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Saúde É Pública

Nossa missão é trazer ao grande público temas transversais da saúde pública. Ao divulgar a Faculdade de Saúde Pública da USP em suas vertentes institucionais de ensino, pesquisa e extensão universitária, pretendemos mostrar que a saúde pública está em todo lugar, em diferentes âmbitos da vida. A cada mês, um novo episódio, produzido pela equipe de Comunicação da FSP-USP em parceria com a Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP) e também com a Rádio USP. O projeto conta com a participação de funcionários, estagiários, alunos e professores da FSP-USP. Música de abertura: TIN - "Ticking"

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  1. 96

    Novos parâmetros da saúde do coração: a pré-hipertensão arterial

    Novo episódio do podcast Saúde É Pública discute saúde cardiovascular e os novos parâmetros da pré-hipertensão.No episódio 88, o professor Luiz Aparecido Bortolotto comenta a razão da mudança e a importância do cuidado em casos de pré-hipertensão para prevenir a doença em si.No Brasil, são mais de 1100 óbitos por dia relacionados a doenças cardíacas. Em São Paulo, segundo o Inquérito de Saúde (ISA Capital 2024), 26% dos hipertensos são adultos acima de 20 anos. O episódio ainda aborda os fatores agravantes e de predisposição para a doença, ressaltando a importância de uma alimentação e hábitos de vida saudáveis.📌Ouça agora em sua plataforma de áudio favorita ou assista no canal da FSP-USP no YouTube.Saúde É PúblicaEpisódio 88: Novos parâmetros da saúde do coração: a pré-hipertensão arterialEntrevistado: Luiz Aparecido BortolottoAcompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  2. 95

    Obesidade, magreza farmacológica e a febre das “canetas emagrecedoras”

    Novo episódio do podcast Saúde É Pública discute a obesidade e a febre das chamadas “canetas emagrecedoras”.No episódio 87, a professora Fernanda Scagliusi, do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP, analisa a obesidade sob uma perspectiva fundamental: o estigma associado ao peso.“Olhar apenas para o índice de massa corporal é uma forma muito limitada de ver o problema, inclusive com vieses de racismo, por exemplo. A obesidade é mais que uma condição; é uma classificação que foi construída historicamente e que pode ter efeitos muito moralizantes, estigmatizantes, controladores e exclusórios”, comenta a especialista.A partir de suas pesquisas, publicadas em revistas científicas internacionais como The Lancet e Obesity, a especialista aborda também o debate em torno do uso “off label” (fora das indicações médicas) de medicamentos para emagrecimento, em meio à popularização das chamadas “canetas emagrecedoras”.O episódio discute ainda dados preocupantes sobre o avanço da obesidade no Brasil e no mundo e os desafios para enfrentar a condição sem reforçar estigmas e discriminações.📌Ouça agora em sua plataforma de áudio favorita ou assista no canal da FSP-USP no YouTube.Saúde É PúblicaEpisódio 87: Obesidade, magreza farmacológica e a febre das “canetas emagrecedoras”Entrevistada: Fernanda ScagliusiAcompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  3. 94

    Saúde pública e agrotóxicos: o desafio brasileiro

    O podcast Saúde É Pública, da Faculdade de Saúde Pública da USP, abre sua 6ª temporada com um debate essencial sobre a dependência estrutural do Brasil no uso de agrotóxicos.O convidado, professor Rafael Buralli, do Departamento de Política, Gestão e Saúde, há anos se dedica às pesquisas sobre os impactos dos pesticidas na saúde coletiva e nas políticas públicas. A conversa examina os fatores históricos, econômicos e institucionais que consolidaram o Brasil como um dos maiores consumidores mundiais dessas substâncias, segundo dados da FAO.Durante a entrevista, são discutidos os condicionantes políticos e econômicos que sustentam esse modelo. O especialista analisa o chamado “PL do Veneno” e também o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara), recentemente aprovado por decreto presidencial após mais de uma década de tramitação.A exposição aos agrotóxicos traz impactos diretos na saúde do trabalhador rural, como problemas respiratórios, distúrbios do sono, diferentes tipos de câncer e mortes. Para o professor, faltam políticas públicas e apoio técnico para práticas mais sustentáveis na agricultura familiar, responsável pela maioria dos alimentos consumidos no país.Acompanhe esse debate aprofundado sobre saúde pública, produção de alimentos, políticas fiscais e os caminhos possíveis para reduzir a dependência química estrutural no campo brasileiro.Disponível no YouTube, Spotify e nas principais plataformas de áudio.Saúde É PúblicaEpisódio 86: Saúde pública e agrotóxicos: o desafio braileiroCom Rafael BuralliAcompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  4. 93

    Atualidades da saúde coletiva e participações dos pesquisadores da FSP-USP no 14º Abrascão

    Entre 28 de novembro e 03 de dezembro de 2025, Brasília recebe o 14º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, o Abrascão. Nesta edição, a FSP-USP terá mais de 130 participações na programação — um marco para a comunidade acadêmica.No episódio de encerramento da 5ª temporada do Saúde É Pública, a professora Patrícia Jaime, Vice-Diretora da Faculdade, fala sobre atualidades da saúde coletiva e a participação dos pesquisadores da FSP-USP no 14º Abrascão, o episódio aborda a importância do Abrascão e da Abrasco para a saúde pública, o crescimento da participação da FSP-USP no Congresso, o tema central desta edição: Democracia, Equidade e Justiça Climática, a relevância da divulgação científica dentro e fora da academia e dicas práticas para estudantes e jovens pesquisadores.O episódio marca também o fim da temporada 2025, ano em que o podcast adotou periodicidade mensal. Em 2026, seguimos com novos debates e entrevistas a partir de março.Saúde É Pública – Episódio 85 🎧 Disponível no YouTube, Spotify e principais plataformas de áudio.TAGS: Abrascão, Abrasco, Congresso Saúde Coletiva, Patrícia Jaime, FSP-USP, USP, saúde coletiva, justiça climática, democracia, equidade, divulgação científica

  5. 92

    Especial 100 anos do Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza

    Neste episódio especial, o Saúde É Pública celebra os 100 anos do Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza (CSEGPS).Inaugurado em 1925, nasceu da ideia pioneira do médico sanitarista Geraldo de Paula Souza, ao integrar ensino, pesquisa e assistência em um só espaço. Mais que isso, ao unir serviços médicos, de enfermagem e de assistência sanitária, a instituição se tornaria referência nacional em saúde pública e formação de profissionais. Não é à toa que passou a ser referido como Centro de Saúde Modelo. Neste episódio, conversamos com quem vive o dia-a-dia dessa história:Bárbara Lobo Bianconi, nutricionistaBruna Perroni Coelho, estagiária de saúde pública e voluntáriaMaria da Grazia Catania (“Dona Gracinha”), usuáriaSônia Brólio, psicóloga e atual diretora do Centro de SaúdeElas compartilham experiências, memórias e expectativas para o futuro de um serviço que segue transformando vidas e inspirando a saúde pública brasileira.Ouça e conheça mais sobre essa instituição centenária que é parte essencial da história da FSP-USP e da saúde pública no país.Saúde É Pública – Episódio 84🎧 Disponível no YouTube, Spotify e principais plataformas de áudio.

  6. 91

    Escorpiões: mitos, verdades e riscos à saúde pública

    Ao contrário do que é amplamente difundido na internet, agosto e setembro não são os meses de maior reprodução de escorpiões. No novo episódio do Saúde É Pública, o biólogo Paulo Goldoni, do Instituto Butantan, explica de que forma fatores como calor, mudanças climáticas e disponibilidade de alimento influenciam no aumento da presença desses animais.O especialista fala sobre hábitos e habitats dos escorpiões, orienta o que fazer (e o que nunca fazer) em casos de picadas e alerta para os riscos das informações falsas que circulam na internet.Acidentes com escorpiões já são um grave problema de saúde pública no Brasil. Em 2023, foram registradas mais de 202 mil ocorrências, representando quase 60% de todos os acidentes com animais peçonhentos. E o número só cresce: houve um aumento de 149% nos últimos 10 anos.Neste episódio, você vai entender:Por que os acidentes com escorpiões estão aumentandoComo o atendimento rápido pode salvar vidasO papel das políticas públicas e da pesquisa científica na prevençãoOs principais mitos que ainda cercam esses animaisOuça a entrevista completa no YouTube, Spotify ou na sua plataforma de áudio favorita.Saúde É Pública – Episódio 83: Escorpiões: mitos, verdades e riscos à saúde públicaConvidado: Paulo Goldoni. Plataforma: Disponível nas plataformas de áudio e no canal da FSP-USP no YouTube.Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  7. 90

    Vape: Saúde, Indústria e Poder

    Por dentro da nuvem: a verdade que a indústria do vape não contaUma pesquisa inédita do Instituto do Coração (InCor) da USP revelou dados preocupantes sobre o uso de cigarros eletrônicos no Brasil. Realizado em seis cidades paulistas entre abril e setembro de 2024, o estudo avaliou 417 usuários exclusivos de vape e identificou níveis altíssimos de nicotina, mesmo entre aqueles que se consideram “usuários ocasionais” — patamares equivalentes a fumar entre 20 e 40 cigarros por dia.A médica e pesquisadora Jaqueline Scholz, diretora do Programa de Tratamento do Tabagismo do InCor e responsável pela pesquisa, analisa no episódio os riscos, a desinformação e os interesses bilionários por trás da indústria do cigarro eletrônico.Entre promessas de modernidade e sabores atrativos, o vape esconde um potencial de dependência elevado e já provoca impactos sérios à saúde, especialmente entre jovens, maiores consumidores. A entrevista também aborda a popularização da expressão “pulmão de pipoca”, nome popular da bronquiolite obliterante (BO), uma doença pulmonar crônica grave e irreversível.Saúde É Pública – Episódio 82Título do episódio: Vape: Saúde, Indústria e PoderConvidada: Jaqueline ScholzPlataforma: Disponível nas plataformas de áudio e no canal da FSP-USP no YouTube.Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  8. 89

    O envelhecimento saudável é possível no Brasil?

    No episódio 81 do Saúde É Pública, o podcast da FSP-USP, debatemos os desafios e as possibilidades do envelhecimento saudável no Brasil.Com uma população cada vez mais longeva — e desigual — o país se vê diante de uma pergunta essencial: estamos preparados para garantir saúde, autonomia e qualidade de vida às pessoas idosas?Para responder a essa e outras questões, convidamos três especialistas no tema: a professora Yeda de Oliveira Duarte, da Escola de Enfermagem da USP e coordenadora do Estudo SABE, e as professoras Helena Watanabe e Marília Louvison, da Faculdade de Saúde Pública da USP.Durante o bate-papo, as convidadas comentam os impactos do envelhecimento populacional nas políticas públicas e nas famílias, abordam a importância da prevenção, das redes de cuidado e da atuação do SUS, e fazem um alerta sobre os riscos da medicalização excessiva na terceira idade.Você sabia que 75% dos idosos dependem exclusivamente do SUS para acessar serviços de saúde? E que 70% convivem com doenças crônicas? Com base em dados recentes e experiências práticas, o episódio mostra por que o envelhecimento é um tema urgente — e coletivo.📌Ouça o episódio completo na sua plataforma de áudio favorita ou assista no canal da FSP-USP no YouTube.Saúde É PúblicaEpisódio 81: O envelhecimento saudável é possível no Brasil?Com Marília Louvison, Helena Watanabe e Yeda DuarteAcompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  9. 88

    Corpo e mente conectados: caminhos possíveis no combate ao sedentarismo

    No episódio 80 do Saúde É Pública, o podcast da FSP-USP, a professora Yara de Carvalho (EEFE-USP e FSP-USP) e o pós-doutorando João Valentini Neto (FSP-USP) discutem os desafios e os caminhos possíveis para combater o sedentarismo.Você sabia que as práticas corporais oferecem benefícios tanto para o corpo quanto para a mente? Nesta conversa, os pesquisadores exploram como esses dois campos estão profundamente conectados e como as políticas públicas podem contribuir para ampliar o acesso da população às práticas corporais e esportivas em suas diversas formas.De acordo com o Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM), são consideradas sedentárias as pessoas entre 18 e 60 anos que praticam menos de 150 minutos de atividades físicas por semana. O Brasil, segundo a OMS, é o país mais sedentário da América Latina.A professora Yara amplia o debate ao mostrar que o sedentarismo vai além de uma questão de saúde individual: trata-se de um problema que atravessa diferentes dimensões sociais e políticas.📌Ouça o episódio completo na sua plataforma de áudio favorita ou assista no canal da FSP-USP no YouTube.Saúde É Pública Episódio 80: Corpo e mente conectados – Caminhos possíveis no combate ao sedentarismo Com Yara de Carvalho e João Valentini Neto.Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  10. 87

    Avanços e desafios da vacinação no Brasil

    No episódio 79 do Saúde É Pública, o podcast da FSP-USP, a professora Ana Paula Sato, do Departamento de Epidemiologia, esclarece as principais dúvidas sobre vacinas contra dengue, febre amarela e COVID-19, e fala também sobre o esquema vacinal das principais vacinas para o público infantil. Já vacinou as crianças da sua família? Sabe quais imunizantes estão recomendados hoje?Neste bate-papo, ela analisa a retomada da cobertura vacinal no Brasil e explica os desafios enfrentados pelo SUS na distribuição gratuita de cerca de 300 milhões de doses por ano.A cobertura vacinal no Brasil começou a cair em 2016 e atingiu níveis críticos em 2022. Mas há boas notícias: um relatório recente da Unicef (julho de 2024) mostra que o Brasil saiu da lista dos 20 países com mais crianças não imunizadas. A professora comenta esse avanço e destaca o papel do Movimento Nacional pela Vacinação, lançado em 2023 para recuperar a confiança da população e fortalecer o SUS.Com 38 mil salas de vacinação e profissionais qualificados, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) segue sendo referência internacional.Dá o play e vem entender por que vacinar é um ato de cidadania e saúde pública!📌 Ouça agora na sua plataforma de áudio favorita ou assista no canal da FSP-USP no YouTube.Saúde É PúblicaEpisódio 79: Avanços e desafios da vacinação no BrasilCom Ana Paula SatoAcompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  11. 86

    Cracolândia: uma questão de saúde pública

    Neste segundo episódio da 5ª temporada do Saúde É Pública, conversamos sobre um tema “incômodo” e que se arrasta há décadas, sem solução: a Cracolândia. Morador da capital ou não, muitos conhecem o fenômeno que reúne diversos dependentes químicos nas ruas centrais de grandes cidades.Para debater esse grave problema de saúde pública, o podcast entrevistou o professor Diego Madi Dias, do Departamento de Saúde e Sociedade da FSP-USP, e a psicóloga Letícia Ferreira Menezes, mestre pela FSP-USP sobre as políticas públicas aplicadas à Cracolândia.Os especialistas comentam as políticas existentes versus o que tem sido feito na prática, além de problematizar a abordagem relativa à segurança pública e à saúde pública para o problema da dependência química e álcool. Os pesquisadores analisam os impactos das medidas já aplicadas e sua efetividade na resolução do problema.O Saúde É Pública está disponível em diversos aplicativos, incluindo Spotify e Youtube.Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USPTIKTOK: FSP_USP_oficial

  12. 85

    Saúde nos presídios

    A 5ª temporada do podcast Saúde É Pública estreia com um assunto urgente, porém, invisível para a sociedade: a saúde dentro dos presídios. A pesquisadora Mariana Scaff Haddad Bartos vem aprofundando os estudos sobre o acesso à saúde no sistema prisional brasileiro, no doutorado que ela realiza pelo Departamento de Política, Gestão e Saúde da FSP-USP. O episódio 77 marca a mudança de periodicidade do podcast, que passará a ser veiculado uma vez por mês. Segundo a entrevistada, a pesquisa buscará observar como se dá na prática a implementação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), a partir da interação com profissionais das equipes de Atenção Básica Prisional.A pesquisadora afirma que há muitas dificuldades no acesso a dados sobre saúde nos presídios e por isso a escolha por lançar um olhar para os profissionais da área que atuam nesses locais. A ideia é entender como estão -ou não- sendo implementadas as políticas de saúde para essas populações.“A maior parte dos dados mostram indicadores cada vez piores dentro das unidades prisionais. Um relatório da Defensoria do Estado de São Paulo mostra que quase 80% dos presídios não tem equipe mínima de saúde e quase 40% não tem nem consultório. Esse dado é muito relevante, tendo em vista que o estado de São Paulo tem um terço da população carcerária do Brasil. Outro relatório recente do Conselho Nacional de Justiça mostra dados alarmantes sobre letalidade e subnotificação de doenças. As pessoas estão morrendo por falta de cuidados e por causas evitáveis”, afirma.A pesquisadora esteve na Holanda e na Colômbia para realizar os preparativos de seu estudo de campo e espera iniciar em breve a coleta de dados em presídios brasileiros.Ouça a entrevista na íntegra e conheça essa pesquisa sobre a situação de saúde da população em cárcere no Brasil. O Saúde É Pública está disponível em diversos aplicativos, incluindo Spotify e Youtube. Agora com periodicidade mensal.Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USPTIKTOK: FSPUSPoficial

  13. 84

    AVC e infarto: o que a ciência já sabe

    Depressão e incapacidade funcional: impacto na mortalidade pós-AVC, com a Professora Alessandra Carvalho Goulart No episódio 76 do Saúde É Pública, a professora e pesquisadora Alessandra Carvalho Goulart, da Faculdade de Saúde Pública da USP, explora fatores de risco fundamentais para a mortalidade após um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Além dos riscos tradicionais como hipertensão e diabetes, a professora revela o papel da depressão e da incapacidade funcional, que elevam significativamente as taxas de mortalidade nos anos subsequentes ao AVC. Temas deste episódio: A depressão aumenta em quase cinco vezes o risco de morte no primeiro ano após o AVC, e a incapacidade funcional severa triplica esse risco nos primeiros dois anos. Pacientes com AVC no hemisfério esquerdo do cérebro têm até três vezes mais chance de desenvolver prejuízos cognitivos, comparados com AVCs no lado direito. A importância de reabilitação contínua, incluindo fisioterapia e terapia ocupacional O impacto do tratamento adequado com anticoagulantes para pacientes com fibrilação atrial, que reduziu a mortalidade em até 90% segundo um  acompanhamento de até 12 anos. Além de liderar o novo Laboratório de Estudos Longitudinais (Label) na FSP-USP, Alessandra é uma das cientistas mais influentes do mundo, segundo o ranking de Stanford, e vencedora do Prêmio CAPES Elsevier 2024 Mulheres na Ciência. Acompanhe esta entrevista para entender melhor os riscos pós-AVC e como o tratamento pode fazer a diferença na vida dos pacientes.

  14. 83

    Vigilância Sanitária: Histórias verídicas de uma fiscal de alimentos em SP

    Neste episódio, convidamos Andrea Barbosa Boanova, fiscal de alimentos com 32 anos de atuação no município de São Paulo. Ela compartilha histórias reais e curiosas de sua carreira, desde situações inusitadas, como encontrar uma faca escondida na cueca, até baratas voando durante inspeções sanitárias. Além disso, Andrea, que é egressa do mestrado e doutorado e foi professora convidada da FSP-USP, fala sobre os desafios e as surpresas que envolvem a fiscalização de alimentos na maior cidade do Brasil. Quer saber mais sobre os bastidores da Vigilância Sanitária? Dê o play e ouça histórias fascinantes diretamente de quem viveu essa realidade!  Este episódio contou com a coordenação e roteiro de Sylvia Miguel; entrevista e edição: Felipe Velames; edição e artes: Yasmin Constante. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: www.youtube.com/@FaculdadedeSaudePublicadaUSP

  15. 82

    85 anos do curso de nutrição da FSP-USP

    No episódio 74 do podcast Saúde É Pública, recebemos três convidados especiais para discutir a trajetória e a evolução do curso de Nutrição em Saúde Pública, criado em 24 de outubro de 1939. Desde então, o curso formou mais de 2.600 nutricionistas e acompanhou as grandes mudanças no cenário alimentar no Brasil e no mundo. Participam deste episódio: Professora Aline Martins Carvalho, do Departamento de Nutrição da FSP-USP Angélica Freitas, presidente da Associação Paulista de Nutrição Welliton Donizeti Pupolin, Conselheiro do CRN-3 Nesta conversa, discutimos o papel do nutricionista ao longo dos anos e os desafios atuais na transição epidemiológica da população. Este episódio contou com a coordenação, roteiro e entrevista de Sylvia Miguel; edição e artes: Felipe Velames. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: www.youtube.com/@FaculdadedeSaudePublicadaUSP

  16. 81

    Comunicação do risco: os discursos de Bolsonaro durante a pandemia

    O episódio 73 do podcast Saúde É Pública traz uma entrevista com a cientista social e jornalista Mariana Varella, editora do portal Dráuzio Varella. Ela estudou o tema da comunicação de risco em sua dissertação de mestrado e compartilha aqui os resultados de sua pesquisa sobre as lives do ex-presidente Jair Bolsonaro. Foram analisadas 59 lives realizadas entre março de 2020 e abril de 2021, explorando como Bolsonaro utilizou a comunicação direta nas redes sociais para defender medidas contrárias às recomendações das autoridades de saúde. A pesquisa revela o impacto dessa estratégia e como ela afetou a confiança do público nas instituições e na ciência. Para Mariana, o uso das redes sociais foi uma escolha estratégica para controlar o discurso e o tempo, influenciando diretamente seus apoiadores. Não perca essa entrevista!  Este episódio contou com a coordenação, roteiro e entrevista de Sylvia Miguel; edição e artes: Felipe Velames. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.   Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: www.youtube.com/@FaculdadedeSaudePublicadaUSP

  17. 80

    Agroecologia nos espaços acadêmicos: a feira ECCCo da FSP-USP

    No episódio 72 do Saúde É Pública, as pesquisadoras Bruna Delgado Arid e Weruska Davi Barrios discutem a Feira ECCCo, evento que conecta agroecologia e academia na USP. Elas abordam como a feira vai além da venda de produtos, promovendo práticas sustentáveis e incentivando uma alimentação saudável. As pesquisadoras também falam sobre o potencial de creches, escolas e hospitais para incorporar produtos agroecológicos, e o desafio de padronizar as compras desses itens. Para isso, o ECCCo está empenhado em desenvolver protocolos que facilitem a aquisição de alimentos da agricultura familiar e agroecológica. Bruna Arid desenvolve o projeto "Inclusão dos Alimentos Agroecológicos na Universidade de São Paulo", vinculado ao programa de pós-graduação em Nutrição em Saúde Pública da FSP-USP. Além disso, ela atua como nutricionista no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Incor-HCFMUSP) e integra a Associação Brasileira de Promoção à Alimentação Adequada e Saudável. Já Weruska Barrios, doutoranda no mesmo programa e pesquisadora do ECCCo, foca sua atuação em serviços de alimentação e nutrição, com ênfase em processos sustentáveis no ambiente hospitalar. O ECCCo -Estudos em Ciência, Cultura e Comida- é um grupo de pesquisa e extensão comprometido com a promoção da Segurança Alimentar e Nutricional, e reconhece a interconexão entre ciência, cultura e alimentação. No eixo de pesquisa sobre Sistemas e Ambientes Alimentares, o grupo busca promover o diálogo entre produtores e consumidores, por meio de feiras, oficinas, visitas técnicas e projetos que visam a implementação de cardápios e práticas de compras sustentáveis, além de incentivar uma alimentação saudável e ambientalmente responsável. Descubra como o ECCCo está transformando a segurança alimentar e nutricional. Este episódio contou com a coordenação de Sylvia Miguel; roteiro e edição: Felipe Velames e Sylvia. Entrevista: Guilherme Drummond. Artes: Sylvia e Felipe.   Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: www.youtube.com/@FaculdadedeSaudePublicadaUSP

  18. 79

    Programa Ecos - Escuta, Cuidado e Orientação em Saúde Mental

    Neste episódio de número 71 do podcast "Saúde É Pública", da FSP-USP, recebemos o Professor Ricardo Rodrigues Teixeira, Diretor de Saúde Mental e Bem-Estar Social da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP). Ele apresenta o Programa Ecos da USP, uma iniciativa dedicada a oferecer acolhimento e orientação em saúde mental para toda a comunidade universitária. Na entrevista, o Professor Teixeira compartilha as mais recentes novidades do Ecos, que agora conta com 10 novos psicólogos, ampliando seu alcance de Escuta, Cuidado e Orientação em Saúde Mental para todos os campi da USP. O programa atende a professores, funcionários e estudantes, proporcionando um espaço de escuta ativa para desenvolver planos de cuidado personalizados. "O Ecos é um tipo de serviço sob demanda que oferece um espaço de escuta para elaborar, em conjunto, um plano de cuidado para quem procura atendimento. A escuta ativa é frequentemente suficiente para aliviar o sofrimento," explica o Professor Teixeira. Além disso, o programa também identifica casos que necessitam de tratamentos mais específicos, como psicoterapia, ou outros encaminhamentos protetivos, que podem incluir atividades físicas, ocupacionais ou culturais. "É importante ir além do foco no tratamento, proporcionando múltiplas possibilidades de encaminhamento", acrescenta. Não perca essa conversa! Ouça o episódio completo na sua plataforma de áudio favorita ou assista aqui no YouTube. Este episódio contou com a coordenação de Sylvia Miguel; roteiro e entrevista: Felipe Velames. Edição e artes: Luise Silva e Sylvia. Pós-edição: Sylvia.   Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: www.youtube.com/@FaculdadedeSaudePublicadaUSP

  19. 78

    Nutrição esportiva e dieta vegetaria/vegana

    O vegetarianismo e o veganismo estão ganhando cada vez mais destaque, especialmente no mundo dos esportes. Mas será que essas dietas realmente trazem benefícios e melhoram o desempenho dos atletas?  No episódio 70 do podcast Saúde É Pública, trazemos dois especialistas para discutir o impacto das dietas baseadas em plantas no desempenho esportivo.  O Professor Hamilton Roschel, da Faculdade de Medicina da USP, é coordenador do Grupo de Pesquisa em Fisiologia Aplicada e Nutrição. Ele conduziu uma pesquisa em 2021 que demonstrou os efeitos positivos dessas dietas no ganho de massa e força muscular. A nutricionista Mariana Fortes, egressa da FSP-USP e uma das tutoras da Liga Acadêmica de Vegetarianismo, tem vasta experiência no acompanhamento de pacientes, incluindo atletas, em transição para dietas com menor consumo de alimentos de origem animal. Neste episódio, os especialistas conversam a respeito da transição alimentar da dieta onívora para a baseada em plantas, sobre o acompanhamento profissional e as formas de aderir a essa dieta. Siga o Saúde É Pública!.  O podcast da FSP-USP está disponível em várias plataformas de áudio e também no YouTube. Coordenação: Sylvia Miguel  Entrevista, Roteiro e Edição: Felipe Velames  Artes: Felipe e Sylvia Acompanhe a Faculdade de Saúde Pública da USP: [Site](http://www.fsp.usp.br)  [Instagram](https://www.instagram.com/fsp.usp)  [Facebook](https://www.facebook.com/Saude.Publica.USP) [Youtube] https://www.youtube.com/@FaculdadedeSaudePublicadaUSP

  20. 77

    Quatro anos do Estudo Nutrinet Brasil: balanço e perspectivas

    Em seus quatro anos de vida, o Nutrinet Brasil - maior estudo de coorte do país sobre os padrões alimentares e doenças crônicas não transmissíveis na população brasileira-, vem revelando cada vez mais evidências sobre o impacto da alimentação na saúde. Um artigo recente mostra, por exemplo, que o consumo de ultraprocessados está ligado a um risco 42% maior de desenvolvimento de sintomas depressivos. A pesquisa também já indicou uma relação entre o consumo desses produtos com o ganho de peso. Para encerrar a série comemorativa dos quatro anos de Nutrinet Brasil, o podcast Saúde É Pública conversou com o Professor Carlos Augusto Monteiro, um dos coordenadores do estudo, e com a pesquisadora Eurídice Martínez Steele, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, grupo em que o Prof. Monteiro é também coordenador emérito. Os cientistas explicam um pouco sobre como foram produzidos alguns artigos da coorte e de que forma os novos dados mudam a compreensão sobre consumo alimentar. Além disso, abordam de que forma novas doenças serão introduzidas no estudo e as perspectivas futuras para as pesquisas do grupo. Monteiro figura entre os cientistas mais renomados internacionalmente na área de alimentação e nutrição. É também um dos mais premiados do Brasil, tendo recebido recentemente o prêmio Philip James, da Federação Mundial de Obesidade. O professor e seu grupo de pesquisa são responsáveis pela criação da classificação Nova de alimentos, que revolucionou a ciência alimentar e nutricional ao categorizar os alimentos de acordo com a natureza e a finalidade de seu processamento. Sobre esse tema, veja o episódio 68 esta série. Siga o Saúde É Pública. O podcast da FSP-USP está em diversas plataformas de áudio e também no Youtube. Este episódio contou com a coordenação, roteiro, entrevista e pós-edição de Sylvia Miguel. Edição: Guilherme Drummond. Artes: Sylvia e Guilherme  Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: www.youtube.com/@FaculdadedeSaudePublicadaUSP

  21. 76

    Especial 10 anos de Agosto Dourado na FSP-USP

    O acesso ao leite materno desde os primeiros dias de vida é um direito de todos ao nascer. Inúmeros artigos científicos comprovam os benefícios da amamentação exclusiva durante os seis primeiros meses de vida, sendo que a prática deve ser estendida até os dois anos de idade da criança. Mas por que muitas mães ainda enfrentam dificuldades para manter o aleitamento? E como pode ser criada uma rede de apoio para que isso aconteça? Neste episódio especial, além de celebrar os 10 anos do Agosto Dourado da FSP-USP, discutimos questões sensíveis ao tema e trazemos um pouco da história desse evento tradicional. Ele é realizado todo mês de agosto na Faculdade de Saúde Pública e em seu Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza (CSEGPS), por meio do Centro de Referência em Alimentação e Nutrição (CRNutri). As entrevistadas são Viviane Laudelino Vieira, nutricionista e pesquisadora do CSEGPS; mãe da Manu de 10 anos, e idealizadora do evento Agosto Dourado da FSP; Fernanda Lopes Macedo, zootecnista, estudante de nutrição, confeiteira e mãe da Claire de 1 ano e 9 meses. Contamos também com Chico Romanelli, fotógrafo, pai da Lis e fotógrafo de algumas edições do Agosto Dourado, além de Livia Casagrande Salvador; mestra egressa da USP, nutricionista infantil e integrante do Coletivo Agosto Dourado. Este episódio contou com a coordenação, roteiro, entrevista e pós-edição de Sylvia Miguel. Edição: Gabriel Eid. Artes: Guilherme Drummond. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: www.youtube.com/@FaculdadedeSaudePublicadaUSP

  22. 75

    O sistema Nova de classificação de alimentos e o NutriNet Brasil

    Continuando o especial dos quatro anos do Nutrinet Brasil, o maior estudo de coorte do país sobre os padrões de alimentação e condições crônicas não transmissíveis, o novo episódio do Podcast Saúde É Pública aborda o sistema Nova de classificação de alimentos.  A classificação Nova, que categoriza os alimentos com base na extensão e no propósito de processamento industrial, foi desenvolvida pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo, o Nupens/USP, e norteou a elaboração dos instrumentos de coleta de dados de consumo alimentar utilizados no Nutrinet Brasil. Foi em meados dos anos 2000 que os pesquisadores do Nupens foram pioneiros em apontar o processamento industrial de alimentos como o principal motor da pandemia de obesidade que atinge a população mundial no século XXI. Essa percepção deu origem à classificação chamada Nova. O episódio contou com a participação de Maria Laura Louzada, professora do Departamento de Nutrição e uma das coordenadoras do NutriNet Brasil, e Kamila Gabe, doutora pela FSP-USP e e pós-doutoranda do Nupens. Elas explicam como a classificação Nova mudou os paradigmas da antiga classificação alimentar e de que forma o processamento de alimentos se relaciona com a epidemia de obesidade e outras doenças crônicas que afetam o planeta. No próximo e último episódio da minissérie, convidamos Carlos Augusto Monteiro, professor emérito da FSP-USP e um dos coordenadores do Estudo Nutrinet Brasil, e a cientista Eurídice Martínez Steele para comentarem sobre os principais resultados do Nutrinet até o momento e as perspectivas para o futuro. Para participar do Estudo NutriNet Brasil, é preciso residir no Brasil e ter idade mínima de 18 anos. A participação é voluntária e exige que a pessoa realize um cadastro simples no portal do estudo. Este episódio contou com a coordenação, roteiro e entrevista de Sylvia Miguel. Edição: Gabriel Eid. Artes: Felipe Velames Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  23. 74

    Especial quatro anos do Estudo Nutrinet

    Em comemoração aos quatro anos do Estudo Nutrinet Brasil, o podcast Saúde É Pública inaugura uma minissérie para explorar todos os detalhes da pesquisa que vem acompanhando os hábitos alimentares de mais de 200 mil pessoas no País. São três episódios sobre o maior estudo de coorte do Brasil sobre os padrões de alimentação e saúde da população brasileira. Na estreia, as pesquisadoras Renata Levy e Maria Alvim falam do propósito, do desenho e da dinâmica do estudo, além dos objetivos e dos desafios envolvendo estudos de coorte, como é o Nutrinet. Estudos de coorte acompanham um grupo populacional ao longo do tempo, para avaliar a incidência de doenças no espaço temporal estudado. O Nutrinet vem contribuindo com conhecimentos valiosos para a ciência e para a implementação de políticas públicas em saúde. O projeto é organizado pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (Nupens/USP), sob a coordenação de Carlos Augusto Monteiro, professor do Departamento de Nutrição da FSP-USP e convidado do terceiro episódio da série.  O trabalho envolve pesquisadores de várias universidades e centros de pesquisa brasileiros, como a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Federação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Nacional do Câncer. Os dados são coletados de forma totalmente online, por meio de questionários, em que os participantes respondem a perguntas sobre a sua situação de saúde e alimentação e outros fatores que podem influenciar o seu estado de saúde. O objetivo principal é identificar padrões de alimentação praticados pela população brasileira que protegem ou aumentam o risco de doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes, doenças do coração e vários tipos de câncer, além de contribuir para o aprimoramento de políticas públicas de promoção da saúde e de alimentação saudável para a população brasileira. Para participar do Estudo NutriNet Brasil, é preciso residir no Brasil e ter idade mínima de 18 anos. A participação é voluntária e exige que a pessoa realize um cadastro simples no portal do estudo. No próximo episódio da série, será abordada a classificação alimentar NOVA, que categorizou todos os alimentos de acordo com a natureza e a finalidade do seu processamento. A classificação, criada pelos pesquisadores do Nupens-USP, utiliza dados do Estudo Nutrinet. Este episódio contou com a coordenação, roteiro e entrevista de Sylvia Miguel. Edição: Gabriel Eid. Artes: Felipe Velames Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  24. 73

    PL 1904/2024: um debate sobre aborto, violências e direitos

    Em junho, um pedido de tramitação em regime de urgência feito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, inflou as posições contrárias e a favor do aborto no Brasil. O PL 1904/2024, conhecido como “PL do estupro”, virou pauta em todos os ambientes sociais. Isto porque penaliza a vítima de estupro que aborta após 22 semanas de gestação com uma pena maior que a do estuprador.  Regulado pelo Código Penal de 1940, o aborto atualmente é permitido no Brasil em três situações específicas: quando a gravidez é resultante de estupro, quando há risco de vida para a gestante ou em casos de anencefalia do feto. Cristiane Cabral, Simone Diniz e Jefferson Drezett, docentes do Departamento de Saúde e Sociedade da FSP-USP, aprofundam o tema a partir de amplo conhecimento e experiência em pesquisa na área. No dia 24 de junho, na Faculdade de Saúde Pública da USP, a pauta também foi discutida em auditório lotado durante o ato/aula aberta “Descriminalizar é Preciso”. Os debatedores mostraram que as meninas menores de 14 anos de idade são as principais vítimas de estupro no Brasil e são também as que descobrem mais tardiamente a gravidez, resultante da violência sexual. Um estudo com dados de 2021 do Sinasc (Sistema de Nascidos Vivos do DATASUS), mostra que os óbitos fetais e a mortalidade materna são maiores entre meninas-mães de 10 a 14 anos de idade. E que a raça-cor prevalente entre essas meninas é de pretas, pardas e indígenas, com porcentagens maiores no Norte e Nordeste. O levantamento chama-se Estudo Meninas Mães 2023 e é atualizado periodicamente pela Rede Feminista de Saúde. Este episódio contou com a coordenação e roteiro de Sylvia Miguel. Entrevista e edição: Felipe Velames. Artes: Gabriel Eid. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  25. 72

    Crise climática e enchentes no RS

    Toda vez que uma tragédia ambiental acontece, voltam à tona os debates sobre a questão climática e o papel crucial do planejamento urbano nas cidades. Qual teria sido o mix que permitiu a tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul? Será que a natureza é mesmo a única “culpada”? O tema é debatido no episódio 65 do Saúde É Pública, o podcast da FSP-USP. A professora Gabriela Di Giulio, do Departamento de Saúde Ambiental da FSP-USP, mostra como o conceito de risco pode ser aplicado aos territórios atingidos pela enchente na Bacia da região do Guaíba, refutando o discurso de que as catástrofes são naturais. Ao contrário, dependem de uma junção de fatores que levam as populações a situações de vulnerabilidade. O professor Paulo Artaxo, do Instituto de Física da USP, especialista em mudanças climáticas globais, explica os fatores climáticos associados à tragédia e alerta para a necessidade crucial de uma ação conjunta da sociedade, academia e governos para que as cidades possam se adaptar às mudanças climáticas em curso. As enchentes no RS afetaram mais de 2 milhões de pessoas; ferindo 806 e causando 172 óbitos confirmados, segundo atualização em 05 de junho da Defesa Civil. Além desses números e das perdas materiais incalculáveis, existem as perdas imateriais: um estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Hospital das Clínicas de Porto Alegre vem mostrando que 9 em cada 10 atingidos pelas enchentes relatam ansiedade, entre outros transtornos mentais, como estresse pós-traumático e esgotamento profissional (burnout). Este episódio contou com a coordenação, roteiro e entrevista de Sylvia Miguel. Edição: Gabriel Eid. Artes: Felipe Velames Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  26. 71

    Efetividade de vacinas: estudos sobre a dengue no Paraná

    O professor Fredi Alexander Diaz Quijano, do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública (FSP-USP), é o entrevistado do 64º episódio do “Saúde É Pública”, o podcast da FSP-USP. O cientista é o primeiro autor de artigo recém-publicado na renomada revista The Lancet Regional Health – Américas, e traz detalhes do estudo que avaliou o impacto da campanha de vacinação contra a dengue no estado do Paraná.  O artigo ”Effectiveness of mass dengue vaccination with CYD-TDV (Dengvaxia®) in the state of Paraná, Brazil: integrating case-cohort and case-control designs”, realizado em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Paraná, mostrou que houve uma redução de 71% no risco de dengue associado à vacina, quando aplicada em pessoas com histórico da doença. Os pesquisadores avaliaram a vacina CYD-TDV, conhecida como dengvaxia, uma vacina tetravalente, viva atenuada, desenvolvida pela Sanofi Pasteur, sendo a primeira disponível no mercado contra este arbovírus. O professor aborda detalhes do trabalho e mostra como são feitos estudos de efetividade. De acordo com Fredi, a experiência “pode servir de referência metodológica para futuras avaliações da efetividade das vacinas, não apenas para a dengue, mas também para outras doenças prioritárias de saúde”, afirma. O artigo Effectiveness of mass dengue vaccination with CYD-TDV (Dengvaxia®) in the state of Paraná, Brazil: integrating case-cohort and case-control designs está disponível na íntegra na revista The Lancet Regional Health – Américas. Este episódio contou com a coordenação de Sílvia Miguel. Edição e entrevista: Felipe Velames. Roteiro: Felipe e Silvia. Artes: Guilherme Drummond  Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Threads: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  27. 70

    IAs como ferramenta no combate à dengue

    Dando continuidade a série especial sobre Inteligência Artificial, o 63° episódio do podcast Saúde É Pública mostra como essa tecnologia pode contribuir para a área da saúde pública. Um exemplo prático das contribuições dessa ferramenta é um novo software que utiliza IA para identificar focos de dengue com base em fachadas de imóveis. Para explicar como funciona esse software que pretende tornar o trabalho da prevenção da dengue mais barato e efetivo, o podcast conversa com o professor Francisco Chiaravalloti Neto, do Departamento de Epidemiologia da FSP-USP, e seu orientando Gerson Laurindo Barbosa. Eles também comentam os principais diferenciais dessa ferramenta para outros métodos de identificação de focos da dengue e quais outras tecnologias de Inteligência Artificial poderemos esperar no futuro da prevenção de doenças veiculadas por vetores.  O Saúde É Pública está disponível em diversos aplicativos, incluindo Spotify, Anchor e Youtube. Este episódio contou com entrevista de Silvia Miguel. Roteiro de Silvia e Felipe Velames. Edição e artes: Gabriel Eid.  Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Threads: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  28. 69

    IAs e ChatGPT: ética e segurança no uso de algoritmos

    O 62° episódio do podcast Saúde É Pública explora os diferentes usos da Inteligência Artificial, focando a mais nova e polêmica ferramenta que surgiu nos últimos tempos, o ChatGPT. Trata-se de um chatbot desenvolvido pela empresa OpenAI e lançado em novembro de 2022 que vem revolucionando a forma como humanos interagem com as máquinas. A ferramenta é baseada em inteligência artificial generativa, um sistema capaz de gerar textos, imagens ou outros tipos de respostas gerados a partir de solicitações específicas de cada usuário. Com isto, têm surgido muitas dúvidas relativas às formas éticas de utilizar a ferramenta, além de questionamentos sobre a segurança dos dados que alimentam os algoritmos responsáveis por gerar esse tipo de interação homem-máquina. A ferramenta já vem sendo amplamente utilizada nas rotinas pessoais, empresariais e até em pesquisas acadêmicas. Mas de que forma ela pode ser utilizada na educação? Ou mesmo, contribuir com uma educação crítica sobre o mundo digital e midiático? Quem comenta essas questões é Alexandre Chiavegatto Filho, professor do Departamento de Epidemiologia da FSP-USP e diretor do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (LABDAPS) da Faculdade. Chiavegatto Filho já participou do podcast Saúde É Pública em janeiro de 2022, quando abordou a inteligência artificial aplicada à saúde num momento anterior à existência do ChatGPT. Este episódio contou com roteiro, entrevista e edição de Sílvia Miguel. Artes: Felipe Velames. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Threads: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  29. 68

    A ayahuasca e seus potenciais terapêuticos

    O Podcast Saúde É Pública, em seu 61º episódio,  entra num universo fascinante e misterioso, com a planta Ayahuasca como protagonista. Muito além da dimensão cultural e espiritual, o uso da planta tem despertado cada vez mais interesse na ciência. Para falar do tema, o convidado do programa é o professor Rafael Guimarães dos Santos, do Departamento de Neurociência do Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP), responsável pela publicação de um estudo clínico inédito sobre a Ayahuasca e o alcoolismo.  Seu grupo de pesquisa é um dos mais atuantes nessa área e nos estudos de outras plantas psicoativas. Rafael já participou anteriormente do Saúde É Pública e trouxe aos ouvintes muitos esclarecimentos sobre os usos medicinais do canabidiol. O grupo está recrutando voluntários para pesquisas com Ayahuasca envolvendo transtornos mentais como depressão e ansiedade, além das possíveis relações da planta com a cura do câncer. De acordo com o cientista, alguns artigos publicados identificaram relações entre o uso da ayahuasca e a diminuição do alcoolismo. Da mesma forma, tem sido verificada a redução do número de suicídio. Na entrevista ao Saúde É Pública, o professor explica as metodologias utilizadas e alguns dos resultados obtidos até o momento pela ciência nessa área. "Ayahuasca" é uma junção de "Aya", que significa "pessoa morta, alma espírito", e "waska", que se traduz como "corda, liana, cipó ou vinho". Portanto, sua tradução para o português evoca a imagem de uma "corda dos mortos" ou "vinho dos mortos", uma referência à combinação das folhas e ao lenho do cipó de duas plantas usadas na preparação da bebida. O pesquisador da FMRP-USP avalia diversas questões, trazendo os potenciais medicinais e também os perigos envolvendo o uso da planta.  Ouça a entrevista na íntegra em sua plataforma de áudio favorita.  O “Saúde É Pública” está disponível em diversos aplicativos, incluindo Spotify, Anchor e Youtube. Este episódio contou com a coordenação de Silvia Miguel. Entrevista, edição e roteiro: Silvia. Locução: Guilherme Drummond e Silvia. Pós-edição e artes: Felipe.  Saúde É Pública Episódio 61:  A ayahuasca e seus potenciais terapêuticos Com Rafael Guimarães dos Santos Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Threads: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  30. 67

    Saúde Única: o elo entre pessoas, animais e ecossistemas

    Você já ouviu falar em Saúde Única? Também chamada de One Health, o termo se refere à interconexão entre saúde humana, animal e os ecossistemas. No Brasil, essa nova abordagem da saúde passará a ser celebrada no dia 03 de novembro, com a Lei 14.972, sancionada em janeiro de 2024. Esse campo de conhecimento é baseado na ideia de que muitas doenças podem ser melhor prevenidas e combatidas por meio da atuação integrada da saúde humana, animal e ambiental. Para explorar melhor esse tema, conversamos com professoras da USP que comentaram como a Saúde Única pode contribuir para diversas áreas do conhecimento e na prevenção das doenças. Ouça as entrevistas na íntegra em sua plataforma de áudio favorita. Este episódio contou com a coordenação de Silvia Miguel. Entrevistas e roteiro: Felipe Velames e Silvia. Locução: Felipe e Gabriel Eid. Edição: Gabriel. Artes: Felipe Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Threads: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  31. 66

    Saúde do Trabalhador: o caso da CPTM

    Em sua 4ª temporada, o Saúde É Pública, o podcast da FSP-USP, passará a exibir videocasts, com as tradicionais entrevistas agora nas plataformas de áudio e vídeo. Estreiam nesse novo formato o Prof. Sênior da FSP-USP Rodolfo Vilela e a Profa. Manoela Gomes Reis Lopes, da Universidade Federal do Piauí (UFPI). O tema é saúde do trabalhador e eles trazem um caso emblemático: a ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho contra a Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos (CPTM). Os entrevistados mostram como a segurança do trabalhador pode ser aprimorada a partir dos estudos e da metodologia que o grupo vem aplicando há diversos anos, chamada Laboratório de Mudança. Trazida do estágio de pós-doutoramento do Prof. Rodolfo junto à Universidade de Helsinque, Finlândia, a metodologia pressupõe a participação dos diversos atores envolvidos e foi adaptada às condições socioculturais brasileiras. As investigações do MPT mostram que entre 2009 e 2011 ocorreram 18 acidentes nas instalações da CPTM, sendo nove deles fatais. Toda a construção teórica da ação foi possível graças à metodologia desenvolvida pelo grupo de pesquisa coordenado pelo professor Rodolfo Andrade de Gouveia Vilela, do Departamento de Saúde Ambiental da FSP-USP. Confira mais detalhes nessa matéria e ouça a entrevista na íntegra na sua plataforma de áudio favorita. Este episódio contou com a coordenação editorial e entrevista de Sílvia Miguel. Edição: Guilherme Drummond. Artes: Felipe Velames. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Threads: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  32. 65

    São Francisco: modelo na gestão de resíduos sólidos

    O podcast Saúde É Pública inicia sua quarta temporada com uma questão que costuma gerar muitas dúvidas: o descarte dos resíduos e a reciclagem. Adriana Fonseca Braga, orientanda da professora Helena Ribeiro, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Global e Sustentabilidade da FSP-USP, publicou recentemente um artigo na Revista Tecnologia e Sociedade, sobre a gestão dos resíduos sólidos na cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, e como aquela cidade se tornou um exemplo nessa questão. Adriana e Helena inauguram a nova temporada falando dessa temática. Elas comentam de que forma aquele caso de sucesso pode inspirar a gestão dos resíduos em cidades como São Paulo, por exemplo. O episódio também traz dados alarmantes que constam no artigo publicado pelas convidadas: as cidades atuais do mundo estão gerando mais de 1 bilhão de resíduos sólidos por ano, com previsão de atingir 2 bilhões em 2025. E segundo dados da Organização das Nações Unidas, 33% desses resíduos não recebem tratamento adequado. O episódio também faz um apanhado sobre o descarte correto de alguns materiais que quase sempre suscitam dúvidas, como vidros quebrados, aparelhos eletrônicos, medicamentos, óleo de cozinha, plásticos, isopores e até areias higiênicas de animais domésticos. Ouça a entrevista na íntegra em sua plataforma de áudio favorita. Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Entrevista, edição, roteiro e locução: Felipe Velames e Guilherme Drummond. Pós-edição: Gabriel Eid. Artes: Felipe. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Threads: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  33. 64

    Episódio Especial: Retrospectiva 2023

    O "Saúde é Pública", o podcast da FSP-USP, chegou ao final de sua terceira temporada. Para marcar o fim-de-ano, o programa traz a participação de diversos docentes, alunos e funcionários, que enviaram seus depoimentos sobre 2023 e suas perspectivas para 2024. Participam do episódio Fernando Aith, Mariana Scaff, Marco Akerman, Ivan França e Fernanda Scagliusi, além do diretor da Faculdade, José Leopoldo Ferreira Antunes, que envia um recado sobre o campo da saúde pública. Também estão no especial de Natal as funcionárias Carmem e Rosângela, da Biblioteca. A equipe da Ascom, composta pelos estagiários Felipe Velames, Gabriel Eid e Guilherme Drummond, além da funcionária Silvia Miguel. também mandam seu recado. Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Roteiro: Felipe Velames e Guilherme Drummond. Locução: Felipe, Guilherme, Gabriel Eid e Silvia. Edição: Gabriel, Guilherme e Felipe. Artes: Gabriel Eid Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Threads: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  34. 63

    Regulamentação da profissão de sanitarista

    Aguardado com grande expectativa, finalmente o PL 1821/21 foi sancionado e transformado na Lei 14.725, de 16 de novembro, que regulamenta a profissão de sanitarista. O texto representa um avanço ao assegurar segurança jurídica para a atuação deste profissional que tem grandes contribuições a oferecer na formulação, planejamento, execução, avaliação e controle de políticas de saúde Em seu episódio de encerramento do ano, o podcast Saúde É Pública traz todos os detalhes da nova lei, com a participação da Professora Marília Louvison, do Departamento de Política, Gestão e Saúde da FSP-USP, e Fausto Soriano, egresso da FSP-USP, que esteve na cerimônia de sanção do PL e atua como sanitarista no Ministério da Saúde. De acordo com o texto, estão autorizados a exercer a profissão os formados em cursos de graduação, mestrado ou doutorado da área de Saúde Coletiva, os graduados em Residência Médica em Saúde Coletiva e aqueles com certificado de especialização na mesma área também podem exercer a profissão. Os formados no exterior deverão validar o diploma no Brasil para poderem trabalhar. Além disso, quem tiver formação superior e já exercer atividade profissional correlata, pelo período mínimo de cinco anos até a data da publicação da lei, também está contemplado. Este episódio contou com roteiro e edição de Silvia Miguel. Entrevista e locução: Silvia e Guilherme Drummond. Artes: Felipe Velames. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Threads: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  35. 62

    Pesquisa: amamentação no Quadrilátero da Saúde da USP

    Uma pesquisa com mães do Quadrilátero Saúde/Direito da USP desvendou os obstáculos e as condições que podem propiciar a manutenção do aleitamento materno no ambiente de trabalho ou estudo. Você, que é mãe e estudante ou profissional, conseguiu manter sua amamentação no ambiente de trabalho ou estudo? Os dados da pesquisa são revelados em primeira mão no podcast Saúde É Pública. Participam do episódio a coordenadora do CRNutri do Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza (CSEGPS) Viviane Laudelino, das pesquisadoras Fernanda Paranhos Quinta e Thifany Torres, além das mães Beatriz Alves Leite, aluna da FSP-USP, e Leni Pires, chefe da Divisão de Mídias Digitais da FSP-USP. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o aleitamento materno deve ser exclusivo até os seis meses de vida da criança e se estender até os dois anos de idade. De acordo com a pesquisa, 60% das entrevistadas que amamentam apontam que não há espaço adequado para extração, coleta e armazenamento de leite. As pesquisadoras também alertam que as funcionárias técnico-administrativas foram as mais afetadas pela falta de espaço adequado para a amamentação. Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Entrevista e edição: Gabriel Eid. Roteiro: Gabriel e Silvia. Locução: Felipe Velames e Gabriel. Artes: Felipe. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Threads: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  36. 61

    Qualidade do ar

    O novo episódio do podcast Saúde É Pública traz um tema um tanto inusitado: a poluição doméstica. Poucas pessoas sabem, mas as condições de cocção e a pouca ventilação da cozinha de casa podem levar a problemas de saúde.  É o que mostra o professor Thiago Nogueira, do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da USP, entrevistado no programa. O professor Thiago participou de uma pesquisa internacional que avaliou as condições do ar em lares de diferentes países. O estudo acabou virando uma cartilha, que é o tema da conversa do 55º episódio. Além da FSP-USP, participaram instituições como o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, com o Ministério da Saúde e com a Universidade de Surrey, no Reino Unido.  Mais de dois bilhões de pessoas no mundo usam combustíveis sólidos como lenha para cozinhar alimentos.  No Brasil, dados de 2020 mostram que 26% da população usava lenha para cozinhar. O tema é relevante para a saúde pública, já que o uso daqueles combustíveis em larga escala podem gerar problemas de saúde no longo prazo. Além disso, atinge principalmente mulheres e crianças de faixas socioeconômicas mais baixas.  Ouça a entrevista na íntegra em sua plataforma de áudio favorita.  Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Entrevista e edição: Isabella Oliveira. Roteiro: Gabriel Eid e Silvia. Pós-edição: Gabriel. Artes: Felipe Velames. Locução: Felipe e Gabriel  Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Threads: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  37. 60

    Projeto MINA: malária gestacional e desenvolvimento infantil

    O Projeto Mina, estudo de coorte que investiga o desenvolvimento infantil e a saúde de mães e filhos na Amazônia Ocidental, foi tema dos episódios anteriores de uma minissérie do podcast Saúde Pública. Para encerrar, o novo episódio analisa a relação entre a malária e o perfil de crescimento das crianças da região. O tema foi escolhido pela região do Cruzeiro do Sul, local do estudo de coorte do Projeto MINA, ser uma região endêmica para a malária. Por isso, as convidadas do episódio associaram a doença com outros problemas que também afetam a região.  Como conta a professora Bárbara Lourenço, do Departamento de Nutrição, e a doutoranda Anaclara Pincelli Cintra, o município apresentou cerca de 8% das parturientes com malária gestacional.  Além disso, de acordo com as pesquisadoras, a ocorrência da malária nos primeiros 1000 dias de vida da criança pode acarretar no surgimento de outras doenças tão graves quanto, como a anemia infantil, ou até mesmo prejudicar o crescimento linear do bebê. Ouça a entrevista na íntegra em sua plataforma de áudio favorita.  Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Entrevista: Felipe Velames e Isabella Oliveira. Roteiro: Felipe e Silvia. Edição: Felipe, Gabriel Eid e Silvia. Artes: Felipe. Locução: Felipe e Gabriel  Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Threads: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  38. 59

    Projeto MINA: depressão materna e infantil

    O episódio 53 do podcast “Saúde é Pública” dá continuidade à minissérie sobre o Projeto MINA Brasil, estudo de coorte que investiga o desenvolvimento infantil e a saúde de mães e crianças na Amazônia Ocidental. As convidadas analisam a depressão materna e suas consequências na saúde da mãe e da criança. As professoras Marly Augusto Cardoso e Alicia Matijasevich e também a doutoranda Isabel Giacomini comentam que a situação socioeconômica é um dos principais fatores de risco para o problema. Segundo estudos publicados no âmbito do projeto, aproximadamente 20% das mães da coorte apresentaram sintomas depressivos durante o primeiro ano de vida de seus filhos. Além de eventos estressantes de vida, ausência de apoio do parceiro ou familiares, dificuldades conjugais e baixo suporte social também são apontados como causas do problema. Esse tipo de depressão pode se manifestar durante o primeiro ano após o parto e, em alguns casos, pode perdurar por vários anos. Além disso, traz consequências para a criança, entre elas, transtornos psíquicos diversos. Ouça a entrevista na íntegra em sua plataforma de áudio favorita. Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Entrevista: Isabella Oliveira. Roteiro: Gabriel Eid e Silvia. Edição: Gabriel. Artes: Felipe Velames. Locução: Felipe e Gabriel Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Threads: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  39. 58

    Projeto MINA: desenvolvimento infantil na Amazônia Ocidental

    Podcast Saúde é Pública inicia minissérie sobre o Projeto MINA, um programa de pesquisas epidemiológicas sobre as condições de saúde e de nutrição materno-infantil dos moradores da cidade de Cruzeiro do Sul, cidade localizada no estado do Acre. Neste estudo de coorte, são acompanhadas crianças nascidas no Hospital Estadual da Mulher e da Criança do Juruá, analisando os estilos de vida e saúde desse grupo de crianças e de suas mães. No primeiro episódio da minissérie, a professora do Departamento de Nutrição da FSP-USP e coordenadora do Projeto MINA, Marly Augusto Cardoso, conta a história deste programa e resultados importantes de pesquisas realizadas por ele. Também estão presentes no podcast, a professora Alicia Matijasevich do Departamento de Medicina Preventiva Faculdade de Medicina da USP e Paola Mosquera, aluna de doutorado da FSP-USP. Um dos resultados mais importantes das pesquisas realizadas pelo Projeto MINA se refere à situação de aleitamento materno-infantil, analisando quais seriam os impactos da manutenção ou da ausência da amamentação. De acordo com as pesquisadoras, o desmame precoce diminui as defesas do organismo do bebê, trazendo assim o aumento das doenças gastro-intestinais e das doenças respiratórias, que serão sentidas ao longo da vida. Este episódio contou com a coordenação de Sylvia Miguel. Roteiro: Sylvia. Edição: Gabriel Eid e Sylvia. Locução: Gabriel e Sylvia Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP Threads: @fsp.usp LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  40. 57

    ISA Capital 2023

    O episódio 51 do Saúde É Pública apresenta o Inquérito de Saúde da Capital 2023 (ISA Capital), uma parceria da Faculdade de Saúde Pública da USP com a Prefeitura Municipal de São Paulo. O objetivo do Inquérito é conhecer o estado de saúde, os hábitos de vida e os usos dos serviços de saúde pela população.  O episódio traz os coordenadores da pesquisa, professor Chester Luiz Galvão, que atua na coordenação desde o início, Marília Louvison e Zilda Pereira da Silva, professoras da FSP-USP, além de Iracema Castro e Mirna Okamura, que coordenam o trabalho por parte da Prefeitura, por meio da Coordenadoria de Epidemiologia e Informação da Secretaria Municipal de Saúde (CEInfo). “Todas as edições dos inquéritos são uma novidade, por incorporar questões importantes para a gestão da saúde em determinado momento. Por exemplo, em edições anteriores, incorporamos questões relativas à dengue. Nesta edição, incluímos aspectos relacionados à COVID-19 e à segurança alimentar, além da questão do uso de medicamentos”, afirma o professor Chester Galvão. No total, 40 entrevistadores, contratados e capacitados pela FSP-USP, irão entrevistar 5.000 moradores de todas as regiões da cidade pelos próximos 10 meses. Trata-se de um estudo de corte transversal e a amostra é composta estatisticamente, por meio de sorteio de domicílios em todas as regiões de saúde da cidade. A pesquisa está em sua quarta edição e já foi realizada nos anos de 2003, 2008 e 2015.  Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Entrevistas e artes: Felipe Velames. Roteiro: Silvia Miguel. Edição: Isabella Oliveira. Locução: Gabriel Eid e Isabella. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Threads: https://www.threads.net/@fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  41. 56

    Aborto, corpos e direitos: uma discussão sobre acesso

    O aborto entrou no sistema legal brasileiro em 1940, quando o Código Penal estabeleceu que a prática é crime, exceto em casos de estupro ou risco de morte da gestante. Apenas em 2012 houve modificação na Lei Penal do aborto, quando foi reconhecida a interrupção da gestação também em casos de anencefalia. Mas será que as mulheres que possuem direito ao aborto legal estão de fato conseguindo acesso a esse serviço no sistema de saúde?  Quais as dificuldades jurídicas e práticas das mulheres para acessar hospitais que oferecem o serviço de aborto legal no Brasil?  E durante a pandemia, será que a situação piorou? O prof. Jefferson Drezett, do Departamento de Saúde, Ciclos de Vida e Sociedade da FSP-USP, explica as facetas desta questão, em entrevista ao episódio de número 50 do Saúde É Pública, o podcast da FSP-USP! Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Entrevista e artes: Isabella Oliveira. Roteiro: Felipe Velames e Silvia. Edição: Gabriel Eid, Isabella e Silvia. Locução: Gabriel e Isabella.  Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp Threads:  @[email protected] Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  42. 55

    Contraceptivo injetável, hormônios e saúde

    O episódio 49 do podcast Saúde É Pública propõe uma discussão sobre os contraceptivos injetáveis, hormônios e saúde da mulher. A entrevistada do episódio é Andrea Del Pilar Trujillo, que recentemente defendeu seu mestrado na Faculdade de Saúde Pública da USP com o tema “Para além da bula: experiências contraceptivas com o injetável trimestral”. O surgimento dos métodos contraceptivos representaram um marco na emancipação feminina e na revolução sexual. Para além disso, o episódio traz os problemas vivenciados pelas mulheres no que diz respeito aos efeitos colaterais dos contraceptivos, o que ainda é uma lacuna no processo da emancipação feminina nesta área. “As mulheres chegam no atendimento de saúde e é passado o contraceptivo sem qualquer tipo de informação sobre como lidar com seus efeitos colaterais”, afirma Andrea A entrevistada também aborda as principais diferenças entre os métodos contraceptivos e suas implicações na sexualidade e na saúde reprodutiva.  Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Entrevista: Maria Carolina Milaré. Roteiro e edição: Isabella Oliveira. Artes: Gabriel Eid. Locução: Gabriel e Isabella. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  43. 54

    Parto e nascimento: por que o Brasil faz tanta cesárea?

    O podcast Saúde é Pùblica irá abordar em nova minissérie temas de saúde ligados ao contexto feminino. Neste episódio 48, primeiro de uma sequência de três episódios sobre a temática, a professora Simone Diniz, do Departamento de Saúde, Ciclos de Vida e Sociedade, analisa o parto no Brasil, onde o alto número de cesarianas é considerado um problema de saúde pública. Do total de partos realizados no país, 57% são do tipo cesarianas. É a segunda maior taxa do mundo, ficando atrás apenas da República Dominicana (58%). A situação, além de onerosa para o sistema de saúde, não é o tipo mais saudável de nascimento. Há inúmeras evidências científicas mostrando os benefícios do parto normal ou natural. Em países europeus, a taxa de cesárea é de aproximadamente 26%.  Como qualquer procedimento cirúrgico, a cesárea também pode trazer riscos e complicações para a saúde da mulher, em especial no pós-cirúrgico. Por isso, o procedimento é indicado para apenas para 10 ou 15% dos partos que apresentam alguma complicação. Simone desmistifica algumas questões ligadas ao parto vaginal e discorre sobre as evidências científicas que mostram cada vez mais os benefícios do parto natural. Ela comenta também algumas políticas públicas  em vigor, como o programa Parto Adequado, criado em 2004 com o objetivo de promover modelos humanizados de atenção ao parto e nascimento. Este episódio contou com a coordenação editorial de Silvia Miguel. Roteiro: Isabella Oliveira e Silvia. Entrevista, edição e artes: Isabella. Locução: Gabriel Eid e Felipe Velames. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  44. 53

    Escola São Paulo de Ciência Avançada em Preparação para Epidemias

    Entre os dias 10 e 22 de julho, a Faculdade de Saúde Pública (FSP-USP) recebeu 104 cientistas de 32 países por ocasião da Escola São Paulo de Ciência Avançada em Preparação para Epidemias. O encontro multidisciplinar ganhou uma cobertura especial da reportagem do Saúde É Pública. O resultado você confere neste episódio especial, com entrevistas com os participantes, organizadores do evento e gestores públicos. O programa Escola São Paulo de Ciência Avançada são diálogos interdisciplinares promovidos pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A edição sobre epidemias ganhou também o apoio do Instituto Todos pela Saúde (ITpS). A FSP-USP foi escolhida para sediar esse importante debate, que trouxe personalidades científicas e gestores, incluindo Jarbas Barbosa, diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Ele comenta no episódio a importância de promover o diálogo entre um público qualificado, enfatizando algumas diretrizes que as autoridades sanitárias globais deverão se atentar no gerenciamento de epidemias. Além das palestras, os participantes visitaram laboratórios ligados a temas como vigilância, modelagem matemática e políticas públicas. A equipe do Saúde É Pública acompanhou duas dessas visitas conta como foi. Os integrantes da Escola São Paulo também participaram de simulações em Salas de Situação para o enfrentamento de epidemias. Ouça a entrevista na íntegra na sua plataforma de áudio favorita para acompanhar todos os detalhes da Escola São Paulo de Ciência Avançada em Preparação para Epidemias O “Saúde É Pública” está disponível em diversos aplicativos, incluindo Spotify, Anchor e Youtube. Este episódio contou com a coordenação editorial, entrevistas, roteiro e edição de Silvia Miguel. Artes: Felipe Velames. Locução: Gabriel Eid e Silvia. Pós-edição: Gabriel. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  45. 52

    Canabidiol e seu polêmico uso na saúde

    Biólogo e pós-doutor pela USP, Rafael Guimarães dos Santos é o convidado do episódio 47 do Saúde É Pública, o podcast da FSP-USP.  Integrante do laboratório de psicofarmacologia da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto -um dos grupos mais ativos no que diz respeito às pesquisas pré-clínicas e estudos em humanos com o canabidiol (CBD)-, Rafael comenta as polêmicas envolvendo o uso do canabidiol (CBD) na saúde.  Na entrevista, Rafael aborda questões da legislação atual e dá um pequeno panorama do que existe atualmente em termos de pesquisa sobre o tema. Segundo o pesquisador, a  proibição da substância acarreta na elevação de seu preço e, sendo assim, só quem pode pagar consegue acessar o produto.  O pesquisador faz ressalvas sobre o uso e o controle de qualidade do CBD. Para ele, os produtos à base de canabidiol precisam de um controle rigoroso, considerando os usos específicos para cada tipo de paciente. “A aprovação da Anvisa é algo bastante positivo. Mas acredito que sempre precisa haver um acompanhamento em torno dos pacientes”, afirma. Em 2015 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retirou o canabidiol da lista de substâncias proibidas e em 2016 o incluiu na lista de substâncias especiais de controle, o que permitiu que ela fosse usada como princípio ativo de medicamentos, porém com restrições.  A planta Cannabis sativa é composta de diversos tipos de substâncias, chamadas de canabinóides, sendo o Tetra Canabidiol (THC) e o Canabidiol (CBD) as mais conhecidas. O CBD pode servir como princípio ativo de diversos medicamentos para doenças psiquiátricas e neurodegenerativas, além da epilepsia.  Este episódio contou com a coordenação de Sylvia Miguel. Roteiro e edição: Isabella Oliveira e Sylvia. Artes: Gabriel Eid. Locução: Felipe e Gabriel. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  Twitter: @fsp_usp  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  46. 51

    Sofrimento psíquico entre estudantes

    Uma pesquisa sobre sofrimento psíquico entre estudantes universitários, conduzida desde 2018 pelo pós-doutorando Thiago Marques Leão, dá seus primeiros frutos. Os resultados preliminares podem ser conferidos nesta entrevista à jornalista Sylvia Miguel.  Sob a orientação da profa. Aurea Ianni, do Departamento de Política, Gestão e Saúde da FSP-USP, o pesquisador investigou as principais queixas dos estudantes universitários, ligadas ao adoecimento mental. Mais de 500 estudantes de graduação e pós-graduação responderam a um questionário, sob anonimato.  De acordo com Thiago, as universidades ainda precisam ampliar o entendimento do que é quais são as causas do sofrimento psíquico entre estudantes.  “As universidades precisam entender que o sofrimento e as doenças mentais entre estudantes não devem ser tratados de forma individualizada. Pois o problema vai além do âmbito individual. É preciso promover mudanças estruturais e políticas sobre como lidar com o problema e também abrir espaços para outras epistemologias e formas de entendimento da questão”, afirma na entrevista.  Este episódio contou com a coordenação de Sylvia Miguel. Roteiro e edição: Felipe Velames, Gabriel Eid e Sylvia. Artes e locução: Felipe e Gabriel. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  Twitter: @fsp_usp  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  47. 50

    Saúde mental e musicoterapia

    O episódio 45 do podcast ‘Saúde É Pública” discute um instrumento que vem sendo cada vez mais utilizado em práticas terapêuticas: a música. Rodrigo Andrade Teixeira, professor da Universidade Estadual de Ciência da Saúde de Alagoas e autor de uma tese recém-defendida na Faculdade de Saúde Pública, conta os benefícios dessa abordagem terapêutica. Na sua tese “A musicoterapia online em grupo e a saúde mental de jovens universitários no contexto pandêmico”, Teixeira escolheu investigar o universo de jovens por se tratar de uma fase da vida marcada por pressões sociais e grandes decisões. “A pandemia veio a ser um agravante para tudo aquilo que a juventude já sofria”, disse o professor. No tratamento, Teixeira conta que a música, utilizada com a técnica terapêutica, revela o estado psíquico do indivíduo, produzindo efeitos sobre estados de ansiedade ou prazer, por exemplo, podendo ser utilizada como gatilho para acalmar e refletir. O pesquisador ressalta a importância desse trabalho ser realizado por profissionais capacitados e formados em musicoterapia. “Não se trata apenas de usar a música, mas de um modo de se realizar terapia com música”, enfatiza. Este episódio contou com a coordenação de Sílvia Miguel. Roteiro: Silvia e Felipe Velames. Edição: Felipe. Locução: Felipe e Gabriel Eid. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP Twitter: @fsp_usp LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  48. 49

    Sistemas únicos de saúde no Brasil e em Portugal

    No episódio 44 do podcast ‘Saúde É Pública”, aproveitamos as atividades acadêmicas realizadas no âmbito do Programa Professor Visitante da USP para falar com um convidado especial sobre um tema muito importante, o dos sistemas únicos de saúde. O professor Jorge Simões, docente catedrático do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) da Universidade NOVA de Lisboa e professor da Universidade de Aveiro, aborda diversos tópicos, ao lado da professora Marília Louvison, do Departamento de Política, Gestão e Saúde da FSP e responsável pelo Programa de Professor Visitante na FSP-USP. As atividades acadêmicas realizadas com alunos e pesquisadores conseguiram dar conta de temas incrivelmente importantes para sistemas únicos de saúde, como a questão do financiamento e os desafios à equidade nos sistemas únicos, a regulação em saúde, o papel dos sanitaristas, a experiência do Observatório europeu de sistemas e políticas de saúde da OMS, as redes de cuidado, o Direito Sanitário e muitos outros. Na entrevista, os convidados abordam esses e outros temas, comparando como funciona o Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil e de Portugal. Ouça a entrevista na íntegra em sua plataforma de áudio favorita. O “Saúde É Pública” está disponível em diversos aplicativos, incluindo Spotify, Anchor e Youtube. Este episódio contou com a coordenação editorial, entrevista e roteiro de Sílvia Miguel. Edição e artes: Silvia e Felipe Velames. Locução: Silvia, Isabella Oliveira e Gabriel Eid. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP Twitter: @fsp_usp LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  49. 48

    Vacina da Dengue

    Fernanda Boulos, diretora médica do Instituto Butantan, e José Alfredo Moreira, gestor médico de desenvolvimento clínico e especialista em arboviroses da instituição, encerram a minissérie sobre vacinas do Saúde É Pública com um episódio dedicado ao tema da vacina da dengue. A Butantan-DV atualmente está na sua terceira fase de testes clínicos e ainda não foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA); porém, já é motivo de orgulho para a indústria nacional de imunobiológicos. Desenvolvida a partir de formas atenuadas do vírus da dengue, a vacina é de dose única e tetravalente, ou seja, protege contra os 4 sorotipos do vírus. Além disso, sua eficácia é de quase 80% para qualquer tipo de dengue sintomática, sendo recomendada para quem já contraiu ou não a doença. Os convidados comentam alguns detalhes dos 10 anos de pesquisa até chegar à fase de testes clínicos dessa vacina, que é 100% nacional. Eles enfatizam a importância de políticas públicas e do fomento público-privado para esse competitivo setor industrial. Com a inserção de recursos e o apoio governamental, os pesquisadores acreditam que o Brasil tem o potencial de se tornar autossuficiente no mercado de imunobiológicos, podendo inclusive ser um distribuidor importante de vacinas para países da América do Sul. Este episódio contou com a coordenação editorial e entrevista de Silvia Miguel. Roteiro e edição: Silvia e Felipe Velames. Pré-edição: Isabella Oliveira. Artes e locução: Felipe, Isabella e Silvia. Neste episódio utilizamos trecho de uma reportagem da TV Brasil veiculada no dia 07 de março de 2023. Vinheta na voz de Cido Tavares, da Rádio USP. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP. Site: www.fsp.usp.br Instagram: @fsp.usp Facebook: @Saude.Publica.USP Twitter: @fsp_usp LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

  50. 47

    Novas tecnologias na produção de vacinas

    O professor Luís Carlos Ferreira, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP (ICB-USP), aborda as novas tecnologias e o estado da arte na produção de vacinas, no 42º episódio do podcast Saúde É Pública. Em continuidade ao tema, este é o segundo capítulo do especial sobre vacinas, que teve Cristiano Gonçalves na estreia da minissérie. Gerente de inovação do Instituto Butantan, Cristiano falou do ambiente institucional e da inovação necessária para a produção de imunizantes. O Prof. Ferreira explica o significado de imunizantes primeira, segunda, terceira e até quarta geração, além das vantagens de cada tecnologia e o que está por vir neste campo de conhecimento e pesquisa tão competitivo. “Apesar de nós estarmos enfrentando um enorme desafio de saúde pública e que custou milhares de vida, que é a COVID-19, houve também um aprendizado muito grande”. É com este pensamento que o professor Luís Carlos explica os avanços trazidos pelas vacinas de RNA mensageiros, desenvolvidas em uma época em que se tornou urgente o desenvolvimento rápido de imunizantes.  O “Saúde É Pública” está disponível em diversos aplicativos, incluindo Spotify, Anchor e Youtube. Este episódio contou com a coordenação editorial e entrevista de Sylvia Miguel. Roteiro e edição: Sylvia. Artes e locução: Felipe Velames e Gabriel Eid. Acompanhe o site e as redes sociais da Faculdade de Saúde Pública da USP.  Site: www.fsp.usp.br  Instagram: @fsp.usp  Facebook: @Saude.Publica.USP  Twitter: @fsp_usp  LinkedIn: Faculdade de Saúde Pública da USP  Youtube: Faculdade de Saúde Pública da USP

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Nossa missão é trazer ao grande público temas transversais da saúde pública. Ao divulgar a Faculdade de Saúde Pública da USP em suas vertentes institucionais de ensino, pesquisa e extensão universitária, pretendemos mostrar que a saúde pública está em todo lugar, em diferentes âmbitos da vida. A cada mês, um novo episódio, produzido pela equipe de Comunicação da FSP-USP em parceria com a Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP) e também com a Rádio USP. O projeto conta com a participação de funcionários, estagiários, alunos e professores da FSP-USP. Música de abertura: TIN - "Ticking"

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