EPISODE · Apr 29, 2026 · 4 MIN
AS AFLIÇÕES E A RAZÃO DE NOSSO VIVER
from Podcast Teologia pra Gente · host Pr. Fabiano Almeida
DEVOCIONAL DIÁRIO29/04/2026TÍTULOAS AFLIÇÕES E A RAZÃO DE NOSSO VIVERTEXTO A leitura do capítulo 1 da epístola de Pauloaos filipenses nos permite perceber que os filipensessabiam, até certo ponto, das aflições sofridas pelo apóstolo Paulo e das ameaçasque pairavam sobre a vida dele. Paulo demonstrou a elesque duas possibilidades estavam diante dele, ele não sabe se continuará vivendoou se será morto, mas que isto absolutamente não lhe preocupa, pois “o viver é Cristo, e o morrer é ganho”. Encontramos nesta porção da epístola umaespetacular afirmação a respeito da vida e do próprio sentido da vida ao lermos“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho”(Filipenses 1.21)O que Paulo coloca diante de nós aqui é um profundo teste ao nossocristianismo: o que é a nossa vida? O que a vida significa para nós? Em suacarta aos coríntios Paulo expos o pensamento epicureu a respeito desta questão,pensamento este que se centraliza no viver, em comoviver, buscando desfrutar do máximo de prazer que a vida possa lhe dar, “Comamos ebebamos, que amanhã morreremos” (1 Coríntios 15.32). Neste mesmo período oschamados estoicos compreendiam a vida como algoque temos que suportar, devido a sua dureza e a infelicidade que encontramosnela. Para eles viver é sobressair-se as dificuldades, indo em frente em umaconstante batalha contra as circunstâncias. Já os místicos entendiam que osproblemas da vida estão todos relacionados ao pecado ligado a carne e seusdesejos e que devem viver uma vida completamente espiritualizada, para taistudo é espiritual. A maior parte das pessoas entende a vida como sendo suafamília, seu lar, seu trabalho, suas ocupações, suas atividades. Para tais pessoas aqueles que eles amam são a razão deseu viver, de tal forma que, quando estas pessoas faltam, entram em crise.ParaPaulo viver é amar a Cristo, e este amor a Cristo domina toda sua vida. Não importava para ele seviveria mais 20 anos ou se seria morto amanhã, o objetivo de sua vida não mudaria, demonstrando que o supremovalor da vida é Cristo.Ao expressar este elevadoconceito do que é a vida, Paulo revela sua compreensão a respeito daquilo que oSenhor Jesus nos ensina “Porqueonde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mateus 6.21). ParaPaulo, ter Cristo como ocentro da vida significa que Ele ocupa o centro de nossas afeições. Da mesmaforma, o apóstolo nos demonstra que nenhum desejo de seu coração sobrepujavaseu desejo de conhecer a Cristo, como revelado no capítulo terceiro capítulodesta epístola “E, na verdade, tenho também por perda todas ascoisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qualsofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para quepossa ganhar a Cristo... Para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e àcomunicação de suas aflições, sendo feito conforme à sua morte” (Filipenses 3.8,10)Diante destaverdade, devemos sinceramente nos perguntar de que maneira Cristo se torna ocentro absoluto da vida deste homem? Para Paulo a única razão para viver erausar sua vida como um testemunho do amor de Jesus Cristo por ele.JesusCristo era a razão central da vida deste homem.
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DEVOCIONAL DIÁRIO29/04/2026TÍTULOAS AFLIÇÕES E A RAZÃO DE NOSSO VIVERTEXTO A leitura do capítulo 1 da epístola de Pauloaos filipenses nos permite perceber que os filipensessabiam, até certo ponto, das aflições sofridas pelo apóstolo Paulo e das ameaçasque pairavam sobre a vida dele. Paulo demonstrou a elesque duas possibilidades estavam diante dele, ele não sabe se continuará vivendoou se será morto, mas que isto absolutamente não lhe preocupa, pois “o viver é Cristo, e o morrer é ganho”. Encontramos nesta porção da epístola umaespetacular afirmação a respeito da vida e do próprio sentido da vida ao lermos“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho”(Filipenses 1.21)O que Paulo coloca diante de nós aqui é um profundo teste ao nossocristianismo: o que é a nossa vida? O que a vida significa para nós? Em suacarta aos coríntios Paulo expos o pensamento epicureu a respeito desta questão,pensamento este que se centraliza no viver, em comoviver, buscando desfrutar do máximo de prazer que a vida possa lhe dar, “Comamos ebebamos, que amanhã morreremos” (1 Coríntios 15.32). Neste mesmo período oschamados estoicos compreendiam a vida como algoque temos que suportar, devido a sua dureza e a infelicidade que encontramosnela. Para eles viver é sobressair-se as dificuldades, indo em frente em umaconstante batalha contra as circunstâncias. Já os místicos entendiam que osproblemas da vida estão todos relacionados ao pecado ligado a carne e seusdesejos e que devem viver uma vida completamente espiritualizada, para taistudo é espiritual. A maior parte das pessoas entende a vida como sendo suafamília, seu lar, seu trabalho, suas ocupações, suas atividades. Para tais pessoas aqueles que eles amam são a razão deseu viver, de tal forma que, quando estas pessoas faltam, entram em crise.ParaPaulo viver é amar a Cristo, e este amor a Cristo domina toda sua vida. Não importava para ele seviveria mais 20 anos ou se seria morto amanhã, o objetivo de sua vida não mudaria, demonstrando que o supremovalor da vida é Cristo.Ao expressar este elevadoconceito do que é a vida, Paulo revela sua compreensão a respeito daquilo que oSenhor Jesus nos ensina “Porqueonde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mateus 6.21). ParaPaulo, ter Cristo como ocentro da vida significa que Ele ocupa o centro de nossas afeições. Da mesmaforma, o apóstolo nos demonstra que nenhum desejo de seu coração sobrepujavaseu desejo de conhecer a Cristo, como revelado no capítulo terceiro capítulodesta epístola “E, na verdade, tenho também por perda todas ascoisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qualsofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para quepossa ganhar a Cristo... Para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e àcomunicação de suas aflições, sendo feito conforme à sua morte” (Filipenses 3.8,10)Diante destaverdade, devemos sinceramente nos perguntar de que maneira Cristo se torna ocentro absoluto da vida deste homem? Para Paulo a única razão para viver erausar sua vida como um testemunho do amor de Jesus Cristo por ele.JesusCristo era a razão central da vida deste homem.
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