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A Beleza das Pequenas Coisas — 483 episodes · page 4 of 5
Daniel Sampaio: “Este discurso da Igreja velha não é empático. É o mais terrível, o “pedimos perdão” não se sente que é sincero”
Cláudia Varejão: “O cinema é um lugar de libertação. E se a vida fosse assim? Os meus filmes são possibilidades de fazer diferente”
Pilar del Rio: “Não sou dócil, nem servil com o sistema patriarcal”
Nuno Baltazar: “Não precisamos de tanta roupa. Não é só o lixo em que se transformam, é o lixo de onde vêm à custa de mão-de-obra imoral”
Luca Argel: “O passado colonial é uma ferida não tratada, está na origem de desigualdades e boa parte da sociedade está em negação”
Manuel Moreira: “Todas as revoluções são recebidas com resistência. Às vezes, tem de se gritar, invadir, reclamar espaços vedados a grupos”
Rafael Morais: “Quero ser um ator e uma pessoa em vertigem. Quero explorar os limites, correr riscos. Prefiro falhar seguindo o instinto”
Jessica Athayde: “Durante anos quis ser protagonista de novela. Sentia desvalorização. Agora quero ir para fora e representar em inglês”
Ana Aresta: “Nós, pessoas gays, lésbicas, bi, trans, intersexo, não binárias, não somos anedotas, somos poderosas!”
Especial ao vivo 50 anos de Expresso com Dulce Maria Cardoso e Kalaf Epalanga
Especial 50 Anos de Expresso com Aldina Duarte e Valter Hugo Mãe
Especial Ano Novo Cruzeiro Seixas: “É preciso uma grande percentagem de loucura para se viver. Quem não a tem já nasceu morto”
*Especial Natal* Maria Teresa Horta: “Os poemas continuam a assaltar-me em alturas impróprias”
Djaimilia Pereira de Almeida: “É um ato político e de coragem eu, mulher negra, acordar, beber um café, fumar três cigarros e escrever”
Isabél Zuaa: "As pessoas dizem 'ah, fez-lhe a vida negra...' Se lhe fez a vida negra, fez-lhe a vida boa. Porque ser negra é bom!"
Hilda de Paulo: “Não é esperada a intelectualidade das pessoas trans, nem da preta retinta. Vivemos ainda o eco do colonialismo”
Marta Rebelo: "Salazar dizia: 'Fado, Futebol e Fátima' e a mentalidade dos políticos não mudou neste Mundial do Catar"
Susana Peralta: “O país é bafiento ao nível da misoginia, não é inclusivo para minorias. Está ainda dominado pelo 'mainstream' engravatado”
Márcia: “Devia haver mais atividade cultural no interior do país. Ser músico não é só ir para o 'Ídolos', ganhar e ser famoso”
Mísia: “Com a crise as pessoas estão preocupadas em sobreviver e os artistas ficarão a cantar na internet com pijama e a mostrarem os calos”
Lídia Jorge: “Os escritores estão debaixo da mesa a ver que migalhas caem e quem vive delas. É preciso estar com quem vive de migalhas”
Mariana Mortágua: “Os 125€ acontecem uma vez. É quase como se tivéssemos um país de mão estendida à espera de um apoio do Governo"
Eduardo Madeira: “Todas as piadas são válidas, mas é mais corajoso fazer piadas para bispos, presidentes, diretores, dirigidas para cima”
EFrancisca Van Dunem: “Um ministro não ganha para o que faz. É só para pessoas com um grande amor à causa pública ou que estão no desemprego"
Karol Conká: “Defendo-me do machismo e racismo sendo combativa!"
Siza Vieira: “Acha-se que um arquiteto só serve para o capricho de quem tem dinheiro. Acredito na habitação social com qualidade para todos”
João Reis: “Consigo fazer da dor matéria combustível de trabalho. Apesar do palco poder ser um lugar de enorme solidão. Há muita carne viva"
Maria Filomena Mónica: "Nunca me sinto feliz. Tenho sempre um desejo absurdo de sofrer"
Gaya de Medeiros: "Não quero ser reduzida a uma ferida ou a um estigma social. Quero trazer narrativas que promovam a empatia"
Inês Meneses: “Sou atraída pela verdade. E lido muito mal com a mentira. Não se pode dizer tudo, mas temos de ser verdadeiros”
João Grosso: "Formei-me no combate ao medo. Os outros que me queriam negar, exaltaram-me, fizeram-me lutar por aquilo que me pertencia"
Edite Estrela: "É altura de as mulheres desempenharem os altos cargos da nação. As mulheres servem para trabalhar, mas também para decidir"
Natália Luíza: “Gosto de provocar revoluções. É preciso abalar as estruturas. Antes era violenta, agora faço-o com doçura. É mais eficaz!”
Joana Gama: “O talento e o trabalho podem ser uma maldição. Acredito mais no prazer. É importante encontrarmos o que gostamos de fazer"
Cláudia Lucas Chéu: "Gosto de ser uma lanterna que ilumina os sítios mais escuros e desagradáveis"
Joana Espadinha: "O 'streaming' é injusto para quem cria a música. Os músicos recebem muito pouco. É mesmo ridículo“
Manuel Aires Mateus: “Lisboa já não é uma cidade inclusiva e isso é um desastre. Mata a cidade”
Jorge Silva Melo (1948-2022): “Gostava de trabalhar sempre. Espero morrer trabalhando”
Ana Rocha de Sousa: “Ter um filme nos Óscares? É um sonho que vou concretizar”
José Milhazes: “Receio que Putin leve a Rússia para a cova com ele!”
Carlos Coutinho Vilhena: “Estamos todos a um ‘tweet’ de sermos cancelados! O mundo está mais consciente, empático, alerta. O segredo para não se ser cancelado é a honestidade!”
Renata Cambra: “Uma mulher, jovem, com voz na política é uma ameaça aos poderes instalados”
Alice Neto de Sousa: “Sou poeta e falo das minhas inquietações. Fico contente por chamar os olhos do público para estes 'ismos'. A próxima é sobre as prostitutas do metro do Martim Moniz”
António Barreto: “Há a sensação na sociedade de que existe a justiça dos ricos, dos poderosos e depois há o resto”
António Damásio: “Toda a nossa vida vai sair transformada depois da Covid, e ainda estamos no meio da pandemia”
Bando dos Quatro: “Sampaio praticou a receita da inclusão e do diálogo”
Joana Barrios: “Gosto muito de viver e de curtir o caminho com disponibilidade. Fascino-me com plantas que surgem no meio do alcatrão"
Joaquim Letria: “Estamos cada vez mais entregues à bicharada. Mas não culpo os jovens”
Paulo Moura: “Um dos grandes desafios das sociedades é como gastamos o tempo. É um bem absoluto, não desvaloriza, vale mais que dinheiro”
Ivo Canelas: “A minha preocupação com o 'por favor gostem de mim' é menor. Mas ando sempre a controlar o medo, o pânico”
Sara Barros Leitão: “Não é um nome que faz com que a denúncia de assédio seja mais credível. A vítima deve sempre ser ouvida”
José Gameiro: “A preguiça é um direito de cada um de nós, o direito de não fazer nada. As melhores ideias aparecem quando estou a preguiçar”
Afonso Reis Cabral: “À primeira oportunidade haverá uma catarse coletiva. Em pouco tempo voltamos ao normal e não ao novo normal”
Maria Manuel Mota: “Todo este nacionalismo de vacinas é irracional e errado. As partes só ganham quando o mundo estiver a salvo”
Afonso Cruz: "A perversidade é uma parte fundamental da arte. Na minha escrita há isso. A boa arte cria uma rutura que dá lugar a algo novo"
Beatriz Gomes Dias: “Uma criança negra que me veja na Assembleia e na TV como candidata à Câmara de Lisboa vai poder sonhar chegar lá”
Dalila Carmo: "Ser mulher nesta indústria é lixado. Um homem da minha faixa etária não seria dispensado à mesma velocidade"
Fado Bicha: “Se Portugal está no armário? Sim. É o país dos modestos e moderados”
Isabela Figueiredo: “Sempre me vi como imprópria. Anormal. Desadequada.”
Pedro Simas: “Percebo o receio do Governo de falar em desconfinamento porque vai induzir euforia e descontrolar tudo na sociedade”
Maria do Rosário Pedreira: “Vivemos tempos sem empatia, pela falta de leitura e excesso de digitalização, o que nos torna menos humanos”
Rui Tavares: “A democracia é como a saúde mental: para a perderes só precisas de a ter”
“A única coisa de que me arrependo é de não ter estado à altura da pessoa que encontrei na minha vida e que a marcou para sempre”
Valter Hugo Mãe: “Vamos voltar a uma aparente normalidade, mas ainda mais degenerada e predadora”
Diogo Infante: “Foi o meu filho que me inspirou a partilhar publicamente o meu casamento e a sua adoção”
Aldina Duarte: “Sou uma sobrevivente. Não é durante as crises e tragédias que me vou abaixo”
Cruzeiro Seixas, numa das suas últimas grandes entrevistas: “Fui mais reprimido como homossexual depois do 25 de Abril”
Mónica Calle: “Houve sempre dois lugares onde sou livre, na relação sexual e no teatro”
Dulce Maria Cardoso: “Não tratamos bem os mais velhos, o que diz muito de nós enquanto sociedade. Somos uns ingratos, ambiciosos e tontos”
Francisco George: "Não acredito numa rutura do SNS”
Vhils: “Quero humanizar o betão das cidades”
Fernanda Lapa: “Um país que não trata bem os artistas está moribundo”
Germano de Sousa: “A maioria de nós vai apanhar covid-19”
Filipe Homem Fonseca: “A gargalhada é a imortalidade possível”
Isabel Jonet: “Há pessoas a passar fome. A pobreza mata e vai matar”
Francisco Miranda Rodrigues: “A solidão tem mais impacto na saúde do que a obesidade”
Adolfo Mesquita Nunes: “Se olharmos para a crise económica, é evidente que não vai ficar tudo bem”
Daniela Ruah: “À noite vejo filmes e costuro máscaras para dar”
Bruno Maia: “Tenho medo que deixemos de conseguir tratar as pessoas no SNS”
Manuel Lemos Peixoto: “Depois do isolamento será a grande festa”
Albano Jerónimo: “Qualquer bom ator é perverso. Eu sou”
João Tordo: “É um bocadinho ridículo pensar que levar 12 garrafas de gel e 80 rolos de papel higiénico para casa me vai libertar da doença”
Especial Covid-19: Tudo aquilo que precisa de saber para gerir a sua vida face à pandemia
Rafael Esteves Martins: “Olho para o Parlamento e lembro-me sempre de um pombal”
Alberto Pimenta: “Tenho sido um grande contrabandista de ideias e palavras”
Edgar Pêra: “Duvido que a Netflix seja o modelo do futuro”
Salvador Sobral: “Jamais cantaria como canto se não tivesse tido a doença cardíaca”
Ana Gomes: “Gostava de ver uma mulher na Presidência”
Cláudia Raia: “Bolsonaro não conhece os artistas, a cultura está a ser esfaqueada, mas nunca acabará. Nós artistas somos resistência”
Mamadou Ba: “Continuo a receber ameaças de morte, nomeadamente de polícias, comandos e GNR”
Catarina Wallenstein: “Nunca serei uma atriz medida por likes”
Rita Redshoes: “A beleza não ajudou. Viam-me apenas como menina bonita a cantar. E eu tenho um lado bastante masculino”
Jorge Silva Melo: “É legítima a vontade de matar o pai. Alguns atores fizeram isso comigo”
Dino D´Santiago: “Lisboa é uma cidade crioula, aculturada, que se mistura e sabe conviver com as diferenças”
Geovani Martins: “O meu maior medo era passar a vida a servir alguém. Agora é ser preso. Moro numa favela, mas tenho medo é da polícia”
Rita Blanco e Rui Zink: “É horrível como nos tratamos uns aos outros. Há cada vez mais fascistas. Não aprendemos nada com o passado”
Maria Teresa Horta: “Há quem me veja como uma escritora maldita”
Ney Matogrosso: “O Brasil está rachado. Uma dessas metades caminhou para trás assustadoramente”
Diogo Faro: “Para mim é mais desafiante fazer humor com machistas, racistas e homofóbicos”
Beatriz Batarda: “Somos todos ridículos, caramba. Não nos podemos levar assim tão a sério”