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Autoimagem e corporalidade: o mito da beleza

Episode 6 of the Aliadas Podcast podcast, hosted by Aliadas Podcast, titled "Autoimagem e corporalidade: o mito da beleza" was published on May 15, 2021 and runs 58 minutes.

May 15, 2021 ·58m · Aliadas Podcast

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Cada sociedade em cada época tem seu modelo de corpo a ser representado. Sabemos que esse processo de constituição do corpo influencia e compõe a subjetividade da mulher, podendo estruturar como seu modo de existir no mundo e as suas relações. As concepções acerca do corpo e da subjetividade feminina desde o patriarcado até aos dias atuais, permeada numa sociedade de consumo, do espetáculo, do narcisismo são expressões da cultura contemporânea na qual o corpo feminino é mostrado como a expressão do corpo-beleza cujo padrão sempre será inatingível, produzindo adoecimento psíquico, dominação e repressão.  Não é nada fácil lutar contra o modelo de corpo feminino imposto pelo mercado de consumo e pelas mídias para conservar a própria singularidade de cada mulher, descontruir tudo que nos imposto significa desenvolver um pensamento mais crítico acerca dos padrões de corpo, de subjetividade e de comportamento socialmente esperados. Mesmo após tantas conquistas das mulheres em diversos setores, será que podemos nos sentir livres? Vem com a gente. As Aliadas da sua saúde mental. Dicas: Instagram: @estudosdocorpogordo @tamanhogorda_ @missgburlesca @movimentocorpolivre Música:  Miss Beleza Universal, de Doralice. Livros: O Mito da Beleza, de Naomi Wolf. Pare de se odiar, de Alexandra Gurgel. Mapeando el corpo território: https://miradascriticasdelterritoriodesdeelfeminismo.files.wordpress.com/2017/11/mapeando-el-cuerpo-territorio.pdf Filmes:  Felicidade por um fio.  Sexy por acidente. La Cinta que Envuelve una Bomba – documentário sobre Frida Kahlo. Artigos:  MATOS, M. I. S.; SOIHET, R. (Org.). O corpo feminino em debate. São Paulo: UNESP, 2003. p. 13-27. Angeli, D. Uma breve história das representações do corpo feminino na sociedade. Revista Estudos Feministas, 12 (2), 243-245, maio/agosto, 2004.  BORIS, G. D. J.; CESÍDIO, M. H. Mulher, corpo e subjetividade: uma análise desde o patriarcado à contemporaneidade. Revista Mal-Estar e Subjetividade, Fortaleza, v. VII, n. 2, p. 451-478, set/2007.

Cada sociedade em cada época tem seu modelo de corpo a ser representado. Sabemos que esse processo de constituição do corpo influencia e compõe a subjetividade da mulher, podendo estruturar como seu modo de existir no mundo e as suas relações. As concepções acerca do corpo e da subjetividade feminina desde o patriarcado até aos dias atuais, permeada numa sociedade de consumo, do espetáculo, do narcisismo são expressões da cultura contemporânea na qual o corpo feminino é mostrado como a expressão do corpo-beleza cujo padrão sempre será inatingível, produzindo adoecimento psíquico, dominação e repressão.  Não é nada fácil lutar contra o modelo de corpo feminino imposto pelo mercado de consumo e pelas mídias para conservar a própria singularidade de cada mulher, descontruir tudo que nos imposto significa desenvolver um pensamento mais crítico acerca dos padrões de corpo, de subjetividade e de comportamento socialmente esperados. Mesmo após tantas conquistas das mulheres em diversos setores, será que podemos nos sentir livres? Vem com a gente. As Aliadas da sua saúde mental.


Dicas:

Instagram:

@estudosdocorpogordo

@tamanhogorda_

@missgburlesca

@movimentocorpolivre


Música: 

Miss Beleza Universal, de Doralice.


Livros:

O Mito da Beleza, de Naomi Wolf.

Pare de se odiar, de Alexandra Gurgel.

Mapeando el corpo território: https://miradascriticasdelterritoriodesdeelfeminismo.files.wordpress.com/2017/11/mapeando-el-cuerpo-territorio.pdf


Filmes: 

Felicidade por um fio. 

Sexy por acidente.

La Cinta que Envuelve una Bomba – documentário sobre Frida Kahlo.


Artigos: 

MATOS, M. I. S.; SOIHET, R. (Org.). O corpo feminino em debate. São Paulo: UNESP, 2003. p. 13-27.

Angeli, D. Uma breve história das representações do corpo feminino na sociedade. Revista Estudos Feministas, 12 (2), 243-245, maio/agosto, 2004. 

BORIS, G. D. J.; CESÍDIO, M. H. Mulher, corpo e subjetividade: uma análise desde o patriarcado à contemporaneidade. Revista Mal-Estar e Subjetividade, Fortaleza, v. VII, n. 2, p. 451-478, set/2007.

Podcast El Ladrón de Libros El ladron de Libros Los ladrones de libros actuamos en solitario, aprovechando descuidos, utilizando la holgura de chaquetas y bolsos (las ediciones de bolsillo son nuestras mejores aliadas, siempre tan propicias a resultar indetectables a las miradas de los libreros). Pero un ladrón de libros sólo disfruta del valor de su botín cuando lo comparte, cuando se une con otros de su misma condición para hacer circular las palabras que ha ido recopilando en soledad. Aunque leer es un acto esencialmente solitario, los lectores necesitamos a otros lectores con los que conversar sobre la experiencia que nos ha dejado la lectura. La coincidencia y la divergencia de opiniones, el descubrimiento de obras y autores ignorados, las increíbles afinidades lectivas, son experiencias que todo ladrón de libros busca como el aliciente indispensable a su actividad delictiva.Por todo esto, hemos abierto esta vía de comunicación. Queremos que ustedes, ladrones de libros de todo tipo y condición, compartan con nosotros los resul Ideias de Impacto Observador O podcast que fala sobre a inovação social aliada ao empreendedorismo. Conduzido por Ana Filipa Rosa, cada episódio traz um convidado com ideias com impacto para mudar vidas. Água e Sabão: Aliados contra COVID-19 Eduarda Matos de Andrade Água e Sabão: Aliados contra COVID-19 Orgulho e Família Multishow Nanda Costa e Lorelay Fox recebem personalidades LGBTI+ e seus aliados para um bate-papo recheado de afeto sobre acolhimento e o convívio em família.
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