A VIDA DE ORAÇÃO DE JESUS
An episode of the Podcast Teologia pra Gente podcast, hosted by Pr. Fabiano Almeida, titled "A VIDA DE ORAÇÃO DE JESUS" was published on April 1, 2026 and runs 4 minutes.
April 1, 2026 ·4m · Podcast Teologia pra Gente
Summary
DEVOCIONAL DIÁRIO01/04/2026TÍTULOA VIDA DE ORAÇÃO DE JESUSHásomente uma forma de vivermos segundo a vontade de Deus, e a vida de oração deJesus é o grande exemplo daquilo que Deus deseja de nós.Ofato de Jesus ser um homem de oração é muito mais que uma característicamarcante de seu ministério, é algo que nos revela seu maravilhoso caráter.Entre as inumeráveis lições que podemos usufruir por meio dos relatos de seuspeculiares hábitos de oração, se destacam sua atitude humilde e sua sujeição aoPai revelados em uma vida de oração que ia muito além das palavras, nosrevelando seu piedoso coração.Aoobservarmos os hábitos de Jesus quanto a oração, é impossível não percebermoscomo estes hábitos comprovam sua genuína humanidade. Fato que nos leva areconhecer que aquilo que foi praticado, como também seu resultado, sãoigualmente possíveis de serem vivenciados por nós, seus servos. A Bíblia éclara ao nos dizer que “E o Verbose fez carne, e habitou entre nós” (João 1.14),vivenciou o cotidiano humano ao armar sua tenda entre nós. Este fatorepresentou também a verdade que Jesus assumiu nossa identidade moral,como bem nos é revelado pelo autor da epístola aos hebreus “Porque não temosum sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, umque, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado” (Hebreus 4.15). A aplicação central destaverdade é que, ao sujeitar-se a condição humana, Jesus deixou-se submetercompletamente ao Pai, sujeitando-se mansamente a sua vontade, o que nos érevelado em seus hábitos de oração, e principalmente em uma de suas maisconhecidas petições “MeuPai, se é possível, passa de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero,mas como tu queres” (Mateus 26.39). Jesus não deixou de serDeus, apesar de seu auto esvaziamento, porém, mesmo nas mais difíceiscircunstâncias, em momento algum desviou-se de sua perfeita submissão, ao pontodo autor da epístola aos hebreus assim descreve-lo “Ainda que era Filho,aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu” (Hebreus 5.8). A perfeita submissãode Jesus a vontade do Pai é comprovada no fato que ele foi atendido em suaspetições, em especial a que fora feita em meio as lágrimas no Getsemani “O qual, nos dias da sua carne, oferecendo,com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar damorte, foi ouvido quanto ao que temia” (Hebreus 5.7).O Pai atendeu esta oração de seu Filho, de forma que Jesus enfrentou a morte sabendo que estaera a vontade de seu Pai, que o ressuscitou dentre os mortos.Há uma profunda lição para nós em observarmos a forma humilde e submissacomo o Senhor Jesus praticava sua vida de oração, principalmente ao observarmosque aquilo que nos impede de fazermos o mesmo é muitas vezes a noção errada quetemos de nós mesmos, muitas vezes invertendo nosso papel e agindo como se nósfossemos o próprio Deus. Jesus agia de forma inversa, mesmo sendo Deussubmeteu-se a condição humana e demonstrou o que é necessário para uma vida deacordo com a vontade do Pai. Quão valioso é que aprendamos está preciosa liçãodo Mestre “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também emCristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual aDeus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-sesemelhante aos homens” (Filipenses 2.5 a 7).
Episode Description
DEVOCIONAL DIÁRIO
01/04/2026
TÍTULO
A VIDA DE ORAÇÃO DE JESUS
Hásomente uma forma de vivermos segundo a vontade de Deus, e a vida de oração deJesus é o grande exemplo daquilo que Deus deseja de nós.
Ofato de Jesus ser um homem de oração é muito mais que uma característicamarcante de seu ministério, é algo que nos revela seu maravilhoso caráter.Entre as inumeráveis lições que podemos usufruir por meio dos relatos de seuspeculiares hábitos de oração, se destacam sua atitude humilde e sua sujeição aoPai revelados em uma vida de oração que ia muito além das palavras, nosrevelando seu piedoso coração.
Aoobservarmos os hábitos de Jesus quanto a oração, é impossível não percebermoscomo estes hábitos comprovam sua genuína humanidade. Fato que nos leva areconhecer que aquilo que foi praticado, como também seu resultado, sãoigualmente possíveis de serem vivenciados por nós, seus servos. A Bíblia éclara ao nos dizer que “E o Verbose fez carne, e habitou entre nós” (João 1.14),vivenciou o cotidiano humano ao armar sua tenda entre nós. Este fatorepresentou também a verdade que Jesus assumiu nossa identidade moral,como bem nos é revelado pelo autor da epístola aos hebreus “Porque não temosum sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, umque, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado” (Hebreus 4.15). A aplicação central destaverdade é que, ao sujeitar-se a condição humana, Jesus deixou-se submetercompletamente ao Pai, sujeitando-se mansamente a sua vontade, o que nos érevelado em seus hábitos de oração, e principalmente em uma de suas maisconhecidas petições “MeuPai, se é possível, passa de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero,mas como tu queres” (Mateus 26.39). Jesus não deixou de serDeus, apesar de seu auto esvaziamento, porém, mesmo nas mais difíceiscircunstâncias, em momento algum desviou-se de sua perfeita submissão, ao pontodo autor da epístola aos hebreus assim descreve-lo “Ainda que era Filho,aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu” (Hebreus 5.8). A perfeita submissãode Jesus a vontade do Pai é comprovada no fato que ele foi atendido em suaspetições, em especial a que fora feita em meio as lágrimas no Getsemani “O qual, nos dias da sua carne, oferecendo,com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar damorte, foi ouvido quanto ao que temia” (Hebreus 5.7).O Pai atendeu esta oração de seu Filho, de forma que Jesus enfrentou a morte sabendo que estaera a vontade de seu Pai, que o ressuscitou dentre os mortos.
Há uma profunda lição para nós em observarmos a forma humilde e submissacomo o Senhor Jesus praticava sua vida de oração, principalmente ao observarmosque aquilo que nos impede de fazermos o mesmo é muitas vezes a noção errada quetemos de nós mesmos, muitas vezes invertendo nosso papel e agindo como se nósfossemos o próprio Deus. Jesus agia de forma inversa, mesmo sendo Deussubmeteu-se a condição humana e demonstrou o que é necessário para uma vida deacordo com a vontade do Pai. Quão valioso é que aprendamos está preciosa liçãodo Mestre “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também emCristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual aDeus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-sesemelhante aos homens” (Filipenses 2.5 a 7).
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