EPISODE · Apr 2, 2021 · 39 MIN
Autocuidado como política de sobrevivência
from Aliadas Podcast · host Aliadas Podcast
Quanto do seu tempo tem sido dedicado à você mesma? Do que você tem se nutrido? A pandemia tem mostrado cada vez mais a importância dos cuidados na vida cotidiana e como a economia explora as mulheres, já dizia Silvia Federici. Estamos cansadas e em crise. Neste episódio vamos debater o Autocuidado sob uma perspectiva feminista, humanizada e desvinculada do consumo de produtos e serviços. Afinal, se o amor é político o auto amor é revolucionário! Sabemos também que é um processo, um aprendizado de vida para as mulheres que foram educadas historicamente para cuidar dos outros. A revolução começa quando o cuidar de si não vem para agradar os outros, mas sim à si mesma realizando ações que priorizem seus interesses na vida. Ele é coletivo, portanto, não dá para individualizar, culpabilizar somente a mulher. A ideia é construir redes de apoio e relações de afeto, são esses laços de confiança, que podem proporcionar o compartilhamento de alegrias e angústias, nos fortalecendo. Vem com a gente! As Aliadas da sua saúde mental. Dicas de leituras: Livro Calibã e a Bruxa, de Silvia Fererici. Livro Mulheres que correm com os lobos, da Clarissa Pinkola Estés. Relatório Tempo de cuidar: o trabalho de cuidado não remunerado e mal pago e a crise global da desigualdade, OXFAM, 2019. Disponível em: https://www.oxfam.org.br/justica-social-e-economica/forum-economico-de-davos/tempo-de-cuidar/ O Livro da Saúde das Mulheres Negras: Nossos Passos Vêm de Longe. Werneck, Jurema; Mendonça, Maisa; White, Evelyn C. (Org.) Rio de Janeiro, Pallas: Criola, (2000). Que Sentido Tem a Revolução Se Não Podemos Dançar? Fundo de Ação Urgente pelos Direitos Humanos das Mulheres, Jane Barry e Jelena Djordjevic, EUA, (2007). CÁRDENAS, Ana María Hernández, MÉNDEZ, Nallely Guadalupe Tello. Autocuidado como Estratégia Política. SUR – Revista Internacional de Direitos Humanos – Edição 26, 2017. Disponível em: https://sur.conectas.org/o-autocuidado-como-estrategia-politica/ Fundo de Ação Urgente – América Latina e Caribe. Disponível em: https://fondoaccionurgente.org.co/ Documentos internos. Coletivo Feminista de Autocuidado e Cuidado entre Ativistas. Autocuidado: a próxima fronteira do feminismo (e que deveria ser estendida a todas as mulheres). Helena Bertho. Disponível em: https://www.geledes.org.br/autocuidado-a-proxima-fronteira-do-feminismo-e-que-deveria-ser-estendida-a-todas-as-mulheres/ Re-pensando proteção, autocuidado e segurança de mulheres defensoras de direitos humanos a partir da perspectiva feminista e de mulheres negras. Disponível em: http://themis.org.br/re-pensando-protecao-autocuidado-e-seguranca-de-mulheres-defensoras-de-direitos-humanos-partir-da-perspectiva-feminista-e-de-mulheres-negras/
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Quanto do seu tempo tem sido dedicado à você mesma? Do que você tem se nutrido? A pandemia tem mostrado cada vez mais a importância dos cuidados na vida cotidiana e como a economia explora as mulheres, já dizia Silvia Federici. Estamos cansadas e em crise. Neste episódio vamos debater o Autocuidado sob uma perspectiva feminista, humanizada e desvinculada do consumo de produtos e serviços. Afinal, se o amor é político o auto amor é revolucionário! Sabemos também que é um processo, um aprendizado de vida para as mulheres que foram educadas historicamente para cuidar dos outros. A revolução começa quando o cuidar de si não vem para agradar os outros, mas sim à si mesma realizando ações que priorizem seus interesses na vida. Ele é coletivo, portanto, não dá para individualizar, culpabilizar somente a mulher. A ideia é construir redes de apoio e relações de afeto, são esses laços de confiança, que podem proporcionar o compartilhamento de alegrias e angústias, nos fortalecendo. Vem com a gente! As Aliadas da sua saúde mental. Dicas de leituras: Livro Calibã e a Bruxa, de Silvia Fererici. Livro Mulheres que correm com os lobos, da Clarissa Pinkola Estés. Relatório Tempo de cuidar: o trabalho de cuidado não remunerado e mal pago e a crise global da desigualdade, OXFAM, 2019. Disponível em: https://www.oxfam.org.br/justica-social-e-economica/forum-economico-de-davos/tempo-de-cuidar/ O Livro da Saúde das Mulheres Negras: Nossos Passos Vêm de Longe. Werneck, Jurema; Mendonça, Maisa; White, Evelyn C. (Org.) Rio de Janeiro, Pallas: Criola, (2000). Que Sentido Tem a Revolução Se Não Podemos Dançar? Fundo de Ação Urgente pelos Direitos Humanos das Mulheres, Jane Barry e Jelena Djordjevic, EUA, (2007). CÁRDENAS, Ana María Hernández, MÉNDEZ, Nallely Guadalupe Tello. Autocuidado como Estratégia Política. SUR – Revista Internacional de Direitos Humanos – Edição 26, 2017. Disponível em: https://sur.conectas.org/o-autocuidado-como-estrategia-politica/ Fundo de Ação Urgente – América Latina e Caribe. Disponível em: https://fondoaccionurgente.org.co/ Documentos internos. Coletivo Feminista de Autocuidado e Cuidado entre Ativistas. Autocuidado: a próxima fronteira do feminismo (e que deveria ser estendida a todas as mulheres). Helena Bertho. Disponível em: https://www.geledes.org.br/autocuidado-a-proxima-fronteira-do-feminismo-e-que-deveria-ser-estendida-a-todas-as-mulheres/ Re-pensando proteção, autocuidado e segurança de mulheres defensoras de direitos humanos a partir da perspectiva feminista e de mulheres negras. Disponível em: http://themis.org.br/re-pensando-protecao-autocuidado-e-seguranca-de-mulheres-defensoras-de-direitos-humanos-partir-da-perspectiva-feminista-e-de-mulheres-negras/
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