Nós em Nós

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Nós em Nós

Desatando os NÓS do seu relacionamento

  1. 16

    015 - Cuidando... ou controlando?

    Cuidar parece sempre certo. É difícil acusar alguém de amar demais.Mas tem um cuidado que funciona diferente. Ocupa espaço, vigia sem perceber, incapacita enquanto protege. Que só existe porque, sem ele, o outro talvez não precisasse mais de você.Nesse episódio, a gente fala sobre a linha entre zelar e controlar. Sobre como o cuidado pode ser uma forma sofisticada de gerenciar o outro.Sobre cuidar porque não aguenta ver o outro mal, sobre segurar o outro perto porque a independência dele te ameaça, sobre confundir presença com posse.E também sobre o outro tipo: aquele que não invade, que responde ao que é pedido, que zela sem apagar.Porque não é o ato que diferencia os dois. É o que está por baixo dele.Pergunta que a gente deixa no ar: tem alguma coisa que você faz pelo outro que, no fundo, é pra você?

  2. 15

    014 - Você também erra

    Quem é o responsável quando algo dá errado na relação? Nesse episódio, a gente conversa sobre o viés da atribuição fundamental: essa tendência de olhar pro erro do outro como “quem ele é”, enquanto justificamos o nosso pelo contexto. Mas nas relações, a conta não fecha assim.Porque, embora alguém possa iniciar um comportamento inadequado, a forma como o outro responde também entra no ciclo. Mantém. Amplifica. Ou transforma.A gente fala sobre co-responsabilidade não como culpa,mas como participação no que continua acontecendo.O que você tem oportunizado na sua relação? E o que você tem reforçado, mesmo sem querer?Também falamos sobre a ideia de justiça dentro do amor.Porque, às vezes, ser “justo”, no sentido de devolver na mesma moeda, até equilibra a conta… mas afasta vocês dois.No fim, o nosso convite não é:o que eu estou ajudando a manter?e o que precisaria mudar em mim para que a relação também mude?Nós em nós. Segunda temporada.

  3. 14

    013 - Precisando aprender a se comunicar?

    Por que a gente ainda espera que o outro adivinhe?Nesse episódio, a gente conversa sobre o perigo da adivinhação nas relações, afina essa expectativa frustra, afasta e, muitas vezes, machuca mais do que aproxima.Porque se comunicar bem não é só “falar tudo”.Também não é só ser sincero demais.Existe um caminho no meio.A gente explora como uma boa comunicação envolve dois movimentos importantes: a coragem de se expor, pedir, dizer o que precisa e o amor de validar, acolher, sustentar o vínculo mesmo quando a resposta é um não.Ao longo do episódio, apresentamos um caminho prático para isso:1. Reconhecer o que está acontecendo na relação.2. Treinar novas formas de se expressar, abordando o comportamento, não a identidade.3. Planejar pequenas mudanças possíveis no dia a dia.No fim, fica um convite:o que você precisa começar a dizer com mais coragem?e como você pode ouvir o outro com mais amor e cuidado?Porque, às vezes, o que falta na relação não é sentimento, é coragem e amor.Nós em nós. Segunda temporada.

  4. 13

    012 - Autocrítica e autocompaixão

    O que você faz consigo quando erra?Não o discurso bonito que você aprendeu a repetir.Mas a voz que aparece no automático.Aquela que acusa, compara, aperta.Nesse episódio, a gente conversa sobre esses dois caminhos que parecem incompatíveis:ou eu me critico, ou eu sou compassivo. Mas será mesmo?A gente explora como, muitas vezes, tratar o outro com dureza é só um reflexo de como aprendemos a nos tratar.E como essa crítica, no campo do amor, pode não ser só agressão, mas também uma tentativa (às vezes desajeitada) de proteger a relação.Tivemos a participação especial da Sarah Benzinho, trazendo recortes pessoais, reflexões e vivências que atravessam esse lugar entre se cobrar e se cuidar.Falamos da clínica, dos padrões que se repetem,da dificuldade de sustentar cuidado sem abrir mão do limite,e do quanto, às vezes, amar exige desaprender a violência que a gente chama de “jeito”.No fim ficam algumas perguntas que não são simples, mas são honestas:é possível se responsabilizar sem se machucar?como eu posso parar de tratar o outrodo mesmo jeito que eu aprendi a me tratar?Nós em nós. Segunda temporada.Participação especial: Sarah Laurentino - @sarahbenzinho.psi

  5. 12

    011 - Acabou... então não era amor?

    O que é amor, afinal? Não o amor das músicas, mas o que acontece no corpo, no padrão, na história que a mente conta quando tudo desmorona. Bell Hooks entra na conversa. A Terapia Analítico Funcional também. E aquela voz interna que pergunta: fracassei de novo?A gente fala sobre ficar numa relação não por amor, mas por medo de nunca mais encontrar outra. Sobre como certos sofrimentos nos puxam para velhas dores, e como a mente confunde passado com futuro antes mesmo do presente acabar. Sobre o que significa se comprometer tanto consigo que encerrar algo vira, paradoxalmente, um ato de cuidado.E no fim — porque o fim é onde este episódio vive — a gente tenta responder uma coisa só: nem todo fim significa que não houve amor.Nós em Nós. Segunda temporada.

  6. 11

    010 - Papéis de gênero

    Muita gente acha que “papel de gênero” é um tema superado... mas é dentro das relações que ele continua mais vivo.Ainda repetimos, sem perceber, funções, regras e expectativas que não escolhemos, mas herdamos.Homens que se sentem obrigados a serem fortes o tempo todo.Mulheres que se sentem culpadas por desejarem descanso, prazer ou autonomia.Casais que seguem tentando equilibrar um roteiro que já não faz sentido, mas ainda dita as falas.No episódio de hoje, a conversa gira em torno disso:Como esses papéis continuam moldando o amor, o cuidado e o poder entre nós.O que significa, na prática, construir acordos que não reforcem hierarquias, mas liberdade. E o que muda quando um casal deixa de representar personagens e passa a se encontrar como pessoas.Talvez o amor precise menos de performance e mais de presença.Ouça e depois me conta: quais papéis você ainda sente que está tentando cumprir?📱 Nossas redes sociais:@psimarivirginio | @fco.ilo

  7. 10

    009 - Amor e dinheiro

    O que o dinheiro diz sobre o seu relacionamento?Ele aproxima ou afasta? Gera cuidado ou ressentimento? Dá acesso ou cria desigualdade?Por que tantos casais evitam falar sobre isso, como se fosse um assunto “óbvio demais” ou “constrangedor demais”? Será que dividir tudo meio a meio é realmente justo? E quando um ganha mais e o outro menos — isso deveria virar poder, dívida silenciosa ou um muro de ressentimentos?O dinheiro é só um recurso ou também é uma linguagem de afeto, confiança e transparência? O que acontece quando alguém guarda segredo sobre gastos, quando uma viagem sonhada vira peso para quem não pode pagar, ou quando um parceiro se cala porque sente vergonha de ganhar menos?Neste episódio, a gente abre o jogo sobre esse tabu tão presente nas relações: dinheiro. Não para dar fórmulas prontas, mas para questionar, provocar e ajudar você a olhar para o que o dinheiro realmente revela sobre amor, confiança e projeto de vida a dois.👉 Dá o play e vem refletir com a gente.📱 Nossas redes sociais:@psimarivirginio | @fco.ilo

  8. 9

    008 - O que torna um casal mais forte?

    O que torna um casal realmente forte?Será que alguns já nascem preparados, ou a força é algo que se constrói — dia após dia — a partir da vulnerabilidade?Neste episódio, a gente conversa sobre os pilares que sustentam casais que atravessam as crises e saem mais conectados:A coragem de se expor sem saber como o outro vai reagirComo a vulnerabilidade abre espaço para confiança e intimidadeComunicação que não busca vencer, mas compreenderO papel dos conflitos como oportunidade de crescimentoA diferença entre evitar desconforto e construir maturidade emocionalSerá que “ser forte” em um relacionamento significa nunca vacilar —ou ter coragem de mostrar justamente as próprias fragilidades?🎧 Vem refletir com a gente sobre como a força de um casal não é um ponto de partida, mas uma obra em construção.📱 Nossas redes sociais:@fco.ilo | @psimarivirginio

  9. 8

    007 - O sexo sobrevive ao amor?

    O sexo sobrevive ao amor?Quando a paixão inicial se acalma, será que o desejo também precisa morrer junto?Nesse episódio, a gente mergulha nos dilemas que atravessam a vida sexual dos casais ao longo do tempo:O que muda quando a paixão efervescente vira amor maduroO mito de que “quem ama, transa”Desejo espontâneo x desejo cultivadoA diferença entre frequência e qualidade sexualO papel das expectativas sociais, religiosas e de gênero no desejoE como criar um espaço seguro para falar de sexo sem cobrançaSerá que o silêncio no quarto é mesmo falta de amor?Ou o desejo pode ser uma dança natural, que precisa de cuidado, curiosidade e abertura para se reinventar?🎧 Vem com a gente nessa reflexão sobre como manter viva a intimidade no longo prazo — e como transformar rotina em novidade, segurança em prazer.📱 Nossas redes sociais:@fco.ilo | @psimarivirginio

  10. 7

    006 - Perto, mas sozinhos

    Estar junto não é garantia de companhia. Às vezes, a rotina aproxima o corpo, mas continuamos distantes.Nesse episódio, a gente conversa sobre essa solidão silenciosa dentro do “a dois”:- Quando a presença física não evita o vazio emocional- Como o silêncio pode ser tanto descanso quanto distância- O risco de se perder de si ao ceder demais- E os caminhos para transformar convivência em presença verdadeiraQuando foi a última vez que você se sentiu só, mesmo acompanhado?Será que a intimidade que parecia proteger passou a erguer muros invisíveis?E o que muda quando escolhemos amar com curiosidade, em vez de apenas repetir os gestos de sempre?🎧 Vem com a gente nessa reflexão sobre os momentos em que a gente vive perto, mas sozinho — e sobre como recomeçar para que o vínculo volte a respirar.📱 Nossas redes sociais:@fco.ilo | @psimarivirginio

  11. 6

    005 - O que nos enlaça e o que sufoca

    Todo relacionamento tem nós. Alguns sustentam, dão força e aconchego. Outros apertam, sufocam e machucam.Nesse episódio, a gente conversa sobre esses laços invisíveis:👉 Como diferenciar o nó que sustenta do nó que aperta👉 Por que muitas vezes o que hoje sufoca já foi, um dia, o que enlaçou👉 E como às vezes não é sobre desatar, mas aprender a afrouxar para que o vínculo respireSe o amor fosse um nó, onde ele estaria amarrado hoje na sua vida?Quais partes de você florescem e quais se retraem na presença do outro?🎧 Vem com a gente nessa reflexão para reconhecer os nós que mantêm sua relação viva — e os que pedem cuidado para não sufocar.📱 Nossas redes sociais:@fco.ilo | @psimarivirginio📖 Para aprofundar essa reflexão, conheça nosso material “Mapa do Nosso Amor” — um exercício prático para identificar os nós que enlaçam e os que sufocam no seu relacionamento.https://mari-ilo.pages.net.br/mapa-amor

  12. 5

    004 - Amor como recompensa

    Você já se pegou pensando que precisa “merecer” amor?Ser perfeito, agir sempre certo, esconder suas falhas, só para não correr o risco de perder o carinho ou a presença do outro?Neste episódio, conversamos sobre a lógica do amor como recompensa: quando o amor passa a ser tratado como uma moeda de troca, algo que só aparece se o outro acerta (e some quando ele erra).Falamos sobre as armadilhas dessa visão meritocrática do amor, como ela alimenta ciclos de comparação, ressentimento e cobrança, e o que muda quando a gente escolhe amar (e ser amado) também nas vulnerabilidades, nos fracassos e nos momentos menos “arrumadinhos”.Será que o amor precisa mesmo ser condicionado? Ou será que ele pode ser escolha, presença e cuidado, mesmo sem garantias?Vem com a gente nessa conversa para repensar a forma como você se relaciona com o amorE talvez abrir espaço para viver vínculos mais leves, reais e surpreendentes...🎧 Ouça agora e depois conta pra gente: quando você percebeu que estava usando o amor como recompensa?📱 Nossas redes sociais:@fco.ilo | @psimarivirginio📖 E se você sente dificuldade em perceber e expressar amor fora das expectativas, conheça nosso e-book 365 Toques de Amor — um material prático para te ajudar a identificar e cultivar gestos de carinho no dia a dia do seu relacionamento: https://mari-ilo.pages.net.br/365toques-deamor

  13. 4

    003 - Brigas em looping

    Você já viveu aquela briga que parece um déjà-vu?Mesma situação, mesmas palavras, mesmas feridas… como se vocês estivessem presos no repeat?Neste episódio, falamos sobre as famosas “brigas em looping”: como elas começam, por que é tão fácil cair nelas e tão difícil sair, e como diferenciar o conteúdo da discussão do processo que está se repetindo.Será que o problema é mesmo o tema da briga… ou a forma como ela acontece?E o que a gente pode fazer para quebrar o ciclo e voltar a se entender antes que o desgaste vire o novo normal?Vem com a gente nessa conversa para entender melhor esse padrão e descobrir caminhos para não viver no eterno “vamos falar sobre isso de novo?”.🎧 Ouça agora e depois conta pra gente: qual é a briga em looping mais comum aí na sua relação?📱 Nossas redes sociais:@fco.ilo | @psimarivirginio

  14. 3

    002 - Diferentes e parecidos demais

    Você já reparou como, às vezes, a gente tenta moldar o outro para que ele seja mais parecido com a gente? Ou, ao contrário, como certas semelhanças que antes aproximavam, depois começam a sufocar?Neste episódio, falamos sobre as diferenças e as semelhanças nos relacionamentos, e sobre como, tanto num caso quanto no outro, os desafios não estão em ter ou não ter essas características, mas em como a gente lida com elas.Por que existe essa expectativa de que diferenças precisam desaparecer para a relação funcionar? E o que acontece quando, na tentativa de resolver um “problema”, a gente acaba apagando justamente aquilo que nos atraiu no outro?Vem com a gente nessa conversa que vai te convidar a olhar para o seu relacionamento de um jeito mais amplo, aceitando que nem a igualdade total nem a diferença absoluta são garantia de paz. O que importa mesmo é a arte de gerenciar o que é inevitável: que duas pessoas nunca serão exatamente iguais.🎧 Ouça agora e depois conta pra gente: no seu relacionamento, o que mais desafia: as diferenças ou as semelhanças?📱 Nossas redes sociais:@fco.ilo | @psimarivirginio

  15. 2

    001 - As coisas debaixo do tapete

    Sabe aquelas conversas que a gente evita? As mágoas que a gente finge que esqueceu? As irritações pequenas que vão virando monstros? Neste episódio, nós falamos sobre o que fica escondido “debaixo do tapete” nos relacionamentos, e o preço silencioso de não olhar pra isso. Por que evitamos conflitos? O que nos faz engolir sapos até a relação ficar inflamada? E o que acontece quando a poeira acumulada começa a pesar - ou formar dunas? Vem com a gente nessa conversa sincera sobre evitar confronto, manter a paz a qualquer custo, e o que isso revela (ou esconde) sobre o jeito que nos relacionamos. 🧹 Ouça agora e depois conta pra gente: o que tem ficado debaixo do seu tapete? 📱 Nossas redes sociais:@fco.ilo | @psimarivirginio

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