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Rota do SolFrontiers Brasil

No ano de 2021 vamos seguir a Rota do Sol em intercessão pelo mundo muçulmano. Ao longo do ano, vamos interceder por 50 cidades estratégicas, solicitando a Deus que 10% dos locais dessas cidades conheçam Jesus nos próximos 10 anos.

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  1. 50

    Rota do Sol #50 Touba, Senegal

    Rota do Sol #50 Touba, Senegal

  2. 49

    Rota do Sol #49 Conacri, Guiné

    Conacri é a capital, sede do governo e a maior cidade da Guiné, um dos países mais pobres do mundo, localizado na África Ocidental. A República da Guiné é bastante conhecida como Guiné-Conacri, para distinguir-se da vizinha Guiné-Bissau e da Guiné Equatorial, que também ficam no continente africano. Com cerca de dois milhões de habitantes, Conacri é o maior porto e o centro econômico, industrial, cultural e educacional do país. A Guiné tornou-se independente da França apenas em 1958 e, desde então, vive desafios de estabilidade política. As rivalidades étnicas prejudicam ainda mais as tentativas de implantação de uma democracia e do combate à corrupção. No dia 5 de setembro de 2021, o país sofreu um golpe de estado por parte dos militares: o presidente eleito foi preso pelas Forças Especiais do Exército, as esferas de poder foram dissolvidas e a constituição do país, revogada. O coronel do Exército que comandou o golpe tornou-se o novo presidente interino, com poderes de um líder ditatorial, prometendo, porém, não se candidatar nas próximas eleições e afirmando que esse governo de transição, cujo prazo é indeterminado, tem como função uma ampla reforma política e econômica. A situação é bastante recente e, por isso, seus desdobramentos ainda são incertos. O Islã é a religião de cerca de 85% da população da Guiné, influenciando grandemente a cultura e as práticas sociais do país. São numerosas as instituições islâmicas, dentre elas, escolas e hospitais. A maioria dos muçulmanos é de sunitas que seguem a tradição maliki e a ordem sufista tijani. O Islã difundiu-se na Guiné vindo de seu lugar de origem, a Península Arábica, por meio do Império Mali, que incluía a atual Guiné. Nos grupos cristãos do país há católicos romanos, protestantes, evangélicos e adventistas do sétimo dia. Cerca de 6% dos guineenses estão associados ao cristianismo, sendo a maioria deles do grupo étnico kpelle. Os seguidores de Jesus encontram oposição em certas regiões da Guiné. Alguns já foram mortos por vizinhos muçulmanos, como se testemunhou em 2013. A atual perseguição contra eles tem motivação étnica e religiosa. É grande a pressão para que os novos seguidores de Jesus abandonem sua fé e voltem para a religião do grupo ou família. As formas de oposição vão desde a pressão econômica, social e cultural, por parte dos grupos animistas e islâmicos, até a violência física. Nos casos mais graves, há também ameaças de morte. Assim, nossos irmãos não podem viver abertamente sua fé. Existe ainda uma discriminação por parte do governo em relação às oportunidades para ocupar cargos públicos e na aquisição de terrenos para a construção de igrejas. Senhor, guia os cegos por um caminho que não conhecem, faz a Guiné andar por veredas desconhecidas; torna as trevas em luz perante eles e os caminhos escabrosos, planos. Não desampares a Guiné. (Cf. Isaías 42:16 - ARA).

  3. 48

    Rota do Sol #48 Bamaco, Mali

    Rota do Sol #48 Bamako, Mali

  4. 47

    Rota do Sol #47 Kano, Nigéria

    Rota do Sol #47 Kano, Nigéria

  5. 46

    Rota do Sol #46 Kairouan, Tunísia

    Rota do Sol #46 Kairouan, Tunísia

  6. 45

    Rota do Sol #45 Sfax, Tunísia

    Rota do Sol #45 Sfax, Tunísia

  7. 44

    Rota do Sol #44 Zuwara, Líbia

    Rota do Sol #44 Zuwara, Líbia

  8. 43

    Rota do Sol #43 Sarajevo, Bósnia e Herzegovina

    Rota do Sol #43 Sarajevo, Bósnia e Herzegovina

  9. 42

    Rota do Sol #42 Benghazi, Líbia

    Rota do Sol #42 Benghazi, Líbia

  10. 41

    Rota do Sol #41 Tanta, Egito

    Rota do Sol #41 Tanta, Egito

  11. 40

    Rota do Sol #40 Cartum, Sudão

    Rota do Sol #40 Cartum, Sudão

  12. 39
  13. 38
  14. 37
  15. 36
  16. 35

    Rota do Sol #35 Damasco, Síria

    Rota do Sol #35 Damasco, Síria

  17. 34
  18. 33
  19. 32
  20. 31

    Rota do Sol #31 Prizren, Kosovo

    Prizren é a segunda maior cidade do Kosovo e sua capital histórica. É também a sede do distrito e do município de Prizren, fronteiriço à Albânia e à Macedônia do Norte. Essa encantadora cidade — localizada às margens do rio Bistrica e das encostas das montanhas Sharr — é um dos povoados mais antigos da região do Kosovo e dos Bálcãs Ocidentais, datando dos anos 2000 a.C. Região famosa por suas rotas comerciais entre o Oriente e o Ocidente, Prizren já foi ocupada por romanos, cruzados, eslavos, sérvios, turcos otomanos, búlgaros e, na Segunda Guerra Mundial, também pela Alemanha nazista, pela Itália fascista e pela Albânia. Kosovo foi província da República Socialista da Iugoslávia até o colapso desta, em 1992, e até hoje é considerado província pela Sérvia, que não reconhece sua independência e status autoproclamados em 2008. Prizren é considerada a capital cultural do Kosovo e potencial destino temático na região dos Bálcãs, com seus inúmeros eventos e organizações, além de teatro, artesanato, música e gastronomia. O patrimônio arquitetônico da cidade tem influências cristãs e islâmicas, com monumentos ortodoxos do período medieval e marcantes construções otomanas dos séculos 16 e 17. Atualmente, os maiores desafios ao crescimento da cidade são de ordem econômica, educacional e de infraestrutura, além das rixas entre grupos étnicos. A cidade é multiétnica e tradicionalmente habitada por muçulmanos sunitas, que constituem tanto a maioria albanesa quanto os grupos minoritários ciganos, turcos e bósnios. Há também um pequeno grupo de albaneses católicos. A comunidade sérvia, de cristãos ortodoxos, fugiu em massa de Prizren durante a última guerra e hoje é formada por apenas algumas centenas de membros. O conflito entre os albaneses muçulmanos e os sérvios ortodoxos em todo o território nacional ainda é uma ferida aberta para os dois grupos, ambos marcados por questões não resolvidas, distanciamento, desconfiança e risco de o Kosovo se tornar, num futuro próximo, um país segregacionista ou, até mesmo, de uma só etnia. Senhor Deus, guia os cegos por um caminho que não conhecem, faz as etnias de Kosovo andarem por veredas desconhecidas; torna as trevas em luz perante esse povo e os caminhos escabrosos, planos. Não desampares Kosovo. (Isaías 42.16 ARA). Ore: Por cura das feridas emocionais e reconciliação entre os diversos grupos étnicos que moram em Prizren; Peça pelas relações entre a Sérvia e o Kosovo, intercedendo por uma solução diplomática; Prizren já foi invadida e dominada por muitos povos e impérios ao longo de sua história. Por isso, clame por uma nova fase, marcada pelo Evangelho e pela paz que só o Senhor Jesus dá; Ore para que o Senhor prepare e envie Seus filhos para Prizren e todo o território do Kosovo; Clame para que ao menos 10% dos habitantes de Prizren se tornem seguidores do Senhor Jesus até 2030.

  21. 30
  22. 29

    Rota do Sol #29 Saná, Iêmen

    Saná é a capital oficial e a maior cidade do Iêmen. Localizada no oeste do interior do país, é uma das capitais mais elevadas do mundo (2.000 metros de altitude) e uma das mais antigas também (habitada há mais de 2.500 anos). A tradição iemenita conta que Saná foi fundada por Sem — filho mais velho de Noé e patriarca do povo semita. Nos tempos antigos, o nome da cidade era Azal, por causa de Uzal, bisneto de Sem e fundador da tribo árabe que habitou Saná por gerações. A cidade foi um centro religioso para cristãos e judeus até ser islamizada em 632, por Ali (o quarto califa e genro do profeta Maomé), transformando-se em um importante ponto de disseminação do Islã na região. Saná logo ganhou sua Grande Mesquita — a primeira construída fora das cidades sagradas de Meca e Medina e uma das mais antigas do mundo. Saná está dividida em duas partes: a Cidade Nova e a Cidade Velha, sendo esta última Patrimônio Mundial da Unesco, desde 1986. Duas atrações turísticas bastante populares são o Mercado do Sal e o "Portão do Iêmen” — o único portão histórico (com mais de mil anos) que ainda existe nas muralhas da cidade. Grande parte do patrimônio arqueológico da Cidade Velha está sendo danificado pelo atual conflito no país, além de fatores climáticos, como as inundações e chuvas fortes que, em 2020, levaram edifícios históricos ao desmoronamento. A parte nova — uma expansão urbana com muitos bairros e edifícios modernos — surgiu a partir da década de 1960. A população de Saná é muito jovem: quase 60% têm menos de 18 anos, e 12%, entre 15 e 24 anos. A cidade tem uma rica tradição musical e é particularmente conhecida pelo estilo musical chamado al-Ghina al-Sanani ou "a canção de Saná", surgido no século 14 e declarado, em 2003, Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco. Já o esporte mais popular — não só na capital, mas em todo o país — é o futebol. Desde 2015, com a guerra civil no Iêmen e a tomada de Saná pelos rebeldes hutis (um grupo radical xiita zaidita), a capital do país foi transferida provisoriamente para a cidade de Aden. O Iêmen é o país mais pobre da Península Arábica, e o conflito local é descrito pela ONU como a “maior crise humanitária do mundo atual”, pior que a guerra na Síria. A população do país tem passado fome, e a desnutrição ameaça a vida de milhares de crianças. O Iêmen também é um dos países com maior escassez de água do mundo, e Saná pode se tornar a primeira capital nacional a esgotar completamente seu abastecimento de água. O acesso à água potável é muito limitado, e sua qualidade é duvidosa. Além disso, nos últimos anos, surtos de cólera, sarampo e, mais recentemente, o coronavírus também têm atingido duramente a cidade de Saná. Deus, foste buscado pelos iemenitas que não perguntavam por ti; foste achado pelos iemenitas que não te buscavam; ao povo iemenita que não se chamava do teu nome, disseste: Eis-me aqui, eis-me aqui. (Cf. Isaías 65.1 ARA). VAMOS ORAR: Pelo fim da guerra no Iêmen e pela reconstrução e segurança do país. Cremos que só Jesus pode dar a paz duradoura; Para que Deus sustente o povo iemenita, que há tantos anos passa por todo tipo de dificuldades; Por proteção para os crentes de origem muçulmana. Deixar o Islã é proibido por lei e punível com pena de morte; Por obreiros que estejam dispostos a ir a Saná para levar o amor de Jesus; por estratégia e sabedoria para entrar na cidade e compartilhar de Cristo, pois isso é proibido por lei no país; Clamemos para que, pelo menos, 10% dos iemenitas creiam em Jesus até 2030.

  23. 28

    Rota do Sol #28 Bagdá, Iraque

    Bagdá, cujo nome significa “presente de Deus”, é a capital do Iraque. Localizada no centro do país, às margens do rio Tigre, é a segunda maior cidade do mundo árabe e a quarta maior do Oriente Médio, com uma população de, aproximadamente, 9 milhões de pessoas. A cidade tem um clima extremamente quente e desértico, com verões prolongados e invernos curtos, ligeiramente úmidos, de temperatura amena. Tempestades de areia são uma ocorrência normal durante o verão, e chuvas ocorrem quase exclusivamente entre os meses de novembro e janeiro. Muito antes da “Era Dourada do Islã”, Bagdá já era uma metrópole, com sua população alcançando mais de 1 milhão de habitantes. Porém, ao longo da história, a cidade foi destruída e reconstruída inúmeras vezes, em função de várias guerras e da alternância de impérios dominadores. Em 1932, com o reconhecimento do Iraque como um estado independente, Bagdá gradualmente reconquistou parte da sua proeminência anterior como importante centro da cultura árabe. Mas a Guerra do Golfo, a invasão do Iraque e várias insurgências e guerras (até 2017) resultaram em enormes perdas humanas e substancial perda da herança cultural e artefatos históricos. Atualmente, a população do país é de cerca de 41 milhões de habitantes, e mais de 95% deles professam a religião islâmica. São 35 grupos étnicos e, destes, 25 têm pouco ou nenhum acesso ao Evangelho, sendo 12 deles considerados “grupos de fronteira”, ou seja, onde há menos de 0,1% de seguidores de Jesus. De acordo com o site Portas Abertas, o nível de perseguição no Iraque é extremo, levando o país a ocupar a 11ª posição no ranking daqueles que mais perseguem os cristãos. Os seguidores de Jesus de origem muçulmana são particularmente vulneráveis, já que a pressão, as ameaças e até ataques vêm da família, dos líderes comunitários e até de círculos sociais maiores. Esses irmãos podem perder o direito de herança ou o direito ao casamento. Eles também não têm autorização para se casar com outros cristãos já que, por lei, continuam sendo considerados muçulmanos. A lei da blasfêmia (contra Maomé, o Corão e o Islã) também pode ser usada contra quem for pego anunciando o Evangelho. Senhor, clamamos a Ti por Bagdá! Pedimos pelos habitantes dessa linda cidade, que têm sofrido as consequências das diversas guerras; que os moradores de Bagdá possam conhecer o Senhor da paz, Aquele que restaura e dá vida eterna; Pedimos que o Senhor tenha misericórdia dos Teus filhos naquele país, especialmente dos crentes de origem muçulmana — que sofrem extrema perseguição, estão sujeitos a ataques e até risco de morte por parte de extremistas islâmicos. Clamamos por misericórdia para esses nossos irmãos; que eles confiem em Ti e não percam a fé, apesar de toda adversidade; Clamamos pelos “povos de fronteira” no Iraque. Envia trabalhadores dispostos a limpar o terreno e levantar pedras em preparação para a semeadura da Tua Palavra! Oramos para que envies, Senhor, obreiros cheios do Teu Espírito, conhecedores da Tua Palavra, que possam testemunhar e discipular os nossos irmãos no Iraque, formando líderes entre os locais, para prosseguirem no anúncio das Boas Novas; Clamamos a Ti para que, pelo menos, 10% dos muçulmanos de Bagdá se tornem seguidores de Jesus até 2030.

  24. 27

    Rota do Sol #27 Nazran, Rússia

    Nazran está localizada na Rússia e é a cidade mais populosa da República da Inguchétia, um dos menores distritos federais russos no Cáucaso Norte. Fundada no século 18, adquiriu status de cidade em 1967. Em 1991, depois que as repúblicas da Chechênia e da Inguchétia se separaram, Nazran tornou-se capital da segunda, experimentando um grande aumento populacional. Em 2000, a capital foi transferida para a pequena cidade de Magas, construída especificamente com esse objetivo. Após tornar-se uma fortaleza militar em 1817, Nazran assistiu à chegada de um grande número de inguchétios, um grupo étnico do Cáucaso Norte. Eles falam inguche e têm diretrizes rígidas para os gêneros. As famílias seguem a linhagem masculina,  os casamentos são arranjados, e o povo costuma ser fechado aos de fora do grupo. É um povo apaixonado por suas tradições culturais e eventos relacionados, possuindo uma história rica nas artes, música, dança, escultura em madeira e contação de histórias — como narrativas épicas, contos folclóricos e provérbios. A etnia tem cerca de 500 mil pessoas no total e compõe 94% da população da República da Inguchétia. Pequenos grupos desse povo também podem ser encontrados na república russa da Chechênia (1.100 pessoas), no Cazaquistão (18 mil pessoas) e no Uzbequistão (800 pessoas). É um povo  ainda não alcançado e majoritariamente muçulmano sunita, inclusive da vertente sufista. Embora haja relatos da existência de algumas poucas dezenas de inguchétios seguidores de Jesus espalhados pelo território da Rússia, não temos informações de que já exista uma comunidade de fé onde possam congregar. Já no Cazaquistão e no Uzbequistão, desconhece-se a existência de seguidores de Jesus dessa etnia. Senhor Deus, que a cidade de Nazran venha a prostrar-se diante de Ti, em adoração. Que ela glorifique o Teu nome pois Tu és grande e operas maravilhas; só Tu és Deus. (Salmo 86, 9-10). OREMOS: A cidade de Nazran fica na região historicamente conflituosa do Cáucaso Norte, e a Inguchétia continua sendo uma das áreas mais pobres e conturbadas da Rússia. Ore para que o Príncipe da Paz visite poderosamente o Cáucaso Norte, trazendo a paz que o mundo não pode dar; Nazran é a maior cidade de um dos menores distritos da Rússia — este país de dimensões continentais. Oremos para que a luz de Jesus brilhe em Nazran e alcance as cidades vizinhas, seu distrito e todo o grande território russo; Louvemos a Deus pelos inguchétios seguidores de Jesus; clamemos para que eles perseverem, que se multipliquem e que logo haja um movimento de plantação de igrejas entre esse povo; Que, pelo menos, 10% dos habitantes de Nazran conheçam Jesus, e por Ele sejam salvos, até 2030.

  25. 26
  26. 25

    Rota do Sol #25 Makhachkala, (Daguestão) Rússia

    Makhachkala está localizada na costa ocidental do mar Cáspio. Desde a queda da União Soviética, é a capital e a maior cidade da República do Daguestão, na Rússia, e do Distrito Federal do Cáucaso Norte. Makhachkala é, hoje, um importante centro econômico, educacional, científico e cultural do Cáucaso Norte, sendo também uma das cidades em maior crescimento na Rússia. Além de ser um importante porto marítimo no mar Cáspio, atualmente, passa por um acelerado crescimento no ramo da construção. Seus setores industriais mais importantes são as refinarias de petróleo, a fabricação de máquinas e a manufatura química e têxtil. O time de futebol da cidade, o FC Anzhi Makhachkala, fundado em 1991, já teve os brasileiros Roberto Carlos (em 2011) e Willian (em 2013) entre seus jogadores notáveis. O daguestanês vê os esportes de combate como um meio de honrar os que tantas vezes lutaram pela independência do país, e em defesa do território. Por isso, o Daguestão é conhecido como o “nascedouro de gente bruta” nos esportes de luta. Há muito mais academias de lutas do que campos de futebol, quadras de basquete ou rinques de patinação. Grandes nomes do MMA nasceram lá, como, por exemplo, o ex-campeão Khabib Nurmagomedov. Com mais de meio milhão de habitantes, Makhachkala tem grande pluralidade étnica e é uma das poucas grandes cidades da Rússia onde os russos não são a maioria (eles são apenas 5% dos habitantes). O censo de 2010 registrou a presença dos povos avar (27%), cumique (19%), darguine (15%), lezguiano (13%), laks (12%), tabassarã (2%), rutul (1%), azerbaidjano (0.91%) — todos eles de maioria muçulmana. Desde a dissolução da União Soviética, houve uma retomada islâmica no Daguestão, sendo que 83% da população é de muçulmanos. Na cidade de Makhachkala, cerca de 90% dos residentes são muçulmanos do ramo sunita. A Grande Mesquita de Makhachkala é uma das principais atrações turísticas da cidade. Financiada pela Turquia e inaugurada em 1998, tem capacidade para mais de 17 mil devotos, sendo a maior mesquita da Rússia e uma das maiores da Europa. Makhachkala está próxima de áreas de conflito e, por isso, toda a região conta com a presença de um pesado serviço de segurança. Senhor Altíssimo, Tu és temível e o grande Rei sobre a cidade de Makhachkala. Que todas as etnias do Daguestão cantem louvores a Ti, pois Tu reinas sobre as nações e estás assentado em Teu santo trono. Salmos 47:2,6-8 (NVI). VAMOS ORAR Makhachkala é uma cidade com muitos grupos étnicos muçulmanos não alcançados. Que essa realidade seja transformada e haja pessoas de todos esses povos seguindo o Senhor Jesus; Toda a região do Cáucaso é historicamente conflituosa. Ore pela paz definitiva, que só Jesus pode proporcionar; Ore para que Deus levante seguidores Seus que sejam treinadores de futebol, jiu-jítsu e outros diversos esportes, para que, assim, a luz de Cristo brilhe entre os esportistas; Ore para que os seguidores de Jesus em Makhachkala tenham uma fé viva e forte, e que continuem a se multiplicar; Que, pelo menos, 10% dos muçulmanos da cidade de Makhachkala entreguem suas vidas ao Senhor Jesus até 2030.

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  30. 21

    Rota do Sol #21 Isfahan, Irã

    Isfahan tem uma população de, aproximadamente, 1 milhão e meio de habitantes, o que a torna a terceira maior cidade do Irã, após Meshed (Mashhad) e Teerã. A cidade foi a esplêndida capital das dinastias Seljuq e Safavid e, devido às suas magníficas praças públicas, alamedas, arquitetura (com belos azulejos pintados à mão) é considerada uma das cidades mais bonitas do mundo — o que motivou a expressão iraniana “Isfahan é metade do mundo”. Esta antiga cidade foi capital da Pérsia de 1598 a 1722, sendo conhecida por seus tapetes finos e filigranas de prata. Atualmente, fábricas têxteis e siderúrgicas têm o seu espaço. Historiadores atribuem aos safávidas os primeiros governantes a lançar as bases para uma consciência nacional no Irã, uma terra habitada por diversos grupos étnicos e religiosos. Eles instituíram o islamismo xiita como a religião do país, promoveram o sufismo e estabeleceram o capitalismo de estado para dar suporte aos objetivos políticos e sociais de grande alcance. A estrutura da cidade é importante por personificar esta unidade religiosa, comercial e política, e era excepcional no começo do mundo islâmico moderno. A maioria dos iranianos são muçulmanos dos Doze Imãs (um ramo xiita), que é a religião oficial do estado. Os dois pilares do xiismo iraniano são a promessa do retorno do 12° imã divinamente inspirado (que eles acreditam ser o mahdi, o messias islâmico xiita), e a veneração de seus antepassados martirizados. A ausência do imã contribuiu indiretamente para o desenvolvimento de um clero xiita no Irã moderno, cuja tendência ao status, particularmente no século 20, levou a uma proliferação de títulos honoríficos únicos no mundo islâmico. O clero xiita tem sido a força política e social predominante no Irã desde a revolução de 1979. Pequenas comunidades de cristãos, judeus e zoroastras também podem ser encontradas no país. Os cristãos são o grupo mais numeroso (sendo os armênios ortodoxos a maioria). Os assírios são nestorianos, protestantes e católicos romanos, assim como alguns convertidos de outros grupos étnicos. No Irã, todas as pessoas de etnia persa ou de origem muçulmana (mesmo que não pratiquem o Islã) são consideradas muçulmanas. Qualquer um que se torne cristão é declarado apóstata e pode encarar a morte. A constituição iraniana reconhece as religiões históricas minoritárias do zoroastrismo, judaísmo e cristianismo, mas não permite que igrejas evangelizem ou distribuam materiais em farsi (língua persa), e o proselitismo é proibido. Mesmo assim, o número de muçulmanos vindos para Cristo continua a crescer grandemente no Irã, apesar da perseguição. Senhor, o Evangelho está encoberto para muitos persas, que estão perecendo em Isfahan, pois sua mente foi obscurecida pelo deus deste século. Clamamos, ó Pai, por Tua misericórdia sobre esse povo! Ore para que a Palavra do Senhor seja conhecida em Isfahan, transformando vidas. Que o povo veja a glória de Cristo, que é a imagem de Deus. (2 Coríntios 4:3-6); Ore para que seja permitida a distribuição de material bíblico na língua persa. Que todos no Irã possam ter acesso ao Evangelho; Agradeça ao Pai pelo crescente número de convertidos a Jesus, mesmo em meio à perseguição. Que a luz de Cristo resplandeça nas trevas e dentro de cada coração; Peça ao Senhor que os moradores de Isfahan — esta bonita cidade — vejam a beleza do Evangelho; que seus olhos sejam abertos para enxergarem o Caminho que nos conduz à cidade celestial; Que 10% dos muçulmanos de Isfahan se tornem seguidores de Jesus até 2030.

  31. 20

    Rota do Sol #20 Ashgabat, Turcomenistão

    Ashgabat é a capital do Turcomenistão, um país localizado no sul da Ásia Central, ao longo do mar Cáspio. Com uma população de, aproximadamente, 820 mil habitantes, Ashgabat é uma cidade de características arquitetônicas ímpares, com as fachadas de 80% dos prédios totalmente recobertas de mármore branco importado. A impressionante “Mesquita Espiritual” — que custou mais de 1 bilhão de dólares — foi construída, em 2004, de acordo com as determinações do ditador Turkmenbashi. Apesar de ser um dos países mais ricos do mundo, o Turcomenistão é o menos visitado da Ásia Central — e está entre os sete destinos menos visitados do globo. Obter um visto de turismo só é possível como parte de um grupo turístico e é extremamente custoso. Os turcomenos são de maioria muçulmana. Do total de habitantes do país, 94% professam o islamismo e menos de 3,8% seguem o cristianismo, com apenas 0,1% de confissão evangélica. O governo autoritário do Turcomenistão é um dos mais repressores do mundo, com economia centralizada e sociedade fechada. Da mesma forma que em outras nações islâmicas, a perseguição vem tanto do governo quanto da sociedade. Muitas restrições são impostas à existência das igrejas, que são registradas e monitoradas. Cristãos podem ter seus negócios obstruídos, o que força muitos comerciantes e empresários a manterem sua fé em segredo. Cristãos de origem muçulmana (principalmente nas áreas rurais) podem sofrer todo tipo de assédio e intimidação, tanto da família quanto da comunidade, o que pode levá-los à prisão (às vezes, domiciliar), perda da herança, exposição à vergonha pública e surras como forma de pressão para negar a sua fé. Espera-se total submissão das mulheres — as solteiras aos pais e as casadas aos maridos. Por isso, as mulheres cristãs estão especialmente sujeitas à violência sexual, agressões verbais e detenção domiciliar. Às vezes, são raptadas, estupradas e forçadas a se casar com muçulmanos — como medida punitiva ou para honrar acordos feitos pelos pais. Estes casos dificilmente são reportados, pois trata-se de "ofensa à honra familiar". Elas também sofrem discriminação no trabalho e até a perda do emprego — o que as torna ainda mais dependentes da família. A importação e/ou impressão de literatura cristã são restritas. Apesar disso, desde 2016 os turcomenos têm à sua disposição a tradução completa da Bíblia. Oremos: Pai, com o Teu poder, toca o coração dos governantes do Turcomenistão. Que eles  suspendam tanta repressão contra o próprio povo; Abre as portas do Turcomenistão para que Teus servos possam entrar, levando em sua bagagem as Boas Novas da salvação em Cristo; Tem misericórdia do Teu povo que vive naquele país. Que, em meio à perseguição, eles encontrem a ousadia que vem do Teu Santo Espírito, não somente para perseverar, mas também para espalhar as sementes do Evangelho entre os familiares e a comunidade; Agradecemos-Te pela tradução da Tua Palavra! Pedimos que os cristãos tenham acesso a ela e aprendam os Teus ensinamentos de forma clara e fiel, a fim de transmiti-los aos outros turcomenos; Clamamos, ó Pai, por misericórdia para as Tuas filhas de origem muçulmana! Que elas não sofram a violência vinda da família, do marido e da sociedade. Que o testemunho dessas mulheres seja tal que seus filhos sejam impactados e libertos pela Verdade, que é Jesus Cristo. Senhor, que  10% dos habitantes de Ashgabat se tornem seguidores do Senhor Jesus até 2030.

  32. 19

    Rota do Sol #19 Herat, Afeganistão

    Herat é a terceira maior cidade do Afeganistão e a capital da província de mesmo nome. Localizada no vale fértil do rio Hari, a poucos quilômetros da fronteira com o Irã e o Turcomenistão, Herat — com seus mais de 3 mil anos de uma rica história — é um importante centro comercial, industrial, cultural e religioso do país. Ela foi conquistada, destruída e reconstruída várias vezes ao longo de sua existência e, hoje, com cerca de meio milhão de habitantes, é a maior e mais urbanizada cidade do oeste do Afeganistão. Herat tem acesso a outras cidades importantes, como Kandahar, Cabul e Mazar-e-Sharif. É famosa por seus inúmeros sítios históricos, como a Cidadela de Herat e o Complexo Musalla, com seus minaretes. Atualmente, é considerada mais segura que outras províncias do Afeganistão. Seus habitantes são conhecidos pela hospitalidade para com os estrangeiros e por serem mais religiosos que os moradores de Cabul. Assim como em todo o Afeganistão, a maioria dos muçulmanos de Herat é sunita, mas a convivência com o ramo xiita costuma ser bastante pacífica. Herat abriga uma sociedade multiétnica. Os povos tajique e farsiwan,  falantes da língua persa, compõem cerca de 65% da população, enquanto os pachtuns correspondem a 30% dos habitantes. Ali também vivem os hazaras (2%), usbeques (2%) e turcomenos (1%) — todos grupos muçulmanos. Deus Altíssimo, o Senhor é tremendo! O Senhor é o Rei da cidade de Herat. Que seus habitantes O louvem porque Tu és o grande Rei de toda a Terra! Tu estás assentado no Teu santo trono. (Salmos 47.2,6-8). Agradeça a Deus por guardar Herat da violência, e pelo povo amável e acolhedor que ali vive; Peça para que Deus desperte servos fiéis que queiram morar entre os heratis para proclamar e testemunhar de Jesus; Ore para que Deus Se revele em sonhos e visões, preparando o coração dos heratis para receber a Sua Palavra; Peça a Deus que essa cidade — tão antiga e dominada por tantos impérios — possa, enfim, ser governada pelo Rei Jesus; Ore para que, pelo menos, 10% dos muçulmanos de Herat venham a Jesus até 2030.

  33. 18

    Rota do Sol #18 Kandahar, Afeganistão

    Kandahar é a segunda maior cidade do Afeganistão (atrás apenas de Cabul), com uma população de 614.118 habitantes. É a capital da província de Kandahar e também centro de uma região cultural muito vasta. A área ao seu redor é uma das mais antigas povoações humanas conhecidas. Muitos impérios lutaram pela cidade devido à sua localização estratégica ao longo das rotas comerciais do sul, centro e oeste da Ásia. Kandahar é uma das cidades mais culturalmente significativas para os pashtuns e tem sido sua tradicional base de poder por mais de 300 anos. Os pashtuns constituem a esmagadora maioria da população, tanto da cidade quanto da província, incluindo grandes tribos como Barakzai, Popalzai, Alkozai, Niazi e Alezai. Pashto é a língua principal da cidade e da região. O persa também é compreendido por um número razoável de habitantes da cidade, especialmente os que servem no governo e os afegãos instruídos. Embora a sua história seja atormentada pela instabilidade, a cultura sem igual do Afeganistão continua a prosperar. Mas quando se pensa no Afeganistão, geralmente, costumam surgir imagens de guerra, violência e terror, devido às décadas de sofrimento nessa nação, que é uma das menos alcançadas do mundo: 99.9% da população é muçulmana, com 72 grupos étnicos não alcançados. O povo afegão tem sofrido muito nos mais de trinta anos de conflito, tanto de facções internas como de grupos externos. Uma guerra civil devastadora, seguida do domínio opressivo do Talibã — grupo islâmico extremista — criou uma sociedade onde mais da metade da população só conheceu a guerra. Sob o opressivo reinado talibã (1996-2001), as mulheres eram, frequentemente, obrigadas a se casar ainda quando crianças, não podiam receber educação ou ter empregos, eram obrigadas a usar uma burca completa em público e não podiam sair de casa sem a companhia de um homem (um parente). Atualmente, apesar de algum progresso, as mulheres continuam a ser um grupo particularmente vulnerável da sociedade. Embora impossível de documentar, é inegável que a igreja esteja crescendo e os muçulmanos se voltando para Cristo. Alguns encontraram Jesus em sonhos e visões; outros ouviram o Evangelho por meio de rádios cristãs. Os seguidores de Jesus que trabalham em agências de ajuda humanitária também manifestam o amor de Deus ao atender as imensas necessidades físicas da nação. Alguns destes trabalhadores humanitários morreram como mártires, mas, mesmo em meio a grande perseguição, talvez existam vários milhares de crentes no Afeganistão hoje! Em 2011, Kandahar ficou conhecida como a cidade assassina do Afeganistão, depois de ter testemunhado muitos assassinatos direcionados. Ore: Para que haja paz em Kandahar; que organizações terroristas não tenham domínio sobre essa cidade; Pela libertação dos traumas pós-guerra. Que homens, mulheres e crianças sejam libertos de todo o rancor, angústia e dor decorrentes de tanta violência; Kandahar é uma cidade multiétnica. Clamemos ao Pai para que surjam movimentos de discípulos nas etnias que habitam a cidade e todo o Afeganistão; Clamemos para que 10% dos muçulmanos de Kandahar creiam em Jesus até 2030. Senhor, tem misericórdia dessa cidade. Olha para os órfãos e as viúvas, recolhe-os em Teus braços, ó Pai. Reconstrói as famílias e sara os corações aflitos. Pai, que caiam por terra todo o medo e terror que habitam nesta cidade; que o Teu amor, graça e misericórdia sejam derramados em Kandahar e fluam como rios de água viva, transformando a mente e o coração de seus habitantes. Senhor, liberta esse povo!  Abre seus olhos espirituais para que possam conhecer e crer no Teu filho Jesus. Eles precisam de Ti, Senhor! Alcança-os pela Tua misericórdia, Pai. Pedimos Kandahar para o Senhor! Em nome de Jesus Cristo, amém!

  34. 17

    Rota do Sol #17 Andijan, Uzbequistão

    Andijan é uma cidade do Uzbequistão, localizada na província de mesmo nome, a sudeste do vale Fergana, perto da fronteira com o Quirguistão. A região é conhecida por seus lugares sagrados, como Imam-Ota, Tuzlik Masar, Ok Gur, a fonte Shirmanbulak, dentre outros. Andijan é uma das cidades mais antigas da região, com mais ou menos 2 mil anos de história. Atualmente, a população da província é de cerca de 3 milhões de pessoas, enquanto a cidade de Andijan tem em torno de 400 mil habitantes. Ali vivem pessoas de muitos grupos étnicos, sendo os uzbeques o maior deles, seguido pelos tajiks. Em todo o país, são aproximadamente 28 milhões da etnia uzbeque e 1,6 milhões de tajiks, entre outras etnias muçulmanas. De acordo com informações do Joshua Project, no Uzbequistão, o Islã conta com mais de 83% de adeptos (a grande maioria é de sunitas, sendo 1% de xiitas, concentrados em outras províncias do país). Apenas 2,3% da população professa o cristianismo, sendo 0,18% evangélicos. Entre os uzbeques, há apenas 0,01% de cristãos e, entre os tajiks, 0,07%. Pelas estimativas, serão necessários, aproximadamente, 580 obreiros para alcançarem esses dois grupos étnicos nesse país. Como em todo mundo islâmico, tornar-se seguidor de Jesus tem seu preço. Cristãos convertidos do Islã enfrentam, especialmente nas áreas urbanas, grande perseguição — pressão da família, amigos e comunidade, que os consideram traidores. O risco de perseguição é maior para as mulheres, porque, numa sociedade em que delas se espera submissão, não lhes é permitido escolher a própria religião. No Uzbequistão, atividades realizadas por grupos muçulmanos considerados extremistas são proibidas, e as atividades religiosas não controladas pelo governo são consideradas ilegais. Cristãos ou adeptos de outras religiões não cristãs que se filiam a igrejas, ou vão a outros locais de culto não registrados, são vistos como uma ameaça ao governo. Eles podem ter suas reuniões invadidas, ser levados presos ou mantidos em prisão domiciliar (por até 5 anos) ou, ainda, multados por participarem de atividades religiosas ilegais. Os líderes das igrejas são os principais alvos das autoridades, a fim de disseminar medo e ansiedade nas congregações. Qualquer tipo de proselitismo ou trabalho missionário é proibido e punido com prisão. Pai, nós clamamos ao Senhor pelo povo do Uzbequistão. Pedimos que o Senhor se manifeste de forma irrefutável àquele povo. Que eles conheçam a verdade em Jesus Cristo e sejam verdadeiramente livres. Pedimos pelo governo daquele país que, apesar de declarar que há liberdade religiosa, exerce um controle sobre os cidadãos, o que dificulta, mas não impede que eles ouçam a verdade, porque nós cremos que não há impossíveis para Ti! Pedimos pelos nossos irmãos que deixaram o Islã para serem seguidores de Jesus. Que o Teu Espírito os fortaleça para resistir a toda perseguição e lhes dê ousadia para propagar as Boas Novas aos seus familiares e amigos, estendendo o Teu Reino naquele país. Clamamos, ó Pai, pelas mulheres uzbeques. Que elas tenham liberdade em seu coração para seguir a Jesus e serem submissas a Ti, em primeiro lugar. Clamamos pelas crianças, ó Pai! Que elas tenham a oportunidade de Te conhecer e seguir o Senhor Jesus! Pedimos por aqueles Teus filhos que, porventura, tenham sido encarcerados. Que eles não desanimem, mas continuem confessando o Teu nome, apesar das circunstâncias adversas. Que muitos vejam os seus testemunhos no cárcere e venham a confessar Jesus como Senhor de suas vidas! Suplicamos, Pai, que 10% dos muçulmanos de Andijan tenham suas vidas transformadas pelo Senhor Jesus até 2030.

  35. 16

    Rota do Sol #16 Karachi, Paquistão

    Karachi, capital da província de Sinde, é uma cidade portuária localizada na costa do Mar Arábico, no sul do Paquistão. Centro industrial, econômico, comercial, portuário e de transportes do Paquistão, é uma das cidades em maior crescimento no mundo, e também um dos núcleos educativos mais importantes da Ásia meridional e do mundo islâmico. Embora os islâmicos correspondam a 96,5% da população, Karachi é considerada uma das cidades mais seculares e liberais do país. Sua língua majoritária é o urdu (a língua nacional), mas muitos outros idiomas e dialetos também são falados ali. Karachi é a cidade mais populosa e cosmopolita do Paquistão. É grande em diversidade, pois abriga o maior número de grupos étnicos, linguísticos e religiosos no país, tanto de paquistaneses quanto de estrangeiros — é o lar de um grande número de migrantes e refugiados. Os moajires indianos e seus descendentes representam quase a metade da população da cidade e há muitos outros refugiados da Índia, Afeganistão, Irã e Bangladesh. Atualmente, Karachi abriga também um dos maiores grupos de rohingyas que fugiram de Mianmar. A maioria dos habitantes é muito jovem (37,7% têm menos de 15 anos). Os maiores de 50 anos são apenas 4,4% da população. Violência, criminalidade, falta de infraestrutura e moradia adequada, terrorismo, desigualdade social e conflitos entre os tantos grupos étnicos são alguns dos muitos desafios da populosa e importante cidade de Karachi. Senhor, nós tapamos o muro e nos colocamos na brecha a favor da cidade de Karachi. Ó Deus, nós nos achegamos confiadamente junto ao Teu trono de graça, pedindo que Tu não a destruas; que essa cidade receba misericórdia e ache graça para socorro em ocasião oportuna. Como guardas sobre os muros, jamais nos calaremos, nem de dia nem de noite, e não descansaremos até que o Senhor ponha a cidade de Karachi por objeto de louvor na terra. (Hb. 4:16; Ex. 22:30; Is. 62:6-7 — ARA). VAMOS ORAR Pela diminuição da criminalidade e violência em Karachi; Pelos seus vários problemas urbanos; Pela população jovem da cidade; Por paz entre os diversos grupos étnicos que convivem ali; Por cura e restauração do coração dos refugiados em Karachi; Para que 10% dos habitantes de Karachi entreguem sua vida ao Senhor Jesus até 2030.

  36. 15

    Rota do Sol #15 Multan, Paquistão

    Multan é a capital da divisão administrativa de Multan, na província de Punjab, Paquistão. Localizada às margens do rio Chenab, é a sétima maior cidade do país e centro cultural e econômico do sul de Punjab. A história de Multan remonta à antiguidade, quando foi conquistada por Alexandre, o Grande. Nos séculos 11 e 12, a cidade atraiu uma multidão de muçulmanos sufis e acabou ganhando o apelido de Cidade dos Santos. Hoje, Multan e a cidade vizinha de Uch são famosas pelo número de santuários sufis que datam daquela era. Com, aproximadamente, 2 milhões de habitantes — muitos deles representando centenas de grupos étnicos — mais de 95% professam o islamismo. Em toda a divisão administrativa de Multan, menos de 1% da população segue a Jesus. O grupo étnico predominante na região é o punjab, que se divide em quatro grupos: muçulmanos, sikhs, hindus e cristãos. No entanto, o termo "punjab" refere-se mais à localização geográfica e ao idioma do que à religião. Os punjabis são o sétimo maior grupo étnico do mundo, em população total. Conflitos entre grupos étnicos ou dentro das próprias famílias são recorrentes. Como exemplos desses choques, podem ser citados os ataques a templos religiosos, a prisão — e até a execução — de pessoas acusadas do crime de “blasfêmia” contra Maomé ou símbolos da religião islâmica. As mulheres são as maiores vítimas da violência. As muçulmanas que se desviam dos valores da sociedade patriarcal islâmica podem ser assassinadas por quebra da “honra familiar”. Por outro lado, entre as mulheres de outras religiões — principalmente as cristãs de famílias mais pobres — há cada vez mais sequestros seguidos de estupro, conversões forçadas ao islamismo e casamentos forçados. Senhor, clamamos pela paz na cidade de Multan; clamamos pelos que têm fome de justiça; que eles sejam satisfeitos em Ti. Pedimos pelo governo paquistanês em todas as suas instâncias; que as leis criadas sejam obedecidas pelos cidadãos, para que haja convívio pacífico entre os grupos étnicos. Que cesse a violência generalizada, especialmente contra as mulheres. Pedimos que o Teu amor permeie o dia a dia dessas mulheres, muitas vezes oprimidas dentro do próprio lar. Tem misericórdia das meninas do Paquistão; que elas possam crescer em um ambiente de liberdade e escolher seguir-Te, Senhor, sem o medo de represálias da própria família. Pedimos por Teus filhos no Paquistão, ó Pai, especialmente por aqueles mais pobres, considerados pessoas de segunda classe e sem direitos. Clamamos por Tua misericórdia sobre os muçulmanos de Multan que, no seu extremo zelo religioso, não conseguem ver o engano e, em nome de Alá, justificam a perseguição contra os Teus filhos. Que esses perseguidores conheçam e se rendam a Ti! Clamamos que 10% dos punjabis de Multan venham a Ti, ó Pai, nos próximos 10 anos; e que a paz resultante na cidade desperte nos outros seguidores de Maomé o desejo de conhecer o verdadeiro Salvador Jesus Cristo.

  37. 14

    Rota do Sol #14 Faisalabad, Paquistão

    Faisalabad (“Cidade do Faisal”) recebeu este nome em 1979, em homenagem ao rei Faisal, da Arábia Saudita. É a terceira cidade mais populosa do Paquistão e está localizada em Punjab, uma província no leste do país, na fronteira com a Índia. Atualmente, é uma metrópole cosmopolita, além de um importante centro comercial e de distribuição. Ela é tida como o centro da indústria têxtil do Paquistão. Em 2020, foi eleita a quarta cidade mais rica do país — considerando a renda e a qualidade de vida de seus habitantes. Em Faisalabad, o Islã é professado por 97,22% dos habitantes e sua influência é visível em aspectos básicos da vida, como nas tradições culturais, casamentos e outras cerimônias, educação, dieta alimentar  e comportamento. As pessoas vivem em famílias extensas e bastante unidas, embora a família nuclear venha ganhando força devido às mudanças sócio-econômicas. A cultura paquistanesa ancestral ainda prevalece quando se trata da maioria dos casamentos (embora a questão do dote também esteja se modificando), assim como proibições relacionadas a etnias e castas. Ainda que esteja regredindo lentamente — com a ajuda da mídia e da modernização das comunidades — estudos recentes identificaram a existência de preconceito de gênero e discriminação contra mulheres, principalmente nas vilas. Oramos para que a cidade de Faisalabad ande na Luz, que seus habitantes tenham comunhão uns com os outros e o sangue de Jesus Cristo os purifique de todo o pecado. Que eles não enganem a si mesmos, mas aceitem a verdade e confessem seus pecados a Ti, Deus, pois és fiel e justo para perdoá-los dos pecados e purificá-los de toda injustiça. (1 João 1:7-9). Ore para que Deus prepare o coração dos habitantes de Faisalabad para receber o Evangelho de Jesus; Ore para que os pobres de Faisalabad tenham suas necessidades atendidas por Deus; Ore por relacionamentos pacíficos entre muçulmanos, hindus e cristãos em Faisalabad; Ore para que, pelo menos, 10% dos muçulmanos de Faisalabad venham a Jesus até 2030.

  38. 13

    Rota do Sol #13 Anantnag, Índia

    Anantnag é uma montanhosa e belíssima cidade a oeste do Himalaia, no território de Jammu e Caxemira. Devido à altitude extrema, a maior parte da região é coberta por neve e geleiras. Depois de quase ter sido reduzida a pó, em conflitos na década de 1990, Anantnag se recuperou rapidamente nos anos subsequentes ao acordo de cessar fogo entre Índia e Paquistão, em 2003. Hoje, está entre as 100 cidades de desenvolvimento econômico mais acelerado. Sua posição centralizada no principal eixo rodoviário norte-sul também a torna um centro de partida para inúmeros destinos turísticos. Lamentavelmente, o controle territorial da região voltou a ser fortemente disputado, com a China entrando no conflito, que se exacerbou em 2020 — especialmente durante os períodos de lockdown, por causa da Covid-19. Em 2021, é provável que o problema se agrave ainda mais. A população é de, aproximadamente, 1,1 milhão de pessoas. As línguas consideradas oficiais são o hindi, o caxemire, o dogri, o urdu e o inglês; a taxa de alfabetização na região está em torno de 63%. Além da agricultura, muitos habitantes são carpinteiros habilidosos, tapeceiros e fabricantes de roupas para o rigoroso inverno. O turismo — uma importante fonte de renda para a cidade — tem declinado nos últimos anos, devido à violência na região. Do hospitaleiro povo caxemire, 97,6% são muçulmanos sunitas, que seguem um rígido código de conduta, influenciados pelo Islã místico e pela cultura persa. Há, ainda, 1,7% de hindus e 0,6% sikhs. Apenas 0,1% da população é cristã. Muitos caxemires já ouviram falar de Jesus Cristo, mas O consideram um mero profeta e mestre, e acreditam que a Bíblia está errada nos pontos em que contradiz o Corão. Os cristãos são considerados imorais e pervertidos, e os muçulmanos convertidos ao cristianismo, frequentemente, sofrem perseguição. Senhor, oramos para que: Em tempos de conflitos por controle territorial, o Teu Espírito convença o povo caxemire de que toda a terra, o mundo e todos os que nele habitam são Teus, e que eles também estão incluídos no Teu plano de amor para a salvação de todos os povos; Que eles tenham sonhos e visões de Ti, Jesus, e que venham a entender que Tu és o verdadeiro Senhor, não importam as circunstâncias; Que eles saibam que em Ti, Jesus, é possível ter a paz interior que excede todo o entendimento, mesmo em meio a guerras; Pedimos que o pequeníssimo número de cristãos ali se mantenha firme na fé, mesmo quando perseguidos; que sejam sal e luz entre o seu próprio povo; Pedimos que o Senhor envie mais obreiros corajosos e audaciosos para aquela região, pois a seara é tão grande! Pedimos, ó Pai, 10% dos caxemires para Jesus nos próximos dez anos, para a salvação deles, alegria do Teu povo e honra e glória ao Teu nome!

  39. 12

    Rota do Sol #12 Meerut, Índia

    Meerut é uma cidade do estado indiano de Uttar Pradesh e está localizada na junção de várias estradas e linhas férreas. É um centro de comércio de produtos agrícolas e possui uma quantidade considerável de indústrias. Conhecida como a "Cidade Esportiva da Índia", nela é alta a produção de artigos esportivos e instrumentos musicais, além de ser o centro de educação no oeste de Uttar Pradesh. Sua população é de 1.571.434 habitantes e o hinduísmo é a religião majoritária, com 61,15% de seguidores. O Islã é a segunda religião mais popular, com cerca de 470.595 (36,05%)². O cristianismo é seguido por 5.367 (0,41%). Desde 2013, há na região ciclos de violência entre muçulmanos e hindus. Antigamente, eles costumavam conviver de forma muito pacífica em suas aldeias. O problema começou com um acidente de motocicleta envolvendo hindus e muçulmanos. Sedentos de vingança, começaram a matar uns aos outros. Depois disso, estupros, assassinatos e todo tipo de violência se tornaram corriqueiros. Um jornalista indiano narra um certo dia em que hindus se reuniram em um templo: "(...) os oradores anunciavam uma luta até a morte contra os muçulmanos. Era preciso mostrar a nós, muçulmanos, nosso devido lugar, e defender a honra das mulheres hindus. A caminho da reunião, os homens tiravam as burcas das mulheres e as assediavam, além de puxar as barbas dos homens muçulmanos. Espalharam-se falsos rumores de que muçulmanos haviam assassinado hindus e jogado seus corpos no canal. A raiva das multidões atingiu seu ápice". Os muçulmanos desaparecem das aldeias, ou porque estão fugindo para outros lugares ou porque foram assassinados por seus próprios vizinhos. Somente Deus pode trazer paz e quebrar os ciclos de violência em Meerut e em todo o estado de Uttar Pradesh. Oro contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas e contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais, que estão fomentando a intolerância e o ódio entre hindus e muçulmanos em Meerut e nos arredores de Uttar Pradesh. Oro para que Tu, Rei da Glória, interfiras com misericórdia. Clamo a Ti, Senhor forte e valente, Senhor poderoso em batalha! (cf. Ef. 6.12, Sl. 24:8). Peça para que o Príncipe da Paz quebre esse ciclo de violência e morte entre hindus e muçulmanos na cidade de Meerut. Ore para que os poucos seguidores de Jesus sejam fortalecidos pelo Espírito Santo para levar as Boas Novas aos seus vizinhos. Rogue ao Senhor da seara para que envie obreiros a Meerut, para treinar a igreja local e, juntos, iniciarem movimentos de discípulos entre os muçulmanos. Que 10% dos muçulmanos de Meerut sigam a Jesus até o ano de 2030.

  40. 11

    Rota do Sol #11 Rampur, Índia

    Rampur é a capital do distrito de mesmo nome no estado de Uttar Pradesh — o estado mais populoso da Índia e um dos mais pobres e violentos também, onde já ocorreram três atentados terroristas islâmicos entre 2006 e 2010. No distrito de Rampur, cerca de 50% da população professa o islamismo. Na cidade de Rampur, 70% dos habitantes são muçulmanos descendentes dos pachtuns rohillas, uma etnia afegã que chegou à Índia no século 18, dominando Rohilkhand, a antiga região que englobava Rampur. Atualmente, os rohillas são um dos maiores grupos muçulmanos de Uttar Pradesh. A economia de Rampur é majoritariamente agrícola, devido ao solo fértil. Suas principais indústrias são as de produção de vinho,  processamento de açúcar,  tecelagem e  fabricação de equipamentos agrícolas. A indústria de produção de pipas é uma das principais e mais antigas atividades da cidade e a produção de cigarros artesanais também está em crescimento. Já as famosas facas vêm perdendo popularidade, depois de uma regulamentação estadual. A cidade de Rampur está mergulhada na pobreza e no analfabetismo como nenhuma outra região de Uttar Pradesh e, em pesquisa recente, foi considerada a pior cidade da Índia para se morar. Rampur não tem nenhuma unidade de tratamento do lixo, nem ônibus municipais. O fornecimento de energia elétrica é problemático, hospitais e escolas sofrem com a falta  de itens básicos. A recente onda de nacionalismo hindu, promovida pelo governo federal, está provocando protestos por parte da população, com repressão policial nessa cidade de maioria muçulmana, onde há apenas 0,24% de cristãos. Oramos para que a cidade de Rampur, que vive à sombra da morte, veja a Ti, Senhor Deus, glória e luz perpétua desse povo. Que a cidade de Rampur, que jaz em trevas, veja grande luz, porque resplandeceu-lhes a Tua luz. (Is. 9:2; 60:19-20; Mt. 4:16). Ore para que Deus Se revele ao povo de Rampur. Ore por encorajamento para a minoria cristã que mora em Rampur e em todo Uttar Pradesh. Ore por pessoas dispostas a viver e ser luz entre os muçulmanos de Rampur. Ore por melhores condições de vida para o povo de Rampur. Ore para que 10% dos muçulmanos de Rampur venham a Jesus até 2030.

  41. 10

    Rota do Sol #10 Urumqi, China

    Urumqi (com cerca de 3,5 milhões de habitantes) é a capital da Região Autônoma Uigur de Xinjiang, na China ocidental, e lar do povo uigur. Após longas disputas pelo controle do território, Urumqi tornou-se a maior cidade e o maior centro comercial da Ásia Central, com importância estratégica internacional. Desde meados do século 20, Urumqi desenvolveu-se não apenas como capital regional e centro cultural de Xinjiang, mas também como uma base industrial importante. É rica a região, com atividades agrícolas, minas de carvão e outros minérios, além da produção e refino de petróleo. Também existe ali um enorme parque eólico. Os uigures de Xinjiang são muçulmanos sunitas. Sua organização social gira em torno da aldeia. A chegada de milhões de chineses da etnia majoritária (han), em meados dos anos 1950, inviabilizou qualquer esperança de independência acalentada pelos uigures. No final do século 20, a população han constituía dois quintos da população total de Xinjiang. Disparidades econômicas e tensões sociais cresceram entre as duas etnias e, por fim, resultaram em graves conflitos, incluindo um surto particularmente violento em Urumqi, onde morreram 200 pessoas e outras 1700 pessoas ficaram feridas. Ataques terroristas posteriores levaram as autoridades chinesas a iniciar uma perseguição aos uigures, o que resultou, em 2017, a mais controversa medida governamental: o encarceramento, por tempo indefinido, de mais de 1 milhão de uigures em “centros de treinamento político” semelhantes aos campos de reeducação da era Mao. Outras medidas repressoras incluem: destruição generalizada de mesquitas e outros edifícios religiosos; esterilização e abortos forçados em mulheres uigures, estupros e outras formas de violência contra as encarceradas; retirada das crianças do seio de suas famílias; proibição do uso da língua uigur nas escolas e de trajes típicos da etnia, entre outros. Os Estados Unidos e a Austrália, bem como agências de direitos humanos, têm pedido à ONU que classifiquem essa repressão como um genocídio. O Parlamento do Canadá já assim a considera. Sabe-se que, nos campos de reeducação de Xinjiang, há ainda dissidentes de outras minorias étnicas, bem como cristãos. Ore: Para que Deus tenha misericórdia dos uigures e outros muçulmanos expostos ao genocídio em Xinjiang; Para que os cristãos detidos nos campos de reeducação em Xinjiang possam resistir às dores, sofrimentos, perseguições. Para serem sal e luz, não somente entre os uigures, mas também entre os soldados e guardas, anunciando a única esperança para todos: Jesus; Para que o Espírito Santo mova de tal forma o coração dos soldados e guardas dos campos de reeducação que tenham repulsa contra seus próprios atos violentos contra as mulheres uigures; Para que as famílias uigures possam receber de volta seus filhos, dos quais foram separadas à força; Para que os países se unam de forma sensível e sábia para pressionar o governo chinês a retirar a repressão sobre os uigures e parar com as práticas de genocídio; Para que os crentes de todas as nações sintam o peso e a urgência da necessidade de intercessão por esse povo; Para que o Senhor, em sua imensa misericórdia, salve 10% dos uigures de Xinjiang (e onde quer que estejam espalhados) nos próximos 10 anos.

  42. 9

    Rotado Sol #9 Guwahati, Índia

    Guwahati, chamada de “Porta de Entrada para o Nordeste da Índia”, é a maior metrópole da região e um alvo altamente estratégico para o trabalho entre muçulmanos. Multiétnica, a cidade está em crescimento demográfico acelerado e é o centro comercial mais importante de Assam, estado limítrofe com Bangladesh, país de maioria muçulmana. O grande número de templos hindus garante a Guwahati o apelido de “Cidade dos Templos”, mas o islamismo (de maioria sunita) é a religião que mais cresce no estado de Assam. Atualmente, é seguido por 12% da população de Guwahati. Em vertentes de forte sincretismo com o hinduísmo, esses muçulmanos participam dos festivais e práticas hindus, e permitem que suas filhas se casem com homens hindus. Na cidade, os cristãos correspondem a 0,93% da população. A Bíblia completa e recursos auxiliares em áudio, vídeo e texto estão disponíveis em assamês, bengali, hindi e bodo, o que corresponde a 95% das línguas faladas em Guwahati e também no idioma urdu, a língua falada pelos muçulmanos. Nos últimos anos, conflitos violentos entre os civis hindus e o governo nacionalista têm atingido muçulmanos e cristãos por toda a Índia, e Guwahati não é a exceção. O estado de Assam tem a segunda maior população muçulmana do país em termos percentuais, atrás apenas da Caxemira. Os muçulmanos de Assam são uma comunidade mista constituída por, pelo menos, quatro diferentes grupos: muçulmanos assameses, bengalis, bhotiyas e imigrantes chamados de miya. “Senhor Deus, enviaste Jesus como testemunha para que testificasse a respeito da luz, a fim de que também os povos muçulmanos em Guwahati venham a crer por intermédio dele. Que Jesus seja anunciado ali, que as trevas se dissipem e muitos tenham sua mente e coração iluminados com o conhecimento da tua glória e o teu amor.” (Cf. Jo.1.7; Lc.2:32, 1Jo 1:5). Ore pedindo que Jesus se revele aos muçulmanos de Guwahati em sonhos e visões; Peça para que Deus dê aos líderes das igrejas locais, estratégia e visão corretas para alcançar os muçulmanos da região; Peça por obreiros que estejam dispostos a ir a Guwahati; Clame por paz entre os grupos étnicos da região; Ore pela salvação de 10% dos muçulmanos em Guwahati até 2030.

  43. 8

    Rota do Sol #8 Noakhali, Bangladesh

    Noakhali é um distrito no sudoeste de Bangladesh, localizado na divisão Chittagong. Foi estabelecido como distrito em 1821 e oficialmente nomeado Noakhali em 1868. Sua população é de pouco mais de 3 milhões e 100 mil pessoas. Em todo o país, os muçulmanos bengali são o grupo etno-religioso predominante, com uma população de 146 milhões, o que faz deles quase 90% da população da nação. Este fato torna Bangladesh o terceiro maior país de maioria muçulmana, depois da Indonésia e do Paquistão. Os muçulmanos bengali também são o segundo maior grupo étnico do mundo, atrás apenas dos muçulmanos árabes. A maioria dos muçulmanos de Bangladesh são membros do ramo sunita do Islã. Na cidade de Noakhali, especificamente, o Islã é a religião predominante, pois 95% da população é muçulmana. A trágica história dos hindus de Bengala Oriental (que posteriormente se tornou Paquistão Oriental e agora é Bangladesh) começa com o genocídio de Noakhali, que foi um prelúdio para o que se desenrolou nos anos seguintes. Em 1946, o distrito de Noakhali foi o cenário de uma horrível carnificina que a historiadora Yasmin Khan descreveu como determinada por uma “clara organização estratégica (onde as estradas para entrar e sair da quase inacessível região foram completamente fechadas)” (The Great Partition: The Making of India and Pakistan. Yale University Press, 2008); pelo menos 5.000 hindus foram massacrados, centenas de mulheres hindus violentadas e milhares convertidos ao Islã à força; muitos fugiram para a Índia. Mesmo a missão de paz de Mahatma Gandhi em Noakhali fracassou na tentativa de reprimir as atrocidades contra os hindus, que não diminuíram durante a estada dele. Exasperado, Gandhi deixou Noakhali, instigando os hindus de lá: “Saiam de Noakhali ou morram” (NY Times. 8 de Abril de 1947). O povo de Noakhali tem como seu idioma noakhailla, uma língua begali-assamesa de Bangladesh. Ela é usada não só pelo povo de Noakhali, mas também por povos de outros distritos em Bangladesh e em algumas partes da Índia. Os grupos escolarizados, elitistas, políticos e influentes de Bangladesh normalmente preferem a forma padrão do bengalês para a comunicação mais pública. Eles conservam o dialeto para a comunicação mais privada, restrita aos membros da comunidade nativa da Grande Noakhali. "O Senhor se tornou acessível ao povo de Noakhali  que não perguntava a seu respeito; será achado por eles, que não o procuravam. Aos bengalis que não clamavam pelo seu nome, o Senhor diz: Eis-me aqui, eis-me aqui.” (cf. Isaías 65.1). Peça a Deus que o ódio das pessoas pelo povo de Noakhali, devido o passado histórico, seja quebrantado pelo poder do Evangelho. Clame para que Deus envie obreiros a Noakhali, a fim de espalhar o amor de Cristo nessa cidade. Ore para que se levante um povo que ame a Deus, uma igreja forte que semeia a Palavra por onde for. Que  10% dos muçulmanos de Noakhali se cheguem a Jesus até o ano de 2030.

  44. 7

    Rota do Sol #7 Cox’s Bazar, Bangladesh

    Cox's Bazar é um resort turístico popular no sudeste de Bangladesh, situado ao longo da Baía de Bengala, a cerca de 100 km ao sul de Chittagong. A maior parte da cidade é construída sobre uma várzea mais baixa do que as dunas, tornando-a mais suscetível às inundações causadas por ciclones e tempestades. As principais atividades econômicas, além do turismo, incluem processamento de pesca, produção de sal, etc. A produção de vestuário e tecelagem, a carpintaria e a metalurgia são destaques nas indústrias caseiras. Oficialmente, a população de Cox’s Bazar é de aproximadamente 3 milhões de pessoas, de 152 grupos étnicos, dos quais 87 a 92% são muçulmanos (140 grupos étnicos não alcançados). A minoria muçulmana birmanesa (Mianmar)  rohingya — cerca de 500 mil imigrantes, de acordo com o Joshua Project — está incluída nesse número. Apenas 0,8% de toda a população de Cox’s Bazar é cristã, englobando qualquer tipo eclesiológico, conforme definido na Operação Mundo. Em agosto de 2017, a violência extrema irrompeu no estado de Rakhine, em Mianmar, forçando centenas de milhares de civis a fugirem de suas casas. Um ano depois, cerca de 725.000 refugiados de Mianmar buscaram segurança no país vizinho, Bangladesh, o que transformou Cox's Bazar no maior campo de refugiados do mundo. A maioria dos refugiados de Cox's Bazar pertence aos rohingya. Mais da metade deles são crianças. Em maio de 2020, o primeiro caso de Coronavírus foi detectado entre os 860.000 refugiados que vivem no distrito de Cox's Bazar. No dia 21 de maio (a Noite do Poder para os muçulmanos), enquanto milhares se preparavam para as orações, uma chuva e vento fortes começaram a castigar a região. No dia seguinte, os refugiados acordaram com deslizamentos de terra, inundações e dezenas de abrigos destruídos. "Embora Bangladesh tenha mantido suas obrigações internacionais de não forçar os refugiados rohingya a voltarem para Mianmar, o governo adotou medidas severamente repressivas, negando-lhes o direito à informação, educação e saúde; deteve centenas de refugiados em uma ilha de aluvião, propensa a inundações, na baía de Bengala, sem liberdade de locomoção ou  acesso a serviços essenciais humanitários e de proteção". Ore para que o Senhor envie trabalhadores para espalhar as boas sementes do evangelho entre os grupos étnicos não alcançados em Cox's Bazar; Ore para que o Senhor abra portas para que os trabalhadores alcancem os refugiados birmaneses em Cox's Bazar; Ore para que o Senhor proteja os refugiados da violência de pessoas de fora e dentro dos campos, especialmente contra mulheres e crianças; Ore também para que o Senhor livre os refugiados de doenças, especialmente da Covid-19; Ore para que o governo bengali ofereça melhores condições de vida aos refugiados; Ore para que, acima de tudo, Jesus seja conhecido entre os refugiados de Cox’s Bazar e outros muçulmanos, para a salvação deles e para a glória de Deus. Link youtube: https://youtu.be/3NMTWUAKhKw Link pdf informações: https://drive.google.com/file/d/1RWeaJBojOAXEogYPkES9K7D6tH1BHRV2/view?usp=sharing

  45. 6

    Rota do Sol #6 Padang, Indonésia

    Padang é a capital e maior cidade da província indonésia de Sumatra Ocidental. A área metropolitana de Padang é a terceira mais populosa de Sumatra, com mais de 1,4 milhões de habitantes. Padang é popularmente conhecida pela sua culinária, suas as praias ao pôr do sol e sua cultura minangkabau. A Grande Mesquita da Sumatra Ocidental é uma mesquita nova e moderna construída com a arquitetura minangkabau. Ela localiza-se em Jalan Khatib Sulaiman, no centro de Padang. A Grande Mesquita de Ganting, a mais antiga mesquita em Padang e uma das mais antigas da Indonésia, é uma atração turística popular. Padang é o lar dos minangkabau, também chamados de minang, que são muçulmanos ortodoxos. Há um ditado minangkabau que diz assim: "Ser minangkabau é ser muçulmano". Os minangkabau que deixam o Islã, são rejeitados por suas famílias e vizinhos, e normalmente perdem seus empregos, eles são a maior sociedade matriarcal do mundo, onde o nome e a herança da família são transmitidos pela linhagem feminina. Jesus ,que os muçulmanos em Padang caminhem na luz de Cristo. Que eles possam conhecer Jesus como a luz do mundo, não andando em trevas, mas tendo a luz da vida. (João 8:12) De acordo com diversas fontes, os minangs são 99% muçulmanos. Há uma mesquita em cada vila. Contudo, a influência do animismo ainda é evidente na vida deles, fazendo-os ter medo da floresta e acreditar que o canto de um certo pássaro é o som de um fantasma ou de um espírito maligno. Pelo fato de impactarem quase todos os aspectos da vida indonésia, incluindo o governo e as artes, esse poder lhes deu uma falsa sensação de segurança, fazendo com que não vejam necessidade do evangelho. Ore para que Deus amoleça o coração dessas pessoas, para que tenham sede de um relacionamento verdadeiro e genuíno com Deus. Ore por aqueles que creem em Cristo, para que tenham a graça de Deus a fim de suportar a perseguição por parte da família e da comunidade. Peça a Deus que lhes dê sabedoria e coragem aos nossos irmãos e irmãs em Padang, para que compartilhem o evangelho com ousadia e amor. Ore para que Deus envie obreiros a Padang e, assim que chegarem lá, levem o evangelho às pessoas e sejam fiéis às oportunidades que Deus der a cada um. Ore para que Deus redima 10% dos muçulmanos em Padang até 2030.

  46. 5

    Rota do Sol #5 Pattani, Tailândia

    Pattani, cidade ao sul da Tailândia, é a capital da província de Pattani, na costa leste da Península da Malásia. A população da cidade é de um pouco mais de 40.000 habitantes, sendo um misto dos grupos étnicos malaio, tailandês e chinês e das religiões muçulmana e budista. A maior parte da população é malaio-muçulmana e seu trabalho é autônomo, como agricultores ou pescadores. A cidade é localizada na foz do rio Pattani. Pattani era uma cidade-estado muçulmana independente, dominando uma grande porção de seus arredores até o século 16, quando se tornou um estado vassalo de Sião (atual Tailândia). Os malaios pattani formam uma comunidade étnica de muçulmanos devotos, descendentes de muçulmanos malaios. Devido à sua dedicação à fé islâmica, os pattani possuem uma identidade distinta na Tailândia. Eles vivem em um lugar que é como um ecótono cultural (isto é, uma região de transição) entre as culturas malaias muçulmanas ao sul e as culturas tailandesas budistas ao norte. Com o passar dos anos, sua cultura muçulmana única os levou a muitos movimentos separatistas contra o governo tailandês. Como a província de Pattani está muito distante do centro do governo tailandês, os pattani têm desenvolvido um sentimento de singularidade e independência. Contudo, cada vez que o governo tenta centralizar o controle no estado, a independência dos malaios pattani é ameaçada. Isto tem causado ressentimentos em relação ao governo. A província de Pattani foi uma das primeiras regiões do sudeste da Ásia a adotar o Islã, a partir do século 14. Há 636 mesquitas, de acordo com o Departamento de Assuntos Religiosos, sendo que 99% são associadas ao islamismo sunita e o 1% restante, ao islamismo xiita. Não há seguidores de Cristo conhecidos entre os malaios pattani. Ó Senhor, as Boas Novas estão encobertas aos muçulmanos pattani que estão perecendo, pois o deus deste mundo tem cegado suas mentes. Faça com que os malaios pattani descrentes vejam a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. Oro para que eles vejam Jesus Cristo como Senhor. Que a sua luz resplandeça na escuridão e em seus corações, dando a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo Jesus. (2 Coríntios 4:3-6) * Ore pela paz de Deus na cidade de Pattani. * Ore para que o Espírito Santo revele Cristo aos líderes malaios pattani. * Ore para que o Deus Filho, Jesus Cristo, se revele aos líderes malaios pattani em sonhos. * Peça ao Senhor que levante pessoas de paz entre os malaios pattani que receberão o evangelho e o transmitirão a muitos outros. * Ore para que 10% dos muçulmanos pattani venham a Jesus nos próximos 10 anos.

  47. 4

    Rota do Sol #4 Yinchuan, China

    Yinchuan é a cidade e capital da Região Hui Autônoma de Ningxia, no centro norte da China. O nome da cidade significa literalmente "rio de prata", ela tem uma população total de 2,29 milhões de habitantes. De frente para o rio Amarelo, no leste, Yinchuan desfruta de belas paisagens naturais e condições favoráveis para a agricultura. Há tempos ganhou a fama de "Cidade à Beira do Rio no Noroeste" e "Lar de Peixes e Arroz". O Islã tem seguidores na China há séculos. Yinchuan é um centro para os povos minoritários hui (muçulmanos chineses) do país, que constituem um terço da população local, a cidade, é um tesouro da cultura chinesa-muçulmana e uma das poucas partes da China onde uma minoria étnica detém o poder de governo. Yinchuan possui amplas relações culturais e econômicas com os países islâmicos. A cidade agora é, por exemplo, o local permanente da Expo China-Árabe, uma plataforma internacional de intercâmbio cultural e econômico entre a China e os países árabes. Os hui falam mandarim comum; apesar disso, em alguns locais, palavras persas e árabes foram acrescentadas a seu vocabulário. Em meados do século 7, comerciantes árabes e persas viajaram para a China em busca de riquezas. Além disso, no século 13, os mongóis transformaram as pessoas em exércitos móveis durante suas conquistas na Ásia Central e as enviaram para a China. Esperava-se que esses civis se estabelecessem em diversos locais para cultivar, enquanto se mantinham prontos para o combate, mas, como artesãos, estudiosos, oficiais e líderes religiosos, eles se espalharam por toda a China. Essas pessoas são os ancestrais dos hui de hoje. Atualmente, as restrições que os muçulmanos enfrentam na China remontam a 2015, quando o sr. Xi (presidente da R.P.C.) levantou pela primeira vez a questão do que ele chamou de "sinicização do Islã", dizendo que todas as crenças deveriam estar subordinadas à cultura chinesa e ao Partido Comunista. Em 2018, o governo do sr. Xi emitiu uma diretiva confidencial ordenando às autoridades locais que impedissem o Islã de interferir na vida secular e nas funções do Estado. As estatísticas oficiais indicam que agora existem mais mesquitas na China do que templos budistas: 35.000 em comparação com 33.500. No último ano, dezenas de mesquitas foram alteradas, fechadas ou totalmente destruídas. Nos últimos três anos, 90% dos obreiros entre os muçulmanos foram expulsos ou saíram do país. - Ore para que Deus levante mais obreiros para falar do amor de Jesus ao povo hui. - Clame para que a igreja chinesa se levante para falar do amor de Deus aos muçulmanos chineses. - Ore para que a perseguição por parte do governo que os hui estão sofrendo, possa levá-los a buscar a verdadeira razão de viver em Jesus. - Ore para que se levante uma igreja forte entre os hui de Yinchuan. - Ore para que 10% dos hui em Yinchuan conheçam Jesus até 2030.

  48. 3

    Rota do Sol #3 Kuala Terengganu, Malásia

    Hoje vamos conhecer Kuala Terengganu, na Malásia: o distrito onde está localizada a capital do estado e a sede dos sultões de Terengganu. A cidade está situada às margens do rio Terengganu e é a capital do estado de Terengganu no lado leste da Malásia Peninsular.   ===========================================================================   Ore por mais intercessores pelo povo de Kuala Terengganu.   Ore para que Deus levante os crentes maduros entre eles, para que sejam mentores de outros que tenham potencial para liderança.   Ore pelo Sultão e pelo Menteri Besar, ou seja, pelo Governante e o Chefe de Estado de Kuala Terengganu.   Ore para que o povo de Deus atenda ao chamado de ir e ser sal e luz entre os malaios em Kuala Terengganu.   Ore pela salvação de 10% dos muçulmanos em Kuala Terengganu até 2030.

  49. 2

    Rota do Sol #2 Makassar, Indonésia

    Hoje vamos conhecer Makassar, capital da província indonésia de Sulawesi do Sul. Uma cidade que localiza-se na costa sudoeste da ilha de Sulawesi voltada para o estreito de Makassar.    Ore para que os olhos dos Bugis sejam abertos para ver a Jesus Cristo como Senhor e Salvador.  Ore por obreiros que estejam dispostos a perseverar neste ambiente hostil.   Ore para que Deus levante trabalhadores que entendam a cultura muçulmana e que possam efetivamente levar o evangelho a eles.  Ore para que 10% dos muçulmanos em  Makassar venham para os pés de Jesus em 10 anos.

  50. 1

    Rota do Sol #1 Banjarmasin, Indonésia

    Hoje vamos conhecer Banjarmasin, capital de Kalimantan do Sul, uma província da Indonésia na ilha de Bornéu, próxima ao mar de Java.   Peça ao Senhor da seara que envie aqueles que estão dispostos a ir e compartilhar Cristo na cidade de Banjarmasin.  Ore para que Deus se revele às pessoas de Banjarmasin em sonhos e visões.   Ore para que Deus use cristãos indonésios para compartilhar Cristo em Banjarmasin.  Peça ao Senhor que salve líderes-chave na cidade, para que estes proclamem ousadamente o Evangelho.  Clame com autoridade sobre os principados e poderes espirituais que estão mantendo as amarras, para que haja libertação.   Peça a Deus para levantar um grande exército de intercessores para se colocar na brecha pela cidade de Banjarmasin.  Que 10% do povo banjar venha a Jesus nos próximos 10 anos.  Junte-se conosco em oração pela visão 10/10: que nos próximos 10 anos, 10% do mundo muçulmano se tornem seguidores de Jesus.

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No ano de 2021 vamos seguir a Rota do Sol em intercessão pelo mundo muçulmano. Ao longo do ano, vamos interceder por 50 cidades estratégicas, solicitando a Deus que 10% dos locais dessas cidades conheçam Jesus nos próximos 10 anos.

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