PODCAST · education
TIC, Educação e Web
by Jorge Borges
A Tecnologia ao serviço da Educação
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Da cultura da facilidade à ética do esforço
O vídeo apresenta as perspetivas críticas do filósofo José Antonio Marina sobre as falhas estruturais do sistema educativo contemporâneo. O autor argumenta que promover a felicidade individual como um objetivo supremo e de fácil alcance constitui um equívoco pedagógico grave. Segundo o pensador, esta abordagem negligencia a importância do esforço pessoal e da resiliência na formação dos jovens. O texto explora a necessidade de reintroduzir valores éticos e o sentido de responsabilidade no processo de aprendizagem. Através desta análise, Marina defende uma reforma na forma como a sociedade prepara as novas gerações para os desafios reais da vida adulta.
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O grande erro da educação
Este podcast apresenta as perspetivas críticas do filósofo José Antonio Marina sobre as falhas estruturais do sistema educativo contemporâneo. O autor argumenta que promover a felicidade individual como um objetivo supremo e de fácil alcance constitui um equívoco pedagógico grave. Segundo o pensador, esta abordagem negligencia a importância do esforço pessoal e da resiliência na formação dos jovens. O texto explora a necessidade de reintroduzir valores éticos e o sentido de responsabilidade no processo de aprendizagem. Através desta análise, Marina defende uma reforma na forma como a sociedade prepara as novas gerações para os desafios reais da vida adulta.
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510
Aristóteles «diagnosticou os nossos problemas há mais de dois mil anos»
Há entrevistas que envelhecem mal ao fim de poucas semanas. Esta não é uma delas. Publicada no suplemento Artes y Letras do jornal chileno El Mercurio, a propósito do lançamento de «Lecciones de Aristóteles» pela editora Taurus, a conversa com o filósofo britânico John Sellars parte de uma pergunta simples — porque é que ainda vale a pena ler um autor com mais de dois mil anos — para chegar a um território que qualquer professor, bibliotecário ou diretor de escola reconhecerá de imediato: a falta de tempo para pensar, a dificuldade em viver em comunidade e a tentação de resolver tudo aos extremos.
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509
Aristóteles contra o esgotamento digital
O podcast centra-se numa entrevista ao filósofo John Sellars, que explora a relevância atual do pensamento de Aristóteles no contexto educativo e social contemporâneo. O autor defende que as ideias antigas sobre a capacidade de contemplação e o tempo para pensar são antídotos cruciais contra a distração digital e a impulsividade das redes sociais. Destaca-se também a visão do ser humano como um animal social, reforçando que a verdadeira autonomia depende da nossa integração e interdependência na comunidade. A obra sugere que a teoria do termo médio aristotélica oferece uma ferramenta prática para combater a polarização política e o extremismo, promovendo o equilíbrio e o compromisso. Em suma, as fontes apresentam a filosofia clássica como um guia essencial para desenvolver o pensamento crítico e a cidadania nas escolas de hoje.
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508
Sinais de que a instituição de ensino precisa de formação em Inteligência Artificial
Uma instituição de ensino precisa de formação em IA quando docentes, gestores e alunos revelam baixa literacia em inteligência artificial, ausência de integração pedagógica das ferramentas e falta de políticas éticas e tecnológicas para o seu uso. Esses sinais aparecem tanto nas práticas de sala de aula como na estratégia institucional, e indicam um risco real de desadequação face ao futuro do trabalho e da cidadania digital.
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507
Sinais de que a instituição de ensino precisa de formação em Inteligência Artificial
Onde se aborda a necessidade urgente de as instituições de ensino implementarem estratégias formais de formação em Inteligência Artificial para docentes e gestores. Os autores identificam sinais de alerta, como a baixa literacia digital, a visão da IA meramente como uma ferramenta de plágio e a falta de políticas éticas ou de proteção de dados. Argumenta-se que o uso improvisado e individual da tecnologia deve ser substituído por um planeamento pedagógico estruturado que promova o pensamento crítico e a cidadania digital. O conteúdo enfatiza que a IA não substitui o papel do professor, mas exige a atualização de currículos e métodos de avaliação para alinhar a educação às exigências do futuro mercado de trabalho. Por fim, as fontes sugerem que a colaboração institucional e a formação contínua são fundamentais para transformar o receio tecnológico numa oportunidade de inovação educativa.
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506
Bratislava muito além da sombra de Viena
Bratislava é a capital da Eslováquia, localizada na margem norte do rio Danúbio, junto às fronteiras com Áustria e Hungria, o que a torna uma das poucas capitais europeias que fazem fronteira com dois países.A cidade combina um centro histórico compacto de origem medieval com bairros modernos e zonas de negócios recentes, além de uma oferta cultural e gastronómica que cresceu muito desde a independência da Eslováquia em 1993.
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505
Descobrir Bratislava | Eslováquia
Este vídeo apresenta um guia detalhado sobre Bratislava, explorando a sua evolução desde as origens pré-históricas até ao seu estatuto atual como capital da Eslováquia. O conteúdo destaca marcos históricos cruciais, como o período em que a cidade serviu de capital ao Reino da Hungria e a sua transição sob o regime comunista. São enumerados os principais pontos de interesse turístico, incluindo o Castelo de Bratislava, a Catedral de São Martinho e a icónica ponte UFO. Adicionalmente, o artigo oferece roteiros estruturados para visitas de um a três dias, integrando sugestões culturais, gastronómicas e de lazer. A narrativa enfatiza a localização geográfica estratégica da cidade e a sua rica herança intelectual e artística.
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504
LUCIEN FEBVRE no caminho das mentalidades | ensaio
O resgate de parte da obra de Lucien Febvre é o objetivo do presente ensaio, especialmente quando trata do tema mentalidades. Analisar-se-á basicamente dois livros: O Problema da Descrença no Século XVI e Em torno do Heptaméron, obras da década de 1940 (período aqui privilegiado), procurar-se-á perceber os caminhos percorridos por Lucien Febvre para delinear a problemática, tentando encontrar a particularidade de seus estudos, que remetam à compreensão do "homem" e suas mentalidades. Torna-se importante pensar como estas questões foram tratadas no momento anterior aos estudos de Febvre, constatando quais foram os legados, os indícios que possibilitaram ao historiador introduzir a perspectiva mental no conhecimento histórico, Não quero, assim, dizer que Lucien Febvre tenha sido o pioneiro na história das mentalidades, mas destacar que o caminho trilhado por ele é singular, aspecto que será tratado ao longo do ensaio,
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503
Os limites da utensilagem mental na história | LUCIEN FEBVRE
O podcast analisa o ideário historiográfico de Lucien Febvre, cofundador da Escola dos Annales, destacando a sua rutura com a história tradicional e factual. O autor propõe uma "história-problema", que substitui a narrativa cronológica por investigações orientadas por questões teóricas e pela interdisciplinaridade com a sociologia e a psicologia. Conceitos fundamentais como a "utensilagem mental" e a "história total" são apresentados para explicar como as sociedades do passado pensavam e sentiam dentro dos seus próprios limites culturais. Os textos examinam obras icónicas de Febvre e Marc Bloch, demonstrando como as crenças e mentalidades coletivas se tornaram objetos científicos legítimos. Através desta abordagem, a historiografia transformou-se numa ferramenta de compreensão da condição humana em todas as suas dimensões, rejeitando o anacronismo e o determinismo. Esta nova metodologia consolidou a História das Mentalidades como um pilar essencial para o estudo das transformações sociais e psicológicas ao longo do tempo.
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502
A Virtude do Caráter e a Integridade na Educação
Perguntámos a James Arthur se ele considera que vai contra a corrente, pois não é comum ouvir ninguém falar de virtudes no século XXI, exceto para se referir a questões específicas. Quando Arthur fala sobre elas, fá-lo a partir da perspectiva clássica do florescimento humano: «De alguma forma estamos a ir contra a corrente», diz o autor. «Introduzimos o termo virtude nas escolas e nas universidades, nas revistas e também nos livros». Uma implementação quase obsessiva que impregna cada um dos contextos que a dimensão educativa alcança. Isto é relevante porque, para Arthur (que tem muitos anos de ensino nas suas costas), a ideia de educação «tem a ver com as virtudes do caráter que ligam o crescimento humano ao tipo de pessoa que o ser humano é e, o potencial de ser e decidir ser».
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501
A Virtude do Caráter
Este vídeo explora a relevância do caráter e das virtudes no sistema de ensino contemporâneo através das perspetivas de James Arthur, do Jubilee Centre. O autor argumenta que a educação moderna se foca excessivamente em competências técnicas e sucessos materiais, negligenciando o desenvolvimento ético do indivíduo. Defende-se um regresso aos princípios clássicos aristotélicos, onde o florescimento humano é alcançado através de um propósito moral claro e da prática do bem. O papel do professor como modelo ético é essencial, pois o caráter é assimilado por meio da convivência em comunidades que valorizam a integridade. Por fim, o artigo sublinha que a educação integral da pessoa é o único caminho para superar a polarização social e promover o bem comum.
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500
China corta 12 mil cursos superiores «obsoletos» na corrida à era da IA
Entre 2021 e 2025, as universidades chinesas revogaram ou suspenderam 12 200 licenciaturas e lançaram 10 200 novas. O saldo é impressionante por si só, mas o número que mais diz sobre a escala da operação é outro: mais de 30% de toda a oferta formativa do ensino superior chinês foi ajustada neste período, segundo dados do Ministério da Educação citados pela agência oficial Xinhua e avançados pelo South China Morning Post. Não se trata de um ajuste de rotina. É a reformulação mais vasta da arquitetura curricular universitária chinesa em décadas, e vale a pena perceber porquê — e o que pode, ou não, ensinar-nos.
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499
Reforma Curricular na China
O governo chinês está a levar a cabo uma reestruturação drástica do ensino superior, eliminando mais de 12 000 cursos considerados obsoletos para dar lugar a novas licenciaturas focadas em inteligência artificial e robótica. Esta estratégia de cariz centralizado visa combater o desemprego jovem e alinhar a formação académica com as necessidades tecnológicas e económicas imediatas do país. Enquanto áreas como artes e humanidades perdem espaço por serem vistas como automatizáveis, surgem formações de elite em inteligência incorporada para suprir lacunas no mercado de trabalho. Contudo, especialistas alertam para os riscos desta substituição rápida, sugerindo que a flexibilidade curricular seria mais eficaz do que a simples alteração de rótulos académicos. O cenário serve de reflexão para o contexto europeu, onde o foco tem sido a integração transversal de competências digitais em vez da extinção em massa de disciplinas tradicionais.
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498
Soberania Digital na Escola
Uma nova sondagem publicada esta semana pela Fundación Telefónica, em parceria com o instituto Metroscopia, veio colocar números numa preocupação que já se sentia difusamente por toda a Europa: a da dependência tecnológica face a potências não europeias. O estudo, intitulado «Soberania digital em Europa 2026», ouviu 2000 cidadãos espanhóis e 300 decisores empresariais entre os dias 8 e 12 de junho, e o retrato que traça é revelador — não apenas para Espanha, mas para qualquer sistema educativo europeu que, como o português, assenta o seu quotidiano digital em plataformas desenhadas, geridas e alojadas fora da União Europeia.
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497
Europa vive num terreno tecnológico alugado
O podcast analisa os resultados de um estudo de 2026 sobre a soberania digital na Europa, destacando a elevada dependência tecnológica face a potências externas. Embora a maioria dos cidadãos e empresários reconheça este domínio estrangeiro, existe um desconhecimento generalizado sobre o conceito de autonomia e as alternativas europeias disponíveis. A inteligência artificial é identificada como a área de maior vulnerabilidade, gerando preocupações crescentes quanto à privacidade dos dados e à segurança nacional. O autor defende que o sistema educativo desempenha um papel crucial na inversão deste cenário, devendo promover a literacia digital para formar cidadãos mais conscientes e independentes. Em suma, a obra apela a uma reflexão urgente sobre como as escolas podem mitigar a fragilidade europeia no ecossistema tecnológico global.
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496
O ódio disfarçado de ironia na internet
A escola portuguesa está cada vez mais exposta ao discurso de ódio online, mas também dispõe hoje de referenciais internacionais, enquadramento legal e ferramentas pedagógicas que lhe permitem transformar este problema numa oportunidade de educação para a cidadania digital crítica e responsável.
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Discurso de Ódio Online
Onde se examina o impacto do discurso de ódio online no ambiente escolar português, sublinhando a necessidade de uma resposta educativa e pedagógica. O texto define este fenómeno como uma forma de comunicação que desumaniza e discrimina, diferenciando-a claramente da liberdade de expressão através de enquadramentos legais e diretrizes internacionais. Para enfrentar este desafio, propõe-se o reforço da literacia mediática e da cidadania digital, capacitando os alunos a identificar narrativas tóxicas e a criar contra-discursos positivos. Os autores destacam que, face às falhas na moderação automática das plataformas, a escola deve promover o pensamento crítico e a proteção dos direitos humanos. Através de estratégias de sensibilização e da integração de casos reais no currículo, o sistema educativo pode transformar um problema digital num eixo de formação democrática e empática.
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494
Governação da IA e Literacia na China
Este vídeo analisa a evolução da regulação da inteligência artificial na China desde 2017, destacando o seu impacto potencial no contexto educativo e na literacia digital. Ao contrário do modelo europeu, a abordagem chinesa foca-se em regulamentações setoriais específicas, abrangendo temas críticos como a identificação obrigatória de conteúdos sintéticos e o combate aos deepfakes. O artigo sublinha a relevância das medidas de 2026 sobre sistemas de IA antropomórfica, que visam prevenir a dependência emocional e proteger a saúde mental dos jovens utilizadores. Estas diretrizes servem como um importante recurso pedagógico, incentivando o debate sobre a ética e a proveniência da informação nas salas de aula. Em suma, o documento demonstra que a governação da IA é uma prioridade global que exige uma consciência crítica sobre a interação entre humanos e máquinas.
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493
Inovação e Controlo da IA na China
Este podcast analisa a evolução da regulação da inteligência artificial na China desde 2017, destacando o seu impacto potencial no contexto educativo e na literacia digital. Ao contrário do modelo europeu, a abordagem chinesa foca-se em regulamentações setoriais específicas, abrangendo temas críticos como a identificação obrigatória de conteúdos sintéticos e o combate aos deepfakes. O artigo sublinha a relevância das medidas de 2026 sobre sistemas de IA antropomórfica, que visam prevenir a dependência emocional e proteger a saúde mental dos jovens utilizadores. Estas diretrizes servem como um importante recurso pedagógico, incentivando o debate sobre a ética e a proveniência da informação nas salas de aula. Em suma, o documento demonstra que a governação da IA é uma prioridade global que exige uma consciência crítica sobre a interação entre humanos e máquinas.
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492
O paradigma da desinformação
A investigadora Vian Bakir mostra como a IA generativa está a transformar a desinformação em campanhas de influência quase indistinguíveis da conversa humana — e porque já não basta ensinar a verificar factos.
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491
A arquitetura invisível da manipulação digital
Este podcast explora como a inteligência artificial generativa transformou radicalmente as campanhas de desinformação, tornando-as operações de influência altamente sofisticadas e difíceis de detetar. Os autores salientam que a literacia mediática tradicional, focada apenas na verificação de factos, já não é suficiente perante o surgimento de conteúdos sintéticos que mimetizam perfeitamente a interação humana. O texto detalha a existência de uma indústria global da influência que utiliza algoritmos para explorar vulnerabilidades psicológicas e segmentar públicos de forma automatizada. Perante este cenário, defende-se que as escolas e educadores devem ensinar os alunos a questionar a intencionalidade e a origem das mensagens, e não apenas a sua veracidade. Esta abordagem visa fortalecer a resiliência democrática ao capacitar os cidadãos para navegarem num ecossistema digital onde o real e o fabricado se confundem. Em última análise, a obra propõe um equilíbrio entre a consciência crítica e a necessidade de evitar um ceticismo paralisante na sociedade.
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490
Conselhos Financeiros | Pedro Santa Clara
Há uns dias chegou-nos um texto pouco habitual: um professor catedrático de finanças, com quarenta anos de carreira entre Fontainebleau, Los Angeles e Lisboa, sentou-se a escrever aquilo que costuma dizer aos filhos, aos alunos no último dia de aulas e aos amigos que lhe perguntam, ao jantar, onde devem pôr o dinheiro. Pedro Santa Clara, professor na Nova School of Business and Economics, não escreveu para professores. Escreveu para quem tem, ou vai ter, um ordenado e uma vida inteira pela frente. Mas é precisamente por isso que o texto interessa à escola: fala de decisões que os nossos alunos vão tomar sozinhos, sem manual de instruções, muito antes de perceberem que as estão a tomar.
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489
Conselhos de um Professor de Finanças | Pedro Santa Clara
O podcast apresenta as diretrizes de um especialista em finanças para garantir uma reforma sustentável, enfatizando que a pensão pública deve ser vista apenas como um complemento básico. O autor argumenta que a vida financeira consiste na conversão gradual de capital humano em ativos reais, sendo a antecedência e o juro composto os fatores mais determinantes para o sucesso. A estratégia recomendada foca na simplicidade, sugerindo a utilização de PPRs de baixo custo e ETFs mundiais em vez de produtos complexos com comissões elevadas. Evidências históricas mostram que tentar superar o mercado é ineficaz para a maioria, sendo preferível manter a disciplina de investimento automático a longo prazo. O autor conclui que a literacia financeira e a humildade perante os mercados são as melhores ferramentas para proteger o património contra a inflação e a demografia.
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488
Adolescentes europeus exigem justiça digital
Quase 5000 adolescentes europeus deram a sua opinião sobre scroll infinito, lootboxes, publicidade personalizada e idade mínima nas redes sociais, numa consulta da Comissão Europeia que vai alimentar a Lei da Equidade Digital.
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A lei da equidade digital | Comissão Europeia
Onde se analisa um relatório da Comissão Europeia que reuniu as opiniões de quase cinco mil adolescentes sobre a futura Lei da Equidade Digital. Os jovens inquiridos manifestaram as suas preocupações relativamente ao design viciante das plataformas, criticando especialmente o scroll infinito e as técnicas de monetização em videojogos, como as lootboxes. O estudo revela divergências interessantes entre géneros e idades, sublinhando que os menores exigem maior transparência algorítmica e controlos mais rigorosos na publicidade. Em vez de proibições cegas, os participantes defendem a literacia digital e sistemas de verificação de idade que respeitem a sua privacidade. Este documento serve como um recurso pedagógico valioso para discutir a cidadania digital e o bem-estar dos utilizadores no ambiente online.
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O perigo da sociedade pós-literata
Onde se analisa o conceito de pós-literacia, descrevendo uma sociedade que, embora saiba ler, perdeu a capacidade de compreender e analisar textos complexos. Esta tendência é sustentada por dados alarmantes sobre o declínio do desempenho escolar e da leitura por prazer, tanto nos Estados Unidos como em Portugal. A reportagem destaca como o uso excessivo de inteligência artificial e o consumo de conteúdos digitais fragmentados estão a substituir o esforço cognitivo essencial ao pensamento crítico. Este cenário coloca em risco a qualidade democrática, uma vez que o discurso político se torna mais simplista para se adaptar a um eleitorado com menor capacidade de concentração. Por fim, sublinha-se a urgência de as escolas e bibliotecas protegerem o tempo dedicado à leitura profunda e exigente.
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485
Pós-Literacia
O vídeo analisa o conceito de pós-literacia, descrevendo uma sociedade que, embora saiba ler, perdeu a capacidade de compreender e analisar textos complexos. Esta tendência é sustentada por dados alarmantes sobre o declínio do desempenho escolar e da leitura por prazer, tanto nos Estados Unidos como em Portugal. A reportagem destaca como o uso excessivo de inteligência artificial e o consumo de conteúdos digitais fragmentados estão a substituir o esforço cognitivo essencial ao pensamento crítico. Este cenário coloca em risco a qualidade democrática, uma vez que o discurso político se torna mais simplista para se adaptar a um eleitorado com menor capacidade de concentração. Por fim, sublinha-se a urgência de as escolas e bibliotecas protegerem o tempo dedicado à leitura profunda e exigente.
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484
A IA como espelho do pensamento
Como docentes, mas também quando precisamos explicar qualquer coisa a outra pessoa, interessa-nos abordar os temas de forma simples e direta. O diálogo é uma ferramenta valiosa não só para o ensino, mas também para a investigação e a descoberta.O método conhecido como maiêutica socrática consiste em o professor, através de perguntas, ajudar o aluno a descobrir noções que já estavam latentes nele. O diálogo e a descoberta são fundamentais para a aprendizagem em qualquer contexto.Ao implementar a técnica de pergunta-resposta na sala de aula, os estudantes podem relacionar, contrastar e criticar as suas próprias ideias, além de participarem de forma mais ativa nas aulas. Como podemos promover a utilização desta prática dentro e fora da sala de aula?
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483
O poder da pergunta
Este texto explora a importância fundamental das perguntas no processo educativo, estabelecendo uma ponte entre o método socrático clássico e as novas tecnologias. A autora destaca que o ato de questionar promove a participação ativa e a descoberta de conhecimentos latentes, sendo agora revitalizado pela utilização da inteligência artificial generativa. Através da análise de modelos como o R-I-T-A, o artigo demonstra como a formulação cuidadosa de comandos pode potenciar o pensamento crítico e a reflexão sobre o próprio processo de aprendizagem. Além disso, as interrogações dos estudantes funcionam como um diagnóstico valioso para os docentes, revelando interesses, crenças e níveis de compreensão. Em última análise, incentivar a curiosidade e o diálogo autónomo é essencial para construir comunidades de aprendizagem dinâmicas e eficazes.
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482
Como a Revolut quer implodir a banca
Fundada em julho de 2015 em Londres por dois imigrantes do Leste Europeu — o russo Nik Storonsky e o ucraniano Vlad Yatsenko —, a Revolut nasceu de uma frustração partilhada: as comissões ocultas e a ineficiência da banca tradicional nas transações internacionais. Uma década volvida, tornou-se a empresa tecnológica privada mais valiosa da Europa, avaliada em 75 mil milhões de dólares, com 68,3 milhões de clientes em todo o mundo, e mais de 2,1 milhões em Portugal. O percurso da Revolut é, ao mesmo tempo, a história de uma rutura radical com os modelos financeiros do século XX e a crónica de como uma startup pode, em dez anos, aproximar-se dos maiores bancos do mundo.
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481
Revolut: A Disrupção da Banca
A trajetória ascendente da Revolut, uma tecnológica financeira fundada em 2015 por Nik Storonsky e Vlad Yatsenko para desafiar os custos e a lentidão da banca tradicional. Através de uma estratégia focada na transparência de taxas e numa arquitetura digital nativa, a empresa evoluiu de um simples cartão de viagens para uma super-app financeira global com milhões de utilizadores. O artigo detalha a expansão regulatória e os sucessivos financiamentos que elevaram a sua valorização, tornando-a a empresa privada mais valiosa da Europa. Em Portugal, a marca consolidou-se como o terceiro maior banco em número de clientes, integrando serviços locais como o MB Way e o IBAN nacional. Apesar do sucesso financeiro e operacional, o conteúdo também aborda críticas à cultura interna e desafios de conformidade enfrentados durante o seu crescimento. A análise conclui que a Revolut representa uma rutura filosófica no setor, forçando as instituições clássicas a adaptarem-se a um novo paradigma de eficiência.
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480
Como as bibliotecas holandesas atraem multidões
Há países onde a biblioteca deixou de ser um espaço silencioso de estantes intermináveis para se tornar num verdadeiro centro de vida comunitária, e os Países Baixos estão na linha da frente dessa transformação. Um vídeo recente ilustra este novo paradigma através de três exemplos concretos: a Biblioteca Pública de Amesterdão (OBA), o Open de Delft e a Biblioteca da Universidade de Tecnologia de Delft.
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479
Bibliotecas do futuro
Onde se descrevem a modernização das bibliotecas nos Países Baixos, apresentando-as como modelos de inovação e integração comunitária. Estes espaços destacam-se pela coexistência harmoniosa entre o acervo físico e os recursos digitais, priorizando sempre o conforto e a flexibilidade das infraestruturas para os utilizadores. A organização destes locais foca-se na autonomia dos visitantes e na diferenciação de áreas por faixas etárias, utilizando a tecnologia para automatizar tarefas administrativas. Este paradigma holandês é sugerido como uma referência valiosa para a evolução das bibliotecas escolares, incentivando uma mudança de mentalidade pedagógica. Ao colocar as pessoas no centro do design, estas instituições transformam-se em centros de vida dinâmicos que promovem o trabalho colaborativo e a aprendizagem ativa.
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478
A gramática como manual de sobrevivência intelectual
Aqui explora-se o ensino e a aplicação prática da língua portuguesa, focando-se no desenvolvimento de competências essenciais de comunicação e gramática. Os recursos detalham a estrutura técnica da entrevista e do texto expositivo, sublinhando a importância da objetividade, da pesquisa e da organização lógica do pensamento. Através de exemplos práticos e guias passo a passo, explicam-se conceitos como as funções sintáticas, comparando a frase a uma equipa onde cada palavra desempenha um papel específico. Além da componente teórica, as fontes promovem a literacia, a curiosidade intelectual e o pensamento crítico como pilares para uma cidadania ativa e informada. O conjunto de materiais funciona, assim, como um roteiro pedagógico para alunos que procuram dominar a clareza na escrita e a eficácia na expressão oral.
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477
A Escada da Comunicação
Aqui explora-se o ensino e a aplicação prática da língua portuguesa, focando-se no desenvolvimento de competências essenciais de comunicação e gramática. Os recursos detalham a estrutura técnica da entrevista e do texto expositivo, sublinhando a importância da objetividade, da pesquisa e da organização lógica do pensamento. Através de exemplos práticos e guias passo a passo, explicam-se conceitos como as funções sintáticas, comparando a frase a uma equipa onde cada palavra desempenha um papel específico. Além da componente teórica, as fontes promovem a literacia, a curiosidade intelectual e o pensamento crítico como pilares para uma cidadania ativa e informada. O conjunto de materiais funciona, assim, como um roteiro pedagógico para alunos que procuram dominar a clareza na escrita e a eficácia na expressão oral.
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476
Soberania cognitiva
Estudos recentes mostram que a atenção sustentada está a encurtar-se e que o uso substitutivo da IA generativa acelera essa erosão. O que isto significa para a escola portuguesa — e uma atividade concreta para trabalhar em sala de aula.
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475
Soberania cognitiva na era da IA
Onde se aborda o conceito de soberania cognitiva perante o declínio acentuado dos níveis de atenção entre os jovens, agravado pelo uso intensivo de ecrãs e pela inteligência artificial generativa. Investigações indicam que a capacidade de concentração humana reduziu drasticamente, tornando o pensamento crítico e a autonomia intelectual recursos cada vez mais escassos e vulneráveis. A obra alerta para o risco da delegação cognitiva, em que a tecnologia substitui o esforço de raciocínio em vez de o complementar no processo educativo. Defende-se que as escolas devem ensinar a leitura profunda e a reflexão pessoal de forma deliberada, protegendo o espaço da criação de juízo próprio. Em última análise, garantir a capacidade de pensar de forma independente é apresentado como um desafio essencial para o futuro da cidadania e da aprendizagem.
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474
Leitura e democracia
Um encontro internacional dedicado às políticas de leitura na Ibero-América deixou reflexões que interessam diretamente a quem trabalha todos os dias com livros e alunos: da ameaça da leitura fragmentada nos ecrãs à urgência de bibliotecas mais inclusivas.
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473
Ler para sobreviver na era digital
Onde se analisam as conclusões de um encontro ibero-americano sobre o futuro da leitura, destacando a transição preocupante para o formato digital. Especialistas alertam que o consumo de conteúdos em ecrãs promove uma leitura fragmentada, prejudicando a compreensão profunda e facilitando a propagação de desinformação. Perante a queda acentuada no número de leitores, defende-se que as bibliotecas e escolas devem atuar como espaços de resistência cívica e inclusão social. O debate sublinha a necessidade de integrar vozes marginalizadas e de formar mediadores capazes de ensinar a distinguir factos de manipulações. Em suma, a obra propõe que a leitura seja encarada como um direito humano fundamental e uma ferramenta essencial para a liberdade individual.
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472
Quem manda no que aprendemos na escola
Um livro recente da UCL Press devolve ao centro do debate educativo uma pergunta incómoda: o que vale a pena ensinar, e quem decide isso na prática? A resposta, sustentam os autores, está sobretudo nas mãos do professor — o verdadeiro agente de transformação do conhecimento disciplinar em conhecimento de sala de aula.
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471
Conhecimento poderoso na aula
Onde se analisa o papel fundamental dos professores como agentes ativos na transformação do conhecimento académico em saber pedagógico dentro da sala de aula. Através do conceito de conhecimento poderoso, os autores argumentam que o ensino deve capacitar os alunos a transcenderem as suas experiências quotidianas e a pensarem de forma crítica e sistemática. O texto utiliza a teoria da recontextualização de Basil Bernstein para demonstrar que os docentes não são meros executores de currículos, mas intérpretes que moldam as disciplinas segundo contextos sociais e institucionais. Com base em estudos empíricos realizados na Inglaterra, Finlândia e Suécia, o livro explora como diferentes tradições educativas e o uso de tecnologias influenciam o acesso dos estudantes a saberes especializados. Em última análise, defende-se que a agência docente é sustentada por uma combinação de domínio disciplinar, competência pedagógica e consciência sobre o papel da educação na sociedade. Esta abordagem procura um equilíbrio entre o rigor das disciplinas e os desafios contemporâneos, promovendo uma justiça social baseada no acesso equitativo ao conhecimento.
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470
A IA e o colapso do artigo científico
O artigo científico é, há mais de três séculos, a unidade que valida o conhecimento. Com a IA generativa a inundar a publicação científica de manuscritos automatizados, cresce um grupo de investigadores a perguntar se essa unidade precisa de mudar outra vez — e o que isso implica para quem ensina hoje a pesquisar, citar e avaliar fontes.
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469
Fim do artigo científico?
Onde se explora a potencial obsolescência do artigo científico como unidade fundamental de validação do conhecimento, impulsionada pela pressão crescente da inteligência artificial generativa. Os autores discutem como a automatização da escrita e da revisão por pares está a saturar o sistema atual, sugerindo uma transição para formatos digitais interativos e legíveis por máquinas. Esta evolução visa separar a divulgação de resultados brutos da narrativa interpretativa, promovendo uma ciência mais conectada e verificável. Contudo, alerta-se para o risco de a delegação da escrita a algoritmos prejudicar o trabalho cognitivo essencial que ocorre durante a redação humana. Por fim, o conteúdo sublinha a importância de adaptar a literacia científica nas escolas, preparando os alunos para avaliar criticamente fontes num cenário de produção automatizada.
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468
Dua Lipa traz livros proibidos à Lello
Há notícias que, à primeira vista, parecem pertencer ao mundo do entretenimento e não ao da escola. A abertura de uma biblioteca por uma estrela pop é, tipicamente, uma dessas notícias. E, no entanto, quando se olha com atenção para o que aconteceu a 27 de junho, no Porto, dentro da Livraria Lello, encontramos um conjunto de temas que qualquer professor de Português, de Cidadania e Desenvolvimento ou responsável por uma biblioteca escolar reconhecerá de imediato: censura, liberdade de expressão, o valor do livro como objeto de resistência e a pergunta, sempre incómoda, de quem decide o que os jovens podem ou não ler.
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467
Pop, Pritzker e Livros
Sobre a inauguração da Manifesto Library na histórica Livraria Lello, no Porto, uma colaboração com o clube de leitura da artista Dua Lipa. Esta coleção permanente, situada numa nova ala desenhada por Siza Vieira, reúne cem obras que exploram temas como a liberdade de expressão, a censura e a resistência através da literatura. O projeto integrou o festival BABELL, um evento que promoveu o acesso à cultura através da aquisição de livros e contou com a presença de autores de renome mundial. Os autores do artigo sublinham o potencial educativo desta iniciativa, sugerindo que a discussão sobre livros proibidos pode fomentar o pensamento crítico e a literacia mediática nas escolas. Em suma, a fonte destaca como uma parceria entre a cultura pop e uma instituição secular pode reafirmar o papel do livro como um instrumento essencial de cidadania e liberdade.
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466
A nova face da carreira académica e o desafio digital
"O modelo tradicional de docente do Ensino Superior— que unia ensino, investigação e estabilidade laboral — está a desaparecer. Em seu lugar, surgem novos papéis híbridos, mais precariedade contratual e desafios ligados à digitalização do ensino. Um relatório recente da UNESCO revela o que está a mudar na profissão académica e por que isso interessa também às escolas."
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465
Professores universitários com contratos de estafeta
"O modelo tradicional de docente do Ensino Superior— que unia ensino, investigação e estabilidade laboral — está a desaparecer. Em seu lugar, surgem novos papéis híbridos, mais precariedade contratual e desafios ligados à digitalização do ensino. Um relatório recente da UNESCO revela o que está a mudar na profissão académica e por que isso interessa também às escolas."
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Novo referencial europeu de cidadania digital escolar
Apresenta-se o DCE Planner, um novo referencial curricular do Conselho da Europa concebido para estruturar o ensino da cidadania digital entre os 5 e os 18 anos. Esta ferramenta organiza 320 resultados de aprendizagem em dez domínios distintos, abrangendo áreas como o bem-estar online, a literacia mediática e os direitos digitais. O projeto surgiu para colmatar a falta de diretrizes práticas e uniformes, promovendo competências que vão desde a segurança básica até à participação democrática ativa. O guia utiliza um modelo de currículo em espiral, revisitando temas com complexidade crescente à medida que os alunos amadurecem. Com a participação de especialistas de vários países, incluindo Portugal, o documento oferece um mapa flexível que as escolas podem integrar nos seus próprios planos pedagógicos.
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DCE Planner: o novo roteiro do Conselho da Europa para a cidadania digital na escola
O Conselho da Europa publicou o DCE Planner, um referencial com 320 resultados de aprendizagem para ensinar cidadania digital dos 5 aos 18 anos, construído com a participação de Portugal.
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