PODCAST · religion
Podcast Teologia pra Gente
by Pr. Fabiano Almeida
Devocionais bíblicos diários que nos ajudam a conhecer a palavra de Deus e o Deus da palavra.
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O MANTIMENTO SÓLIDO
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 31/05/2026TÍTULOO MANTIMENTO SÓLIDOTEXTOTodo diligente leitor dassagradas Escrituras que se dispor a examinar e praticar a santa palavra de Deusencontrará nela o poder e direção que necessita. O constante exame da verdade éelemento inegociável no progresso da alma em direção a seu Salvador, por isso aepístola aos hebreus ocupa lugar privilegiado entre a boa leitura praticada portodo aquele que ama ao Senhor. Faremos bem, pois, em examina-la.Ao final do quartocapítulo de sua epístola, o autor desta carta passa a expor o maravilhosoministério sacerdotal de Cristo em favor de seu povo, enaltecendo suasuficiência para com os salvos ao dizer “Visto quetemos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus,retenhamos firmemente a nossa confissão” (Hebreus 4.14). Oministério sacerdotal de Cristo em favor dos salvos é a garantia que suaspetições e necessidades serão atendidas, uma vez que mediadas pela justiça deseu bom salvador. Por isso o autor desta carta faz questão de confirmar acapacidade deste sumo sacerdote acima de qualquer circunstância ao dizer “Porque não temos um sumo sacerdote que não possacompadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós,em tudo foi tentado, mas sem pecado” (Hebreus 4.15), convidandoentão seus leitores a usufruírem de tal intercessão “Cheguemos,pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdiae achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hebreus4.16).Encontramos nos dezprimeiros versos do capítulo 5 a mesma temática, revelando a perfeição de nossosumo sacerdote. Porém ao chegarmos ao versículo 11 o autor nos dá a entenderque se faz necessária uma firme exortação, a fim de que esta preciosa verdadenão seja desperdiçada. Sua intenção é demonstrar que uma específica deficiênciapor parte dos salvos pode leva-los a não usufruírem desta verdade em sua vidadiária, por isso os exorta, apontando seu erro “porquantovos fizestes negligentes para ouvir” (Hebreus 5.11). A preguiça em ouvir e atentar para averdade da palavra de Deus impedia aquelas pessoas de usufruírem plenamente dosacerdócio de Cristo em favor deles, a tal ponto que o autor lhes dirige umaforte reprimenda ao dizer “Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, aindanecessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentosdas palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitaisde leite, e não de sólido mantimento” (Hebreus5.12). Ao invés de avançarem em direção a um maior conhecimento da verdade doevangelho, aquelas pessoas se tornaram preguiçosas e letárgicas para com averdade da palavra de Deus.O autorda epístola passa então a demonstrar-lhes as danosas consequências destaprática, dizendo-lhes “Porque qualquer que ainda sealimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é menino”(Hebreus 5.13). A pouca prática da verdade tornara aqueles cristãosincapazes de andarem por suas próprias forças, sendo necessário que alguémsempre os conduzisse pela mão em sua jornada cristã. Porém esta condição podiae deveria ser mudada, uma vez que uma prática constante por parte deles permitiriaseu sólido crescimento espiritual, como lhes é exortado “Mas o mantimentosólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidosexercitados para discernir tanto o bem como o mal” (Hebreus 5.14). Aoobservarmos está firme exortação, somos levados a reconhecer quantos cristãosem nossos dias vivem nesta mesma condição, tendo como causa unicamente suanegligência para com o aprendizado e prática da palavra de Deus, sendo elespróprios os responsáveis por sua fraqueza e fracasso espiritual. É a vontade doSenhor para os salvos que se alimentem vigorosamente de sua palavra, a fim deque o alimento sólido os fortaleça. O primeiro passo para a prática destaverdade é reconhecer que esta é uma responsabilidade sua.
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MAS O JUSTO VIVERÁ PELA FÉ
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 30/05/2026TÍTULOMAS O JUSTO VIVERÁ PELA FÉTEXTOOdiligente leitor as sagradas Escrituras encontram no capítulo 10 da epístolaaos hebreus uma encorajadora exortação a prosseguir firmemente em sua devoçãoao Senhor Jesus Cristo, independente das circunstâncias que o cerquem. No textoque compreende os versos 32 a 39 deste capítulo, o autor da carta aos hebreusprocurou encorajar seus ouvintes por meio de três verdades preciosas, iniciandopela exortação “Lembrai-vos, porém, dos dias passados, em que,depois de serdes iluminados, suportastes grande combate de aflições” (Hebreus 10.32), ondeele procura encoraja-los por meio da lembrança de tudo o que já haviam vividopor amor a Cristo. Da mesma forma, sua segunda exortação os chama a olhar parafrente e para a grande recompensa prometida pelo Senhor, ao lhes dizer “Nãorejeiteis, pois, a vossa confiança, que tem grande e avultado galardão” (Hebreus 10.32). Seu encorajamento final nestapassagem de hebreus capítulo 10 se dá pelo foco em uma verdade preciosa dasEscrituras, a qual deve nortear a vida dos filhos de Deus, quando diz “Mas ojusto viverá pela fé; e, se alguém se retirar, a minha almanão tem prazer nele” (Hebreus 10.38). Reflitamos, pois, nesta preciosaexortação.Aodirigir a seus ouvintes está presente exortação, o autor da epístola aoshebreus procura lhes mostrar a importância de permanecerem na prática da fé quehavia dado início a sua jornada cristã, ou seja, o método pelo qual Deus osorientava permanecia o mesmo, pela fé haviam iniciado sua vida cristã, pela fédeveriam prosseguir, pois esta é a conduta que Deus esperava deles. Porém,encontramos aqui uma severa advertência ao lermos “e,se alguém se retirar, a minha alma não tem prazer nele” (Hebreus 10.38).Aexpressão retroceder refere-se ao abandono de um salvador que outrora foiconfessado, porém não de forma sincera, sendo o retrocesso o contrário doousado avanço dos salvos. A exortação aqui serve para admoestar aqueles queestavam dispostos a voltar as práticas do judaísmo de que não há outra forma de agradar a Deus fora da dependência e intercessão deJesus Cristo, não havendo outra maneira de viver para Deus a não ser pelaconfiança no sangue de Jesus. Literalmente o que ele nos ensina é que nãoexiste nada bom fora de Jesus, o que deve nos desencorajar a procurar outrocaminho.A exortação seguinte usada peloautor desta epístola visa relembrar-lhes de sua condição de plena segurança emCristo, ao dizer-lhes “Nós,porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles quecreem para a conservação da alma” (Hebreus10.39). O período enfrentado por estas pessoas foi fortemente marcado peloretrocesso de muitos que haviam temporariamente deixado as fileiras do judaísmoa fim de conhecerem a verdade do evangelho. Porém as lutas e perseguiçõescontra a igreja levaram muitos deles a voltarem ao judaísmo, onde fatalmentenão encontrariam a graça suficiente que lhes era oferecida apenas em Cristo esua cruz. De tais pessoas jamais é dito que haviam depositado sua fé pessoal emJesus, de forma que, ao se retirarem das fileiras cristãs, revelavam suaincredulidade. Porém a respeito daqueles que verdadeiramente haviam depositadosua fé em Jesus o autor desta epístola revela que se espera deles é queprossigam em frente.Desta foram, a exortaçãodesta passagem nos leva a concluir que ao estagnar em nossa vida cristã devemosreconhecer que não há nenhum outro lugar onde poderemos provar das bençãos deDeus, levando-nos a relembrar a preciosa verdade proferida pelo apóstolo Pedroao ser questionado pelo Senhor se também ele desejava abandona-lo, ao que Pedrosimplesmente respondeu “Senhor, paraquem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna” (João 6.68).
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OS PERIGOS DO ECUMENISMO
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 29/05/2026TÍTULOOS PERIGOS DO ECUMENISMOTEXTOReconhecemos comoecumênicos aqueles que demonstram disposição à convivência e diálogo com outras confissões religiosas, deforma que seu alvo seja uma identificação doutrinária igualpara todas as vertentes religiosas encontradas neste mundo.É reconhecível que os ecumênicos acham saudável removeras doutrinas que causam as diferenças entre as correntes religiosas, de formaque ninguém seja discriminado por usa fé, por mais que ela seja diferentedaquilo que Jesus Cristo nos ensinou. Um fator preponderante entre osecumênicos é que eles atribuem a igreja local um papel inferior aos órgãosreligiosos que os representam, como alianças religiosas nacionais e mundiais,de forma que, quanto maior a participação com grupos religiosos, maismadura a sua espiritualidade. É também reconhecível que o ecumenismo concedeprioridade as obras sociais epolíticas como se fossem uma grande parte da comissão de Cristopara a sua igreja, como se a mensagem do evangelho necessitasse ser humanizadaa fim de que o ser humano dê a ela crédito. Um fator inegável gerado pelaprática do ecumenismo é que, para agradar pessoas de paladares religiosos tãodistintos, os padrões de moralidade e doutrina precisam ser rebaixados, deforma que a libertinagem seja aceita por todos. É bom que reconheçamos napregação ecumênica seu esquecimento a doutrinas bíblicas relevantes, como a irade Deus, a corrupção do pecado e a necessidade do ser humano por salvação. Aoinvés de uma pregação bíblica sadia, o ecumenismo oferece mensagens positivas eque não ofendam seus ouvintes, chegando a interpretar como negativismo a pregaçãopura e simples do evangelho de Cristo.O que aqueles quecreem na suficiência e verdade da palavra de Deus devem fazer diante destadevastadora onda que nos atinge? Primeiro, reconhecer que a verdade éinegociável, exigindo de cada ser humano que se arrependa de seus pecados e quevenha a Cristo unicamente pela fé, sem mérito, algum, como demonstra Paulo emsua carta aos efésios “Porque pela graçasois salvos mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem dasobras, para que ninguém se glorie”. Amar a Deus e sua revelação é algoimprescindível aos salvos em Cristo, de forma que, conhecer os atributos deDeus e ama-lo por quem Ele é deve ocupar nosso coração, assim como ser-lhegrato pelas bênçãos concedidas a nós. No evangelho segundo João o próprioSenhor Jesus nos prometeu “Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará emtoda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiverouvido, e vos anunciará o que há de vir” (João16.13), por isso a fidelidade a verdade é item inegociável para o cristão.Finalmente,caso você tenha caído no engodo ecumênico, sua única saída é abandonar o erro. Reconheçaque não haverá nenhum ganho em discutir com tais pessoas quanto as verdadesbíblicas, de forma que devemos dar ouvidos ao que o apóstolo Paulo nos exorta emsua epístola a Tito, dizendo-nos “Aohomem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o” (Tito 3.10). Ésalutar que você dê ouvidos aquilo que A BÍBLIA VOS DIZ quanto a singularidadeda palavra de Deus “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar,para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamenteinstruído para toda a boa obra” (2Timóteo 3.16,17).
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ALVOS DO CRESCIMENTO ESPIRITUAL
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 28/05/2026TÍTULOALVOS DO CRESCIMENTO ESPIRITUALTEXTOEmsua epístola aos efésios o apóstolo Paulo estabelece os alvos que demarcam ocrescimento dos salvos em sua maturidade espiritual. Em Efésios 4.13 eledelimita de forma clara quatro áreas alvo deste desenvolvimento, nos desafiando“Até que cheguemos a unidade da fé, aoconhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, a medida e estatura completade Cristo”.Primeiramente,notemos que a ordem é lançada a todos os salvos em Cristo, fato declarado naexpressão “Até que todos”. Não é davontade de Deus que ajam nem retardatários e nem desistentes nesta jornada, umavez que há um objetivo, um alvo claro a ser conquistado. Este alvo claro apontapara uma fé madura, pois o apóstolonos exorta a chegarmos “... à unidade da fé”. Reconhecemosque Paulo não salienta aqui o tamanho da fé, mas a sua experiência. AsEscrituras ressaltam a presença ou não da fé salvadora, de forma que a fétamanho de um grão de mostarda é suficiente para grandes ações. Outro pontoressaltado por Paulo é termos em mente que devemos estabelecer umrelacionamento íntimo com nosso Salvador, ao dizer que devemos prosseguir emdireção “ao conhecimento do Filho deDeus”. Este conhecimento é tanto intelectual como também experimental.Devemos crescer “crescer na graça e noconhecimento” de Cristo, como nos exorta o apóstolo Pedro, como naexperiência de andar e depender de nosso Salvador, como Paulo tão bem relata noterceiro capítulo de sua epístola aos Filipenses, demonstrando que se alvo eraconhece-lo experimentalmente.Nestequarto capítulo de sua carta aos efésios, Paulo nos diz que há um terceiro alvode nosso crescimento em Cristo, a correção de nossas falhas, fato ressaltadopelo uso da expressão “homem perfeito”,ou seja, sem deficiência, homem capaz de atingir estes alvos, o que somenteserá possível mediante a constante atenção a nossos hábitos carnais, que devemser substituídos por um novo comportamento, digno daqueles que servem aoSenhor. Finalmente, Paulo nos diz que o quarto objetivo de nossodesenvolvimento rumo a maturidade espiritual é a implantação do caráter deCristo em nós, revelado na expressão “...a medida e estatura completa de Cristo”. Nosso alvo é claro, não fomoschamados a ser melhores que as pessoas deste mundo, nem mesmo a pessoas daaltura espiritual do apóstolo Paulo, nosso chamado é para nos espelharmos emCristo, de forma que sejamos transformados a sua imagem mediante nossasexperiências ao andar pela fé nele. Neste quesito, não devemos nos comparar comoutros crentes, pois isso nos tornaria orgulhosos, a exemplo dos fariseustantas vezes repreendidos por Jesus. Se realmente desejamos saber nossa realestatura espiritual é necessário que nos coloquemos ao lado de Cristo, a fim devermos copiados em nós suas virtudes.Ocrescimento espiritual deve ser revelado no fato de nos tornarmos melhoresmaridos, esposas mais excelentes, filhos mais obedientes, empresários maisjustos, trabalhadores mais comprometidos, cidadãos honrados e diferentes dagrande multidão que nos cerca. É nestas coisas que nosso desenvolvimentoespiritual se revela, pois é através delas que testemunhamos de nossaconversão. Portanto, jamais desanime, siga em frente, dando ouvidos aquilo queA BÍBLIA VOS DIZ “PORTANTO nós também, pois que estamosrodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e opecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nosestá proposta”.
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A ESTRATÉGIA DE SATANÁS CONTRA OS FILHOS DE DEUS
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 27/05/2026TÍTULOA ESTRATÉGIA DE SATANÁS CONTRA OSFILHOS DE DEUSTEXTOO significado do termoestratégia pode ser melhor entendido quanto compreendemos o modo como ela édeterminada. Primeiramente é necessário ter em mente um alvo, e no caso deSatanás este alvo é muito claro, ele deseja usurpar o reino de Deus e suaglória, e por isso trabalha incansavelmente a fim de destruir tudo e todos quesejam portadores da glória de Deus, como declarado no capítulo 14 do livro deIsaías “Subirei sobre as alturas dasnuvens, e serei semelhante ao Altíssimo”.Uma vez escolhida a estratégia basta determinar quais armadilhas serão usadas,no caso da luta de satanás contra os salvos, suas armadilhas sãopreferencialmente lançadas contra a fraqueza de nossa carne, o uso de nossotempo, e o ataque a nosso intelecto, de forma que o próprio Senhor nos alertaem Mateus capítulo 26 “Vigiai e orai, para que não entreisem tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas acarne é fraca”. Mediante a escolha da estratégia, são escolhidas quaisfraquezas do adversário serão atacadas, sendo a estratégia satânica fruto desua observação e experiência em lidar com o ser humano, de formaque somos admoestados pelo apóstolo Paulo em Efésios 6.11 “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possaisestar firmes contra as astutas ciladas do diabo”.Não deve nos causarespanto o fato que a primeira estratégia lançada por satanás contra a raçahumana tenha sido desacreditar o caráter de Deus aos olhos do homem, fatorevelado em suas palavras a Eva ainda no jardim no Éden “Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que delecomerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e omal”. Observe que Satanás inicia por testar o conhecimento deEva a respeito da vontade de Deus ao ingadar “É assim que Deus disse?”. A indagação de satanás visava afastarEva da verdade de Deus, o que ele conseguiu, uma vez que Eva não somenteacrescentou algo que Deus não havia dito “...nem nele tocareis” como também colocou em dúvida as consequências “...para que não morrais” ao invés de “Certamente morrereis”. Uma vezdemonstrada a fraqueza de Eva, Satanás tratou de lançar sua própria versão dosfatos “Certamente não morrereis”, literalmenteacusando Deus de mentiroso, de limitar a vida humana através de uma ameaçainfundada. Satanás está rotulando Deus como um chantagista. O próximo passo deSatanás foi acusar Deus de esconder a verdade ao dizer “Porque Deus sabe”. Assim Satanás acusa Deus de esconder a verdade,de egoisticamente reservar as boas oportunidades apenas para si mesmo.Finalmente, Satanás propõe a Eva a mais incrível das aventuras “...que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis comoDeus, sabendo o bem e o mal”. Em todo tempo aestratégia de satanás visava afastar Eva da segurança de uma vida debaixo daorientação de Deus para uma vida exposta a todos os males que o pecado pode noscausar.É imprescindível que estejamos atentos a estratégia de satanás, dandoouvidos ao que A BÍBLIA VOS DIZ “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda emderredor, como leão bramando, buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entreos vossos irmãos no mundo” (1 Pedro 5.8,9).
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A EXISTÊNCIA DE SATANÁS DENUNCIADA NAS ESCRITURAS
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 26/05/2026TÍTULOA EXISTÊNCIA DE SATANÁS DENUNCIADA NASESCRITURASTEXTOUm dos maiores trunfos desatanás em sua atividade neste mundo é que parte dos homens simplesmenteignoram sua existência, permitindo assim que ele continue livremente a operarentre eles sem ser importunado. Da mesma forma, em nada ofende a satanás que oser humano não reconheça sua existência, responsabilizando o acaso por tantosmales provados em sua vida e ignorando que a escravidão ao pecado é a fonte de seusmales. A palavra de Deusdenuncia a existência de satanás por meio de revelar seus atos e intentosmalignos, os quais tem cercado e enganado os homens por séculos, sem que estesverdadeiramente percebam sua malignidade. Ao narrar os últimos atos de satanásneste mundo, que se darão nos últimos tempos do reino milenar de Cristo nestemundo, as Escrituras revelam que o intuito de satanás sempre foi o mesmo,ludibriar o entendimento humano, como bem nos é dito por João no vigésimocapítulo do livro de Apocalipse “E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto da sua prisão, e sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra,Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para asajuntar em batalha” (Apocalipse 20.7,8). Emrelação aos homens deste mundo, as Escrituras também denunciam a práticasatânica de cegar o ser humano a verdade de Deus a fim de dificultar que venhama se arrepender e crer por meio da luz da palavra de Deus, verdade denunciadapelo apóstolo Paulo no quarto capítulo de sua segunda carta aos coríntios “Nos quais o deus deste século cegouos entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz doevangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus” (2 Coríntios 4.4).Devemos reconhecer que a atividade de satanás é incansável neste mundo,buscando atingir seus malignos objetivos.Não imaginemos pois, queas atividades de satanás se restringem aos governos e pessoas deste mundo, poistambém em meio aos filhos de Deus satanás tem procurado cumprir seus mausintentos, como quando instigou a Ananias e Safira, fazendo-os pecar contra oSenhor “Disse então Pedro: Ananias, por queencheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, eretivesses parte do preço da herdade?” (Atos 5.3). Satanásnão teme atacar nem ao menos os mais preparados servos de Cristo, como fez comapóstolo Paulo, fato narrado pelo próprio apóstolo em 2 Coríntios 12 “E, para que não me exaltasse pelaexcelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, ummensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar”. O mesmo Paulo provou da opressãosatânica durante seu ministério, como narrado em 1Tessalonicenses 2 “Por isso bem quisemos uma e outra vez ir ter convosco, pelo menos eu, Paulo,mas Satanás no-lo impediu”. Também aossalvos da igreja em Esmirna foi profetizado pelo próprio Senhor que satanás osatacaria ferozmente “Conheço as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e ablasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são asinagoga de Satanás. Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabolançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; etereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa davida” (Apocalipse 2.9,10).Portanto, é seu dever estar sempre atento ao que A BÍBLIA VOSDIZ na segunda epístola de Paulo aoscoríntios, estando sempre atentos, “Porque não ignoramos os seus ardís”.
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A EXISTÊNCIA DE SATANÁS
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 25/05/2026TÍTULOA EXISTÊNCIA DE SATANÁSTEXTOÉ perceptível que o serhumano possui lacunas em seu entendimento quanto à existência de Satanás, umavez que sua existência não pode ser confirmada de forma científica, muitos nãocreem que ele realmente exista, mesmo diante das evidências de influência navida dos homens. Há aqueles que creem na existência de Satanás, porém semreconhecer que ele é, assim como o ser humano, um ser criado por Deus,colocando-o assim no mesmo patamar de Deus em seu poder e autoridade. Há tambémaqueles que reconhecem a existência de Satanás e se dispõem a adora-lo, crendoser ele um ser poderoso. Diante de tantos pensamentos conflitantes o únicocaminho seguro a percorrermos é a da revelação infalível de Deus em suapalavra. A Bíblia fala abundantemente a respeito da pessoa e obra de Satanás, éa ela que devemos recorrer.Primeiramente, a Bíbliaatesta a respeito da existência de satanás, de forma que encontramosreferências a ele em 9 livros do Antigo Testamento: Gênesis, Levítico,Deuteronômio, 1 Crônicas, Jó, Salmos, Isaías, Ezequiel e Zacarias. Também, todosos autores humanos do Novo Testamento se referem a Satanás em seus escritos.Ao investigarmos o VelhoTestamento, percebemos que Satanás é uma palavra hebraica que quer dizer acusador, adversário ou aquele que resiste.Este nome é encontrado 19 vezes no VT, nove delas em Jó capítulos 1 e 2. Além destes capítulos encontramoscitações a Satanás em outros três textos:em 1 Crônicas 21.1, onde lemos “ENTÃO Satanásse levantou contra Israel, e incitou Davi a numerar a Israel. Também no capítulo 109 do livro de Salmos “Põe sobre ele umímpio, e Satanás esteja à sua direita”. Aindao profeta Zacarias faz referência a pessoa de satanás em seu terceiro capítulo “E ELE mostrou-meo sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do anjo do Senhor, e Satanás estava à sua mãodireita, para se lhe opor. Mas o Senhor dissea Satanás: O Senhor te repreenda,ó Satanás, sim, o Senhor, queescolheu Jerusalém, te repreenda; não é este um tiçãotirado do fogo?”. Ao investigarmos o NovoTestamento, descobrimos que o termo Satanás ocorre 34 vezes, 17 vezesnos evangelhos e no livro de Atos e 17 vezes nas epístolas e no livro deApocalipse. Já o termo diabo, do grego diabolôs, ocorre 60 vezesno NT, seu significado é acusador ou maldizente. Ele também é chamado poroutros nomes no NT: acusador, o adversário, Apolião, Belzebu, Belial, o dragão,o deus deste século, o príncipe das potestades do ar, o príncipe deste mundo, aserpente e o tentador. A descrição de Satanás no NT o trata não como uma forçaou poder impessoais, mas como uma pessoa que possui inteligência, sente emoçõese exerce sua vontade. Em 2 Coríntios 11 temos uma referência que revela seuintelecto, revelando sua capacidade de enganar “Mas temo que,assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam dealguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidadeque há em Cristo”. Já em Apocalipse 12 énos revelado a respeito de suas emoções, em especial sua ira, “E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescenteda sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho deJesus Cristo”. Já em 2 Timóteo 2 oapóstolo Paulo se refere a sua capacidade de exercer vontade, “E tornarem a despertar, desprendendo-se dos laços do diabo, em que àvontade dele estão presos”.Desta forma, pois, a Bíblia assevera não somente a respeito daexistência de satanás, como também de ser ele um ser pessoal, de forma quefaremos bem em atentar aquilo que A BÍBLIA NOS DIZ em Efésios 6 “Revesti-vos de toda a armadura de Deus,para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo”.
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PORQUE O REINO DE DEUS E O REINO DAS TREVAS NÃO PODEM COEXISTIR?
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 24/05/2026TÍTULOPORQUE O REINO DE DEUS E O REINO DASTREVAS NÃO PODEM COEXISTIR?TEXTOTalvez você já tenha seperguntado porque Deus simplesmente não retira deste mundo aqueles que desejamviver com Ele e deixa aqui aqueles que desejam viver segundo seus própriosprincípios, separando assim definitiva e eternamente o reino da luz e o reinodas trevas. Tal pensamento leva em conta que o pecado é a simples rejeição deDeus por parte do ser humano, que apenas não deseja se submeter as leis eprincípios que regem o reino de Deus, porém as implicações do pecado no coraçãodas criaturas de Deus são muito mais profundas e danosas do que este simplespensamento.Primeiramente, é precisoreconhecer que o ser humano ignora quem verdadeiramente está por detrás do quecaminho que eles escolheram trilhar. O homem pensa ser livre, porém é um meroescravo, como bem o próprio satanás ousou dizer a Jesus “E o diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempotodos os reinos do mundo. E disse-lhe o diabo: Dar-te-ei a ti todo este poder e a sua glória;porque a mim me foi entregue, e dou-o a quem quero” (Lucas4.5,6). É por este fato que o apóstolo Paulo se refere a satanás de formacontundente em 2 Coríntios 4 “Nos quais o deusdeste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes nãoresplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus”. Todo este plano de fundo repleto de engano e mentira érevelado pelo apóstolo Paulo em sua segunda epístola aos tessalonicenses “A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, comtodo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque nãoreceberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam amentira; para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveramprazer na iniquidade” (2 Tessalonicenses 2.9 a 12).Diante destes fatos, fica evidente que nãopode haver uma coexistência porque objetivo declarado do reino das trevas édestruir o reino de Deus. O pecado não é simplesmente o desejo do homem deviver segundo suas próprias regras, ignorando a vontade e o desígnio de Deus, opecado é a rebelião contra Deus, que deseja que tudo o que Deus criou sejadestruído, como claramente revelado no Salmo 2 “POR QUE se amotinam os gentios, e ospovos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contrao Senhor e contra o seuungido, dizendo: Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas”. Usurpar o reino deDeus foi o intuito declarado de Satanás desde o princípio, de forma que adescrição de Isaías 14, aplicada ao próprio satanás, revela sua malignaintenção “Como caíste desde o céu, ó Lúcifer, filho da alva! Como fostecortado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas deDeus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos ladosdo norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhanteao Altíssimo” (Isaías 14.12 a 14).Desta forma, farásbem em nos atentar aquilo que A BÍBLIA VOS DIZ “Não vos prendais a um jugo desigual com osinfiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhãotem a luz com as trevas?” (2 Coríntios 6.14).
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UMA FALSA NOÇÃO DO REINO DE DEUS
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 23/05/2026TÍTULOUMA FALSA NOÇÃO DO REINO DE DEUSTEXTOO reino de Deus tratada autoridade e governo de Deus sobre todas as criaturas, no céu e na terra. Tratada autoridade de Deus sobre os bilhões de pessoas que vivem nesta terra hoje. Tratada autoridade de Deus sobre os seres espirituais que nossos olhos não enxergam,mas que a Bíblia declara que existem, inclusive ao diabo e os demônios. Trata tambémda autoridade de Deus sobre os bilhões de pessoas que já passaram por estemundo e estão hoje aguardando que Deus ordene sua ressurreição, os mortos. Porém, é perceptívelcomo o ser humano tem uma falsa noção do que significa o reino de Deus,iniciando por uma falsa noção geográfica do que significa este reino. Écomum aos homens a noção de que a divisão entre o reino de Deus e o reino deSatanás ocorre apenas após a morte. Porém,o que a Bíblia nos ensina que este mundo é o reino de Satanás, como bemdescrito em Lucas 4 “E disse-lhe o diabo: Dar-te-ei a ti todo este poder e a sua glória;porque a mim me foi entregue, e dou-o a quem quero”. Tratando do reino deDeus, percebemos também que o engano quanto a localização do reinode Deus e do reino de Satanás leva também ao engano quanto a amplitude destesreinos. É comum a noção humana que o céu pertence ao reino de Deus e o infernopertence ao reino de Satanás. Desta forma aqueles que vão para o céu estarãocom Deus, provando de tudo aquilo que Deus pode lhes dar, e aqueles que vãopara o inferno estarão com o diabo, sendo castigados por ele. Porém a Bíblia declaraque o diabo não está no inferno, como descrito no capítulo 2 do livro de Jó “Então o Senhor dissea Satanás: Donde vens? E respondeu Satanás ao Senhor, e disse: De rodear a terra, e passear por ela”. Porém, possivelmenteo mais nocivo engano dos homens quanto ao reino de Deus seja sua falsa noção depertencimento. É comum as pessoas dizerem que todos os sereshumanos são filhos de Deus, e, se são filhos de Deus, são também pertencentes aseu reino, porém a Bíblia nos ensina que nenhum ser humano nasce pertencendo aoreino de Deus, como ensinado por Jesus em João capítulo 3 “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, nãopode ver o reino de Deus”. A verdade é que todo ser humano nascedebaixo da autoridade do reino das trevas, como declarado pelo apóstolo Paulono segundo capítulo de sua carta aos efésios “Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossacarne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por naturezafilhos da ira, como os outros também”.Encontramos no sextocapítulo da primeira carta aos coríntios uma advertência que deve falarprofundamente ao coração dos homens, “Não sabeis que os injustos não hão deherdar o reino de Deus?”. Este verso nos ensina que, por causa deseus pecados, todos os seres humanos estão excluídos do reino de Deus, mastambém nos informa que o reino de Deus pode ser herdado, ou seja, recebido comouma posse por todos aqueles que cumprirem uma única exigência, abandonarem seuspecados e se refugiarem na salvação oferecida pelo Filho de Deus. Por isso, deuouvidos aquilo que A BÍBLIA VOS DIZ “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de seremfeitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome”.
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A LUTA CONTRA SATANÁS
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 22/05/2026TÍTULOA LUTA CONTRA SATANÁSTEXTO Vivemos em um mundo ondebilhões de pessoas não creem na existência de um ser poderoso denominado naBíblia de Satanás. Há aqueles que evocam o pensamento de que vivemos em umaépoca avançada demais para dar lugar a um pensamento tão medieval quanto àexistência e poder do diabo. A Bíblia procura nosconscientizar que a existência de satanás coloca diante dos filhos de Deus umaurgente necessidade, descrita em Efésios capítulo 6 “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor ena força do seu poder. Revesti-vosde toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutasciladas do diabo” (Efésios 6.10,11). Tal verdade é realdiante do ensino de Jesus em Mateus capítulo 7 “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, eespaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;E porque estreita é aporta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem” (Mateus7.13,14). Satanás não pode lhe impedir de passar pelaestreita porta da salvação, mas ele fará o possível a fim de dificultar suajornada pelo caminho apertado, este é seu trabalho e sua maligna missão. Satanás fará opossível para que alguns de nós se assentem à beira do caminho, e que uma vezassentados ali, tranquilamente nos refresquemos em uma boa sombra, como se nadade ameaçador houvesse ao nosso redor. Até que ele trague nossos filhos, nossocasamento, nossa saúde e nos cause tantos males até que pouco nos reste.A outros de nós ele procurará envolver com múltiplos afazeres em sua própriaigreja, chamando-os pelo doce nome de coisas espirituais, mas que não passam demuito barulho em uma panela vazia. É este mal que tem contaminado e destruídoigrejas em nosso tempo, dando a Satanás a oportunidade de sorrateiramenteenvolver os salvos em seus ardis. A outros Satanás fará com que se levantem porcausas aparentemente justas e imprescindíveis em nosso tempo: saúde, educação,política, bem-estar, enquanto lhes enfraquece dia após dia utilizando-se dadesculpe que estão envolvidos em questões importantes demais para investir seutempo e recursos nas coisas verdadeiramente espirituais.A outros Satanás iráiludir como se fosse possível não lutar, é por esta razão que inúmeras igrejaspregam uma teologia semelhante ao desarmamento, que ensina que o salvo não develutar contra este mundo, contra a carne e contra Satanás. A luta contra Satanás éespiritual, porém travada no mundo real. Não é uma luta contra a carne e osangue, mas contra aos milhares de anjos e demônios que agem debaixo do poderde Satanás. Junto a Satanás se encontra um exército numeroso, ativo e cruel,que não faz prisioneiros, mas tem como único objetivo tragar aqueles que, deforma descuidada, dão lugar a seus intentos. A luta contra Satanás é umabatalha contra inimigos invisíveis, que se opõem a causa e a pessoa de nossoSenhor Jesus Cristo, e, se você é verdadeiramente um salvo, Satanás o odeia porcarregar em si a imagem do Filho de Deus.Não ignore esta grande batalha que somente pode ser vencida por meio desermos revestidos do poder de Deus, de forma que você se revista daquilo que ABÍBLIA VOS DIZ “Sede sóbrios; vigiai;porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão bramando,buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firmes na fé” (1 Pedro 5.8,9).
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OS MALES DA PREPOTÊNCIA
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 21/05/2026TÍTULOOS MALES DA PREPOTÊNCIATEXTOO rei Acabe foi osétimo rei das dez tribos do norte após a divisão do reino em Israel, sendoreconhecido nas Escrituras como o mais ímpio dos reis de Israel “E fezAcabe, filho de Onri, o que era mau aos olhos do Senhor, mais do que todos os que foram antesdele. Também Acabe fez um ídolo; de modo que Acabe fez muitomais para irritar ao Senhor Deusde Israel, do que todos os reis de Israel que foram antes dele” (! Reis16.30,33). Acabe era o líder sobre quem pesava o direcionamento da nação, mas,que por suas fraquezas, acabou por trazer grande mal a todo Israel. Acabetornou-se um exemplo negativo da forma como um homem deve exercer sualiderança, o que acabou por prejudicar não somente seu lar, mas toda sua nação.Como rei de IsraelAcabe tinha o dever de depender e ouvir a instrução do Senhor em todas as suasdecisões. Porém Acabe resolveu tomar outro caminho, o da rebeldia. Amanifestação de sua rebeldia é revelada em 1 Reis de forma explícita “E fez Acabe, filho de Onri, o que era mau aosolhos do Senhor, mais do quetodos os que foram antes dele” (1 Reis 16.30). Ao dizer queele fez “o que erra mau aos olhos do Senhor” a Bíblia ressalta arebeldia do coração de Acabe, que se manifestou em fazer aquilo que era suavontade, e não a do Senhor, desafiando diretamente a autoridade de Deus. Acabe deu vazão cada vez maior a seus próprios +desejos, como descritoem 1 Reis “E sucedeu que (comose fora pouco andar nos pecados de Jeroboão, filho de Nebate) ainda tomou pormulher a Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios; e foi e serviu a Baal, e oadorou” (1 Reis 16.31). O pecado de Jeroboão citado aquifoi estabelecer a idolatria pagã em meio as dez tribos do norte, a fim de mantê-lassobre seu comando. Acabe casou-se com uma mulher pagã, visando fins políticos,pois Etbaal, pai de Jezabel, era o monarca da Fenícia. Seu casamento tinha porfinalidade ratificar a aliança entre Israel e Tiro, a fim de fortalecer-secontra a ameaça dos sírios de Damasco.As consequênciasdeste ato rebelde de Acabe acabou por desvia-lo ainda mais do Senhor, como bemnos revela 1 Reis capítulo 21 “Porém ninguém fora como Acabe, que se venderapara fazer o que era mau aos olhos do Senhor; porque Jezabel, sua mulher, oincitava. E fez grandes abominações, seguindo os ídolos, conforme a tudo o quefizeram os amorreus, os quais o Senhor lançoufora da sua possessão, de diante dos filhos de Israel” (1 Reis 21.25,26). A expressão “se vendera” significa que Acabeescolheu satisfazer seus desejos pecaminosos, mesmo que esses desejos ofizessem pagar um alto preço.Desta forma, reconhecemos que umdos maiores males praticados por Acabe foi sua constante atitude de prepotênciapara com o Senhor. Como fez com Acabe, a prepotência leva homens conhecedoresda verdade bíblica a enganosamente tomarem caminhos contrários a ela. Ser umconhecedor das Escrituras não é um seguro nem um atenuante ao pecado, é umagravante, de tal forma que faremos bem em dar ouvidos a instrução de Tiago “E sede cumpridores dapalavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tiago 1.22).
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NÃO HÁ VIDA LONGE DA CRUZ
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 20/05/2026TÍTULONÃO HÁ VIDA LONGE DA CRUZTEXTOINTRODUÇÃOEncontramosno décimo capítulo da epístola aos hebreus um precioso encorajamento aos salvosque enfrentam lutas e tribulações que por vezes os fazem pensar em voltar atrásem sua confiança em Cristo. Preocupado com a condição destes cristãos, o autoraos hebreus lhes apresenta três razões pelas quais eles devem prosseguir emfrente. Primeiro ele lhes faz lembrar de todas as agruras que já haviamenfrentado em sua jornada cristã, sua firmeza diante destas provações era umaconfirmação que a fé era genuína, uma vez que fora provada pelo fogo eresistira. O segundo encorajamento trazido a mente deles pelo autor destaepístola os fazia olhar para o futuro, para a recompensa que em breve semanifestaria diante deles quando finalmente o Senhor Jesus voltaria a fim deconduzi-los ao lar onde toda dor e sofrimento terão fim. Oterceiro motivo pelo qual aqueles cristãos deviam seguir em frente encontra-senos versos 38 e 39 do capítulo dez da epístola aos hebreus, que nos diz “Mas ojusto viverá pela fé; e, se alguém se retirar, a minha almanão tem prazer nele. Nós,porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles quecreem para a conservação da alma”. O autor leva seus ouvintes a serecordarem do tipo de vida que agrada a Deus que seus filhos vivam ao dizer “Mas ojusto viverá pela fé”. Ossalvos haviam iniciado sua vida espiritual pela fé e deviam prosseguir vivendopela mesma fé que lhes havia sido incutida pelo Espírito santo de Deus. Poresta razão o autor lhes exorta quanto ao grande perigo que se encontrava diantedeles em meio as lutas e tribulações, dizendo “e, se alguém seretirar, a minha alma não tem prazer nele”. A expressãoretirar-se refere-se ao abandono de um salvador que outrora foi confessado,porém não de forma sincera, demonstrando que o retrocesso é aatitude contrária do ousado avanço que se espera dos salvos.O avisoaqui é que não há outra forma de agradar a Deus fora de Jesus Cristo. Não háoutro meio de viver para Deus a não ser pela confiança e dependência em Jesus. Não háabsolutamente nada bom fora de Cristo. O simples pensamento de recuar quanto aprática do cristianismo era absolutamente inconcebível, um ato que apenasaqueles que não conheciam verdadeiramente a Cristo teriam razões para tomar.A fim de estabelecer a confiançae firmeza da condição dos salvos em Cristo, o autor da epístola aos hebreuslhes faz saber a respeito deles “Nós, porém, não somos daquelesque se retiram para a perdição, mas daqueles que creem para a conservação daalma”. Não se espera outra atitude dos salvos que não seja seguir em frente,uma vez que eles já receberam a maior das dádivas, a salvação, dada a eles semmérito nem merecimento algum. É proveitoso que os salvos em Cristo sejamlembrados que a falta de progresso na vida cristã é ao mesmo tempo danosa einfrutífera, uma vez que não há nenhum outro lugar onde poderemosprovar das bençãos de Deus.Não há vida fora de JesusCristo. Há apenas a sequidão deste mundo que o rejeita e despreza. Por isso,todos aqueles que verdadeiramente o conhecem devem estar ligados a Ele,provando de seu poder e vida.
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TENHA EM VISTA A RECOMPENSA
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 19/05/2026TÍTULOTENHA EM VISTA A RECOMPENSATEXTOOlhandopara o décimo capítulo da epístola aos hebreus, aprendemos como filhos de Deusno passado enfrentaram períodos de desânimo e fraqueza semelhantes a que nóstambém estamos sujeitos. Há tempos em que parece que os filhos de Deus simplesmenteperdem a coragem de continuar e não encontramos razão nenhuma para seguirmos emfrente. Porém a palavra do Senhor nos exorta que há motivos suficientes para que os salvos sigam em frente, e um dos motivoslembrados pelo autor desta epístola está registrada nos versos 35 a 37 docapítulo 10, que nos diz “Não rejeiteis, pois, a vossaconfiança, que tem grande e avultado galardão. Porque necessitais de paciência,para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar apromessa. Porque ainda um pouquinho de tempo, e o que há devir virá, e não tardará”.Se aprimeira razão apresentada pelo autor desta epístola para seguirmos em frentenos fez olhar para o passado, a segunda razão nos faz olhar para o futuro quese encontra diante de nós. É por esta razão que ele nos chama a reconhecermos aimportância de permanecer confiando nas promessas do Senhor, demonstrando quenão devemos desistir de confiar em nosso Salvador “Não rejeiteis, pois, a vossa confiança”. O desânimo e estagnação na vida cristã sãoresultado do fato que o salvo deixa de confiar que Deus cumprirá suas promessas.Quando estagnamos na vida cristã reconhecemos o pouco valor que damos ao nossocristianismo. Por esta razão o autor aos hebreus precisa incentivar seusouvintes a que mantenham seus olhos fixos na recompensam concedida aosvencedores, ao dizer que a fidelidade deles “tem grande e avultado galardão”. Verdadeiramentehá grande recompensa em ser fiel aJesus Cristo, uma recompensa que não pode ser medida pelos valores deste mundo.Diantedesta verdade o autor nos mostra a atitude que seus ouvintes devem ter ao dizerque “necessitais de paciência”, levando-os a reconhecer que uma das maiores marcas do verdadeiro cristãoestá em sua perseverança. A ideia de perseverança vem de uma resistênciapaciente, debaixo de circunstâncias adversas, levando sobre os ombros uma cargapesada, da qual não se desiste. Seu encorajamento nos leva a contemplar aquiloque deve nos fazer seguir em frente, ao dizer “para que, depois de haverdesfeito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa”. A vontade de Deus éque os olhos do salvo estejam fixos em Cristo em todo o tempo, a fim de quesejamos fortalecidos nEle hoje e sempre. Como que para nos incutir ainda maisconfiança, o autor faz lembrar seus ouvintes que “Porque ainda um pouquinhode tempo, e o que há de vir virá, e não tardará. Oscristãos daqueles dias criam sinceramente que Jesus voltaria ainda em seus dias. Eles enfrentavam as lutas edificuldades tendo os olhos e ouvidos abertos a esta preciosa promessa.Há um salmo que devefalar profundamente a nossos corações hoje quanto a permanecermos firmes diantedas lutas e tribulações, o Salmo 126 nos concede uma preciosa promessa nosversos 5 e 6 “Os que semeiam em lágrimas segarão comalegria. Aquele que leva a preciosa semente,andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo osseus molhos”. Literalmente, o salmistaestá nos dizendo que nossas lágrimas de hoje são um vislumbre das preciosasbençãos de amanhã. Por isso, continue em frente.
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A GENEALOGIA DO SALVADOR
DEVOCIONAL DIÁRIODATA18/05/2026 TÍTULOA GENEALOGIA DO SALVADORTEXTODentre asinúmeras verdades a respeito do nascimento de Jesus Cristo, sua genealogia éassunto tratado em dois dos quatro evangelhos, tendo especialmente o apóstoloMateus tratado de registrar um fato importantíssimo quando ao Messias aoiniciar seu evangelho dizendo “Livro da geração deJesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão” (Mateus 1.1). Mateus serefere a Jesus como descendente do patriarca Abraão e também como pertencente alinhagem real da casa de Davi, fato confirmado no livro de Atos “Da descendência deste (Davi), conforme apromessa, levantou Deus a Jesus para Salvador a Israel” (Atos 13.23) e naepístola aos romanos “Acerca de seuFilho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne” (Romanos1.3).Quando traçamos a linhagem messiânica desdeseu primórdio encontramos Sem filho de Adão, sobre quem é dito “Bendito seja o Senhor Deus de Sem”(Gênesis 9.27). De Sem prosseguimos a Abraão, o primeiro dos patriarcas, a quemfoi dito “Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para aterra que eu te mostrarei” (Gênesis12.1), seguido então por seu Filho Isaque e depois deste por Jacó, a quem oSenhor falou “...Eu sou o SenhorDeus de Abraão teu pai, e o Deus de Isaque; esta terra, em que estás deitado,darei a ti e a tua descendência” (Gênesis 28.13). De Jacó a linhagem prossegue através de Judá, sobre quemfoi profetizado “O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés..” (Gênesis 49.10). É a partirdaqui que certas aparentes dificuldades começam a surgir, demonstrando tambémcomo a graça de Deus estava o tempo todo ativa neste processo. A linhagem de Judá prossegue por meio de um filho ilegítimo, Perez,concebido da nora de Judá, viúva de Selá, seu filho (veja Gênesis 38). Deacordo com a lei o filho bastardo era excluído da assembleia do Senhor até adécima geração “Nenhum bastardo entrará na congregação do Senhor; nem ainda a suadécima geração entrará na congregação do Senhor” (Deuteronômio 23.2) Examinando agenealogia apresentada por Mateus, verificamos que Davi era a décima geração deJudá, portanto já livre das consequências do pecado de Judá. Dentro destas dez gerações há outras abundantesprovas da graça de Deus. Raabe, a meretriz de Jericó, também está presente nalinhagem do Messias. Raabe casou-se com Salmon e dele concebeu a Boaz, que dámoabita e idólatra Rute concebeu a Obede. Portanto, Raabe a meretriz eratataravó de Davi, Rute a idólatra era bisavó de Davi e também pertencente alinhagem de Jesus Cristo. Ao anunciar a concepção do Messias o anjo Gabriel confirmaestes fatos “E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade daGalileia, chamada Nazaré, A uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa deDavi; e o nome da virgem era Maria” (Lucas 1.26,27).Duaspreciosas verdades brotam destes fatos. A primeira delas nos ensina que Deussempre cumprirá sua palavra. Ele prometera que na descendência de Abraão todasas famílias da terra seriam abençoadas e assim ele o fez em Jesus Cristo, quealcançou famílias em toda a terra. A segunda preciosa verdade que aprendemos aoobservar a descendência do Salvador nos fala sobre a grande misericórdia ecompaixão de Jesus por nós. Alguns dos nomes citados em sua genealogia revelam históriastristes e vergonhosas, e isto deve nos ensinar um fato importante. Nenhumpecado é maior do que o amor de Jesus Cristo por nós, nenhuma pessoa, nãoimporta o pecado que tenha praticado, está fora do alcance da compaixão do bomsalvador. Jesus não se envergonha de nós pecadores, e isto deve nos ensinarmuito sobre o que é amor.
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O PECADO DO REI ZEDEQUIAS
DEVOCIONAL DIÁRIODATA17/05/2026 TÍTULOO PECADO DO REI ZEDEQUIASTEXTOUm dos textos maisconhecidos do livro do profeta Jeremias encontra-se no décimo sétimo capítulode suas profecias “Maldito o homem queconfia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!...Benditoo homem que confia no Senhor, e cuja confiança é o Senhor” (Jeremias 17.5 a8). Estas palavras foram proferidas a respeito de Zedequias, o vigésimo eúltimo rei de Judá. O período de seu reinado corresponde a época de grandedisputa entre babilônicos e egípcios pelo controle da Ásia. A vitória dosbabilônicos teve reflexos também sobre Judá, com a deposição do rei Joaquim e oestabelecimento de seu tio como rei. Este era Matanias, nome que Nabucodonozormudou para Zedequias, deixando-o como seu tributário em Jerusalém. Nesteperíodo o Senhor já havia determinado que Judá seria disciplinada, comoprofetizou Jeremias “Visto que não escutastes as minhaspalavras, eis que eu enviarei, e tomarei a todas as famílias do norte, diz oSENHOR, como também a Nabucodonosor, rei de babilônia, meu servo, e os trareisobre esta terra” (veja Jeremias 25.1 a 9). Conhecedor daquilo que o Senhor jáhavia determinado fazer, Zedequias traça seus próprios planos a partir de umrumor que Faraó novamente se levantaria contra Nabucodonor. Então Zedequias resolveualiar-se a Faraó, crendo que os egípcios seriam capazes de derrotar osbabilônicos, e ele capaz de vencer os planos de Deus. É por esta razão queJeremias dirige duras palavras ao insensato rei “Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, eaparta o seu coração do Senhor!”. Há grandes lições neste episódio, efaremos bem em nos atentar para elas.Primeiramente, énecessário entender que confiar que a força humana pode mudar a históriatraçada por Deus é uma tentativa vã de fugir da necessidade de um verdadeiroarrependimento. Jeremias registrou a respeito de “E fez o queera mau aos olhos do Senhor seuDeus; nem se humilhou perante o profeta Jeremias, que falava da partedo Senhor” (2 Crônicas 36.12). O Senhor concedeu aZedequias inúmeras oportunidades de arrependimento, que foram todasdesprezadas. Da mesma forma,devemos reconhecer que por detrás da confiança no poder dos homens está o desejadopecaminoso do coração humano em manter seus pecados de estimação a qualquercusto, como é dito a respeito de Zedequias “Masendureceu a sua cerviz, e tanto se obstinou no seu coração, que nãose converteu ao Senhor Deusde Israel” (2 Crônicas 36.13). Ocaso de Zedequias também nos ensina como a confiança no poder humano torna oshomens insensíveis a voz amorosa de Deus. Além de Jeremias, Judá contemplou oministério dos profetas Sofonias e Ezequiel, mas não houve resultado “E o Senhor Deusde seus pais, falou-lhes constantemente por intermédio dos mensageiros, porquese compadeceu do seu povo e da sua habitação” (2Crônicas 36.15). Finalmente, este descaso acabou-se por transformar-se emescárnio, como foi registrado “Eles, porém, zombaram dos mensageiros deDeus, e desprezaram as suas palavras, e mofaram dos seus profetas” (2 Crônicas 36.16). O triste fim deZedequias foi assim registrado “Eaos filhos de Zedequias mataram diante dos seus olhos; e vazaram os olhos deZedequias, e o ataram com duas cadeias de bronze, e o levaram a Babilônia” (2reis 25.7).É sábio reconhecer que nãohá como o homem fugir dos propósitos de Deus É enganoso pensar que o poderhumano pode mudar os desígnios de Deus. Quando o homem confia no poder humano oque ele está fazendo é simplesmente tentar fugir da real necessidade dearrependimento. Deus tem sempre a última palavra.
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O CRITERIOSO OLHAR DE JESUS CRISTO
DEVOCIONAL DIÁRIO16/05/2026 TÍTULOO CRITERIOSO OLHAR DE JESUS CRISTOTEXTOÉperceptível a limitação que nós seres humanos possuímos quanto a capacidade deavaliar certas circunstâncias. Somos de certa forma facilmente enganados pelasaparências e formas, observando apenas aquilo que nossos olhos desejam ver.Porém o mesmo não ocorre com nosso bendito salvador, o olhar criterioso deJesus é capaz de perceber e avaliar de forma plena e concisa mesmo as coisasocultas dos homens, e temos um bom exemplo desta verdade em dois relatos queencontramos no evangelho de Marcos.Emmeio a narrativa do capítulo 9 do evangelho de Marcos encontramos um pai quetraz diante do Senhor seu filho “Mestre, trouxe-te meu filho, que tem umespírito imundo. E este, onde quer queo apanhe, despedaça-o, e ele espuma, e range os dentes, e vai definhando” (Marcos 9.17,18).Jesus se depara com a imagem crua do sofrimento humano causado pelas forças domal. Um moço à beira da morte, definhando diante do sofrimento. Ao avançarmosao capítulo 10 encontramos outro homem que se encontra com Jesus, porém em umacondição muito diferente “E, pondo-se acaminho, correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele” (Marcos10.17). O evangelista Lucas descreve que ele era um jovem, rico,aparentemente educado e religioso, demonstrando seu interesse pelas coisasespirituais. Ao contemplarmos estas duas circunstâncias através de nossolimitado olhar humano, somos levados a enxergar uma grande oportunidade noprestativo jovem, o que justificaria investirmos em seu potencial. Já quanto aopobre pai e seu filho endemoninhado, a maioria de nós apenas lamentaria suapobre sorte. Porém o olhar de Jesusnão está sujeito as nossas limitações. Jesus reconhece que, apesar dadiscrepância entre a aparência externa de ambos, em uma questão os doispersonagens citados são iguais: ambos se encontram escravizados e necessitam delibertação. Ao ser questionado por Jesus quanto ao tempo e circunstâncias dapossessão demoníaca de seu filho o pobre pai responde “Desde a infância. E muitas vezes o tem lançado no fogo, na água, parao destruir” (Marcos 9.21,22). A mesma condição se aplica ao jovem descritono capítulo 10. O desejo de Jesus pela salvação daquele jovem é demonstrado emseu convite, que acaba por revelar que a escravidão a que estava submetido eratão terrível quanto a do jovem endemoninhado “E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te umacoisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro nocéu; e vem, toma a cruz, e segue-me”. Apesar das diferençasexteriores, ambos viviam debaixo de uma escravidão da qual somente Jesus lhespodia libertar.Aconclusão dos relatos contradiz a inicial expectativa quanto aos doispersonagens apresentados pelo evangelista Marcos. Em relação ao moçoescravizado pelos demônios é dito “E ele,clamando, e agitando-o com violência, saiu; e ficou o menino como morto, de talmaneira que muitos diziam que estava morto. Mas Jesus, tomando-o pela mão, oergueu, e ele se levantou” (Marcos 9.26,27), porém do jovem e educadocandidato a discípulo é revelado“Mas ele, pesaroso desta palavra, retirou-setriste, porque possuía muitas propriedades” (Marcos 10.22). Você já pensou na inutilidade de tentarludibriar Deus através de uma aparente religiosidade enquanto seu coraçãocontinua escravizado as coisas deste mundo? A exortação do autor da carta aoshebreus deve nos servir de alerta “E nãohá criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas epatentes aos olhos daquele com quem temos de tratar” (Hebreus4.13). Tentar esconder de Deus quem somos é tão inútil como insensato. Quefaçamos como o pai citado no capítulo 9, que não escondeu de Jesus sua fracacondição “Eu creio, Senhor! ajuda aminha incredulidade” (Marcos 9.25). Aquele que tudo vê estará sempre pronto a nossocorrer.
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A MANEIRA PECAMINOSA DE ENFRENTAR DIFICULDADES E A SOLUÇÃO FORNECIDA POR DEUS
DEVOCIONAL DIÁRIODATA15/05/2026 TÍTULOA MANEIRA PECAMINOSA DE ENFRENTARDIFICULDADES E A SOLUÇÃO FORNECIDA POR DEUSTEXTODesde que o pecado passoua ser o companheiro inseparável de jornada da raça humana, a existência doshomens tendo sido cercada por toda sorte de adversidades, da forma como oSenhor advertiu a Adão que seria “Porquanto destes ouvidos à voz da tuamulher e comeste da árvore da árvore que te ordenei, dizendo: Não comerás dela,maldita é a terra por causa de ti espinhos, e cardos também, te produzirá; ecomerás a erva do campo. No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornesa terra” (Gênesis 3.17 a19). O não reconhecimento desta verdade faz com que o ser humano procurejustificar das mais variadas formas as dificuldades que surgem a sua frente,culpando as circunstâncias, ao próximo e até mesmo a Deus, o homeminverte a ordem daquilo que pode lhe trazer a cura, desejando o fim dos efeitoscausados por seus problemas ao invés de tratar da causa real de suasdificuldades. Ao rejeitar a provisão de Deus para seus problemas o ser humanorejeita o único caminho realmente eficaz.Além de ser a causa dasdificuldades do ser humano, o pecado também é a razão que leva o homem aenfrentar suas dificuldades de uma forma ineficaz e ao mesmo tempo danosa parasi mesmo. Uma das fortes tendencias do ser humano ao enfrentar essas dificuldadesé a sua tentativa de contorna-la sem a necessidade de trata-las. Os problemassão assim apenas evitados, o que os leva a tornarem-se ainda piores. Foi issoque o rei Davi tentou fazer ao esconder seu adultério com Bateseba e suaresponsabilidade na morte de Urias, e sabemos bem quais foram as consequências.Outra tendencia pecaminosa de lidar com os problemas é deixa-los como estão semenfrenta-los. Pense em quantas pessoas não avançam em área alguma de sua vidapor tomarem esta atitude. É isso que teria ocorrido a Pedro se Jesus não otivesse confrontado após as três consecutivas negativas na noite em que Jesusfoi julgado. Pedro simplesmente teria voltado definitivamente a sua antigafunção e jamais se tornaria um dos pilares da igreja. Há ainda uma terceiraforma pecaminosa de lidar com os problemas, é quando consideramos que éimpossível encontrarmos uma solução. Um exemplo claro desta atitude pode serencontrado em Caim diante do homicídio cometido por ele contra Abel. Apesar detodos os argumentos e meios usados por Deus a fim de levar Caim aoarrependimento e a aceitação da provisão de Deus para com seu pecado, Caimpreferiu viver como se não houvesse solução “É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada” (Gênesis4.13).Porém a Bíblia nos ensinae encoraja a buscar em Deus a solução de qualquer problema que enfrentemos,começando pelo reconhecimento que há solução para eles. O apóstolo Pauloprocurou encorajar os cristãos em Corinto lhes dizendo que “Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel éDeus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação darátambém o escape, para que a possais suportar” (1 Coríntios 10.13). Ao dizer-nos que “coma tentação”, ou seja, que junto com os problemas Deus “dará também oescape”, o apóstolo encoraja os salvos a reconhecer que a sabedoriade Deus tem providenciado uma solução eficaz e adequada para cada um de nossosproblemas. Portanto, não há motivospara nos desesperarmos diante das mais ferozes lutas que enfrentemos, Deus estáao nosso lado, como bem ensinou o apóstolo Paulo “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós,quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou portodos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?” (Romanos 8.31,32).
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A BENÇÃO DA EXORTAÇÃO AMOROSA
DEVOCIONAL DIÁRIO 14/05/2026 TÍTULOA BENÇÃO DA EXORTAÇÃO AMOROSATEXTOReceber uma exortação e dela tirar proveito estáentre os exercícios espirituais mais proveitosos aos salvos em Cristo Jesus,sendo a exortação um ministério ao qual todos os salvos são chamados, comodeclara o autor da epístola aos hebreus “Antes,exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje,para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado” (Hebreus3:13). A igreja, a família e até o mundo colocam diante de nós oportunidadepara exercer a exortação amorosa de forma bíblica e eficaz. Procuremos entenderentão a utilidade deste dom tão precioso.Temos no apóstolo Paulo oexemplo de alguém que utilizou da exortação de forma variada e própria, emcircunstâncias diversas e necessárias. Diante das tribulações a que foramsubmetidos os ainda infantes crentes tessalonicenses, o apóstolo lhes apontou ocaminho para o progresso espiritual “FINALMENTE, irmãos, vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus, que assimcomo recebestes de nós, de que maneira convém andar e agradar a Deus, assimandai, para que possais progredir cada vez mais” (1Tessalonicenses 4.1). Aos mesmos cristãos, que vivam em uma sociedade onde aimoralidade era tolerada enquanto a santidade do casamento era desprezada,Paulo firmemente os exorta “Porque esta é a vontade de Deus, a vossasantificação” (1Tessalonicenses 4:3). Os problemas do cotidiano não passavam desapercebidos aosolhos do apóstolo. Ao observar que pessoas em Tessalônica haviam deixado detrabalhar usando o argumento que a volta de Cristo ocorreria tão em breve quenão justificaria a labuta diária pelo sustento, Paulo os corrige “A esses tais, porém, mandamos, e exortamospor nosso Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando com sossego, comam o seupróprio pão” (2 Tessalonicenses 3:12). Estas narrativas deixam claro osignificado do exercício de exortar, ou seja, o colocar-se ao lado para ajudar,corrigir, consolar e encorajar, da maneira como o próprio apóstolo registrounesta mesma epístola “Rogamos-vos,também, irmãos, que admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo,sustenteis os fracos, e sejais pacientes para com todos” (1Tessalonicenses 5:14). É reconhecível que ocoração pecaminoso dos homens rejeita a exortação, uma vez que o orgulhopecaminoso tentará se levantar contra tudo que interfira na continuação de suaspráticas pecaminosas. Por isso o exercício da exortação amorosa deve seguir aorientação bíblica a respeito da forma como devem os salvos exortar-semutuamente. Serve-nos de grande auxílio o exemplo da forma como o Senhor Jesuslidou com a obstinada nação de Israel durante seu ministério. Citando o textodo capítulo 42 do livro do profeta Isaías, o apóstolo Mateus descreve a atitudede Jesus diante da fraqueza em que se encontrava seu povo “Não contenderá, nem clamará, nem alguém ouvirá pelas ruas asua voz; não esmagará a cana quebrada, e não apagará o morrão que fumega, atéque faça triunfar o juízo” (Mateus 12:19,20). Dianteda necessidade de exortar aquelas pessoas, Jesus agiu com extrema misericórdia.Comparando-os a uma cana quebrada, Jesus tratou com pessoas oprimidas edoentes, exortando-as sem destruí-las. Ao assemelha-las a uma pequena mechafumegante, pronta a apagar-se, Jesus tratou de exorta-las de forma quereadquirissem o ânimo, de forma branda e amorosa.Quão necessário é quetenhamos a mesma atitude em nossos dias, onde o simples soprar do vento ésuficiente para derrubar aqueles que se encontram fragilizados pelas lutasconstantes. Todo cristão tem a oportunidade de colocar-se ao lado de pessoasque carecem de uma exortação firme, porém amorosa. Que o Espírito santo nosajude a cumprir nosso ministério.
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A NECESSIDADE DE VIGILÂNCIA QUANTO A PRESENÇA DOS FALSOS MESTRES
DEVOCIONAL DIÁRIO 13/05/2026 TÍTULOA NECESSIDADE DE VIGILÂNCIA QUANTO APRESENÇA DOS FALSOS MESTRESTEXTOAigreja de Jesus Cristo enfrenta desde seu nascimento um inimigo que a acompanhaem todos os tempos e lugares, os falsos mestres e suas heresias, fatodenunciado pelo próprio Senhor Jesus “Acautelai-vos,porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas,interiormente, são lobos devoradores” (Mateus 7.15). Também o apóstolo Paulo alertou a igreja falando aoslíderes da igreja em Éfeso “Porque eu sei isto que,depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparãoao rebanho; E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisasperversas, para atraírem os discípulos após si” (Atos 20.29 a 31).Coube também ao apóstolo Pedro tratar deste assunto “E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverátambém falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição” (2 Pedro 2.1). Faremos bem em darouvidos ao alerta registrado nesta segunda epístola de Pedro.Há três fatores que devem nos chamar a atenção: primeiro, o modo deoperação dos falsos mestres a fim de conduzir a igreja ao erro, uma vez que oapóstolo Pedro nos diz que eles “introduzirãoencobertamente heresias de perdição”. A forma de sua dissimulação é revelada pelo SenhorJesus ao dizer que “vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente,são lobos devoradores”. Jamais pensemos que os falsos mestres atacarão aigreja em franca oposição a ela, eles tratarão de se aproximar dos salvosapresentando-se como exemplares discípulo do Senhor Jesus Cristo. Suas palavras,seu comportamento e suas afeições reforçarão uma primeira impressão desantidade e fé, despertando a admiração de muitos, como nos exorta o apóstoloPaulo “para atraírem osdiscípulos após si”.É neste ponto que a cautela dos cristãos sefaz necessária, conforme a orientação recomendada pelo Senhor “Porseus frutos os conhecereis” (Mateus 7.16). O apóstoloPedro nos ensina que os falsos mestres em algum momento revelarão suas duasprincipais característica. A primeira delas é a sua imoralidade, como descritono verso 2 “E muitos seguirão as suas dissoluções,pelos quais será blasfemado o caminho da verdade” (2 Pedro 2.2). Por se tratarem dehomens e mulheres desprovidos do poder regenerador do Espírito Santo, em algummomento os falsos mestres deixarão sobressair sua natureza carnal, revelandosua escravidão as práticas imorais. A segunda marcante característica dosfalsos mestres se refere a sua ganância, como descrita pelo apóstolo Pedro noverso 3 “Epor avareza farão de vós negócio com palavras fingidas” (2 Pedro 2.3). A natureza terrena dos falsos mestressempre os levará a buscarem os tesouros do mundo a fim de satisfazer suainsaciável ganância. Desta forma concluímos que imoralidade e ganância são asindisfarçáveis características dos falsos mestres.A forma comosão desmascarados os falsos mestres é deixada clara pelo apóstolo Pedro noverso 20 “Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo...forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se lhes o último estadopior do que o primeiro” (2 Pedro 2.20). Pedro usa a palavra contaminações para demonstraro que realmente ocorre com os falsos mestres, eles são pessoas que foram apenassuperficial e exteriormente lavados de suas imundícias exteriores, “Destemodo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio sediz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada aoespojadouro de lama” (2 Pedro2.22). É por isso que a prudência e a observação franca são tão preciosas aosalvos, a fim de se verem livres de tal engano.
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O CALÇADO DO SOLDADO CRISTÃO
DEVOCIONAL DIÁRIO 12/05/2026TÍTULOO CALÇADO DO SOLDADO CRISTÃOTEXTOEm sua descrição daarmadura cristã o apóstolo Paulo descreve a peça que deve servir de base firmepara que o combatente cristão permaneça firme no campo de batalha, comodemonstrado no capítulo 6 da carta aos efésios “E calçados os pés na preparação do evangelho da paz” (Efésios 6.15).Dentro da analogia usada pelo apóstolo é descrita a sandália usada pelossoldados romanos, cuja sola possuía tachões e era ligada por tiras que aprendiam firmemente ao tornozelo. O objetivo destes tachões era manter osoldado firme mesmo em terrenos escorregadios, como também o livrar dearmadilhas pontiagudas colocadas no campo de batalha para ferir os pés doscombatentes. Outra qualidade importante desta sandália era permitir que osoldado se deslocasse por grandes distâncias, prendendo-se firmemente a seuspés. Apliquemos então estas qualidades a vida cristã.Primeiramente a própriaexpressão usada pelo apóstolo Paulo já nos permite entender sua aplicação. Apalavra “preparação” possui o sentido primário de equipamento, mastambém pode significar firmeza ou estabilidade, podendo ser entendida como umequipamento que concede firmeza em qualquer circunstância. A expressão “evangelho” aponta para a verdade revelada no evangelho, seu ensino e suaspromessas. A qualificação “dapaz” refere-se a natureza doevangelho, que veio conceder paz aos homens. Como então deve o cristão calçarseus pés e qual seu objetivo? Devemos reconhecer que um cristão duvidoso quantoa sua salvação jamais poderá combater com firmeza o reino das trevas. Esta é arazão da exortação de Paulo aos coríntios “Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis nafé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que JesusCristo está em vós? Se não é que já estais reprovados” (2 Coríntios 13.5). Estar firmemente calçadono evangelho é requisito primordial na batalha cristã, não pode haver espaçopara dúvidas nesta questão.Também neste quesito cabeum alerta a todos os salvos. Uma regra clara em um combate é: nunca confie demasiadamenteem si mesmo. Sentir-se seguro é inatacável é o primeiro passo para a derrota. Quandonos firmamos no evangelho de Jesus Cristo nos firmamos em seus mandamentos, eum dos principais é “Vigiai”, por isso a atitude de calçar os pés no evangelhodeve ser permanente, nenhum cristão deve ser apanhado descalço, ou seja, avigilância é qualidade essencial desta verdade. O relaxamento na vida cristãcobra um preço altíssimo, pois coisas que parecem inocentes e sem perigo acabampor se tornar uma grande pedra de tropeço, sendo a soberba a atitude comumdaqueles que são vencidos em batalha. Jamais tente viver a vida cristã por suaspróprias forças ou autoridade, somente a obediência ao evangelho de JesusCristo é capaz de nos manter de pé.Finalmente, firmar-se noevangelho é viver debaixo das garantias e promessas de sua verdade. É peloevangelho que temos paz com Deus, como ensinado pelo apóstolo Paulo “TENDO sido, pois, justificadospela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5.1). Também é pela verdade do evangelho queencontramos paz em meio as batalhas, como ensinado aos filipenses “...asvossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica,com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardaráos vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus” (Filipenses4.6,7). É também por obediência ao evangelho que vivemos em paz com nossossemelhantes “Se for possível,quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens” (Romanos 12.18).Você está bem calçado?
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A REAL FUNÇÃO DA LEI
DEVOCIONAL DIÁRIO 11/05/2026 TÍTULOA REAL FUNÇÃO DA LEITEXTOOconhecimento sobre a função bíblica da lei de Moisés tem se tornado uma pedrade tropeço tanto aqueles que já depositaram sua fé em Jesus Cristo como seusalvador quanto para aqueles que se mantem em sua incredulidade, uma vez queum dos maiores empecilhos à reconhecimento da necessidade da graça de Deus é atentativa humana de traçar um caminho por meio de seus próprios méritos. É bom que entendamos de forma bíblica estaquestão.Em primeiro lugar é necessário que reconheçamos queboa parte dos leitores bíblicos não reconhece a função primordial da leiapresentada nas Escrituras na forma descrita pelo apóstolo Paulo em suaepístola aos romanos “Porisso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pelalei vem o conhecimento do pecado” (Romanos 3.20). A funçãoprimária da lei é convencer o ser humano de seu estado pecaminoso e de suaconsequente condenação, ou seja, tornar o pecado conhecido, como descrito nocapítulo 7 da carta aos romanos “Quediremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. mas eu não conheci o pecado senãopela lei” (Romanos 7.7). Sendo assim é pela lei que se define o que é pecado,como descreve o apóstolo João “Qualquer que pratica o pecado, também transgride alei; porque o pecado é a transgressão da lei” (1 João 3.4). É também pela lei que o homem aprende sobre opoder enganador do pecado, pois por nossa própria experiência jamais perceberiamosa malignidade do pecado, como Paulo o descreve “Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, meenganou, e por ele me matou” (Romanos 7.11). Uma das maiores dificuldades da igrejae do mundo hoje é que as pessoas não tem conhecimento do pecado como deveriamter. É quando nos damos conta da profundidade de nossas iniquidades quecomeçamos a clamar pela graça de Deus.É também importante que reconheçamos que a lei não somente nos faz sabero que é pecado, mas fornece também a convicção de ser um pecador. A lei nosensina que o pecado é acima de tudo um ato de rebeldia e desafio a santidade deDeus, como Davi descreve no Salmo 51 “Contra ti, contra ti somente pequei, e fizo que é mal a tua vista”(Salmo 51.4). A maior parte das pessoas é enganada pela falsa noção que, umavez que não são culpados de determinados pecados como adultério ou homicídio,sua culpa não é suficiente para condena-los ao inferno. A questão que ignoram éque o pecado não é medido pela consciência humana, mas pela santidade de Deus.O apóstolo Paulo salienta esta verdade ao escrever aos romanos “Ora, nós sabemos que tudo o que a leidiz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que toda a boca esteja fechada etodo o mundo seja condenável diante de Deus” (Romanos 3.19).Finalmente, concluímos que a lei jamaisfoi destinada a ser um meio de salvação, pelo contrário, nos faz convictos queprecisamos de um salvador, que só a graça de Deus pode mudar nossa condição. Oargumento do apóstolo Paulo aos gálatas fecha toda questão “De maneira que a lei nos serviu de tutor,para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados” (Gálatas 3.24). A funçãoda lei é conduzir os homens a Jesus Cristo e a seu libertador evangelho, glóriaa Deus por esta verdade!
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DESAFIOS DA MOCIDADE: INSTRUÇÃO
DEVOCIONAL DIÁRIO10/05/2026TÍTULODESAFIOS DA MOCIDADE: INSTRUÇÃOTEXTOCOMO JESUS TRATOU DESTE PROBLEMA COM OS JUDEUSJesustrabalhou constantemente com os judeus apelando a consciência deles.Vamos usar exemplos dametodologia de Jesus:1. Lucas 10.29 “Ele, porém,querendo justificar-se a si mesmo, disse a Jesus: E quem é o meu próximo?”.Nestetexto um perito nas Escrituras vem a Jesus a fim de testa-lo, v. 25Jesusresponde com outra pergunta, v. 26Odoutor na lei responde, v. 27AJesus cabe apenas dizer “Ok”, faça isso.Aresposta de Jesus acusou a consciência daquele homem, com o que ele tentoujustificar-se, v. 29EntãoJesus lhe conta uma história, v. 30 a 35Jesusapela a consciência dele, v. 36“Qual, pois, destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nasmãos dos salteadores?”Jesuspermite que ele mesmo responda, v. 37“E ele disse: O que usou de misericórdia para com ele”.EntãoJesus o orientou“Disse, pois, Jesus: Vai, e faze da mesma maneira”.APLICAÇÃO: Jesus não discutiu, não argumentou, não disputou, eledeixou que a consciência daquele homem desse a resposta.2. Lucas 7.43 “E Simão,respondendo, disse: Tenho para mim que é aquele a quem mais perdoou. E ele lhedisse: Julgaste bem”.Um fariseu convida Jesuspara comer em sua casa. Uma mulher de pouca reputação entra na casa e começa alavar aos pés de Jesus com suas próprias lágrimas, o que causa a reprovação e acrítica silenciosa do fariseu.Jesus conta ao fariseuuma história, v. 40 a 42Jesus indaga ao fariseu,v. 42“Dize, pois, qual deles o amará mais?”.O homem lhe deu a resposta, v. 43“Tenho para mim que é aquele a quem mais perdoou. E ele lhedisse: Julgaste bem”.Jesus usou a históriapara indiciar Simão através das suas próprias palavras, apelando a suaconsciência, Simão julgou a si mesmo através da sua própria resposta.Veja como Jesus o exorta,v. 44 a 473. Mateus21.31 “Qual dos dois fez avontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro”.Novamente vemos os judeusindagando Jesus, v. 23A partir do verso 33Jesus lhes conta uma história, v. 33 a 39Jesus faz uma perguntaaos judeus, v. 40“Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueleslavradores?”.Os judeus respondem“Dizem-lhe eles: Dará afrontosa morte aos maus, e arrendaráa vinha a outros lavradores, que a seu tempo lhe deem os frutos”.Jesus aplica a parábola, v. 42 a 44Os judeus entendem que haviam se incriminado a si mesmos, v. 45“E os principais sacerdotes e os fariseus, ouvindo estas palavras,entenderam que falava deles”.APLICAÇÃO: Jesus apelou ao senso de certo eerrado daqueles homens, pediu que fizessem um julgamento, e eles incriminaram asi mesmos.Aqui está o padrão: Jesus apela a consciênciade modo que não possam escapar das implicações de seus pecados. Ele lida com a raiz do problema, não apenascom as questões da superfície.Esta é a nossa tarefa como pais, precisamos fazer da consciência o alvode nossos apelos.Deus nos deu a consciência como árbitro a respeito do que é certo ouerrado e nós pais devemos usa-la a nosso favor e em favor de nossos filhos.Romanos 2.15 “Osquais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente asua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os”.Benefícios do métododivino de apelar a consciência:Ø Evitadar aos filhos um padrão de regras para que se sintam convencidos e justos aosseus próprios olhos.Ø Confrontaos filhos com o caminho de Deus e a necessidade da graça dEle.Ø Evitatransformar a correção em uma disputa entre pais em filhos sobre quem está certo.Ø Colocaa s controvérsias de nossos filhos em um nível correto, suas controvérsias nãosão com os pais, são sempre com Deus.
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DESAFIOS DA MOCIDADE: COMUNICAÇÃO
DEVOCIONAL DIÁRIO09/05/2026TÍTULODESAFIOS DA MOCIDADE: COMUNICAÇÃOTEXTORomanos 2.15 “Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificandojuntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, querdefendendo-os”.ALVODA CRIAÇÃO DE FILHOS DE 1 AOS 12 ANOS, TEMPO ENTRE A INFÂNCIA E A PUBERDADEO foco nesta fase é aobediênciaEfésios 6.1 “Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais noSenhor, porque isto é justo”.Abordamosa rebeldia e chamamos nossos a submissão a Deus, vencendo a rebelião e atendência de resistir a autoridade. Aprendendo a obedecer sem desculpas, semdesafio ou demora, a não serem contestadores mas obedientes.O QUE OCORRE A PARTIR DO INÍCIO DA PUBERDADEQuandonossos filhos chegam a puberdade novos desafios confrontam os pais. Os filhosestão desenvolvendo sua independência de escolha e personalidade, começando apassar mais tempo fora da orientação e supervisão dos pais e confrontadocom escolhas que seus pais não podem testemunhar ou escolher.[FA1] Nestaidade nossos filhos passam a desenvolver uma crescente independência de nós.Desenvolvem seus próprios pensamentos, suas próprias ideias. Suas habilidadesvão definindo seus interesses e expressando sua individualidade emdesenvolvimento.Apartir desta idade você não estará mais o tempo todo com seus filhos. Elesdevem aprender o que fazer e situações que você pai não pode prever. Ele vaiprecisar de sabedoria bíblica, a fim de que ele saiba o que fazer quando vocênão estiver por perto. UM PROBLEMA COMUM AOS PAIS DE FILHOS ENTRANDO NA PUBERDADEUsamos de regras paracriar nossos filhos até a puberdade, o que eles precisam é obedecer. Nossatendência a partir da puberdade é continuar com este procedimento, adotandocada vez mais regras para suprir toda a variedade de atitudes de nossos filhos.EXEMPLOFoi o que aconteceu comos judeus, que viveram debaixo de regras por séculos. Quando foram chamados amaturidade não conseguiam se livrar das amarras que eles mesmos haviam criado.Eles se consideravam tão justos que desprezaram o Messias e sua salvação.1. Haviam vivido séculos debaixo daorientação de um pedagogoGálatas3.23 a 25 “Mas, antes que a fé viesse, estávamosguardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia demanifestar. De maneira que a lei nos serviu de tutor, para nos conduzir a Cristo, para quepela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixode tutor”. 2. Com o advento do evangelho foram incapazesde entender sua condição espiritual.Romanos 2.1 “PORTANTO, és inescusável quando julgas, ó homem, quem querque sejas, porque te condenas a ti mesmo naquilo em que julgas a outro; poistu, que julgas, fazes o mesmo”.Osjudeus julgaram que Paulo estava falando apenas dos gentios, não entenderam queestá verdade incluía também eles.3. Mesmo os judeus convertidos tiveram uma tremendadificuldade em passar a viver fora da lei, o que causou sérios problemas aigreja primitivaAtos15.5 “Alguns,porém, da seita dos fariseus, que tinham crido, se levantaram, dizendo que eramister circuncidá-los e mandar-lhes queguardassem a lei de Moisés”.Acriação debaixo de regras pode ter um duplo efeitoØ Gerar um entendimento do pecado como algo que atingeapenas as coisas exteriores.Ø Não ter a noção de uma pecaminosidade pessoal.Omáximo que conseguimos se continuamos neste processo é criar pequenos fariseus.Quando nossos filhosentram na adolescência precisamos os ensinar a olhar além de seu comportamentoe preocupar-se com algo mais do que o exterior.Atéesta idade nosso trabalho como pais é tratar do COMPORTAMENTO CONTESTADOR, a partir da puberdade nosso foco sevolta ao COMPORTAMENTO ERRADO.Podemos aprender comJesus a como tratar com nossos filhos nesta fase. [FA1]
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O ENCORAJAMENTO QUE ENCONTRAMOS NAS PROFECIAS BÍBLICAS
DEVOCIONAL DIÁRIO08/05/2026 TÍTULOO ENCORAJAMENTO QUE ENCONTRAMOS NASPROFECIAS BÍBLICAS TEXTOÉinteressante observar como nós seres humanos enfrentamos dificuldades quando somossurpreendidos por questões que não esperávamos que acontecessem. O temornatural pelo desconhecido soma-se ao habitual pessimismo diante da vida e oresultado passa a ser uma multidão de pessoas desorientadas e confusas. Sabedordesta fraqueza, nosso Deus providenciou que através das sagradas Escriturastomássemos conhecimento de seus planos e dos principais acontecimentos queatingirão este mundo muito em breve. O apóstolo Paulo bem resumiu esta verdadeem sua epístola aos romanos “Porque tudo o quedantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência econsolação das Escrituras tenhamos esperança” (Romanos 15.4). Portanto, duas verdades imutáveis devem nosservir de guia: primeiro, nosso Deus possui o absoluto controle sobre todas ascoisas, por isso Ele pode nos alertar em sua palavra a respeito de fatos queainda não aconteceram, pois ele é o Deus que controla a história; segundo, seusalertas tem o propósito específico de nos despertar e preparar, como também dizo apóstolo Paulo “E isto digo, conhecendo o tempo, quejá é hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvaçãoestá agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé” (Romanos 13.11)Umbom exemplo destes fatos pode ser encontrado na exortação do Senhor a seusdiscípulos registrada no capítulo 16 do evangelho segundo João “TENHO-VOS dito estas coisas para quevos não escandalizeis” (João 16.1). Jesus disse isso a seus discípulosmenos de 24 horas antes de ser crucificado, os preparando para a grande criseque se aproxima, com sua prisão e morte. Neste discurso Jesus informa seusdiscípulos de duas situações difíceis que enfrentariam: eles seriam perseguidose mortos pelos seus inimigos, além de apartir dali não contarem mais com a presença do Senhor. A reação dosdiscípulos é esperada, como descrita por Jesus “Antes,porque isto vos tenho dito, o vosso coração se encheu de tristeza”(João 16.6). Aqueles homens sabiam que tudo aquilo que Jesus lhes havia ditoaconteceu, e não seria diferente agora. A incapacidade dos discípulos emcompreender o resultado produzido pelos fatos que em breve aconteceriamlevou-lhes a tristeza e o desconsolo.É importante reconhecerque o mesmo tende a acontecer conosco hoje. Assim como Jesus alertou seusdiscípulos antes que as coisas lhes acontecessem, a Bíblia nos alerta hoje.Observe a forma que a perseguição aos cristãos tem tomado neste mundo, issojamais deveria nos surpreender, diante do claro alerta das Escrituras “Etambém todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerãoperseguições” (2 Timóteo 3.12). A expectativa dos acontecimentos futurosnão deve nos angustiar, pois assim como a ressurreição e o surgimento da igrejaprocedeu os dias de angústia enfrentados pelos apóstolos, as dificuldades dosdias atuais serão precedidas pela gloriosa manifestação de Jesus Cristo a fimde levar-nos ao lar celestial, como nos ensina o apóstolo Paulo “Porque para mim tenho por certo que asaflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós háde ser revelada” (Romanos 8.18). A forma como Jesus conclui o capítulo 16do evangelho de João deve encher nosso coração de encorajamento e descanso “Tenho-vos dito isto, para que em mimtenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (João16.33). Nós já sabemos como esta história termina, Jesus vencerá no final, Deusnos deu as profecias bíblicas para que saibamos com antecedência como issoacontecerá.
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A UNÇÃO ESPIRITUAL A LUZ DAS ESCRITURAS
DEVOCIONAL DIÁRIO07/05/2026 TÍTULOA UNÇÃO ESPIRITUAL A LUZ DAS ESCRITURASTEXTOÉnotório como o meio dito evangélico corrompe expressões bíblicas a fim desalientar pontos de vistas que satisfaçam o orgulho humano, o que pode ser ditoa respeito do que fazem com o ensino do apóstolo João em sua primeira epístola “E vóstendes a unção do Santo, e sabeis todas as coisas” (1 João 2.20). Encontramos homens e mulheres dispostos a interpretaresta unção de uma forma muito além daquela que a Bíblia lhe dá, conduzindopessoas bem intencionas, porém mal orientadas, a um caminho de engano efrustração.Primeiramente,esta questão pode ser logo esclarecida se aceitarmos a noção bíblica a respeitoda unção recebida pelo Senhor Jesus apresentada no livro de Atos “Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com oEspírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo bem, e curando a todos osoprimidos do diabo, porque Deus era com ele” (Atos 10.38). Fica evidente neste verso que a unçãoespiritual recebida por Jesus se refere a própria presença do Espírito Santohabitando nele, uma vez que, quando João diz que “Deus era com ele” areferencia é que Deus Pai enviou a Deus Espírito para que este revestisse Jesusde Nazaré com poder através de sua habitação, conferindo-lhe o poder derealizar sinais e maravilhas que confirmavam seu ministério messiânico. Emsuma, a unção espiritual como apresentada na Bíblia trata-se de uma condição, ahabitação do Espírito Santo, e não de uma experiência transcendental. Reforçaesta verdade o fato que encontramos no Novo Testamento apenas três ocorrênciasda palavra unção, todas elas na primeira carta do apóstolo João (1 João2.20,27). Estás três ocorrências apontam para o mesmo sentido, a presençapermanente do Espírito Santo nos salvos. Esta mesma verdade éressaltada em outras porções das Escrituras, ligando o Espírito Santo com aunção resultante de sua presença, como no ensino do apóstolo Paulo aoscoríntios “Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nosungiu, é Deus, o qual também nos selou e deu o penhor do Espírito emnossos corações” (2 Coríntios 1.21,22). Esta verdade fica também evidentequando cruzamos a citação do apóstolo João em sua primeira carta quando diz “E a unção que vós recebestes dele, fica emvós” (1 João 2:27), com o ensino de seu evangelho “O Espírito de verdade, que o mundo nãopode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habitaconvosco, e estará em vós” (João14:17), demonstrando novamente que a presença do Espírito Santo é a unção dossalvos. Quando as Escrituras se referem a Jesus Cristo o conceito de queele foi ungido pela presença do Espírito Santo permanece, como na descrição doevangelista Lucas “O Espírito do Senhor está sobre mim, pois queme ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os contritos de coração”(Lucas 4.18).Fica assim demonstrado que uma simplesconsulta as Escrituras é suficiente para esclarecer a mente em relação a estaverdade. Certamente alguns se levantarão contra este ensino tendo por basepseudo experiências sobrenaturais e usando-as como base de suas alegações. Aoverdadeiro crente basta a exortação do apóstolo Paulo aos coríntios quanto aométodo de investigação que devemos praticar “Mas nós nãorecebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para quepudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. As quais também falamos, não compalavras que a sabedoria humana ensina, mas com as que o Espírito Santo ensina,comparando as coisas espirituais com as espirituais” (1 Coríntios 2.12,13).
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A COURAÇA DA JUSTIÇA
DEVOCIONAL DIÁRIO06/05/2026 TÍTULOA COURAÇA DA JUSTIÇATEXTOÉbom que os salvos em Cristo voltem seus olhos a armadura de Deus descrita nocapítulo 6 da epístola aos efésios, em especial a peça chamada por Paulo de “couraçada justiça” (Efésios 6.14). No modelo que o apóstolo tem em mente a couraçarefere-se ao peitoral que os soldados romanos vestiam a fim de defender tórax eabdômen dos golpes desferidos pelo inimigo. A principal característica dacouraça era ser capaz de suportar os mais pesados golpes sem rasgar-se oudespedaçar-se, sendo vital para a segurança do combatente. Aplicando estacaracterística a metáfora da armadura espiritual concedida por Deus aos salvos,Paulo nos diz que o material que forma esta couraça espiritual é a justiça deCristo revelada no evangelho “Mas agora se manifestou sem a lei a justiça deDeus, tendo o testemunho da lei e dos profetas; Isto é, a justiça de Deus pelafé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem; porque não hádiferença” (Romanos 3.21,22). Estajustiça de Cristo torna o pecador aceitável diante de Deus sem que este tenharealizado qualquer obra que o torne merecedor desta dádiva. A comunhão entreDeus e o pecador e todas as bençãos concedidas a este encontram na justiça deCristo sua única causa, ou seja, tudo o que recebemos de Deus é concedido tendopor base sua graça e não nosso merecimento.Entreas astutas ciladas do diabo (Efésios 6.11) está a estratégia de convencer osfilhos de Deus que a segurança eterna prometida por Cristo está na dependênciadas obras humanas e não na definitiva e perfeita obra realizada na cruz. Umavez que o inimigo dos salvos é incapaz de anular a plena segurança de salvação quepossuem em Cristo (Romanos 8.38,39), ele procurará os debilitar através damanipulação de suas emoções, os levando a acreditar que praticaram algum pecadoque tenha levado Deus a se afastar deles ou que estão aquém da perfeiçãoexigida pelo Senhor. Levar o salvo a sentir-se incapaz e derrotado dará asatanás uma grande vantagem, pois assim terá minado sua dependência e confiançaem Cristo pelo simples ato de desviar seus olhos do salvador. Tais pessoas sãolevadas a esquecer que a razão pela qual Deus lhes salvou é unicamente a obraredentora de Jesus Cristo em favor delas, e não suas próprias obras. Elas estãotentando combater satanás e o reino das trevas usando uma couraça inadequada,formada por suas melhores intenções, que não possuem poder algum para vencer omal.Comodeve o salvo combater esta nefasta artimanha maligna? Em primeiro lugar deveconfessar ao Senhor o orgulho e incredulidade praticados na frustrada tentativade andar por suas próprias forças, como bem nos alerta o Mestre “Eu sou avideira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porquesem mim nada podeis fazer” (João 15.5).Também fará bem ao salvo recordar-se da insegurança e fragilidade provadas poraquele que desvia seus olhos de contemplar Jesus Cristo. O inconstante Pedroprovou desta verdade durante sua incrível experiência de andar sobre as águas.Tudo ia bem, até que a autoconfiança de Pedro o levou a perder de vista seualvo, desviando seus olhos do poder de Cristo. É insensatez lutar a batalha da fé tendo os olhos postos em si mesmo. Sabendo dos pesados golpes desferidos pelo inimigo o Senhor nos concedeuuma couraça indestrutível, usa-la de forma sábia e humilde com certeza nosconduzirá a vitória.
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A PLENA SEGURANÇA DOS SALVOS EM CRISTO
DEVOCIONAL DIÁRIO 05/05/2026TÍTULOA PLENA SEGURANÇA DOS SALVOS EM CRISTOTEXTOAs fortes tempestades testam até mesmo os mais experientes marinheiros,assim como as tempestades da vida fazem com os salvos em Cristo. Assim como éinjusto reprovar o marinheiro que se sente fragilizado diante da imensidão eforça do oceano, não é sábio descartar a fé do humilde cristão que luta paramanter-se de pé diante das aflições e tribulações desta vida. É a experiênciade enfrentar mares bravios que ensina ao marinheiro que barcos são projetadospara suportar as maiores ondas, e a mesma aplicação se dá em relação ao cristão.As ondas sucessivas de lutas e tribulações tem o poder de lhes ensinar que opoder do Deus que o sustenta acima do nível das águas não pode ser vencido nemintimidado. A segurança do cristão está solidamente baseada na pessoa de Deus econhece-lo faz toda a diferença.Em primeiro lugar a segurança dos salvos está ligada à natureza de Deus,herdada por todos aqueles que creem em Jesus Cristo como seu salvador, como oapóstolo João nos garantiu “Mas, a todos quantos o receberam,deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome; osquais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem,mas de Deus” (João 1.12),verdade confirmada em sua epístola “Amados,agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Massabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assimcomo é o veremos” (1 João 3.2). A segurança do cristão está também ligada aocaráter imutável de Deus, garantidor de suas promessas a todos os que creem,como nos o Senhor “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minhapalavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará emcondenação, mas passou da morte para a vida” (João 5.24). Em relação a esta verdade o Espírito Santo guiou o apóstoloPaulo a escrever-nos a fim de garantir a veracidade das promessas de Deus “Emesperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dostempos dos séculos” (Tito 1.12). Da mesma forma,a segurança do cristão está firmada na justiça divina, que foi plenamentesatisfeita no sacrifício de Jesus Cristo, como ensinado na epístola aoscoríntios “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; paraque nele fôsseis feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5.21). Jamais poderãoser levantadas acusações que venham a anular o perdão e justificação daquelesque creem no salvador, como nos faz ver a epístola aos romanos “Quemintentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica” (Romanos8.33).Finalmente,a inabalável segurança dos salvos é garantida pelo amor de nosso Deus, do qualnada pode nos separar “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida,nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem oporvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderáseparar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos8.38,39). Fomos ligados a Cristo através de seu imenso amor para conosco,demonstrado mesmo diante de nossa triste condição “Mas Deus prova o seu amorpara conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos5.8).Por isso, tenha calma, frágil marinheiro, aquele que segura o timão dobarco é nosso Pai Celestial!
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A RAZÃO DA INCREDULIDADE HUMANA
DEVOCIONAL DIÁRIO04/05/2026TÍTULOA RAZÃO DA INCREDULIDADE HUMANATEXTOÉ bem conhecida dosleitores bíblicos a narrativa envolvendo o profeta Elizeu e o sírio Naamã,descrito no capítulo 5 do Segundo Livro dos Reis. Esta narrativa é parte de umacoletânea que ilustra o poder e autoridade do ministério de Elizeu. Esteacontecimento envolvendo estes personagens nos fornece uma ilustração notávelde uma verdade ensinada em toda parte da Palavra de Deus: a real causa denossos problemas e a única solução capaz de nos libertar.O texto inicia peladescrição de quem era Naamã “E NAAMÃ, capitãodo exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor, e de muitorespeito; porque por ele o Senhor deralivramento aos sírios; e era este homem heróivaloroso, porém leproso” (2 Reis5.1). O textose refere a Naamã como um homem honrado e valoroso em seu povo, um líder devalor, reconhecido e honrado pelas autoridades, respeitado por seu povo e usadopor Deus para seus propósitos. Naamã tipifica algumas das melhores qualidadesque podem ser vistas em uma ser humano, sendo em sua sociedade um baluarte eexemplo de conduta e fidelidade. Só havia um problema, o verso termina com umasentença terrível “porém leproso”. Esta é uma perfeita ilustraçãodaquilo que a Bíblia ensina a respeito do pecado, uma vez que a lepra é usadana Bíblia como metáfora do pecado e de suas consequências. Oser humano é um ser fantástico, criado a imagem e semelhança de Deus, possuidorde uma inteligência incrível, de emoções fantásticas, expressa nas artes. Seuquerer o impulsiona a ações humanitárias sem igual em relação a seu próximo,tratando da fome, sede e doenças, mas com um porém que acaba por arruinar tudoisso. No caso de Naamã a lepra, no caso dos homens, o pecado.O texto de 2 Reis capítulo 5 também nos revela queDeus usou uma menina para fazer chegar ao conhecimento de Naamã que havia umprofeta em Israel capaz de cura-lo, o que fez o rei sírio enviar uma carta aorei de Israel, acompanhada de grande riqueza QuandoNaamã chegou a cidade onde habitava o profeta Elizeu, recebeu deste uma ordempeculiar “Vai, e lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne será curada eficarás purificado” (2 Reis 5.10),o que não foi bem recebido pelo sírio “Porém, Naamã muito se indignou, e se foi dizendo: Eis que eu diziacomigo: Certamente ele sairá, pôr-se-á em pé, invocará o nome do Senhor seu Deus, e passará a suamão sobre o lugar, e restaurará o leproso” (2 Reis 5.11). Em sua indignação Naamã ainda protestou “Não sãoporventura Abana e Farpar, rios de Damasco, melhores do que todas as águasde Israel? Não me poderia eu lavar neles, e ficar purificado?” (2 Reis 5.12). Em seu orgulho Naamã consideravaque a provisão que Deus havia colocado diante dele não estava à altura de suaposição.Porventura não é também assim queas pessoas olham para o evangelho de Cristo? Não que o evangelho seja simplesdemais, é que ele não contém a pompa e circunstância que os pecadores desejam.A estes cabe relembrar-lhes o ensino do apóstolo Paulo aos efésios “Porquepela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é domde Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2.8,9).
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A NECESSIDADE DE UMA ATITUDE RADICAL DIANTE DO PECADO
DEVOCIONAL DIÁRIO 03/05/2026 TÍTULOA NECESSIDADE DE UMA ATITUDE RADICALDIANTE DO PECADOTEXTOUmgrave mal praticado em nosso tempo é a falta de discernimento por parte do povode Deus quanto a malignidade do pecado. A deliberada desobediência aosprincípios que norteiam a vida cristã é justificada pelo relativismo que marcanossa era e sua consequência é desastrosa, como previu o profeta Isaías “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bemmal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e dodoce amargo!” (Isaías5.20). O povo de Deus sabe o que é pecado, falta-lhe a convicção necessáriapara arrepender-se e abandonar aquilo que o Senhor reprova, independente docusto desta ação. Esta atitude tão urgente e necessária encontraeco na narrativa do livro de Esdras quando da volta do povo judeu a sua terraapós os setenta anos de cativeiro na Babilônia. Quando o rei Ciro ordenou que opovo reconstruísse o templo e a cidade (2 Crônicas 36.23), o escriba Esdras foienviado a Jerusalém junto de levitas e sacerdotes para restaurar o culto aoSenhor. Além de todas a dificuldades logísticas, Esdras teve de combater tambémcontra o pecado praticado pelo seu povo, descrito no capítulo 9 “O povode Israel, os sacerdotes e os levitas, não se têm separado dos povos destas terras,seguindo as abominações dos cananeus...Porque tomaram das suas filhas para si epara seus filhos, e assim se misturou a linhagem santa com os povos dessasterras” (Esdras 9.1,2). O povo de Israel era conhecedor que o Senhor abominavaa união matrimonial de seus filhos com os povos pagãos, e neste caso a situaçãoera agravada pelas condições encontradas “Todosestes tomaram mulheres estrangeiras; e alguns deles tinham mulheres de quemtiveram filhos” (Esdras 10.44). Para restabelecer o culto ao Senhorera necessário tratar desta situação, e Esdras se dispôs a fazê-lo.A primeira atitude de Esdras foi reconhecer agravidade da situação “E, ouvindo eu tal coisa, rasguei as minhas vestes e omeu manto, e arranquei os cabelos da minha cabeça e da minha barba, e sentei-meatônito” (Esdras 9.3). Era necessária umaatitude drástica, por isso o apelo de Esdras é urgente “eis queestamos diante de ti, na nossa culpa, porque ninguém há que possa estar na tuapresença, por causa disto” (verso1 a 5). Mesmo diante de um alto preço, o povo ouviu o apelo de Esdras e tomou adecisão necessária “Nós temos transgredido contra o nosso Deus, e casamoscom mulheres estrangeiras dentre os povos da terra, mas, no tocante a isto,ainda há esperança para Israel. Agora, pois, façamos aliança com o nosso Deusde que despediremos todas as mulheres, e os que delas são nascidos, conforme aoconselho do meu senhor, e dos que tremem ao mandado do nosso Deus” (Esdras 10.1 a 4). É difícil para nós imaginarmos como foi paraestes homens tomarem esta decisão e a cumprir. A convicção demonstrada por elesquanto a gravidade de seu pecado e sua decisão de voltar-se para o Senhor é umadas atitudes de maior impacto descritas na Bíblia. Talvez você considere que oque aqueles homens fizeram seja radical demais, então é bom que encerremos aquestão ouvindo o que o próprio Senhor Jesus nos diz “Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, emãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida,não pode ser meu discípulo” (Lucas 14.26). Que entendamos esta verdadepara nosso próprio bem.
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COMO EXPLICAR JESUS CRISTO
DEVOCIONAL DIÁRIODATA02/05/2026 TÍTULOCOMO EXPLICAR JESUS CRISTOTEXTOHá dois mil anos oaparecimento de um jovem profeta vindo da Galiléia estremeceu os já combalidosalicerces da religião judaica. A rápida fama de Jesus entre o povo exigiu dasautoridades religiosas um posicionamento a respeito de quem era ele e em nome dequem realizava tantos milagres. A razão maior da oposição dos escribas efariseus a Jesus se devia ao fato que tanto o ministério quanto a pessoa deJesus não se encaixavam na peculiar interpretação que defendiam da lei. Jesusnão se enquadrava nos moldes religiosos de seu tempo, porém seu ensino e sinaiseram inigualáveis. Era inegável que algo fora do comum estava acontecendo,deixando aos líderes judeus poucas opções e os forçando a explicarem JesusCristo.A primeira opção doslíderes judeus era reconhecer que Jesus fora enviado por Deus, o que realmenteeles não estavam dispostos a fazê-lo. Tome por exemplo a narrativa do capítulo9 do evangelho de João, quando Jesus fez ver a um homem cego de nascença. Nãopodendo negar tal milagre, os fariseus apelam a seus próprios critérios deavaliação, como está registrado no verso 16 “Então alguns dos fariseus diziam: Este homem não é de Deus, poisnão guarda o sábado. Diziam outros: Como pode um homem pecador fazer taissinais? E havia dissensão entre eles”. Ainconformidade dos atos de Jesus aos princípios religiosos que eles mesmoscriaram os impedia de reconhecer o que tão claramente ocorria, Deus estava semanifestando a eles na pessoa de Jesus Cristo, o que foram incapazes deperceber.A segundaopção diante dos líderes judeus era acusar Jesus de ser um charlatão. Esta foia melhor opção quando a mensagem pregada por Jesus passou a ser rejeitada atémesmo por seus próprios familiares, como registrado no capítulo 7 do evangelhode João. Durante a festa dos tabernáculos naquele ano este tema ocupava a mentedos judeus, como o apóstolo João registrou “E havia grande murmuração entre a multidão a respeito dele. Diziamalguns: Ele é bom. E outros diziam: Não, antes engana o povo. Todavia ninguém falava dele abertamente, por medo dos judeus” (João 7.12,13). Diante do fato que os milagres realizados por Jesusconfirmavam que ele não era um charlatão, restou aos líderes judaicos ameaçar opovo pelo medo a fim de que não dessem crédito a Jesus. A terceira e única opção que restou aos judeusera acusar Jesus de ser um instrumento de satanás e de receber dele o poderpara realizar seus milagres. Diante dos inúmeros milagres realizados por Jesus,o evangelista Marcos registrou no capítulo três de seu evangelho a reação dosescribas a estes fatos “E os escribas, que tinham descido de Jerusalém, diziam: TemBelzebu, e pelo príncipe dos demônios expulsa os demônios” (Marcos 3.22), o que foi de certo modo ridicularizado pelo próprioJesus ao responder-lhes “Como podeSatanás expulsar Satanás?” (Marcos 3.23). Assim a cegueira de escribas efariseus havia atingido seu ápice, restando a eles apenas a alternativa de selivrarem de Jesus, uma vez que eram incapazes de aceitar o que Deus estavarealizando através de seu Filho.Coube aoapóstolo Pedro explicar Jesus Cristo, cujo registro encontramos no capítulodois do livro de Atos “Homens israelitas, escutaiestas palavras: A Jesus Nazareno, homem aprovado por Deus entre vós commaravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós...Saiba,pois, com certeza toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vóscrucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” (Atos 2.22,36). Nem umcharlatão, nem um instrumento de satanás, só há uma forma de explicar JesusCristo, ele é o mais sublime ato de Deus em favor de nós pecadores.
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TRÊS COISAS DAS QUAIS NOSSO DEUS SE AGRADA
DEVOCIONAL DIÁRIO 01/05/2026TÍTULOTRÊS COISAS DAS QUAIS NOSSO DEUS SE AGRADATEXTOÉ reconhecida a poucaimportância que os leitores da Bíblia dão as genealogias registradas na palavrade Deus, desprezando as pérolas de grande valor registradas nelas. Tomemos porexemplo os capítulos 4 e 5 do livro de Gênesis, onde encontramos a genealogiade Adão até Noé. São registrados nestes capítulos o nome, a idade ao gerar ofilho primogênito, o total dos anos da vida e a morte. Três dos homens citadosneste trecho tem junto a estas informações um pequeno comentário. É bom quebusquemos uma razão para que estes comentários fossem registrados, pois sãocomentários feitos pelo próprio Deus. Certamente esses três pequenoscomentários foram registrados porque são coisas das quais Deus se agrada. Deusse agradou destes homens e deixou isto registrado para que nós soubéssemosdisso também. O primeiro destescomentários diz respeito a Enos, neto de Adão, “E a Sete também nasceu umfilho; e chamou o seu nome Enos; então se começou a invocar o nome do Senhor” (Gênesis 4:26). A narrativa registra oque foi provavelmente um avivamento espiritual naqueles dias, e isso agradou aDeus. Naquele período a decadência espiritual dos descendentes de Caim assolavao mundo conhecido, seu maior exemplo foi Lameque, cujos feitos foramregistrados no capítulo 4. Lameque quebrou o preceito de monogamia estabelecidopor Deus no Éden, como registrado no verso 19 “E tomou Lameque para si duasmulheres”; além Lameque se orgulhavade seu estilo de vida violento “...porque eu matei um homem por me ferir, eum jovem por me pisar” (verso 23). Ele ainda se orgulhava deter suplantado em sua impiedade ao próprio Caim “Porque sete vezes Caim serácastigado; mas Lameque setenta vezes sete” (verso 24). Em meio a esta sociedade corrupta Deus levantou umhomem que despertou sua descendência para invocar o seu nome, e isto lheagradou.O segundo destescomentários é dirigido a Enoque “E andou Enoque com Deus; e não apareceumais, porquanto Deus para si o tomou” (Gênesis 5:24). Não somente o livro de Gênesis fala sobre ele,como também este fato é registrado na carta aos hebreus “Pela fé Enoque foitrasladado para não ver a morte, e não foi achado, porque Deus o trasladara;visto como antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus”(Hebreus 11:5). Enoque é ocaso onde Deus não apenas registrou o fato de que se agradara dele como tambémo tomou para si. Ao dizer que “Enoque andou com Deus” a Bíblia diz queeles trilhavam a mesma estrada. Diferente daquilo que foi praticado por Adão eEva, que escolheram para si um caminho diferente do caminho de Deus, Enoque seencaixa naquilo que o sábio registrou “Porque o perverso é abominável aoSenhor, mas com os sinceros ele tem intimidade” (Provérbios 3:32).O terceiro comentárioacrescido a descrição da genealogia de Adão está registrado no capítulo 5 dolivro de Gênesis “E viveu Lameque cento e oitenta e dois anos, e gerou umfilho, a quem chamou Noé, dizendo: este nos consolará acerca de nossas obras edo trabalho de nossas mãos, por causa da terra que o Senhor amaldiçoou” (Gênesis 5:28,29). Aqui o Senhorregistra a profecia do pai de Noé, revelando que Noé traria consolo a suadescendência. Vivendo em um período de grande corrupção, Noé demonstrou possuirum caráter diferente dos homens de seu tempo, no capítulo 6 de Gênesis lemos “Noé era homem justo.... perfeito em suas gerações” (Gênesis 6.9), como também um homem disposto a obedecer a direção de Deus“Assim fez Noé; conforme a tudo o que Deus lhe mandou, assim o fez” (Gênesis6:22).Ao pensarmos na vidadestes homens, encontramos três qualidades das quais nosso Deus se agrada: despertamento espiritual, comunhão espirituale obediência. Faremos bem em aplica-las a nossa vida.
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AS AFLIÇÕES E A MORTE DO CRISTÃO
DEVOCIONAL DIÁRIO30/04/2026TÍTULOAS AFLIÇÕES E A MORTE DO CRISTÃOTEXTO A porção final do primeiro capítulo daepístola de Paulo aos filipenses nos ensina a verdadeira razão pela qual vale apena viver e morrer “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho” (Filipenses 1.21). Naprimeira parte do verso encontramos o apóstolo diante da possibilidade depermanecer vivo, na porção final o vemos diante da possibilidade de ser mortopelo império romano. A primeiragrande indagação dele foi “O que é a vida”, ao que ele respondeu “É Cristo” A segunda é “O que é a morte?”, ao que ele responde“É ganho”.Devemosprimeiramente reconhecer que este padrão de pensamento é contrário ao que o serhumano pensa a respeito da morte, porém a frase dita por Paulo nos demonstra que deveexistir por parte do cristão uma atitude completamente diferente diante damorte ao dizer “o morrer é ganho”. Como as pessoas deste mundo veem a morte?principalmente com medo, até mesmo diante de sua simples citação. Muitosencaram a morte como algo inevitável, pelo que não devem se aborrecer oupreocupar-se com ela, havendo ainda alguns que mantém uma atitude desafiadoradiante da morte, não demonstrando medo ou temor. O que Paulo nos ensina nesteverso é que o cristão possui uma atitude de triunfo diante damorte,como ele mesmo revela no verso 23 “Mas de ambos os lados estou em aperto,tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor” (Filipenses 1.23). A palavrapartir tem o sentido de levantar a ancora de um navio, ou mesmo de desmontaruma tenda, o que para Paulo não representa temor algum e que levanta diante denós uma séria indagação: porquePaulo diz que é muito melhor morrer e estar com Cristo? primeiramente, porque arealidade que o salvo em Cristo encontra depois da morte não é transitória, maspermanente, como revelado na epístola aos hebreus “Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura” (Hebreus 13.14). No terceiro capítulo desta epístolaaos filipenses Paulo demonstra que a morte do salvo é simplesmente representasua chegada a sua verdadeira pátria “Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, oSenhor Jesus Cristo” (Filipenses3.20). Ao escrever aos coríntios, Paulo revela que o único poder da morte élivrar o salvo de seu corpo corruptível “E, quando isto que é corruptível se revestir daincorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, entãocumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória”.O que faz realmente que a morteseja um ganho é que após a morte os salvos encontram-se pessoalmente com seusalvador, estão com Cristo, de tal forma que a vida após a morte é tão incrívelpara o salvo que a Bíblia, escrita em linguajem humana, não é capaz dedescreve-la, como Paulo mesmo revela em sua segunda epístola aos coríntios “Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo,não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao terceiro céu. E sei que o tal homem (seno corpo, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) Foi arrebatado ao paraíso; eouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar” (2Coríntios 12.2 a 4).Portanto,para o cristão a morte é verdadeiramente um ganho.
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AS AFLIÇÕES E A RAZÃO DE NOSSO VIVER
DEVOCIONAL DIÁRIO29/04/2026TÍTULOAS AFLIÇÕES E A RAZÃO DE NOSSO VIVERTEXTO A leitura do capítulo 1 da epístola de Pauloaos filipenses nos permite perceber que os filipensessabiam, até certo ponto, das aflições sofridas pelo apóstolo Paulo e das ameaçasque pairavam sobre a vida dele. Paulo demonstrou a elesque duas possibilidades estavam diante dele, ele não sabe se continuará vivendoou se será morto, mas que isto absolutamente não lhe preocupa, pois “o viver é Cristo, e o morrer é ganho”. Encontramos nesta porção da epístola umaespetacular afirmação a respeito da vida e do próprio sentido da vida ao lermos“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho”(Filipenses 1.21)O que Paulo coloca diante de nós aqui é um profundo teste ao nossocristianismo: o que é a nossa vida? O que a vida significa para nós? Em suacarta aos coríntios Paulo expos o pensamento epicureu a respeito desta questão,pensamento este que se centraliza no viver, em comoviver, buscando desfrutar do máximo de prazer que a vida possa lhe dar, “Comamos ebebamos, que amanhã morreremos” (1 Coríntios 15.32). Neste mesmo período oschamados estoicos compreendiam a vida como algoque temos que suportar, devido a sua dureza e a infelicidade que encontramosnela. Para eles viver é sobressair-se as dificuldades, indo em frente em umaconstante batalha contra as circunstâncias. Já os místicos entendiam que osproblemas da vida estão todos relacionados ao pecado ligado a carne e seusdesejos e que devem viver uma vida completamente espiritualizada, para taistudo é espiritual. A maior parte das pessoas entende a vida como sendo suafamília, seu lar, seu trabalho, suas ocupações, suas atividades. Para tais pessoas aqueles que eles amam são a razão deseu viver, de tal forma que, quando estas pessoas faltam, entram em crise.ParaPaulo viver é amar a Cristo, e este amor a Cristo domina toda sua vida. Não importava para ele seviveria mais 20 anos ou se seria morto amanhã, o objetivo de sua vida não mudaria, demonstrando que o supremovalor da vida é Cristo.Ao expressar este elevadoconceito do que é a vida, Paulo revela sua compreensão a respeito daquilo que oSenhor Jesus nos ensina “Porqueonde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mateus 6.21). ParaPaulo, ter Cristo como ocentro da vida significa que Ele ocupa o centro de nossas afeições. Da mesmaforma, o apóstolo nos demonstra que nenhum desejo de seu coração sobrepujavaseu desejo de conhecer a Cristo, como revelado no capítulo terceiro capítulodesta epístola “E, na verdade, tenho também por perda todas ascoisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qualsofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para quepossa ganhar a Cristo... Para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e àcomunicação de suas aflições, sendo feito conforme à sua morte” (Filipenses 3.8,10)Diante destaverdade, devemos sinceramente nos perguntar de que maneira Cristo se torna ocentro absoluto da vida deste homem? Para Paulo a única razão para viver erausar sua vida como um testemunho do amor de Jesus Cristo por ele.JesusCristo era a razão central da vida deste homem.
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O RESULTADO DE UM VERDADEIRO ENCONTRO COM DEUS
DEVOCIONAL DIÁRIO28/04/2026TÍTULOO RESULTADO DE UM VERDADEIRO ENCONTROCOM DEUSTEXTOÉbem conhecida dos atentos leitores das sagradas Escrituras a narrativa deMoisés quanto aos fatos que se sucederam ao patriarca Jacó no vau de Jaboque “E levantou-se aquela mesma noite, e tomou as suas duas mulheres, e assuas duas servas, e os seus onze filhos, e passou o vau de Jaboque. E tomou-os e fê-los passar o ribeiro; efez passar tudo o que tinha. Jacó, porém, ficou só; e lutou com eleum homem, até que a alva subiu. E vendo este que não prevalecia contra ele, tocou a juntura de sua coxa,e se deslocou a juntura da coxa de Jacó, lutando com ele. E disse: Deixa-me ir, porque já a alvasubiu. Porém ele disse: Não te deixarei ir, se não me abençoares. E disse-lhe: Qual é oteu nome? E ele disse: Jacó. Então disse: Não se chamará mais o teu nome Jacó, mas Israel; pois comopríncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste. E Jacó lhe perguntou, e disse: Dá-me,peço-te, a saber o teu nome. E disse: Por que perguntas pelo meu nome? Eabençoou-o ali. E chamou Jacó o nome daquele lugar Peniel, porque dizia: Tenhovisto a Deus face a face, e a minha alma foi salva. E saiu-lhe o sol, quando passou aPeniel; e manquejava da sua coxa. Por isso os filhos de Israel não comem o nervo encolhido, que está sobrea juntura da coxa, até o dia de hoje; porquanto tocara a juntura da coxa deJacó no nervo encolhido” (Gênesis 32.22 a 32).Este fato ocorrido navida do patriarca Jacó é uma analogia de sua própria vida e do modo como viveuaté este encontro. Quando Deus se encontra com Jacó no Vau de Jaboque, que em hebraico significa “lugar de travessia”, aquele lugar passou a significar para ele aentrega de sua alma a Deus, após grande luta. Este acontecimento na vida deJacó retrata o que significa uma verdadeira experiência com Deus, que a Bíbliachama de conversão, servindo como uma analogia do que é o evangelho e do queele faz no indivíduo. Mesmo sendo um dos patriarcas e herdeiro daspromessas feitas a seu avô Abraão, as atitudes de Jacó durante sua vidacaracterizam um homem que fez da trapaça e não da fé sua modalidade de vida.Essa maneira pecaminosa de viver refletiu-se em seus doze filhos, dos quaisapenas José manifestou a fé de seus ancestrais. A luta travada naquelamadrugada é uma analogia do caráter de Jacó, que durante toda sua vida agiuconfirme seus próprios conceitos, não se preocupando com sua relação com Deus.Aparentemente os métodos de Jacó deram certo, e ele venceu, enquanto que osmétodos de Deus pareciam fracos e falhos. A resistência de Jacó em sua luta como anjo representa isto, que Jacó venceu a vontade de Deus por um grande períodoem sua vida. Porém bastou um breve e simples momento em que Deus demonstrou seupoder, o que acabou por transformar definitivamente a vida de Jacó.Assim também é conosco. Bastaum simples toque do evangelho vivificado pelo Espírito Santo de Deus para que avida de um homem seja transformada para sempre. Jacó é um claro exemplo destaverdade.
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O CHAMADO PARA QUE OS SALVOS PERMANEÇAM FIRMES EM MEIO AS AFLIÇÕES
DEVOCIONAL DIÁRIO27/04/2026TÍTULOO CHAMADO PARA QUE OS SALVOS PERMANEÇAM FIRMES EM MEIO AS AFLIÇÕESTEXTOA porção final doprimeiro capítulo da epístola de Paulo aos filipenses contém uma vigorosaexortação “E em nada vos espanteis dos que resistem, o que para eles, na verdade, éindício de perdição, mas para vós de salvação, e isto de Deus. Porque a vós vosfoi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, como também padecerpor ele, tendo o mesmo combate que já em mim tendes visto e agora ouvis estarem mim” ((Filipenses 1.28 a 30).Primeiramente, o que oapóstolo nos ensina é que a oposição ao evangelho não deve intimidar os salvosem Cristo. A palavra “espanteis” tem o sentido de ser intimidado, assustar-se, ficar aterrorizado, assimcomo a expressão “dos que resistem” refere-se aqueles que fazemoposição, inimigos do evangelho. Naqueles dias as perseguições impostas pelo impérioromano ao cristianismo visavam assustar a igreja, fazer os salvos recuarem. Não se amedrontar não significa que devemos reprimiro medo, mas sim não permitir que o medo domine a vida. Apalavra “indício” utilizada peloapóstolo significa uma prova evidente,revelando que a oposição ao evangelho é a demonstração exterior da inimizade doser humano contra tudo o que revele a pessoa de Deus. Porém a palavra “salvação”refere-se a completa salvação que os salvos têm em Cristo, apontando aquipara o livramento das perseguições. Seusignifica é que Deus concederá aos salvos perseguidos a vitória contra opecado, ou seja, mesmo que sofram o martírio por sua fé, Deus não osabandonará. Desta forma devemos entender que a oposição deste mundo aoevangelho não deve ser encarada como algo pessoal, mas sim como consequência doque Deus tem realizado pelos salvos. Não écontra nós que o mundo se volta, mas sim contra aquilo que representamos.Da mesma forma, Paulo tambémchama os salvos a manterem-se firmes diante do sofrimento, ao dizer “Porque a vós vos foiconcedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, como também padecer porele,”. A expressão “vos foi concedido”utilizada aqui significa literalmente “dar livremente”, “dar como umfavor”.Estapalavra vem da mesma raiz da palavra graça, de forma que que tanto a fé como ossofrimentos do salvo são reconhecidos aqui como privilégios que lhes sãoconcedidos. Não somente crer, mas crer e sofrer. É umprivilégio dado, mas necessita de ser aceito livremente pelo salvo. Notemosque Paulo fala de um sofrimento que tem como causa “em relação a Cristo”, ou seja, devido a ligação e lealdade dosalvo para com seu salvador, demonstrando que o sofrimento dos salvos é damesma natureza da que Jesus sofreu devido a oposição deste mundo contra Deus.Reconheçamos que a possibilidadede sofrer por Cristo naturalmente assusta ao salvo, porém Paulo procura mostraraqui que este terror não é necessário, uma vez que trata-se unicamente da marcade sua união com Cristo. Os sofrimentos provados pelo salvo são o presente porter se unido a Cristo. A coroa da vida o prêmio reservado aos salvossofredores, significando que Deus jamais se esquecerá deles.O testemunho do apóstolo Pauloremetia aqueles salvos a algumas firmes convicções: eles sofriam pela mesma ejusta causa que o apóstolo Paulo sofria e quaisquer que fossem os sofrimentosque viessem a enfrentar, seriam também sustentados pelo Senhor em meio a eles.
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UM CONVITE AS OVELHAS SEM PASTOR
DEVOCIONAL DIÁRIODATA26/04/2026TÍTULOUM CONVITE AS OVELHAS SEM PASTORTEXTOUma cena insólita énarrada no sexto capítulo do evangelho segundo Marcos. Assim que os dozediscípulos de Jesus voltaram de sua missão as ovelhas perdidas da casa deIsrael, o Mestre tratou que descansassem, visto que a missão ordenada a eleshavia de tal forma os consumido, que nem ao menos encontravam tempo para sealimentarem apropriadamente. Embarcando em um pequeno barco, rumaram para umlugar solitário. Porém, a multidão em terra tratou de segui-los caminhandojunto a margem do lago, de tal forma que, ao chegarem ao lugar que Jesus haviadeterminado, voltaram a encontrar ali as mesmas pessoas que antes haviam estadocom eles. Tal insólita situação permite a Marcos revelar o sentimento de Jesuspor seu povo, que via no Mestre a única fonte possível de alívio a suasmazelas, “E Jesus, saindo,viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram comoovelhas que não têm pastor; e começou a ensinar-lhes muitas coisas”(Marcos 6.34). Não nos deve passar desapercebido o uso desta metáforapastoril por parte de Jesus ao referir-se aquelas pessoas. Há um ensinoprecioso nesta verdade, que faremos bem em examinar.Primeiramente, Jesus ascomparou a ovelhas sem pastor pelo simples fato que lhes faltava um pastor queas conduzisse aos pastos e fontes de água que os nutriria satisfatoriamente. Oslíderes judaicos jamais gastariam seu tempo com uma multidão que nada podialhes acrescentar. A ganância religiosa daqueles dias excluía multidões depessoas incapazes de pagarem por seus favores. Ao encontrar o profeta nazareno,eles encontraram também alguém que lhes concedia refrigério a suas mazelas,como bem descreveu João “E Jesus lhes disse: Eusou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nuncaterá sede” (João 6.35). Outro fator que condenava aquela multidão deovelhas perdidas a vagar sem rumo era a falta de um pastor que possuísse acredibilidade necessária para conduzi-las nos caminhos de Deus. A religiãojudaica era liderada por homens dispostos a alcançar seus objetivos egoístas aqualquer preço. Pelas sanguinárias mãos daqueles homens os profetas enviadospelo Senhor foram sistematicamente calados, como por fim intentaram fazer comJesus. Aquela multidão desorientada Jesus prometeu que não somente eles, comotambém muitos outros, encontrariam a direção por meio de sua voz, como tambémJoão registrou “Ainda tenho outras ovelhas que nãosão deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz,e haverá um rebanho e um Pastor” (João 10.16).Finalmente, a metáfora de Jesus encontra sentido no fato que faltava aqueleshomens e mulheres um pastor que os protegesse contra os inimigos de suas almas.Aquela multidão era formada por pessoas jogadas de um lado para o outro segundoos interesses políticos e gananciosos de seus líderes religiosos, sem jamaislhes conferir bem algum. Aqueles pobres homens encontraram em Jesus alguém quelhes prometia algo muito superior ao livramento de suas mazelas terrenas, Jesuslhes prometia a segurança e conforto de seu reino celestial, como Joãoregistrou “E dou-lhes a vida eterna, e nunca hãode perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão” (João 10.28).A grande lição queaprendemos através do relato do evangelista Marcos encontrasse no fato queaquilo que o bom pastor deu aquelas pessoas não estava relacionado a um novosistema religioso que corrigiria as falhas do judaísmo, Jesus ofereceu a simesmo por aquelas ovelhas sem pastor. Ele não os guiou a um novo sistema, mas auma pessoa, ele próprio. E para que ninguém jamais duvidasse de seu bom intentopara com elas, o Mestre mesmo registrou esta verdade, a fim de que toda ovelhasem pastor possa buscar o refúgio verdadeiro “Eusou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas” (João 10.11).
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PORQUE DEUS PERMITIU A ENTRADA DO PECADO NA RAÇA HUMANA
DEVOCIONAL DIÁRIO25/04/2026TÍTULOPORQUE DEUS PERMITIU A ENTRADA DOPECADO NA RAÇA HUMANATEXTOAoobservarmos as terríveis consequências causadas pelo pecado naraça humana podemos nos perguntar: “Porque Deus permitiu tão grande tragédia?”.Há aqueles que até mesmo acusam a Deus de faltar com amor pelas suas criaturasou de ser injusto em deixar as pessoas sofrerem em decorrência do pecado.Porém, se estivemos dispostos a entender a realidade dos fatos e aceitarmos quetudo o que Deus faz é sempre certo, justo e bom chegaremos mais perto decompreendermos os fatos como realmente são.Primeiramente, Deuspermitiu a entrada do pecado na raça humana porque concedeu ao ser humano livrearbítrio ao cria-los. Deus criou o homem a sua imagem e lhe deu o poder dedeterminar por si mesmo o que faria, reconhecemos que havia o perigo de o homemabusar deste poder e usá-lo contra a vontade de Deus, porém, se o homem nãotivesse esse poder ele seria apenas uma criatura sem personalidade e incapaz deglorificar seu criador. Ao permitir ao homem possuir livre arbítrio abriu-se apossibilidade de o homem escolher não obedecer, e assim o pecado invadiria araça. Da mesma forma, devemos reconhecer que eranecessário que o ser humano aprendesse a obediência. Uma vezque o pecado adentrou na raça humana, Deus tem permitido que através dosofrimento e da aflição que o pecado causa, o ser humano aprenda o valor deobedecer a Deus ao invés de servir ao pecado, como nos ensina o apóstolo Paulo “Porque, quando éreis servos do pecado,estáveis livres da justiça. E que fruto tínheis então das coisas de que agoravos envergonhais? Porque o fim delas é a morte” (Romanos 6.20,21)Uma das razões apresentadas pela Bíblia quanto a entrada do pecado naraça humana diz respeito aos anjos de Deus e seu interesse nos afazereshumanos, como nos revela o apóstolo Pedro “Aos quais foi revelado que, não para si mesmos, mas para nós, elesministravam estas coisas que agora vos foram anunciadas por aqueles que, peloEspírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho; para as quais coisasos anjos desejam bem atentar” (1 Pedro 1.12). Também o apóstolo Paulonos diz que, ao observar o agir de Deus para com os seres humanos, os anjosaprendem sobre a pessoa de Deus “Para que agora, pela igreja, a multiformesabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus” (Efésios 3.10). Assim, reconhecemos que, ao observar a ação do pecado na humanidade,os anjos aprendem sobre questões que para eles estão fora da sua realidadeangelical. Finalmente, Deus permitiu que o pecado adentrasse a raça humana a fim derevelar sua graça. Desde a sua criação os anjos comtemplam a sabedoria e opoder de Deus na criação, sua glória e seu poder, mas somente quando o pecadoentrou no mundo é que eles comtemplaram a graça de Deus, como nos diz Paulo emsua epístola aos efésios “Se é que tendes ouvidoa dispensação da graça de Deus, que para convosco me foi dada; E demonstrar atodos qual seja a comunhão do mistério, que desde os séculos esteve oculto emDeus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo; Para que agora, pela igreja, amultiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades noscéus, segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor”.Devemosreconhecer que Deus não era de maneira nenhuma obrigado a interferir nasconsequências da entrada do pecado na raça humana, mas que Ele o fez a fim dedemonstra-nos seu amor, como nos o apóstolo Paulo “Ondeabundou o pecado, superabundou a graça de Deus”.
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O QUE SIGNIFICA SER UM PECADOR
DEVOCIONAL DIÁRIO24/04/2026TÍTULOO QUE SIGNIFICA SER UM PECADORTEXTOQue o pecado estápresente neste mundo não é necessário discutirmos, a morte e as demaisconsequências nefastas do pecado por si só comprovam esta verdade. Porém,poucos são os seres humanos que reconhecem a si mesmos como pecadores, de formaque nos é necessário observar o que a Bíblia tem a nos dizer a respeito do queé ser um pecador.Primeiramente,ser pecador é viver em um estado de oposição a vontade santa de Deus, pois o quedetermina o que é e o que não é pecado não é um conjunto de regras ouprincípios, mas uma pessoa, Deus.Portanto, o estudarmos o que é pecado concluímos que tudo aquilo que seopõe a natureza santa de Deus é pecaminoso, uma vez que sua natureza é ofendidapor tudo que não é santo e sua reação é sentida na vida do pecador, como nosrevela o apóstolo Paulo “Porque do céu se manifesta a ira de Deussobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça”(Romanos1.18). A maior parte das pessoas preferem olhar para Deus como um ser quejamais lhes condenará, porem a verdade é que, se Deus não tratar o pecado comouma ofensa à sua santidade, Ele deixaria de ser santo.Serpecador também é manter uma vida de rebelião contra o governo santo de Deus, deforma que o ser humano não é pecador unicamente por não seconformar ao padrão santo de Deus, mas também por ser rebelde ao governo deDeus. O ser humano não pode lançar mão da desculpa que não conhece a vontade deDeus, uma vez que Deus mesmo a fez conhecida por diversos modos. Ele revelousua vontade a homens que deveriam transmiti-la a outros, como Adão, Noé eAbraão, ele revela suas leis de forma direta, como fez com a Lei de Moisés em relação ao povo judaico. Deustambém revelou sua vontade através da consciência humana, dada por Deus para que o ser humano tivesse em si a capacidadede distinguir o bem do mal. Ela não é infalível, mas pode ser usada peloEspírito Santo para conduzir o ser humano. Deus revelou sua vontade através denos conceder sua palavra escrita, a Bíblia, porém o pecado que domina o coraçãodo pecador rejeita esta revelação, preferindo viver segundo seu próprio padrão,como revela o apóstolo Paulo aos romanos “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, poisnão é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser”. Ser pecador significa manter-se rebelde alei de Deus.Finalmente, ser um pecador é faltar com a justiça exigida pela santidadede Deus a suas criaturas, demonstrada no pecador pela corrupção desua natureza e por sua rebelião contra Deus. Como vimos, o pecado é uma ofensadireta a santidade de Deus, e isto fica evidente pela forma como o próprio Deustratou desta questão enviando seu Filho para morrer em lugar do pecador, comonos diz o apóstolo Paulo “MasDeus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nósainda pecadores” (Romanos 5.8). A morte de Jesus na cruz não somente tratou daculpa, mas também concedeu ao pecador a justiça que lhe falta “Àquele que não conheceu pecado, o fezpecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5.21).Serum pecador significa não possuir as credenciais necessárias a fim de estar napresença do Deus santíssimo.
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A ENTRADA DO PECADO NA RAÇA HUMANA
DEVOCIONAL DIÁRIO23/04/2026TÍTULOA ENTRADA DO PECADO NA RAÇA HUMANATEXTOA presença do pecado na raça humana é uma invasão, por isso, para compreendercomo o pecado entrou na raça humana, é necessário entender a natureza moral eespiritual do ser humano e sua posição em relação à criação. Primeiramente,é preciso entender que o ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus,como nos é dito no livro de Gênesis “E disse Deus: Façamos o homem à nossaimagem, conforme a nossa semelhança” (Gênesis 1.26).Esta imagem se refere à semelhança moral e intelectual com a qual o ser humanofoi criado. Igualmente, é preciso que entendamos que o ser humano foi criado emuma posição superior e separada dos animais que habitam nosso planeta, uma vezque Deus o constituiu governador sobre a criação, “e domine sobreos peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda aterra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra” (Gênesis 1.26)Dotados de tão altaposição, em sua vida no Éden, Adão e Eva ainda não haviam enfrentado anecessidade de usar seu poder de livre escolha a fim de demonstrar suafidelidade a Deus. A prova veio na forma da proibição de comer o fruto de umaárvore, como nos descreve Moisés “E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo:De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, delanão comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2.16,17). A partirdo momento que esta ordem foi dada, o homem enfrentou a necessidade dedeterminar obedecer ou desobedecer a Deus, ao que Satanás procurou influenciar,“ORA, aserpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deustinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis detoda a árvore do jardim?”. Sabemos que a ordem foidada a Adão antes da criação de Eva, assim ela recebeu a instrução de seumarido, o que levou Satanás a ataca-la. O erro de Eva foi acrescentar eenfraquecer a ordem recebida “E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvoresdo jardim comeremos, Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disseDeus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais”.Aproveitando-se da fragilidade de Eva, Satanás acusa Deus de falsidade dizendo “Certamentenão morrereis”, e ainda acrescentando sua própria versão dos fatos “PorqueDeus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereiscomo Deus, sabendo o bem e o mal”. Enganada pela serpente, Eva éatraída por sua própria concupiscência “E viu a mulher que aquelaárvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável paradar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e elecomeu com ela”. A desobediência de Adão ao deliberadamente comer dofruto proibido foi indesculpável, de tal forma que as Escrituras revelam queEva foi enganada, mas Adão não, como nos ensina o apóstolo Paulo “EAdão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão” (1Timóteo 2.14).Desta forma, o pecado invadiu nossa raça, causando a todos nós suasterríveis consequências “Portanto,como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim tambéma morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram” (Romanos 5.12).
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A ORIGEM DO PECADO
DEVOCIONAL DIÁRIO22/04/2026TÍTULOA ORIGEM DO PECADOTEXTOAfim de compreendermos a origem daquilo que a palavra de Deus designa comopecado, devemos nos atentar a fatos descritos na Bíblia que se deram naeternidade passada, ou seja, antes da criação deste mundo.Primeiramente entendamosque a narrativa de Gênesis capítulo 3 apresenta a entrada do pecado na raçahumana e não o início do pecado mesmo, de forma que a Bíblia não nos dá umaclara revelação da origem do pecado, ela revela como o pecado chegou até nós,mas não de sua origem. Há várias passagens onde a Bíblia ilumina nossoconhecimento, e podemos interpreta-las a luz de uma das leis de interpretaçãobíblica a qual recebe a denominação de “lei de referência dupla”. Esta lei dizque a aplicação do mesmo texto bíblico pode atingir dois eventos ou doispersonagens, sendo a aplicação primária para um evento ou pessoa no futuropróximo do autor ou da passagem em questão. Mas as mesmas palavras da profeciaaplicam-se a um outro evento ou pessoa de um tempo remoto, no futuro ou nopassado, de forma que o espaço de tempo entre a aplicação primária e aaplicação secundária pode ser muito grande. Esta lei de interpretação servepara entendermos um número limitado de passagens bíblicas, entre elas o textode Isaías capítulo 14, versos 12 a 14 “Como caíste desde océu, ó Lúcifer, filho da alva! Como foste cortado por terra,tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas deDeus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos ladosdo norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhanteao Altíssimo”. Nesta passagem o povo deIsrael encontra-se no cativeiro na Babilônia e o Senhor usa de seus profetaspara encoraja-los em sua aflição, prometendo tira-los de lá e leva-los de voltaa sua terra. A partir do verso 4 o profeta dirige a palavra ao rei deBabilônia, anunciando que a cidade seria destruída. A Lei de Referênciadupla se aplica dos versos 9 a 11, onde o texto trata do rei da Babilônia e dadestruição do seu reino pelos medo-persas. A aplicação secundáriatrata do reino do anticristo, que reinará no período conhecido como a grandetribulação, porém os versos 12 a 14 se referem a alguém que não é nenhum destesdois personagens, mas sim aquele que está por detrás de ambos, Satanás. O textode Isaías nos apresenta o pecado gerado em seu coração ao lançar sua vontade emoposição à vontade de Deus, assim como seu desejo de tomar para si o reino deDeus. Este texto nos revela que Satanás concebeu o pecado dentro deupróprio coração, seus pensamentos provinham dele; não havia nada paraengana-lo. Ele simplesmente propôs em seu coração cinco maus desígnios quederam origem ao pecado, primeiramente dizendo “Eu subirei ao céu”, ouseja, satanás desejava tomar de assalto o trono de Deus. Suas palavras “acima das estrelas de Deusestabelecerei meu trono” revelam seu plano de exaltar-se acima de Deus eseus anjos, assim como a expressão “e no monte da congregação me assentarei, aos ladosdo norte” demonstra seuplano de expandir seu reino a Terra, de ter Jerusalém como capital e assimimitar o plano de Deus. suas palavras “Subireisobre as alturas das nuvens”demonstram sua pretensão de tomar para si a glória do Senhor, o que finalmentefica evidente ao dizer “e serei semelhante ao Altíssimo”, ou seja, seupropósito é sobrepujar Deus em sua autoridade e poder. Assim nasceu o pecado no coração de Satanás.
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A ATITUDE CRISTÃ DIANTE DA ADULTALIZAÇÃO INFANTIL
DEVOCIONAL DIÁRIO21/04/2026TÍTULOA ATITUDE CRISTÃ DIANTE DAADULTALIZAÇÃO INFANTILTEXTOQuãoimportante é que aqueles que se submetem a autoridade da palavra de Deusreconheçam os malignos ardis utilizados a fim de roubar de nossas crianças umdesenvolvimento que as permita crescer de forma saudável e protegidas deperversidade moral que corrompe nossa raça, aplicando a verdade de Provérbios22.6 a vida de suas famílias “Educa a criança no caminho em que deveandar; e até quando envelhecer não se desviará dele”. Reconhecemosque uma vasta e enganosa base teórica tem sido usada a fim de estabelecer arelatividade moral como uma regra em nossos dias, tornando aquilo que é normale aceitável em algo anormal e desprezível, varrendo de nossa cultura qualquervestígio da influência da palavra de Deus. Dentro deste contexto deadultalização moral de nossas crianças é importante nos atermos ao ensinodisponibilizados nas redes educacionais, onde por vezes podem ser encontradosmateriais de cunho doutrinário utilizados como instrumentos pedagógicos, com ointuito claro de quebrar tabus. É notório como a inserção de materiaisdidáticos que apoiam uma visão não bíblica da sexualidade tem servido de base afim de conduzir uma mudança de mentalidade entre a população a fim de permitira adoção de práticas até então reprovadas pela própria sociedade. Neste ponto éimportante que pais cristãos se armem de instrumentos legais a fim dequestionar tais práticas, como a aplicação do artigo 227 da constituiçãofederal que diz que “É dever da família, da sociedade e do estado assegurar ácriança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito á vida,á saúde, á alimentação, á educação, ao lazer, á profissionalização, á cultura,ao respeito, á dignidade, á liberdade e a convivência familiar e comunitária,além de coloca-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação,exploração, violência, crueldade e opressão. Igualmente o código civil de nossopaís, em seu artigo 1.634, garante que é direito dos pais quanto a seus filhos“dirigir-lhes a criação e educação, tê-los em sal companhia e guarda e exigir que lhes prestem obediência, respeitoe os serviços próprios de sua idade e condição, ou seja, os pais tem o direitode exigir que o ensino moral transmitido em casa seja respeitado pelainstituição de ensino frequentada pelo filho.Porém, de pouco resultadoserá exigir que os valores transmitidos pela família sejam respeitados naescola se esses mesmos pais não estiverem atentos a cuidados que devem serpraticados no lar e que servirão como um assegura barreira contra a tentativa deadultalização precoce de seus filhos. Cabe aos pais estarem atentos asvestimentas a idade de seus filhos, vestindo-os como crianças e não comopequenos adultos. Da mesma forma a restrição ao use de acessórios adultos etrajes que denotam sensualidade devem ser vigiados, o limite a namoros precocese a conteúdos da mídia secular que apelam a imoralidade devem serconstantemente assunto de vigilância por parte dos pais.Finalmente, a adultalização infantil praticada abertamente pela sociedadeque vivemos não deve desencorajar aqueles que confiam na palavra de Deus, umavez que uma preciosa promessa lhes foi outorgada, a qual, quando praticada eguardada, servirá de firme alicerce contra as astutas ciladas do diabo, “Educaa criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviarádele” (Provérbios 22.6).
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O ÚLTIMO DESEJO DE JOSÉ
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 20/04/2026TÍTULOA HISTÓRIA DE JOSÉ E SUAS PRECIOSAS LIÇÕES AOS SALVOS EMCRISTO: O ÚLTIMO DESEJO DE JOSÉTEXTOAofinalizarmos a narrativa dos acontecimentos vividos por José, é interessantecitarmos um pequeno esboço cronológico de sua vida. José contava com apenas 17 anos quando foi vendido por seus irmãos, seu ereecontro com eles se deu quando José já tinha 39 anos de idade.Após isso ele viveu mais 71 anos com sua família no Egito, morrendo aos 110 anos de vida. Poucos relatos nos dizem o que aconteceu nestetempo, além do fato que habitaram na terra de Gózen, a benção de Jacó sobreseus filhos, a morte de Jacó e a segurança que José assegurou a seus irmãos. Ao fim destes 71 anos a Bíblia nos dá apenas umainformação sobre José “E disse José a seus irmãos: Eu morro; mas Deus certamentevos visitará, e vos fará subir desta terra à terra que jurou a Abraão, a Isaquee a Jacó. EJosé fez jurar os filhos de Israel, dizendo: Certamente vos visitará Deus, efareis transportar os meus ossos daqui. E morreu José da idade de cento e dez anos, e oembalsamaram e o puseram num caixão no Egito” (Gênesis50.24 a 26). Joséviveu 93 de seus 110 anos no Egito, e a sua última vontade foi que seus ossosfossem levados de volta a TerraPrometida. José olhou para suaprópria morte tendo por visão as promessas de Deus, e isso nos fornece umapreciosa lição. Neste pedido José demonstra sua convicção que as promessas de Deus jamais passarão semserem cumpridas, elas sempre se cumprirão.Ele poderiase lembrar da dura vida em Canaã, de todos os perigos representados pelos povosque viviam ali. Poderia reconhecer oconforto que a terra de Gózen representava para seu povo, uma terra fértil erica. Porém sua mente retornaaquilo que fora prometido pelo Senhor a seu antepassado Abraão “Saibas, de certo, que peregrina será a tua descendência em terra alheia,e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos, Mas também eu julgareia nação, à qual ela tem de servir, e depois sairá com grande riqueza. E tu irás a teus paisem paz; em boa velhice serás sepultado. E a quarta geração tornará para cá; porque a medida dainjustiça dos amorreus não está ainda cheia” (Gênesis 15.13 a 15). Sabendo que o Senhor estabelecerao período para que Israel voltasse a Canaã, e que mais de 300 anos ainda sepassariam, José demonstrou fé nas promessas. A confiança de José vinha tambémde sua própria experiência. Em sua adolescência Deus lhe revelara por sonhosque seus irmãos se curvariam diante dele. Quando foi vendido como escravotalvez ele pensou que nada disso se cumpriria. Porém a promessa se realizou, levando a este pedido “José fez jurar os filhos de Israel, dizendo: Certamente vosvisitará Deus, e fareis transportar os meus ossos daqui”(Gênesis 50.24 a 26). E eles cumpriram o que Joséhavia pedido “E Moisés levou consigo os ossos de José, porquanto havia este solenementeajuramentado os filhos de Israel, dizendo: Certamente Deus vos visitará; fazei,pois, subir daqui os meus ossos convosco” (Êxodo13.19). Caroouvinte, você possui esta mesma convicção quanto a tua vida? Que mesmo que a morte lhe atinja, as promessas de Deus hão de se cumprir, como bem nos ensina o Mestre “Eu sou a ressurreição e a vida;quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (João 11.25). José nos ensina que a chave para sermos vitoriosos é descansar napalavra de Deus, direcionando nossa vida de acordo com ela. Crês tu isso?
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O PERDÃO DE JOSÉ A SEUS IRMÃOS
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 19/04/2026TÍTULOA HISTÓRIA DE JOSÉ E SUAS PRECIOSAS LIÇÕES AOS SALVOS EMCRISTO: O PERDÃO DE JOSÉ A SEUS IRMÃOSTEXTOO quadragésimo quarto capítulo do livro de Gênesisnarra a estratégia e o sublime momento quando José se revela a seus irmãos, emum dos momentos mais sublimes na história do povo escolhido de Deus. Faremosbem em examinar esta narrativa.Lembremos que, diante da estratégia usada por José,seus irmãos se encontram na mesma circunstãncia quando decidiram se desfar dopróprio José, o vendendo a mercadores e mentindo a seu pai. O primeiro areconhecer a semelhança entre estes dois fatos é Judá que reconhece “Achou Deus ainiquidade de teus servos” (Gênesis44.16). Imediatamente a mente deles volta aos cruéis acontecimentosenvolvendo José “Então disseram uns aos outros: Na verdade, somos culpadosacerca de nosso irmão, pois vimos a angústia da sua alma, quando nos rogava;nós porém não ouvimos, por isso vem sobre nós esta angústia. E Rúben respondeu-lhes,dizendo: Não vo-lo dizia eu: Não pequeis contra o menino; mas não ouvistes; evedes aqui, o seu sangue também é requerido” (Gênesis42.21,22). José torna esta lembrança ainda mais grave ao lhes quationar “Tendes vós pai, ouirmão? Edissemos a meu senhor: Temos um velho pai, e um filho da sua velhice, o maisnovo, cujo irmão é morto; e só ele ficou de sua mãe, e seu pai o ama”(Gênesis 44.19,20). A perspectiva de mais uma vez abandonar um de seus irmãos agora os levaa recordar-se do pai “Acontecerá que,vendo ele que o moço ali não está, morrerá; e teus servos farãodescer os cabelos brancos de teu servo, nosso pai, com tristeza à sepultura” (Gênesis 44.31). O fato de não terem abandonado seu irmão e clamarem por ele, fezJosé entender que o coração de seus irmão havia aprendido a lição e mudado deatitude. Sua maneira de agir com eles havia produzido o resultado desejado.O que vemos a seguir, é um dos fatos mais marcantesdas Escrituras, o reconhecimento da sabedoria e poder de Deus “E disse José a seus irmãos: Peço-vos, chegai-vos a mim. E chegaram-se;então disse ele: Eu sou José vosso irmão, a quem vendestes para oEgito. Agora,pois, não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdesvendido para cá; porque para conservação da vida, Deus me enviou adiante devós. Porquejá houve dois anos de fome no meio da terra, e ainda restam cinco anos emque não haverá lavoura nem sega. Pelo que Deus me enviou adiante de vós, paraconservar vossa sucessão na terra, e para guardar-vos em vida por umgrande livramento. Assim não fostes vós que me enviastes para cá,senão Deus, que me tem posto por pai de Faraó, e por senhor de toda a suacasa, e como regente em toda a terra do Egito” (Gênesis 45.4 a 8). José reconheceu diantede seus irmãos que todos os acontecimentos vividospor eles estavam dentro da providência de Deus em favor deles. Ele nãosomente abdicou de qualquer ato de vingança, como negou-se a amargura ouressentimento diante de seus irmãos. Caro ouvinte,quantos de nós também não sofrem por pecados que foram praticados contra nós? José nosensina que há apenas uma atitude aceitável diante da amargura e ira: o perdão. Jamais seesqueça que você se tornou um filho de Deus ao ser perdoado, mesmo não merecendoeste perdão. Não se esqueça que você é um pecador, e precisará do perdão deoutros em algum dia. Pense profundamente sobre as terríveis consequências de senegar a perdoar. Considere os benefícios positivos de se perdoar, de como estaatitude nos livra do fardo de amargura e dor. Entenda que o perdão é mais queum mero sentimento. Os sentimentos são consequência da ação.
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A ATITUDE DE JOSÉ PARA COM SEUS IRMÃOS
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 18/04/2026TÍTULOA HISTÓRIA DE JOSÉ E SUAS PRECIOSAS LIÇÕES AOS SALVOS EMCRISTO: A ATITUDE DE JOSÉ PARA COM SEUS IRMÃOSTEXTOApós ser posto por Faraó como administrador doEgito, vieram os sete anos de prosperidade que José havia anunciado. Depois destes, sete anos de fome cruel e severa. Esta fome estendeu-se além doslimites do Egito, chegando a Canaã, onde estava a família de José. Ele sabiaque seria uma questão de tempo e seus irmãos viriam ao Egito em busca dealimento. Então chegou o dia, e José encontrou seus irmãos, “Assim, entre os que iam lá foram os filhos deIsrael para comprar, porque havia fome na terra de Canaã. José, pois, era ogovernador daquela terra; ele vendia a todo o povo da terra; e os irmãos deJosé chegaram e inclinaram-se a ele, com o rosto em terra” (Gênesis42.5,6). O quepassou pela mente de José ao encontrar seus irmãos? Os sonhos de infância. Ele andara pela fé durante todos aqueles anos, e agora via aquela profeciase cumprir diante de seus olhos. Diferentedaqueles dias em Canaã, agora José tinha seus irmãos a sua mercê, com poderpara fazer o que bem entender com eles. Aoportunidade de vingar-se estava em suas mãos. Ele poderia fazer deles escravosou simplesmente condena-los a morte, não permitindo que adquirissemmantimentos. Se José houvesse exercidovingança contra seus irmãos, quem o acusaria? Porém isto não tinha lugar nocoração de José, como nos diz Moisés emsua narrativa “Então José lembrou-se dossonhos que havia tido deles e disse-lhes: Vós sois espias, e viestespara ver a nudez da terra” (Gênesis42.9). Aoargumentarem que eram irmãos< Joséexigiu apresença do mais novo deles “Nisto sereis provados; pela vida de Faraó, não saireis daqui senãoquando vosso irmão mais novo vier aqui” (Gênesis42.15). Quando seus irmãos voltaram segunda vez, José os despediu escondendo sua taça entre a bagagem do irmão mais novo “E DEU ordem aoque estava sobre a sua casa, dizendo: Enche de mantimento os sacos desteshomens, quanto puderem levar, e põe o dinheiro de cada um na boca do seu saco. E o meu copo, o copo deprata, porás na boca do saco do mais novo, com o dinheiro do seu trigo. E fezconforme a palavra que José tinha dito” (Gênesis 44.1,2). Porque José agiu assim? Toda esta ação se parece como uma vingança? Em um primeiro momento sim, porém vemos queele tinha um propósito maior por detrás disto. Essecomportamento de José visava levar seus irmãos a reconhecerem seu pecado,arrependerem-se e andarem de acordo com a retidão exigida por Deus. José recriou a mesma circunstância de anos atrás, quando o abandonarama própria sorte, o vendendo a mercadores. Para eles seria simples resolveraquela questão, bastava esquecer Simeão, talvez mentir a Jacó que ele morreupelo caminho. Porém desta vez elesretornam a Canaã e voltam ao Egito levando Benjamim consigo. Após serem recebidos por José ecomprarem mais mantimentos, retornam à sua terra, porém são surpreendidospelos servos de José, quemandara colocar seu copo na bagagem de Benjamim. Novamente a mesma circunstância, bastava deixar o outro filho de Raquelpara trás e poderiam retornar para casa. Você já percebeu a forma como Deus nos faz enfrentar e vencer nossasfraquezas? Quantas vezes o Senhor nos leva a enfrentarmos uma mesma circunstânciaonde fomos vencidos a fim de nos ensinar e transformar.
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PRIORIZE A VONTADE DE DEUS
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 17/04/2026TÍTULOA HISTÓRIA DE JOSÉ E SUAS PRECIOSAS LIÇÕES AOS SALVOS EMCRISTO: PRIORIZE A VONTADE DE DEUSTEXTOOs muitosacontecimentos e oscilações na vida de José poderiam ter lhe amargurado a almae enfraquecido sua confiança no caráter de Deus. Porém o que vemos na narrativade Gênesis é bem diferente, as provações e tentações não foram capazes deenfraquecer a firme convicção de José. Há uma verdade compreendida por ele eque faremos bem em aplica-la também a nós. Josécompreendeu que o plano de Deus era mais abrangente que sua própria vida. Esse plano visava trazer o povo escolhido a umacomunhão e obediência a Deus e torna-los uma grande nação, e os quatrocentos anos que eles passaram no Egito serviram também para este propósito, fortalecer a nação de Israel. É maravilhoso perceber como José foi aquele que Deus enviou àfrente da nação, a fim de preparar o caminho, ser vendido como escravo foi a maneira que Deus usou para envia-lo até lá, ser mandado injustamente para a prisão foi a maneira que Deus usou paracolocá-lo em contato com o copeiro de Faraó e abrir as portas para que elecomparecesse diante dele. Em tudoisso as circunstancias favoreceram o cumprimento do plano de Deus, porém a forma como estas questões se aplicam a cada salvo são diversas. Percebacomo Josécomeçou sua vida como humilde pastor de ovelhas em Canaã e terminou seus diaspróspero no palácio de Faraó,diferente de Moisés, que começousua vida cercado da prosperidade no palácio de Faraó e terminou seus dias asportas de Canaã. Umcomeçou na prosperidade e terminou em uma jornada sofrida e difícil, outrocomeçou em uma jornada amarga e terminou na prosperidade. O local onde um apessoa nasce, as circunstancias de sua vida, os acontecimentos inexplicáveis que sedão com ela, nada disto está fora do grande plano de Deus, por isso o que aprendemos com José é que devemos aceitar semdesconfiança o plano de Deus e as circunstâncias que o envolvem. José nãosomente cria que Deus tinha um plano para sua família e descendência como eleaceitou prontamente que as circunstancias que enfrentava estavam de acordo comeste plano perfeito de Deus. Foi assim que ele reagiu as circunstanciasdifíceis, usando as maisdiferentes circunstancias para glorificar o nome de Deus. Como ele fez isso?Testemunhando as pessoas ao seu redor que Deus existe e que age em sua vida. Vemos com isso que o erro de muitos salvos é orar para que Deus mude as circunstancias, ao invés de pedir que oscapacite a glorifica-lo em qualquer circunstância. Vocêreconhece as razões pelas quais devemos dar a Deus a prioridade em nossa história? Primeiramente foi Deus quem nos criou, pertencemos a Ele, é Ele que nos sustenta e abençoa, não temos porque duvidar de sua bondade. Da mesma forma, é ordem deDeus que lhe demos prioridade, “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todasestas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6.33). Porém,como colocar isto em prática? Ao invés de determinar isto como algo geral em suavida, determine agir assim em cada circunstancia em particular. Comece pelaspequenas coisas e siga esta orientação em cada circunstância. Conformevocê aprender a andar assim, verá que suas orações tomarão outro rumo, ao invésde pedir que Deus tire determinadas circunstancias de sua vida, você pedirá queDeus o ensine a usa-las para a sua glória. Reconheça que a vitória é algo que ocorre diariamente, passo apasso.
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É PRECISO HAVER ALGO CONSTANTE EM MEIO AS TEMPESTADES DA VIDA
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 16/04/2026TÍTULOA HISTÓRIA DE JOSÉ E SUAS PRECIOSAS LIÇÕES AOS SALVOS EMCRISTO: É PRECISO HAVER ALGO CONSTANTE EM MEIO AS TEMPESTADES DA VIDATEXTOAo focar nossa atenção a narrativa dosacontecimentos que se deram com José em sua vida, somos levados a reconhecer asprofundas oscilações pela qual passou: de membro da família que recebeu de Deus apromessa de descendência e territótio a escravo em terra estranha; de escravona casa de Potifar a administrador dos bens deste; de administrador aprisioneiro; de prisioneiro a conselheiro de Faraó. Quantos altos e baixos Joséviveu.Ascondições de vida de José sofreram grandes oscilações, como vimos, porém umaquestão manteve-se constante em todo tempo: José priorizou Deus e a sua vontadeem todo tempo: ele priorizou a vontade de Deus enquanto vivia em meio adecadência espiritual de sua família, ele priorizou a vontade de Deus enquantoviveu na casa de Potifar, e assim resistiu as tentações, ele priorizou avontade de Deus enquanto esteve na prisão, não deixando-se amargurar pelascondições adversas, ele priorizou a vontade de Deus quando foi alçado à segundohomem mais poderoso no Egito. È interessante que, quando seus filhos nasceramno Egito, José fez questão de registrar isto ao escolher os nomes deles “Enasceram a José dois filhos (antes que viesse um ano de fome), que lhe deuAzenate, filha de Potífera, sacerdote de Om. E chamou José o nome doprimogênito Manassés,porque disse: Deus me fez esquecer de todo o meu trabalho, e de todaa casa de meu pai. E ao nome do segundo chamou Efraim;porque disse: Deus me fez crescer na terra da minha aflição”. Isso nos ensina que, em toda experiência de José estáconstante jamais mudou: sua prioridade sempre foi Deus. É visível como José jamais se desviou do fato que Deus tem umplano mais amplo do que ele podia enxergar, de forma que as muitas ediferentes circunstancias queenfrentou não mudaram suaconvicção. Ele sabia da promessa de Deus em relação a sua família e manteve-sefirme pela fé mesmoquando sua família decaía espiritualmente, manteve sua convicção mesmo quando foi vendido comoescravo e seu futuro pareciaincertp e, mesmo quando esteve na prisão injustamente, isso não alterou sua confiança. Há uma questão central queprecisamos compreender se desejamos aplicar esta verdade a nossa vida: a prioridade de José nãomudou quando a prosperidade chegou, José priorizou a vontade de Deus nos temposdifíceis e continuou a prioriza-la quando vieram os tempos de prosperidade. Infelizmentemuitos denós pensam que é mais fácil ser fiel a Deus em tempos prósperos do que emtempos difíceis, mas a realidade mostra o contrário. Muitos crentes que eramfiéis em tempos de adversidade acabaram por apostatar da fé quando viveramtempos de prosperidade, e acausa disto é que a prosperidade tem o poder de intoxicar a alma, dese tornar um peso e trazer confusão a nossas prioridades. José nãopermitiu que isto acontecesse, ele foi fiel na adversidade e permaneceu fiel naprosperidade. As circunstancias nãodeterminavam a felicidade dele, mas sim suafé inabalável de que Deus estava no pleno controle destas circunstancias. Josévivia para Deus em qualquer circunstância, boa ou má. Quãonecessário é que os filhos de Deus hoje aprendam esta preciosa lição, como bemnos ensina o apóstolo Paulo “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes,sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão noSenhor” (1 Coríntios 15.58).
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CONFIE EM DEUS EM MEIO AO CAOS
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 15/04/2026TÍTULOA HISTÓRIA DE JOSÉ E SUAS PRECIOSAS LIÇÕES AOS SALVOS EM CRISTO: CONFIE EM DEUS EM MEIO AO CAOSTEXTOA primeira vista a forma como os acontecimentos sedão na vida de José parecem caóticos e descoordenados, porém não devemos nosesquecer que tais acontecimentos se deram a fim de que o plano de Deus paraJosé e seu povo fosse realizado, e a prisão injusta de José se inclui nestesfatos, como bem nos narra Moisés no trigésimo nono capítulo de Gênesis “E o senhor deJosé o tomou, e o entregou a casa no cárcere, no lugar onde os presos do reiestavam encarcerados. Assim esteve ali na casa do cárcere” (Gênesis39.20).O Senhor não se esqueceude José no cárcere, muito pelo contrário, o mesmo Deus que permitiu aquelasituação tinha planos maravilhosos através dela. A prisão de dois funcionáriosde Faraó, seus sonhos e a capacidade concedida a José a fim de os interpretarestão incluidos na maravilhosa providência de Deus para com seu servo. TalvesJosé tenha acalentado o pensamento de que seu livramento seria breve, razãopela qual solicitou ao copeiro “Porém lembra-te demim, quando te for bem; e rogo-te que uses comigo de compaixão, e que façasmenção de mim a Faraó, e faze-me sair desta casa; Porque, de fato, fui roubado da terrados hebreus; e tampouco aqui nada tenho feito para que me pusessem nesta cova” (Gênesis 40.14,15). O passar do tempo permitiu a José perceber quenão seria naquele momento que se veria livre daquela prisão. Deus havia, através dos sonhos, revelado que exaltaria José a umaelevada posição de autoridade e proeminência. A demora em agir significava queDeus havia esquecido de suas promessas? É comum quepessoas que enfrentam frustrações sejam vencidas pela amargura e ressentimento, mas isso não aconteceu com José. Então, o que Deus estava fazendo através disto?Ele estava agindo de acordo com seus propósitos.Devemosreconhecer, que quando trata conosco, Deus não tem o alvo primordialde nos manter em uma condição de conveniência e conforto, esse é normalmentenosso desejo, mas não necessariamente o de Deus. Pense em todas as dificuldades vividas pelos filhos de Deus neste mundo.Muitas vezes somos levados a pensar que Deus falhou com eles, e que não é maisdigno de confiança. O que aprendemos na Bíblia é que Deus tem lidado com seus filhos utilizando maneirasque eles consideram difíceis e dolorosas, de forma que José pode ter achadoestranho e inútil permanecer dois anos no cárcere.,porém, com certeza, o Senhor usou aqueles dois anos para trabalhar o caráter deJosé e ensinar-lhe virtudes que seriam úteis depois.Não esqueçamos que o inimigo de nossa almatrabalhará a fim de nos levar a julgar Deus por causa de suas providências, oque devemos firmemente nos negar, o que devemos fazer é julgar as providênciasa partir do caráter de Deus e nos recordando do quedisse o porfeta Isaías quanto aos atos do Senhor “Porque os meuspensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meuscaminhos, diz o Senhor. Porque assim como os céus sãomais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que osvossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos”.Aprendemos com José que dar lugar a amargura enquanto passamos porcircunstâncias difíceis de não faz com que elas desapareçam, apenas as tornammais difíceis de suportar. O que José ganharia com uma atitude de amarguranaqueles dois anos de cárcere? Sua amargura despertaria a memória do copeiro deFaraó? A amargura, além de não remover nossos problemas, nos incapacita areceber as consolações do Espírito Santo. Por isso, em meio as provações,mantenha sua confiança no caráter santo e bondoso de Deus.
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FIRME DIANTE DAS TENTAÇÕES
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 14/04/2026TÍTULOA HISTÓRIA DE JOSÉ E SUAS PRECIOSAS LIÇÕES AOS SALVOS EM CRISTO: FIRME DIANTE DAS TENTAÇÕES TEXTOEm nossajornada em meios aos acontecimentos na vida de José, encontramos o jovem fielapós sua chegada ao Egito e suas primeiras experiências lá. Desta narrativaextraimos uma preciosa lição: José decidiu permanecer firme em sua resolução deviver para Deus mesmo estando no Egito. Estar longe de sua terra e da suafamília não serviram de desculpa a fim de ceder ao pecado. Vemos que, por algum tempo, tudo correu bem para José. Ele foi comprado por Potífar, o capitão da guarda. Os primeirosversos do capítulo 39 nos mostram como Deus abençoou a casa de Potifar pelapresença de José ali “...o Senhorabençoou a casa do egípcio por amor de José” (Gênesis 39.5). Porém, nãodemorou para que uma sombra escura caisse sobre a vida de José, “E aconteceu depois destas coisas que amulher de seu senhor pôs os seus olhos em José, e disse: Deita-te comigo” (Gênesis 39.7). Reconhecemos que teriasido fácil para José sucumbir a isto, ele simplesmente poderia ter pensado emtodas as dificuldades e injustiças enfrentadas ou poderia ter visto aquilo comoalgo insignificante, relativizar este pecado e considera-lo algo semimportância. Porém ele manteve-se fiel aquilo que o conduzia, e sua resposta amulhr de Potifar revela isso “..tu éssua mulher, como pois eu faria tamanha maldade e pecaria contra Deus?” (Gênesis 39.9). Para balizar se aqueleato seria pecaminoso José usou o padrão de Deus e não dos homens, e mesmo quegrande maioria dos homens consideraria este fato irrelevante e até motivo deorgulho, José o considerou como pecaminoso. Deus estava no centro da vida deJosé, e assim deveria permanecer.Fiel a este principio, José passou a evitar encontrar-se comaquela mulher, estar em situações onde ela pudesse tenta-lo. Ele não podiafugir daquele mundo, mas não permitiu situações nas quais seria pegodesprevenido. Porém os versos 10 a 12 apresentam uma situação onde José nãopode evitar a presença da mulher de Potifar, de forma que José precisou fugirda presença dela, deixando em suas mãos uma parte de suas vestes. È bomreconhecermos a importância desta atitude de José, pois, se ele tivessesucumbido a este único pecado estaria desqualificado para liderar sua família etraze-la de volta ao caminho da justiça. O preço seria alto. Talvez vocêconsidere este acontecimento sem importância, nada diferente do que acontececonstantemente neste mundo, porém é bom relembra-lo de algumas preciosasverdade. O que encontramos aqui é o choque entre duas maneiras de viver, doisprincípios de conduta: José representa aqueles que pertencem a Deus e que sãochamados a viver de acordo com os padrões revelados por Deus. Vivem para Deus econsiderando a eternidade mais importante que o hoje. A mulher de Potifarrepresenta aqueles que pensam ser donos de suas próprias vidas e se preocupamapenas em satisfazer seus próprios desejos e paixões carnais. Dão valor apenasao hoje e não se preocupam com a eternidade. Em meio a este conflito Joséescolheu se manter fiel a Deus, e qual foi o preço? “E o senhor de José o tomou, e o entregou a casa no cárcere, no lugaronde os presos do rei estavam encarcerados. Assim esteve ali na casa docárcere” (Gênesis 39.20).Caro irmão, pense em uma simples questão: quem aqui sofreu maiordano, José ou a mulher de Potifar? É real que esta mulher, que provavelmentejamais se arrependeu de seus pecados hoje encontra-se eternamente perdida,enquanto de José, que injustamente foi levado a prisão, é dito “O Senhor, porém, estava com José, eestendeu sobre ele a sua benignidade, e deu-lhe graça aos olhos do carcereiro” (Gênesis 39.21). Verdadeiramente émelhor enfrentar a prisão dos homens, do que a eternidade longe de Deus.
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A IMPORTÂNCIA DE PERMANECERMOS FIÉIS TEXTO
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 13/04/2026TÍTULOA HISTÓRIA DE JOSÉ E SUAS PRECIOSAS LIÇÕES AOS SALVOS EM CRISTO: A IMPORTÂNCIA DE PERMANECERMOS FIÉISTEXTOOs primeiros movimentos observados na vida de Josénarrada no livro de Gênesis revelam-se profundamente impactantes. No capítulo37 de Gênesis encontramos José com apenas 17 anos de idade, vivendo em meio aoódio e decadência espiritual de seus irmãos, reforçada pela preferênciadeclarada de seu pai por ele. A revelação, através de sonhos, de como Deus ousaria para fazer a família retornar ao caminho da fé nas promessas de Deus, éo estopim para que eles se voltem contra esta ameaça, vendendo José aos mercadoresque o levam cativo ao Egito. Vemos aqui José enfrentando as flechas de ódio eamargura de seus próprios irmãos, esse foi o preço que pagou por manter-se fielas promessas de Deus em meio a rebeldia de sua própria família.Primeiramente, devemos reconhecer que livrar-se de José nãoresolveu em nada o problema daqueles homens, sua vertiginosa jornada rumo aoabismo do pecado recebeu ainda maior impulso com a retirada de José de suasvidas, intensificando ainda mais a decadênciaespiritual e moral da família de Jacó. É isso que nos revela o capítulo38 do livro de Gênesis. Livrar-se de José permitiu que eles dessemprosseguimento a sua decadência sem serem importunados. Nos pirmeiros versosdeste capítulo encontramos Judá tomando por mulher uma cananita, em seguida oSenhor mata dois filhos de Judá devido a sua vida ímpia, o que tambpemresulatou em sua deslealdade para com sua nora Tamar, que astutamente oludibriou e teve um filho dele. Isso revela o terrível nível de vida moral dadescendência do patriarca Jacó. Os filhos da promessa viviam longe de Deus, como homens mundanos epecadores, alheios as preciosas promessas do Senhor.Enquanto em Canaã a decadência espiritual prossegue sua incessantejornada rumo a destruição, Deus está trabalhando com o coração do jovem José emuma improvável jornada rumo ao desconhecido. Tal discrepância nos faz lembraruma preciosa promessa do Senhor ao patriarca Abraão também em meio a decadênciaque o rodeava, quando diz “Porque eu o tenho conhecido, e sei que elehá de ordenar a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem ocaminho do Senhor, para agir com justiça e juízo; para que o Senhor faça virsobre Abraão o que acerca dele tem falado” (Gênesis 18.19). Quando a vida semostra confusa, devemos nos apegar aquelas verdades sobre as quais temoscerteza, O Senhor já havia traçado um plano quanto ao futuro da família deJosé, e, durante aquela penosa viagem ao Egito, José teve muito tempo parapensar em sua vida e no que enfrentaria. É interessante perceber como ocomportamento de José no Egito revela muito sobre as convicções firmadas peloSenhor em seu coração. É visível como José tomou a decisão de permanecer leal aDeus, independente das circunstancias. Em momento algum encontramos Joséamargurado pelas circunstâncias ou mesmo culoando a Deus pelo sofrimentoimposto a ele por seus próprios irmãos. A fé nas promessas de Deus permitiu queJosé aceitasse as duras circunstâncias enfrentadas por ele como o meio peloqual Deus cumpriria seu maravilhoso plano. José simplesmente aceitou que nadafoge ao controle do Senhor, nem as piores experiências.Amado irmão, há duas verdades preciosas aqui que se aplica tambéma nós: primeiramente, Deus tem um plano para nossa vida, e por mais imporváveisque sejam as circunstãncias, o Senhor o há de cumprir. Desta forma, apenas umacoisa nos é exigida, o mesmo que foi exigido de José, fidelidade independentedas circunstâncias.
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PESSOAS E CIRCUNSTÂNCIAS DIFÍCEIS NA VIDA DO JOVEM JOSÉ
DEVOCIONAL DIÁRIODATA 12/04/2026TÍTULOA HISTÓRIA DE JOSÉ E SUAS PRECIOSAS LIÇÕES AOS SALVOS EM CRISTO: PESSOAS E CIRCUNSTÂNCIAS DIFÍCEIS NA VIDA DO JOVEM JOSÉTEXTOComobem lembrado por Jacó, a vida de seu filho José foi marcada pela ação d eflecheiroscruéis, “Os flecheiros lhederam amargura, e o flecharam e odiaram” (Gênesis 49.23). Não nosdeve surpreender que algumas das mais dolorosas flechas atiradas contra Josétenham vindo de seus próprios irmãos, que o flecharam com setas deódio, ressentimento, inveja e crueldade.Aoobservar a narrativa de Gênesis, infelizmente somos levados a reconhecer que araíz deste ódio foi introduzido na família pelo próprio patriarca Jacó, aodemonstrar se u favoritismo entre seus filhos “E Israel amava a José mais do que a todos osseus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnicade várias cores. Vendo, pois, seus irmãosque seu pai o amava mais do que a todos eles, odiaram-no, e não podiam falarcom ele pacificamente” (Gênesis37.3,4). Este quadro era agravado pela vida ímpia praticada pelos irmãos deJosé, fato que era relatado por ele a seu pai “...Sendo José de dezessete anos, apascentava as ovelhas com seus irmãos;sendo ainda jovem, andava com os filhos de Bila, e com os filhos de Zilpa,mulheres de seu pai; e José trazia más notícias deles a seu pai” (Gênesis37.2). O declínio espiritual da família de Jacó era evidente, e no livro deGênesis encontramso abundantes relatos de suas praticas ímpias. Simeão e Levise vingaram do abuso contra sua irmã Diná matando os homens de uma cidadeinteiral, Rúben o filho mais velho de Jacó, cometeuimoralidade com uma das concubinas de seu pai, Judá casou-se com uma cananéia.Em meio a esta condição, Deus revelou a José em sonhos que Ele o usaria paratrazer a família de volta a fé nas promessas de Deus, e isso trouxe desconfortoa seus irmãos “Então lhe disseram seus irmãos: Tu, pois,deveras reinarás sobre nós? Tu deveras terás domínio sobre nós? Por isso aindamais o odiavam por seus sonhos e por suas palavras” (Gênesis37.8). Os irmãos de José certamente entenderam que aqueles sonhosrevelavam a eles a forma como Deus via suas vidas, a possibilidade de José vira reinar sobre eles implicava que teriam de se submeter a retidão que Josévivia e ao abandono de suas práticas pecaminosas. Por isso trataram de selivrar desta possibilidade, sem José não haveria o cumprimento daqueles sonhos.Seu ressentimento e inveja os levaram a agir a fim de livrar-se desta ameaça “E viram-no de longe e, antes que chegasse a eles, conspiraram contra elepara o matarem. E disseram um ao outro: Eis lá vem o sonhador-mor!” (Gênesis 37.18,19). Em um primeiromomento decidiram mata-lo, depois acharam melhor vende-lo para mercadores queviajavam para o Egito. Dissimulam seu crime molhando a túnica de José com sangue e deixaram queseu pai pensasse que José foi morto por um animal selvagem. Nem mesmo o profundo luto de seu pai os comoveu arefletirem sobre o que haviam feito.O que esta terrível narrativa tem a nos ensinar? Primeiramente, sejafiel ao Senhor mesmoquando a vida das pessoas ao seu redor se tornar deteriorada e fora da vontadede Deus. Da mesma forma, jamais se surpreenda com as flechas atiradas contravocê por aqueles que reprovam sua conduta, José ousou agirdiferente de seus irmãos, isso fez dele um alvo. Finalmente, não espere ser compreendido por aqueles a quemDeus lhe enviou a servir, pois nem mesmo nosso Mestre o foi.
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Devocionais bíblicos diários que nos ajudam a conhecer a palavra de Deus e o Deus da palavra.
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Pr. Fabiano Almeida
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