EPISODE · Apr 10, 2026 · 4 MIN
PRINCIPIOS MOTIVADORES DA ORAÇÃO
from Podcast Teologia pra Gente · host Pr. Fabiano Almeida
DEVOCIONAL DIÁRIODATA10/04/2026TÍTULOPRINCIPIOS MOTIVADORES DA ORAÇÃOTEXTOEncontramosno sexto capítulo de Mateus aquela que conhecemos como a oração modelo de nossoSenhor. Quanto aprendemos com ela e quanto ainda podemos crescer em nossa vida de oração ao observa-la comatenção. Há principios aqui que faremos bem em examinar.Primeiramente,nosso Senhor inicia sua oração com um profundo senso da majestade e glóriadaquele a quem Ele se dirigia, dizendo “Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, QUE ESTÁS NOSCÉUS, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tuavontade, assim na terra como no céu” (Mateus 6.9,10). Não importaqual seja a nossa condição e circunstância, qual seja nosso trabalho oudesejos, jamais devemos começar nossa oração pensando em nós mesmos eapresentando as coisas que nos dizem respeito. Nossa oração deve começar peloreconhecimento da majestade e glória da pessoa com quem estamos falando. Igualmente o Senhor demonstra em sua oraçãoum claro senso de dependencia do Pai celestial, expresso de forma clara porTiago em sua epístola ao nos dizer “Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã.Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois sedesvanece. Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos,faremos isto ou aquilo”. Quão importante é que nossa oração reflita nossa dependencia doSenhor, como expressou também o salmista “Agora, pois, Senhor, queespero eu? A minha esperança está em ti” (Salmo 39.7).Outroponto de suma importãncia ao obsevarmos a oração do Mestre é perceber seu sensodas necessidades próprias e de outros “O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nosas nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nosconduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e aglória, para sempre. Amém. Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas,também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aoshomens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas”. Note que todos os aspectos de nossa vidapodem ser contemplados dentro das três petições citadas nestes versículos. O Senhornão esqueceu de nosso corpo, de nossa alma e não deixou de fora nosso espírito.Finalmente, muito chama nossa atenção o fato destemodelo de oração nos deixado pelo Senhor Jesus não conter nenhuma palavra degratidão. Há uma razão simples para isso, a gratidão deve ser nossa atitudeconstante enquanto oramos, como bem definiu o apóstolo Paulo ao dizer aostessalonicenses “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus emCristo Jesus para convosco”. Como também em sua carta a Timóteo, quando oexorta dizendo “ADMOESTO-TE, pois, antesde tudo, que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças, portodos os homens” (1 Timóteo2.1). Esta mesma admoestação é transmitida aos colossenses, a fim de que jamaisse esquecessem desta verdade “Perseverai em oração, velando nela com açãode graças” (Colossenses 4.2). Caro ouvinte,são assim dirigidas suas orações? Tens tu un senso real da presença de Deusenquanto oras? És conscio da profunda dependencia que possuis em relação aopoder e autoridade de Deus enquanto diriges a Ele teus pedidos? Tua atitudeverdadeiramente é de um filho grato e submisso ao Pai, reconhecendo sua bondadee amor? Que assim sejam nossas orações, a fim de que glorifiquemos a nosso Deusenquanto o buscamos em oração.
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DEVOCIONAL DIÁRIODATA10/04/2026TÍTULOPRINCIPIOS MOTIVADORES DA ORAÇÃOTEXTOEncontramosno sexto capítulo de Mateus aquela que conhecemos como a oração modelo de nossoSenhor. Quanto aprendemos com ela e quanto ainda podemos crescer em nossa vida de oração ao observa-la comatenção. Há principios aqui que faremos bem em examinar.Primeiramente,nosso Senhor inicia sua oração com um profundo senso da majestade e glóriadaquele a quem Ele se dirigia, dizendo “Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, QUE ESTÁS NOSCÉUS, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tuavontade, assim na terra como no céu” (Mateus 6.9,10). Não importaqual seja a nossa condição e circunstância, qual seja nosso trabalho oudesejos, jamais devemos começar nossa oração pensando em nós mesmos eapresentando as coisas que nos dizem respeito. Nossa oração deve começar peloreconhecimento da majestade e glória da pessoa com quem estamos falando. Igualmente o Senhor demonstra em sua oraçãoum claro senso de dependencia do Pai celestial, expresso de forma clara porTiago em sua epístola ao nos dizer “Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã.Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois sedesvanece. Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos,faremos isto ou aquilo”. Quão importante é que nossa oração reflita nossa dependencia doSenhor, como expressou também o salmista “Agora, pois, Senhor, queespero eu? A minha esperança está em ti” (Salmo 39.7).Outroponto de suma importãncia ao obsevarmos a oração do Mestre é perceber seu sensodas necessidades próprias e de outros “O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nosas nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nosconduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e aglória, para sempre. Amém. Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas,também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aoshomens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas”. Note que todos os aspectos de nossa vidapodem ser contemplados dentro das três petições citadas nestes versículos. O Senhornão esqueceu de nosso corpo, de nossa alma e não deixou de fora nosso espírito.Finalmente, muito chama nossa atenção o fato destemodelo de oração nos deixado pelo Senhor Jesus não conter nenhuma palavra degratidão. Há uma razão simples para isso, a gratidão deve ser nossa atitudeconstante enquanto oramos, como bem definiu o apóstolo Paulo ao dizer aostessalonicenses “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus emCristo Jesus para convosco”. Como também em sua carta a Timóteo, quando oexorta dizendo “ADMOESTO-TE, pois, antesde tudo, que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças, portodos os homens” (1 Timóteo2.1). Esta mesma admoestação é transmitida aos colossenses, a fim de que jamaisse esquecessem desta verdade “Perseverai em oração, velando nela com açãode graças” (Colossenses 4.2). Caro ouvinte,são assim dirigidas suas orações? Tens tu un senso real da presença de Deusenquanto oras? És conscio da profunda dependencia que possuis em relação aopoder e autoridade de Deus enquanto diriges a Ele teus pedidos? Tua atitudeverdadeiramente é de um filho grato e submisso ao Pai, reconhecendo sua bondadee amor? Que assim sejam nossas orações, a fim de que glorifiquemos a nosso Deusenquanto o buscamos em oração.
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