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Anestesistas & Anestesiologistas
by Marcio Augusto Lacerda
Oi pessoal .... Estamos agora no Spotify em formato podcast.... O conteudo do Anestesistas & Anestesiologista que voce conhece ja no Instagram, em formato de audio ....
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O que de Interessante na Literatura Médica em Anestesiologia em Maio de 2026
**🎙️ O que os principais periódicos de Maio/2026 não te contaram? Vista a toga do "Advogado do Diabo" com a gente! ⚖️🔥*Saiu mais um episódio denso, prático e extremamente crítico do nosso podcast. Nós dissecamos as publicações mais quentes do mês (Green Journal, BJA, Blue Journal, entre outros), mas não viemos aqui apenas para ler resumos. Pegamos a melhor evidência científica disponível e testamos contra a realidade nua e crua do nosso dia a dia no bloco cirúrgico.Arraste para o lado no carrossel ➡️ e confira um resumo dos nossos debates de hoje:* *Ventilação Mecânica:* Mechanical Power é o novo padrão-ouro ou apenas mais carga cognitiva na sala de cirurgia eletiva?* *TIVA e o Planeta:* A transição para venosa total é sustentabilidade real ou apenas narrativa comercial ignorando o impacto do plástico?* *Obstetrícia em Foco:* Evidência nível A enterrando de vez o mito de que analgesia de parto causa Autismo ou TDAH.* *POCUS Gástrico:* A fórmula de Perlas não serve para estômago com sleeve. Mas cuidado ao tentar ser um mestre da matemática em plena urgência da madrugada.* *Ensino e IA:* A "caixa preta" da laringoscopia e por que bonecos de plástico baratos ensinam intubação tão bem quanto robôs de cem mil dólares.* *Esmolol na Multimodal:* O excelente estudo multicêntrico brasileiro. Ele é um poupador de opioide real ou apenas uma máscara para a taquicardia induzida pela dor?Evidência científica só tem valor quando mastigada, digerida e aplicada na beira do leito, conhecendo os limites e os vieses de cada "Valor de P". 🎧 Já terminou o plantão? Despeje aquele Primitivo de Puglia merecido na taça, aumente o volume e ouça o episódio completo! 👇 Qual desses temas mais impacta a sua rotina hoje? Deixe sua opinião aqui nos comentários!---Conteúdo produzido por @anestesistaseanestesiologistas / @marcioaugustolacerda1966
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A Història da Anestesia Inalatória Parte 02
🚨 A História da Anestesia Inalatória Parte 02: Explosões no Centro Cirúrgico, Guerras Mundiais e a Evolução da Anestesia! 🚨O Episódio 13 do nosso podcast já está no ar! Desta vez, dando sequência à nossa minissérie sobre a História e os Fundamentos da Anestesia Inalatória, vamos explorar como a busca pela segurança transformou para sempre a nossa especialidade.Neste episódio, eu, Marcio Augusto Lacerda, levo vocês por uma viagem no tempo para entender:⚙️ O "Design" da Máquina de Anestesia: Como o engenheiro inglês Henry Boyle usou o cenário de caos da 1ª Guerra Mundial para criar o sistema de vaporizadores e cilindros que serviu de base para as máquinas que usamos até hoje.🌡️ O Desafio do Resfriamento: A genialidade por trás do "Copper Kettle" (a chaleira de cobre) e a evolução até os nossos conhecidos vaporizadores calibrados.🔥 Explosão, Incêndio e Morte: O perigo letal dos antigos agentes voláteis inflamáveis, como o ciclopropano, que em contato com o eletrocautério causaram tragédias reais nas mesas de operação.💉 A Lição de Pearl Harbor: A introdução revolucionária do Tiopental (Pentotal) e como o seu uso no ataque de 1941 evidenciou a necessidade inegociável de drogas mais estáveis para pacientes em choque.Foi preciso muita ciência, engenharia e, infelizmente, algumas tragédias para consolidar a anestesia como a especialidade focada na vigilância e manutenção da vida que conhecemos hoje.🎧 Corre para ouvir! (Link na bio) e se você está gostando dessa imersão histórica, não esqueça de deixar ⭐⭐⭐⭐⭐ na sua plataforma de áudio favorita!💎 Quer ir além?Torne-se um assinante VIP aqui no perfil (@anestesistaseanestesiologistas) ou apoie o nosso projeto no Apoia.se! Apoiadores ganham:Acesso ao roteiro completo do episódio em PDF 📄Entrada no nosso grupo VIP fechado no WhatsApp 📱Conteúdos exclusivos toda sexta-feira 🔒Te encontro lá e até o desfecho dessa história no próximo episódio! Abraços!
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A História da Anestesia Inalatória Parte 01
🎙️ MINISSÉRIE: HISTÓRIA DA ANESTESIA INALATÓRIA - PARTE 1: De Alquimistas a Anestesiologistas📅 Episódio #12 | Slide #9 de #13Que tal um resumo visual e comparativo de tudo o que vimos até agora? Neste nono slide de nossa jornada, o Dr. Marcio Augusto Lacerda nos traz uma síntese clara dos dois grandes pioneiros da anestesia inalatória: o Éter e o Clorofórmio.De um lado, temos o Éter (Morton, 1846), o "veterano" seguro para o coração, mas que desafiou os médicos com sua indução lenta e as náuseas intensas pós-operatórias.Do outro, o Clorofórmio (Snow, 1853), a "novidade" rápida e sem cheiro ruim, que conquistou a Rainha Vitória, mas que escondeu um perigo mortal: o risco de arritmias cardíacas graves e falência hepática.A história da anestesia é exatamente sobre essa busca incessante pelo equilíbrio entre eficiência e segurança. Este infográfico resume essa lição final: a evolução do empirismo para a ciência organizada, onde cada detalhe, como o coeficiente sangue-gás, começou a ser compreendido.👇 Qual desses desafios você acha que foi o mais difícil de superar nos primórdios da anestesia: a lentidão do Éter ou a instabilidade do Clorofórmio? Comente aqui embaixo!📺 Assista ao episódio completo e confira todos os slides! Novos episódios às terças e quintas!🎧 Siga-nos no Spotify e Apple Podcasts!📄 PDF completo e conteúdos exclusivos na área de assinantes (Link na bio 💎)! Considere ser um assinante do canal para apoiar nosso projeto.Com @anestesistaseanestesiologistas e @marcioaugustolacerda1966.
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Complicações Neurológicas na Raquianestesia
🚨 PACIENTE NÃO MEXE AS PERNAS APÓS RAQUI: O QUE FAZER?Aquele momento que dá um calafrio na espinha... 😰Você recebe a notícia: "Doutor, o paciente não está conseguindo mexer as pernas depois da raquianestesia"❤️ Taquicardia😰 Suor frio🧠 Mas você respira fundo e age!A PERGUNTA: É bloqueio residual normal ou uma emergência com janela de apenas 12 HORAS? ⏰📊 CONTEXTO:Complicações graves são RARAS (menos de 1 em 150.000 raquis), mas quando acontecem, CADA MINUTO CONTA!🎯 NESTE CARROSSEL VOCÊ VAI APRENDER:✅ Os 3 cenários principais (bloqueio residual, hematoma epidural, neuropatia periférica)✅ Os 5 SINAIS DE ALARME que exigem RM urgente✅ Exame neurológico rápido à beira do leito✅ Como estratificar risco e definir conduta✅ Dica de OURO para segurança jurídica🔴 MEMORIZE OS 5 ALARMES:1️⃣ DOR INTENSA lombar/radicular2️⃣ Déficit motor PIORANDO3️⃣ Bloqueio prolongado (>6-8h)4️⃣ Disfunção esfincteriana5️⃣ Febre + déficit neurológicoQUALQUER UM = RM URGENTE + NEUROCIRURGIA! 🚨⚠️ REGRA DE OURO:Na dúvida, PEQUE PELO EXCESSO! É melhor uma RM "desnecessária" do que perder a janela terapêutica de 12 horas.💡 Hematoma epidural: apenas 47% dos pacientes se recuperam completamente, e esse número PIORA muito se a cirurgia atrasar!📌 SALVE este post para consultar no plantão!💬 MARQUE aquele colega anestesista que precisa ver isso!⭐ Quer o PDF completo com tabelas e fluxogramas? Link na bio!🎧 Este conteúdo é baseado no episódio do nosso PODCAST! Ouça a versão completa em todas as plataformas de podcast.👨⚕️ Dr. Marcio Augusto LacerdaMédico AnestesiologistaCoordenador de Conteúdo
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Como a Nitroglicerina subcutanea facilita a puncao e canulizacao da arteria radial
💉 NitroglicerinaSubcutânea: O "Pulo do Gato" para Acesso Radial Difícil 🎯Este post se inspirou no original docanal @anestesiacomcafePunção arterial radial nem sempre é fácil. Artériaspequenas, espasmo reflexo intenso e múltiplas tentativas podem levar acomplicações e hematomas. 😰 Mas e se houvesse umtruque simples, seguro e baseado em evidências para facilitar isso?As novas evidências de 2025 confirmam o benefício daNitroglicerina (NTG) Subcutânea. Deslize para este carrossel completo ondeabordamos tudo o que você precisa saber ao leito:🔬 Mecanismo de Ação: Comoa liberação de óxido nítrico blinda contra o espasmo e dilata a artéria em20-25%.📈 Resultados Impactantes:Aumento de 60% no sucesso na 1ª tentativa e redução de 85% nos hematomas(NNT=4).👶 Pediatria: Dicasespecíficas para artérias minúsculas e redução drástica da oclusão arterial(RAO) com NNT=2 (!).📋 Protocolos por Cenário:Centro Cirúrgico, Emergência, UTI e Cardiologia.💡 Dicas Práticas e GoldenRules: Aquecimento, Timing e Custo-Efetividade.📚 Evidências Atualizadas:Singh et al. (JCTVA) e Park et al. (JAMA Peds).
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Bloqueios Regionais Guiados por US em Cirurgia Plástica Estética
Este material examina o papel fundamental dos bloqueios regionais guiados por ultrassom na modernização da cirurgia plástica estética, destacando sua eficácia em comparação a técnicas tradicionais. O texto sugere que o uso de estratégias poupadoras de opioides não apenas melhora a recuperação do paciente, reduzindo náuseas e dor, como também facilita a alta precoce em regimes ambulatoriais. São detalhadas técnicas específicas, como os bloqueios PECS, TAP e ESP, fornecendo diretrizes precisas sobre dosagens e volumes de anestésicos locais para garantir a segurança clínica. Além dos aspectos técnicos, a fonte aborda o contexto médico-legal brasileiro, alertando que a recusa em oferecer essas tecnologias pode configurar uma prática defensiva inadequada diante dos novos direitos de autonomia do paciente. Por fim, reforça-se que a ultrassonografia revolucionou a segurança do procedimento, consolidando os bloqueios de plano fascial como uma ferramenta emergente para intervenções mamárias e abdominais.
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Protocolo de Pré-Habilitação Cirúrgica para Usuários de Agonistas GLP-1/GIP
Protocolo de Pré-Habilitação Cirúrgica para Usuários de Agonistas GLP-1/GIPEste guia apresenta um protocolo clínico integrado para o manejo perioperatório de pacientes que utilizam agonistas de GLP-1, focando no equilíbrio entre a segurança anestésica e a preservação nutricional. As diretrizes destacam que esses medicamentos aumentam o risco de aspiração pulmonar devido ao esvaziamento gástrico lento, além de propiciarem a perda de massa magra e sarcopenia. O texto estabelece critérios rigorosos de estratificação de risco, recomendando o uso de ultrassom gástrico (POCUS) e períodos específicos de interrupção da medicação antes de cirurgias eletivas. Além disso, enfatiza a necessidade de pré-habilitação, combinando uma dieta rica em proteínas com exercícios resistidos para garantir a recuperação tecidual e a viabilidade cirúrgica. Por fim, o documento fornece um checklist detalhado para que as equipes médicas monitorem deficiências vitamínicas e implementem técnicas de indução segura em casos de alto risco.
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Principais Artigos de Anestesiologia em Abril de 2026
🚨 Atualização rápida e direto da fonte! O que os principais periódicos do mundo trouxeram para a nossa prática neste mês de Abril de 2026? 📚💉Fizemos um resumão com 6 artigos essenciais publicados na Anesthesiology, Anesth Analg e BJA que têm impacto direto na nossa tomada de decisão dentro do bloco cirúrgico. E claro, sempre analisando o que é aplicável na nossa realidade aqui no Brasil. 🇧🇷Arrasta para o lado para conferir:1️⃣ Sugammadex vs. Succinilcolina: Será o fim da velha Succina na Indução em Sequência Rápida?2️⃣ Efeito Ozempic (GLP-1): Estômago cheio mesmo em jejum? O POCUS gástrico como seu melhor amigo na hora da conduta.3️⃣ Dor Neuropática: O alvo não é o DRG? A ciência básica apontando novos caminhos.4️⃣ Bloqueios Fasciais: A diretriz da ASA bateu o martelo como padrão para cirurgias torácicas e abdominais abertas.5️⃣ Neurofisiologia: A relação (e as pegadinhas) entre Vasopressores e o Potencial Evocado Motor.6️⃣ Simulação In Situ: Focando nas falhas logísticas do sistema para salvar vidas na hemorragia pós-parto.📌 Atenção aos dois últimos slides! Deixamos um Infográfico de resumo e um Check-list de Ação Clínica completíssimo para você salvar e ter na mão no seu próximo plantão.Fala a verdade, qual dessas novidades já virou rotina no seu hospital e qual delas ainda é um desafio? Deixa aqui nos comentários! 👇...@anestesistaseanestesiologistas @marcioaugustolacerda1966
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Uso de Analogos GLP-1 / GIP em Pacientes Bariatricos e Pos-Bariatricos
Discutimos o complexo manejo perioperatório de pacientes que utilizam agonistas de GLP-1 em contextos de cirurgia bariátrica e plástica reparadora, destacando novos consensos para 2025 e 2026. O material alerta para o risco de conteúdo gástrico residual aumentado, que pode ser até seis vezes maior mesmo com jejum adequado, exigindo o uso de ultrassonografia gástrica (POCUS) e indução em sequência rápida. Além disso, introduz-se o conceito de "triplo hit nutricional", onde a má absorção da bariátrica somada à supressão de apetite pelo fármaco pode comprometer gravemente a cicatrização em cirurgias de contorno corporal. As diretrizes sugerem uma transição da suspensão cega da medicação para uma mitigação ativa, focando em dieta líquida prévia e suplementação proteica intensiva. Por fim, as evidências mostram que, embora o risco de aspiração não aumente globalmente com as medidas corretas, a otimização metabólica e nutricional é o fator determinante para o sucesso cirúrgico.
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O NOVO PACIENTE CIRURGICO NA ERA DO GLP-1
A revolução dos incretinomiméticos (agonistas GLP-1 e duplos agonistas GIP/GLP-1) encerrou a fase do paciente cirúrgico "simples", trazendo para o centro cirúrgico um fenótipo clínico inédito e complexo. Neste episódio voltado para médicos anestesiologistas e cirurgiões, mergulhamos fundo no novo paradigma de manejo perioperatório, onde a simples suspensão rotineira e cega dessas medicações deixou de ser respaldada pelas diretrizes modernas.Discutimos as nuances desse novo paciente que frequentemente chega ao bloco operatório com exames metabólicos impecáveis, mas esconde fatores críticos de risco: o esvaziamento gástrico imprevisível, a depleção sistêmica de volume e uma ingestão proteica severamente insuficiente. O episódio aborda de maneira técnica e direta o equilíbrio necessário para manejar dois grandes pilares: a mitigação do risco agudo anestésico, relacionado ao volume gástrico residual, e a correção do risco crônico e estrutural, ligado ao catabolismo cirúrgico e à falha de cicatrização.Destaques deste episódio:A Falácia da Suspensão e o Risco de Aspiração: A prática de suspender o fármaco empíricamente por várias semanas provou-se ineficaz, visto que o estômago pode apresentar conteúdo residual aumentado mesmo após 30 dias de suspensão. Exploramos a estratificação de risco atualizada, que prioriza o uso do ultrassom gástrico (POCUS) e medidas protetoras assertivas, como a dieta líquida clara nas 24 horas que antecedem a cirurgia.Estratégias de Via Aérea: Para pacientes classificados como de alto risco, sintomáticos, ou quando não há POCUS disponível, revisamos a obrigatoriedade de assumir o estômago cheio presumido. Abordamos as condutas de Indução em Sequência Rápida (ISR), intubação orotraqueal compulsória, uso de procinéticos venosos e a importância de evitar dispositivos supraglóticos.Sarcopenia Iatrogênica e Risco Cirúrgico: Entenda a fisiopatologia por trás do fato de que 25% a 40% de todo o peso perdido em pacientes sem supervisão médica adequada pode ser originado de massa livre de gordura. A fragilidade pré-operatória é capaz de elevar a mortalidade em 30 dias até mesmo nos procedimentos cirúrgicos considerados de estresse muito baixo (OSS 1).A Solução da Pré-Habilitação: O uso de medicações para perda de peso pode se transformar em um verdadeiro aliado na prevenção de deiscências, contanto que haja otimização multidisciplinar prévia. Explicamos o protocolo essencial de aporte proteico agressivo (1,2 a 1,6 g/kg/dia) aliado compulsoriamente a programas de treinamento resistido.Desafios por Especialidade: Uma imersão no manejo das cirurgias cardíacas, cujo risco de vasoplegia é exacerbado pela desidratação crônica comum nesses pacientes, e nas cirurgias ortopédicas. Também detalhamos o temido "triplo hit nutricional", especialmente crítico para os pacientes bariátricos e pós-bariátricos que se submetem a cirurgias plásticas de contorno corporal.Dominar as estratégias mitigadoras e as ferramentas de triagem desde o nível da recepção hospitalar deixou de ser um diferencial acadêmico e transformou-se em uma habilidade clínica inegociável.Conclusão: O uso de GLP-1/GIP demanda cautela, mas o conhecimento é a nossa melhor ferramenta. Considere seguir nosso podcast, avaliá-lo com 05 estrelas e nos seguir nas redes sociais para mais conteúdos de excelência em anestesiologia. Abs!
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Estamos nas Redes Sociais
Bom dia pessoal: Fizemos algumas mudanças no canal, já que expandimos nossa atuação para outras redes sociais, como o Spotify, Apple Podcast, TikTok e You Tube ……. Você pode procurar nossas páginas pelo @anestesistaseanestesiologistas…. Passaremos a publicar novos conteúdos às terças e quintas feiras, em slides no Instagram, Vídeos no Tik Tok e You Tube, e podcast no Spotify e Apple Podcast ….. As sextas publicarei conteúdo exclusivo para os assinantes do canal ….. Também criamos uma campanha no Apoia-se para que possamos ter mais recursos para gerar mais conteúdo para vocês ….. Se quiser nos ajudar, é só entrar lá e procurar @anestesistaseanestesiologistas ……. Um abraço a todos ….
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Você ainda pede Risco Cirúrgico e acredita nele? Acho que voce precisa rever suas condutas e conceitos .....
O Fim do Mito dos 4 METs: A Nova Escada da Sobrevivência na Avaliação Pré-Operatória 🩺🎙️Bem-vindos a mais um episódio do canal Anestesistas & Anestesiologistas, com Marcio Augusto Lacerda!Neste episódio/vídeo, vamos desconstruir um dos maiores mitos da Medicina Perioperatória: a famosa pergunta "O senhor consegue subir dois lances de escada?". Por décadas, usamos o corte binário de 4 METs para classificar pacientes em "aptos" ou "inaptos". Mas a biologia não é binária!Com base em novas e robustas evidências – incluindo a coorte prospectiva de 2026 com mais de 38 mil pacientes –, mostramos como a capacidade funcional é, na verdade, uma Ladeira Contínua de Risco. Descubra por que o grupo "intermediário" (4 a 5 METs) tem o triplo de risco de mortalidade em relação aos atletas e entenda o conceito vital de DAH (Days at Home Alive - Dias em Casa Vivo), que mede a morbidade invisível no pós-operatório.Discutimos também a "Tríade de Ouro" da avaliação moderna, cruzando a capacidade em METs (via questionário DASI), a Fragilidade e o Porte Cirúrgico, abandonando a velha "liberação médica" para adotar um planejamento proativo com uso de biomarcadores (Troponina e NT-proBNP) e Pré-habilitação.🎧 Dê o play e atualize a sua anamnese hoje mesmo!👍 Gostou do conteúdo? Deixe seu curtir, avalie o nosso podcast/vídeo, inscreva-se no canal e ative o sininho 🔔 para não perder nenhuma atualização focada na excelência da nossa especialidade! Siga-nos em todas as redes sociais: @anestesistaseanestesiologistas--------------------------------------------------------------------------------📚 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS: (Materiais e evidências utilizados na elaboração deste episódio)1. Valadkhani, A., et al. (2026). Impact of Preoperative Functional Capacity on Postoperative Mortality and Morbidity: A Prospective Cohort Study. Anesthesiology..2. Wijeysundera, D. N., et al. (2018). Assessment of functional capacity before major non-cardiac surgery: an international, prospective cohort study (METS Study). The Lancet, 391(10140), 2631-2640.3. Thompson, A., et al. (2024). 2024 AHA/ACC... Guideline for Perioperative Cardiovascular Management for Noncardiac Surgery. Circulation, 150(19), e351-e442.4. Halvorsen, S., et al. (2022). 2022 ESC Guidelines on cardiovascular assessment and management of patients undergoing non-cardiac surgery. European Heart Journal, 43(39), 3826-3924.5. Murthy, N. M., et al. (2025). Preoperative Diagnostic Assessment of Patients with Cardiovascular Risk Factors Undergoing Noncardiac Surgery: A 2025 Update. Methodist DeBakey Cardiovasc J, 21(4), 87-100.6. Coutinho-Myrrha, M. A., et al. (2014). Duke Activity Status Index for Cardiovascular Diseases: Validation of the Portuguese Translation. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(4), 383-390.7. Hlatky, M. A., et al. (1989). A brief self-administered questionnaire to determine functional capacity (the Duke Activity Status Index). The American Journal of Cardiology, 64(10), 651-654.8. Boghean, A., Guțu, C., & Firescu, D. (2025). Perioperative Risk: Short Review of Current Approach in Non Cardiac Surgery. Journal of Cardiovascular Development and Disease, 12(1), 24.9. Caliskan, B., et al. (2025). Pre-Operative Cardiac Risk Assessment to Predict Mortality and Intensive Care Admission in Elderly Patients Scheduled for Non-Cardiac Surgery... Eur Arch Med Res, 41(4), 246-252.10. Arbee-Kalidas, N., & Purbhoo, K. (2024). Preoperative Assessment of Functional Capacity. Anaesthesia Tutorial of the Week (WFSA).--------------------------------------------------------------------------------Você ainda pede Risco Cirúrgico e acredita nele?
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Fragilidade: o conceito que esta revolucionando o pre-operatorio
A Fragilidade na Avaliação Pré-Operatória | Com Marcio Augusto LacerdaDescrição: Bem-vindos ao canal Anestesistas e Anestesiologistas! Neste episódio, Marcio Augusto Lacerda, TSA/SBA, destrincha um dos temas mais críticos e atuais da medicina perioperatória: a Síndrome de Fragilidade.A idade cronológica nem sempre reflete a idade biológica do paciente. Compreender a perda de reserva fisiológica e saber estratificar esse risco é essencial para evitar o "segundo hit" do estresse cirúrgico/anestésico e prevenir complicações graves, como o delirium pós-operatório e a perda de independência do idoso.Neste episódio, estruturado para residentes e especialistas em anestesiologia, você vai aprender:Fisiopatologia da Fragilidade: Por que o idoso frágil não tolera o estresse cirúrgico.Avaliação Prática: Como aplicar a Clinical Frailty Scale (CFS) na anamnese em menos de 1 minuto (O "Teste de 1 Minuto").Manejo Intraoperatório: Estratégias neuroprotetoras, titulação de fármacos e monitorização da profundidade anestésica para evitar o delirium.Ação Proativa: Quando acionar a "Pausa Cirúrgica" e como funciona o protocolo de Pré-habilitação Trimodal (Nutrição, Exercício e Suporte Psicológico).A fragilidade não é um veto automático para a cirurgia, mas um marcador de risco modificável que exige adequação da técnica anestésica e otimização prévia.🔔 Inscreva-se no canal para mais atualizações práticas e baseadas em evidências sobre Anestesiologia!
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E ai ? Ringer com Lactato ou Plasmalyte ?????
Sabe aquele residente que fica te azucrianado pedindo para usar tudo que e novo ? Como voce vai convence-lo que nem tudo que e novo e o melhor ??? Que o que vale e o bom senso e saber a melhor indicacao ..... Aqui vale para a escolha da solucao cristaloide balanceada para seu perioperatorio ......
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A ciencia de August Bier
Esta e a história visceral do Dr. August Bier, os testes bizarros com seu assistente Hildebrandt e o grande legado que ele deixou na medicina e ecologia.
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A Historia do Carrinho de Anestesia
Voce ja imaginou como foi inventado a "maquina" que o medico Anestesiologista usa no seu dia-a-dia ???? Pois e...... Vamos entao conhecer esta historia aquiPor Marcio Augusto Lacerda, TSA/SBA, para o canal "Anestesistas e Anestesiologistas"
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Como aquecer o paciente durante a Cirurgia
O material aborda a importância da normotermia no ambiente cirúrgico, destacando que manter a temperatura corporal acima de 36 °C é essencial para a segurança do paciente. Os textos enfatizam o uso de sistemas de ar forçado como o método mais eficaz para prevenir a hipotermia, técnica que traz benefícios como a redução de infecções e a estabilidade cardiovascular. Além dos aspectos clínicos, a fonte explora o cenário jurídico brasileiro, mencionando resoluções do CFM e decisões do STJ que garantem ao médico a autonomia para indicar esse tratamento. São apresentadas diretrizes para a proteção de populações vulneráveis, como crianças e idosos, que possuem maior risco térmico. Por fim, o documento oferece modelos de prescrição médica para auxiliar profissionais na fundamentação técnica e na prevenção de negativas por parte de planos de saúde.
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