraso ou a recusa em receber as vacinas recomendadas, apesar de estarem disponíveis nos serviços de saúde. Esse comportamento está entre as principais causas dos índices de vacinação insuficientes no país nos últimos anos. Em 2019, a Organização Mundial da Saúde apontou a hesitação vacinal como uma das dez principais ameaças à saúde pública.A convidada deste episódio é a doutora Isabella Ballalai (CRM 52.48039-5), pediatra e diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações.Vem comigo? Dê o play?
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#024 Traumas e sexualidade: impactos na saúde física e mental
Você já parou pra pensar quais são os seus traumas e como eles afetam a sua vida?Muitos estudos recentes vêm mostrando que traumas vivenciados na infância, seja físico, emocional ou psicológico, podem ter um grande impacto na saúde mental, na vida sexual na fase adulta e também na relação da pessoa com a própria sexualidade.Aliás, a Organização Mundial de Saúde reconhece a sexualidade como um dos pilares da qualidade de vida. De acordo com a OMS, é garantido ao ser humano o direito à saúde sexual, que é definida como um estado de bem-estar físico, emocional, mental e social relacionado à sexualidade.Nesse episódio, o bate papo é com a psicoterapeuta Danielli Malini, especialista em sexualidade e traumas.Vem comigo? Dê o play!
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#023 Como é ser uma paciente com câncer em tratamento paliativo?
Nessa segunda parte do episódio, a gente vai entender um pouco sobre a vida de uma paciente paliativa, para mostrar que é possível ter qualidade de vida, mesmo depois de um diagnóstico de uma doença grave.Eu vou conversar com a Grasielli Peres, que tem 45 anos e mora em Palhoça, na Grande Florianópolis, em Santa Catarina. Ela é paciente oncológica de um câncer de mama descoberto em 2011, aos 33 anos de idade. Ou seja, já são quase 13 anos nessa jornada, além de ser voluntária do @oncoguia. Uma história inspiradora que mostra que existe vida além do diagnóstico! O perfil dela no Instagram é @minhavidasuperandocancer.Vem comigo? Dê o play!
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#023 Cuidados Paliativos e a Política Nacional no SUS
O Ministério da Saúde lançou recentemente uma nova portaria que institui a Política Nacional de Cuidados Paliativos no SUS. A ideia é permitir uma assistência mais humanizada para quem utiliza os serviços públicos de saúde.O governo prometeu investir R$ 887 milhões de reais por ano para capacitar 1,3 mil equipes de cuidados paliativos. O objetivo é também criar equipes multiprofissionais para disseminar as práticas para as demais equipes da rede; promover informação qualificada e educação e garantir o acesso a medicamentos e insumos necessários para os pacientes.Mas você sabe o que são os cuidados paliativos? Muita gente tem uma ideia errada sobre o assunto, que é falar sobre pessoas com doenças terminais, já à beira da morte. Mas na verdade é focar no alívio do sofrimento e dar qualidade de vida.A conversa nessa primeira parte do episódio é com o doutor Rodrigo Kappel Castilho, presidente da Academia Nacional de Cuidados Paliativos. Vem comigo? Dê o play!#podfalardesaúde #saúdeintegral #cuidadospaliativos #SUS #atendimentohumanizado
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#022 Tragédia no RS e os impactos na saúde pública
As enchentes no Rio Grande do Sul são a maior tragédia climática do Brasil. Já deixou centenas de mortos e milhares de desabrigados. Além da luta pela sobrevivência, os impactos na saúde da população preocupam bastante.Você tem ideia a quantas doenças essas pessoas ficaram expostas, inclusive dentro dos abrigos? E como o sistema público de saúde ficou em colapso diante dessa tragédia que destruiu hospitais e postos de saúde?Quais as políticas públicas de saúde necessárias para prevenir e amenizar o impacto de desastres naturais?O convidado deste episódio é o doutor Renato Kfouri, Pediatra Infectologista e Presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (CRM/SP: 59492).Vem comigo? Dê o play!
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#021 Esgotamento materno: saúde mental das mães importa
O Maio Furta-Cor é o mês dedicado às ações de conscientização, incentivo ao cuidado e promoção da saúde mental materna.As mães brasileiras estão cada vez mais sobrecarregadas, esgotadas e insatisfeitas. Essa é a conclusão de uma pesquisa recente feita pela USP sobre a saúde mental materna no País com mais de 800 mulheres: mais de 90% delas vivem esse esgotamento.Nosso bate papo nesse episódio é com a Fê Lopes, que é psicóloga, psicanalista com especialidade em parentalidade e perinatalidade e também palestrante. Vem comigo? Dê o play!
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#020 Desastres ambientais e o impacto na saúde mental
Desastres ambientais e o impacto na saúde mental é o tema deste episódio extra do podcast POD Falar de Saúde. O Rio Grande do Sul enfrenta uma das maiores catástrofes climáticas de todos os tempos, deixando centenas de mortos e milhares de desabrigados. Além dos danos materiais, ficam os impactos na saúde mental das vítimas. Como fazer o acolhimento psicológico de quem está passando por uma situação tão extrema como essa?No episódio extra do POD Falar de Saúde, a jornalista Carolina Cassola conversa com a psicóloga Laura Cunha, que está atuando na linha de frente em alguns abrigos em Porto Alegre, e também com a Alessandra Almeida, psicóloga responsável pelo Conselho de Direitos Humanos Nacional do Conselho Federal de Psicologia.
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ABOUT THIS SHOW
Um podcast para falar de forma simples e clara sobre saúde integral. Você sabe o que é isso? É quando a gente fala de saúde física, mental e emocional. A cada 15 dias, um tema diferente é o centro da conversa que reúne especialistas da área da saúde e também pacientes. Conduzido pela jornalista Carolina Cassola, uma pessoa apaixonada pelo assunto, o POD Falar de Saúde é para todas as idades: crianças, adolescentes, adultos e idosos.
HOSTED BY
RW Cast
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