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Podcast do Desassossego — 173 episodes · page 1 of 2

#
Title
1

Olá, ouvinte.

2

169. Releio lúcido, demoradamente ...

3

168. ... E eu, que odeio a vida com timidez ...

4

167. Estou num dia em que me pesa ...

5

166. Se considero com atenção a vida ...

6

165. Tudo quanto não é a minha alma é para mim ...

7

164. A inacção consola de tudo.

8

163. A experiência directa é o subterfúgio ...

9

162. Tudo quanto de desagradável nos sucede na vida ...

10

161. Nada me pesa tanto no desgosto ...

11

160. Todo o dia, em toda a sua desolação ...

12

159. Duas vezes, naquela minha adolescência ...

13

158. A quem, embora em sonho ...

14

157. Criar dentro de mim um Estado ...

15

156. Que rainha imprecisa guarda ao pé dos seus lagos ...

16

155. Como há quem trabalhe de tédio ...

17

154. Quem sou eu para mim?

18

153. Ergo-me da cadeira com um esforço monstruoso ...

19

152. Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa.

20

151. Lento, no luar lá fora da noite lenta ...

21

150. A persistência instintiva da vida ...

22

149. Muitos têm definido o homem ...

23

148. O homem perfeito do pagão ...

24

147. Todo esforço, qualquer que seja ...

25

146. Alguns têm na vida um grande sonho ...

26

145. Quanto mais alto o homem ...

27

144. Depois dos dias todos de chuva ...

28

143. Tenho mais pena dos que sonham o provável ...

29

142. O que há de mais reles nos sonhos ...

30

141. PAISAGEM DE CHUVA

31

140. Acontece-me às vezes, e sempre que acontece ...

32

139. Há muito tempo que não escrevo.

33

138. Há uma erudição do conhecimento ...

34

137. ... a hiperacuidade não sei se das sensações ...

35

136. O peso de sentir!

36

135. As coisas mais simples, mais realmente simples ...

37

134. Busco-me e não me encontro.

38

133. ... o mundo, monturo de forças instintivas ...

39

132. Quanto mais contemplo o espectáculo do mundo ...

40

131. Não tendo que fazer, nem que pensar em fazer ...

41

130. Penso, muitas vezes, em como eu seria ...

42

129. O moço atava os embrulhos de todos os dias ...

43

128. Repudiei sempre que me compreendessem.

44

127. Não me indigno, porque a indignação ...

45

126. Tenho grandes estagnações.

46

125. Não fizeram, Senhor, as vossas naus ...

47

124. (Chapter on Indifference or something like that)

48

123. Sou curioso de todos, ávido de tudo ...

49

122. A ideia de viajar nauseia-me.

50

121. Como todo o indivíduo de grande mobilidade ...

51

120. Aquela malícia incerta e quase imponderável ...

52

119. Foi sempre com desgosto que li ...

53

118. Que me pesa que ninguém leia o que escrevo?

54

117. A maioria da gente enferma ...

55

116. Escrever é esquecer.

56

115. Assim organizar a nossa vida ...

57

114. ESTÉTICA DO ARTIFÍCIO

58

113. Dois, três dias de semelhança ...

59

112. Nunca amamos alguém.

60

111. Todo o homem de hoje ...

61

110. Quando durmo muitos sonhos ...

62

109. Sobra silêncio escuro lividamente.

63

108. A vida pode ser sentida como uma náusea ...

64

107. Sou daquelas almas que as mulheres dizem que amam ...

65

106. Às vezes, quando ergo a cabeça ...

66

105. ESTÉTICA DA ABDICAÇÃO

67

104. Nenhuma ideia brilhante consegue entrar ...

68

103. Cultivo o ódio à acção como uma flor de estufa.

69

102. A vida é para nós o que concebemos nela.

70

101. Se a nossa vida fosse um eterno estar-à-janela ...

71

100. Vivo sempre no presente.

72

99. Há momentos em que tudo cansa ...

73

98. Acordei hoje muito cedo ...

74

97. O verdadeiro sábio ...

75

96. Vejo as paisagens sonhadas ...

76

95. Durei horas incógnitas ...

77

94. Viver é ser outro.

78

93. Em mim foi sempre menor a intensidade ...

79

92. Eu nunca fiz senão sonhar.

80

91. Uma vista breve de campo ...

81

90. Reconhecer a realidade como uma forma da ilusão ...

82

89. A única atitude digna de um homem superior ...

83

88. Onde está Deus, mesmo que não exista?

84

87. A metafísica pareceu-me sempre ...

85

86. Penso se tudo na vida não será a degeneração ...

86

85. Reparando às vezes no trabalho literário ...

87

84. Meditei hoje, num intervalo de sentir ...

88

83. Remoinhos, redemoinhos, na futilidade fluida ...

89

82. Não sei que vaga carícia ...

90

81. As carroças da rua ronronam ...

91

80. INTERVALO DOLOROSO [Tudo me cansa]

92

79. Leve, como uma coisa que começasse ...

93

78. Há sensações que são sonos ...

94

77. Muitas vezes para me entreter ...

95

76. Penso às vezes com um agrado ...

96

75. Para sentir a delícia e o terror da velocidade ...

97

74. TROVOADA

98

73. No alto ermo dos montes naturais ...

99

72. Disse Amiel que uma paisagem é um estado da alma ...

100

71. Aquilo que, creio, produz em mim ...