PODCAST · health
Anestesistas & Anestesiologistas
by Marcio Augusto Lacerda
Oi pessoal .... Estamos agora no Spotify em formato podcast.... O conteudo do Anestesistas & Anestesiologista que voce conhece ja no Instagram, em formato de audio ....
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Peridural Torácica – Segurança Absoluta para Alguns e Riscos Desnecessários para Outros
Fala, pessoal! Sejam bem-vindos a mais um episódio. Hoje vamos falar sobre uma das ferramentas mais poderosas — e ao mesmo tempo delicadas — da anestesiologia moderna: a Peridural Torácica (PT). Vamos passar rápido pelo o que você precisa saber para a prática e para a sua proteção jurídica.A peridural torácica é o padrão-ouro para analgésica em cirurgias de grande porte do tórax e abdome superior, como toracotomias, colectomias e hepatectomias, além do manejo de trauma com múltiplas fraturas de costela.A grande vantagem? Qualidade de analgesia. Ela reduz o uso de opioides sistêmicos, melhora a mecânica ventilatória do paciente no pós-operatório — diminuindo o risco de atelectasias e pneumonias — e ainda atenua a resposta metabólica ao estresse cirúrgico.Mas nem tudo são flores. É uma técnica de maior complexidade anatômica do que a peridural lombar, devido à angulação acentuada dos processos espinhosos.O grande desafio hemodinâmico é o bloqueio simpático: ao atingir os níveis de T1 a T4, podemos ter hipotensão e bradicardia severas por bloqueio das fibras cardioaceleradoras. E, claro, temos as complicações graves que todo anestesiologista teme: a toxicidade por anestésico local (LAST), o hematoma epidural e o abscesso.Na prática: recusa do paciente, sepse e coagulopatia são contraindicações absolutas. E atenção especial aos anticoagulantes! Respeitar os tempos de suspensão dos fármacos antes da punção e antes da retirada do cateter é o que separa um procedimento bem-sucedido de uma tragédia neurológica.Por falar em tragédia, a peridural torácica tem alto potencial de judicialização, principalmente por sequelas neurológicas motoras. O segredo para a sua segurança jurídica se resume em três pilares:Consentimento Informado claro: O paciente precisa saber dos riscos neurológicos antes de ir para a sala.Prontuário impecável: Anote os tempos de suspensão de anticoagulantes, os detalhes da punção e os testes realizados.Vigilância no pós-operatório: Bloqueio motor prolongado ou dor focal na coluna exige ressonância magnética imediata. O diagnóstico tardio de um hematoma epidural é a causa número um de condenações judiciais.CANGIANI, L. M. et al. Tratado de Anestesiologia SAESP. 9. ed. São Paulo: Editora Ateneu, 2021.GROPPER, M. A. et al. Miller's Anesthesia. 9th ed. Philadelphia: Elsevier, 2020.HORLOCKER, T. T. et al. Regional Anesthesia in the Patient Receiving Antithrombotic or Thrombolytic Therapy: American Society of Regional Anesthesia and Pain Medicine Evidence-Based Guidelines (Fourth Edition). Regional Anesthesia and Pain Medicine, v. 43, n. 3, p. 263-309, 2018.MANION, S. C.; BRENNAN, T. J. Thoracic Epidural Analgesia and Acute Pain Management. Anesthesiology, v. 115, n. 1, p. 181-188, 2011.SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANESTESIOLOGIA (SBA). Diretrizes de Anestesia Regional e Anticoagulação. Rio de Janeiro: SBA, 2020.Resumindo: a peridural torácica transforma o pós-operatório do paciente, mas exige precisão técnica, vigilância contínua e documentação rigorosa. Ficamos por aqui hoje e até o próximo episódio!📚 Referências Bibliográficas
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Música no Centro Cirúrgico
Música no Centro Cirúrgico 🎶🏥🟢 Os Benefícios:Ouvir música (especialmente as familiares e preferidas) pode reduzir o estresse, a ansiedade e a carga mental da equipe durante a cirurgia. 🧘♂️✨⚠️ Os Riscos:O volume alto é o maior inimigo! Ele prejudica a comunicação, mascara o som de alarmes vitais e aumenta as chances de erros. 📉🗣️🎚️ A Música Ideal (Regras de Ouro):Volume: Entre 50 e 60 dB 🔊 (A legislação brasileira - NR 17 - proíbe passar de 65 dB em ambientes de concentração).Ritmo: Estável, entre 60 e 80 bpm ⏱️.Estilo: Instrumentais ou com poucas letras, sem mudanças bruscas e sem graves muito fortes 🎸🚫.Audibilidade: Todos na sala devem conseguir conversar e ouvir alarmes em tom de voz normal 💬.🔴 Quando DESLIGAR a música (Silêncio Obrigatório):Recepção do paciente e Time-Out (Checklist) 📋Indução anestésica, despertar e extubação 🛌Eventos críticos, emergências ou sangramentos 🚨Disparo de alarmes de monitores ou bombas de infusão 🔔⚖️ Legislação e Protocolo (POP) no Brasil:As normas (NR 17 e ABNT) e conselhos (CFM e SOBECC) exigem vigilância constante e conforto acústico. O uso de fones de ouvido individuais é proibido 🚫🎧. A decisão de ouvir música deve ser da equipe, mas se houver qualquer intercorrência ou desconforto, a segurança do paciente exige o silêncio imediato! 🛑👨⚕️👩⚕️Referências BibliográficasAmerican Society of Anesthesiologists. (2025). Statement on Distractions.Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). NBR 10152: Acústica - Níveis de pressão sonora em ambientes internos.Conselho Federal de Medicina (CFM). Resolução CFM nº 2.174/2017.El Boghdady, M., & Ewalds-Kvist, B. M. (2020). The Influence of Music on the Surgical Task Performance: A Systematic Review. International Journal of Surgery, 73, 101-112.Fu, V. X., Oomens, P., Sneiders, D., et al. (2019). The Effect of Perioperative Music on the Stress Response to Surgery: A Meta-Analysis. The Journal of Surgical Research, 244, 444-455.Fu, V. X., Oomens, P., Kleinrensink, V. E. E., et al. (2021). The Effect of Preferred Music on Mental Workload and Laparoscopic Surgical Performance in a Simulated Setting (OPTIMISE): A Randomized Controlled Crossover Study. Surgical Endoscopy, 35(9), 5051-5061.Grant, L., Nicholson, P., Davidson, B., Finch, S., & Manias, E. (2026). Communication Failures and the Influence of Noise in the Operating Room: A Prospective Cohort Study. Journal of Clinical Nursing.Ministério do Trabalho e Emprego (Brasil). Norma Regulamentadora 17 (NR 17) - Ergonomia.Narayanan, A., Khashram, M., & Fisher, J. P. (2025). Randomized Cross-Over Trial Comparing Stress Responses Amongst Undergraduates and Surgeons With and Without Background Music During Simulated Surgery. Scientific Reports, 15(1), 19461.Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico (SOBECC). Diretrizes de Práticas em Enfermagem Cirúrgica e Processamento de Produtos para a Saúde.Wahr, J. A., Prager, R. L., Abernathy, J. H., et al. (2013). Patient Safety in the Cardiac Operating Room: Human Factors and Teamwork: A Scientific Statement From the American Heart Association. Circulation, 128(10), 1139-69.Weldon, S. M., Korkiakangas, T., Bezemer, J., & Kneebone, R. (2015). Music and communication in the operating theatre. Journal of Advanced Nursing, 71(12), 2763-74.
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História da Anestesia Venosa - Parte 01
Você conhece a história fascinante por trás da anestesia venosa moderna? 💉🩺Hoje vamos começar uma série sobre ela...... Dos primórdios até a TIVA atual .... A primeira parte já está pronta !!!!!Neste podcast, embarcamos em uma jornada no tempo para explorar como a medicina superou dogmas antigos para descobrir a via intravenosa.Do mito de Galeno à quebra de paradigma com William Harvey, e a primeira e bizarra injeção experimental de Christopher Wren... É uma história de coragem, inovação e, claro, alguns experimentos inusitados com vinho e ópio! 🍷😮Acompanhe essa evolução que pavimentou o caminho para a anestesiologia segura e precisa que praticamos hoje.ouça até o fim e nos conte nos comentários: qual desses pioneiros você acha que teve a ideia mais "fora da caixa"? 👇E se você gostou dessa dose de história da medicina, não esqueça de salvar o podcast para consultar depois e nos avaliar com 05 estrelas ! Lembre-se !!!! O artigo completo está disponivel para assinantes do Canal no Instagram..... Considere se associar !!!! @anestesistaseanestesiologistas
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Manobra de Heimlich
🍷 **Jazz, luzes de neon, um jantar chique e... uma rolha de carne na garganta?!** 🥩Nos loucos anos 70, desmaiar no meio do restaurante era tão comum que ganhou o apelido digno de filme *noir*: a **"coronária do café"**. Todo mundo em volta jurava que era um ataque cardíaco, mas o vilão real era bem menos glamouroso: um pedaço de bife mal mastigado bloqueando a traqueia! 🕵️♂️A recomendação médica da época? Dar bons tapas nas costas da vítima. Só tinha um probleminha gravitacional: bater nas costas funcionava igual a bater em uma garrafa para tirar a rolha... a força só empurrava a comida ainda mais para o fundo! 🍾💥É aí que entra o **Dr. Henry Heimlich**, um cirurgião rebelde que olhou para os nossos pulmões e enxergou um grande fole de lareira. Ele descobriu que um "abraço por trás" com um belo tranco no diafragma ejetava o obstáculo pela pura força do ar comprimido! 🌬️🚀Mas a melhor parte da história é o motim midiático. Sabendo que a burocracia médica levaria anos para aprovar sua técnica, Heimlich deu uma de herói subversivo: "furou a fila" da ciência e vazou os diagramas diretos para os jornais, colunas de fofoca e revistas femininas! 🗞️🗣️Ele colocou o passo a passo pendurado com ímã nas geladeiras de todo o país antes mesmo das grandes associações médicas darem o aval. O establishment médico pirou? Com certeza! Houve brigas de ego, tretas com a Cruz Vermelha e muita controvérsia. 🥊Mas, no fim das contas, a ousadia (e teimosia) brilhante desse médico transformou garçons, taxistas e avós nos maiores e mais improváveis heróis de todos os tempos. 🦸♀️🦸♂️Salva esse post e manda para aquele amigo que tem o péssimo hábito de comer rápido demais (só por precaução)! 👀👇#ManobraDeHeimlich #CuriosidadesHistoricas #MedicinaRebelde #PrimeirosSocorros #HistoriaDaCiencia #Anos70 #Curiosidades #FatosDesconhecidos
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"Rebranding” em Anestesiologia
Na Natureza (ou melhor, na Anestesiologia), nada se cria, nada se perde... Tudo sofre rebranding! ♻️💸Se Lavoisier fosse anestesiologista hoje, provavelmente choraria de rir. O progresso na nossa área muitas vezes não é uma linha reta rumo ao desconhecido, mas um verdadeiro carrossel corporativo: nós constantemente revisitamos o mesmo ponto, apenas com uma embalagem gourmet, um nome em inglês e um código de barras assustadoramente mais caro.A indústria aprendeu que requentar a ciência é altamente lucrativo. Pegam um anestésico da década de 1950, enfiam em bolhas de gordura de liberação lenta e cobram o equivalente a ouro líquido para entregar praticamente o mesmo resultado do bloqueio bem feito de sempre. Ou então pegam a velha, esquecida e baratíssima Clonidina, dão um "tapa no visual" para aumentar a seletividade e a vendem como a patricinha Dexmedetomidina.E a academia não fica para trás na gourmetização! 🔠 Nada consagra mais uma técnica jurássica do que dar a ela uma sigla chique. OFA (Opioid-Free Anesthesia)? É a boa e empoeirada anestesia multimodal com drogas da época da Guerra do Vietnã, só que com marketing de startup. LIA nos protocolos de ortopedia? É literalmente o cirurgião jogando anestésico na ferida, um conceito absolutamente revolucionário... do ano de 1905.O pêndulo do pragmatismo é irônico. Abandonamos drogas excelentes por histeria coletiva (alô, Droperidol banido por anos devido a arritmias raras) e abraçamos tecnologias caríssimas para encurtar despertares em 10 minutos, apenas para descobrir que a intervenção médica mais impactante do século continua sendo a mesma: simplesmente ler o rótulo da seringa antes de injetar.Mas, no fim do dia, os receptores do corpo humano ignoram solenemente o nosso marketing. Rir disso não é desmerecer a especialidade, mas aplaudir sua resiliência. A roda da anestesia pode até ser requentada várias vezes, pintada de neon e superfaturada, mas, inquestionavelmente, ela gira de forma muito mais suave e absurdamente mais segura para os nossos pacientes hoje. 🎡💉
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Protocolos Glicemicos no Perioperatório - Análise Crítica
📈 Glicemia sob controle no perioperatório: Um guia prático.A gestão inadequada da glicemia no perioperatório está diretamente ligada a piores desfechos clínicos. Este infográfico resume de forma visual o protocolo ideal para garantir a segurança do seu paciente.Destaque para os fluxogramas centrais:💉 Manejo Terapêutico: Como realizar o ajuste dinâmico de doses de insulina baseado na resposta glicêmica.🎯 Metas por Especialidade: Tabela clara com os alvos glicêmicos (mg/dL) adequados para cada condição clínica e faixa etária.Não deixe a hiperglicemia de estresse comprometer a recuperação do seu paciente.Siga: @anestesistaseanestesiologistasPor: Marcio Augusto Lacerda, TSA/SBA
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As Varias Formas de Fazer a Monitorização Cerebral
Você confia cegamente no número do seu monitor de profundidade anestésica? 🧠⚡Nossa mais recente revisão traz um comparativo direto das principais tecnologias de monitorização cerebral intraoperatória e nocicepção. Se você utiliza BIS, SedLine, Entropia, Conox ou Narcotrend, aqui estão as mensagens centrais para levar para o centro cirúrgico: 🔹 O número não é absoluto: Monitores de EEG processado fornecem estimativas probabilísticas da profundidade hipnótica, mas não medem a consciência diretamente.🔹 A regra de ouro é integrar: Nunca tome decisões baseadas apenas no índice numérico. Integre o valor com o EEG bruto, espectrograma, anestésico utilizado, qualidade do sinal e contexto clínico.🔹 Atenção aos não-GABAérgicos: Fármacos como cetamina, dexmedetomidina e óxido nitroso podem gerar padrões de EEG que resultam em índices paradoxais ou pouco confiáveis.🔹 Nocicepção não é receita de bolo: Tecnologias como ANI, SPI, qNOX e PPI avaliam respostas autonômicas ou musculares e funcionam como excelentes adjuvantes. No entanto, nunca devem guiar o uso de opioides de forma isolada.🔹 Não há um monitor vencedor: A melhor tecnologia é aquela que responde ao seu problema clínico específico e é interpretada por uma equipe treinada. A verdadeira competência não é apenas ler a tela, mas interpretar o paciente. Qual tecnologia de monitorização você tem mais familiaridade na sua prática diária? Conta pra gente nos comentários! 👇 legenda_instagram PDF Aberto
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Monitorização Cerebral em Anestesia
Monitorização Cerebral em Anestesia: Por que você deve olhar muito além do número? 🧠⚡A monitorização da profundidade anestésica através do EEG processado (como o BIS) foi um divisor de águas na nossa especialidade. No entanto, guiar a conduta baseando-se apenas em um número de 0 a 100 pode ser uma grande armadilha clínica.Baseado na excelente revisão do Dr. Marcio Augusto Lacerda, destacamos por que a prática anestésica atual exige o domínio da leitura do Espectrograma e do traçado bruto:Cuidado com as Falsas Elevações: O uso de eletrocautério, atividade muscular facial (EMG) ou até marcapassos podem elevar o valor numérico do BIS de forma enganosa. O número subiu abruptamente? Antes de administrar mais hipnótico, sempre valide a qualidade do sinal (SQI) e cheque os artefatos.Cada Fármaco tem sua Assinatura: O espectrograma permite literalmente "ver" a ação da droga no cérebro. Enquanto o Propofol e os voláteis criam um padrão clássico Alfa-Delta, a Cetamina promove ondas rápidas (podendo manter o BIS entre 60-80 mesmo em anestesia profunda) e a Dexmedetomidina mimetiza o sono fisiológico.Populações Especiais Exigem Cautela: O cérebro idoso produz menos ondas Alfa e entra muito mais facilmente em Burst Suppression (surto-supressão). Reduzir as doses e evitar a supressão excessiva no espectrograma é um passo fundamental para prevenir o delirium pós-operatório.A Evolução é Visual: Já superamos a era do "número cego". A matriz de densidade espectral mostra em cores o que está acontecendo: cores quentes indicam alta energia elétrica; cores frias, silêncio. Isso permite antecipar tendências antes mesmo do número alterar.O monitor não substitui o anestesiologista. A verdadeira segurança do paciente está na integração entre tecnologia, neurofisiologia aplicada e o seu julgamento clínico.Você já tem o hábito de guiar sua conduta analisando as cores e ondas do espectrograma? Compartilhe sua experiência nos comentários! 👇
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Disturbios Cognitivos em Idosos no Pós Operatório.
Os distúrbios neurocognitivos perioperatórios abrangemalterações cognitivas relacionadasao contexto anestésico-cirúrgico e podem repercutir sobre morbidade, tempo deinternação, recuperação funcional e qualidade de vida. Esta revisão narrativa sistematiza conceitos, mecanismos fisiopatológicos, fatores de risco, estratégias preventivas,manejo perioperatório e aspectos de documentação clínica. A abordagemcontemporânea pressupõe triagem pré-operatória, identificação de fragilidade,revisão medicamentosa, manutenção da estabilidade fisiológica intraoperatória,titulação individualizada de agentes anestésicos, analgesia multimodal eintervenções pós-operatórias não farmacológicas multicomponentes. A prevençãorequer estratégia multiprofissional, longitudinal e individualizada, com registroadequado do risco identificado e das medidas implementadas.
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A medicina virou uma linha de montagem? 🏥⚖️Uma Analise sobre Protocolos e Acreditação Hospitalar
A medicina virou uma linha de montagem? 🏥⚖️Existe um abismo crescente entre a ciência médica individualizada e a gestão hospitalar focada em protocolos. O que nasceu para ser um "paraquedas de segurança" e evitar erros humanos básicos, hoje ameaça se tornar uma verdadeira camisa de força burocrática.Será que o foco atual das acreditações é realmente o bem-estar clínico do paciente ou apenas a mitigação de riscos jurídicos e financeiros das instituições?Aqui estão três duras verdades sobre a engrenagem do nosso sistema de saúde atual:1. A Ditadura do ProtocoloA biologia não lê manuais. O paciente real frequentemente possui múltiplas comorbidades, mas os protocolos engessados olham para o sintoma isolado. A busca implacável por bater "100% de adesão às métricas" pune o raciocínio clínico brilhante que tenta adaptar o tratamento à realidade fisiológica daquele doente único.2. A Medicina DefensivaA judicialização da saúde criou o profissional guiado pelo medo. Para proteger o próprio registro e não ser processado, o médico é empurrado a aplicar o protocolo padrão — que serve como um escudo jurídico nos tribunais —, mesmo sabendo que aquele paciente atípico precisaria de uma abordagem diferente. A ciência baseada em evidências degenerou-se em "medicina baseada em jurisprudência".3. O Perigo do "Paciente-Cliente"Hospitais adotaram métricas do varejo (como pesquisas de satisfação e NPS) para avaliar sucesso médico. O problema trágico? A boa prática médica muitas vezes causa desconforto (negar um antibiótico para virose ou recusar exames desnecessários). Avaliar o médico como um prestador de serviços de hotelaria premia a conveniência e pune o rigor científico.O protocolo deve voltar a ser o piso mínimo da segurança, não o limite máximo da inteligência. O ecossistema precisa urgentemente parar de tratar o prontuário e voltar a olhar para o doente. A verdadeira cura mora na individualidade. 🧬🩺
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Polifarmácia e Anestesia: Desafios Perioperatórios e Manejo Medicamentoso
"Você sabia que no centro cirúrgico o anestesiologista raramente anestesia apenas o paciente, mas também a sua 'farmácia particular'? Neste episódio, desvendamos os desafios perioperatórios da polifarmácia. Entenda como o uso crônico de múltiplos medicamentos impacta a anestesia, abordando desde os perigos ocultos das drogas de alta performance e estética em jovens, até o manejo geriátrico focado em prevenir o Delirium pós-operatório (POD). Descubra na prática como aplicar os critérios STOPP/START para uma desprescrição segura e domine o cronograma exato do que suspender e do que retornar antes e depois da cirurgia. Um guia essencial para a segurança do paciente cirúrgico."Como você mencionou que este era o último passo, o seu pacote de estudos e divulgação está completo! Há mais alguma curiosidade final sobre as diretrizes ou podemos encerrar o seu estudo sobre polifarmácia por hoje?
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⚠️ Lesão Nervosa Perioperatória: Muito além do mau posicionamento!
⚠️ Lesão Nervosa Perioperatória: Muito além do mau posicionamento!O dano a nervos periféricos no pós-operatório pode gerar sequelas definitivas. Historicamente, a culpa recaía apenas no posicionamento na mesa, mas hoje sabemos que a etiologia é multifatorial! 💡Pacientes com diabetes, obesidade ou tabagismo possuem menor reserva neuronal (fenômeno do double-crush), sendo muito mais suscetíveis a danos por compressão mecânica, isquemia (torniquetes) ou neurotoxicidade medicamentosa.Veja o resumo prático para um manejo seguro:🛡️ 1. PREVENÇÃO (O Básico que Salva)Equipe: Comunicação ativa e constante (Cirurgia + Anestesiologia + Enfermagem).Posicionamento: Proteja áreas críticas (cotovelos, cabeça da fíbula) com coxins de gel. Mantenha a abdução do braço sempre < 90°.Segurança: Tempo restrito de isquemia para garrotes e uso obrigatório de ultrassom em bloqueios regionais.⏱️ 2. O TIMING DO DIAGNÓSTICO12-24h: Exame neurológico minucioso. Apresentou dor severa ou piora rápida? Imagem urgente para descartar hematoma compressivo reversível!4 semanas: É o "momento de ouro" para a 1ª Eletroneuromiografia (ENMG), pois a degeneração walleriana já é diagnosticável com exatidão.⚡ 3. A REGRA DOS 6 MESES (Ação e Tratamento)A maioria das lesões é leve (neurapraxia) e responde à fisioterapia e controle da dor. Porém, atenção aos Red Flags:3 meses: Paralisia motora completa sem melhora na clínica ou ENMG? Avaliação cirúrgica precoce!6 meses (Limite Crítico): A referência a um especialista em nervos periféricos torna-se mandatória. O nervo se regenera a uma taxa de apenas ~1 mm/dia. Intervenções realizadas após 6-9 meses perdem eficácia drasticamente!👩⚕️👨⚕️ Um protocolo ágil resgata a funcionalidade do paciente! Salve este post para revisar no plantão e compartilhe com a equipe do centro cirúrgico! 🚀👇#Medicina #Cirurgia #Anestesiologia #SegurancaDoPaciente #CentroCirurgico #Neurologia #Ortopedia #Neurocirurgia
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Sete Dogmas da Anestesiologia - Publicações em Junho de 2026
Sete Dogmas da Anestesiologia - Publicações em Junho de 2026O piloto automático é o maior inimigo da anestesiologia moderna. 🚨Lemos os principais editoriais e debates que acabaram de sair do forno nos maiores periódicos da nossa área (Anesthesiology, BJA, Anaesthesia) e fizemos o trabalho sujo: separar o que é ciência sólida do que é viés ideológico ou delírio acadêmico.Neste carrossel, não aceitamos protocolos de braços cruzados. Colocamos o "advogado do diabo" na mesa para analisar a fundo 7 dogmas da nossa prática:🧠 O BIS é realmente um mito inútil ou estamos interpretando a tela errada?💉 A anestesia Opioid-Free (OFA) sobrevive na vida real quando o bloqueio regional falha?🩸 O gatilho de transfusão no trauma craniano (TCE) precisa mesmo ser tão restritivo?📉 Fazer TIVA te isenta de se preocupar com a poluição do fluxo de gás fresco?🤖 Até onde a Inteligência Artificial e os fundos de Private Equity ameaçam a nossa autonomia?Nós confrontamos as opiniões recentes com a literatura consolidada para te entregar o que realmente importa: a aplicabilidade diária para o seu plantão de amanhã.👉 Arraste para o lado, saia do dogma e eleve o nível da sua prática cirúrgica.Qual desses 7 temas gera mais polêmica ou atrito na sua equipe hoje? Deixa sua opinião aqui nos comentários! 👇#Anestesiologia #Anestesia #MedicinaBaseadaEmEvidencias #AnestesiaRegional #Neuroanestesia #POCUS #SegurancaDoPaciente #CentroCirurgico #AtualizacaoMedica #Medicina
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O Debate do Momento: O Limite do Corpo nas Cirurgias Plásticas Estéticas Combinadas
🚨 **"Se cair de moto, machuca menos..."** 🚨A frase, do @anestesia.raiz, é uma brincadeira ácida dos bastidores do centro cirúrgico, mas esconde uma verdade biológica assustadora sobre a febre dos grandes "combos" de cirurgia plástica. Bem-vindos à realidade do **Politrauma Estético**.Quando associamos Abdominoplastia, Mastopexia, Lipo HD 360 e tecnologias térmicas (como Vaser ou Argoplasma) na mesma anestesia, as fronteiras entre um trauma acidental grave e a cirurgia eletiva simplesmente desaparecem. O seu corpo não sabe que a agressão é estética; ele reage deflagrando uma tempestade inflamatória severa.Para complicar, a busca pelo corpo perfeito antes da cirurgia criou um coquetel farmacológico perigoso na mesa de operação:💉 **Agonistas GLP-1 (Ozempic/Wegovy):** Retardam o esvaziamento do estômago e acendem o alerta vermelho para a anestesia.💊 **Anabolizantes e "Chips da Beleza":** Engrossam o sangue e multiplicam exponencialmente o risco de trombose.⚡ **Termogênicos:** Exaurem o corpo e causam instabilidade grave na pressão arterial.**A cirurgia combinada está proibida?** NÃO.Mas o modelo antigo do "cirurgião estrela isolado" acabou. Sobreviver a uma megacirurgia exige uma verdadeira tropa de choque, protocolos rígidos de otimização de sangue (*Patient Blood Management*), prevenção implacável contra embolia (Escore de Caprini) e um Anestesiologista atuando como um verdadeiro intensivista de plantão exclusivo para você.👉 Preparei um dossiê completo no carrossel de hoje desvendando o que acontece no seu corpo durante essas longas horas e, principalmente, **como a medicina moderna e a ciência atuam para garantir a sua vida**.Arraste para o lado, leia com atenção e descubra por que a sua segurança não pode ser decidida apenas pelo relógio ou pelo bolso.💬 Você sabia o que realmente acontece no corpo durante um "combo" cirúrgico? Me conta aqui nos comentários o que mais te surpreendeu! 👇📌 **Não esqueça de SALVAR este post para consultar quando for planejar a sua cirurgia e COMPARTILHAR com aquela amiga que quer "fazer tudo de uma vez".**
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A Rede de Segurança na Anestesia Solitária
A anestesia trabalha sem rede de segurança? A verdade sobre o preparo de medicações. 👇Recentemente, uma publicação do colega @renatolucasmd trouxe à tona um debate crucial: a anestesiologia seria uma exceção crítica na medicina, operando em um ciclo solitário onde um único profissional decide, prepara e administra drogas de altíssimo risco em questão de segundos.A premissa dele é verdadeira e assustadora. Ao eliminarmos as etapas clássicas de redundância (onde o médico prescreve, a farmácia dispensa e a enfermagem checa e administra), nós aumentamos drasticamente o risco de erros ativos. Os dados são concretos: cerca de 1 em cada 20 administrações no perioperatório envolve algum evento adverso ou erro, como troca de ampolas (look-alike) ou erros de diluição (Nanji et al., 2016).Lidamos diariamente com bloqueadores neuromusculares e vasopressores — drogas em que um erro de miligramas tem impacto imediato e, por vezes, fatal.Mas a narrativa não termina no medo. Dizer que não temos rede de segurança ignora a imensa evolução da nossa especialidade. Nós não somos reféns do sistema; nós redesenhamos o sistema.Como mitigamos esse risco na prática contemporânea de alta complexidade?1. Engenharia de Fatores Humanos: O erro raramente é negligência; é fadiga, pressão de tempo e ampolas idênticas. Por isso, a rotulagem internacional por cores (ISO 26825) é inegociável.2. Arquitetura da Bancada: A organização do nosso workspace não é preciosismo. O uso de templates padronizados para organizar as seringas reduz erros de dosagem em quase 80% (Grigg et al., 2017).3. A Nova Dupla Checagem: O planejamento de casos complexos, a transição para seringas pré-preenchidas e a implementação de leitura de código de barras no centro cirúrgico são as nossas barreiras definitivas contra a vulnerabilidade do ciclo solitário.A segurança do paciente não depende de sermos super-heróis infalíveis. Depende de construirmos e respeitarmos sistemas à prova de falhas humanas.Como está a organização do workspace e a padronização de rótulos no seu serviço atual?
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Como o xampu causa choque na anestesia
Esta revisão técnica aborda a anafilaxia e as reações de hipersensibilidade no ambiente perioperatório, enfatizando a necessidade de atualização diante da alta mortalidade dessas ocorrências. O texto detalha a fisiopatologia moderna, diferenciando reações mediadas por IgE de ativações diretas, como as que ocorrem via receptor MRGPRX2 ou pelo sistema complemento. São identificados os principais agentes causadores, incluindo bloqueadores neuromusculares, antibióticos e "inimigos ocultos" como a clorexidina e aditivos farmacêuticos. O material fornece protocolos práticos de manejo e diagnóstico, destacando o uso da adrenalina como pilar do tratamento e a importância da triptase sérica para confirmação. Além disso, apresenta checklists rigorosos para a avaliação pré-anestésica, visando identificar riscos relacionados a suplementos fitoterápicos, látex e reatividades cruzadas. Por fim, o guia orienta a cadeia de custódia pós-operatória, garantindo que eventos adversos sejam devidamente documentados e encaminhados para investigação especializada.
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Anestesia e Anafilaxia Perioperatória
Esta revisão técnica aborda a anafilaxia e as reações de hipersensibilidade no ambiente perioperatório, enfatizando a necessidade de atualização diante da alta mortalidade dessas ocorrências. O texto detalha a fisiopatologia moderna, diferenciando reações mediadas por IgE de ativações diretas, como as que ocorrem via receptor MRGPRX2 ou pelo sistema complemento. São identificados os principais agentes causadores, incluindo bloqueadores neuromusculares, antibióticos e "inimigos ocultos" como a clorexidina e aditivos farmacêuticos. O material fornece protocolos práticos de manejo e diagnóstico, destacando o uso da adrenalina como pilar do tratamento e a importância da triptase sérica para confirmação. Além disso, apresenta checklists rigorosos para a avaliação pré-anestésica, visando identificar riscos relacionados a suplementos fitoterápicos, látex e reatividades cruzadas. Por fim, o guia orienta a cadeia de custódia pós-operatória, garantindo que eventos adversos sejam devidamente documentados e encaminhados para investigação especializada.
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O que de Interessante na Literatura Médica em Anestesiologia em Maio de 2026
**🎙️ O que os principais periódicos de Maio/2026 não te contaram? Vista a toga do "Advogado do Diabo" com a gente! ⚖️🔥*Saiu mais um episódio denso, prático e extremamente crítico do nosso podcast. Nós dissecamos as publicações mais quentes do mês (Green Journal, BJA, Blue Journal, entre outros), mas não viemos aqui apenas para ler resumos. Pegamos a melhor evidência científica disponível e testamos contra a realidade nua e crua do nosso dia a dia no bloco cirúrgico.Arraste para o lado no carrossel ➡️ e confira um resumo dos nossos debates de hoje:* *Ventilação Mecânica:* Mechanical Power é o novo padrão-ouro ou apenas mais carga cognitiva na sala de cirurgia eletiva?* *TIVA e o Planeta:* A transição para venosa total é sustentabilidade real ou apenas narrativa comercial ignorando o impacto do plástico?* *Obstetrícia em Foco:* Evidência nível A enterrando de vez o mito de que analgesia de parto causa Autismo ou TDAH.* *POCUS Gástrico:* A fórmula de Perlas não serve para estômago com sleeve. Mas cuidado ao tentar ser um mestre da matemática em plena urgência da madrugada.* *Ensino e IA:* A "caixa preta" da laringoscopia e por que bonecos de plástico baratos ensinam intubação tão bem quanto robôs de cem mil dólares.* *Esmolol na Multimodal:* O excelente estudo multicêntrico brasileiro. Ele é um poupador de opioide real ou apenas uma máscara para a taquicardia induzida pela dor?Evidência científica só tem valor quando mastigada, digerida e aplicada na beira do leito, conhecendo os limites e os vieses de cada "Valor de P". 🎧 Já terminou o plantão? Despeje aquele Primitivo de Puglia merecido na taça, aumente o volume e ouça o episódio completo! 👇 Qual desses temas mais impacta a sua rotina hoje? Deixe sua opinião aqui nos comentários!---Conteúdo produzido por @anestesistaseanestesiologistas / @marcioaugustolacerda1966
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A Història da Anestesia Inalatória Parte 02
🚨 A História da Anestesia Inalatória Parte 02: Explosões no Centro Cirúrgico, Guerras Mundiais e a Evolução da Anestesia! 🚨O Episódio 13 do nosso podcast já está no ar! Desta vez, dando sequência à nossa minissérie sobre a História e os Fundamentos da Anestesia Inalatória, vamos explorar como a busca pela segurança transformou para sempre a nossa especialidade.Neste episódio, eu, Marcio Augusto Lacerda, levo vocês por uma viagem no tempo para entender:⚙️ O "Design" da Máquina de Anestesia: Como o engenheiro inglês Henry Boyle usou o cenário de caos da 1ª Guerra Mundial para criar o sistema de vaporizadores e cilindros que serviu de base para as máquinas que usamos até hoje.🌡️ O Desafio do Resfriamento: A genialidade por trás do "Copper Kettle" (a chaleira de cobre) e a evolução até os nossos conhecidos vaporizadores calibrados.🔥 Explosão, Incêndio e Morte: O perigo letal dos antigos agentes voláteis inflamáveis, como o ciclopropano, que em contato com o eletrocautério causaram tragédias reais nas mesas de operação.💉 A Lição de Pearl Harbor: A introdução revolucionária do Tiopental (Pentotal) e como o seu uso no ataque de 1941 evidenciou a necessidade inegociável de drogas mais estáveis para pacientes em choque.Foi preciso muita ciência, engenharia e, infelizmente, algumas tragédias para consolidar a anestesia como a especialidade focada na vigilância e manutenção da vida que conhecemos hoje.🎧 Corre para ouvir! (Link na bio) e se você está gostando dessa imersão histórica, não esqueça de deixar ⭐⭐⭐⭐⭐ na sua plataforma de áudio favorita!💎 Quer ir além?Torne-se um assinante VIP aqui no perfil (@anestesistaseanestesiologistas) ou apoie o nosso projeto no Apoia.se! Apoiadores ganham:Acesso ao roteiro completo do episódio em PDF 📄Entrada no nosso grupo VIP fechado no WhatsApp 📱Conteúdos exclusivos toda sexta-feira 🔒Te encontro lá e até o desfecho dessa história no próximo episódio! Abraços!
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A História da Anestesia Inalatória Parte 01
🎙️ MINISSÉRIE: HISTÓRIA DA ANESTESIA INALATÓRIA - PARTE 1: De Alquimistas a Anestesiologistas📅 Episódio #12 | Slide #9 de #13Que tal um resumo visual e comparativo de tudo o que vimos até agora? Neste nono slide de nossa jornada, o Dr. Marcio Augusto Lacerda nos traz uma síntese clara dos dois grandes pioneiros da anestesia inalatória: o Éter e o Clorofórmio.De um lado, temos o Éter (Morton, 1846), o "veterano" seguro para o coração, mas que desafiou os médicos com sua indução lenta e as náuseas intensas pós-operatórias.Do outro, o Clorofórmio (Snow, 1853), a "novidade" rápida e sem cheiro ruim, que conquistou a Rainha Vitória, mas que escondeu um perigo mortal: o risco de arritmias cardíacas graves e falência hepática.A história da anestesia é exatamente sobre essa busca incessante pelo equilíbrio entre eficiência e segurança. Este infográfico resume essa lição final: a evolução do empirismo para a ciência organizada, onde cada detalhe, como o coeficiente sangue-gás, começou a ser compreendido.👇 Qual desses desafios você acha que foi o mais difícil de superar nos primórdios da anestesia: a lentidão do Éter ou a instabilidade do Clorofórmio? Comente aqui embaixo!📺 Assista ao episódio completo e confira todos os slides! Novos episódios às terças e quintas!🎧 Siga-nos no Spotify e Apple Podcasts!📄 PDF completo e conteúdos exclusivos na área de assinantes (Link na bio 💎)! Considere ser um assinante do canal para apoiar nosso projeto.Com @anestesistaseanestesiologistas e @marcioaugustolacerda1966.
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Complicações Neurológicas na Raquianestesia
🚨 PACIENTE NÃO MEXE AS PERNAS APÓS RAQUI: O QUE FAZER?Aquele momento que dá um calafrio na espinha... 😰Você recebe a notícia: "Doutor, o paciente não está conseguindo mexer as pernas depois da raquianestesia"❤️ Taquicardia😰 Suor frio🧠 Mas você respira fundo e age!A PERGUNTA: É bloqueio residual normal ou uma emergência com janela de apenas 12 HORAS? ⏰📊 CONTEXTO:Complicações graves são RARAS (menos de 1 em 150.000 raquis), mas quando acontecem, CADA MINUTO CONTA!🎯 NESTE CARROSSEL VOCÊ VAI APRENDER:✅ Os 3 cenários principais (bloqueio residual, hematoma epidural, neuropatia periférica)✅ Os 5 SINAIS DE ALARME que exigem RM urgente✅ Exame neurológico rápido à beira do leito✅ Como estratificar risco e definir conduta✅ Dica de OURO para segurança jurídica🔴 MEMORIZE OS 5 ALARMES:1️⃣ DOR INTENSA lombar/radicular2️⃣ Déficit motor PIORANDO3️⃣ Bloqueio prolongado (>6-8h)4️⃣ Disfunção esfincteriana5️⃣ Febre + déficit neurológicoQUALQUER UM = RM URGENTE + NEUROCIRURGIA! 🚨⚠️ REGRA DE OURO:Na dúvida, PEQUE PELO EXCESSO! É melhor uma RM "desnecessária" do que perder a janela terapêutica de 12 horas.💡 Hematoma epidural: apenas 47% dos pacientes se recuperam completamente, e esse número PIORA muito se a cirurgia atrasar!📌 SALVE este post para consultar no plantão!💬 MARQUE aquele colega anestesista que precisa ver isso!⭐ Quer o PDF completo com tabelas e fluxogramas? Link na bio!🎧 Este conteúdo é baseado no episódio do nosso PODCAST! Ouça a versão completa em todas as plataformas de podcast.👨⚕️ Dr. Marcio Augusto LacerdaMédico AnestesiologistaCoordenador de Conteúdo
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Como a Nitroglicerina subcutanea facilita a puncao e canulizacao da arteria radial
💉 NitroglicerinaSubcutânea: O "Pulo do Gato" para Acesso Radial Difícil 🎯Este post se inspirou no original docanal @anestesiacomcafePunção arterial radial nem sempre é fácil. Artériaspequenas, espasmo reflexo intenso e múltiplas tentativas podem levar acomplicações e hematomas. 😰 Mas e se houvesse umtruque simples, seguro e baseado em evidências para facilitar isso?As novas evidências de 2025 confirmam o benefício daNitroglicerina (NTG) Subcutânea. Deslize para este carrossel completo ondeabordamos tudo o que você precisa saber ao leito:🔬 Mecanismo de Ação: Comoa liberação de óxido nítrico blinda contra o espasmo e dilata a artéria em20-25%.📈 Resultados Impactantes:Aumento de 60% no sucesso na 1ª tentativa e redução de 85% nos hematomas(NNT=4).👶 Pediatria: Dicasespecíficas para artérias minúsculas e redução drástica da oclusão arterial(RAO) com NNT=2 (!).📋 Protocolos por Cenário:Centro Cirúrgico, Emergência, UTI e Cardiologia.💡 Dicas Práticas e GoldenRules: Aquecimento, Timing e Custo-Efetividade.📚 Evidências Atualizadas:Singh et al. (JCTVA) e Park et al. (JAMA Peds).
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Bloqueios Regionais Guiados por US em Cirurgia Plástica Estética
Este material examina o papel fundamental dos bloqueios regionais guiados por ultrassom na modernização da cirurgia plástica estética, destacando sua eficácia em comparação a técnicas tradicionais. O texto sugere que o uso de estratégias poupadoras de opioides não apenas melhora a recuperação do paciente, reduzindo náuseas e dor, como também facilita a alta precoce em regimes ambulatoriais. São detalhadas técnicas específicas, como os bloqueios PECS, TAP e ESP, fornecendo diretrizes precisas sobre dosagens e volumes de anestésicos locais para garantir a segurança clínica. Além dos aspectos técnicos, a fonte aborda o contexto médico-legal brasileiro, alertando que a recusa em oferecer essas tecnologias pode configurar uma prática defensiva inadequada diante dos novos direitos de autonomia do paciente. Por fim, reforça-se que a ultrassonografia revolucionou a segurança do procedimento, consolidando os bloqueios de plano fascial como uma ferramenta emergente para intervenções mamárias e abdominais.
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Protocolo de Pré-Habilitação Cirúrgica para Usuários de Agonistas GLP-1/GIP
Protocolo de Pré-Habilitação Cirúrgica para Usuários de Agonistas GLP-1/GIPEste guia apresenta um protocolo clínico integrado para o manejo perioperatório de pacientes que utilizam agonistas de GLP-1, focando no equilíbrio entre a segurança anestésica e a preservação nutricional. As diretrizes destacam que esses medicamentos aumentam o risco de aspiração pulmonar devido ao esvaziamento gástrico lento, além de propiciarem a perda de massa magra e sarcopenia. O texto estabelece critérios rigorosos de estratificação de risco, recomendando o uso de ultrassom gástrico (POCUS) e períodos específicos de interrupção da medicação antes de cirurgias eletivas. Além disso, enfatiza a necessidade de pré-habilitação, combinando uma dieta rica em proteínas com exercícios resistidos para garantir a recuperação tecidual e a viabilidade cirúrgica. Por fim, o documento fornece um checklist detalhado para que as equipes médicas monitorem deficiências vitamínicas e implementem técnicas de indução segura em casos de alto risco.
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Principais Artigos de Anestesiologia em Abril de 2026
🚨 Atualização rápida e direto da fonte! O que os principais periódicos do mundo trouxeram para a nossa prática neste mês de Abril de 2026? 📚💉Fizemos um resumão com 6 artigos essenciais publicados na Anesthesiology, Anesth Analg e BJA que têm impacto direto na nossa tomada de decisão dentro do bloco cirúrgico. E claro, sempre analisando o que é aplicável na nossa realidade aqui no Brasil. 🇧🇷Arrasta para o lado para conferir:1️⃣ Sugammadex vs. Succinilcolina: Será o fim da velha Succina na Indução em Sequência Rápida?2️⃣ Efeito Ozempic (GLP-1): Estômago cheio mesmo em jejum? O POCUS gástrico como seu melhor amigo na hora da conduta.3️⃣ Dor Neuropática: O alvo não é o DRG? A ciência básica apontando novos caminhos.4️⃣ Bloqueios Fasciais: A diretriz da ASA bateu o martelo como padrão para cirurgias torácicas e abdominais abertas.5️⃣ Neurofisiologia: A relação (e as pegadinhas) entre Vasopressores e o Potencial Evocado Motor.6️⃣ Simulação In Situ: Focando nas falhas logísticas do sistema para salvar vidas na hemorragia pós-parto.📌 Atenção aos dois últimos slides! Deixamos um Infográfico de resumo e um Check-list de Ação Clínica completíssimo para você salvar e ter na mão no seu próximo plantão.Fala a verdade, qual dessas novidades já virou rotina no seu hospital e qual delas ainda é um desafio? Deixa aqui nos comentários! 👇...@anestesistaseanestesiologistas @marcioaugustolacerda1966
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Uso de Analogos GLP-1 / GIP em Pacientes Bariatricos e Pos-Bariatricos
Discutimos o complexo manejo perioperatório de pacientes que utilizam agonistas de GLP-1 em contextos de cirurgia bariátrica e plástica reparadora, destacando novos consensos para 2025 e 2026. O material alerta para o risco de conteúdo gástrico residual aumentado, que pode ser até seis vezes maior mesmo com jejum adequado, exigindo o uso de ultrassonografia gástrica (POCUS) e indução em sequência rápida. Além disso, introduz-se o conceito de "triplo hit nutricional", onde a má absorção da bariátrica somada à supressão de apetite pelo fármaco pode comprometer gravemente a cicatrização em cirurgias de contorno corporal. As diretrizes sugerem uma transição da suspensão cega da medicação para uma mitigação ativa, focando em dieta líquida prévia e suplementação proteica intensiva. Por fim, as evidências mostram que, embora o risco de aspiração não aumente globalmente com as medidas corretas, a otimização metabólica e nutricional é o fator determinante para o sucesso cirúrgico.
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O NOVO PACIENTE CIRURGICO NA ERA DO GLP-1
A revolução dos incretinomiméticos (agonistas GLP-1 e duplos agonistas GIP/GLP-1) encerrou a fase do paciente cirúrgico "simples", trazendo para o centro cirúrgico um fenótipo clínico inédito e complexo. Neste episódio voltado para médicos anestesiologistas e cirurgiões, mergulhamos fundo no novo paradigma de manejo perioperatório, onde a simples suspensão rotineira e cega dessas medicações deixou de ser respaldada pelas diretrizes modernas.Discutimos as nuances desse novo paciente que frequentemente chega ao bloco operatório com exames metabólicos impecáveis, mas esconde fatores críticos de risco: o esvaziamento gástrico imprevisível, a depleção sistêmica de volume e uma ingestão proteica severamente insuficiente. O episódio aborda de maneira técnica e direta o equilíbrio necessário para manejar dois grandes pilares: a mitigação do risco agudo anestésico, relacionado ao volume gástrico residual, e a correção do risco crônico e estrutural, ligado ao catabolismo cirúrgico e à falha de cicatrização.Destaques deste episódio:A Falácia da Suspensão e o Risco de Aspiração: A prática de suspender o fármaco empíricamente por várias semanas provou-se ineficaz, visto que o estômago pode apresentar conteúdo residual aumentado mesmo após 30 dias de suspensão. Exploramos a estratificação de risco atualizada, que prioriza o uso do ultrassom gástrico (POCUS) e medidas protetoras assertivas, como a dieta líquida clara nas 24 horas que antecedem a cirurgia.Estratégias de Via Aérea: Para pacientes classificados como de alto risco, sintomáticos, ou quando não há POCUS disponível, revisamos a obrigatoriedade de assumir o estômago cheio presumido. Abordamos as condutas de Indução em Sequência Rápida (ISR), intubação orotraqueal compulsória, uso de procinéticos venosos e a importância de evitar dispositivos supraglóticos.Sarcopenia Iatrogênica e Risco Cirúrgico: Entenda a fisiopatologia por trás do fato de que 25% a 40% de todo o peso perdido em pacientes sem supervisão médica adequada pode ser originado de massa livre de gordura. A fragilidade pré-operatória é capaz de elevar a mortalidade em 30 dias até mesmo nos procedimentos cirúrgicos considerados de estresse muito baixo (OSS 1).A Solução da Pré-Habilitação: O uso de medicações para perda de peso pode se transformar em um verdadeiro aliado na prevenção de deiscências, contanto que haja otimização multidisciplinar prévia. Explicamos o protocolo essencial de aporte proteico agressivo (1,2 a 1,6 g/kg/dia) aliado compulsoriamente a programas de treinamento resistido.Desafios por Especialidade: Uma imersão no manejo das cirurgias cardíacas, cujo risco de vasoplegia é exacerbado pela desidratação crônica comum nesses pacientes, e nas cirurgias ortopédicas. Também detalhamos o temido "triplo hit nutricional", especialmente crítico para os pacientes bariátricos e pós-bariátricos que se submetem a cirurgias plásticas de contorno corporal.Dominar as estratégias mitigadoras e as ferramentas de triagem desde o nível da recepção hospitalar deixou de ser um diferencial acadêmico e transformou-se em uma habilidade clínica inegociável.Conclusão: O uso de GLP-1/GIP demanda cautela, mas o conhecimento é a nossa melhor ferramenta. Considere seguir nosso podcast, avaliá-lo com 05 estrelas e nos seguir nas redes sociais para mais conteúdos de excelência em anestesiologia. Abs!
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Estamos nas Redes Sociais
Bom dia pessoal: Fizemos algumas mudanças no canal, já que expandimos nossa atuação para outras redes sociais, como o Spotify, Apple Podcast, TikTok e You Tube ……. Você pode procurar nossas páginas pelo @anestesistaseanestesiologistas…. Passaremos a publicar novos conteúdos às terças e quintas feiras, em slides no Instagram, Vídeos no Tik Tok e You Tube, e podcast no Spotify e Apple Podcast ….. As sextas publicarei conteúdo exclusivo para os assinantes do canal ….. Também criamos uma campanha no Apoia-se para que possamos ter mais recursos para gerar mais conteúdo para vocês ….. Se quiser nos ajudar, é só entrar lá e procurar @anestesistaseanestesiologistas ……. Um abraço a todos ….
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Você ainda pede Risco Cirúrgico e acredita nele? Acho que voce precisa rever suas condutas e conceitos .....
O Fim do Mito dos 4 METs: A Nova Escada da Sobrevivência na Avaliação Pré-Operatória 🩺🎙️Bem-vindos a mais um episódio do canal Anestesistas & Anestesiologistas, com Marcio Augusto Lacerda!Neste episódio/vídeo, vamos desconstruir um dos maiores mitos da Medicina Perioperatória: a famosa pergunta "O senhor consegue subir dois lances de escada?". Por décadas, usamos o corte binário de 4 METs para classificar pacientes em "aptos" ou "inaptos". Mas a biologia não é binária!Com base em novas e robustas evidências – incluindo a coorte prospectiva de 2026 com mais de 38 mil pacientes –, mostramos como a capacidade funcional é, na verdade, uma Ladeira Contínua de Risco. Descubra por que o grupo "intermediário" (4 a 5 METs) tem o triplo de risco de mortalidade em relação aos atletas e entenda o conceito vital de DAH (Days at Home Alive - Dias em Casa Vivo), que mede a morbidade invisível no pós-operatório.Discutimos também a "Tríade de Ouro" da avaliação moderna, cruzando a capacidade em METs (via questionário DASI), a Fragilidade e o Porte Cirúrgico, abandonando a velha "liberação médica" para adotar um planejamento proativo com uso de biomarcadores (Troponina e NT-proBNP) e Pré-habilitação.🎧 Dê o play e atualize a sua anamnese hoje mesmo!👍 Gostou do conteúdo? Deixe seu curtir, avalie o nosso podcast/vídeo, inscreva-se no canal e ative o sininho 🔔 para não perder nenhuma atualização focada na excelência da nossa especialidade! Siga-nos em todas as redes sociais: @anestesistaseanestesiologistas--------------------------------------------------------------------------------📚 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS: (Materiais e evidências utilizados na elaboração deste episódio)1. Valadkhani, A., et al. (2026). Impact of Preoperative Functional Capacity on Postoperative Mortality and Morbidity: A Prospective Cohort Study. Anesthesiology..2. Wijeysundera, D. N., et al. (2018). Assessment of functional capacity before major non-cardiac surgery: an international, prospective cohort study (METS Study). The Lancet, 391(10140), 2631-2640.3. Thompson, A., et al. (2024). 2024 AHA/ACC... Guideline for Perioperative Cardiovascular Management for Noncardiac Surgery. Circulation, 150(19), e351-e442.4. Halvorsen, S., et al. (2022). 2022 ESC Guidelines on cardiovascular assessment and management of patients undergoing non-cardiac surgery. European Heart Journal, 43(39), 3826-3924.5. Murthy, N. M., et al. (2025). Preoperative Diagnostic Assessment of Patients with Cardiovascular Risk Factors Undergoing Noncardiac Surgery: A 2025 Update. Methodist DeBakey Cardiovasc J, 21(4), 87-100.6. Coutinho-Myrrha, M. A., et al. (2014). Duke Activity Status Index for Cardiovascular Diseases: Validation of the Portuguese Translation. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 102(4), 383-390.7. Hlatky, M. A., et al. (1989). A brief self-administered questionnaire to determine functional capacity (the Duke Activity Status Index). The American Journal of Cardiology, 64(10), 651-654.8. Boghean, A., Guțu, C., & Firescu, D. (2025). Perioperative Risk: Short Review of Current Approach in Non Cardiac Surgery. Journal of Cardiovascular Development and Disease, 12(1), 24.9. Caliskan, B., et al. (2025). Pre-Operative Cardiac Risk Assessment to Predict Mortality and Intensive Care Admission in Elderly Patients Scheduled for Non-Cardiac Surgery... Eur Arch Med Res, 41(4), 246-252.10. Arbee-Kalidas, N., & Purbhoo, K. (2024). Preoperative Assessment of Functional Capacity. Anaesthesia Tutorial of the Week (WFSA).--------------------------------------------------------------------------------Você ainda pede Risco Cirúrgico e acredita nele?
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Fragilidade: o conceito que esta revolucionando o pre-operatorio
A Fragilidade na Avaliação Pré-Operatória | Com Marcio Augusto LacerdaDescrição: Bem-vindos ao canal Anestesistas e Anestesiologistas! Neste episódio, Marcio Augusto Lacerda, TSA/SBA, destrincha um dos temas mais críticos e atuais da medicina perioperatória: a Síndrome de Fragilidade.A idade cronológica nem sempre reflete a idade biológica do paciente. Compreender a perda de reserva fisiológica e saber estratificar esse risco é essencial para evitar o "segundo hit" do estresse cirúrgico/anestésico e prevenir complicações graves, como o delirium pós-operatório e a perda de independência do idoso.Neste episódio, estruturado para residentes e especialistas em anestesiologia, você vai aprender:Fisiopatologia da Fragilidade: Por que o idoso frágil não tolera o estresse cirúrgico.Avaliação Prática: Como aplicar a Clinical Frailty Scale (CFS) na anamnese em menos de 1 minuto (O "Teste de 1 Minuto").Manejo Intraoperatório: Estratégias neuroprotetoras, titulação de fármacos e monitorização da profundidade anestésica para evitar o delirium.Ação Proativa: Quando acionar a "Pausa Cirúrgica" e como funciona o protocolo de Pré-habilitação Trimodal (Nutrição, Exercício e Suporte Psicológico).A fragilidade não é um veto automático para a cirurgia, mas um marcador de risco modificável que exige adequação da técnica anestésica e otimização prévia.🔔 Inscreva-se no canal para mais atualizações práticas e baseadas em evidências sobre Anestesiologia!
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E ai ? Ringer com Lactato ou Plasmalyte ?????
Sabe aquele residente que fica te azucrianado pedindo para usar tudo que e novo ? Como voce vai convence-lo que nem tudo que e novo e o melhor ??? Que o que vale e o bom senso e saber a melhor indicacao ..... Aqui vale para a escolha da solucao cristaloide balanceada para seu perioperatorio ......
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A ciencia de August Bier
Esta e a história visceral do Dr. August Bier, os testes bizarros com seu assistente Hildebrandt e o grande legado que ele deixou na medicina e ecologia.
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A Historia do Carrinho de Anestesia
Voce ja imaginou como foi inventado a "maquina" que o medico Anestesiologista usa no seu dia-a-dia ???? Pois e...... Vamos entao conhecer esta historia aquiPor Marcio Augusto Lacerda, TSA/SBA, para o canal "Anestesistas e Anestesiologistas"
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Como aquecer o paciente durante a Cirurgia
O material aborda a importância da normotermia no ambiente cirúrgico, destacando que manter a temperatura corporal acima de 36 °C é essencial para a segurança do paciente. Os textos enfatizam o uso de sistemas de ar forçado como o método mais eficaz para prevenir a hipotermia, técnica que traz benefícios como a redução de infecções e a estabilidade cardiovascular. Além dos aspectos clínicos, a fonte explora o cenário jurídico brasileiro, mencionando resoluções do CFM e decisões do STJ que garantem ao médico a autonomia para indicar esse tratamento. São apresentadas diretrizes para a proteção de populações vulneráveis, como crianças e idosos, que possuem maior risco térmico. Por fim, o documento oferece modelos de prescrição médica para auxiliar profissionais na fundamentação técnica e na prevenção de negativas por parte de planos de saúde.
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