EPISODE · Dec 3, 2022 · 41 MIN
#7 - Mídia e médicos X obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares
from SENSU CAST - podcast de jornalismo e comunicação corporativa de saúde, ciência e educação · host SENSU Consultoria de Comunicação
Este episódio especial traz os melhores momentos do SENSU TALKS de novembro (live disponível no YouTube da SENSU, sobre o mesmo tema. Nosso convidado é Carlos Eduardo Barra Couri, médico endocrinologista, pesquisador da USP Ribeirão Preto, coordenador dos Congressos ENDODEBATE e DIACORDIS, colunista da Veja Saúde e autor do livro O Futuro do Diabetes. No papo com o apresentador Moura Leite Netto, o tema central é a pesquisa de percepção “RECEITA DE MÉDICO: o que pensa quem cuida de diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares”, lançada durante o DIACORDIS 2022. Foram identificados gargalos no cuidado de endocrinologistas, cardiologistas e outros profissionais diretamente envolvidos no cuidado aos pacientes com diabetes e comorbidades associadas. A análise trazida no relatório RECEITA DE MÉDICO passa por temas como diabetes, obesidade, doença gordurosa do fígado, hipertensão, dislipidemias e doenças cardiovasculares. Na amostra, a maioria dos médicos atende principalmente pacientes das classes A e B, sendo que 401 (61,3%) atuam exclusivamente na rede privada (particular e convênio) e apenas 36 médicos (5,5%) atuam exclusivamente no SUS. Os demais (217/33,2%) conciliam o SUS com atendimento aos pacientes de convênios e particular. Este perfil da amostragem é considerado no momento de interpretação do resultado. Alguns recortes da pesquisa - Apenas 2 em cada 10 cardiologistas fazem exame simples que aponta risco de amputações em diabéticos tipo 2 - 6 entre 10 especialistas que cuidam de diabetes e doenças cardiovasculares receitam antidepressivos. - 8 em cada 10 pessoas com diabetes tipo 2 têm gordura no fígado e, mesmo assim, o médico não pede exame. - Mesmo entendendo obesidade como doença crônica, 3 entre 10 especialistas interrompem tratamento ao haver perda de peso. - Tabagismo é determinante fator de risco cardiovascular, mas a maioria dos médicos não sabe tratar - A maioria dos médicos receita remédios para transtorno alimentar sem comprovação científica. Link para a pesquisa completa: encurtador.com.br/cruAD FICHA TÉCNICA Produção: SENSU Consultoria de Comunicação e Banca de Conteúdo Roteiro e apresentação: Moura Leite Netto Edição: J.Benê Direção: Luciana Oncken
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Este episódio especial traz os melhores momentos do SENSU TALKS de novembro (live disponível no YouTube da SENSU, sobre o mesmo tema. Nosso convidado é Carlos Eduardo Barra Couri, médico endocrinologista, pesquisador da USP Ribeirão Preto, coordenador dos Congressos ENDODEBATE e DIACORDIS, colunista da Veja Saúde e autor do livro O Futuro do Diabetes. No papo com o apresentador Moura Leite Netto, o tema central é a pesquisa de percepção “RECEITA DE MÉDICO: o que pensa quem cuida de diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares”, lançada durante o DIACORDIS 2022. Foram identificados gargalos no cuidado de endocrinologistas, cardiologistas e outros profissionais diretamente envolvidos no cuidado aos pacientes com diabetes e comorbidades associadas. A análise trazida no relatório RECEITA DE MÉDICO passa por temas como diabetes, obesidade, doença gordurosa do fígado, hipertensão, dislipidemias e doenças cardiovasculares. Na amostra, a maioria dos médicos atende principalmente pacientes das classes A e B, sendo que 401 (61,3%) atuam exclusivamente na rede privada (particular e convênio) e apenas 36 médicos (5,5%) atuam exclusivamente no SUS. Os demais (217/33,2%) conciliam o SUS com atendimento aos pacientes de convênios e particular. Este perfil da amostragem é considerado no momento de interpretação do resultado. Alguns recortes da pesquisa - Apenas 2 em cada 10 cardiologistas fazem exame simples que aponta risco de amputações em diabéticos tipo 2 - 6 entre 10 especialistas que cuidam de diabetes e doenças cardiovasculares receitam antidepressivos. - 8 em cada 10 pessoas com diabetes tipo 2 têm gordura no fígado e, mesmo assim, o médico não pede exame. - Mesmo entendendo obesidade como doença crônica, 3 entre 10 especialistas interrompem tratamento ao haver perda de peso. - Tabagismo é determinante fator de risco cardiovascular, mas a maioria dos médicos não sabe tratar - A maioria dos médicos receita remédios para transtorno alimentar sem comprovação científica. Link para a pesquisa completa: encurtador.com.br/cruAD FICHA TÉCNICA Produção: SENSU Consultoria de Comunicação e Banca de Conteúdo Roteiro e apresentação: Moura Leite Netto Edição: J.Benê Direção: Luciana Oncken
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