All episodes
Dânia Neto: “Sinto que morri e renasci com a chegada de cada filho”
Jorge Corrula: “Não sei se eu e a Paula vamos durar eternamente, mas eu sei que com as minhas filhas vai ser mesmo para sempre”
Rui Santos: "A vida troca-te as voltas todas. De um momento para o outro, tudo pode acabar"
Pinto da Costa (1937-2025): “Quero que todos vão ao meu funeral de gravata azul, não quero ver o luto da gravata preta. Esses depois vão contar anedotas cá fora enquanto o morto está lá dentro. Quero gravatas azuis em homenagem ao FC Porto”
Anabela: “No ano em que o meu pai faleceu tive um cancro da mama. Caiu o mundo, chorei, mas tentei levar tudo com mais ligeireza”
Ana Galvão: “O português tem o requinte que o espanhol não tem tanto. É mais perfecionista, tem mais cuidado. Não estou a dizer que eu seja, mas aprecio e gosto de aprender isso”
Nelma Serpa Pinto: "Acho que a beleza tem menos importância do que possa parecer"
Patrícia Tavares: “Nunca me senti tão empoderada como quando estava grávida”
Ana Sofia Martins: “A minha família estava a passar por dificuldades financeiras gravíssimas. Tinha 14 anos e pensei: 'ser modelo, se calhar é por aqui.' E arrisquei”
Joana Ribeiro: “Sempre pensei que chegava aos trinta e ia estar segura. De repente, tenho esta idade, não tenho filhos, não sou casada e a minha profissão é inconstante”
Nininho Vaz Maia sobre a prisão: “Cresci a pensar que um dia ia acontecer. Se aconteceu à minha volta, à minha família, sei que é o destino”
Calema: “A nossa vida era pescar e jogar à bola na praia. De repente, vieram pedir-nos para assinar contrato e a nossa música começou a dar em todas as rádios de São Tomé”
Marco Rodrigues: “A felicidade plena era ter os meus quatro filhos à volta da minha mãe, vou lidar até ao final da vida com o facto de ela já não estar cá”
Victoria Guerra: “Não comecei a trabalhar por ser uma atriz fantástica, tenho de provar que não sou só uma cara bonita”
Maria João Avillez: “Devia haver mais exigência no tratamento das notícias e na qualidade, é preciso um grande exame de consciência”
Inês Lopes Gonçalves: “O trabalho nunca deve ser a coisa mais importante da tua vida”
Guilherme Geirinhas: “Quem puder faça amor e tenha filhos porque eles ajudam na saúde mental. Na minha ajudou. Quando tens putos começas a concentrar-te nos problemas deles, e não nos teus”
"Não era este o mundo que esperávamos quando estávamos numa guerra esquecida"
Marco Paulo (1945-2024): “Fiz mais do que imaginava algum dia fazer. Sei que faço parte da família dos portugueses, é um orgulho muito grande”
Marco Paulo (1945-2024): “Não me façam nada depois de eu morrer porque não vou saborear, vou descansar. Se alguém tem de fazer alguma coisa que faça agora para eu poder saborear. Gosto muito da vida, de viver, de tudo o que a vida me deu”
Leonor Belo: “Mandei currículo para a cozinha do McDonalds porque queria que o meu percurso fosse tão trabalhoso como são os da maioria”
Marisa Cruz: “Soube da morte do meu pai de uma forma muito violenta. Foi durante uma discussão entre a minha mãe e padrasto. Ele disse-me: 'Estás aí a olhar? O teu pai já morreu e tu nem sabes'”
Francisco Pedro Balsemão: “Tive um colega de escola a querer ser meu amigo por indicação do pai. Foi aí que percebi a dimensão do meu apelido e me tornei mais inseguro”
Ljubomir Stanisic: “Sou português, falo português, escrevo em português, sonho em português. Nasci jugoslavo, mas amo Portugal, sou um lutador por país, sou 'tuga' de peso e coração”
15 anos de emoções, lágrimas e sorrisos: recorde os melhores momentos do Alta Definição
Herman José: “A minha única grande preocupação é a morte”
Salvador Sobral: "Pergunto-me se a minha filha vai ter uma doença como a que tive. Devia ser ilegal no mundo haver crianças doentes. É completamente inumano"
João Baião: “Tenho medo de não corresponder à imagem feliz que as pessoas têm de mim”
Iran Costa: “Sempre pensei que o amor era para sempre, por isso me desiludi muito. Dei tudo nas minhas relações”
Nel Monteiro: “Nasci numa família muito pobre, não tinha brinquedos, nem luz, nem água. A minha mãe perdia meio dia para ir buscar um caneco de água, caso contrário era a da chuva”
Cândido Costa: “As botas fora das calças em São João da Madeira eram sinal de rebeldia, aqui eram de bimbo. O meu sotaque era gozado. Tinha muitas borbulhas na cara e passei de um dos grandes a ser um cromo. Passei muitas noites aqui a chorar sozinho em Lisboa, foi duro para mim”
Rosinha recorda a morte do pai: “Eu não podia fazer mais, tinha feito tudo o que conseguia. Ninguém está preparado para ver o outro ir embora”
Custódia Galego: "Não me roubaram o meu filho. O universo tirou-lhe a vida"
Adriano Luz: “É entre o ação e o corta que eu desligo da vida. Não há guerras nem finanças. É como ir ao psicólogo”
Sara Correia revela as dificuldades da sua infância: “Eu comecei a cantar o fado para ajudar quem me rodeava“
Luís Filipe Reis: “O sonho da minha mãe era cantar. Uma vez, uma rádio foi à Guarda para falar com ela, mas o meu pai não deixou. Foi um sonho que ela não conseguiu realizar”
Clemente: “Sentia-me o dono disto tudo, ganhava muito dinheiro a cantar, era muito conhecido. Foi a pior altura da minha vida, perdi a noção dos meus valores, até a fé eu perdi”
Bernardo Silva: “Representar Portugal é o mais especial e o mais difícil. Quando jogamos não são só pessoas que gostam de futebol a assistir; quando joga a seleção a minha avó já gosta”
João Palhinha: “O meu pai sempre foi exigente comigo porque acreditou no meu potencial; isso foi fundamental para a minha carreira”
Frederico Varandas sobre o Afeganistão: "Lembro-me de pensar que tinha 28 anos e não ia sair dali"
Saúl: “Nunca tive um carinho dos meus pais. Conheci esse sentimento pela mão da minha mulher.”
Romeu Costa: "Quero que o futuro seja livre de dogmas e normas de género"
Júlia Palha: “É importante saber que toda a gente tem inseguranças. Nas redes sociais tudo é perfeito e é importante mostrar o lado real, o lado frágil”
Pedro Abrunhosa: “Quantos jovens quando se sentem abandonados fecham-se no quarto a ouvir música? Isso é que importa, a música é um ato de salvação dedicado ao outro”
Hélder Agapito: “Os homens têm de permitir-se ser vulneráveis”
Bárbara Tinoco não tem uma vida de “rockstar”: “Deito-me às 9 da noite e tenho 3 gatos”
Pinto da Costa: “O 25 de Abril não foi feito para acabar com a PIDE e pôr toda a gente sob escuta. Incomoda-me que a fazer 50 anos de democracia não possa estar a falar consigo sobre o que me apetecer sem estar a ser escutado”
Ana Varela: “Fazer de protagonista pôs-me entre a maternidade e os meus sonhos. Podemos ser tudo, desde que felizes”
Fernando Correia Marques: “Cresci sem pai e em miúdo senti que tinha de ser o homem mais forte do mundo; esses anos foram a inspiração para a música 'Sei que Vou Sobreviver'”
Bárbara Branco: “Fazer teatro é como sentir uma segurança brutal em cair no abismo”
Roberto Martínez: “Quero melhorar o meu português, poder sentir o que o povo português sente pela Seleção e preciso de mais vocabulário para isso; estou aqui para representar o futebol português, para tentar ajudar o futebol português”
Pedro Hossi: "Os meus olhos já viram muito, mas ao mesmo tempo olham para a frente como se a vida fosse mágica, porque a vida é realmente mágica"
António-Pedro Vasconcelos (1939-2024): “Toda a gente tem uma boa história”
Bernardo Ferrão: "É obrigatório o jornalismo ter um espírito de missão; temos de estar em permanente atualização, principalmente agora, nestes momentos difíceis para a democracia"
Ricardo Araújo Pereira: “O 'Isto é Gozar' é uma pessoa de meia-idade, careca, a resmungar - é um milagre as pessoas quererem ver isto que está a dar na SIC”
Pedro Nuno Santos: “O ano de 2022 foi terrível. Nós às vezes caímos, restou levantar-me”
Luís Montenegro: “Teria muito gosto em fazer um dos pratos que cozinho para qualquer um dos meus adversários; não lhes serviria nada que provocasse efeitos secundários”
Sofia Ribeiro sobre o cancro na mama: “A fase mais difícil é a dos tratamentos e os efeitos deles no teu corpo; é uma doença com que te confrontas sempre que olhas ao espelho”
João Catarré fala pela primeira vez depois da doença: "Assisti a situações muito graves de devassa da minha privacidade"
Cândido Costa: “Os meus filhos viveram a fase da abundância e depois a dificuldade, a necessidade de nos reinventarmos quando perdemos coisas. Foram criados numa casa com piscina e agora vivem num apartamento, mas são cheios de vida e vontade de vencer”
Aurea: “Prefiro morrer antes do meu irmão para não ter de passar pela dor de o perder”
César Mourão: “No palco ou na televisão, sou uma caricatura de mim mesmo”
Ana Patrícia Carvalho: “O HPV é uma angústia permanente e algo muito íntimo. Mais tarde percebi que a pessoa com quem eu vivia tinha uma vida dupla, traía-me”
Teresa Guilherme: “Tive a primeira sexóloga num programa às 17h30. Sinto que mudei paradigmas nas mulheres”
Nuno Graciano (1968-2023) : "Tentaram destruir-me. Porquê? Ainda não sei, mas tive de reinventar-me"
Pedro Fernandes e a morte da avó: “Sonhei com ela e fiz xixi na cama. Não sei se foi à mesma hora mas achei uma coincidência terrível”
Joana Marques: "Há sketches dos Gato Fedorento que hoje em dia seriam cancelados na hora"
Sara Tavares (1978-2023): “A felicidade são momentos, muitos dos quais só nos apercebemos mais tarde, em fotografias. É preciso sempre o 'outro', o que nos tira a fotografia, para reconhecer a felicidade”
Mafalda Vilhena sobre o pai com Alzheimer: “Acho difícil que deixe de me reconhecer”
Luís Lourenço: “Passei muito mal, sem dinheiro para comer, e não foi assim há tanto tempo”
Ana Garcia Martins: "Ao longo de 20 anos de presença digital, já não é qualquer coisa que me chateia"
Ivo Lucas e a morte de Sara Carreira: “Nunca se dá a volta a uma coisa destas. Não tens de compreender, tens que dar espaço para sofrer”
Luísa Villar: “A minha mãe pediu a cozinha emprestada ao padre da igreja de Fátima para criar seis filhos. Esse foi o meu exemplo de sobrevivência”
Júlia Pinheiro: “Devo tudo à televisão, é uma aventura avassaladora, fantástica, extraordinária”
João Baião: “Ainda me escondo. Tenho dificuldade em dizer que não estou bem. Protejo-me muito porque tenho medo de desiludir as pessoas”
Luana Piovani foi vítima de abusos sexuais em criança: “Aconteceu duas ou três vezes”
Carolina Carvalho sobre a perda de Sara Carreira: “Tentei proteger o David do mundo exterior. Perguntar-lhe se estava tudo bem era um massacre”
Ângelo Rodrigues: “A segunda vida começa a partir do momento em que percebemos que temos uma”
Aniversário Alta Definição: 14 anos de histórias
Inês Pires Tavares: “Fazer uma novela e ir trabalhar num restaurante aos fins de semana é cansativo, mas tem de ser”
Nuno Pereira: “Vim-me embora da guerra na Ucrânia contrariado”
Zé Amaro: “Eu sei o que é a morte. Estive mesmo a uns dias de morrer. Fiquei irreconhecível”
Marante: "Cheguei a marcar três golos nas Antas pela Seleção Nacional de Júniores"
Fernando Rocha sobre o processo da perda de peso: “As pessoas perguntam-me o que é que tomei. E eu digo-lhes… tomei uma atitude”
Márcia Breia: “Quando se é velho está-se mais inutilizado mas não se pode mandar gente para o lixo”
Luís Filipe Reis “Quando saí de Portugal dormi três noites debaixo de uma ponte e passei fome”
José Reza sobre o suicidio do pai e do irmão: “As pessoas que cá ficam sofrem bastante. Talvez seja esse o ensinamento”
Marco Horácio: "Ninguém imagina aquilo por que passei. Chegar a casa e não ter luz, passar a noite às escuras"
Luís Aleluia (1960-2023): “Os meus olhos dizem que precisamos de lentes. Vemos sempre o mundo e os outros pelo nosso ângulo. Precisamos de alargar e ver pela perspetiva dos outros”
Iran Costa: “Uma vez acordei a chorar com as pontas dos dedos do pé em ferida. Eram ratos”
Débora Monteiro: "Estamos sempre a dizer que as mulheres se apoiam umas às outras, mas não é assim"
Saúl: “Em criança, o brincar foi sempre numa lógica de trabalho”
Filipe Matos: “Ser bonito abre portas, mas permanecer é outra coisa. Há muito trabalho por trás que é importante ser feito”
Gilmário Vemba: "Tenho memórias de me esconder dos tiros debaixo da mesa"
Carolina Deslandes: "Houve um ano da minha vida em que esgotei quatro coliseus. Se meteres o meu nome no Google esse ano, tudo o que se fala é que estou gorda"
Especial Dia da Mãe
Jorge Guerreiro: "Sou de uma família humilde e o mais novo de 7 irmãos. Partilhava o quarto com quatro, não tínhamos mais do que a conta, mas éramos felizes"
João Manzarra: "O meu pai preparou-me para a morte dele. Foi difícil, foi duro, mas tivemos momentos incríveis, de muitas surpresas"
Daniela Ruah sobre estar longe da família: “Eu sei separar as coisas. Sou um cavalo de corrida”
José Milhazes sobre os tempos passados na Rússia: "Podem chamar-lhe cegueira ideológica. Não fico chateado"