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Alta Definição — 287 episodes · page 1 of 3

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Title
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Diogo Amaral: “O amor da Jéssica salvou-me montes de vezes”

2

Novo Podcast SIC | Pedalar Sem Idade Portugal: como uma ideia dinamarquesa ajuda a combater o isolamento em 12 cidades portuguesas

3

Novo Podcast SIC | Patrícia Portela sobre o que um quadro de Goya ainda nos pode ensinar

4

Inês Sá Frias: “‘Nunca te esqueças o quanto o pai te ama.’ Era claramente uma despedida, mas a Inês de 14 anos não percebeu”

5

Novo podcast SIC com Mariana Monteiro: Portugal Solidário mostra por dentro os projetos que estão a mudar o país

6

Andas a Dormir com Quem? O podcast que os portugueses precisavam (mas não sabiam)

7

Nuno Markl: “Tinha medo da morte. Depois de ter estado perto desdramatizei e fiquei mais apaziguado”

8

Afonso Laginha: “A gaguez foi quase como uma menos-valia e tornou-se um bocado um superpoder. Significa que tenho de trabalhar mais que os outros”

9

Jorge Palma (1950-2026): “Gosto da vida e apetecia-me viver mais, sempre mais”

10

“Senti-me completamente estilhaçada”: Beatriz Godinho fala pela primeira vez sobre a perda gestacional, o fim da relação e os dias em que duvidou de si própria

11

TokTok Quem Fala?: Oiça o trailer do novo podcast da SIC sobre as estrelas do TikTok em Portugal

12

Sara Barradas:‌ “Desde muito cedo que queria ser atriz. Eu ficava em frente à televisão e dizia que queria ir para dentro da caixinha”

13

Toy: “Costumo dizer que foi preciso chegar aos 60 anos para descobrirem que sabia cantar. Toda a gente agora quer gravar comigo, é ótimo”

14

Manuel João Vieira: “Pode-se aprender o amor, mas teremos sempre dentro de nós algum amor torto”

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Rui Bandeira: "Ser pai é, sem dúvida, a minha melhor música"

16

Carlos Lopes:‌‌‌ “Nunca tive medo que o cancro da boca pudesse correr mal. Já passei por tanta coisa, ia ter medo de quê?”

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“Nunca tive um brinquedo, andei descalço até aos oito anos”: a infância pobre que moldou o homem por trás do chapéu de cowboy

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Nuno Markl: “Estava à rasca, tinha medo de morrer, mas não tinha bem a noção do quão perto estava”

19

Luís Represas (1956-2026): “Gostava que as minhas canções continuassem a ser ouvidas daqui a 100 anos”

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Xana Carvalho: “O meu pai também era cantor. Questiono muito as decisões da minha vida: ‘Isto é mesmo um sonho meu ou uma forma de agradar?’”

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Jorge Jesus: “Eu tenho um grande orgulho de ser português. Esta oportunidade que me deram vai justificar o que é a minha ideia de ser português”

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Eder: “Hoje continuam a dizer-me ‘Ainda não é feriado!’ Até hoje me pergunto o que me passou pela cabeça naquele momento para dizer aquilo”

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Rúben Neves: “Ainda falo com o Diogo Jota. Temos um grupo no WhatsApp com a Rute e com o Diogo. Continua lá e continuamos a falar por lá”

24

Gonçalo Ramos: "Nada cai do céu. Quero que o meu filho dê valor às coisas, que tenha noção que tudo o que temos dá trabalho"

25

João Cancelo: “Lembro-me do último grito da minha mãe e de tentar levantar o carro para tirá-la de lá. Forma milésimos de segundo que mudaram a minha vida para sempre”

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Ana Arrebentinha: “Tenho um amor enorme pela vida, mas fui engolida por uma tristeza muito profunda”

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”Ia duas vezes por dia à Renascença à procura de emprego. A secretária dizia sempre: 'Um dia ainda vais entrar'. A D. Filomena ajudou-me muito”

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Bernardo Silva:‌ “Hoje em dia o futebol evoluiu tanto que o talento é só uma pequena parte do que é ser um futebolista”

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João Bettencourt: “Queria ser professor, piloto, cozinheiro. Até que Deus me indicou o caminho e disse para ir experimentar figuração”

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"Mais violento do que a prisão é a busca, a invasão, a violação de privacidade": Isaltino Morais fala pela primeira vez sobre o pior dia da sua vida

31

Filipa Pinto: “Aos 24 anos tive mais um episódio depressivo, os médicos chegaram à conclusão que eu tinha perturbação obsessivo compulsiva”

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Maria João Bastos: “Via a novela brasileira com o meu pai, mas parecia inatingível. Pensei nele na primeira vez em que pisei os estúdios da Globo: 'Estou aqui, pai'”

33

Nuno Ribeiro: “O meu pai diz-me muitas vezes ‘Tu começaste a cantar antes de falar’”

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Filipe Vargas: “A demência é lixada. A Alzheimer é uma doença filha da mãe, é uma coisa horrível. E o meu pai decidiu não ir até ao fim“

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Nininho Vaz Maia em 2024: “Cresci a pensar que um dia ia para a prisão. Se aconteceu à minha volta, à minha família, sei que é o destino”

36

“Eu quero ser o sítio que a minha mãe vai quando precisa de chorar. Eu não quero que ela chore sozinha”

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Evandro Gomes: “Cheguei a não ter comida na mesa, partilhávamos pão e leite entre oito pessoas. Pedi 50 cêntimos à minha mãe e ela nem 10 tinha na conta”

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Vasco Pereira Coutinho: “Não jogava à bola com os outros meninos, preferia brincar com as minhas amigas. Sabia que era diferente, mas não confessava a ninguém”

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Mário Zambujal (1936–2026): “As pessoas devem ter a noção de que chegar a velho já não é mau. A alternativa é pior. O mal é não chegar a velho”

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Marcelo Rebelo de Sousa em 2019: “Sou responsável como Presidente mesmo do que não depende diretamente de mim, sou um pouco responsável moral. Bate-me na consciência”

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João Braga: “Passei o Natal de 74 sozinho, com um filho acabado de nascer e impedido de o conhecer. Naquele momento passei mal”

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Sofia Alves: “Só a palavra 'tumor' já te assusta. E a médica disse-me: 'Vai ser operada de urgência, já amanhã, e é para tirar tudo'. Foram 10 dias do maior sofrimento que se possa imaginar”

43

”A sociedade portuguesa está dividida. As pessoas podem ter opções partidárias diferentes, mas o Presidente da República tem de unir”

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Diogo Batáguas: “Tudo o que faço é contraproducente para o meu bem-estar. Antes de entrar em palco, seja para 30 ou 5 mil pessoas, é uma angústia”

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Vanessa Giácomo: “Não entendi porque minha mãe partiu tão cedo. Foi difícil ficar sem falar com ela, sem a opinião dela, sem um olhar dela”

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Dina Aguiar: “Orgulho-me de ter uma carreira limpa, de não ter cedido a tentações. Tive convites políticos, mas fui sempre fiel ao público”

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Carlos M. Cunha: “Quando não tens nada, não tens nada a perder. Foi quando me senti mais livre, não ser escravo de coisa nenhuma. Esse foi o maior ensinamento que tive”

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Morte em Nova Iorque - Lado A: oiça a estreia de Júlia Pinheiro em “Aqui Há Crime”

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”Houve alturas em que tinha €20 para ir ao supermercado e não deixava de estar tudo impecável. Os meus filhos disseram-me: 'Nós não demos por nada'"

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Aqui Há Crime: oiça o trailer do novo podcast de Júlia Pinheiro

51

Júlio Isidro: “Eu acho que sou um pai conservador, não nego isso, mas aprendi a gostar da Taylor Swift”

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João Manzarra: “Penso no meu pai quando preciso de coragem, em momentos sem aviso e em todo e qualquer pôr do sol”

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Rodrigo Costa: “As pessoas dizem que os meus olhos falam, mas, neste momento, acho que estão felizes e contentes por estar aqui”

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João Miguel Tavares: “Gosto de conchinha e de adormecer em conchinha, o que prova que sou um verdadeiro romântico“

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Vicente Gil: “O pelo na venta, a garra, o questionamento sobre o mundo. Estas são as coisas mais bonitas que há em ser cigano”

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Matias Damásio: “Quando o Matias está bem disposto e dá um abraço, é como se tivesse ganho o Euromilhões”

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Paulo Raimundo: "Desafiei o Presidente da República a dar uma medalha aos bombeiros da Moita. Já fizeram 15 partos em ambulâncias"

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Mariana Cardoso: “Na minha infância escondia o que se passava comigo, mentia muito bem. Comecei a ter vários problemas de saúde mental, a ficar sem cabelo”

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Bonga: “Nós, africanos, celebramos tudo. Quando morrer, porque não celebrar? Cantem as minhas músicas, as músicas do cantor da alegria”

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Joaquim de Almeida: “A minha carreira nunca foi importante para a minha filha Ana. Ela ficou um bocadinho magoada de eu não estar presente”

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Homenagem a Francisco Pinto Balsemão: ”Gostava de ter aprendido a tocar piano, a ler música e de ter talento para a poesia”

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Francisco Pinto Balsemão (1937-2025): “Daqui a 200 anos serei provavelmente uma nota de pé de página. Não vale a pena termos temos grandes ilusões”

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Francisco Pinto Balsemão (1937-2025): “O que está para trás é importante, naturalmente, mas o que interessa é sempre olhar para frente. Vale a pena explorar, abrir, entrar. Criar é muito importante”

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Mariana Cabral: “Ao mesmo tempo que vou para as profundezas do obscuro, também vejo o quão ridículo isso é. Mas é combustível para o meu trabalho”

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Eduardo Sá: “Ensinei toda a minha vida o sistema nervoso. Quando desmaiei e tive o azar de fraturar a coluna percebi o que tinha em mãos, fiquei absolutamente imóvel”

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Lena D'Água: “Fechei as portas à doença mental, foram nove anos de consumo de droga. 'Fumei' o meu apartamento”

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António José Seguro: “O nosso país precisa de mudar muito. Sinto o Estado a abrir muitas fendas. A nossa democracia tem uma espessura muito fina”

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Pedro Alves: “Eu tenho um medo enorme de que as pessoas que eu amo, do fundo do meu coração, morram antes de mim. É uma coisa que me deixa apavorado por completo“

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Inês Aires Pereira: “Venho de um meio beto e religioso, cresci a ouvir expressões horríveis. Só me apercebi disso quando vim para o mundo, serei má pessoa?”

70

Diana Ginja: ”Às vezes, o problema não é brincar na rua, é darem-nos um telemóvel para a mão. Há muitos perigos na internet”

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Quim Barreiros: “No Canadá, com 41 graus de febre, cheguei a leiloar uma vaca para ajudar à construção de uma igreja”

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Custódia Gallego: “O meu filho estava em coma e a médica disse para me preparar para o pior. Dei um grito do tamanho de um boi: 'O que é que é o pior?'”

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Clemente:‌‌ “Estou a atravessar a fase de maior felicidade da minha vida aos 69 anos. Faço o que quero e já posso dizer o que quero”

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Débora Monteiro: “A maternidade é muito romantizada, mas a realidade é cansativa e exige uma grande adaptação”

75

Isabel Silva: “A energia da Isabel também se esgota, mas as maratonas são o meu empoderamento feminino”

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Alberto Reis: “As canções são a minha construção maior. Faço parte já de um certo espólio de música, que não é erudita, mas que toca nas pessoas”

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Rui Bandeira: ”O meu pai agarrou em mim e levou-me. Senti-me uma arma de arremesso na separação dos meus pais”

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Carlos Lopes: “A minha mãe nunca viu uma corrida minha, nem a do ouro nos Jogos Olímpicos. Dizia ‘estão a matar-te, estás muito magrinho’”

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Ricardo Castro: “O meu pai tinha ataques psicóticos. Uma vez fui passear a cadela, cheguei a casa e de repente estava a bater-me. Bateu-me muito, a partir daí deixei de lhe falar”

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Pedro Gonçalves: “Passei muito tempo com a minha mãe quando teve uma depressão. Desde pequeno que jogo futebol para poder ajudá-la e dar-lhe todas as condições”

81

Carlos Moedas: “No mundo em que vivemos hoje, para fazer política com seriedade é preciso gostar mesmo muito. O preço pessoal é demasiado grande“

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Roberto Martínez: “Prometi a mim mesmo que, se um dia fosse treinador, iria tentar saber como é que o jogador está, o que sente, como está a pessoa por trás do jogador. Se não faço isso, não estou a fazer bem o meu trabalho”

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Carolina Patrocínio: ”Tenho muitos defeitos. Nenhum deles é ser caprichosa ou pouco trabalhadora. É horrível, mas tornaram isso verdade”

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Rui Borges: “Uma parede servia de baliza, dois paus marcavam uma linha. Os sonhos no interior são os mesmos, a montanha é talvez mais alta que nas cidades”

85

Cristina Oliveira: “Toda a gente achava que o meu pai ia proibir-me de ser atriz. Mas quando soube passou a noite inteira a ensaiar comigo para que passasse nas audições”

86

Henrique Gouveia e Melo: “A ideia de homem providencial é péssima, está muito ligada a estereótipos anteriores à democracia. Temos muita gente com muita capacidade na nossa sociedade, não precisamos de nenhum salvador”

87

Miguel dos ‘Iron Brothers’: “A primeira vez que o Pedro propôs fazermos uma prova de triatlo juntos disse-lhe que era maluco”

88

Fábia Rebordão: “Todos os natais faço um álbum de fotos, todos os aniversários contrato um videógrafo para fazer um vídeo. Tento guardar o máximo de coisas possível que eu consigo para a Maria Inês”

89

Luana do Bem: “A minha mãe andava de salto agulha na terra batida, o meu padrasto vestia calças vermelhas. Para o Alentejo de há 30 anos era bizarro"

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Eduardo Torgal:‌ “A solidão é um vírus. É fácil estar com milhares de pessoas nas redes mas é difícil estar ao lado de alguém fisicamente“

91

Diogo Lopes: “Assistir ao nascimento da minha filha foi incrível. É uma coisa mágica, é biologia pura e dura, é a força e a coragem que uma mulher tem para dar à luz e ter um filho. Ser pai foi de longe a experiência mais transformadora que me aconteceu”

92

Empirismo Inglês do Século XVII. Oiça o segundo episódio do podcast de Ricardo Araújo Pereira, Miguel Góis e José Diogo Quintela

93

Rui Pedro Silva: “O barulho das luzes não me assusta, a minha área não é ser reconhecido na rua. É gratificante, mas é uma consequência, não dependo disso”

94

Revolução Cultural Chinesa. Oiça aqui o novo podcast de Ricardo Araújo Pereira, Miguel Góis e José Diogo Quintela

95

Bruno de Carvalho: “Depois de ser detido, fiquei com mais claustrofobia. Tinha de dormir com a porta de casa aberta e metade do corpo fora”

96

Assim Vamos Ter de Falar de Outra Maneira. É este o trailer do novo podcast de Ricardo Araújo Pereira, José Diogo Quintela e Miguel Góis

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Paula Magalhães: “Há sempre um ensinamento. Nós aprendemos nos momentos de adversidade, nunca ninguém cresce só com momentos bons”

98

Dânia Neto: “Sinto que morri e renasci com a chegada de cada filho”

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Jorge Corrula:‌ “Não sei se eu e a Paula vamos durar eternamente, mas eu sei que com as minhas filhas vai ser mesmo para sempre”

100

Rui Santos: "A vida troca-te as voltas todas. De um momento para o outro, tudo pode acabar"