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José Milhazes sobre os tempos passados na Rússia: "Podem chamar-lhe cegueira ideológica. Não fico chateado"
Fátima Campos Ferreira: “É importante dar um abraço a alguém que perde um familiar”
Marisa Liz: “Andamos a fugir daquilo que somos, queremos ser especiais mas somos todos iguais aos outros”
Melânia Gomes: "Fui abusada por uma pessoa da minha família. Pedi ajuda e ninguém me deu"
José Wallenstein: "Fiz o máximo naqueles 5 meses da vida do Simão, mas não consegui lutar contra a natureza"
Cristovão Campos: “Viver é estar disponível para levar porrada, para sofrer”
Ricardo Araújo Pereira: “Os meus olhos dizem que já não vou para novo”
Melão: “Passei por fases em que tive de pedir dinheiro emprestado para pagar a renda de casa”
Judite Sousa: “Consigo estar viva porque algo me diz que ainda não chegou o momento”
Francisco Froes sobre ser ator: "É uma profissão em que há pouco espaço para toda a gente que a quer fazer"
Bárbara Branco: “Somos muito escravos da imagem. Estamos constantemente a ser julgados”
Marco Paulo: “Deram-me dois meses de vida, olhava-me ao espelho e não era eu”
Sofia Ribeiro: “Tive uma depressão muito grave. A psicanálise salvou-me a vida”
César Mourão: “Se o Herman não existisse, eu se calhar não fazia isto”
Micaela: “O que me custa não é o rótulo [pimba], é o preconceito das pessoas”
Anabela Moreira: "Aos 46 já não me vejo como uma mulher sensual"
Sérgio Praia: “Nos tempos livres da escola comecei a trabalhar nas obras”
Ana Moura e a maternidade: “Tornei-me uma leoa invencível”
Dino D'Santiago: “As baratas cresciam no meio das nossas roupas. Começas a sentir que não é justo crescer nessas condições”
Lia Gama: "Não tenho memórias gratificantes até à adolescência. Lembro-me pouco ou não me quero lembrar"
Maria João Pinho: “Nós somos imensos, mas somos todos iguais. Passamos todos pelo mesmo”
Heitor Lourenço: “Ninguém pode ser feliz sozinho, eu preciso dos outros para ser feliz”
Marina Mota: "Perdi 90% da minha ingenuidade"
Deborah Secco: “Eu entendo hoje a minha sexualidade, a minha líbido, como energia vital”
Luís Alberto tem uma doença degenerativa: "Não sei qual é, nem quero saber."
Fernando Rocha: “Eu não me deitei magro e acordei gordo. Vamos aceitando”
Nuno Pereira: “Nunca disse a ninguém que tenho saudades da minha mãe”
Quim Barreiros: “Tenho saudades de ser novo e da virilidade que tinha nessa altura”
Olivier: “Tudo o que ele [Cristiano Ronaldo] come, até em casa, somos nós que tratamos”
Zé Amaro: "Eu sei o que é a morte. Estive mesmo a uns dias de morrer. Fiquei irreconhecível"
Marante: "Tenho saudades da família que não tenho, mas não me arrependo de nada"
Tatanka: “Nunca tive problemas de dependência com nada, mas às vezes perdes uma bocadinho a noção. Fazes coisas que não farias”
Fernando Pires: “Se o meu pai fosse vivo hoje seria orgulhoso da pessoa que sou”
Matilde Reymão: “Tirava os meus irmãos de casa para evitar que assistissem às discussões dos meus pais”
Rui Melo: “Percebi que nunca ia ser feliz fechado num escritório”
Filipa Nascimento: “Na faculdade não tinha dinheiro para comprar pão”
José Milhazes: “Combinei com o Putin que escrevia o livro e depois ele começava a guerra”
Martim Sousa Tavares: “Se tentar defender o meu pai cada vez que alguém detesta o que ele disse, eu não faço mais nada”
Alexandra Lencastre: "Já fiz alguns papeis sem maquilhagem e as pessoas não gostaram"
Miguel Raposo: “Vivemos numa sociedade que nos diz que chorar é para os fracos, mas é uma coisa maravilhosa”
Jorge Mourato: "Às vezes culpo-me por não ter usufruido tanto dos meus pais"
Obrigado, Eunice
Sara Matos: “Viver o presente e ser grata à vida ajuda-me imenso”
Maria Emília Correia sobre a morte do filho em bebé: “Não o podia agarrar, porque ele estava em condições trágicas. Foi uma incúria médica”
Bruno Cabrerizo sobre a morte da Avó: “Hoje eu estou com os meus filhos e consigo entender o que a minha avó sentia por mim”
Diogo Martins: "As redes sociais são uma ilusão. Importante é viver a vida e, sim, neste momento vivo uma 'aura' muito feliz"
Filipa Areosa: "Não abdico de nada pela minha profissão e há muitas pessoas que o fazem"
Ivo Lucas: "Há momentos em que nos perguntamos se é isto que a vida tem para nós"
Sofia Alves: “Houve ali a mão de Deus quando já não havia esperança”
Florbela Queiroz: “Não tenho nada contra a morte. Acho-a uma gaja porreira”
Alta Definição com Romana: “Agora sim, cheguei a uma fase de libertação total”
Matay: “É delicado quando tens de dizer que não és menos que ninguém. Porque é que há esta conotação só por existir?”
Luana Piovani: “Não é polémico emitir opinião sobre temas relevantes. Polémico é o presidente do Brasil estar de férias durante as cheias na Bahia”
Ricardo Raposo recorda Maria João Abreu: “Ela conseguiu tirar a máscara e só dizer: Amo-vos muito, beijinhos. E foi isso, foram as palavras finais”
Vitorino Silva: “Quem é que tem o voto do povo? É o Tino e o Marcelo”
As emoções do ano
Fátima Lopes: “O rosto dos meus pais tem lá as respostas que eu ainda não tenho”
Henrique Gouveia e Melo: “Não podemos relativizar a morte dos idosos. Que raio de ética é a nossa se pensarmos assim?”
Rui Nabeiro: “Considero-me um criador de trabalho e de vida”
Tony Ramos: “Eu não tenho estigma por fazer telenovelas. Eu sou ator”
Vera Ramos: “Escolhi muito tarde ser atriz, mas a Alexandra Lencastre sempre disse à minha mãe que eu ia ser atriz”
Fernando Daniel: “Não é suposto um miúdo de 10 anos ficar sem mãe e sem pai de um momento para o outro”
Lilia Cabral lembra a morte do pai: "Tinha que voltar a gravar no dia seguinte. Chorei aquele estágio para nunca mais"
Joana Marques sobre o ‘Extremamente Desagradável’: “Percebi que não vale a pena ir à procura de algo inofensivo porque isso não existe”
João de Carvalho recorda a mulher: "Ela faleceu nos meus braços"
Lourenço Ortigão: "O Pedro [Lima] ligou-me três dias antes só para falar. E às vezes penso: 'será que eu podia ter mudado alguma coisa?'"
Clara de Sousa: “Quando uma notícia ajuda algo ou alguém, é o nosso maior sucesso”
Francisco Pinto Balsemão: “Há pessoas que me falharam da maneira mais inacreditável e inesperada. E isso não foi azar”
António Fagundes: “A felicidade é uma ilusão do ocidente”
Especial 12 anos
Paulo Rangel sobre a homossexualidade: "nunca escondi, não é segredo"
Padre Borga: "Tive paixões românticas, mas nenhuma me arrastou"
Tiago Aldeia sobre a morte da mãe: “Sinto sempre que tenho uma estrela a acompanhar-me”
Nel Monteiro: “A minha mãe morreu de desgosto porque pensava que eu ia morrer na guerra”
Patrícia Mamona: “O segredo para teres sucesso é estares em paz contigo mesmo”
Rosa Maria: “Ser mulher e tocar acordeão é a brincadeira mais séria que tive na vida”
Rogério Samora: “É muito bonito analisar e perceber a vida minuto a minuto. Porque estás vivo? Isto não pode ser só uma passagem”
Sérgio e Nelson Rosado sempre foram irmãos de partilhar tudo? “Não foi sempre assim”
Vítor Silva Costa: “Estava ao lado do camarim da João Abreu. Ouviu-se um grito muito forte. Sentimos que alguma coisa não estava certa”
Augusto Canário: “A sociedade não aceita de bom grado uma crítica à homossexualidade”
Io Appolloni: “Fui a primeira mulher em Portugal a dizer que tinha praticado um aborto. Senti mesmo na carne que é um horror”
Emanuel sobre o pai: “Teve três AVC e covid. Venceu isso tudo”
Isabel Silva: “A dor está sempre a dar-nos uma lição. É importante para a nossa felicidade”
António Pedro Cerdeira sobre a mãe: “Veres uma pessoa a transformar-se num cadáver à tua frente é muito complicado”
Rui Patrício: “Na luta pelos nossos sonhos é importante ter diariamente a convicção que damos tudo”
António Camelier: “Consegui controlar a Síndrome de Tourette, mas desenvolvi Transtorno Obsessivo Compulsivo”
“Se existe grandes recompensas, a maior delas é a manifestação do público”: Eva Wilma (1933 - 2021)
“Passei dos meus pais para os meus filhos a generosidade e a lealdade. Quero acreditar nas pessoas”: Maria João Abreu 1964-2021
João Mota: “O meu medo sempre foi ter uma vida em vão”
Joana Pais de Brito sobre as imitações: “É um processo obsessivo. Nunca quis fazer, aconteceu-me”
Sofia Arruda e o assédio: “Custa-me não ter dito nada e haver outras atrizes que passaram o mesmo e não sabemos porque não se fala”