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Geração 90 — 27 episodes
Francisco Trincão: “Nunca pensei que com 25 anos podia chegar até aqui, podia dizer que ficava a vida toda no Sporting, mas não conseguimos saber o dia de amanhã”
Chef Pedro Pena Bastos: "Todos temos memórias de infância ligadas à cozinha e acho que somos mais felizes por isso”
Constança Entrudo: “Se o teu trabalho for bom e único não existe isso de 'encaixar no padrão'. A moda tem uma coisa boa porque há público para tudo”
Diogo Piçarra: “Era sempre aquele aluno que estava no canto da sala, sabia a resposta e não levantava o braço porque tinha vergonha, se voltasse atrás era diferente”
Francisco Guimarães: “Ter paixão pelo que fazemos é uma enorme forma de liderança, conquistei o meu lugar como treinador assim”
Sara Correia: “O Fado nasce contigo, é uma forma de estar na vida, não é algo que aprendemos a estar”
Especial ao vivo no Tribeca com Laura e Lucas Dutra: “Sinto falta de brincar na rua, de ter joelhos esfolados em vez de dor de cabeça de tanto olhar para o ecrã”
Eva Brás Pinho: “As pessoas olham para a política de uma forma negativa porque se publicitam as discussões no parlamento. Gosto de olhar para a política como um ato de amor ao outro"
Guilherme Geirinhas: “A minha vontade de falar com políticos vem da minha infância, eu era sempre o primo que ia à frente, que cumprimentava os pais, tios e isso deu-me alguma vontade de falar com os mais velhos”
Pedro Rosa Sousa: “Hoje em dia é o 8 ou o 80. Sou padre, mas não estou num convento de clausura. Tenho uma vida, desloco-me”
Margarida Santos: “Descobri uma forma de fazer o meu tipo de medicina: promover literacia, comunicar e mostrar às pessoas que temos o direito de saber o jargão que os médicos estão a falar”
Martim Sousa Tavares: “Um artista pode estar nas grandes cidades, mas também pode estar com outros públicos sem que isso seja uma vergonha”
Especial ao vivo PodFest com Sebastião Bugalho: “Tornei-me num ótimo escritor de cartas. Passo a vida a escrever cartas para a senhora Kallas e Von der Leyen”
Catarina Maia: “A televisão e as redes sociais dão-me oportunidades incríveis, mas é na rádio que encontro o meu cantinho. Sou muito feliz ali, a pensar na pessoa que está do outro lado”
João Porfírio: “Estive quase 5 meses na Ucrânia, foi muito marcante. Podemos morrer a qualquer minuto num país em guerra e a primeira vez que ouvi as sirenes todo o meu corpo se arrepiou com medo”
Mafalda Sampaio: “As pessoas não sabem, mas o trabalho de influencer consome-nos muito. Tem muita carga mental. Eu sou só uma e trato de tudo, da gestão, da comunicação. Trato de uma empresa, da marca”
Mafalda Rebordão: “Todos os projetos que faço são para o meu país, para conseguir encontrar um mercado melhor do que quando o deixei, para que as pessoas queiram ficar e atrair empresas internacionais”
Miguel Peliteiro: “Os médicos são heróis perante as condições degradantes e injustas que enfrentam. Vivemos num SNS que exige tudo e dá pouco aos seus profissionais”
Luana do Bem: “Cresci num monte a quatro quilómetros de terra batida da cidade mais próxima. Havia subidas no inverno que eram tão íngremes, que todas as manhãs mudávamos os pneus”
João Félix: “Vejo muitos pais a pressionar os filhos para serem o próximo Cristiano Ronaldo. Deves fazer o que te faz feliz, ser futebolista, atriz, locutor. Se fizeres o que te sentes feliz a fazer, as coisas vão correr-te bem e vais ter sucesso na área”
Sara Sampaio: “Agora olho para a moda como um trabalho que me paga as contas, porque o verdadeiro sonho sempre foi a representação”
Ivandro: “Acho que a música pode fazer a diferença na sociedade. Não pego no telefone e escrevo nas redes sociais, mas tudo o que penso está nas minhas músicas”
Carolina Carvalho: “Já não precisamos de esperar numa fila das finanças porque conseguimos fazer tudo pelo telemóvel. Não sabemos esperar, somos mais hiperativos, stressados e deprimidos”
Bernardo Blanco: “O meu avô saiu da aldeia para ser diretor de uma empresa e a minha avó de costureira para abrir uma loja. Isto aconteceu há 40 anos. Hoje há menos mobilidade social. A ideia de subir na vida pelo trabalho já não funciona”
Especial ao vivo no Tribeca com Alba Baptista: “Quanto mais queremos, maior será a queda. Esta indústria o que tem de muito bom, tem de muito mau. Tenho medo de perder a essência, mas não posso ficar refém dele”
Leonor Caldeira: “Os homens e mulheres da nossa geração têm um curso, dinheiro, liberdade e as nossas vidas, mas quando se fala em maternidade ficámos presos. Estamos na altura de constituir família, mas é aí que nos puxam para trás”
António Félix da Costa: “O sonho da F1 estava na minha mão e fugiu. Não dependia só do meu talento. Um dia disseram-me: ‘Se queres ter amigos nas corridas, tens de os trazer de casa’. Foi duro, percebi o que a política e o dinheiro envolviam”