PODCAST · education
Saber+
by Ronaldo Nezo
Reflexões sobre a arte de viver. Informações sobre a sociedade, comportamento, relacionamentos e a dinâmica social cotidiana.
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Posicionar-se de maneira positiva diante da vida é essencial para ter sucesso
O pessimismo crônico costuma ser defendido como uma postura "realista", mas funciona como uma âncora que paralisa a capacidade de agir e encontrar saídas. Apoiado nos estudos do psicólogo Martin Seligman sobre o estilo explicativo e em pesquisas com dezenas de empreendedores de sucesso, o professor Ronaldo Nezo analisa como a tendência de transformar problemas pontuais em sentenças definitivas mina o crescimento pessoal e profissional. Uma reflexão prática sobre a importância de treinar um novo olhar diante das dificuldades.Neste episódio, você vai entender como a forma de interpretar os obstáculos molda diretamente as suas chances de avançar na carreira e na vida.
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999
Reserva cognitiva: a poupança que protege sua mente
Uma freira de 101 anos com a memória intacta. Um cérebro repleto de lesões do Alzheimer. Como isso é possível?A resposta é a reserva cognitiva — a capacidade do cérebro de improvisar e encontrar caminhos alternativos mesmo quando partes dele estão danificadas.Neste episódio, a gente conta a história fascinante do estudo das freiras de Minnesota, explica o que a ciência descobriu sobre a reserva cognitiva, e mostra como você pode começar a construir a sua — hoje, agora, em qualquer idade.🎧 Porque envelhecer com lucidez não é sorte. É construção.
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998
O celular é o novo vício
O uso compulsivo do celular deixou de ser um mero hábito moderno e se tornou um desafio de saúde mental e presença. Com base em dados de uso de telas e nas análises da psiquiatra Marian Rojas, o professor Ronaldo Nezo explica como os aplicativos foram projetados para explorar os circuitos de recompensa do cérebro, destruindo nossa capacidade de foco e nossa tolerância ao silêncio. Uma reflexão necessária sobre como reconquistar o controle da própria atenção na vida real.Neste episódio, você vai entender os mecanismos por trás do vício digital e como recuperar a presença nos momentos que realmente importam.
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997
Relacionamento: A importância dos combinados
Muitas das brigas mais desgastantes dentro de um casamento não nascem da falta de amor, mas da colisão de costumes diferentes. Ao unirem suas vidas, duas pessoas trazem bagagens familiares únicas sobre como organizar a casa, dividir o orçamento, criar os filhos ou demonstrar afeto — e quase sempre assumem que o seu jeito de ver o mundo é o único "óbvio". O professor Ronaldo Nezo aborda a importância de abandonar as regras invisíveis e fazer combinados claros para proteger a paz e a leveza do relacionamento.Neste episódio, você vai entender por que sentar para alinhar as coisas práticas do dia a dia é um dos maiores atos de maturidade e cuidado dentro do casamento.
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996
Responda apenas o que o outro perguntou; não use a resposta para atacar
Quando ao invés de apenas responder, criticamos, atacamos, e fazemos isso repetidamente, plantamos sementes de discórdia, de mágoa, de desamor. Esse tipo de atitude acaba por afastar, por impedir o diálogo. A pessoa deixa de perguntar para evitar a confusão, para evitar agressão.
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995
Você não é vítima da sua rotina
Repare bem nas palavras que você usa quando o domingo vai chegando ao fim...Muita gente lamenta pelo que faz parte de sua rotina: o trabalho, o trânsito, levar os filhos para a escola...Acontece que a maneira como falamos das nossas obrigações afeta o nosso estado de ânimo. Vamos refletir sobre isso?
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994
Paternidade: O papel do pai na vida dos filhos
A paternidade não é um título que a gente ganha quando tem um filho. A paternidade é uma missão que a gente cumpre no dia a dia. É a oportunidade sagrada de construir um monumento de caráter que vai continuar vivo mesmo quando a gente não estiver mais aqui.
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993
Paternidade: Quero preparar meu filho para saber fazer boas escolhas
Em algum momento, nossos filhos estarão diante de problemas que nós não poderemos resolver por eles. E talvez a melhor preparação que podemos oferecer seja justamente ajudá-los a desenvolver a capacidade de pensar, avaliar, assumir consequências e recomeçar.
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992
Não espere perder para valorizar o que hoje você tem
Já reparou que algumas coisas só são valorizadas depois que as perdemos? A presença tem esse "defeito": nos acostumamos. O extraordinário vira comum. Vamos refletir sobre isso?
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991
Quem recebe o pior de nós?
Quase sempre, as pessoas que amamos recebem o pior de nós.
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990
No relacionamento, fale; não espere que o outro adivinhe
É muito comum a gente esperar que o cônjuge saiba o que nós queremos. Se precisamos de atenção, esperamos que ele perceba. Se precisamos de ajuda em casa, esperamos que ele note a necessidade. Porém, as coisas não funcionam assim. Vamos refletir sobre isso?
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989
Crise de ansiedade: o que fazer?
Uma ouvinte me pediu ajuda. Estava no meio de uma crise de ansiedade.Você sabe o que sente uma pessoa em crise de ansiedade?O que pode ajudar?
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988
Não deixe que as emoções ditem o rumo da sua vida
O primeiro passo da inteligência emocional é o conhecimento de si mesmo. E isso passa por entender, principalmente, as emoções que tomam conta de nós. Para nos relacionarmos melhor, é essencial saber o que sentimos. Vamos entender melhor o assunto?
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987
É importante querer, mas é necessário saber por onde começar
A tese de que "querer é poder" joga uma responsabilidade cruel e injusta sobre quem está estagnado na vida. Apoiado em uma análise do psicólogo organizacional Adam Grant sobre o desenvolvimento do potencial humano, o professor Ronaldo Nezo mostra que a paralisia raramente nasce da falta de vontade ou de foco. Quando o cérebro não consegue enxergar um rumo claro ou os degraus intermediários de um projeto, ele desliga o desejo para nos proteger da frustração. Mais do que fabricar uma motivação artificial, o caminho para sair da estagnação exige buscar o método, a orientação e a clareza do próximo passo.Neste episódio, você vai entender por que a estrutura e o processo são fundamentais para transformar sonhos em ações reais.
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986
O cansaço pode estar destruindo o seu casamento
O cansaço físico, emocional, afeta a qualidade do seu relacionamento. Nem todo casamento parece sem graça, um tanto infeliz, por falta de amor. Em muitos casos, o amor continua existindo. O que desapareceu foi outra coisa: a energia, a disposição, a vitalidade.
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985
É possível se tornar uma pessoa organizada?
Muitas pessoas sofrem em silêncio com a desorganização, acumulando tarefas, perdendo prazos e convivendo com uma sensação constante de fracasso.Em resposta ao desabafo de uma ouvinte, o professor Ronaldo Nezo desmistifica as fórmulas mágicas de produtividade e mostra que a organização tem a ver com traços de personalidade e criação de processos. Em vez de buscar uma perfeição que só gera ansiedade, o caminho é a melhoria contínua: mapear as pendências e organizar um único processo de cada vez.Neste episódio, você vai entender como economizar energia mental criando rotinas simples e possíveis para o seu dia a dia.
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984
Na tristeza, vença a tentação de se isolar
Quando não estamos bem, o nosso impulso natural é nos isolarmos do mundo. Fazemos isso para poupar energia e para evitar expor nossas fraquezas. No entanto, embora o isolamento pareça um mecanismo de defesa legítimo, ele funciona como um veneno silencioso para a mente. Apoiado nos conceitos do livro Inteligência Social, de Daniel Goleman, e em reflexões do psicólogo Israel Castillo, o professor Ronaldo Nezo mostra que o oposto da depressão não é a felicidade, mas a conexão. É nos piores dias que mais precisamos de gente por perto.Neste episódio, você vai entender como a nossa biologia cerebral necessita do convívio e das pequenas ações cotidianas para superar os momentos de angústia.
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983
Cinco coisas para lembrar quando o passado voltar para te acusar
Existe uma voz que, de vez em quando, volta para nos visitar. Ela aparece quando lembramos de um relacionamento que terminou mal. De uma decisão que deu errado. De uma oportunidade perdida. De um erro que machucou alguém.E ela sempre faz as mesmas perguntas:“Como eu fui capaz de fazer aquilo?”“Como eu não percebi?”“Como eu pude confiar naquela pessoa?”Talvez você carregue uma pergunta parecida. E sabe qual é o problema?Quase sempre nós julgamos as decisões do passado com a experiência que só temos hoje. É uma comparação injusta. É como exigir que uma criança resolva um problema com a maturidade de um adulto.Por isso, hoje eu queria compartilhar cinco coisas que talvez você precise lembrar quando o passado voltar para te acusar.
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982
Tudo o que você ama exige manutenção
Tem uma coisa curiosa sobre a vida adulta: ela nos obriga a gastar tempo, dinheiro e energia com coisas que quase ninguém gosta de fazer. Trocar o óleo do carro. Revisar o telhado... Pintar a casa... Levar o carro para a oficina... São gastos que às vezes provocam a mesma reação: "De novo?". "Que desperdício!". "Mais uma despesa."Mas tem uma coisa que às vezes esquecemos… A lógica da manutenção não vale apenas para carros, casas ou eletrodomésticos. Na verdade, ela vale para praticamente tudo o que desejamos preservar.
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981
O líder que se acha confiável
Um estudo da Sólides, empresa especializada em recursos humanos, em parceria com a Offerwise, que atua com pesquisas de mercado, revelou algo, no mínimo, curioso. De um lado, 76% dos líderes acreditam que seus times confiam neles. Mas, do outro lado, 43% dos liderados confiam em parte — ou não confiam de forma alguma — nos superiores.
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980
Entenda por que a meia-idade pesa tanto — e o que vem depois
A ciência revela que passar dos 40 anos tem um peso emocional. Na casa dos 50, chegamos ao ponto mais baixo na sensação de bem-estar. O curioso é que, depois disso, a condição de felicidade costuma ser maior do que na juventude. Ouça. E entenda o que acontece.
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979
Quem governa as suas reações?
Você já passou pela experiência de mandar uma mensagem no calor da raiva e, cinco minutos depois, sentir aquela ansiedade causada pelo arrependimento e pelo desejo de voltar atrás? Por que frequentemente reagimos de maneira emocional aos acontecimentos?Vamos refletir sobre isso?
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978
Você entrega 100% para o seu relacionamento?
A ideia de que o casamento é uma sociedade "meio a meio" esconde uma armadilha: relacionamentos não funcionam com metades, mas sim quando os dois entregam 100% de si.Embora existam fases em que precisamos cobrir o deserto do parceiro, a acomodação de longo prazo de um dos lados esgota o afeto. Muitas uniões desabam porque um se tornou passageiro, deixando toda a carga familiar, financeira e emocional nas costas do outro. Amar de verdade não significa aceitar carregar a relação sozinho.Neste episódio, o professor Ronaldo Nezo faz uma reflexão contundente sobre as desculpas que usamos para aceitar o desequilíbrio no casamento e a necessidade urgente de reciprocidade.
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977
Consistência: o que ninguém te conta sobre chegar lá
Não há resultado sem consistência. É preciso se dispor a pagar o preço de dias em parece que nada vai dar certo. E ainda assim seguir adiante, acreditando.
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976
Quem cuida também precisa de cuidado
A gente costuma admirar pessoas assim - resolutivas, cuidadoras, aparentemente incansáveis. Gente que é resiliente, que aguenta pressão, que resolve, que não desmorona. O problema é que, às vezes, a admiração vira uma armadilha. Porque quanto mais competente alguém parece ser para lidar com a vida, menos ajuda recebe. Mais ela fica sozinha.
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975
O que estamos ensinando aos meninos sobre suas emoções?
"Menino não chora. Menino não sente. Menino não pode ser frágil."Quantas vezes você já ouviu essa frase? Ela parece inofensiva, mas a psicologia mostra que esse tipo de silenciamento emocional pode ter consequências devastadoras na vida adulta — incluindo dados alarmantes sobre suicídio e doenças físicas.Neste episódio, a gente conversa sobre como a educação dos meninos está diretamente ligada ao sofrimento silencioso dos homens. E mais: o que pais, mães e educadores podem fazer para quebrar esse ciclo.Com dados da OMS, insights da neurociência e dicas práticas: criar meninos que sentem não é fraqueza. É preparação para uma vida inteira.
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974
Intimidade não autoriza desrespeito na relação
Na rotina dos relacionamentos, a proximidade muitas vezes cria uma armadilha silenciosa: confundimos intimidade com a liberdade de sermos descuidados e intolerantes. Tratamos os estranhos na rua com extrema gentileza, mas reservamos para quem mora conosco as sobras do nosso dia, o tom irônico e o silêncio punitivo. Um casamento não morre apenas por grandes crises; ele morre pelo cansaço de viver em um ambiente onde o respeito e o carinho foram empurrados para o fundo pelo piloto automático da rotina.Neste episódio, o professor Ronaldo Nezo faz uma reflexão contundente sobre o perigo de usar quem amamos como depósito para as nossas frustrações diárias.
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973
Luto pelo que passou e/ou não foi vivido
Você sabe me dizer quantas versões de você ficaram pelo caminho? A adolescente cheia de esperança com o futuro… O jovem empolgado com o primeiro emprego… O marido feliz pela gravidez da esposa… Nossa vida é feita de fases. E em cada uma dessas fases vivemos uma versão de nós mesmos.
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972
A armadilha da comparação: por que o ritmo dos outros não pode ser o seu
Você já parou para observar o quanto compara a sua vida com a vida dos outros? Pensa comigo. Você abre as redes sociais e vê um colega de faculdade que acabou de ser promovido. Uma amiga que casou, comprou casa, teve filho — tudo no mesmo ano. Um conhecido que largou o emprego, abriu o próprio negócio e parece estar indo muito bem. E você? Você está no mesmo lugar de sempre. Ou pelo menos é assim que parece.A comparação é uma armadilha antiga. Mas nunca foi tão perigosa quanto agora. Porque hoje ela não espera você sair de casa. Ela chega antes do café da manhã, direto na palma da sua mão. Antes de você dizer bom dia pra família, já sabe que o fulano foi promovido, que a empresa da colega faturou bem, que o conhecido está viajando de novo.O problema da comparação não é que ela exista — comparar faz parte da nossa natureza. E comparar-se serve para aprender, para se situar, para crescer. O problema começa quando a comparação deixa de ser uma referência e vira uma régua.
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971
Quer mudar hábitos? Aplique a regra dos 20 segundos
Criar um hábito novo é difícil porque exige esforço inicial, exige gasto de energia. Abandonar um vício antigo também é difícil porque o piloto automático já está viciado naquele caminho rápido. É por isso que você falha. A sua mente sempre vai preferir o que dá menos trabalho.
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970
Homem que não chora… adoece
Você sabia que muitos homens sofrem em silêncio? Eles não verbalizam suas dores, frustrações…Os homens aprenderam a trabalhar, a produzir... Mas nunca aprenderam a dizer: "Eu não estou bem". E isso tem um custo.
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969
Você sabe pedir desculpas?
Muita gente, ao pedir, desculpas cria um novo descompasso na relação. A tentativa de justificar o erro, ao invés de curar as feridas, afasta ainda mais.
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968
Quando falta liderança, sobra desmotivação
Você já entrou numa empresa e teve a sensação de que ninguém ali estava realmente envolvido com o trabalho? As pessoas cumprem horário. Fazem o básico. Entregam o necessário, mas ninguém parece empolgado. Ninguém parece comprometido.Será que você conhece alguma empresa assim? Será que você trabalha numa empresa assim? Será que o problema é salário? Se você trabalha numa empresa em que as pessoas não estão engajadas, não se empolgam, você provavelmente tem uma ideia de onde está o problema. E o problema nem sempre é dinheiro.
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967
O Dia dos Namorados importa, mas os outros 364 ainda mais
O que faz um relacionamento durar? Pensa comigo. O que mantém duas pessoas juntas durante anos? Décadas, às vezes? Será que é a intensidade da paixão do começo? Aquele frio na barriga? As mensagens de madrugada? As borboletas no estômago?Tudo isso é maravilhoso. Mas não. Não é isso que faz um relacionamento durar. Se fosse assim, todo namoro apaixonado viraria um casamento feliz. E a vida mostra que não é bem desse jeito.A verdade é que o amor não sobrevive apenas dos sentimentos que sentimos. O amor sobrevive, principalmente, dos investimentos que fazemos.
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966
Na relação, o objetivo não é vencer a discussão
Se um ganha a discussão, os dois perdem. O relacionamento é prejudicado.
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965
Fale ao seu parceiro(a) o que você admira nele(a)
É fácil dizer para o parceiro, para a parceira, o que ele/ela faz de errado...Difícil é verbalizar nossa admiração pela pessoa amada. O problema é que silenciar o que nele/nela nos orgulha leva ao esfriamento da relação.
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964
Força emocional se parece mais com flexibilidade do que com rigidez
Quem nunca cede, quebra.Força emocional é assim:Não é nunca sentir medo; é sentir medo e não se paralisar. Não é nunca chorar; é chorar e no dia seguinte estar de pé. Não é nunca precisar de ninguém; é precisar, pedir ajuda, receber – e seguir em frente, sem se sentir apequenado por precisar dos outros.
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963
Qual é a qualidade do seu parceiro que você admira?
Em relacionamentos de longo prazo, as manias, os defeitos e a rotina costumam ganhar muito destaque. A perfeição não existe, mas há uma linha perigosa que nenhum casal pode cruzar: o fim da admiração. Quando deixamos de sentir orgulho de quem caminha ao nosso lado, o respeito desmorona e o afeto dá lugar à mera conveniência.Neste episódio, o professor Ronaldo Nezo aborda os estudos do terapeuta John Gottman sobre o comportamento dos casais e faz um alerta sobre como o desprezo silencioso destrói casamentos muito antes da separação física.
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962
O que você aceita perder para viver melhor?
Estamos esgotados. Isso é um fato. Mas o que estamos dispostos a perder para viver melhor?Vamos refletir sobre isso?
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961
Tem gente chamando esgotamento de rotina
Cansaço constante. Irritação por qualquer coisa. Falhas de memória. Vontade de se isolar. E se isso não for apenas “correria do dia a dia”?Neste episódio, Ronaldo Nezo reflete sobre os sinais silenciosos do esgotamento emocional e do burnout — um problema que cresce cada vez mais no Brasil e que muita gente só percebe quando já está no limite.A partir de uma reportagem do jornal Metrópoles, o episódio conversa sobre ansiedade constante, excesso de pressão, mente sobrecarregada, dificuldade de descansar e a cultura que normalizou viver cansado.Uma reflexão profunda sobre saúde emocional, limites, descanso e a importância de ouvir os sinais que o corpo dá antes do colapso.
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960
Saúde emocional não é linha de chegada
A gente aprendeu a pensar a vida como uma sequência de metas: estudar, conquistar, crescer, chegar lá. Mas e quando o assunto é saúde emocional? Será que existe um momento em que alguém finalmente se torna “resolvido”, imune à ansiedade, ao medo ou ao desânimo?Neste episódio, Ronaldo Nezo reflete sobre uma verdade que muita gente demora para perceber: saúde emocional não é uma linha de chegada. É prática. É construção diária. São pequenos cuidados invisíveis que sustentam a vida quando os dias ficam pesados.Uma conversa sobre ansiedade, autocuidado, exaustão, limites emocionais e a importância dos gestos simples que ninguém vê — mas que podem impedir a alma de quebrar.
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959
Querer um relacionamento estável não é sinal de fraqueza
Virou tendência exaltar a independência absoluta e tratar o desejo de casar ou formar uma família como sinal de fraqueza ou carência. Mas essa pressuposta maturidade, na maioria das vezes, é apenas uma carapaça de proteção para esconder o medo de sofrer e de quebrar a cara novamente. Nós fomos projetados para o vínculo, e a solidão nunca foi o ideal humano.Neste episódio, o professor Ronaldo Nezo traz um relato contundente de sala de aula e explica por que a verdadeira maturidade emocional não está em viver isolado, mas sim na coragem de se abraçar a vulnerabilidade de um amor real.
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958
Aprender, desaprender e reaprender: o segredo para a sobrevivência na carreira
Muitos profissionais acreditam que dominar uma função específica e evitar erros é a garantia de um futuro seguro na empresa. Mas em um mercado ditado pela automação veloz e pela chegada da inteligência artificial, o excesso de especialização sem capacidade de adaptação pode se tornar uma armadilha fatal para a carreira. É o fenômeno do profissional âncora.Neste episódio, o professor Ronaldo Nezo usa dados recentes sobre o futuro do trabalho e conceitos de neuroplasticidade para explicar por que a habilidade de se reinventar é o maior indicador de relevância no mercado atual.
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957
Por que a estética do tabaco voltou no digital
Faz sucesso nas redes fotos de pessoas famosas fumando. Jovens têm aderido ao cigarro. Nos últimos meses, as buscas por termos como “smoking pose” - ou, pose fumando - nas redes sociais dispararam mais de 70% entre os jovens. Perfis dedicados a resgatar fotos antigas de celebridades e supermodelos dos anos 90 com um cigarro entre os dedos acumulam centenas de milhares de seguidores.
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956
Quem é o melhor conselheiro para o seu problema?
Na crise, parece que ficamos cegos e queremos ouvir de outra pessoa o que devemos fazer. Porém, curiosamente, se outra pessoa eativesse passando pelo mesmo problema, saberíamos muito bem o que a pessoa deveria fazer.
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955
Não é o amor; é o compromisso que mantém um relacionamento
Estar comprometido em fazer dar certo é o que sustenta um casamento por décadas.
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954
Como a falta de limites na infância destrói o adulto
Criar os filhos blindados contra o sofrimento pode parecer amor, mas a ciência e a realidade fazem um alerta grave: a superproteção planta a semente de adultos frágeis. Quem não aprende a ouvir o "não" dentro de casa, de quem o ama, vai ouvir o "não" na rua, de forma bruta. E o pior: corre o risco de se tornar um adulto incapaz de aceitar rejeições profissionais e afetivas.
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953
Neurônios-espelho: Por que você sente a dor e a alegria de quem está por perto
Você já sentiu que o humor de alguém "contagiou" o seu dia? A neurociência explica que isso acontece por causa dos neurônios-espelho, células que funcionam como um simulador interno da experiência alheia. Mais do que apenas imitar movimentos, o nosso cérebro é capaz de ler intenções e sincronizar batimentos cardíacos com as pessoas ao nosso redor.Neste episódio, o Professor Ronaldo Nezo desvenda a biologia da empatia e faz um alerta: a sua arquitetura cerebral está sendo moldada, neste exato momento, por quem você decide observar e conviver.
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952
Como suas amizades desenham o seu destino
Você já parou para analisar quem são as pessoas que têm acesso direto aos seus pensamentos, ao seu tempo e ao seu coração? A frase "você é a média das cinco pessoas com quem mais convive" pode parecer um clichê, mas ela encontra eco na sabedoria milenar de Provérbios e nas descobertas mais recentes da neurociência. O fato é um só: nós somos seres projetados para a imitação, e o nosso ambiente é o maior escultor do nosso caráter.Neste episódio, o Professor Ronaldo Nezo explora a dinâmica invisível da influência social e explica por que escolher suas companhias é, na verdade, escolher o seu futuro.
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951
Relacionamento: Você tem medo de dizer "doeu"?
Muita gente acredita na imagem idealizada de que quem ama nunca magoa. Mas a vida real é feita de cansaço, palavras mal ditas e tropeços. O que separa um relacionamento maduro de um imaturo não é a ausência de dor, mas a certeza do acolhimento. Se você precisa filtrar tudo o que diz por medo da reação do outro, você não está em um refúgio; está em um campo minado.Neste episódio, o Professor Ronaldo Nezo reflete sobre o desabafo de um ouvinte e explica por que a capacidade de dizer "isso me feriu" é o maior teste de saúde de um casal.
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