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Convidado Extra — 1218 episodes

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Title
1

Ricardo Alexandre: “Não sabemos que Irão é que vai sair desta guerra”

2

Luísa Ferreira Nunes: “Temos tanto a aprender com os animais e plantas!”

3

Laura Branco: “Sou filha do único afinador de queijos no país”

4

Nelson Marques: “A memória é um ingrediente - o mais difícil de cozinhar”

5

Ana Sofia Reboleira: “Nós temos um oceano debaixo dos nossos pés”

6

Sérgio Luís de Carvalho: “Fado, Fátima, Futebol: Salazar não gostava de nenhum”

7

Renato Rocha: “Para muitos o 11 setembro foi uma demolição controlada”

8

Estreia. "Os ficheiros do caso Carlos Castro". Episódio 1: Onde está o assassino do quarto 3416?

9

José Mateus: “Um bom projeto pode transformar uma vida para algo melhor”

10

Andresa Olímpio: “Ler em voz alta liga quem escreve, quem lê e quem ouve”

11

Ana Luísa Soares: “Sem jardineiros não há jardins. Há que valorizá-los!”

12

Estelle Valente: “Demorei uns anos a encontrar o meu preto e branco”

13

Mónica Cró Braz: “O problema da pediatria não são as crianças, são os pais”

14

Francisco Miranda Rodrigues: “Estamos no topo dos níveis de depressão na Europa”

15

Annarita Gori: “Os americanos usaram Fátima para propaganda anticomunista”

16

Adolfo Mesquita Nunes: “São os algoritmos que decidem o que vemos todos os dias”

17

Frederico Corado: “Humoristas das manhãs da rádio deviam escrever revista”

18

António Alves: “Relojoeiro é uma profissão com 100 % de empregabilidade”

19

André Braga: “Estou na Feira do Livro… para o ano volto como autor!”

20

Rui Oliveira: “Estudamos com peixes-zebra as relações sociais”

21

Fernando Galrito: “A animação é a nossa arte mais premiada no mundo inteiro”

22

João Céu e Silva: “Quando lhe liguei, há 2 anos, percebi que era a última vez”

23

Vasco Freitas: A mensagem só dizia: “Vais pentear a Cate Blanchett”

24

João Paulo Oliveira e Costa: “Somos um Estado-lingua com 7 séculos, caso único no mundo”

25

Sónia Serrano: “Portugal era visto (por elas) como um país exótico”

26

Fortunato da Câmara: “O picante não é um sabor, é reação à dor, é uma queimadura”

27

Rui Galopim de Carvalho: “Há esperança que as peças roubadas ainda estejam intactas”

28

Ana Pérez-Quiroga: “Um filme íntimo virou uma ferramenta pública”

29

Margarida Farrajota: “A morte dos oceanos é irreversível, sou pessimista nisso”

30

António Simão: “A maravilha do Teatro é não ser gravado nem manipulável”

31

Jorge Araújo: “Queria acreditar que ainda vamos a tempo, mas não acredito”

32

Dulce de Souza Gonçalves: “A evolução de um país mede-se pela qualidade da educação”

33

André Carvalho Ramos: “Nunca como hoje foi tão difícil ser jornalista”

34

Francisca Leite & Nuno André da Silva: “A IA é uma oportunidade única, mas não resolve tudo”

35

Teresa Canto Noronha: “As artes plásticas continuam a ser de nicho”

36

Ana Zão: “7 em cada 10 músicos desenvolvem quadros de dor”

37

Julieta Aurora Santos: “A minha avó foi serrada ao meio várias vezes”

38

Sandra Barata Belo, Ricardo Pereira: “Na sociedade ocidental estamos orfãos de Deus”

39

Bruno Vilarinho: “O facto de sermos líderes dispensáveis é o melhor elogio”

40

Welket Bungué: “O cinema português ainda precisa de ser colorido”

41

Sara Antónia Matos: “A obra dos grandes pintores toca assuntos sempre actuais”

42

Salvador da Cunha: “É muito importante reter talento e mantê-lo satisfeito”

43

Miguel d’Alte: “Ainda há relutância da crítica face ao policial português”

44

Susete Estrela: “Não há alimentos saudáveis sem primeiro serem seguros”

45

Paulo Condessa: “Há pessoas que são poetas e não pegam em livros”

46

Gonçalo Farlens: “Tenho a patologia de gostar de ver coisas antigas”

47

Joana Moreira: “Muitas vezes há voluntários em sítios que não precisam”

48

José Correia Guedes: “Tenho sérias dúvidas que o novo aeroporto vá para frente”

49

Beatriz Imperatori: “A violência sobre a criança é uma questão de saúde pública”

50

Luís Moreira Gonçalves: “A burocracia pode ser poderosa forma de corrupção estatal”

51

Nuno Castel-Branco: “Não existe incompatibilidade entre ciência e religião”

52

Os mais ouvidos de 2025. Catarina Portas: “Cada hotel que abre na Baixa mata 5 ou 6 lojas”

53

Os mais ouvidos de 2025. Madalena d’Orey: "Aprendi a viver com o medo de o cancro voltar"

54

Os mais ouvidos de 2025. “Sofro de ansiedade. Tenho muito medo da morte”

55

Tiago Ferreira: “O fim do mundo vai vir com uma super-bactéria”

56

Roberta Medina: “Apesar do nome, não é Rock, nem no Rio, nem um festival”

57

Ricardo Neves-Neves e Sílvia Filipe: “A Adília é tão surpreendente que acham que é do Ricardo”

58

Paulo M. Morais: Egas Moniz: “A inversão sexual é doença e deve ser tratada”

59

Catarina Valença Gonçalves: “Nunca houve uma estratégia nacional de Património Cultural”

60

Sónia Serrano: “Viajar para mim é uma espécie de terapia”

61

José Rodrigues dos Santos: “Com uma só dose, 50% dos alcoólicos deixaram de beber”

62

Edgar Morais: “Em artes não há o certo e o errado”

63

Isabel Machado: “Os reis ingleses achavam-no o Rei mais brilhante da Europa”

64

David Cabral (UrbexMajor): “O Estado é o pior proprietário que existe”

65

Sérgio Luís de Carvalho: “Pombal, Bocage e a marquesa de Alorna eram maçons?”

66

José Luís Peixoto: “A palavra ‘cancro’ é por vezes mais difícil que ‘morte’”

67

Ricardo Raimundo: “Não se pode olhar para o Passado com os valores de hoje”

68

Pedro Correia Silva: “O que faz um vidro nazi num convento medieval muçulmano?”

69

Teresa Andresen: “É raro o jardim histórico que se sustenta a si próprio”

70

Nuno Faria: “Sou diretor de um museu mais novo que eu!”

71

Miguel Gomes Martins: “A conquista de Lisboa foi o único sucesso da 2ª Cruzada”

72

Mª Clementina e Miguel Lambertini: “1 em cada 100 pessoas assume que tem dependência digital”

73

Daniel Sampaio: “Este é o meu melhor livro!”

74

Ana Isabel Sousa e David Correia: “Fazer teatro para crianças e jovens é uma escola para nós”

75

Jorge Silva: “Os cartoonistas têm - de facto - uma profissão de risco”

76

Paulo Ferreira: “A empatia com o outro vem pelos livros”

77

José e Miguel Raposo: “As artes de palco serão as últimas a ser engolidas pela IA”

78

Liliana Valpaços: “Há muitos miúdos que nem se atrevem a sonhar”

79

Jaime de la Rica: “Gostamos do café curto e muito intenso, como os italianos”

80

Catarina Rôlo Salgueiro e Isabel Costa: “Quem não diz o que sente é como se não existisse”

81

Emília Vieira: “Em 2050 1 em cada 3 mulheres devem ter cancro da mama”

82

Maria Vegas: “Eu quero acabar com a palavra “jamón””

83

Luís M. Oliveira e Ana R. Moreira: “Só com o 2º filho ouvimos chamar-nos ‘mãe’ e ‘pai’”

84

Isabel Alvarenga: “Aterrei na Cultura aos 50 anos, voltei a mudar de vida”

85

David Moreira: “Tratamos melhor Cabo Verde agora que quando era português”

86

Paulo Roberto: “Vivemos uma travessia do deserto em termos criativos”

87

Samuel Úria: “Na música nunca senti que fui uma fraude”

88

Francisco Cordeiro de Araújo: “Temos um déficit de liderança na Europa”

89

Cláudio Torres Gonzaga: “Fazer humor é muito difícil, pois o julgamento é imediato”

90

Cristina Carvalhal: “Talvez a espécie humana seja irremediavelmente danada”

91

António Sala: “A voz é a impressão digital sonora de cada um”

92

Martim Cunha Rego: “A consciência pode não estar sediada no cérebro”

93

Máximo Ferreira: “Quanto mais sei mais reconheço que me falta saber”

94

Mª João Lopo de Carvalho: “Se conhecesse o meu biografado, ia ter medo dele”

95

Pedro Souto: “Já só me assusto umas 2 vezes por ano”

96

Fernanda Cachão: “No Estado Novo havia multas por mau jornalismo”

97

Raquel Cunha: “Pais, se suspeitam de algo não vão à net, vão ao pediatra”

98

Ana Mendes Godinho: “Ser político exige uma grande dose de coragem e de loucura”

99

Jorge Figueira: “Há tanta cor no preto e branco”

100

Felipa Bergaña Jeremias: “Para muitos, a 2ª mão é a 1ª opção”

101

Vanessa Barragão: “A partir do lixo floresce a criatividade”

102

Ricardo Dinis-Oliveira: “Nada cresceu tanto nos últimos anos como a Ciência Forense”

103

Bruno Paixão: “Deixámos de confiar nas virtudes da democracia”

104

José Avillez: “95% da criação de um novo prato é na cabeça, 5% no fogão”

105

André e. Teodósio: “Nunca gostei muito de teatro, na verdade.”

106

Mariana Morgado Pedroso: “Um bom gestor é um bom surfista (e vice-versa)”

107

João Lopes: “É o que se chama dar a vida até ao tutano”

108

Ivone Patrão: “Sou adepta dos Centros de Saúde terem psicólogo de família”

109

Rute Agulhas: “Há crianças que vão crescer a vida toda no risco”

110

Rui Porto Nunes: “Contrataram-me sexta para entrar segunda na peça”

111

José Manuel dos Santos: “O espaço público está contaminado pelo ódio”

112

Vanessa Fidalgo: “O nome não pode levantar dúvidas quanto ao género”

113

Lourenço Seruya: “Há preconceito contra policiais escritos por portugueses”

114

Fernando Ferreira: “Já lá vai o tempo do ‘O Dr. é que sabe!’”

115

Cláudia Thomé Witte: “A vida da Imperatriz lutadora a quem tudo correu mal”

116

Diogo Sousa-Martins: “Já se injeta canabis no olho para curar doenças graves”

117

Ricardo Vaz Trindade: “Antes do meu filho nascer eu não chorava”

118

Joana Gomes Cardoso: “Esquecemos que Portugal é 3% terra e 97% mar”

119

Mafalda Santos: “Personagens com defeito, com ferida, é isso que me atrai”

120

“Não é possível confiar na pessoa que nos mente”

121

Maria Helena Ventura: “D. Pedro I é que não quis casar com Dª Inês”

122

Mariana Santos: Psicólogos on line e a custo justo

123

Nuno Tiago Pinto: "Rui Pinto: herói ou vilão?

124

Diogo Infante: "Há o preconceito que arte é para elites"

125

Margarida Magalhães Ramalho: o mais antigo e mais curioso monumento de Cascais

126

José Massuça: “Enquanto corro horas ‘arrumo armários’ na cabeça”

127

Célia Correia Loureiro: “Mãe alcoólica, pai drogado: tive de lutar muito”

128

Pedro Catalão Moura: “Previam-se 1.500 mortos na ‘matança da Páscoa’”

129

Rui Terroso: “Sou disléxico, só aos 18 consegui ler um livro”

130

Pedro Strecht: “Burnout parental? ‘Fazer férias’ dos filhos”

131

Marta Azevedo: “Vendem-se ‘Portuguese Sardines’ na Times Square”

132

Ivo Meco: “Girassol não é flor, eucaliptal não é floresta”

133

Augusto Moutinho Borges: “O milagre das rosas terá acontecido em 3 locais”

134

Catarina Portas: “Cada hotel que abre na Baixa mata 5 ou 6 lojas”

135

“Assim que acabo de pintar, já não é meu”

136

Luís Portela: “Está demonstrada científicamente a telepatia”

137

Hugo Cruz: “A democracia precisa da cultura e vice-versa”

138

“Que D. Pedro V fosse homossexual não há indícios”

139

Havia conservas portuguesas no bunker de Hitler

140

Filipa Leal: "A leitura é a melhor solução para a depressão"

141

Ricardo Costa: “Os políticos são o reflexo da nossa sociedade"

142

Endometriose. "A tecnologia tem sido uma salvação"

143

Vítor Carmona: “O Reduto existe e é realmente um lugar histórico"

144

"Os jornalistas também são vítimas na guerra"

145

Nuno Duarte: “Sou um publicitário, precisei de 15 anos para me arriscar na escrita"

146

Paula Cunha: “A IA é extraordinária, mas tem de ser controlada"

147

Maria João Avillez: “Portugal precisa do interesse nacional acima do partidário"

148

Paulo Amaro: “Há uma campanha a dificultar o consumo de vinho"

149

Germano Almeida: “EUA de Trump estão a fragilizar-se sem perceber"

150

"Não há uma única grama de cocaína aprendida em Rabo de Peixe"

151

Nuno Barra: “Vista Alegre vai tornar-se marca de lifestyle"

152

Mulheres eram as mais cultas da corte portuguesa no século XVI?

153

“Papa Leão XIV poderá ser o novo Papa Francisco”

154

Madalena d’Orey: "Aprendi a viver com o medo de o cancro voltar"

155

“Quem entra Papa no Conclave, sai cardeal”

156

Miguel Damião:"Açores é calma e natureza em estado bruto"

157

Teatro musical: "Vivemos às custas das salas que nos são dadas"

158

Marionetas: arte maior em formas pequenas

159

"O 25 de Abril ensinou-nos a dizer ‘não’”

160

Alexandre Castro Caldas: "O afeto é a capacidade humana que a IA ainda não tem"

161

António Fonseca: “Em cima do palco não tenho filtros”

162

"A fotografia começa na ideia, não no clique"

163

"A solidão é o grande obstáculo do envelhecimento"

164

Anabela: "Comecei a cantar antes de falar"

165

Diogo Infante: “Há uma ideia preconceituosa de que arte é para elite"

166

"Na Guerra Colonial as mulheres foram esquecidas"

167

"Quisemos abolir fronteiras entre palco e plateia"

168

"Atores trabalham por dependência psicológica"

169

Rui Mergulhão Mendes: "Não há gestos evidentes associados à mentira"

170

Etienne Huret: "A inteligência artificial vai educar crianças melhor do que os humanos"

171

Laura Correia: "Imigrantes estão a ser usados como bodes expiatórios"

172

Tiago Gil Oliveira: "Casos de Alzheimer podem estabilizar ou até diminuir"

173

Filipa Pereira: “Segui farmácia humanitária e o que eu faço não é para todos"

174

Nazaré Carvalho: "As línguas são o espelho de uma cultura"

175

João Lemos: "Não há fascínio em ser chefe de segurança do primeiro-ministro"

176

"A cachaça é um símbolo da cultura brasileira"

177

Rui Miguel Pinto: "Faltam obras modernas no Plano Nacional de Leitura"

178

Carlos Monjardino: "Bill Clinton agradeceu-me pela eleição nos EUA"

179

Isabel Lucas: “Estar com um livro, é estar acompanhado”

180

Tanka Sapkota: “Sou verdadeiramente grato por estar em Portugal"

181

Sofia Bobone: “Foi sorte estarmos aqui, sãos e salvos”

182

João Fazenda: "Qualquer imagem tem histórias para contar"

183

Joana Rebelo: "Crianças devem ter a alegria de aprender por si"

184

Ricardo Zorrón: “Ninguém tem culpa de ter obesidade. É uma doença como o cancro”

185

Tamara Alves: “O acidente é muito importante no meu trabalho”

186

“Tenho uma paixão pelo sofrimento humano”

187

"Com a arte temos o poder de ganhar mundo"

188

“Nunca imaginei descobrir um cadáver de 1890”

189

“O leitão é quase um resumo da minha vida”

190

Leonel Moura: “Não tenho coração quando faço arte”

191

Pedro Cardoso: “Costumo dizer que sou um doente profissional”

192

"O teatro é elitista? É o contrário absoluto"

193

Rui Paixão: "Sou um palhaço selvagem, da pior espécie”

194

“Sofro de ansiedade. Tenho muito medo da morte”

195

"Paula Rego levou-me à escola e meteu uma cunha"

196

“Sou optimista, mas o mundo está muito complicado”

197

Vamos criar refúgios para as aves em Portugal

198

O outro português que dá cartas na Arábia Saudita

199

Os nossos 4 maiores poetas do séc. XX foram Pessoa

200

“Ter o dom de congelar momentos para a eternidade”

201

“Um livro traz companhia e empatia à nossa vida”

202

3 milhões de portugueses sofrem de alergias várias

203

“Estou muito pessimista com este Trump 2.0”

204

“Medo: o maior inimigo da criatividade e do amor”

205

“Como explicar à Frelimo que o seu tempo acabou?”

206

Um Rei beatão, dissipador, freirático e workaholic

207

Assista a um verdadeiro auto-de-fé na era digital

208

Os nossos reis: do mais tolo ao sobredotado

209

“Melhores museus, melhores pessoas, melhor mundo”

210

“Confidente de damas”, irrigadores e tira-leites

211

Consumo-fantasma, greenwashing e wasteapp

212

O português que gere orçamento de 15.000 milhões €

213

“Temo que o Q.I. esteja a decair pelo abuso da IA”

214

“Fui o melhor (e único!) editor no Tahiti!”

215

Tive um traumatismo craniano, ou um AVC… e agora?

216

“Não viajei à Lua, mas ao coração da humanidade”

217

“Em pequeno achavam-me uma espécie de atrasado”

218

Um pequeno manual sobre como não ser um imbecil

219

Como se ensina na escola a combater a corrupção

220

"Em 8 anos juntámos muito mais que 200 histórias"

221

A história do músico que não sabia de música

222

Já estamos de facto em plena 3ª Guerra Mundial

223

“A insónia é uma doença de 24 h, não só da noite”

224

Não há só um teatro, há muitos!

225

“Se o galerista está bem, o artista está bem”

226

D.I.E.: uma experiência única de terror imersivo

227

Angola tinha tudo para ser o melhor país de África

228

"Quanto mais debates, mais gosto de ti"

229

Vegetais podem ser os reis da mesa, até na doçaria

230

“A dança pode e deve ser um motor de mudança”

231

"Mente aquele que diz que não mente"

232

“Donald Trump é mais genuíno na sua estupidez”

233

“O Trump esteve por trás da invasão do Capitólio”

234

O que enfrenta um cuidador e que respostas tem?

235

É a única feira exclusivamente dedicada ao desenho

236

Cerâmica: há milénios a moldar o nosso património

237

“É pela cultura que devemos integrar migrantes”

238

“O preto e branco revela a cor das pessoas”

239

E se as grandes figuras do nosso país tivessem seguido caminhos diferentes?

240

O humor como arma para nos fazer rir e pensar

241

“Na terapia, a relação é o factor mais importante”

242

2 incêndios e uma simulação: a fake news de 1936

243

O trabalho infantil afecta 1 em cada 10 crianças

244

BIAL: 100 anos, sem medos

245

"Confiem: só jornalistas trazem a boa informação"

246

“Confiem: só jornalistas trazem a boa informação”

247

Como evitar que emigrem os jovens arquitetos?

248

“Como evitar que emigrem os jovens arquitectos?”

249

Vivi num kibbutz alemão e detestei

250

É um desassossego, toda a história do Aqueduto

251

“Aproximar cientistas do público e das empresas”

252

“Somos a 3ª língua mais usada nas redes sociais”

253

Uma nova exposição para nos fazer parar e pensar

254

Em casa nunca falamos de trabalho

255

Reabilitamos casas, reconstruímos vidas

256

Como Lisboa se está a tornar num palco do futuro

257

Não se nascia viking: “ia-se em viking”, em missão

258

O gozo do actor é estar de férias de si próprio

259

Gosto que me chamem um activista do Património

260

Cada vez há mais pessoas em situação de sem-abrigo

261

Conhece os filmes de terror que a Censura proibiu?

262

“IA: a 1ª invenção do homem que lhe retira poder”

263

“Ia dar um recital e faltava uma tecla no piano”

264

“Vivemos a idade de ouro do fine dining nacional”

265

Ninguém foi queimado em auto-de-fé por feitiçaria

266

“Enquanto houver leitores, haverá livros em papel”

267

Só se conhece 1/3 do que jaz no subsolo do Egipto

268

“Portugal é um paraíso para os muçulmanos”

269

“Lembro-me de todos os meus sonhos, são incríveis”

270

Os pais batizaram-na, “não fosse Deus existir…”

271

“Logo após o atentado o Papa abraça-me e benze-me”

272

Só acha que o mundo não muda quem não o quer mudar

273

Nelson Rodrigues: “Toda a unanimidade é burra”

274

“Sempre obriguei os meus 3 filhos a provar tudo”

275

“Com 12 anos sem falar, percebi o valor do olhar”

276

“O Marquês de Pombal era um narcísico maligno”

277

“Talvez ainda possamos mudar nosso rumo na Terra”

278

“O património é para estimar, não basta proteger”

279

Lisbon Under Stars eleito Melhor Evento Cultural

280

“Acho como Dostoievsky que a beleza salva o mundo"

281

“Aos 14 o avô escreveu o 11º Canto d’Os Lusíadas”

282

“Tive de salvar mãe e irmãos do meu pai violento”

283

“O olfacto treina-se, educa-se e desenvolve-se”

284

Cravos vermelhos: uma ideia do Estado Novo

285

São os maiores e mais famosos diamantes do mundo!

286

Como saber se é mesmo burnout e o que fazer?

287

“A arte não ajuda os ativistas, ela é ativismo”

288

“É muito difícil fazer cá bom entretenimento”

289

Cabrela homenageia Camões, Amália e Cesária Évora

290

Juntar o útil e o belo valoriza herança milenar

291

“Bom romance é o que toca onde as mãos não tocam”

292

Com 5 milhões de peças, é a nossa maior minicidade

293

Aos 4 anos fotografou para a Moda-Lisboa

294

Se recuássemos 500 anos iríamos perceber Camões?

295

“Não há arte boa e arte má; é apenas diferente”

296

“Sou muito curioso, isso mantém-me bem disposto”

297

“Só então vi as minhas pernas separadas do tronco”

298

“Mostrar inovação e cruzamento de linguagens”

299

“Quanto mais se sabe de nutrição, pior se come”

300

Sabe o que são crimes públicos e semi-públicos?

301

“Não é a infidelidade que leva à separação”

302

“Se o Rei casou por amor é porque perdeu o juízo”

303

“Inaugurei um movimento (NEO-TECH) sem o saber!”

304

“Sou descendente de sobreviventes do Holocausto”

305

“A surfar na Austrália cruzei-me com tubarões”

306

Até Júlio Pomar admitiu copiar o “Salazar” dele

307

“Enlouquecia se não estivesse sempre a reinventar”

308

“Muitos praticam belas-artes, poucos são artistas”

309

“Já há muitas maneiras de manipular os cérebros”

310

“Tive 20 segundos para sair do Porsche em chamas”

311

“Cada 2 passos tinha de olhar para trás com medo”

312

“Arquiteto é como um realizador, sozinho nada faz”

313

“Um bom filme transforma-te e não te manipula”

314

“Não existem Doenças Mentais”

315

“Brincamos com marionetas para nos fazer pensar”

316

“Triste com o fiasco, destruiu dezenas de obras”

317

“Descobri já adulto que sofrera algum autismo”

318

Ele trocou a Física Tecnológica pelo Canto Lírico

319

Uma viagem guiada a todo o país... pelas plantas!

320

“A cultura parece ainda no falhanço do 16 março”

321

“Aos 18 anos abri a primeira delicatessen do Rio”

322

Quando o movimento “transborda” noutras artes

323

“Apontava-se a arma à cabeça do Joaquim Furtado”

324

A História recente contada pelos “de baixo”

325

“Votaram um milhão de seduzidos por populismos”

326

“Permitir a desilusão da criança com os pais”

327

1965: Paula Rego estreava-se a solo em Lisboa

328

Lagarce: encenador famoso, mas autor desconhecido

329

“Se não restauramos certas peças tornam-se lenha”

330

No teatro, como na vida, não se pode parar o tempo

331

116 anos depois, revelados os 3 mandantes do crime

332

3 heróis portugueses numa aventura há 100 anos

333

“Há lugar para o humor, mesmo nas tragédias”

334

“Máquinas devem descontar para a Segurança Social”

335

“Ninguém pode ter a certeza que Deus existe”

336

“Muitos reis e rainhas hoje seriam cancelados”

337

“Quem nunca viu ou sofreu actos de decriminação?”

338

“A literatura acontece na nossa imaginação ao ler”

339

“As novas Rainhas com passados pouco monárquicos”

340

“Coffee table magazine” com Portugal no seu melhor

341

“Espetáculos são seres vivos, mudam todos os dias”

342

“O juiz é uma pessoa vulgar numa função invulgar”

343

“Portugal tem 74% de inactividade física”

344

Cancro da mama: vêm aí as cirurgias do futuro

345

“Quanto mais beleza vemos mais sensíveis ficamos”

346

Especialista em IA, mas viciado em livros

347

A importância de respeitar o nosso relógio interno

348

“Uma terra onde sempre chove e o tempo parou”

349

Cacau no Brasil: o “Renascer” do “fruto de ouro”

350

Hitler invade Vaticano, Papa exila-se em Portugal

351

“Em 20 anos acabámos com 90% dos grandes peixes”

352

“Está de volta o único apagão que vale a pena!”

353

“Rei Juan Carlos quis elevar Mário Soares a duque”

354

“Já programei o meu funeral!”

355

Todas as cartas de amor são ridículas! Quem nunca?

356

No túmulo de Joana d’Arc estava sepultado um gato

357

“Ninguém como ele leu a cidade”

358

“Vi Issam Sartawi assassinado no lobby do hotel”

359

“A minha vida confunde-se com os livros que li”

360

“Não cumprimos as regras penitenciárias europeias”

361

“Já estamos indiferentes à mentira e à corrupção”

362

“O poder da música: entra direto e muda o coração”

363

É o regresso da masculinidade com “H” maiúsculo

364

“A ciência diz: é impossível mudar de sexo”

365

“Cozinheiro sim, a mais velha profissão do mundo!”

366

“Prefiro desgraçar-me amando-te do que não amar”

367

“Arte: boa ferramenta para desmontar preconceitos”

368

“Entrei para Medicina, e saí com um marido”

369

“O Climáximo só revela ignorância perante tudo”

370

Jesuíta escreveu há 300 anos “Suplício dos Doces”

371

Só em 2154 atingiremos a plena igualdade de género

372

“O teatro roubou-me o sonho de ser escritor”

373

“O privado faz uma concorrência desleal ao SNS”

374

“Sem jornalismo livre damos cabo das democracias”

375

“Na cozinha trabalha-se com as mãos e o coração”

376

“Quando personagem e actor se fundem há magia”

377

Israel, Putin, PREC: como reescrever a História

378

França, Inglaterra: modelos de integração falhados

379

“Encontro muita poesia também na prosa”

380

Abraão, Moisés, José: personagens de ficção?

381

“Aventuras há muitas; heróis é que vão faltando…”

382

Novos perigos nos aeroportos: drones e lasers

383

Chamaram a Jesus “comilão” e “beberrão”

384

“Teatro é vermo-nos e entendermo-nos pelos outros”

385

“O Estado Novo foi um regime com grande corrupção”

386

Ainda há tortura e maus tratos em todos os países

387

Já se transplantam corações artificiais e de porco

388

Uma “artivista” contra a ditadura dos likes

389

“Mais mundo houvesse, lá chegaríamos!”

390

“Uma viagem ao português que se fala na invicta”

391

“Cunhas, nepotismo e favores na saúde enojam-me”

392

“O Chega está a ocupar o espaço que foi do PCP”

393

A incrível relevância dos equívocos na História

394

Será que vivo um terrorismo emocional e não sei?

395

Algumas ideias para o Governo fazer com impostos

396

O street artist que tinha negativas a desenho

397

Madonna, Patti Smith, Bethânia: paixão por Pessoa

398

“Procuro ser cada vez mais livre, por isso pinto”

399

O tesouro que Israel deixou sair para Lisboa

400

Zita Seabra: “Sem 25 novembro éramos uma Albânia”

401

Conjurados ameaçaram coroar D. João rei à força

402

“O conflito no Médio Oriente nunca terá solução”

403

“Portugal tem 730 mil casas vazias e abandonadas”

404

“Regra comum: na vida não há atalhos para o topo”

405

“O Direito da Guerra não permite reciprocidade”

406

“A única revolução no feminino da nossa História”

407

“Não festejamos Espinosa, o nosso maior filósofo”

408

“Com uma grande pessoa prometo uma grande viagem”

409

“Se prefiro ler ou escrever? Prefiro música!”

410

“Se cairmos num buraco negro, esparguetificamos!”

411

Festival Utopia leva escritores também às empresas

412

“A que se deve o nosso fascínio pelo Japão?”

413

“Com um passo de cada vez ganha-se um país novo”

414

“Nunca houve política de património a longo prazo”

415

Quando uma “criatura” ganha corpo e nos interpela

416

“O Desenho vive nesta época um pico de interesse”

417

Lisboa, uma capital da Street Art a nível mundial

418

Do mundo da farmácia aos mundos da arte e design

419

“A ansiedade é o sintoma, não o problema”

420

Guerra: a melhor escola do cirurgião (Hipócrates)

421

“Se fosse menina o meu pai ia chamar-me Cleópatra”

422

Carreira das Índias: a mais longa e árdua viagem

423

Vitor Cotovio: “A solidão mata

424

“Falta uma visão cultural para os privados”

425

Alterações climáticas estão a enlouquecer jovens

426

E se um estranho lhe entra em casa enquanto dorme?

427

“Desacelerar e tornar visíveis pessoas e lugares”

428

As peripécias do nosso último condenado à morte

429

“Na Saúde falta-nos unir a organização ao serviço”

430

“Às vezes passam anos até perceber o que pintei”

431

“Vinho não tem de ser comunicado com austeridade”

432

“Somos as palavras que usamos” (José Saramago)

433

Escritora desobediente apresenta revolucionárias

434

A americana que os portugueses odiavam há 1 século

435

"O terror tira-nos camadas até nos revelar"

436

“Não gosto de escultura, mas é o que sei fazer”

437

É um dos “portugueses mais inventivos” (EXPRESSO)

438

Mudar com passos PPP: Poucos, Pequenos, Possíveis

439

“Não temos de ser todos lindos, poupados e magros”

440

“O silêncio não existe”, já dizia John Cage

441

“Muito orgulhosa de ser uma brasileira açoriana”

442

“Na vida temos de viver com emoções”

443

“A santidade - eu diria felicidade - estava à mão”

444

“Mesmo Papa, ele queria ser um pároco de aldeia”

445

Jovens não são o futuro da igreja, mas o presente

446

JMJ de Lisboa junta pela 1ª vez todas as gerações

447

“Desde que fui mãe só pinto mulheres”

448

“Já não sabemos o que se passa no campo”

449

Que mistérios (ainda) escondem os famosos Painéis?

450

Deixe-se surpreender com os incríveis morcegos

451

“Jantares tardios aumentam o risco de demência”

452

“A comédia para resultar tem de ser feita a sério”

453

“Se um dia o Salazar vier para o Panteão, eu saio”

454

Os mitos da cosmética: rugas, cremes, produtos

455

“Os partidos não trataram bem da democracia”

456

“Diversidade religiosa cá só no pós-25 de Abril”

457

“Há vantagens em deixar lavrar um fogo de inverno”

458

“Só por milagre ainda nenhum avião caiu em Lisboa”

459

“Pantagruel” significa tudo alterado, como na peça

460

“Pomar acompanhava tudo e até brincava connosco”

461

“Ensino Superior de Circo só existe lá fora"

462

“A Grande Guerra foi péssimo para a nossa imagem”

463

“Nunca desligo o telemóvel, nem de noite e férias”

464

Coreomania: a mais estranha epidemia que já se viu

465

“O” manual para bater a concorrência no Turismo

466

Um novo museu no Norte só com grandes exposições

467

“O Desenho é uma linguagem, e precede a Escrita”

468

“A Fotografia é como se fosse a minha respiração”

469

A Guerra dos Pirinéus que não nos correu bem

470

“Nada é mais poderoso que contar uma boa história”

471

“Dá-me paz estar em férias e ir para um conflito”

472

“Começar dNovo uma vida nova”

473

“Ainda associamos animação ao infantil e cómico”

474

“Comprem por ser bom e bonito, não por terem pena”

475

“Só um profissional de saúde pode falar em trauma”

476

Combater a “conspiração do silêncio” das famílias

477

“Só com improvisações consigo criar novas peças”

478

“O envelhecimento é uma bomba-relógio em Portugal”

479

3 dias, muitas artes, um antigo quartel lisboeta

480

“Escrevo para ter amigos, para que gostem de mim”

481

“Sou um vampiro de personagens perdidos no tempo”

482

“De como Mega Ferreira branqueou o seu passado”

483

“Ler dá vocabulário e leva a pensar mais e melhor”

484

“É o material natural mais sofisticado do planeta”

485

Em 50 anos, houve 6 visitas de 4 Papas a Portugal

486

“Livro só ganha vida e sentido no corpo do leitor”

487

“O bailarino é-o 24 h/dia e para a toda vida”

488

A nossa vaticanista viajou 106 vezes com 3 Papas

489

“Um cenógrafo deve sempre ir além da realidade”

490

De 2 em 2 anos, o Porto vira Capital da Fotografia

491

Em vez de subsídio às artes falar de investimento

492

“Vagar”: tema de Évora Capital da Cultura 2027

493

Herói ou vilão? Vigilante ou criminoso?

494

As maiores e mais estranhas palavras cá e no Mundo

495

Poster: o mais antigo dos suportes publicitários

496

“Portugal: um paraíso para quem gosta de História”

497

“Mais de 30 anos a trabalhar para o boneco”

498

“A cidade é afinal um corpo em constante mutação”

499

Quando há tanto teatro no sangue e nos genes

500

O que conhece da 35ª avenida mais cara do mundo?

501

“O teatro existe para pôr as pessoas a pensar!”

502

Filipe: "O reino que herdei, conquistei e comprei"

503

Quando os EUA nos ofereceram uma central nuclear

504

“O P.e Cruz era um pastor com cheiro a ovelhas”

505

“Sou desportista porque quero chegar novo a velho”

506

“O Santo é que escolheu Lisboa, não o contrário”

507

Carlos: “Camilla é invisível: isso chama-se amor”

508

“Um actor junta 50% personagem e 50% ser humano”

509

“A nossa riqueza (humanidade) está no nosso rosto”

510

“Todos temos uma voz narrativa que pode crescer”

511

A Cruzada das Crianças de 1212: lenda ou mito?

512

“É uma luta contra o tempo que sei que vou perder”

513

Uma conversa rara que alia humor e impostos

514

Ismaelis, celibato, jornada, a mulher: os desafios

515

O que leva um médico a mudar para restauração?

516

O romance brilhante com um protagonista detestável

517

A arte como ferramenta de desenvolvimento humano

518

“O segredo da continuação do cinema: as crianças”

519

“O perigo para Putin é a Democracia, não a NATO”

520

“O amor é uma vantagem competitiva nos negócios”

521

Museu da BD fará de Beja centro europeu da 9ª arte

522

“O único sitio onde o actor não mente é em palco”

523

“Aprendi ao mesmo tempo a falar e a cantar fado”

524

“Não queiras parecer nada. Tenta ser tu próprio.”

525

“A diversidade deve ser um ativo para as empresas”

526

“Somos mais reconhecidos lá fora do que cá dentro”

527

"Um quadro não se explica: ou se sente ou não"

528

“Clássico ou contemporâneo? Prefiro boa dança!”

529

“A andar vou até ao fim do mundo, dizia o meu avô”

530

«A arte não tem de agra­dar a toda a gente»

531

Houve a Guerra da Aclamação e a Guerra Fantástica

532

“A pergunta é QUANDO e não SE vem um ciberataque”

533

“O futuro é, de facto, desafiante e estimulante”

534

“Destacar também os profissionais que não se veem”

535

“É o futuro da Europa que está em jogo na Ucrânia”

536

Num ano concedemos 58 mil proteções temporárias

537

Visita guiada a verdadeiros tesouros de Portugal

538

“Como é que lá fora sabem tão pouco da Expansão?”

539

“Um dia sem dançar é um dia perdido”

540

“Como continuo a combater se me falas de emoções?”

541

“O Manuel trouxe o encanto da diferença para casa”

542

“A comédia não é um género menor… nem fácil”

543

Psicólogo à distância de um clique e a custo justo

544

Em “Fonte da Raiva”, a rádio é uma protagonista

545

8.000 crianças/ano precisam de cuidados paliativos

546

Deitam-se fora cá 200 mil ton de roupas / ano

547

“Vejo o mundo e por vezes sinto-me um antropólogo”

548

“Sem a arte não conseguiria ser feliz”

549

Deram-lhe 1 a 2 meses de vida.

550

Valorizar a pergunta, a escuta, a partilha, a vida

551

Bem vindos ao maravilhoso mundo das borboletas

552

“Teatro exige 90% de talento e 10% de trabalho”

553

“No cinema podemos vingar a morte”

554

“O espetáculo está vivo e nós não somos máquinas”

555

“Quando não há trabalho, invento-o!"

556

O mais antigo segredo de Cascais permanece fechado

557

Açúcar, azul, pijama, laranja: palavras do persa

558

O que mudou em 500 anos na raia alentejana?

559

Teatro faz rir, chorar e o mais importante: pensar

560

Há faraós superstars entre reis malditos do Egipto

561

O Papa que desertou do exército alemão

562

“Todos os meus livros são autobiográficos”

563

“Marcelo é inacreditável, custa a crer que exista”

564

“Marcelo é uma pessoa demasiado racional, fria”

565

“A melhor dica de viagem: cultivar o assombro”

566

“Ser nação é um estilo de vida, não um Estado”

567

“Sou ponte que traz ao mundo as figuras que pinto”

568

“Peru era sinal de poder, bacalhau de penitência”

569

Que Rei português fez um pacto com o PS?

570

1 em cada 5 crianças é vítima de violência sexual

571

“Fotografar é lutar contra o esquecimento”

572

Como proteger crianças e jovens dos riscos online

573

“Quando o ISPA abriu só admitia padres e freiras”

574

“A Ciência criou lendas, nem todas são antigas”

575

“A educação empurra, mas o exemplo arrasta”

576

“Eventos extremos mais frequentes e mais intensos”

577

“Teatro: a arte que pode conter todas as outras”

578

“A arte deve ser intervenção social e política"

579

Mário Cesariny chamou-lhe amigo e “desbravador”

580

“Devia haver mais apoio do Estado à investigação”

581

"A Rainha que foi uma ‘influencer’ há 150 anos”

582

Nesta peça-julgamento o público decide o veredicto

583

“O chef pode e deve promover produtores nacionais”

584

“Nunca vivemos de costas para a Europa”

585

“Gosto mais de construir situações do que espaços”

586

“Mobilizemo-nos pela esperança, não pelo medo”

587

“O Chega é um partido perigoso para a democracia”

588

Do Rei do Lixo a Jackie Kennedy: casas abandonadas

589

“Se não subo ao palco nervoso, é mau sinal”

590

A Medicina Subaquática pode ajudar na fertilidade?

591

“A poesia não habita nas palavras, mas nas ideias”

592

“Fotografar tornou-se tão banal como respirar”

593

“Será a China mais perigosa do que a Rússia?”

594

Quem mora na Mulher Morta ou no Senhor Roubado?

595

“O telemóvel, mesmo desligado, torna-nos alvos”

596

“Temos a cultura do endeusamento da juventude”

597

Vamos comer, beber e degustar o texto teatral

598

Vamos desmontar os mitos sobre Fernando Pessoa?

599

“A riqueza está na qualidade das experiências”

600

“Teatro para a infância não é uma arte menor”

601

“Médico-proletário”, respeita mas não teme a morte

602

“O digital nunca pode substituir a arte ao vivo”

603

“O desenho é a arte mais básica e acessível”

604

“Só sou escritor porque li grandes livros”

605

“Conversar com o Inimigo”... até o tornar amigo

606

“O teatro é um Parlamento, não há melhor”

607

“Não ligo ao frio, mas a ausência de luz mata-me”

608

“Prefiro crítica pertinente a elogio impertinente”

609

“Estive 22 anos de castigo sem poder fazer filmes”

610

“Basta comer uma banana para absorvemos radiação”

611

“É a ficção que revela a autenticidade da vida”

612

“O céu não é o limite: é o começo”

613

Hidrogénio, combustível do futuro: limpo e seguro

614

Merkel ligou-me logo: “Vocês perderam a cabeça?”

615

“Cinema documental: muitas janelas para o mundo”

616

“A História é plural (e o passado também muda)”

617

“Faço espetáculos agridoces, de comédia e terror”

618

Cavalgar ondas da altura de um prédio de 9 andares

619

“1 em cada 10 dos seus conhecidos é psicopata”

620

Como pode a Arquitectura ajudar o Planeta?

621

“Somos os únicos animais que intervêem no corpo”

622

“A curva livre, sensual é que me atrai” (Niemeyer)

623

“Não sabemos a qualidade do talento em Portugal”

624

“As notícias de hoje são a História de amanhã”

625

Sem manuais, TPCs ou testes: a nova escola está aí

626

“A boa informação paga-se como um produto gourmet”

627

Aos 95 Isabel II recusou o prémio Velhinha do Ano

628

“Não me incomoda que me vejam como ex-maoísta”

629

Mudam notas, moedas, selos e passaportes e o hino

630

“O humor, a minha cola social, liga-me às pessoas”

631

“Daqui a 5 anos ainda haverá salas de cinema?”

632

Pigómelos e licantropos: portugueses bem estranhos

633

“A leitura devia ser um desígnio nacional”

634

“Estudar o Antigo Egipto é um acto moderno”

635

“Desenhar é o nível mais intenso do olhar”

636

“Nunca brilhará nas artes quem não é apaixonado”

637

Ukelele (“pulga saltitante”), filho do cavaquinho

638

“Precisei de fazer 2 anos e meio de psicoterapia”

639

Prepare-se para outro grande terramoto em Lisboa

640

O retrato é um mergulho no coração do fotografado

641

“No máximo em 1 milhão de anos estaremos extintos”

642

A arte da “trágica beleza” dos corais moribundos

643

Mil utilidades de um zeólito ("pedra que ferve")

644

Ovos moles começaram como remédio há 5 séculos

645

Recusou 3 coroas contra a vontade de 2 Reis

646

Saramago pelo teatro amador não é um Contra-Senso

647

Mais tarde ou mais cedo vai comer insectos

648

Árabes, muçulmanos, mouros: sabe a diferença?

649

“A minha vida privada é a dança”

650

“Aos 4 ou 5 anos já reciclava lixo em casa”

651

“Só apercebemos uma fracção do que o cérebro faz”

652

Provar formigas da Amazónia e caviar de beringela

653

“Se tivesses um poster, o que dirias ao mundo?”

654

“A casa que subsiste é a grande obra de Veva”

655

“Mesmo no interior, todos temos impacto no oceano”

656

Como podemos cruzar arte, ciência e saúde?

657

“As cozinhas cá são um clube nacional masculino”

658

"Paula Rego, histórias e segredos": uma homenagem

659

“Foram para Elvas 40 carros de bois com o tesouro”

660

“Afinal também ganhei o Nobel da Paz (1/500 dele)”

661

“Ninguém se torna um príncipe. Nasce-se príncipe!”

662

“A caminho do topo cruzei-me com 4 cadáveres”

663

“O desenho obriga-nos a olhar, a fotografia não”

664

Um balanço desassombrado de 40 anos de carreira

665

“Os sonhos são tão possíveis quanto acreditamos”

666

4 homens, 4 mulheres, 4 minutos para se seduzirem

667

As aventuras de António de Lisboa, santo e doutor

668

“Cresci a ceder o meu quarto a refugiados”

669

A arte pode ultrapassar estigmas Portugal-África

670

Descoberta de CR7 chegou a 100 milhões de pessoas

671

Que plásticos não são para o ecoponto amarelo?

672

Receita para (finalmente!) reinventar a democracia

673

“Foram demolir a minha obra por ter sido premiada”

674

“Julião Sarmento queria imenso esta exposição”

675

Quais os palavrões mais usados em português?

676

Há 4 novas razões para visitar a Casa da Cerca

677

“Importa mais a história de um prato que o prato”

678

“Graças a Van Gogh vejo os céus de outra maneira”

679

Como incutir nas crianças o gosto pela leitura

680

“Não há neste momento uma História oficial”

681

O poder dos Museus é o conhecimento e as histórias

682

Desmontar os maiores mitos da cibersegurança

683

“Barro é material em movimento”

684

Acabou a Exposição do Mundo Português. E agora?

685

“A energia + barata é a que não desperdiçamos”

686

“Comemos aquilo que sabemos e em que acreditamos”

687

“Reforma” não tem de ser sinónimo de “paragem”

688

“Marionetas permitem ver o mundo com outro olhar”

689

Há um Porsche na nossa maior Feira de Antiguidades

690

Quando Lisboa parecia “um paraíso claro e triste”

691

“Ninguém nasce bom pai ou boa mãe”

692

“Somos tão famosos quanto o nosso último trabalho”

693

O caso da terrina que o cliente comprou 2 vezes

694

“A cada história contada, nasce uma nova vida”

695

"Não consigo estar sem inventar e sem criar"

696

90 anos de gravações e nunca se gravou os ciganos

697

Trabalhar Lisboa como uma marca de luxo para todos

698

Aprender a estar “à mesa 100 mitos”

699

A bala do Papa e a Coroa de Fátima: será milagre?

700

Por que e como viaja um cego pela Europa?

701

“Dói muito aos ucranianos ouvir quem apoia Putin”

702

É importante “curtir” o nosso património cultural

703

Pio XII: papa de Hitler, dos Judeus ou de Fátima?

704

“Uma viagem-pesadelo à mente de uma atriz demente”

705

“As pessoas podem esquecer suas origens, tu não”

706

“Não existe arquitetura sem autores”

707

“Deus ficou de fora, na fronteira, sem papéis”

708

Pelé, Japão, bordadeiras, chá frio… e chocolate!

709

Em Portugal a Censura proibiu e queimou livros

710

Já conhece o teatro-desporto, filho do improviso?

711

Como a Inteligência Emocional “Salva-vidas”

712

Tudo está planeado e ligado. Nada é o que parece.

713

Crianças e telemóveis, videojogos, redes sociais

714

“Sacadura Cabral não morreu: desapareceu!"

715

“A cultura faz-se com pequenas estórias”

716

Artista mais divertido encontra santo mais querido

717

“Os líderes sempre (re)inventaram a História”

718

“Não devemos atiçar o rotweiller do vizinho”

719

“Com os partidos a República mata-se a si própria”

720

“Famílias ricas pagam e vêm todos, homens também”

721

"Qualquer guerra na Europa é uma guerra civil”

722

“A Guerra é negação da voz de Deus”

723

“Deves ensinar de maneira a que te ultrapassem”

724

“Não ter medo de arriscar, a arte é um risco”

725

Na Europa, o nuclear volta a estar em cima da mesa

726

“Isto é um confronto entre os EUA e a Rússia”

727

Repor a verdade histórica: o que Putin inventou

728

“Há quem apanhe boleia e desapareça para sempre”

729

“O povo português é o melhor que já conheci”

730

“Putin é como um vampiro que quer mais sangue”

731

“O povo ucraniano não tem nada a ver com o russo”

732

“As pessoas confundem os russos com Putin”

733

“Ucranianos e russos não são o mesmo povo”

734

Comboios, Wikileaks, ciberataques e mentiras

735

“A Rússia é um país com um passado imprevisível”

736

“Se há vida que merece 2h num palco, é a dela!”

737

“Sou apaixonado por aprender, nunca se deve parar”

738

Religiões e culinária. Preceitos e proibições.

739

Às rainhas devemos patins, elevadores e caipirinha

740

“As pessoas precisam - e muito! - da cultura”

741

“Vai sempre haver filmes e salas de cinema”

742

Cinema infantil traz medo, bullying, morte, poesia

743

“Em 2 a 3 gerações a nossa língua vai morrer”

744

Que segredos se escondem no subsolo de Lisboa?

745

O que resta das 4 judiarias que houve em Lisboa?

746

“Eu mudei a minha vida depois dos 70 anos”

747

“Sociedade sem maravilhoso está em morte cerebral”

748

“O cérebro também precisa de ser treinado”

749

Como desconstruir totalmente 4 contos infantis

750

“Para que serve a Dança?”

751

“O autismo é uma doença de (excesso de) memória”

752

“Confirmem o que escrevo: a verdade vos libertará”

753

“É urgente apostar na educação ao longo da vida”

754

Pense no Planeta: “hoje é dia de mudar o amanhã”

755

“Teatro não é uma profissão, é uma opção de vida”

756

“Qual é o fim do teatro? Obrigar-te a pensar!”

757

“Já vendi várias garrafas de água por mil euros!”

758

Nesta empresa só entra quem tem cadastro

759

Um alemão em Lisboa fala das artes em Portugal

760

“Na TV o futebol é discutido e gritado demais”

761

O Marquês de Pombal era 5º neto de uma escrava?

762

“Foi tão luxuoso que D. Dinis se queixou da conta”

763

De colecionador e patrono das artes a galerista

764

“Equiparar a morte de humanos com o abate de gado”

765

Manoel de Oliveira fotógrafo: a faceta inesperada

766

“Aristides, já no Panteão, ainda não é consensual”

767

“Avançar (e não parar!) para fazer um balanço”

768

“No PCP chamavam-me «o camarada crítico»”

769

“Rui Rio é um chefe, não um líder como devia ser”

770

Lisboa romana em palco há 2 mil anos em Alfama

771

“O Natal é melhor se todos formos mais humanos”

772

“Mais do que Cultura precisamos de gente culta”

773

Branco só com peixe e outros mitos sobre os vinhos

774

“O Estado deve definir o livro como bem essencial”

775

A importância de levar os miúdos à ópera

776

“O maior sonho de D. Manuel era erradicar o Islão”

777

“O teatro não serve para dar lições de moral”

778

“Lisboa ajoelhou perante as pressões de Luanda”

779

“Tenho muita pena que não haja listas conjuntas”

780

“Nesta atividade há tanto de sorte como de risco”

781

“O jeito para ensinar também devia ser avaliado”

782

“Provou-se que a nossa terra está-nos nos genes”

783

“Não desvie o olhar dos deslocados de Moçambique”

784

“Alterações climáticas: Direitos Humanos em causa”

785

“Tudo isto é tabu porque foi como se fosse ontem!”

786

“Aprendemos os clássicos para depois os subverter”

787

"Em vez da galeria, foi-se ao jornal e ao cartaz"

788

“Infelizmente há portugueses com medo da verdade”

789

A irmã de D. Pedro mandou matar a amante do marido

790

“A China será uma hiperpotência, maior que os EUA”

791

“Faz sentido haver um Museu dos Descobrimentos”

792

E se os nossos Reis se cruzassem com influencers?

793

O ritmo desbragado da Lisboa de há um século

794

Startup em Coimbra faz milhões com produtos usados

795

“O meu material não é o cartão-madeira, é a luz”

796

“Tinha uma alcateia de PIDEs à minha espera...”

797

O amor em tempos de Tinder: da peça ao filme

798

“Estudei todas as joias do novo Museu do Tesouro”

799

“O gosto discute-se, claro... e educa-se!”

800

“A função da história é dominar o contemporâneo”

801

“Quando perdi a memória percebi a sua importância”

802

Que valores norteiam os jovens de hoje?

803

“É a nossa última epopeia trágico-marítima”

804

“A ciência é a ponte para um final de vida melhor"

805

“Trabalhamos com a memória que temos da cidade”

806

“Os homens é que usavam joias e era para proteção”

807

“A única função do humor não é fazer rir”

808

⅓ dos jovens portugueses têm sintomas depressivos

809

“Só te deves comparar contigo mesmo ontem”

810

Foi o nosso glorioso maluco das máquinas voadoras

811

D. João (futuro Rei) recebeu Junot em audiência

812

“Todos rejeitaram o meu manuscrito... até ganhar!”

813

“Considerar doente alguém aos 60 anos é perverso”

814

«A editora pública não compete com as privadas»

815

«O racismo assenta no preconceito e na ignorância»

816

A diversidade cultural e religiosa faz sempre bem

817

“Só com uma educação de qualidade se chega à paz”

818

“O Facebook é hoje um lodo”

819

Fungos, “smart forests" e inteligência artificial

820

Como gerir património cultural com sucesso e lucro

821

O caso de Marvila: quando ser bairrista vale pena!

822

“Cultura é fundamental até para sair da pandemia”

823

“Sem livros e sem cinema éramos paupérrimos”

824

“Terror é o único nicho que é mainstream”

825

“Esta é a geração de atores mais talentosa que vi”

826

“Precisamos de técnicos de restauro de qualidade”

827

Como se consegue "Superar O Impossível"?

828

“Assassino” vem de “possuído pelo haxixe”

829

eBooks e plataformas: ir de férias com a Leya

830

Achamento? Descobrimento? “Prefiro deslumbramento”

831

“A escravidão ainda é uma ferida aberta no Brasil”

832

"Não vendemos livros usados, mas sim já lidos"

833

“O Estado da Nação? Nunca se mencionou a cultura”

834

“Quando amor e verdade são critérios de gestão”

835

Qual a aldeia com 1 fronteira, 2 nomes, 3 línguas?

836

Botabaixismo, nacionalporreirismo, chicoespertismo

837

“A cultura pode alavancar todos os sectores”

838

“No futuro muitos irão a hotéis para trabalhar”

839

“Biden está a cumprir mesmo sem ter prometido”

840

“Procura-se trono medieval de pedra perdido na Sé”

841

“O meu biografado chegou a entrar-me pelos sonhos”

842

“Somos contadores de histórias, artesãos”

843

“Qualquer pessoa merece uma peça de teatro”

844

“O ‘Caminho’ tem uma vida própria e sente-se”

845

“De certo modo são eles que nos descobriram a nós”

846

“Nunca tivemos uma estratégia com a cultura”

847

“A humanidade não está a aprender com a História”

848

“A falta de oxigénio leva-nos a cometer erros”

849

Sabe de onde vêm “patavina” e “calinada”?

850

Conheça o mais viajado príncipe do seu tempo

851

E se Salazar fosse afastado do poder em 1940?

852

“Sou um machista em recuperação”

853

“Os críticos dizem tantas barbaridades!”

854

“Uma reunião imperdível de objectos e documentos”

855

“Cada um de nós quantas pessoas é que já foi?”

856

“Os jardins são códigos de leitura da civilização”

857

“Não basta técnica, um retrato tem de ter ALMA!”

858

“Viajar é submeter o mundo a um interrogatório”

859

Alinhar a escola com as famílias e a comunidade

860

Roubou o carro do diretor de Auschwitz e escapou

861

“A 1ª Invasão Francesa foi grande saque e matança”

862

“O meu filho desenhou um super herói com máscara”

863

Aos 3 roubava a avó. Aos 20, pediu-lhe 20 mil €

864

“Só ignorância e estupidez vandalizam estátuas”

865

“Nenhuma história existe se não for contada”

866

“O nosso senso comum nem sempre é o melhor guia”

867

Cuidam dos aviões em terra para não falharem no ar

868

Escravos poupavam para se comprarem a si próprios

869

“Com as alterações climáticas vêm mais pandemias”

870

“Como Embaixador vivi mais de 2 anos num hotel”

871

“A NASA vendeu a alma a Elon Musk”

872

“A iluminação é a parente pobre das autarquias”

873

“A religiosidade popular tem muito de superstição”

874

“Os meus maiores medos inspiram os meus livros”

875

“Já fiz máquinas que sentiam culpa”

876

“Se tenho haters é porque faço bem o meu trabalho”

877

Quem foi o Infante que batizou a nossa língua?

878

“Ser historiador é ter um poder sobrenatural”

879

O atleta que leva todos os tabus ao tapete

880

O segredo d’A Guerra dos Tronos pelo seu editor

881

Se o medo do desconhecido domina, é o Apocalipse

882

Do neo-realismo à triste nova realidade dos museus

883

As mulheres singulares na vida de um homem plural

884

Afinal D. Manuel I inventou o Visto Gold em 1505

885

A 1ª caixa postal: uma bota pendurada numa árvore

886

“A ler entendo a vida, a escrever entendo a morte”

887

“Sei que Álvaro Cunhal queria matar Mário Soares”

888

Tem 60 milhões de operárias, mas só paga a 20

889

"D. Sebastião era um grande batoteiro às cartas"

890

“O desafio que mais me inspira é o cancro”

891

“Um fato é para ser usado nos próximos 20 anos”

892

O Evangelho da Paixão escrito a sangue no linho

893

Quando dos fracos (afinal) também reza a História

894

Paula Rego e Vivian Maier: cultura volta a Cascais

895

Birdwatching: temos tudo para ser os melhores

896

“Não se pode ser piloto sem se ser apaixonado”

897

Os milhões gastos na corrida espacial têm retorno?

898

“O progresso é feito 1 passo de cada vez. Dá o 1º"

899

“Não podemos gerir a cultura em modo de reação”

900

“Já me tentaram corromper algumas vezes”

901

Ninguém quer ser velho, mas todos querem chegar lá

902

Cirurgia plástica e estética: futilidade ou saúde?

903

“Neste combate falta-nos o sentido de urgência”

904

Há professores portugueses no Top 50 do Mundo

905

Ouro, freiras e passarola. Como se vivia em 1713?

906

“Existe um racismo estrutural em Portugal, sim”

907

“Pai, eu não quero morrer hoje!, disse-me a Inês”

908

“Jamais irei parar de viajar, só assim se aprende”

909

Não há turismo a mais, há outros sectores a menos

910

As Câmaras de Maravilhas, antepassadas dos Museus

911

“Não conheço matemáticos tristes ou desempregados”

912

“A ciência não evolui sem riscos” (Egas Moniz)

913

Tentar o impossível para fazer o melhor possível

914

Desde os primórdios, onde houver homem, há máscara

915

Cancro: a 1ª causa de morte por doença em crianças

916

O museu, casa de peças, histórias e colecionadores

917

Um apoio a 2 sectores: saúde e restauração

918

“Tome conta de mim”, disse-me Carlos Paredes

919

“Sei que ainda vou mudar de vida várias vezes”

920

“Há um lóbi de livreiros que domina o Governo”

921

E se um dia deixasse de se reconhecer ao espelho?

922

O café lisboeta onde parava o verdadeiro 007

923

Fazer da excelência o normal, não a excepção

924

Pandemia ou pandemónio? Testemunho de um criativo

925

É um mito esta geração ser a mais preparada

926

Um português no topo do mundo há quase 8 séculos

927

“Quem governa em Portugal é Sua Majestade, o Medo”

928

“Sempre fui o nerd dos peixes, são a minha paixão”

929

Por que compramos? Viagem ao cérebro do consumidor

930

“A digestão das emoções faz-se no intestino”

931

O Príncipezinho e os reis do crime em Portugal

932

Crianças transmitem menos covid19, mas transmitem

933

“Houve um mundo antes e depois de Vasco da Gama”

934

“A arte do jardim é saber integrá-lo na paisagem”

935

Quando o Estado Novo arrasou metade de Belém

936

Vem aí “um grande mergulho para a Humanidade”

937

“Já fui português, e gostava de voltar a ser”

938

Quando a arte pública desce à rua e é pisada

939

O património e a qualidade de vida das populações

940

Auto-mecenato e pós-emergentes. Vamos ao teatro?

941

“Ficção nunca é mentira, é forma de contar a vida”

942

“O Irão é o país mais hospitaleiro que conhecemos”

943

Conhece as vinganças falhadas da nossa História?

944

“Biologia: ciência central para as nossas vidas”

945

O novo JHSaraiva é a Inês, tem 25 anos e tatuagens

946

“Todas as mulheres merecem o mesmo olhar”

947

Como celebra o Natal um judeu? E um australiano?

948

Mitos e curiosidades sobre reis, carros… e futebol

949

“A paixão passa, o amor lava e cozinha"

950

Sabia que há lojas em Lisboa com quase 240 anos?

951

“Investir num clássico é investir em nós próprios”

952

“Sempre aprendemos que os mouros eram os maus…”

953

“Viajar é o acto sublime de fazer pessoas felizes”

954

Erguemos castelos contra vikings e corsários

955

“Sou viciado no voluntariado, um escape positivo”

956

A “revolução milagrosa” do Porto faz 200 anos

957

“Se nós quisermos, a violência doméstica acaba”

958

Piratas, torturas, trepanações: mais descobertas!

959

“A mulher tem mais esperteza em engendrar crimes”

960

“Hoje temos todos muito medo da diferença”

961

“O ensino vai dar um salto de gigante em breve”

962

“Fascina-me a importância e o mistério da voz”

963

Há muito bullying por racismo nos balneários

964

“Ser actor não é uma profissão: é um sacerdócio”

965

O favorito que Salazar queria e o Parkinson levou

966

O que queria D. Fernando com a Lei das “6 Marias”?

967

Gönnen, talaka, merak: as palavras que nos faltam

968

Precisamos de uma nova profissão: “ouvinte”

969

“Não existe nenhuma forma correcta de dar aulas”

970

Teatro em tempos de pandemia: cancelamentos e fome

971

“Demonizar o islão é intelectualmente desonesto”

972

“Com 18 anos ofereceram-nos uma volta ao Mundo”

973

“Trump é a maior aberração que vi em Presidentes”

974

“Já se congelam cabeças para lhes fazer downloads”

975

D. José não foi uma marioneta às mãos do marquês

976

“Como escritora gosto de escavar a alma humana”

977

“A mulher violada era mais protegida do que hoje”

978

Um humorista relata uma quarentena há 140 anos

979

Quando as nossas memórias contam a história comum

980

Pequena ONG nacional ganha grande prémio da UNESCO

981

Sabia que a canja nasceu em Goa?

982

A PJ levou os PCs, e o hacker virou pianista

983

“Em Auschwitz-Birkenau choviam mortos”

984

A amante + a psicanalista + 2 casais = confusão

985

Visitar um tesouro nacional à guarda de França

986

Os outros segredos de Fátima

987

Qualquer época tem as suas luzes e as suas trevas

988

“Um livro duro de ler como foi duro de escrever”

989

“Todos os dias se formam tumores dentro de nós”

990

“Aproximar 2 mundos: os museus e o seu público”

991

“Não há tempo para beber um mau café”

992

Como se viviam “os amores” nos tempos medievais?

993

“A partir de agora não morre mais ninguém!”

994

“O maior laboratório é a própria Natureza”

995

“Portuguese divers do it deeper!”

996

“Bô, a língua portuguesa é mesmo estepilha...”

997

“Tive de sair para investigar com os melhores”

998

“É uma pena se não aproveitarmos o ensino misto”

999

"O humor não tem limites, pois há sempre escolha"

1000

“O produtor japonês provou o nosso chá e sorriu”

1001

Mitos e segredos do maior órgão do corpo humano

1002

“Só caminhando consegues ouvir a música do lugar”

1003

Lisboa na Rua & Amália no Cinema (ao ar livre)

1004

Os cérebros dos homens e das mulheres são iguais?

1005

"Há que reabilitar o precursor da mundialização"

1006

Louca? Só se fosse por manga, sorvete ou chocolate

1007

«Volta para trás! Vem aí a p***!» (D. João VI)

1008

“Concebo o mundo sem futebol; mas sem música, não”

1009

"O silêncio da ministra não choca, entristece”

1010

O português desconhecido que marcou a Patagónia

1011

O cronista dos subúrbios e da margem Sul

1012

Jardins de corais no Algarve e granadas em Belas

1013

Quando o amor se converte em algo tóxico

1014

Como o surf pode apoiar casos de exclusão social

1015

Sabe de certeza qual é a nossa 2ª língua oficial?

1016

“Acharam que eu também era louca”

1017

Vem aí uma experiência de teatro como nunca viveu

1018

Os relatos são verdadeiros; os “seres” talvez não

1019

Formigas são o melhor antídoto anti-tablets

1020

“Os mercados financeiros estão otimistas demais”

1021

Aladino e Ali Babá foram inventados há 300 anos

1022

Como se prepara na Terra a 1ª missão a Marte

1023

“Na Arte e na História não se destrói o passado”

1024

“Aos 13 anos, disseram-me que tinha cancro”

1025

“A vida para mim é uma inesgotável conversa”

1026

“As pedras da calçada tornaram-se desconhecidas”

1027

“Cada prato lembra um lugar ou conta uma história”

1028

Já sabe o que vai ler este verão?

1029

“As crianças são naturalmente poupadas ao COVID19”

1030

Vandalizar estátuas é a euforia da indigência

1031

Os desafios do autismo de alto rendimento

1032

“Existiu alguma vez uma revolução em Portugal?”

1033

João Tordo: "Escrever é a mais diabólica das artes"

1034

Que é feito do “E viveram felizes para sempre”?

1035

A Medicina luta contra a doença do envelhecimento

1036

Só consegues fotos melhores sendo melhor pessoa

1037

“O Oceano não tem voz… eu quero ser essa voz”

1038

Só porque li Eça compreendo melhor Portugal

1039

“Mudar o passado para se ser correto é absurdo”

1040

Quando os robôs decidem matar

1041

“O maior salto foi para dentro de mim próprio”

1042

Ninguém lhe escreve? Ofereça um curso de escrita

1043

Assassinos, monges, o Japão e o "Silêncio" de Deus

1044

Quando “fazer acontecer” é missão de vida

1045

Doutores Palhaços: porque rir é o melhor remédio

1046

Saiba porque Mafra não foi esbanjamento

1047

Mulher a bordo: empresária, noiva ou clandestina?

1048

As histórias desconhecidas dos heróis do mar

1049

"Temos a melhor coleção de coches do mundo"

1050

Vamos lidar com isto mais 1 ano e meio, 2 anos

1051

Meditar muda fisicamente o nosso cérebro

1052

Envelhecimento, longevidade e Idadismo

1053

Museus abertos: a arte é uma ponte que nos une

1054

Já provou o vinho “Xutos & Pontapés”?

1055

Acabar com “os saqueadores da barca perdida”

1056

Qual é a única cor que um gelado nunca pode ter?

1057

Quanto custa levar um tubarão para a Turquia?

1058

Quando comíamos albatrozes, cisnes e gamos

1059

A livraria com que os arquitetos sonham

1060

Um pastor e um historiador explicam Lutero

1061

Na Galiza é melhor falar português que espanhol

1062

Até na Antártida há portugueses… e brilham!

1063

Do luxo ao lixo: a missão de vida de Sónia Ell

1064

“O meu patrão criticava o meu cabelo comprido…”

1065

Como está a saúde mental dos portugueses?

1066

O padeiro abortador e a sogra mordida

1067

A Rainha, o órgão do marido e o irmão dele

1068

Médico salvo por colegas, agulhas e uma médium

1069

“Gostava de viver outra Revolução”

1070

“Globalização com regras locais, não”

1071

“Oceanos vão ter mais plástico que peixe”

1072

Pedro Strecht: "É trágico manter escolas fechadas até setembro"

1073

Loucuras, manias e excessos dos génios das letras

1074

“Encontro tesouros em casa das pessoas”

1075

Para beber melhor, comece por melhores copos

1076

A Rainha e a plebeia: os casamentos do Rei-Artista

1077

O médico português que inventou a máscara em 1899

1078

"A literatura ajuda-me a compreender o presente"

1079

"Não se vive bem numa sociedade onde se morre mal"

1080

“Não se pode ser escritor sem se ser obsessivo”

1081

Reabilitar o Rei que Portugal não quis

1082

“Espero que aprendamos estas lições… outras virão”

1083

"A antropologia sempre foi racista"

1084

Que nunca mais haja memória de semelhante monstro

1085

O estranho mundo dos animais de companhia exóticos

1086

"Isto vai piorar muito antes de começar a melhorar"

1087

Filmes, roubos, diamantes e Tesouros Nacionais

1088

"Saber estar nunca está fora de moda"

1089

"A viagem faz parte do nosso ADN. Dos reis também”

1090

“Estamos abertos a que copiem as nossas ideias”

1091

Factos da nossa História que não foram bem assim

1092

Duas neurocientistas “trocam o cérebro por miúdos”

1093

As notícias falsas fazem mal à saúde

1094

“A literatura é a celebração da memória”

1095

Adopções da IURD. Alexandra Borges critica falhas da justiça e denuncia "ameaças assustadoras" ao jornalismo

1096

Quando lhe receitam um conto ou um romance

1097

Quando o cinema toma de assalto a universidade

1098

"Só escrevi a viagem porque aconteceu o 11 setembro"

1099

Vinho invisível com uvas tintas: ver para crer

1100

O Santo mais popular do mundo é português

1101

“Gastronomia: o que mais nos identifica como povo”

1102

A mulher que há cem anos trocou o marido pelo jovem chofer

1103

Almanaque: do árabe “lugar onde o camelo ajoelha”

1104

“A província também gosta e gasta cultura”

1105

“É a minha vida ali e ainda me custa muito ver”

1106

Afinal, somos ou não racistas?

1107

“Nunca procurei o dinheiro, ele veio ter comigo”

1108

O Brexit, o português e portugueses no mundo

1109

“O anacronismo é o nosso pecado mortal”

1110

“Gerir tudo o que nos afecta é o nosso superpoder”

1111

“Achar que museus são coisas de brancos é racista”

1112

Dos 8 aos 80 anos, como potenciar o seu cérebro

1113

"Sabemos mais sobre a Lua que sobre o fundo do mar"

1114

Burnout, depressão... Ana, Go Slowly!

1115

Afinal descobrimos ou não a Austrália?

1116

“Nunca houve tantos e tão bons jogos”

1117

“Os pais não podem controlar demasiado”

1118

“Quanto mais recreio, mais atenção nas aulas”

1119

“Portugal e a lusofonia devem tanto a Madonna!”

1120

"Para escrever tenho de me apaixonar ou não consigo"

1121

“Viajar era algo que tinha cá dentro e não sabia…”

1122

“É graças à escrita que ainda estou viva…”

1123

Os erros mais frequentes dos pais na saúde dos filhos

1124

Ainda acha que “Arigato” vem de “Obrigado”?

1125

Ir ao Lux-Frágil meter-se na Boca do Lobo

1126

"No dia em que gerei vida, fui confrontada com a morte"

1127

"Sou um crente sem religião"

1128

"Escreve-se muito sobre o amor, é muito enjoativo"

1129

As pioneiras portuguesas em “profissões de homens”

1130

Que segredos esconde o estuário do Tejo?

1131

Os maiores amigos da mulher: tudo sobre Diamantes

1132

Aristides, o comboio maldito, o museu desconhecido

1133

Templários: heróis? Banqueiros? Santos? Sodomitas?

1134

António Xavier, o que esconde o Palácio Foz?

1135

Se houvesse amor sem paixão casava com o meu irmão

1136

Como era viver no Porto há 70 anos?

1137

Presentes, namoros, redes sociais: regras básicas

1138

Sexo e poder da Fundação aos nossos dias

1139

Os maiores escândalos da nossa Monarquia

1140

Isabel II surpreendeu-o a trabalhar em Buckingham

1141

Sabe mesmo estudar? Conhece a escola do futuro?

1142

Ouro, cheias, piratas, rainhas: histórias do Tejo

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Os portugueses que nos dão instintos assassinos

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António Variações: um génio com mau feitio

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Aprender a educar pela (disciplina) positiva!

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Magistrada viveu num campo de refugiados sírios

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Quem e como são os hindus que vivem entre nós?

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Tita Balsemão, mulher do fundador da Impresa: "Passei de Rainha consorte a Rainha mãe"

1149

Um policial e outras boas sugestões de leitura!

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De mochila às costas, ele já visitou ¾ do mundo!

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Luís Paixão Martins: "não tenho currículo tenho cadastro"

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Aprenda a ler o que diz o corpo de outra pessoa!

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O romance do PREC: saneamentos, excessos, ilusões

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Sabe de certeza as novas regras de etiqueta?

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Caravaggio literalmente “ao vivo e a cores”!

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As mortes mais insólitas da nossa História!

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Devolver a magia e a festa ao futebol!

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Têm a palavra os maiores vilões da nossa História!

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“A Psicóloga” ajuda no “terramoto do divórcio”

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Uma viagem pelos mistérios da Lisboa subterrânea

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Vidas e mortes de 11 serial killers (1 português)

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Mais segredos d’A História Não Oficial de Portugal

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Viagem aos “leandros” da mente com um mentalista

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Sangue, mitos, heróis e vilões da nossa História

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Os tentáculos da depressão: causas, sintomas, cura

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A.Cunha faz o retrato pessoal e íntimo de A.Cunhal

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40 anos de vida nos diários do sr. Embaixador

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A biógrafa das Rainhas lança-se em Inglaterra

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Tudo sobre Portugal e as plantas, desde sempre

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Uma viagem pelos mistérios da Lisboa subterrânea

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Receitas de todo o mundo… adaptadas à macrobiótica

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Fernão de Magalhães: herói, traidor ou mito?

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Fórum Fantástico este fim-de-semana em Telheiras

1174

Como se promovem as Maravilhas de Portugal

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Como explicar a morte, sexo e divórcio às crianças

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Do Ministério para o Convento: um amor mais forte!

1177

Encontros e encontrões de portugueses no Mundo!

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De Vespa pela Índia e outras mil aventuras!

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Professora escreveu sobre os pontapés no Português

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Como o crowdpublishing salva obras e autores

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Infante traz Chicago da Broadway para o Trindade

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Turismo: tudo o que há The Independente e The Insólito

1183

Como se nasce em Portugal?

1184

Crianças, telemóvel, vegan, urgências, infantários

1185

De vadio e “sem abrigo” a viajante profissional

1186

Gama, Cabral, Magalhães, Camões: a verdade que dói

1187

O guia profissional que mostra segredos de Lisboa

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Casei duas paixões: a História e a escrita

1189

Amor aos filhos e livros gera livraria solidária

1190

“Se morrer amanhã vou de barriga cheia!”

1191

Descubra qual o seu nível de Fascista

1192

Todos os reis e príncipes europeus estão "mal casados"

1193

O médico do Rei e das prostitutas de Lisboa

1194

Como trabalha o editor de Miguel Sousa Tavares

1195

Mediação Familiar e Ajuda de Mãe

1196

Os azares da última Rainha consorte, Dª Amélia

1197

Ivo Meco

1198

Rui Galopim de Carvalho

1199

Hernâni Carvalho

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Rui Pedro Tendinha

1201

Francisco Goiana da Silva

1202

Ana Moniz

1203

Patrícia Freire

1204

Álvaro Filho

1205

Hugo Gonçalves

1206

João Pedro Marques

1207

Afonso Reis Cabral

1208

Catarina Alfaro

1209

Ricardo Parreira

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Miguel Szymanski

1211

Rui Galopim de Carvalho

1212

Fátima Mariano

1213

Francisco Goiana da Silva

1214

Joana Amaral Dias cont(r)a 13 psicopatas

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António Lopes

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Pedro Prostes da Fonseca

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Patrícia Reis

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Andreia Vale