EPISODE · Oct 11, 2022 · 4 MIN
Devocional 11 de outubro\22
from Podcast Teologia pra Gente · host Pr. Fabiano Almeida
DEVOCIONAL DIÁRIO 11\102 TÍTULO A ATITUDE DOS FILHOS DE DEUS DIANTE DO MEDO TEXTO O medo foi a primeira reação de Adão e Eva diante do pecado que haviam cometido, fato que permanece presente também em nós hoje. O contexto do Salmo 27 se dá em um tempo onde a barbárie e a violência contra povos e indivíduos era algo cotidiano. O salmista revela neste salmo que sua vida era ameaçada pelo mal manifesto através de homens ímpios e violentos. Os versos 7 a 14 deste salmo se assemelham a um salmo de lamentação, iniciando com um clamor por libertação, descrevendo os inimigos enfrentados pelo salmista e finalizando com gratidão pela libertação concedida pelo Senhor. O que Deus nos concede neste salmo é uma visão realista de nossos temores diante da ameaça a vida e subsistência, onde, ao invés de nos repreender por nossa fraca confiança o Senhor nos guia a um entendimento real de sua presença e poder. Primeiramente, qual a ação requerida dos filhos de Deus diante do perigo? O salmista nos ensina que o que se espera deles é que clamem e busquem a seu Deus “Ouve, Senhor, a minha voz quando clamo; tem também piedade de mim, e responde-me. Quando tu disseste: Buscai o meu rosto; o meu coração disse a ti: O teu rosto, Senhor, buscarei” (versos 7 e 8). O verbo clamar possui o sentido de chorar, chamar, e é a mesma expressão usada pelo povo de Israel escravizados no Egito diante do sofrimento que enfrentavam “E aconteceu, depois de muitos dias, que morrendo o rei do Egito, os filhos de Israel suspiraram por causa da servidão, e clamaram; e o seu clamor subiu a Deus por causa de sua servidão” (Êxodo 2.23). Clamar e buscar a Deus deve ser sempre nossa primeira ação diante do perigo. O salmista também nos revela que em meio a ameaça que sofria sua mente se inquietava elo pensamento de que Deus havia se retirado de sua vida “Não escondas de mim a tua face, não rejeites ao teu servo com ira; tu foste a minha ajuda, não me deixes nem me desampares, ó Deus da minha salvação” (verso 9). Tais dúvidas persistiram até que ele julgou o caso com seriedade, não é incomum que pais rejeitem e abandonem seus filhos, porém tal atitude não está presente no caráter misericordioso de Deus “Porque, quando meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me recolherá” (verso 10). As ameaças sofridas por este homem eram reais e potencialmente mortais, diante do que ele pede ao Senhor por discernimento “Ensina-me, Senhor, o teu caminho, e guia-me pela vereda direita, por causa dos meus inimigos. Não me entregues à vontade dos meus adversários; pois se levantaram falsas testemunhas contra mim, e os que respiram crueldade” versos 11 e 12). Reconheçamos que, diante do perigo, a maior parte de nós clamaria a Deus por libertação, o salmista clamou por direção, a fim de se ver livre daqueles que o ameaçavam. Ele termina este cântico demonstrando aquilo que deve ser o centro de nossa atenção diante da ameaça a nossa vida “Pereceria sem dúvida, se não cresse que veria a bondade do Senhor na terra dos viventes” (verso 13). Antes de tudo o filho de Deus deve crer em seu Pai, fé esta manifesta em uma atitude de confiança no Senhor “Espera no Senhor, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no Senhor” (verso 14). Nem desespero nem inquietação, diante das ameaças que sofremos, somos chamados a confiar em nosso Deus.
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DEVOCIONAL DIÁRIO 11\102 TÍTULO A ATITUDE DOS FILHOS DE DEUS DIANTE DO MEDO TEXTO O medo foi a primeira reação de Adão e Eva diante do pecado que haviam cometido, fato que permanece presente também em nós hoje. O contexto do Salmo 27 se dá em um tempo onde a barbárie e a violência contra povos e indivíduos era algo cotidiano. O salmista revela neste salmo que sua vida era ameaçada pelo mal manifesto através de homens ímpios e violentos. Os versos 7 a 14 deste salmo se assemelham a um salmo de lamentação, iniciando com um clamor por libertação, descrevendo os inimigos enfrentados pelo salmista e finalizando com gratidão pela libertação concedida pelo Senhor. O que Deus nos concede neste salmo é uma visão realista de nossos temores diante da ameaça a vida e subsistência, onde, ao invés de nos repreender por nossa fraca confiança o Senhor nos guia a um entendimento real de sua presença e poder. Primeiramente, qual a ação requerida dos filhos de Deus diante do perigo? O salmista nos ensina que o que se espera deles é que clamem e busquem a seu Deus “Ouve, Senhor, a minha voz quando clamo; tem também piedade de mim, e responde-me. Quando tu disseste: Buscai o meu rosto; o meu coração disse a ti: O teu rosto, Senhor, buscarei” (versos 7 e 8). O verbo clamar possui o sentido de chorar, chamar, e é a mesma expressão usada pelo povo de Israel escravizados no Egito diante do sofrimento que enfrentavam “E aconteceu, depois de muitos dias, que morrendo o rei do Egito, os filhos de Israel suspiraram por causa da servidão, e clamaram; e o seu clamor subiu a Deus por causa de sua servidão” (Êxodo 2.23). Clamar e buscar a Deus deve ser sempre nossa primeira ação diante do perigo. O salmista também nos revela que em meio a ameaça que sofria sua mente se inquietava elo pensamento de que Deus havia se retirado de sua vida “Não escondas de mim a tua face, não rejeites ao teu servo com ira; tu foste a minha ajuda, não me deixes nem me desampares, ó Deus da minha salvação” (verso 9). Tais dúvidas persistiram até que ele julgou o caso com seriedade, não é incomum que pais rejeitem e abandonem seus filhos, porém tal atitude não está presente no caráter misericordioso de Deus “Porque, quando meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me recolherá” (verso 10). As ameaças sofridas por este homem eram reais e potencialmente mortais, diante do que ele pede ao Senhor por discernimento “Ensina-me, Senhor, o teu caminho, e guia-me pela vereda direita, por causa dos meus inimigos. Não me entregues à vontade dos meus adversários; pois se levantaram falsas testemunhas contra mim, e os que respiram crueldade” versos 11 e 12). Reconheçamos que, diante do perigo, a maior parte de nós clamaria a Deus por libertação, o salmista clamou por direção, a fim de se ver livre daqueles que o ameaçavam. Ele termina este cântico demonstrando aquilo que deve ser o centro de nossa atenção diante da ameaça a nossa vida “Pereceria sem dúvida, se não cresse que veria a bondade do Senhor na terra dos viventes” (verso 13). Antes de tudo o filho de Deus deve crer em seu Pai, fé esta manifesta em uma atitude de confiança no Senhor “Espera no Senhor, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no Senhor” (verso 14). Nem desespero nem inquietação, diante das ameaças que sofremos, somos chamados a confiar em nosso Deus.
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