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PODCAST · music

Jardim Eclético

Espaço reservado para a música: rock, mpb, jazz,

  1. 13

    David Bowie e seus discos entre os 500 melhores álbuns de todos os tempos... segundo a NME

    David bowie teve 10 de seus álbuns dentre a lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos segundo a revista New Musical Express (NME).

  2. 12

    Luz e sombra - a música do Led Zeppelin

    Recentemente lendo o livro “Led Zeppelin - quando os gigantes caminhavam sobre a Terra” de Mick Wall, em que conta a trajetória da banda, tomei contato com algumas faixas que eu desconhecia e também com o “making of” de algumas outras, ou de como elas se originaram. O livro também fala das “influências” da músicas de outros artistas no repertório do Led. Algumas coisas foram, digamos, “chupadas” de outros artistas como a música “You Shook me” que foi gravada por Muddy Waters mas que teve uma versão um pouco antes no disco “Truth" do Jeff Beck Group e que também está no primeiro LP do Led. O azar é que acabaram saindo na mesma época, 1968, o que deixou Jeff Beck muito irritado. O impressionante é que a música do Led Zeppelin continua arrebatando e apaixonando ainda muitas pessoas por todo o mundo. Esse é o poder de sua música. Neste podcast vamos ouvir: You shook me When the levee breaks Gallows Pole Nobody’s Fault but mine In the evening

  3. 11

    O vídeo "Under a Blood Red Sky" do U2

    Under a Blood Red Sky é álbum com gravações ao vivo de três shows da banda durante a War Tour. Um dos destaques deste álbum é a versão de "Sunday Bloody Sunday" (famosa por Bono introduzir com as palavras, "esta não é uma canção de rebeldia"). O título é tirado da letra da canção "New Year's Day", lançado originalmente no álbum, War. A versão em vídeo desse LP é Live at Red Rocks: Under a Blood Red Sky (também conhecido como Live at Red Rocks ou Under a Blood Red Sky). Lançado originalmente em 1983 em VHS, foi o primeiro álbum de video da banda. O show foi gravado em 5 de junho de 1983 durante a War Tour no Red Rocks Amphitheatre em Morrison, Colorado (próximo a Denver) nos Estados Unidos. O desempenho da banda de "Sunday Bloody Sunday" do filme tem sido citado como uma dos "50 momentos que mudaram a história do rock n' roll". Live at Red Rocks mostra a banda se apresentando no Red Rocks em uma noite chuvosa. O tempo ameaçou cancelar o show, mas a banda havia gasto muito com a Island Records para promover o envento e resolveram rodar o show e gravar o vídeo do mesmo jeito. A chuva e a animação do público fez desse show um dos mais memoráveis do U2 de todos os tempos. O video, junto com Under a Blood Red Sky, ajudou a marcar o U2 como uma das melhoress bandas ao vivo. Segmentos de Live at Red Rocks foram mostrados regularmente na MTV, ajudando a popularizar a banda. Nessa mesma época, começo dos anos 80, os shows do U2 eram muito pirateado justamente pela energia da banda ao vivo. Um dos piratas famosos dessa época é o “Two Sides Live" que de certa forma forçou a gravadora Island a soltar esse álbum ao vivo. Nesta edição do podcast Jardim Eclético nós vamos ouvir as canções tipo Lado B, aquelas que não estão no LP e CD e estão na versão em vídeo do show. Vamos ouvir: I fall down Twilight An Cat Dubh Into the heart Out of control

  4. 10

    The Life with Bowie and Seu Jorge

    The Life Aquatic Studio Sessions é o terceiro álbum de estúdio da carreira solo do músico brasileiro Seu Jorge, lançado 2005. É uma coletânea de canções de David Bowie que Seu Jorge gravou em português para a trilha sonora do filme “The Life Aquatic with Steve Zissou”. Seu Jorge participa como ator do filme do diretor Wes Anderson, do ótimo “Os excêntricos Tenembauns”. Cinco das covers foram incluídas na trilha sonora original do filme. As traduções para português não são perfeitas. Seu Jorge mantém as melodias e o estilo, mas as letras são alteradas. Na verdade ficou a sonoridade. O próprio Bowie apreciou o álbum e escreveu o seguinte sobre as versões: "Se Seu Jorge não tivesse gravado minhas canções acusticamente em português, eu nunca teria ouvido esse novo grau de beleza que ele conseguiu adicionar à elas." Nesta edição do podcast vamos fazer uma comparação entre a música original de David Bowie e a versão em português do Seu Jorge. Este tema de hoje foi sugerido pelo meu amigo Allan Rizk. Obrigado pela colaboração. Changes Life on Mars Rebel Rebel Changes I still don't know what I was waiting for And my time was running wild A million dead-end streets Every time I thought I'd got it made It seemed the taste was not so sweet So I turned myself to face me But I've never caught a glimpse Of how the others must see the faker I'm much too fast to take that test Ch-ch-ch-ch-Changes (Turn and face the stranger) Ch-ch-Changes Don't want to be a richer man Ch-ch-ch-ch-Changes (Turn and face the stranger) Ch-ch-Changes Just gonna have to be a different man Time may change me But I can't trace time I watch the ripples change their size But never leave the stream Of warm impermanence and So the days float through my eyes But still the days seem the same And these children that you spit on As they try to change their worlds Are immune to your consultations They're quite aware of what they're going through Ch-ch-ch-ch-Changes (Turn and face the stranger) Ch-ch-Changes Don't tell them to grow up and out of it Ch-ch-ch-ch-Changes (Turn and face the stranger) Ch-ch-Changes Where's your shame You've left us up to our necks in it Time may change me But you can't trace time Strange fascination, fascinating me Changes are taking the pace I'm going through Ch-ch-ch-ch-Changes (Turn and face the stranger) Ch-ch-Changes Oh, look out you rock 'n rollers Ch-ch-ch-ch-Changes (Turn and face the stranger) Ch-ch-Changes Pretty soon you're gonna get a little older Time may change me But I can't trace time I said that time may change me But I can't trace time Não vou lamentar, o que passou passou Eu vou embora, meu tempo acabou Tenho muita coisa para descobrir Eu sinto muito mas tenho que ir Vou indo porque nada mais me prende aqui É o final do show E não fique magoado porque vou partir É só o jeito que eu sou Changes lá vem meu trêm Vem meu trêm To saindo fora e agora eu vou me dar bem Changes lá vem meu trêm Vem meu trêm Sei que tá na hora e eu vou me dar bem Sempre em frente, nunca pra trás Não é por nada não mas vou me divertir Enquanto a vida assim permitir Só procurar, fazer amigos do bem se precisar, ajudar também E agora a liberdade e o horizonte Só voce não sacou Nova york, ipanema ou Hong Kong É Por ai que eu tô Changes lá vem meu trêm Vem meu trêm Tô saindo fora porque eu sei que vou me dar bem Changes lá vem meu trêm Vem meu trêm Sei que tá na hora e eu vou me dar bem Sempre em frente, nunca pra trás Livre eu me sinto, sublime Gente mais gente O mar e o céu azul Changes lá vem meu trêm Vem meu trêm Tô saindo fora e eu sei que vou me dar bem Changes lá vem meu trêm Vem meu trêm Tô saindo fora e eu sei que vou me dar bem Sempre em frente, nunca pra trás Sempre em frente, nunca pra trás Rebel Rebel You've got your mother in a whirl She's not sure if you're a boy or a girl Hey babe, your hair's alright Hey babe, let's go out tonight You like me, and I like it all We like dancing and we look divine You love bands when they're playing hard You want more and you want it fast They put you down, they say I'm wrong You tacky thing, you put them on Rebel Rebel, you've torn your dress Rebel Rebel, your face is a mess Rebel Rebel, how could they know? Hot tramp, I love you so! Don't ya? Doo doo doo-doo doo doo doo doo You've got your mother in a whirl 'cause she's Not sure if you're a boy or a girl Hey babe, your hair's alright Hey babe, let's stay out tonight You like me, and I like it all We like dancing and we look divine You love bands when they're playing hard You want more and you want it fast They put you down, they say I'm wrong You tacky thing, you put them on Rebel Rebel, you've torn your dress Rebel Rebel, your face is a mess Rebel Rebel, how could they know? Hot tramp, I love you so! Don't ya? Oh? Doo doo doo-doo doo doo doo doo (x2) Rebel Rebel, you've torn your dress Rebel Rebel, your face is a mess Rebel Rebel, how could they know? Hot tramp, I love you so! You've torn your dress, your face is a mess You can't get enough, but enough ain't the test You've got your transmission and your live wire You got your cue line and a handful of ludes You wanna be there when they count up the dues And I love your dress You're a juvenile success Because your face is a mess So how could they know? I said, how could they know? So what you wanna know Calamity's child, chi-chile, chi-chile Where'd you wanna go? What can I do for you? Looks like you've been there too 'Cause you've torn your dress And your face is a mess Ooo, your face is a mess Ooo, ooo, so how could they know? Eh, eh, how could they know? Eh, eh Você não sabe se vai ou vem Pouco me importa se o dinheiro é seu Ei baby se o cabelo é legal Moda na gringa é feliz natal Se equivocou mas ficou tudo bem Agora diz que está na onda zen Ei baby você venceu Passe amanhã e pegue o que é seu A maquiagem vai desmanchar Para o seu medo aparecer Zero a zero, agora eu vou Você deu mole então eu marco um gol Zero a zero, você venceu Passe amanhã e pegue o que é seu Life on mars It's a god-awful small affair To the girl with the mousy hair But her mummy is yelling "No" And her daddy has told her to go But her friend is nowhere to be seen Now she walks through her sunken dream To the seat with the clearest view And she's hooked to the silver screen But the film is a saddening bore For she's lived it ten times or more She could spit in the eyes of fools As they ask her to focus on Sailors fighting in the dance hall Oh man! Look at those cavemen go It's the freakiest show Take a look at the Lawman Beating up the wrong guy Oh man! Wonder if he'll ever know He's in the best selling show Is there life on Mars? It's on Amerika's tortured brow That Mickey Mouse has grown up a cow Now the workers have struck for fame 'Cause Lennon's on sale again See the mice in their million hordes From Ibeza to the Norfolk Broads Rule Britannia is out of bounds To my mother, my dog, and clowns But the film is a saddening bore 'Cause I wrote it ten times or more It's about to be writ again As I ask you to focus on Sailors fighting in the dance hall Oh man! Look at those cavemen go It's the freakiest show Take a look at the Lawman Beating up the wrong guy Oh man! Wonder if he'll ever know He's in the best selling show Is there life on Mars? Quantas coisas o coração Não consegue compreender O que a mente não faz questão Nem tem forças pra obedecer Quantos sonhos já destrui E deixei escapar das mãos Se o futuro assim permitir Não pretendo viver em vão Meu amor, não estamos sós Tem um mundo a esperar por nós No infinito do céu azul Pode ter vida em Marte Então, vem cá, me dá a sua língua Então vem, eu quero abraçar você Seu poder vem do sol Minha medida Então vem, vamos viver a vida Então vem, senão eu vou perder quem sou Vou querer me mudar para uma life on mars "Muitas vezes o coração Não consegue compreender O que a mente não faz questão Nem tem forças pra obedecer Quantos sonhos já destrui E deixei escapar das mãos Se o futuro assim permitir Não pretendo viver em vão Meu amor, não estamos sós Tem um mundo a esperar por nós No infinito do céu azul Pode ter vida em Marte Então, vem cá, me dá a sua língua Então vem, senão eu vou perder quem sou Seu poder vem do sol Minha medida Então vem, vamos viver a vida Meu bem, senão eu vou perder quem sou Vou querer me mudar para uma life on mars

  5. 9

    Profissão: ex-Beatle

    Os Beatles foram sem dúvida a maior banda da história. Os 4 juntos eram imbatíveis, mas e suas carreiras solo? “All Things Must Pass" álbum triplo de George Harisson é considerado um dos melhores discos de todos os tempos. “Living In The Material World" e “Gone Troppo” outros dos trabalhos dele também se destacam. O Paul fez muita coisa, fez obras primas, mas também deu algumas pisadas de bola. Destaque para McCartney I e II, The Band On The Run,Wings At The Speed Of Sound e Tug Of War. O Velho Macca ainda está na ativa. O John morreu cedo e teve aquele período em que parou de escrever para se dedicar ao Sean, o Imagine é excelente. Mind Games e Double Fantasy são uns dos álbuns que se destacam. Ringo tem carreira solo desde 1970, e o destaque é para “Ringo" de 1973 e “Stop and Smell the roses” de 1981. Parece que ainda está na ativa. Vamos dar uma pequena amostra do trabalho solo dos Ex-beatles John, Paul, George e Ringo. Nesta edição do Podcast Jardim Eclético vocês irão ouvir: George Harrison All Things Must Pass My Sweet Lord Paul McCartney No Other Baby (Run devil run) Band on the run John Lennon Mind games Nobody told me Ringo Starr I’m the Greatest Wrack My Brain Discografia de Paul MacCartney: Álbuns de estúdio McCartney (1970) Ram (1971) McCartney II (1980) Tug Of War (1982) Pipes Of Peace (1983) Press To Play (1986) CHOBA B CCCP (1988) Flowers In The Dirt (1989) Off The Ground (1993) Flaming Pie (1997) Run Devil Run (1999) Driving Rain (2001) Chaos and Creation in the Backyard (2005) Memory Almost Full (2007) Kisses on the Bottom (2012) Com Wings Wild Life (1971) Red Rose Speedway (1973) Band on the Run (1973) Venus and Mars (1975) Wings At The Speed Of Sound (1976) London Town (1978) Back To The Egg (1979) Discografia de George Harrisson: Wonderwall Music, 1968 Electronic Sound, 1969 All Things Must Pass, 1970 The Concert For Bangladesh, 1971 Living in the Material World, 1973 Dark Horse, 1974 Extra Texture, 1975 The Best Of George Harrison, 1976 Thirty Three & 1/3, 1976 George Harrison, 1979 Somewhere In England, 1981 Gone Troppo, 1982 Cloud Nine, 1987 Best of Dark Horse Years, 1989 Live in Japan, 1992 All Things Must Pass, 2001 Brainwashed, 2002 Discografia de John Lennon Unfinished Music No.1: Two Virgins (1968) Unfinished Music No.2: Life with the Lions (1969) Wedding Album (1969) Live Peace In Toronto (1969) Plastic Ono Band (1970) Imagine (1971) Sometime In New York City (com Yoko Ono) (1972) Mind Games (1973) Walls And Bridges (1974) Rock 'n' Roll (1975) Shaved Fish (coletânea) (1975) Double Fantasy (com Yoko Ono) (1980) Milk And Honey (com Yoko Ono) (1984) Live In New York City (show gravado em 1972)(1986) Discografia de Ringo Starr Sentimental Journey, 1970 Beaucoup Of Blues, 1970 Ringo, 1973 Goodnight Vienna, 1974 Blast From Your Past, 1975 Ringo's Rotogravure, 1976 Ringo the 4th, 1977 Scouse the Mouse, 1977 Bad Boy, 1978 Stop and Smell the Roses, 1981 Old Wave, 1983 Starr Struck: Best of Ringo Starr Vol. 2, 1989 Time Takes Time, 1992 Vertical Man, 1998 VH1 Storytellers, 1998 I Wanna Be Santa Claus, 1999 The Anthology... So Far, 2001 Ringo Rama, 2003 Tour 2003, 2004 Choose Love, 2005 Liverpool 8, 2008 Y Not, 2010 Ringo 2012, 2012

  6. 8

    Uma breve história dos anos 60

    Os anos 60! Ah, os anos 60... Nem só de Beatles e Rolling Stones viveu a música dos anos 60. Claro que eles foram os principais artistas daquela década. Mas teve tanta coisa! Desde o blues, o surf rock, o r&B, o soul, o som da gravadora Motown, da gravadora Stax, o rock da inglaterra, a psicodelia da califórnia, a contracultura e o movimento hippie. Nesta edição do podcast Jardim Eclético vamos apresentar um breve mosaico desses anos que mudaram o mundo definitivamente. Vamos mostrar alguns sucessos que rolaram naqueles anos dourados. A lista não está em ordem cronológica, apenas fui deixando rolar. Espero que curtam. Dionne Warwick - Walk on by Yardbirds - For your love Roy Orbison - In dreams Beach boys - surfin’ safari Four Tops - Reach out (I’ll be there) Kinks - You really got me Byrds - mr. tambourine man Aretha Franklin - I say a little prayer for you Janis Joplin - Mercedes Benz Simon & Garfunkel - Mrs Robinson Temptations - My girl

  7. 7

    A Vida é doce

    Em 1999, o já polêmico Lobão brigou com as gravadoras e lançou o CD "A Vida É Doce" com uma estratégia inédita, utilizando bancas de jornais, sites da internet e megastores como pontos de venda, numerando os CDs e desvinculando o lançamento das grandes gravadoras. Um Cd diferente de tudo o que Lobão fez nos anos 80. E um dos melhores discos de música brasileira dos anos 90 apesar daquele clima eletrônico das canções. Mas tem bossa nova, tem Zeca Baleiro, tem Ipanema... Um soco no estomâgo. Vide as letras abaixo. Eu particularmente acho a música “A Vida é Doce" a melhor música do Cd e das melhores do Lobão. Um Cd insuperável até pelo próprio Lobão. Músicas deste episódio: El Desdichado II A Vida é doce Vou te levar Mais uma vez El Desdichado II Eu sou o Tenebroso, o Irmão sem irmão, o Abandono, Inconsolado, o Sol negro da melancolia Eu sou Ninguém, a Calma sem alma que assola, atordoa e vem No desmaio do final de cada dia Eu sou a Explosão, o Exu, o Anjo, o Rei O samba-sem-canção, o Soberano de toda a alegria que existia Eu sou a Contramão da contradição Que se entrega a Qualquer deus-novo-embrião Pra traficar o meu futuro por um inferno mais tranquilo Eu sou Nada e é isso que me convém Eu sou o sub-do-mundo e o que será que me detém? Eu sou o Poderoso, o Bababã, o Bão! Eu sou o sangue, não!Eu sou a Fome! do homem que come na brecha da mão de quem vacila Eu sou a Camuflagem que engana o chão A Malandragem que resvala de mão em mão Eu sou a Bala que voa pra sempre, sem rumo, perdida Eu sou a Explosão, o Exu, o Anjo, o Rei Eu sou o Morro, o Soberano, a Alegoria que foi a minha vida Eu sou a Execução, a Perfuração O Terror da próxima edição dos jornais Que me gritam, me devassam e me silenciam. A vida é doce Com a mesma falta de vergonha na cara eu procurava alento no Seu último vestígio, no território, da sua presença Impregnando tudo tudo que Eu não posso, nem quero, deixar que me abandone Não posso, nem quero, deixar que me abandone Não posso, nem quero, deixar que me abandone não Com a mesma falta de vergonha na cara eu procurava alento no Seu último vestígio, no território, da sua presença Impregnando tudo tudo que Eu não posso, nem quero, deixar que me abandone Não posso, nem quero, deixar que me abandone Não posso, nem quero, deixar que me abandone não São novamente quatro horas, eu ouço lixo no futuro No presente que tritura, as sirênes que se atrasam Pra salvar atropelados que morreram, que fugiam Que nasciam, que perderam, que viveram tão depressa, Tão depressa, tão depressa São novamente quatro horas, eu ouço lixo no futuro No presente que tritura, as sirênes que se atrasam Pra salvar atropelados que morreram, que fugiam Que nasciam, que perderam, que viveram depressa, depressa demais A vida é doce, depressa demais. A vida é doce, depressa demais. A vida é doce, depressa demais. E de repente o telefone toca e é você Do outro lado me ligando, devolvendo minha insônia Minhas bobagens, pra me lembrar que eu fui a coisa mais brega Que pousou na tua sopa. Me perdoa daquela expressão pré-fabricada De tédio, tão canastrona que nunca funcionou nem funciona E de repente o telefone toca e é você Do outro lado me ligando, devolvendo minha insônia Minhas bobagens, pra me lembrar que eu fui a coisa mais brega Que pousou na tua sopa. Me perdoa daquela expressão pré-fabricada De tédio, tão canastrona que nunca funcionou nem funciona me perdoa a vida é doce me perdoa a vida é doce Me perdoa, me perdoa, me perdoa São novamente quatro horas, eu ouço lixo no futuro No presente que tritura, as sirênes que se atrasam Pra salvar atropelados que morreram, que fugiam Que nasciam, que perderam, que viveram tão depressa, Tão depressa, tão depressa São novamente quatro horas, eu ouço lixo no futuro No presente que tritura, as sirênes que se atrasam Pra salvar atropelados que morreram, que fugiam Que nasciam, que perderam, que viveram depressa, depressa demais A vida é doce, depressa demais A vida é doce, depressa demais... Link: http://www.vagalume.com.br/lobao/a-vida-e-doce.html#ixzz2C3pvHgMk Contato: [email protected]

  8. 6

    Um pouco de rock progressivo

    Olá, aqui quem fala é Tarcísio Rodrigues e este é o podcast Jardim Eclético. Nesta edição mostraremos um pouco de rock progressivo. Mas o que vem a ser rock progressivo? Segundo a Wikipedia: “Rock progressivo é um estilo de rock que surgiu no fim da década de 1960, na Inglaterra. Conseguiu se tornar muito popular na década de 1970, e ainda hoje possui muitos adeptos. O estilo recebeu influências da música clássica e do jazz fusion, em contraste com o rock estadunidense historicamente, influenciado pelo rhythm and blues e pela música country. Ao longo dos anos apareceram muitos sub-géneros deste estilo tais como o rock sinfônico, o space rock, o krautrock, o metal progressivo e o metal sinfônico. Praticamente todos os países desenvolveram músicos ou agrupamentos musicais voltados a esse gênero.” Com o advento do punk rock em meados dos anos 70 o rock progressivo foi saindo de cena e caindo no esquecimento. Mas até hoje existem vários aficcionados do gênero que para alguns é chato pra cacete por ter músicas muito longas e discos que contam histórias medievais por exemplo e por servirem para solos intermináveis de músicos ditos virtuoses em guitarra, baixo, teclado e bateria. Quem sabe quem é Rick Wakeman sabe do que eu estou falando kkkk Mas é claro, existem músicas sublimes dessa fase do rock. Vamos ouvir alguma coisa hoje. Nesta edição: King Crimson - I talk to the wind Renaissance - Let it Grow Emerson, Lake and Palmer - Lucky man Yes - Wonderous Stories Genesis - follow you follow me Illusion - Face of yesterday Jethro Tull - Living in the past Pink Floyd - Us and Them Este podcast vai para o meu amigo Marco do Correio ( o Marcão) que é grande fã do gênero, apesar de já ter sido meio punk. Obrigado pela atenção. Acompanhem nossos podcasts. Abraço a todos. Uma semana plena e feliz a todos. Até mais.

  9. 5

    Especial Eric Clapton 1 (Episódio 8)

    OLÁ, OUVINTES do podcast Jardim Eclético. Hoje mostraremos um pouco do trabalho de Eric Clapton ERIC Patrick CLAPTON, nasceu em 30 de março de 1945, na cidadezinha de Surrey, em Ripley a 15 km de Londres, Inglaterra. O que dizer de Eric Clapton? Talvez tudo já tenha sido dito. Que “Clapton is god”? Clapton conquistou essa fama ainda no final dos anos 1960, quando toca com Derek and The Dominos, participa do “JohnMayall´s Blues Breakers”, conhece Jack Bruce (com quem formou o Cream) no baixo que lhe abre novos horizontes, impulsionando a um verdadeiro culto a sua guitarra. Os “grafites” nos muros londrinos atestavam a sua idolatria, “CLAPTON IS GOD”. E a sua guitarra “Gibson Les Paul”, os seus efeitos de “feedback”, e o “blues”, elevam Eric Clapton a um “deus da guitarra”. Participa de mais algumas bandas antes de sair em carreira solo: Cream, Blind Faith, toca com os Beatles, com Rolling Stones... O currículo é muito grande. Vamos tentar condensar toda essa carreira fantástica nesses poucos minutos de podcast. Eric Clapton ainda está na ativa fazendo shows e gravando CDs. Já temos até datas para a european tour 2013. O músico faz em 2013, 50 anos de carreira: começou a carreira como músico profissional ao integrar a banda The Yardbirds, em 1963, posteriormente integrando inúmeras bandas, milhões de álbuns vendidos ao redor do mundo, incontáveis ​​shows esgotados, um número impressionante de prêmios, elogios da crítica internacional e uma inabalável contribuição de seu trabalho com sua lendária guitarra. Não é pouca coisa. Fiquemos com a música. Espero que tenham gostado. Acompanhe, compartilhe e curta o podcast Jardim Eclético. Obrigado pela audiência. Até mais. Over the Rainbow Músicas deste episódio: I Feel Free After Midnight (1970) Let it rain (1970) Danger (The road to escondido) com JJ Cale Superman inside (Reptile) Lay Down Sally (1977) Bad Love (Journeyman) Love comes to everyone I cant’t stand it Over the Rainbow Contato: Tarcísio Rodrigues - [email protected]

  10. 4

    Episode 7 - Rock gótico (ou dark, como se falava nos anos 80)

    Teve uma fase do rock nos anos 80 que foi conhecida como do rock gótico. Aqui no Brasil foi chamado de “DARK", nome que englobava tudo, desde quem andava de preto até aquelas músicas pós-punk bem tristonhas e melancólicas mas de postura mais agressiva. Para ser dark era só andar com roupas pretas e aquele cabelão despenteado à la Robert Smith do The Cure. Vamos viajar um pouco por essa época onde a ausência de cores e o inconformismo vinham da desconfiança no futuro, graças ao período nuclear da guerra fria, da cortina de ferro, e de crise econômica. O Bauhaus é considerada a banda pioneira do estilo. A música dos The Cure tem sido categorizada como rock gótico. Outra banda deprê da época foi Killing Joke. Temos os reis do dark o Sisters of Mercy E a rainha da escuridão Siouxsie e os seus The Banshees. Um programa muito negro para vocês! Bauhaus - Rosegarden funeral of sores The Cure - Shake dog shake Killing Joke - darkness before dawn Sisters of Mercy - Black Planet Siouxsie and the Banshees - Into the light E para contiuarmos no clima dark, na sequência vocês podem ler um poema do grande escritor americano do século XIX, Edgar Allan Poe. O CORVO (Edgar Allan Poe) Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste, Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais, E já quase adormecia, ouvi o que parecia O som de alguém que batia levemente a meus umbrais «Uma visita», eu me disse, «está batendo a meus umbrais. É só isso e nada mais.» Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro, E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais. Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada P'ra esquecer (em vão) a amada, hoje entre hostes celestiais — Essa cujo nome sabem as hostes celestiais, Mas sem nome aqui jamais! Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais! Mas, a mim mesmo infundindo força, eu ia repetindo, «É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais; Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais. É só isso e nada mais». E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante, «Senhor», eu disse, «ou senhora, decerto me desculpais; Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo, Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais, Que mal ouvi...» E abri largos, franquendo-os, meus umbrais. Noite, noite e nada mais. A treva enorme fitando, fiquei perdido receando, Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais. Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita, E a única palavra dita foi um nome cheio de ais — Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais. Isto só e nada mais. Para dentro estão volvendo, toda a alma em mim ardendo, Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais. «Por certo», disse eu, «aquela bulha é na minha janela. Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais.» Meu coração se distraía pesquisando estes sinais. «É o vento, e nada mais.» Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça, Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais. Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento, Mas com ar solene e lento pousou sobre meus umbrais, Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais. Foi, pousou, e nada mais. E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura Com o solene decoro de seus ares rituais. «Tens o aspecto tosquiado», disse eu, «mas de nobre e ousado, Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais! Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais.» Disse-me o corvo, «Nunca mais». Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro, Inda que pouco sentido tivessem palavras tais. Mas deve ser concedido que ninguém terá havido Que uma ave tenha tido pousada nos seus umbrais, Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais, Com o nome «Nunca mais». Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto, Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais. Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento Perdido, murmurei lento, «Amigo, sonhos — mortais Todos — todos lá se foram. Amanhã também te vais». Disse o corvo, «Nunca mais». A alma súbito movida por frase tão bem cabida, «Por certo», disse eu, «são estas vozes usuais. Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais, E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais Era este «Nunca mais». Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura, Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais; E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira Que qu'ria esta ave agoureira dos maus tempos ancestrais, Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais, Com aquele «Nunca mais». Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo À ave que na minha alma cravava os olhos fatais, Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando No veludo onde a luz punha vagas sombras desiguais, Naquele veludo onde ela, entre as sombras desiguais, Reclinar-se-á nunca mais! Fez-me então o ar mais denso, como cheio dum incenso Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais. «Maldito!», a mim disse, «deu-te Deus, por anjos concedeu-te O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais, O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!» Disse o corvo, «Nunca mais». «Profeta», disse eu, «profeta — ou demónio ou ave preta! Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais, Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais, Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!» Disse o corvo, «Nunca mais». «Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!, eu disse. «Parte! Torna à noite e à tempestade! Torna às trevas infernais! Não deixes pena que ateste a mentira que disseste! Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!» Disse o corvo, «Nunca mais». E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais. Seu olhar tem a medonha dor de um demónio que sonha, E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão mais e mais, E a minh'alma dessa sombra, que no chão há mais e mais, Libertar-se-á... nunca mais!

  11. 3

    Jardim Eclético: Lóki?

    Arnaldo Baptista - Lóki Nesta edição do podcast Jardim Eclético vamos mostrar um disco feito nos anos 1970 por Arnaldo Dias Baptista, fundador e ex-integrante dos Mutantes, grupo formado por ele, Rita Lee Jones e seu irmão Sérgio Dias. O LP “Lóki” foi gravado após Arnaldo ter saído dos Mutantes, em 1974. Arnaldo chamou para gravar o disco com ele seus companheiros de Mutantes: Liminha no baixo, Dinho na bateria, o maestro Rogério Duprat e sua ex Rita Lee. Apesar de Arnaldo já ser um héroi do rock nacional ele gravou esse trabalho sem nenhuma guitarra (exceção feita à faixa final, "É Fácil", com um violão de 12 cordas, tocado pelo próprio Arnaldo). Arnaldo apenas toca seu bom e velho piano e canta suas letras extremamente pessoais. O final dos Mutantes marca um período extremamente doloroso para Arnaldo Baptista. O líder dos Mutantes rompia um casamento com Rita Lee, e mergulhava em uma viagem de depressões, paranóia e incertezas. E Arnaldo era ainda muito jovem para poder lidar com tantas coisas. Arnaldo mostrava um eclestimo impressionante, mesclando o glam rock, o boogie-woogie, o rock and roll, o progressivo, com os arranjos de Duprat, resultando numa mistura até hoje inigualável. Sérgio Dias, irmão de Arnaldo, conta que ele odiou o título do disco, então imposto pela gravadora, assim como a capa feita, totalmente longe do contexto sonhado por ele. O trabalho teve uma vendagem pífia, aumentando ainda mais sua dor. Arnaldo seguiu assim em sua errática carreira pós-Mutantes em que conviveu com suas amarguras, medos e por que não, sua loucura, que o levou a ser internado em uma clínica psiquiátrica. Nunca mais foi o mesmo, infelizmente. Músicas tocadas nesse episódio: Cê tá pensando que eu sou lóki? Uma pessoa só Vou me afundar na lingerie Será que eu vou virar bolor? Desculpe É fácil Obrigado pela audiência e até nossos próximos encontros. Valeu!

  12. 2

    Jardim Eclético: Ronnie Von Psicodélico

    Nesta edição do Jardim Eclético vamos mostrar a fase pscodélica de Ronnie Von. Como assim???? Ronnie Von psicodélico??? Pois é. Pouquíssima gente sabe, inclusive eu que fui saber uns dois anos atrás, que o Príncipe Ronnie Von teve uma fase de rock psicodélico, e muito boa a fase diga-se de passagem. Influenciado pela psicodelia Ronnie Von gravou 3 LPs: Ronnie Von n. 3 (1969), A "A misteriosa luta do reino do para sempre contra o império do nunca mais"(1969) e "A Máqina Voadora" (1970). Mas como é isso? O Ronnie Von não é aquele cantor da Jovem Guarda que cantava músicas românticas? Um reparo aqui: Ronnie Von nunca fez parte da Jovem Guarda, na verdade ele era uma espécie de rival do programa de Roberto Carlos, pois ele tinha seu próprio programa na mesma emissora: “O Pequeno Mundo de Ronnie Von”. Ronnie tinha mais afinidades com o pessoal da Tropicália: Caetano Veloso, Gal Costa, Mutantes... O contato de Ronnie Von com o rock tem a ver com o fato de seu pai, que tinha negócios no exterior, lhe trazer muitos discos de rock. O jovem Ronnie Von recebia de primeira mão todos os lançamentos dos Beatles, pelo menos 6 meses antes de serem lançados aqui no Brasil. Nessa época ele já tinha amizade com uma ruivinha de nome Rita Lee. Dessa forma ouviam os dois todas as novidades do que acontecia de rock na Inglaterra inclusive o rock psicodélico. Essa amizade continuou e o próprio Ronnie Von foi quem deu o nome do grupo formado por Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias Baptista, Os Mutantes. Na sequência vamos ouvir: Espelhos Quebrados Anarquia Sílvia: 20 horas, domingo Mas claro, os discos foram um fracasso monumental de vendas. Ninguém, nem mesmo os jovens, para a surpresa de Ronnie Von estavam preparados para aquilo. E olha que Ronnie Von declara que fez todos esses discos de cara limpa, passou longe de qualquer tipo de ácido ou outras drogas. Com a carreira musical encerrada desde 1996, o hoje publicitário e apresentador de TV vê uma nova geração de músicos descobrir justamente seus discos mais ousados, esquecidos durante quase 30 anos. E foram 30 bandas de garagem de todo o Brasil que prestam tributo ao cantor, organizada pela jornalista Flávia Durante. Graças a fãs como esses, a gravadora Universal lançou, pela primeira vez em CD, três álbuns do cantor. Hoje, Ronnie Von declara: “Os momentos de irracionalidade são os mais bonitos da vida." Encerrando vamos ouvir mais Ronnie Von: Máquina Voadora De como meu herói Flash Gordon irá me levar de volta a Alfa Centauri e uma versão de “Espelhos Quebrados" a banda Rádio de Outono para o Tributo à Ronnie Von.

  13. 1

    Jardim Eclético: Tim Maia Racional

    E aí, galera? Este é mais um podcast Jardim Eclético, um espaço para mostrarmos, curtirmos e falarmos sobre música. Neste podcast de hoje eu apresento o disco Tim Maia Racional de 1975. Esse disco é rejeitado pelo nosso Tim Maia do Brasil pois foi uma fase meio louca dele em que tomou contato com a doutrina do Racional superior. Na década de 1970, Tim Maia entrou em contato com a doutrina Cultura Racional, liderada por Manuel Jacinto Coelho, e, influenciado por essa doutrina lançou, em 1975, os álbuns Tim Maia Racional, volumes 1 e 2 pelo selo Seroma (palavra "amores" ao contrário e abreviação do próprio nome, "Sebastião Rodrigues Maia"). São considerados por muitos os melhores de Tim Maia, com grandes influências do funk e do soul e pelo fato de que, nesta época, Tim Maia manteve-se afastado dos vícios, o que refletiu na qualidade de sua voz. Desiludido com a doutrina, percebeu que o mestre Manuel não correspondeu ao ideal de um mestre. O cantor, revoltado, tirou de circulação os álbuns, tendo virado item de colecionadores, devido à raridade. Deste disco, existem várias pérolas, uma das quais é Imunização Racional. Vamos ouvir . Universo em desencanto . Quer queira quer não queira . Imunização Racional (que beleza) Nos anos 2000, foram descobertas novas músicas pertencentes à "fase racional", no que foi intitulado de verdadeiro Racional Volume Três, podendo-se mencionar as faixas: "You Gotta Be Rational", "Escrituração Racional", "Brasil Racional", "Universo em Desencanto Disco", "O Grão Mestre Varonil", "Do Nada ao Tudo" e "Minha Felicidade Racional", inicialmente disponibilizadas apenas na Internet e lançado em CD em agosto de 2011[9]. Após o término de sua fase racional, Tim voltou a seu antigo estilo vida e aos temas não-religiosos em suas canções. Mais sucessos se seguiram: "Sossego" (do LP Tim Maia Disco Club, de 1978), " Descobridor dos Sete Mares" (faixa-título do LP de 1983, que também trouxe "Me Dê Motivo") e "Do Leme ao Pontal" (de Tim Maia, 1986). Nesse bloco vamos mostrar as músicas: . O Caminho do bem . You Gotta be rational . Energia Racional Na biografia de Tim Maia, escrita por Nelson Motta, “Vale tudo - O som e a fúria de Tim Maia”, aliás um livro divertidíssimo, conta que nessa fase mística ele, além de parar com as drogas, obrigava seus músicos a aceitar essa doutrina da Cultura Racional e a andar sempre de roupa branca. rs. Depois, quando Tim se desiludiu com a seita ele jogou tudo relativo à doutrina pela janela de seu apartamento fazendo o maior barraco, xingando o mestre varonil Manuel. No mesmo dia voltou aos cigarrinhos de maconha e ao álcool... Fechando essa edição do podcast Jardim Eclético, vamos ouvir: . Meus inimigos . Ela partiu . Bom senso

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