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All Episodes

Convidado Extra — 1000 episodes

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Title
1

Eduardo Rodrigues: “Não acreditamos na Medicina robotizada”

2

Rita Laranginha: “Há países onde ainda há raiva por causa dos animais de rua”

3

Estreia."Os Escândalos de uma Revolucionária". Episódio 1: A filha do diretor da PIDE desapareceu

4

José Sousa Barros: “Poderemos receber um aviso de tsunami meia hora antes”

5

Daniela Nogueira: “As carpideiras eram pagas e tinham uma função útil”

6

Conceição Calhau: “Dietas vegan e alimentos saudáveis também podem engordar”

7

Jorge Rodrigues: “Ópera sem grandes cantores é como futebol jogado por coxos”

8

João Monteiro: “Bom terror é o de ficção, o mau é a realidade que vivemos”

9

Mafalda Santos: “Ainda há ‘druidas” a fazer oferendas ao deus Endovélico”

10

Filipa Dias: “Estar triste na velhice não é normal”

11

Elisabete da Cunha: “Há crateras em Mercúrio com nomes portugueses”

12

Sérgio Marques: “O cinema toca as pessoas; e toca num lado desconhecido”

13

Filipa Dias: “Os sem-abrigo são os invisíveis da sociedade”

14

Luís de Almeida Sampaio: “A qualidade fundamental de um diplomata é o bom senso”

15

Duarte Gorrão Fernandes: “Há empresas a usar a IA como desculpa para fazer layoffs”

16

José Manuel Carvalho Araújo: “Para mim a arquitectura são as pessoas”

17

Manuela Pimentel: “Fui aprender a ser artista (para depois desaprender!)”

18

Marta Zegre Amorim: “A nossa genética não é uma prisão, pode aprender e mudar”

19

Gonçalo Cadilhe: "Preferia andar à boleia no Afeganistão do que no Arizona”

20

Estreia. "A vida dupla do espião traidor". Episódio 1: Há uma toupeira à solta no SIS

21

Fernando Heitor: “Como em todos os espetáculos, o melhor são os actores”

22

Paula Duque: “No mundo rural só ouvem falar de filmes nos telejornais”

23

Luísa V. Lopes: “A maioria das pessoas mais velhas não tem demência”

24

António carlos Cortez: “Se dissermos não às redes os grandes mamutes digitais caem”

25

João Cardoso: “Um tomate tem mais tecnologia do que um iPhone”

26

Rui Malvarez: “Não há melhor reflexão do que a reflexão na adversidade”

27

Samuel F. Pimenta: “Saber de monstros imaginários prepara-nos para os reais”

28

Rui Basílio: “A rebarbadora é a minha caneta, o meu pincel”

29

Graça Fonseca: “Sempre defendi que devia haver um Ministério do Futuro”

30

Bernardo Soares: “O veterinário não é reconhecido como profissional de saúde”

31

Paulo Rezzutti: “Escrever a biografia é passar férias na vida do biografado”

32

Mário Cachão: “Em Carenque conseguiu-se o que nunca achámos possível”

33

Alexandre Pitta de Abreu: “A dieta equilibrada retira a necessidade de suplementação”

34

Rafaela Ferraz: “Gosto da morte e de mortos, não de espíritos”

35

Nuno Maulide: “O amor não é só química, mas sem química não haveria amor”

36

Hélder Teixeira Aguiar: “A história veio ter comigo: estas pessoas não tinham voz”

37

Pedro Badoni: “O meu mais novo dizia que o pai limpava ketchup”

38

Diogo Belizário: “Almodôvar pediu a uma actriz para chorar pelo olho direito”

39

António Castro Caeiro: “Os clássicos estão cheios de futuro”

40

Albino Oliveira-Maia: “Na Pandemia todos tivemos Perturbação Obsessivo-compulsiva”

41

Ellen W. Sapega: “Muitos não sabem que o Padrão foi para a sucata em 1943”

42

Ana Mestre: “A cortiça é talvez o maior recurso natural europeu”

43

Hugo van der Ding: “A nossa família real é toda ela uma saga familiar”

44

Filipa Almeida Mendes: “Há muitas mulheres a seguir em várias áreas da Ciência”

45

Beatriz Narciso: “Com Macron houve cortes de 40% na cultura em França”

46

David Erlich: “Pensar mal pode ser mais perigoso que pensar pouco”

47

Rúben Tiago Pereira: “O jornalista é um timoneiro das percepções”

48

Rui Couceiro: “Na literatura encontramo-nos a nós próprios e o outro”

49

Pedro Queirós: “A minha mulher e o meu filho estavam sob ataque no Irão”

50

Gui Aly: “Para mim é muito mais fácil cantar do que falar”

51

José Filipe Costa: “É incrível que tantos desconheçam esta farsa da História”

52

Carlos Elavai: “Será que a IA vai resolver os problemas principais?”

53

Michèle Fajtmann: “No design e artesanato, descobrir talentos e fazer pontes”

54

António Câmara Manuel: “Nestes 23 anos já apoiámos mais de 500 projetos”

55

Rita GT: “Quantas vidas temos dentro de uma só vida?”

56

Sofia Escobar: “Nunca ficou muito claro quem foi de verdade a Eva Péron”

57

Francisco Sousa Santos: “Muito cuidado com as consultas e a ‘Medicina’ anti-aging!”

58

Rui Zink: “A estupidez natural é talvez a única defesa contra a IA”

59

Ana Pinto Coelho: ”Porque ainda se separa ‘saúde’ de ‘saúde mental’?”

60

Hugo Miguel Crespo: “O Rei comia só; raramente com a Rainha, e nunca em público”

61

Adivinha Quem Vem Jantar. Conhecer a barriga do mundo

62

“A marioneta ainda é o grande universo do espanto”

63

Cláudia Alves: “Nunca fui cinéfila, descobri tarde o cinema e dediquei-me”

64

Mia Couto, José Eduardo Agualusa, Tatiana Salem Levy no LeV

65

André Simões: “O latim não é língua morta, falar português é falar latim”

66

“Maria Antonieta não seguia a moda: ela ERA a moda!”

67

Afonso Cruz: “Não leiam as minhas obras! Leiam os clássicos!”

68

Ricardo Alexandre: “Não sabemos que Irão é que vai sair desta guerra”

69

Luísa Ferreira Nunes: “Temos tanto a aprender com os animais e plantas!”

70

Laura Branco: “Sou filha do único afinador de queijos no país”

71

Nelson Marques: “A memória é um ingrediente - o mais difícil de cozinhar”

72

Ana Sofia Reboleira: “Nós temos um oceano debaixo dos nossos pés”

73

Sérgio Luís de Carvalho: “Fado, Fátima, Futebol: Salazar não gostava de nenhum”

74

Renato Rocha: “Para muitos o 11 setembro foi uma demolição controlada”

75

Estreia. "Os ficheiros do caso Carlos Castro". Episódio 1: Onde está o assassino do quarto 3416?

76

José Mateus: “Um bom projeto pode transformar uma vida para algo melhor”

77

Andresa Olímpio: “Ler em voz alta liga quem escreve, quem lê e quem ouve”

78

Ana Luísa Soares: “Sem jardineiros não há jardins. Há que valorizá-los!”

79

Estelle Valente: “Demorei uns anos a encontrar o meu preto e branco”

80

Mónica Cró Braz: “O problema da pediatria não são as crianças, são os pais”

81

Francisco Miranda Rodrigues: “Estamos no topo dos níveis de depressão na Europa”

82

Annarita Gori: “Os americanos usaram Fátima para propaganda anticomunista”

83

Adolfo Mesquita Nunes: “São os algoritmos que decidem o que vemos todos os dias”

84

Frederico Corado: “Humoristas das manhãs da rádio deviam escrever revista”

85

António Alves: “Relojoeiro é uma profissão com 100 % de empregabilidade”

86

André Braga: “Estou na Feira do Livro… para o ano volto como autor!”

87

Rui Oliveira: “Estudamos com peixes-zebra as relações sociais”

88

Fernando Galrito: “A animação é a nossa arte mais premiada no mundo inteiro”

89

João Céu e Silva: “Quando lhe liguei, há 2 anos, percebi que era a última vez”

90

Vasco Freitas: A mensagem só dizia: “Vais pentear a Cate Blanchett”

91

João Paulo Oliveira e Costa: “Somos um Estado-lingua com 7 séculos, caso único no mundo”

92

Sónia Serrano: “Portugal era visto (por elas) como um país exótico”

93

Fortunato da Câmara: “O picante não é um sabor, é reação à dor, é uma queimadura”

94

Rui Galopim de Carvalho: “Há esperança que as peças roubadas ainda estejam intactas”

95

Ana Pérez-Quiroga: “Um filme íntimo virou uma ferramenta pública”

96

Margarida Farrajota: “A morte dos oceanos é irreversível, sou pessimista nisso”

97

António Simão: “A maravilha do Teatro é não ser gravado nem manipulável”

98

Jorge Araújo: “Queria acreditar que ainda vamos a tempo, mas não acredito”

99

Dulce de Souza Gonçalves: “A evolução de um país mede-se pela qualidade da educação”

100

André Carvalho Ramos: “Nunca como hoje foi tão difícil ser jornalista”

101

Francisca Leite & Nuno André da Silva: “A IA é uma oportunidade única, mas não resolve tudo”

102

Teresa Canto Noronha: “As artes plásticas continuam a ser de nicho”

103

Ana Zão: “7 em cada 10 músicos desenvolvem quadros de dor”

104

Julieta Aurora Santos: “A minha avó foi serrada ao meio várias vezes”

105

Sandra Barata Belo, Ricardo Pereira: “Na sociedade ocidental estamos orfãos de Deus”

106

Bruno Vilarinho: “O facto de sermos líderes dispensáveis é o melhor elogio”

107

Welket Bungué: “O cinema português ainda precisa de ser colorido”

108

Sara Antónia Matos: “A obra dos grandes pintores toca assuntos sempre actuais”

109

Salvador da Cunha: “É muito importante reter talento e mantê-lo satisfeito”

110

Miguel d’Alte: “Ainda há relutância da crítica face ao policial português”

111

Susete Estrela: “Não há alimentos saudáveis sem primeiro serem seguros”

112

Paulo Condessa: “Há pessoas que são poetas e não pegam em livros”

113

Gonçalo Farlens: “Tenho a patologia de gostar de ver coisas antigas”

114

Joana Moreira: “Muitas vezes há voluntários em sítios que não precisam”

115

José Correia Guedes: “Tenho sérias dúvidas que o novo aeroporto vá para frente”

116

Beatriz Imperatori: “A violência sobre a criança é uma questão de saúde pública”

117

Luís Moreira Gonçalves: “A burocracia pode ser poderosa forma de corrupção estatal”

118

Nuno Castel-Branco: “Não existe incompatibilidade entre ciência e religião”

119

Os mais ouvidos de 2025. Catarina Portas: “Cada hotel que abre na Baixa mata 5 ou 6 lojas”

120

Os mais ouvidos de 2025. Madalena d’Orey: "Aprendi a viver com o medo de o cancro voltar"

121

Os mais ouvidos de 2025. “Sofro de ansiedade. Tenho muito medo da morte”

122

Tiago Ferreira: “O fim do mundo vai vir com uma super-bactéria”

123

Roberta Medina: “Apesar do nome, não é Rock, nem no Rio, nem um festival”

124

Ricardo Neves-Neves e Sílvia Filipe: “A Adília é tão surpreendente que acham que é do Ricardo”

125

Paulo M. Morais: Egas Moniz: “A inversão sexual é doença e deve ser tratada”

126

Catarina Valença Gonçalves: “Nunca houve uma estratégia nacional de Património Cultural”

127

Sónia Serrano: “Viajar para mim é uma espécie de terapia”

128

José Rodrigues dos Santos: “Com uma só dose, 50% dos alcoólicos deixaram de beber”

129

Edgar Morais: “Em artes não há o certo e o errado”

130

Isabel Machado: “Os reis ingleses achavam-no o Rei mais brilhante da Europa”

131

David Cabral (UrbexMajor): “O Estado é o pior proprietário que existe”

132

Sérgio Luís de Carvalho: “Pombal, Bocage e a marquesa de Alorna eram maçons?”

133

José Luís Peixoto: “A palavra ‘cancro’ é por vezes mais difícil que ‘morte’”

134

Ricardo Raimundo: “Não se pode olhar para o Passado com os valores de hoje”

135

Pedro Correia Silva: “O que faz um vidro nazi num convento medieval muçulmano?”

136

Teresa Andresen: “É raro o jardim histórico que se sustenta a si próprio”

137

Nuno Faria: “Sou diretor de um museu mais novo que eu!”

138

Miguel Gomes Martins: “A conquista de Lisboa foi o único sucesso da 2ª Cruzada”

139

Mª Clementina e Miguel Lambertini: “1 em cada 100 pessoas assume que tem dependência digital”

140

Daniel Sampaio: “Este é o meu melhor livro!”

141

Ana Isabel Sousa e David Correia: “Fazer teatro para crianças e jovens é uma escola para nós”

142

Jorge Silva: “Os cartoonistas têm - de facto - uma profissão de risco”

143

Paulo Ferreira: “A empatia com o outro vem pelos livros”

144

José e Miguel Raposo: “As artes de palco serão as últimas a ser engolidas pela IA”

145

Liliana Valpaços: “Há muitos miúdos que nem se atrevem a sonhar”

146

Jaime de la Rica: “Gostamos do café curto e muito intenso, como os italianos”

147

Catarina Rôlo Salgueiro e Isabel Costa: “Quem não diz o que sente é como se não existisse”

148

Emília Vieira: “Em 2050 1 em cada 3 mulheres devem ter cancro da mama”

149

Maria Vegas: “Eu quero acabar com a palavra “jamón””

150

Luís M. Oliveira e Ana R. Moreira: “Só com o 2º filho ouvimos chamar-nos ‘mãe’ e ‘pai’”

151

Isabel Alvarenga: “Aterrei na Cultura aos 50 anos, voltei a mudar de vida”

152

David Moreira: “Tratamos melhor Cabo Verde agora que quando era português”

153

Paulo Roberto: “Vivemos uma travessia do deserto em termos criativos”

154

Samuel Úria: “Na música nunca senti que fui uma fraude”

155

Francisco Cordeiro de Araújo: “Temos um déficit de liderança na Europa”

156

Cláudio Torres Gonzaga: “Fazer humor é muito difícil, pois o julgamento é imediato”

157

Cristina Carvalhal: “Talvez a espécie humana seja irremediavelmente danada”

158

António Sala: “A voz é a impressão digital sonora de cada um”

159

Martim Cunha Rego: “A consciência pode não estar sediada no cérebro”

160

Máximo Ferreira: “Quanto mais sei mais reconheço que me falta saber”

161

Mª João Lopo de Carvalho: “Se conhecesse o meu biografado, ia ter medo dele”

162

Pedro Souto: “Já só me assusto umas 2 vezes por ano”

163

Fernanda Cachão: “No Estado Novo havia multas por mau jornalismo”

164

Raquel Cunha: “Pais, se suspeitam de algo não vão à net, vão ao pediatra”

165

Ana Mendes Godinho: “Ser político exige uma grande dose de coragem e de loucura”

166

Jorge Figueira: “Há tanta cor no preto e branco”

167

Felipa Bergaña Jeremias: “Para muitos, a 2ª mão é a 1ª opção”

168

Vanessa Barragão: “A partir do lixo floresce a criatividade”

169

Ricardo Dinis-Oliveira: “Nada cresceu tanto nos últimos anos como a Ciência Forense”

170

Bruno Paixão: “Deixámos de confiar nas virtudes da democracia”

171

José Avillez: “95% da criação de um novo prato é na cabeça, 5% no fogão”

172

André e. Teodósio: “Nunca gostei muito de teatro, na verdade.”

173

Mariana Morgado Pedroso: “Um bom gestor é um bom surfista (e vice-versa)”

174

João Lopes: “É o que se chama dar a vida até ao tutano”

175

Ivone Patrão: “Sou adepta dos Centros de Saúde terem psicólogo de família”

176

Rute Agulhas: “Há crianças que vão crescer a vida toda no risco”

177

Rui Porto Nunes: “Contrataram-me sexta para entrar segunda na peça”

178

José Manuel dos Santos: “O espaço público está contaminado pelo ódio”

179

Vanessa Fidalgo: “O nome não pode levantar dúvidas quanto ao género”

180

Lourenço Seruya: “Há preconceito contra policiais escritos por portugueses”

181

Fernando Ferreira: “Já lá vai o tempo do ‘O Dr. é que sabe!’”

182

Cláudia Thomé Witte: “A vida da Imperatriz lutadora a quem tudo correu mal”

183

Diogo Sousa-Martins: “Já se injeta canabis no olho para curar doenças graves”

184

Ricardo Vaz Trindade: “Antes do meu filho nascer eu não chorava”

185

Joana Gomes Cardoso: “Esquecemos que Portugal é 3% terra e 97% mar”

186

Mafalda Santos: “Personagens com defeito, com ferida, é isso que me atrai”

187

“Não é possível confiar na pessoa que nos mente”

188

Maria Helena Ventura: “D. Pedro I é que não quis casar com Dª Inês”

189

Mariana Santos: Psicólogos on line e a custo justo

190

Nuno Tiago Pinto: "Rui Pinto: herói ou vilão?

191

Diogo Infante: "Há o preconceito que arte é para elites"

192

Margarida Magalhães Ramalho: o mais antigo e mais curioso monumento de Cascais

193

José Massuça: “Enquanto corro horas ‘arrumo armários’ na cabeça”

194

Célia Correia Loureiro: “Mãe alcoólica, pai drogado: tive de lutar muito”

195

Pedro Catalão Moura: “Previam-se 1.500 mortos na ‘matança da Páscoa’”

196

Rui Terroso: “Sou disléxico, só aos 18 consegui ler um livro”

197

Pedro Strecht: “Burnout parental? ‘Fazer férias’ dos filhos”

198

Marta Azevedo: “Vendem-se ‘Portuguese Sardines’ na Times Square”

199

Ivo Meco: “Girassol não é flor, eucaliptal não é floresta”

200

Augusto Moutinho Borges: “O milagre das rosas terá acontecido em 3 locais”

201

Catarina Portas: “Cada hotel que abre na Baixa mata 5 ou 6 lojas”

202

“Assim que acabo de pintar, já não é meu”

203

Luís Portela: “Está demonstrada científicamente a telepatia”

204

Hugo Cruz: “A democracia precisa da cultura e vice-versa”

205

“Que D. Pedro V fosse homossexual não há indícios”

206

Havia conservas portuguesas no bunker de Hitler

207

Filipa Leal: "A leitura é a melhor solução para a depressão"

208

Ricardo Costa: “Os políticos são o reflexo da nossa sociedade"

209

Endometriose. "A tecnologia tem sido uma salvação"

210

Vítor Carmona: “O Reduto existe e é realmente um lugar histórico"

211

"Os jornalistas também são vítimas na guerra"

212

Nuno Duarte: “Sou um publicitário, precisei de 15 anos para me arriscar na escrita"

213

Paula Cunha: “A IA é extraordinária, mas tem de ser controlada"

214

Maria João Avillez: “Portugal precisa do interesse nacional acima do partidário"

215

Paulo Amaro: “Há uma campanha a dificultar o consumo de vinho"

216

Germano Almeida: “EUA de Trump estão a fragilizar-se sem perceber"

217

"Não há uma única grama de cocaína aprendida em Rabo de Peixe"

218

Nuno Barra: “Vista Alegre vai tornar-se marca de lifestyle"

219

Mulheres eram as mais cultas da corte portuguesa no século XVI?

220

“Papa Leão XIV poderá ser o novo Papa Francisco”

221

Madalena d’Orey: "Aprendi a viver com o medo de o cancro voltar"

222

“Quem entra Papa no Conclave, sai cardeal”

223

Miguel Damião:"Açores é calma e natureza em estado bruto"

224

Teatro musical: "Vivemos às custas das salas que nos são dadas"

225

Marionetas: arte maior em formas pequenas

226

"O 25 de Abril ensinou-nos a dizer ‘não’”

227

Alexandre Castro Caldas: "O afeto é a capacidade humana que a IA ainda não tem"

228

António Fonseca: “Em cima do palco não tenho filtros”

229

"A fotografia começa na ideia, não no clique"

230

"A solidão é o grande obstáculo do envelhecimento"

231

Anabela: "Comecei a cantar antes de falar"

232

Diogo Infante: “Há uma ideia preconceituosa de que arte é para elite"

233

"Na Guerra Colonial as mulheres foram esquecidas"

234

"Quisemos abolir fronteiras entre palco e plateia"

235

"Atores trabalham por dependência psicológica"

236

Rui Mergulhão Mendes: "Não há gestos evidentes associados à mentira"

237

Etienne Huret: "A inteligência artificial vai educar crianças melhor do que os humanos"

238

Laura Correia: "Imigrantes estão a ser usados como bodes expiatórios"

239

Tiago Gil Oliveira: "Casos de Alzheimer podem estabilizar ou até diminuir"

240

Filipa Pereira: “Segui farmácia humanitária e o que eu faço não é para todos"

241

Nazaré Carvalho: "As línguas são o espelho de uma cultura"

242

João Lemos: "Não há fascínio em ser chefe de segurança do primeiro-ministro"

243

"A cachaça é um símbolo da cultura brasileira"

244

Rui Miguel Pinto: "Faltam obras modernas no Plano Nacional de Leitura"

245

Carlos Monjardino: "Bill Clinton agradeceu-me pela eleição nos EUA"

246

Isabel Lucas: “Estar com um livro, é estar acompanhado”

247

Tanka Sapkota: “Sou verdadeiramente grato por estar em Portugal"

248

Sofia Bobone: “Foi sorte estarmos aqui, sãos e salvos”

249

João Fazenda: "Qualquer imagem tem histórias para contar"

250

Joana Rebelo: "Crianças devem ter a alegria de aprender por si"

251

Ricardo Zorrón: “Ninguém tem culpa de ter obesidade. É uma doença como o cancro”

252

Tamara Alves: “O acidente é muito importante no meu trabalho”

253

“Tenho uma paixão pelo sofrimento humano”

254

"Com a arte temos o poder de ganhar mundo"

255

“Nunca imaginei descobrir um cadáver de 1890”

256

“O leitão é quase um resumo da minha vida”

257

Leonel Moura: “Não tenho coração quando faço arte”

258

Pedro Cardoso: “Costumo dizer que sou um doente profissional”

259

"O teatro é elitista? É o contrário absoluto"

260

Rui Paixão: "Sou um palhaço selvagem, da pior espécie”

261

“Sofro de ansiedade. Tenho muito medo da morte”

262

"Paula Rego levou-me à escola e meteu uma cunha"

263

“Sou optimista, mas o mundo está muito complicado”

264

Vamos criar refúgios para as aves em Portugal

265

O outro português que dá cartas na Arábia Saudita

266

Os nossos 4 maiores poetas do séc. XX foram Pessoa

267

“Ter o dom de congelar momentos para a eternidade”

268

“Um livro traz companhia e empatia à nossa vida”

269

3 milhões de portugueses sofrem de alergias várias

270

“Estou muito pessimista com este Trump 2.0”

271

“Medo: o maior inimigo da criatividade e do amor”

272

“Como explicar à Frelimo que o seu tempo acabou?”

273

Um Rei beatão, dissipador, freirático e workaholic

274

Assista a um verdadeiro auto-de-fé na era digital

275

Os nossos reis: do mais tolo ao sobredotado

276

“Melhores museus, melhores pessoas, melhor mundo”

277

“Confidente de damas”, irrigadores e tira-leites

278

Consumo-fantasma, greenwashing e wasteapp

279

O português que gere orçamento de 15.000 milhões €

280

“Temo que o Q.I. esteja a decair pelo abuso da IA”

281

“Fui o melhor (e único!) editor no Tahiti!”

282

Tive um traumatismo craniano, ou um AVC… e agora?

283

“Não viajei à Lua, mas ao coração da humanidade”

284

“Em pequeno achavam-me uma espécie de atrasado”

285

Um pequeno manual sobre como não ser um imbecil

286

Como se ensina na escola a combater a corrupção

287

"Em 8 anos juntámos muito mais que 200 histórias"

288

A história do músico que não sabia de música

289

Já estamos de facto em plena 3ª Guerra Mundial

290

“A insónia é uma doença de 24 h, não só da noite”

291

Não há só um teatro, há muitos!

292

“Se o galerista está bem, o artista está bem”

293

D.I.E.: uma experiência única de terror imersivo

294

Angola tinha tudo para ser o melhor país de África

295

"Quanto mais debates, mais gosto de ti"

296

Vegetais podem ser os reis da mesa, até na doçaria

297

“A dança pode e deve ser um motor de mudança”

298

"Mente aquele que diz que não mente"

299

“Donald Trump é mais genuíno na sua estupidez”

300

“O Trump esteve por trás da invasão do Capitólio”

301

O que enfrenta um cuidador e que respostas tem?

302

É a única feira exclusivamente dedicada ao desenho

303

Cerâmica: há milénios a moldar o nosso património

304

“É pela cultura que devemos integrar migrantes”

305

“O preto e branco revela a cor das pessoas”

306

E se as grandes figuras do nosso país tivessem seguido caminhos diferentes?

307

O humor como arma para nos fazer rir e pensar

308

“Na terapia, a relação é o factor mais importante”

309

2 incêndios e uma simulação: a fake news de 1936

310

O trabalho infantil afecta 1 em cada 10 crianças

311

BIAL: 100 anos, sem medos

312

"Confiem: só jornalistas trazem a boa informação"

313

“Confiem: só jornalistas trazem a boa informação”

314

Como evitar que emigrem os jovens arquitetos?

315

“Como evitar que emigrem os jovens arquitectos?”

316

Vivi num kibbutz alemão e detestei

317

É um desassossego, toda a história do Aqueduto

318

“Aproximar cientistas do público e das empresas”

319

“Somos a 3ª língua mais usada nas redes sociais”

320

Uma nova exposição para nos fazer parar e pensar

321

Em casa nunca falamos de trabalho

322

Reabilitamos casas, reconstruímos vidas

323

Como Lisboa se está a tornar num palco do futuro

324

Não se nascia viking: “ia-se em viking”, em missão

325

O gozo do actor é estar de férias de si próprio

326

Gosto que me chamem um activista do Património

327

Cada vez há mais pessoas em situação de sem-abrigo

328

Conhece os filmes de terror que a Censura proibiu?

329

“IA: a 1ª invenção do homem que lhe retira poder”

330

“Ia dar um recital e faltava uma tecla no piano”

331

“Vivemos a idade de ouro do fine dining nacional”

332

Ninguém foi queimado em auto-de-fé por feitiçaria

333

“Enquanto houver leitores, haverá livros em papel”

334

Só se conhece 1/3 do que jaz no subsolo do Egipto

335

“Portugal é um paraíso para os muçulmanos”

336

“Lembro-me de todos os meus sonhos, são incríveis”

337

Os pais batizaram-na, “não fosse Deus existir…”

338

“Logo após o atentado o Papa abraça-me e benze-me”

339

Só acha que o mundo não muda quem não o quer mudar

340

Nelson Rodrigues: “Toda a unanimidade é burra”

341

“Sempre obriguei os meus 3 filhos a provar tudo”

342

“Com 12 anos sem falar, percebi o valor do olhar”

343

“O Marquês de Pombal era um narcísico maligno”

344

“Talvez ainda possamos mudar nosso rumo na Terra”

345

“O património é para estimar, não basta proteger”

346

Lisbon Under Stars eleito Melhor Evento Cultural

347

“Acho como Dostoievsky que a beleza salva o mundo"

348

“Aos 14 o avô escreveu o 11º Canto d’Os Lusíadas”

349

“Tive de salvar mãe e irmãos do meu pai violento”

350

“O olfacto treina-se, educa-se e desenvolve-se”

351

Cravos vermelhos: uma ideia do Estado Novo

352

São os maiores e mais famosos diamantes do mundo!

353

Como saber se é mesmo burnout e o que fazer?

354

“A arte não ajuda os ativistas, ela é ativismo”

355

“É muito difícil fazer cá bom entretenimento”

356

Cabrela homenageia Camões, Amália e Cesária Évora

357

Juntar o útil e o belo valoriza herança milenar

358

“Bom romance é o que toca onde as mãos não tocam”

359

Com 5 milhões de peças, é a nossa maior minicidade

360

Aos 4 anos fotografou para a Moda-Lisboa

361

Se recuássemos 500 anos iríamos perceber Camões?

362

“Não há arte boa e arte má; é apenas diferente”

363

“Sou muito curioso, isso mantém-me bem disposto”

364

“Só então vi as minhas pernas separadas do tronco”

365

“Mostrar inovação e cruzamento de linguagens”

366

“Quanto mais se sabe de nutrição, pior se come”

367

Sabe o que são crimes públicos e semi-públicos?

368

“Não é a infidelidade que leva à separação”

369

“Se o Rei casou por amor é porque perdeu o juízo”

370

“Inaugurei um movimento (NEO-TECH) sem o saber!”

371

“Sou descendente de sobreviventes do Holocausto”

372

“A surfar na Austrália cruzei-me com tubarões”

373

Até Júlio Pomar admitiu copiar o “Salazar” dele

374

“Enlouquecia se não estivesse sempre a reinventar”

375

“Muitos praticam belas-artes, poucos são artistas”

376

“Já há muitas maneiras de manipular os cérebros”

377

“Tive 20 segundos para sair do Porsche em chamas”

378

“Cada 2 passos tinha de olhar para trás com medo”

379

“Arquiteto é como um realizador, sozinho nada faz”

380

“Um bom filme transforma-te e não te manipula”

381

“Não existem Doenças Mentais”

382

“Brincamos com marionetas para nos fazer pensar”

383

“Triste com o fiasco, destruiu dezenas de obras”

384

“Descobri já adulto que sofrera algum autismo”

385

Ele trocou a Física Tecnológica pelo Canto Lírico

386

Uma viagem guiada a todo o país... pelas plantas!

387

“A cultura parece ainda no falhanço do 16 março”

388

“Aos 18 anos abri a primeira delicatessen do Rio”

389

Quando o movimento “transborda” noutras artes

390

“Apontava-se a arma à cabeça do Joaquim Furtado”

391

A História recente contada pelos “de baixo”

392

“Votaram um milhão de seduzidos por populismos”

393

“Permitir a desilusão da criança com os pais”

394

1965: Paula Rego estreava-se a solo em Lisboa

395

Lagarce: encenador famoso, mas autor desconhecido

396

“Se não restauramos certas peças tornam-se lenha”

397

No teatro, como na vida, não se pode parar o tempo

398

116 anos depois, revelados os 3 mandantes do crime

399

3 heróis portugueses numa aventura há 100 anos

400

“Há lugar para o humor, mesmo nas tragédias”

401

“Máquinas devem descontar para a Segurança Social”

402

“Ninguém pode ter a certeza que Deus existe”

403

“Muitos reis e rainhas hoje seriam cancelados”

404

“Quem nunca viu ou sofreu actos de decriminação?”

405

“A literatura acontece na nossa imaginação ao ler”

406

“As novas Rainhas com passados pouco monárquicos”

407

“Coffee table magazine” com Portugal no seu melhor

408

“Espetáculos são seres vivos, mudam todos os dias”

409

“O juiz é uma pessoa vulgar numa função invulgar”

410

“Portugal tem 74% de inactividade física”

411

Cancro da mama: vêm aí as cirurgias do futuro

412

“Quanto mais beleza vemos mais sensíveis ficamos”

413

Especialista em IA, mas viciado em livros

414

A importância de respeitar o nosso relógio interno

415

“Uma terra onde sempre chove e o tempo parou”

416

Cacau no Brasil: o “Renascer” do “fruto de ouro”

417

Hitler invade Vaticano, Papa exila-se em Portugal

418

“Em 20 anos acabámos com 90% dos grandes peixes”

419

“Está de volta o único apagão que vale a pena!”

420

“Rei Juan Carlos quis elevar Mário Soares a duque”

421

“Já programei o meu funeral!”

422

Todas as cartas de amor são ridículas! Quem nunca?

423

No túmulo de Joana d’Arc estava sepultado um gato

424

“Ninguém como ele leu a cidade”

425

“Vi Issam Sartawi assassinado no lobby do hotel”

426

“A minha vida confunde-se com os livros que li”

427

“Não cumprimos as regras penitenciárias europeias”

428

“Já estamos indiferentes à mentira e à corrupção”

429

“O poder da música: entra direto e muda o coração”

430

É o regresso da masculinidade com “H” maiúsculo

431

“A ciência diz: é impossível mudar de sexo”

432

“Cozinheiro sim, a mais velha profissão do mundo!”

433

“Prefiro desgraçar-me amando-te do que não amar”

434

“Arte: boa ferramenta para desmontar preconceitos”

435

“Entrei para Medicina, e saí com um marido”

436

“O Climáximo só revela ignorância perante tudo”

437

Jesuíta escreveu há 300 anos “Suplício dos Doces”

438

Só em 2154 atingiremos a plena igualdade de género

439

“O teatro roubou-me o sonho de ser escritor”

440

“O privado faz uma concorrência desleal ao SNS”

441

“Sem jornalismo livre damos cabo das democracias”

442

“Na cozinha trabalha-se com as mãos e o coração”

443

“Quando personagem e actor se fundem há magia”

444

Israel, Putin, PREC: como reescrever a História

445

França, Inglaterra: modelos de integração falhados

446

“Encontro muita poesia também na prosa”

447

Abraão, Moisés, José: personagens de ficção?

448

“Aventuras há muitas; heróis é que vão faltando…”

449

Novos perigos nos aeroportos: drones e lasers

450

Chamaram a Jesus “comilão” e “beberrão”

451

“Teatro é vermo-nos e entendermo-nos pelos outros”

452

“O Estado Novo foi um regime com grande corrupção”

453

Ainda há tortura e maus tratos em todos os países

454

Já se transplantam corações artificiais e de porco

455

Uma “artivista” contra a ditadura dos likes

456

“Mais mundo houvesse, lá chegaríamos!”

457

“Uma viagem ao português que se fala na invicta”

458

“Cunhas, nepotismo e favores na saúde enojam-me”

459

“O Chega está a ocupar o espaço que foi do PCP”

460

A incrível relevância dos equívocos na História

461

Será que vivo um terrorismo emocional e não sei?

462

Algumas ideias para o Governo fazer com impostos

463

O street artist que tinha negativas a desenho

464

Madonna, Patti Smith, Bethânia: paixão por Pessoa

465

“Procuro ser cada vez mais livre, por isso pinto”

466

O tesouro que Israel deixou sair para Lisboa

467

Zita Seabra: “Sem 25 novembro éramos uma Albânia”

468

Conjurados ameaçaram coroar D. João rei à força

469

“O conflito no Médio Oriente nunca terá solução”

470

“Portugal tem 730 mil casas vazias e abandonadas”

471

“Regra comum: na vida não há atalhos para o topo”

472

“O Direito da Guerra não permite reciprocidade”

473

“A única revolução no feminino da nossa História”

474

“Não festejamos Espinosa, o nosso maior filósofo”

475

“Com uma grande pessoa prometo uma grande viagem”

476

“Se prefiro ler ou escrever? Prefiro música!”

477

“Se cairmos num buraco negro, esparguetificamos!”

478

Festival Utopia leva escritores também às empresas

479

“A que se deve o nosso fascínio pelo Japão?”

480

“Com um passo de cada vez ganha-se um país novo”

481

“Nunca houve política de património a longo prazo”

482

Quando uma “criatura” ganha corpo e nos interpela

483

“O Desenho vive nesta época um pico de interesse”

484

Lisboa, uma capital da Street Art a nível mundial

485

Do mundo da farmácia aos mundos da arte e design

486

“A ansiedade é o sintoma, não o problema”

487

Guerra: a melhor escola do cirurgião (Hipócrates)

488

“Se fosse menina o meu pai ia chamar-me Cleópatra”

489

Carreira das Índias: a mais longa e árdua viagem

490

Vitor Cotovio: “A solidão mata

491

“Falta uma visão cultural para os privados”

492

Alterações climáticas estão a enlouquecer jovens

493

E se um estranho lhe entra em casa enquanto dorme?

494

“Desacelerar e tornar visíveis pessoas e lugares”

495

As peripécias do nosso último condenado à morte

496

“Na Saúde falta-nos unir a organização ao serviço”

497

“Às vezes passam anos até perceber o que pintei”

498

“Vinho não tem de ser comunicado com austeridade”

499

“Somos as palavras que usamos” (José Saramago)

500

Escritora desobediente apresenta revolucionárias

501

A americana que os portugueses odiavam há 1 século

502

"O terror tira-nos camadas até nos revelar"

503

“Não gosto de escultura, mas é o que sei fazer”

504

É um dos “portugueses mais inventivos” (EXPRESSO)

505

Mudar com passos PPP: Poucos, Pequenos, Possíveis

506

“Não temos de ser todos lindos, poupados e magros”

507

“O silêncio não existe”, já dizia John Cage

508

“Muito orgulhosa de ser uma brasileira açoriana”

509

“Na vida temos de viver com emoções”

510

“A santidade - eu diria felicidade - estava à mão”

511

“Mesmo Papa, ele queria ser um pároco de aldeia”

512

Jovens não são o futuro da igreja, mas o presente

513

JMJ de Lisboa junta pela 1ª vez todas as gerações

514

“Desde que fui mãe só pinto mulheres”

515

“Já não sabemos o que se passa no campo”

516

Que mistérios (ainda) escondem os famosos Painéis?

517

Deixe-se surpreender com os incríveis morcegos

518

“Jantares tardios aumentam o risco de demência”

519

“A comédia para resultar tem de ser feita a sério”

520

“Se um dia o Salazar vier para o Panteão, eu saio”

521

Os mitos da cosmética: rugas, cremes, produtos

522

“Os partidos não trataram bem da democracia”

523

“Diversidade religiosa cá só no pós-25 de Abril”

524

“Há vantagens em deixar lavrar um fogo de inverno”

525

“Só por milagre ainda nenhum avião caiu em Lisboa”

526

“Pantagruel” significa tudo alterado, como na peça

527

“Pomar acompanhava tudo e até brincava connosco”

528

“Ensino Superior de Circo só existe lá fora"

529

“A Grande Guerra foi péssimo para a nossa imagem”

530

“Nunca desligo o telemóvel, nem de noite e férias”

531

Coreomania: a mais estranha epidemia que já se viu

532

“O” manual para bater a concorrência no Turismo

533

Um novo museu no Norte só com grandes exposições

534

“O Desenho é uma linguagem, e precede a Escrita”

535

“A Fotografia é como se fosse a minha respiração”

536

A Guerra dos Pirinéus que não nos correu bem

537

“Nada é mais poderoso que contar uma boa história”

538

“Dá-me paz estar em férias e ir para um conflito”

539

“Começar dNovo uma vida nova”

540

“Ainda associamos animação ao infantil e cómico”

541

“Comprem por ser bom e bonito, não por terem pena”

542

“Só um profissional de saúde pode falar em trauma”

543

Combater a “conspiração do silêncio” das famílias

544

“Só com improvisações consigo criar novas peças”

545

“O envelhecimento é uma bomba-relógio em Portugal”

546

3 dias, muitas artes, um antigo quartel lisboeta

547

“Escrevo para ter amigos, para que gostem de mim”

548

“Sou um vampiro de personagens perdidos no tempo”

549

“De como Mega Ferreira branqueou o seu passado”

550

“Ler dá vocabulário e leva a pensar mais e melhor”

551

“É o material natural mais sofisticado do planeta”

552

Em 50 anos, houve 6 visitas de 4 Papas a Portugal

553

“Livro só ganha vida e sentido no corpo do leitor”

554

“O bailarino é-o 24 h/dia e para a toda vida”

555

A nossa vaticanista viajou 106 vezes com 3 Papas

556

“Um cenógrafo deve sempre ir além da realidade”

557

De 2 em 2 anos, o Porto vira Capital da Fotografia

558

Em vez de subsídio às artes falar de investimento

559

“Vagar”: tema de Évora Capital da Cultura 2027

560

Herói ou vilão? Vigilante ou criminoso?

561

As maiores e mais estranhas palavras cá e no Mundo

562

Poster: o mais antigo dos suportes publicitários

563

“Portugal: um paraíso para quem gosta de História”

564

“Mais de 30 anos a trabalhar para o boneco”

565

“A cidade é afinal um corpo em constante mutação”

566

Quando há tanto teatro no sangue e nos genes

567

O que conhece da 35ª avenida mais cara do mundo?

568

“O teatro existe para pôr as pessoas a pensar!”

569

Filipe: "O reino que herdei, conquistei e comprei"

570

Quando os EUA nos ofereceram uma central nuclear

571

“O P.e Cruz era um pastor com cheiro a ovelhas”

572

“Sou desportista porque quero chegar novo a velho”

573

“O Santo é que escolheu Lisboa, não o contrário”

574

Carlos: “Camilla é invisível: isso chama-se amor”

575

“Um actor junta 50% personagem e 50% ser humano”

576

“A nossa riqueza (humanidade) está no nosso rosto”

577

“Todos temos uma voz narrativa que pode crescer”

578

A Cruzada das Crianças de 1212: lenda ou mito?

579

“É uma luta contra o tempo que sei que vou perder”

580

Uma conversa rara que alia humor e impostos

581

Ismaelis, celibato, jornada, a mulher: os desafios

582

O que leva um médico a mudar para restauração?

583

O romance brilhante com um protagonista detestável

584

A arte como ferramenta de desenvolvimento humano

585

“O segredo da continuação do cinema: as crianças”

586

“O perigo para Putin é a Democracia, não a NATO”

587

“O amor é uma vantagem competitiva nos negócios”

588

Museu da BD fará de Beja centro europeu da 9ª arte

589

“O único sitio onde o actor não mente é em palco”

590

“Aprendi ao mesmo tempo a falar e a cantar fado”

591

“Não queiras parecer nada. Tenta ser tu próprio.”

592

“A diversidade deve ser um ativo para as empresas”

593

“Somos mais reconhecidos lá fora do que cá dentro”

594

"Um quadro não se explica: ou se sente ou não"

595

“Clássico ou contemporâneo? Prefiro boa dança!”

596

“A andar vou até ao fim do mundo, dizia o meu avô”

597

«A arte não tem de agra­dar a toda a gente»

598

Houve a Guerra da Aclamação e a Guerra Fantástica

599

“A pergunta é QUANDO e não SE vem um ciberataque”

600

“O futuro é, de facto, desafiante e estimulante”

601

“Destacar também os profissionais que não se veem”

602

“É o futuro da Europa que está em jogo na Ucrânia”

603

Num ano concedemos 58 mil proteções temporárias

604

Visita guiada a verdadeiros tesouros de Portugal

605

“Como é que lá fora sabem tão pouco da Expansão?”

606

“Um dia sem dançar é um dia perdido”

607

“Como continuo a combater se me falas de emoções?”

608

“O Manuel trouxe o encanto da diferença para casa”

609

“A comédia não é um género menor… nem fácil”

610

Psicólogo à distância de um clique e a custo justo

611

Em “Fonte da Raiva”, a rádio é uma protagonista

612

8.000 crianças/ano precisam de cuidados paliativos

613

Deitam-se fora cá 200 mil ton de roupas / ano

614

“Vejo o mundo e por vezes sinto-me um antropólogo”

615

“Sem a arte não conseguiria ser feliz”

616

Deram-lhe 1 a 2 meses de vida.

617

Valorizar a pergunta, a escuta, a partilha, a vida

618

Bem vindos ao maravilhoso mundo das borboletas

619

“Teatro exige 90% de talento e 10% de trabalho”

620

“No cinema podemos vingar a morte”

621

“O espetáculo está vivo e nós não somos máquinas”

622

“Quando não há trabalho, invento-o!"

623

O mais antigo segredo de Cascais permanece fechado

624

Açúcar, azul, pijama, laranja: palavras do persa

625

O que mudou em 500 anos na raia alentejana?

626

Teatro faz rir, chorar e o mais importante: pensar

627

Há faraós superstars entre reis malditos do Egipto

628

O Papa que desertou do exército alemão

629

“Todos os meus livros são autobiográficos”

630

“Marcelo é inacreditável, custa a crer que exista”

631

“Marcelo é uma pessoa demasiado racional, fria”

632

“A melhor dica de viagem: cultivar o assombro”

633

“Ser nação é um estilo de vida, não um Estado”

634

“Sou ponte que traz ao mundo as figuras que pinto”

635

“Peru era sinal de poder, bacalhau de penitência”

636

Que Rei português fez um pacto com o PS?

637

1 em cada 5 crianças é vítima de violência sexual

638

“Fotografar é lutar contra o esquecimento”

639

Como proteger crianças e jovens dos riscos online

640

“Quando o ISPA abriu só admitia padres e freiras”

641

“A Ciência criou lendas, nem todas são antigas”

642

“A educação empurra, mas o exemplo arrasta”

643

“Eventos extremos mais frequentes e mais intensos”

644

“Teatro: a arte que pode conter todas as outras”

645

“A arte deve ser intervenção social e política"

646

Mário Cesariny chamou-lhe amigo e “desbravador”

647

“Devia haver mais apoio do Estado à investigação”

648

"A Rainha que foi uma ‘influencer’ há 150 anos”

649

Nesta peça-julgamento o público decide o veredicto

650

“O chef pode e deve promover produtores nacionais”

651

“Nunca vivemos de costas para a Europa”

652

“Gosto mais de construir situações do que espaços”

653

“Mobilizemo-nos pela esperança, não pelo medo”

654

“O Chega é um partido perigoso para a democracia”

655

Do Rei do Lixo a Jackie Kennedy: casas abandonadas

656

“Se não subo ao palco nervoso, é mau sinal”

657

A Medicina Subaquática pode ajudar na fertilidade?

658

“A poesia não habita nas palavras, mas nas ideias”

659

“Fotografar tornou-se tão banal como respirar”

660

“Será a China mais perigosa do que a Rússia?”

661

Quem mora na Mulher Morta ou no Senhor Roubado?

662

“O telemóvel, mesmo desligado, torna-nos alvos”

663

“Temos a cultura do endeusamento da juventude”

664

Vamos comer, beber e degustar o texto teatral

665

Vamos desmontar os mitos sobre Fernando Pessoa?

666

“A riqueza está na qualidade das experiências”

667

“Teatro para a infância não é uma arte menor”

668

“Médico-proletário”, respeita mas não teme a morte

669

“O digital nunca pode substituir a arte ao vivo”

670

“O desenho é a arte mais básica e acessível”

671

“Só sou escritor porque li grandes livros”

672

“Conversar com o Inimigo”... até o tornar amigo

673

“O teatro é um Parlamento, não há melhor”

674

“Não ligo ao frio, mas a ausência de luz mata-me”

675

“Prefiro crítica pertinente a elogio impertinente”

676

“Estive 22 anos de castigo sem poder fazer filmes”

677

“Basta comer uma banana para absorvemos radiação”

678

“É a ficção que revela a autenticidade da vida”

679

“O céu não é o limite: é o começo”

680

Hidrogénio, combustível do futuro: limpo e seguro

681

Merkel ligou-me logo: “Vocês perderam a cabeça?”

682

“Cinema documental: muitas janelas para o mundo”

683

“A História é plural (e o passado também muda)”

684

“Faço espetáculos agridoces, de comédia e terror”

685

Cavalgar ondas da altura de um prédio de 9 andares

686

“1 em cada 10 dos seus conhecidos é psicopata”

687

Como pode a Arquitectura ajudar o Planeta?

688

“Somos os únicos animais que intervêem no corpo”

689

“A curva livre, sensual é que me atrai” (Niemeyer)

690

“Não sabemos a qualidade do talento em Portugal”

691

“As notícias de hoje são a História de amanhã”

692

Sem manuais, TPCs ou testes: a nova escola está aí

693

“A boa informação paga-se como um produto gourmet”

694

Aos 95 Isabel II recusou o prémio Velhinha do Ano

695

“Não me incomoda que me vejam como ex-maoísta”

696

Mudam notas, moedas, selos e passaportes e o hino

697

“O humor, a minha cola social, liga-me às pessoas”

698

“Daqui a 5 anos ainda haverá salas de cinema?”

699

Pigómelos e licantropos: portugueses bem estranhos

700

“A leitura devia ser um desígnio nacional”

701

“Estudar o Antigo Egipto é um acto moderno”

702

“Desenhar é o nível mais intenso do olhar”

703

“Nunca brilhará nas artes quem não é apaixonado”

704

Ukelele (“pulga saltitante”), filho do cavaquinho

705

“Precisei de fazer 2 anos e meio de psicoterapia”

706

Prepare-se para outro grande terramoto em Lisboa

707

O retrato é um mergulho no coração do fotografado

708

“No máximo em 1 milhão de anos estaremos extintos”

709

A arte da “trágica beleza” dos corais moribundos

710

Mil utilidades de um zeólito ("pedra que ferve")

711

Ovos moles começaram como remédio há 5 séculos

712

Recusou 3 coroas contra a vontade de 2 Reis

713

Saramago pelo teatro amador não é um Contra-Senso

714

Mais tarde ou mais cedo vai comer insectos

715

Árabes, muçulmanos, mouros: sabe a diferença?

716

“A minha vida privada é a dança”

717

“Aos 4 ou 5 anos já reciclava lixo em casa”

718

“Só apercebemos uma fracção do que o cérebro faz”

719

Provar formigas da Amazónia e caviar de beringela

720

“Se tivesses um poster, o que dirias ao mundo?”

721

“A casa que subsiste é a grande obra de Veva”

722

“Mesmo no interior, todos temos impacto no oceano”

723

Como podemos cruzar arte, ciência e saúde?

724

“As cozinhas cá são um clube nacional masculino”

725

"Paula Rego, histórias e segredos": uma homenagem

726

“Foram para Elvas 40 carros de bois com o tesouro”

727

“Afinal também ganhei o Nobel da Paz (1/500 dele)”

728

“Ninguém se torna um príncipe. Nasce-se príncipe!”

729

“A caminho do topo cruzei-me com 4 cadáveres”

730

“O desenho obriga-nos a olhar, a fotografia não”

731

Um balanço desassombrado de 40 anos de carreira

732

“Os sonhos são tão possíveis quanto acreditamos”

733

4 homens, 4 mulheres, 4 minutos para se seduzirem

734

As aventuras de António de Lisboa, santo e doutor

735

“Cresci a ceder o meu quarto a refugiados”

736

A arte pode ultrapassar estigmas Portugal-África

737

Descoberta de CR7 chegou a 100 milhões de pessoas

738

Que plásticos não são para o ecoponto amarelo?

739

Receita para (finalmente!) reinventar a democracia

740

“Foram demolir a minha obra por ter sido premiada”

741

“Julião Sarmento queria imenso esta exposição”

742

Quais os palavrões mais usados em português?

743

Há 4 novas razões para visitar a Casa da Cerca

744

“Importa mais a história de um prato que o prato”

745

“Graças a Van Gogh vejo os céus de outra maneira”

746

Como incutir nas crianças o gosto pela leitura

747

“Não há neste momento uma História oficial”

748

O poder dos Museus é o conhecimento e as histórias

749

Desmontar os maiores mitos da cibersegurança

750

“Barro é material em movimento”

751

Acabou a Exposição do Mundo Português. E agora?

752

“A energia + barata é a que não desperdiçamos”

753

“Comemos aquilo que sabemos e em que acreditamos”

754

“Reforma” não tem de ser sinónimo de “paragem”

755

“Marionetas permitem ver o mundo com outro olhar”

756

Há um Porsche na nossa maior Feira de Antiguidades

757

Quando Lisboa parecia “um paraíso claro e triste”

758

“Ninguém nasce bom pai ou boa mãe”

759

“Somos tão famosos quanto o nosso último trabalho”

760

O caso da terrina que o cliente comprou 2 vezes

761

“A cada história contada, nasce uma nova vida”

762

"Não consigo estar sem inventar e sem criar"

763

90 anos de gravações e nunca se gravou os ciganos

764

Trabalhar Lisboa como uma marca de luxo para todos

765

Aprender a estar “à mesa 100 mitos”

766

A bala do Papa e a Coroa de Fátima: será milagre?

767

Por que e como viaja um cego pela Europa?

768

“Dói muito aos ucranianos ouvir quem apoia Putin”

769

É importante “curtir” o nosso património cultural

770

Pio XII: papa de Hitler, dos Judeus ou de Fátima?

771

“Uma viagem-pesadelo à mente de uma atriz demente”

772

“As pessoas podem esquecer suas origens, tu não”

773

“Não existe arquitetura sem autores”

774

“Deus ficou de fora, na fronteira, sem papéis”

775

Pelé, Japão, bordadeiras, chá frio… e chocolate!

776

Em Portugal a Censura proibiu e queimou livros

777

Já conhece o teatro-desporto, filho do improviso?

778

Como a Inteligência Emocional “Salva-vidas”

779

Tudo está planeado e ligado. Nada é o que parece.

780

Crianças e telemóveis, videojogos, redes sociais

781

“Sacadura Cabral não morreu: desapareceu!"

782

“A cultura faz-se com pequenas estórias”

783

Artista mais divertido encontra santo mais querido

784

“Os líderes sempre (re)inventaram a História”

785

“Não devemos atiçar o rotweiller do vizinho”

786

“Com os partidos a República mata-se a si própria”

787

“Famílias ricas pagam e vêm todos, homens também”

788

"Qualquer guerra na Europa é uma guerra civil”

789

“A Guerra é negação da voz de Deus”

790

“Deves ensinar de maneira a que te ultrapassem”

791

“Não ter medo de arriscar, a arte é um risco”

792

Na Europa, o nuclear volta a estar em cima da mesa

793

“Isto é um confronto entre os EUA e a Rússia”

794

Repor a verdade histórica: o que Putin inventou

795

“Há quem apanhe boleia e desapareça para sempre”

796

“O povo português é o melhor que já conheci”

797

“Putin é como um vampiro que quer mais sangue”

798

“O povo ucraniano não tem nada a ver com o russo”

799

“As pessoas confundem os russos com Putin”

800

“Ucranianos e russos não são o mesmo povo”

801

Comboios, Wikileaks, ciberataques e mentiras

802

“A Rússia é um país com um passado imprevisível”

803

“Se há vida que merece 2h num palco, é a dela!”

804

“Sou apaixonado por aprender, nunca se deve parar”

805

Religiões e culinária. Preceitos e proibições.

806

Às rainhas devemos patins, elevadores e caipirinha

807

“As pessoas precisam - e muito! - da cultura”

808

“Vai sempre haver filmes e salas de cinema”

809

Cinema infantil traz medo, bullying, morte, poesia

810

“Em 2 a 3 gerações a nossa língua vai morrer”

811

Que segredos se escondem no subsolo de Lisboa?

812

O que resta das 4 judiarias que houve em Lisboa?

813

“Eu mudei a minha vida depois dos 70 anos”

814

“Sociedade sem maravilhoso está em morte cerebral”

815

“O cérebro também precisa de ser treinado”

816

Como desconstruir totalmente 4 contos infantis

817

“Para que serve a Dança?”

818

“O autismo é uma doença de (excesso de) memória”

819

“Confirmem o que escrevo: a verdade vos libertará”

820

“É urgente apostar na educação ao longo da vida”

821

Pense no Planeta: “hoje é dia de mudar o amanhã”

822

“Teatro não é uma profissão, é uma opção de vida”

823

“Qual é o fim do teatro? Obrigar-te a pensar!”

824

“Já vendi várias garrafas de água por mil euros!”

825

Nesta empresa só entra quem tem cadastro

826

Um alemão em Lisboa fala das artes em Portugal

827

“Na TV o futebol é discutido e gritado demais”

828

O Marquês de Pombal era 5º neto de uma escrava?

829

“Foi tão luxuoso que D. Dinis se queixou da conta”

830

De colecionador e patrono das artes a galerista

831

“Equiparar a morte de humanos com o abate de gado”

832

Manoel de Oliveira fotógrafo: a faceta inesperada

833

“Aristides, já no Panteão, ainda não é consensual”

834

“Avançar (e não parar!) para fazer um balanço”

835

“No PCP chamavam-me «o camarada crítico»”

836

“Rui Rio é um chefe, não um líder como devia ser”

837

Lisboa romana em palco há 2 mil anos em Alfama

838

“O Natal é melhor se todos formos mais humanos”

839

“Mais do que Cultura precisamos de gente culta”

840

Branco só com peixe e outros mitos sobre os vinhos

841

“O Estado deve definir o livro como bem essencial”

842

A importância de levar os miúdos à ópera

843

“O maior sonho de D. Manuel era erradicar o Islão”

844

“O teatro não serve para dar lições de moral”

845

“Lisboa ajoelhou perante as pressões de Luanda”

846

“Tenho muita pena que não haja listas conjuntas”

847

“Nesta atividade há tanto de sorte como de risco”

848

“O jeito para ensinar também devia ser avaliado”

849

“Provou-se que a nossa terra está-nos nos genes”

850

“Não desvie o olhar dos deslocados de Moçambique”

851

“Alterações climáticas: Direitos Humanos em causa”

852

“Tudo isto é tabu porque foi como se fosse ontem!”

853

“Aprendemos os clássicos para depois os subverter”

854

"Em vez da galeria, foi-se ao jornal e ao cartaz"

855

“Infelizmente há portugueses com medo da verdade”

856

A irmã de D. Pedro mandou matar a amante do marido

857

“A China será uma hiperpotência, maior que os EUA”

858

“Faz sentido haver um Museu dos Descobrimentos”

859

E se os nossos Reis se cruzassem com influencers?

860

O ritmo desbragado da Lisboa de há um século

861

Startup em Coimbra faz milhões com produtos usados

862

“O meu material não é o cartão-madeira, é a luz”

863

“Tinha uma alcateia de PIDEs à minha espera...”

864

O amor em tempos de Tinder: da peça ao filme

865

“Estudei todas as joias do novo Museu do Tesouro”

866

“O gosto discute-se, claro... e educa-se!”

867

“A função da história é dominar o contemporâneo”

868

“Quando perdi a memória percebi a sua importância”

869

Que valores norteiam os jovens de hoje?

870

“É a nossa última epopeia trágico-marítima”

871

“A ciência é a ponte para um final de vida melhor"

872

“Trabalhamos com a memória que temos da cidade”

873

“Os homens é que usavam joias e era para proteção”

874

“A única função do humor não é fazer rir”

875

⅓ dos jovens portugueses têm sintomas depressivos

876

“Só te deves comparar contigo mesmo ontem”

877

Foi o nosso glorioso maluco das máquinas voadoras

878

D. João (futuro Rei) recebeu Junot em audiência

879

“Todos rejeitaram o meu manuscrito... até ganhar!”

880

“Considerar doente alguém aos 60 anos é perverso”

881

«A editora pública não compete com as privadas»

882

«O racismo assenta no preconceito e na ignorância»

883

A diversidade cultural e religiosa faz sempre bem

884

“Só com uma educação de qualidade se chega à paz”

885

“O Facebook é hoje um lodo”

886

Fungos, “smart forests" e inteligência artificial

887

Como gerir património cultural com sucesso e lucro

888

O caso de Marvila: quando ser bairrista vale pena!

889

“Cultura é fundamental até para sair da pandemia”

890

“Sem livros e sem cinema éramos paupérrimos”

891

“Terror é o único nicho que é mainstream”

892

“Esta é a geração de atores mais talentosa que vi”

893

“Precisamos de técnicos de restauro de qualidade”

894

Como se consegue "Superar O Impossível"?

895

“Assassino” vem de “possuído pelo haxixe”

896

eBooks e plataformas: ir de férias com a Leya

897

Achamento? Descobrimento? “Prefiro deslumbramento”

898

“A escravidão ainda é uma ferida aberta no Brasil”

899

"Não vendemos livros usados, mas sim já lidos"

900

“O Estado da Nação? Nunca se mencionou a cultura”

901

“Quando amor e verdade são critérios de gestão”

902

Qual a aldeia com 1 fronteira, 2 nomes, 3 línguas?

903

Botabaixismo, nacionalporreirismo, chicoespertismo

904

“A cultura pode alavancar todos os sectores”

905

“No futuro muitos irão a hotéis para trabalhar”

906

“Biden está a cumprir mesmo sem ter prometido”

907

“Procura-se trono medieval de pedra perdido na Sé”

908

“O meu biografado chegou a entrar-me pelos sonhos”

909

“Somos contadores de histórias, artesãos”

910

“Qualquer pessoa merece uma peça de teatro”

911

“O ‘Caminho’ tem uma vida própria e sente-se”

912

“De certo modo são eles que nos descobriram a nós”

913

“Nunca tivemos uma estratégia com a cultura”

914

“A humanidade não está a aprender com a História”

915

“A falta de oxigénio leva-nos a cometer erros”

916

Sabe de onde vêm “patavina” e “calinada”?

917

Conheça o mais viajado príncipe do seu tempo

918

E se Salazar fosse afastado do poder em 1940?

919

“Sou um machista em recuperação”

920

“Os críticos dizem tantas barbaridades!”

921

“Uma reunião imperdível de objectos e documentos”

922

“Cada um de nós quantas pessoas é que já foi?”

923

“Os jardins são códigos de leitura da civilização”

924

“Não basta técnica, um retrato tem de ter ALMA!”

925

“Viajar é submeter o mundo a um interrogatório”

926

Alinhar a escola com as famílias e a comunidade

927

Roubou o carro do diretor de Auschwitz e escapou

928

“A 1ª Invasão Francesa foi grande saque e matança”

929

“O meu filho desenhou um super herói com máscara”

930

Aos 3 roubava a avó. Aos 20, pediu-lhe 20 mil €

931

“Só ignorância e estupidez vandalizam estátuas”

932

“Nenhuma história existe se não for contada”

933

“O nosso senso comum nem sempre é o melhor guia”

934

Cuidam dos aviões em terra para não falharem no ar

935

Escravos poupavam para se comprarem a si próprios

936

“Com as alterações climáticas vêm mais pandemias”

937

“Como Embaixador vivi mais de 2 anos num hotel”

938

“A NASA vendeu a alma a Elon Musk”

939

“A iluminação é a parente pobre das autarquias”

940

“A religiosidade popular tem muito de superstição”

941

“Os meus maiores medos inspiram os meus livros”

942

“Já fiz máquinas que sentiam culpa”

943

“Se tenho haters é porque faço bem o meu trabalho”

944

Quem foi o Infante que batizou a nossa língua?

945

“Ser historiador é ter um poder sobrenatural”

946

O atleta que leva todos os tabus ao tapete

947

O segredo d’A Guerra dos Tronos pelo seu editor

948

Se o medo do desconhecido domina, é o Apocalipse

949

Do neo-realismo à triste nova realidade dos museus

950

As mulheres singulares na vida de um homem plural

951

Afinal D. Manuel I inventou o Visto Gold em 1505

952

A 1ª caixa postal: uma bota pendurada numa árvore

953

“A ler entendo a vida, a escrever entendo a morte”

954

“Sei que Álvaro Cunhal queria matar Mário Soares”

955

Tem 60 milhões de operárias, mas só paga a 20

956

"D. Sebastião era um grande batoteiro às cartas"

957

“O desafio que mais me inspira é o cancro”

958

“Um fato é para ser usado nos próximos 20 anos”

959

O Evangelho da Paixão escrito a sangue no linho

960

Quando dos fracos (afinal) também reza a História

961

Paula Rego e Vivian Maier: cultura volta a Cascais

962

Birdwatching: temos tudo para ser os melhores

963

“Não se pode ser piloto sem se ser apaixonado”

964

Os milhões gastos na corrida espacial têm retorno?

965

“O progresso é feito 1 passo de cada vez. Dá o 1º"

966

“Não podemos gerir a cultura em modo de reação”

967

“Já me tentaram corromper algumas vezes”

968

Ninguém quer ser velho, mas todos querem chegar lá

969

Cirurgia plástica e estética: futilidade ou saúde?

970

“Neste combate falta-nos o sentido de urgência”

971

Há professores portugueses no Top 50 do Mundo

972

Ouro, freiras e passarola. Como se vivia em 1713?

973

“Existe um racismo estrutural em Portugal, sim”

974

“Pai, eu não quero morrer hoje!, disse-me a Inês”

975

“Jamais irei parar de viajar, só assim se aprende”

976

Não há turismo a mais, há outros sectores a menos

977

As Câmaras de Maravilhas, antepassadas dos Museus

978

“Não conheço matemáticos tristes ou desempregados”

979

“A ciência não evolui sem riscos” (Egas Moniz)

980

Tentar o impossível para fazer o melhor possível

981

Desde os primórdios, onde houver homem, há máscara

982

Cancro: a 1ª causa de morte por doença em crianças

983

O museu, casa de peças, histórias e colecionadores

984

Um apoio a 2 sectores: saúde e restauração

985

“Tome conta de mim”, disse-me Carlos Paredes

986

“Sei que ainda vou mudar de vida várias vezes”

987

“Há um lóbi de livreiros que domina o Governo”

988

E se um dia deixasse de se reconhecer ao espelho?

989

O café lisboeta onde parava o verdadeiro 007

990

Fazer da excelência o normal, não a excepção

991

Pandemia ou pandemónio? Testemunho de um criativo

992

É um mito esta geração ser a mais preparada

993

Um português no topo do mundo há quase 8 séculos

994

“Quem governa em Portugal é Sua Majestade, o Medo”

995

“Sempre fui o nerd dos peixes, são a minha paixão”

996

Por que compramos? Viagem ao cérebro do consumidor

997

“A digestão das emoções faz-se no intestino”

998

O Príncipezinho e os reis do crime em Portugal

999

Crianças transmitem menos covid19, mas transmitem

1000

“Houve um mundo antes e depois de Vasco da Gama”