PODCAST · health
ImmunEx&Health
by Miguel Bortolini
Imunologia do exercício aplicada a Saúde e a Performance.Para Público que gosta da Ciência do Desporto.
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Exercício Físico e Modulação da Neuroinflamação em Alzheimer e Parkinson
Este artigo de revisão analisa como o exercício físico atua como um agente neuroprotetor no combate às doenças de Alzheimer e Parkinson. Os autores explicam que a atividade física regular consegue modular a microglia, transformando seu estado de uma resposta inflamatória tóxica para uma função de reparo celular. Essa mudança biológica resulta na redução de citocinas pró-inflamatórias e no aumento de fatores benéficos, como a proteína BDNF e a interleucina IL-10. Como consequência, observa-se a diminuição de placas amiloides e a regeneração de neurônios dopaminérgicos, retardando a progressão dessas patologias. Assim, o texto consolida o esporte como uma estratégia não farmacológica essencial para melhorar a saúde cerebral e a qualidade de vida dos pacientes.
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Autismo Doenças Neurodegenerativas: Deficiência de B12 e/ou Folato=> Neuroinflamação
As fontes exploradas detalham a complexa bioquímica da homocisteína e seu impacto direto na saúde neurológica e no desenvolvimento infantil. O material ilustra como falhas no ciclo do folato e da metionina elevam os níveis de homocisteína, desencadeando estresse oxidativo e processos inflamatórios severos. Esse desequilíbrio metabólico compromete a barreira hematoencefálica e interfere na síntese de neurotransmissores essenciais, como a serotonina e a dopamina. Além disso, os textos associam essas disfunções a condições como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), depressão e doenças neurodegenerativas. O papel central da S-adenosilmetionina (SAM) é destacado como um doador fundamental de metila para diversas reações vitais no organismo. Por fim, as fontes alertam para os riscos da excitotoxicidade, que pode levar à morte neuronal e prejudicar a maturação das redes nervosas.
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Poda Neuronal: Memória, Autismo, Alzheimer, ...
A microglia são as principais células não neuronais do sistema nervoso central, desempenhando papéis importantes no desenvolvimento cerebral e na conectividade funcional dos circuitos neurais. Na fisiologia cerebral, processos microgliais altamente dinâmicos são facilitados para detectar o ambiente e os estímulos circundantes. Quando o cérebro muda seus estados funcionais, a microglia é recrutada para locais específicos para exercer suas funções imunológicas, incluindo a liberação de citocinas e a fagocitose de detritos celulares. A comunicação entre neurônios, células-tronco neurais, células endoteliais, oligodendrócitos e astrócitos contribui para suas funções na poda sináptica, neurogênese, vascularização, mielinização e permeabilidade da barreira hematoencefálica. Nesta revisão, destacamos os sinais moleculares neuronais de “encontre-me”, “coma-me” e “não me coma” que direcionam a microglia em resposta a mudanças na atividade neuronal para o refinamento sináptico durante o desenvolvimento cerebral. Esta revisão revela o mecanismo molecular da interação neurônio-micróglia na poda sináptica e apresenta novas ideias para a poda sináptica da micróglia em doenças, fornecendo assim pistas importantes para a descoberta de fármacos direcionados e o desenvolvimento de métodos de tratamento de doenças do sistema nervoso que visam a disfunção sináptica.Palavras-chave: complemento; sinais imunes; micróglia; sinal molecular; eliminação de sinapses; formação de sinapses; refinamento de sinapses; poda sináptica
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Pouco Folato, Homocisteína e Autismo
As fontes analisam a homocisteína como um biomarcador central e neurotóxico no Transtorno do Espectro Autista (TEA), relacionando seus níveis elevados à gravidade dos sintomas. O texto detalha como essa molécula prejudica o sistema nervoso ao mimetizar o glutamato e desequilibrar receptores essenciais, como o NMDA e o GABA-A, gerando hiperexcitabilidade e danos às sinapses. Além disso, as pesquisas destacam o papel da homocisteína no rompimento da barreira hematoencefálica via receptor mGluR5, facilitando a entrada de anticorpos e células inflamatórias no cérebro. O processo é agravado pelo estresse oxidativo e pela deficiência de micronutrientes como o folato e a vitamina B12, que impedem a neutralização desse composto. Por fim, as evidências apontam que a ativação de vias inflamatórias e a falha no bloqueio de magnésio resultam em neuroinflamação e perda de conectividade neural.
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Autismo, uma doença autoimune? Tratamento?
O texto aborda a relação entre o autismo e o sistema imunológico, destacando como a deficiência de folato no cérebro pode intensificar os sintomas do transtorno. O autor explica que muitos autistas possuem anticorpos que bloqueiam o transporte dessa vitamina essencial, prejudicando funções cognitivas e a poda neuronal. Como solução, sugere-se o uso de ácido folínico, que consegue penetrar no sistema nervoso por vias alternativas, além da suplementação de vitamina D. A fonte também enfatiza a importância de mudanças dietéticas, como a restrição do leite de vaca e a redução de alimentos inflamatórios, para diminuir a produção desses bloqueadores. Por fim, defende-se que intervenções precoces e um estilo de vida saudável podem reduzir o nível de suporte necessário e melhorar a qualidade de vida.
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Suplementação e Autismo: Nutracêuticos (e.g., Vit. B6, B9, B12, ác. Folínico,...)
O transtorno do espectro autista (TEA) frequentemente envolve uma ampla gama de condições médicas concomitantes (“comorbidades”) e anormalidades bioquímicas, como estresse oxidativo e disfunção mitocondrial. Suplementos nutricionais (“nutracêuticos”) são frequentemente usados para tratar tanto os sintomas principais do TEA quanto as comorbidades, mas alguns ainda não foram formalmente avaliados no contexto do TEA. Os potenciais mecanismos biológicos dos nutracêuticos incluem a correção de deficiências de micronutrientes devido a uma dieta inadequada e o suporte a processos metabólicos como a regulação redox, a disfunção mitocondrial e a produção de melatonina. Este artigo apresenta os resultados da Pesquisa Nacional sobre a Eficácia do Tratamento para o Autismo, com foco em nutracêuticos. A pesquisa contou com a participação de 1286 pessoas de todos os Estados Unidos. Os participantes avaliaram os benefícios e efeitos adversos percebidos de cada nutracêutico e também indicaram os sintomas específicos que mudaram e os efeitos adversos. A partir dessas avaliações, os nutracêuticos mais bem avaliados para cada um dos 24 sintomas são listados. Em comparação com medicamentos psiquiátricos e anticonvulsivantes avaliados pela mesma pesquisa, os nutracêuticos apresentaram, em média, classificações significativamente mais altas de Benefício Geral (1,59 vs. 1,39, p = 0,01) e classificações significativamente mais baixas de Efeitos Adversos Gerais (0,1 vs. 0,9, p < 0,001). O ácido folínico e a vitamina B12 foram dois dos tratamentos mais bem avaliados. Este estudo sugere que os nutracêuticos podem apresentar benefícios clínicos e perfis de efeitos adversos favoráveis.
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Autismo e Neuroinflamação - PARTE 1
O transtorno do espectro autista (TEA) é um grupo de distúrbios do neurodesenvolvimento caracterizado por déficits sociais e de comunicação, bem como comportamentos ou interesses restritos ou repetitivos. Embora a etiologia do TEA permaneça incerta, há ampla evidência sugerindo que a disfunção microglial seja um fator significativo na fisiopatologia do TEA. A microglia, as principais células imunes inatas do sistema nervoso central (SNC), desempenha um papel crucial no desenvolvimento e na homeostase cerebral. Recentemente, numerosos estudos demonstraram que a microglia em modelos de TEA apresenta diversas anormalidades, incluindo morfologia, função, interações celulares, fatores genéticos e epigenéticos, bem como a expressão de receptores, fatores de transcrição e citocinas. Elas impactam o desenvolvimento neural normal por meio de vários mecanismos que contribuem para o TEA, como neuroinflamação e alterações na formação e poda sináptica. O foco desta revisão são os estudos recentes sobre anormalidades microgliais no TEA e seus efeitos no início e na progressão do TEA em níveis celulares e moleculares. Pode fornecer informações sobre a contribuição específica da microglia para a patogênese do TEA (Transtorno do Espectro Autista) e ajudar no desenvolvimento de potenciais estratégias terapêuticas e preventivas direcionadas à microglia.
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Autismo e Folato: Temos uma terapia? PARTE 4 Ciclo do Folato e Autoanticorpo.
Resumo: (DOI: https://doi.org/10.3390/jpm11111141)O receptor alfa do folato cerebral (FR ) transporta 5-metiltetraidrofolato (5-MTHF) para o cérebro; baixos níveis de 5-MTHF no cérebro causam deficiência de folato cerebral (DFC). A DFC tem sido associada a transtornos do espectro autista (TEA) e é tratada com d,l-leucovorina (ácido folínico). Uma das causas da DFC é um autoanticorpo que interfere na função do FR . Autoanticorpos contra o receptor alfa do folato (AARFA) têm sido relatados em TEA. Uma revisão sistemática foi realizada para identificar estudos que relatassem AARFA em associação com TEA ou o uso de d,l-leucovorina no tratamento de TEA. Uma meta-análise examinou a prevalência de AARFA em TEA. A prevalência agrupada de TEA em indivíduos com DFC foi de 44%, enquanto a prevalência agrupada de DFC em TEA foi de 38% (com variação significativa entre os estudos devido à heterogeneidade). A etiologia da DFC em TEA foi atribuída a FRAAs em 83% dos casos (com consistência entre os estudos) e à disfunção mitocondrial em 43%. Uma correlação inversa significativa foi encontrada entre títulos séricos mais elevados de FRAA e concentrações mais baixas de 5-MTHF no LCR em dois estudos. A prevalência de FRAA em TEA foi de 71%, sem variação significativa entre os estudos. Crianças com TEA apresentaram uma probabilidade 19,03 vezes maior de serem positivas para FRAA em comparação com crianças com desenvolvimento típico sem um irmão com TEA. Para indivíduos com TEA e DFC, a metanálise também encontrou melhorias com d,l-leucovorina nos sintomas gerais do TEA (67%), irritabilidade (58%), ataxia (88%), sinais piramidais (76%), distúrbios do movimento (47%) e epilepsia (75%). Vinte e um estudos (incluindo quatro controlados por placebo e três prospectivos controlados) trataram indivíduos com TEA com d,l-leucovorina. O d,l-leucovorina demonstrou melhorar significativamente a comunicação, com efeitos de tamanho médio a grande, e apresentar um efeito positivo nos sintomas centrais do TEA e comportamentos associados (atenção e estereotipias) em estudos individuais com efeitos de grande magnitude. Os efeitos adversos significativos observados nos estudos foram geralmente leves, sendo os mais comuns agressividade (9,5%), excitação ou agitação (11,7%), cefaleia (4,9%), insônia (8,5%) e aumento das birras (6,2%). Em conjunto, o d,l-leucovorina está associado a melhorias nos sintomas centrais e associados do TEA e parece ser seguro e geralmente bem tolerado, com as evidências mais robustas provenientes de estudos duplo-cegos controlados por placebo. Estudos adicionais seriam úteis para confirmar e ampliar esses achados.
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Autismo e Omega 3: Auxílio na terapia do TEA? PARTE 1
Introdução: Alguns estudos relataram que deficiências de ácidos graxos essenciais podem estar relacionadas a transtornos do espectro autista (TEA) em crianças.Este estudo teve como objetivo investigar o efeito do ômega-3 nas atividades sociais, verbais e comportamentais em crianças com TEA.Material e métodos: Um estudo clínico randomizado duplo-cego foi conduzido com 54 crianças com autismo, que foram alocadasao grupo de intervenção (n = 28) e ao grupo controle (n = 26). O grupo de intervenção recebeu uma cápsula de 1000 mg de ômega-3 diariamente e o grupo controlerecebeu uma cápsula de 1000 mg de triglicerídeos de cadeia média diariamente como placebo durante oito semanas. A Escala de Avaliação do Autismo de Gilliam - segundaedição (GARS-2) foi utilizada para avaliar a gravidade do autismo e o questionário de frequência alimentar (QFA) foi utilizado para avaliar a ingestão alimentar.Todas as medidas foram realizadas no início do estudo e após a intervenção. Resultados: Após ajuste para idade, sexo, peso ao nascer, IMC, ingestão alimentar, idade materna e IMC materno, o grupo de intervenção apresentou melhora significativa nos comportamentos estereotipados (p = 0,02), na comunicação social (p = 0,02) e na pontuação da GARS (p = 0,001) após a intervenção, em comparação com o grupo controle. Não houve alteração significativa na pontuação da subescala de interação social.Conclusões: Os resultados indicam que o tratamento com ômega-3 melhorou as características do autismo, incluindo comportamentos estereotipados e comunicação social. Estudos adicionais são necessários para confirmar esses achados e determinar os mecanismos subjacentes.
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Autismo e Folato: Temos uma terapia? PARTE 3 Suplementação de Vitamina D e RFC (transportador de folato reduzido).
Os folatos são essenciais para o funcionamento do sistema nervoso central.O transporte de folato é mediado por três vias principais: transportador de folato reduzido (RFC), transportador de folato acoplado a prótons (PCFT) e receptor de folatoalfa (FRα/Folr1), que são regulados por receptores nucleares ativados por ligantes.A distribuição de folato no cérebro ocorre principalmente no plexo coroide através do FRα e do PCFT; a inativação desses sistemas de transporte pode resultar em níveis muito baixos de folato nolíquido cefalorraquidiano, causando distúrbios neurodegenerativos na infância. Esses distúrbios têm efeitos devastadores em crianças pequenas, e as abordagens terapêuticas atuais não são suficientemente eficazes.O nosso grupo relatou anteriormente, in vitro, que a expressão funcional do RFC na barreira hematoencefálica (BHE) e a sua regulação positiva pelo receptor nuclear da vitamina D (VDR) podem fornecer uma via alternativa para a captação de folato pelo cérebro. Neste estudo, demonstramos ainda in vivo, utilizando camundongos com deleção do gene Folr1 (KO), que a perda de FRα levou a uma diminuição substancial da entrega de folato ao cérebro e que o pré-tratamento de camundongos Folr1 KO com o ligante ativador do VDR,calcitriol (1,25-di-hidroxivitamina D3), resultou em um aumento de mais de 6 vezes na concentração de [13C5]-5-formiltetraidrofolato ([13C5]-5-formilTHF) nos tecidos cerebrais, com níveis comparáveis aos de animais selvagens. A razão entre a concentração de [13C5]-5-formilTHF no cérebro e no plasma também foi significativamente maior em camundongos Folr1 KO tratados com calcitriol (15 vezes), indicando um aumento notável na entrega de folato ao cérebro. Esses resultados demonstram que o aumento da expressão funcional de RFC na barreira hematoencefálica pode compensar efetivamente a perda da captação de folato mediada por Folr1 no plexo coroide, oferecendo uma abordagem terapêutica para distúrbios neurometabólicos causados por transporte defeituoso de folato no cérebro.
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Autismo e Folato: Temos uma terapia? PARTE 2 Ciclo do Folato e Autoanticorpo.
Resumo: A deficiência de folato e a doença autoimune do receptor de folato são importantes contribuintes para a infertilidade, complicações relacionadas à gravidez e desenvolvimento fetal anormal, incluindo anormalidades estruturais e funcionais do cérebro. A fortificação de alimentos e a suplementação pré-natal com ácido fólico reduziram a incidência de gestações com defeitos do tubo neural (DTN), mas é improvável que previnam complicações relacionadas à gravidez na presença de autoanticorpos contra o receptor de folato (FRAb). Na gravidez, esses autoanticorpos podem bloquear o transporte de folato para o feto e, em crianças pequenas, o transporte de folato para o cérebro. Esses anticorpos são prevalentes em gestações com defeitos do tubo neural e em distúrbios do desenvolvimento, como a síndrome da deficiência de folato cerebral (SDF) e o transtorno do espectro autista (TEA). Nestas últimas condições, o tratamento com ácido folínico demonstrou melhora clínica em alguns dos déficits centrais do TEA. O teste precoce para autoanticorpos contra o receptor de folato e a intervenção provavelmente resultarão em um desfecho positivo. Esta revisão discute a primeira identificação de FRAb em mulheres com histórico de gravidez com defeito do tubo neural e a associação de FRAb com subfertilidade e parto prematuro. Autoanticorpos contra o receptor de folato alfa (FR ) estão presentes em cerca de 70% das crianças com diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro Autista), e um número significativo dessas crianças responde ao ácido folínico oral com melhorias gerais na fala, linguagem e interação social. O diagnóstico de distúrbio autoimune do receptor de folato pela medição de autoanticorpos contra FR no soro fornece um marcador com potencial para tratamento e, talvez, prevenção das consequências patológicas do distúrbio autoimune do receptor de folato.
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Autismo e Folato: Temos uma terapia? PARTE 1 Ciclo do Folato e Autoanticorpo.
Artigo: Folate Receptor Alpha Autoantibodies in Autism SpectrumDisorders: Diagnosis, Treatment and Prevention DOI: https://doi.org/10.3390/jpm11080710Resumo: A deficiência de folato e a doença autoimune do receptor de folato são importantes causas de infertilidade, complicações relacionadas à gravidez e desenvolvimento fetal anormal, incluindo anomalias estruturais e funcionais do cérebro. A fortificação de alimentos e a suplementação pré-natal com ácido fólico reduziram a incidência de gestações com defeitos do tubo neural (DTN), mas é improvável que previnam complicações relacionadas à gravidez na presença de autoanticorpos contra o receptor de folato (FRAb). Durante a gravidez, esses autoanticorpos podem bloquear o transporte de folato para o feto e, em crianças pequenas, o transporte de folato para o cérebro. Esses anticorpos são prevalentes em gestações com defeitos do tubo neural e em distúrbios do desenvolvimento, como a síndrome da deficiência de folato cerebral (SDFC) e o transtorno do espectro autista (TEA). Nestes últimos casos, o tratamento com ácido folínico demonstrou melhora clínica em alguns dos déficits centrais do TEA. A detecção precoce de autoanticorpos contra o receptor de folato e a intervenção subsequente provavelmente resultarão em um desfecho positivo. Esta revisão discute a primeira identificação de FRAb em mulheres com histórico de gestação com defeito do tubo neural e a associação de FRAb com subfertilidade e parto prematuro. Autoanticorpos contra o receptor alfa do folato (FR ) estão presentes em cerca de 70% das crianças com diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro Autista), e um número significativo dessas crianças responde ao ácido folínico oral com melhorias gerais na fala, linguagem e interação social. O diagnóstico de distúrbio autoimune do receptor do folato pela medição de autoanticorpos contra FR no soro fornece um marcador com potencial para tratamento e, possivelmente, para a prevenção das consequências patológicas desse distúrbio.
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40 - NOSSA IMUNIDADE E TIPOS DE VACINAS (Ex.: Vacina de mRNA)
NESSE PODCAST FALO SOBRE TIPOS DE VACINAS (exemplo: mRNA,...), IMUNOLOGIA E O NOVO CORONAVÍRUS.
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34 - IDOSOS E EXERCÍCIOS FÍSICOS
A cada dia, a população mundial tem conseguido viver cada vez mais tempo. Com esse bônus vem o ônus. Ficar senil, idoso, não é uma doença, mas as doenças aparecem mais fáceis. O risco para várias doenças como câncer aumentam com a idade. Quer sabre mais?
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32 - POLUIÇÃO E EXERCÍCIOS FÍSICOS
Fumaça de queimadas? Poluição no ar por automóveis? Fazer ou não fazer exercícios quando o ar estiver poluído?
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31 - HEMODIÁLISE E EXERCÍCIOS FÍSICOS
5616 horas quer dizer o que para você? Essas 5616 horas É como seria sua vida se durante 9 anos tivesse que ficar em média 3 x/semana, 4 horas por X, com uma agulha enorme no braço para uma máquina fazer a limpeza de seu sangue, ou seja, fazer hemodiálise. Ao final dos 9 anos, com muita sorte,iria receber um RIM TANSPLANTADO. Essa, em média, é a rotina dos Acrianos com insuficiência renal crônica que precisam de Hemodiálise.
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30 - “FAZER OU NÃO FAZER EXERCÍCIOS FÍSICOS, EIS A QUESTÃO?”
MUITOS SE PERGUNTAM ISSO TODOS OS DIAS, ESPECIALMENTE OS SENDENTÁRIOS. SÓ QUE ELES, NA MAIORIA DAS VEZES ESCOLHEM,… NÃO FAZEREM EXERCÍCIOS FÍSICOS; MAS… “QUAL O MOTIVO DAS PESSOAS SEDENTÁRIAS NÃO QUEREREM FAZER EXERCÍCIOS”?
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29 - VÍCIO EM METANFETAMINAS X EXERCÍCIOS FÍSICOS
Não há tratamento farmacológico dirigido especificamente à dependência de metanfetminas (METH), e a terapia comportamental é obscurecida pela recuperação e recaída precária a longo prazo. O engajamento em programas de exercícios físicos auxilia no tratamento.
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27 - CÂNCER DE MAMA E EXERCÍCIOS FÍSICOS
O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células da mama que podem evoluir de diferenres formas. É o tipo mais comum entre mulheres no Brasil e corresponde a 25% de TODOS os novos casos de câncer. A previsão de novos casos de câncer de mama no Brasil é de 59700. No Acre, em 2017 e 2018, foram diagnosticados respectivamente, 96 e 47 novos casos de câncer de mama. O EXERCÍCIOS PODE PREVENIR E AUXILIAR NO TRATAMENTO DO CÂNCER DE MAMA.
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26 - ASMA E EXERCÍCIOS FÍSICOS
ASMA - Condição em que as vias aéreasde uma pessoa ficam inflamadas, estreitas e inchadas, além de produzirem muco extra, o que dificulta a respiração. Ela é uma das doenças crônicas mais comuns em crianças e adultos em países desenvolvidos em todo o mundo e é prevenida e tratável com EXERCÍCIOS FÍSICOS REGULARES.
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17- DOR DO DIA SEGUINTE AO EXERCÍCIO FÍSICO
Quem NUNCA teve DOR no dia seguinte após uma atividade física? Você sabe o que ocasiona a DOR do dia seguinte? Você gosta de sentir DOR no dia seguinte a um treino de MUSCULAÇÃO por exemplo? Creio que NÃO.
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39 - CORONAVÍRUS E EXERCÍCIOS FÍSICOS (COMPLETO)
CORONAVÍRUS E EXERCÍCIOS FÍSICOS (COMPLETO) - Podemos acrescentar ao grupo de risco, IDOSOS, SEDENTÁRIOS E OBESOS. Essa coluna é a versão completa das três partes publicadas.
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25 - EXERCÍCIO FÍSICO ENQUANTO UMA POLIPÍLULA
Polipílula? É uma pílula com vários medicamentos contidas nela. O Exercício É UMA POLIPÍLULA. MELHORAMOS QUASE DE TUDO, DMII, HAS, DEPRESSÃO, ... Em alguns anos atrás, até se tentou fazer uma POLIpílula do exercício, mas até o presente momento a única polipílula de exercício é a tradicional, é SUAR, TEMOS QUE FAZER LITERALMENTE EXERCÍCIOS SE QUISERMOS TER SEUS BENEFÍCIOS.
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23- EXERCÍCIOS FÍSICOS E IMPOTÊNCIA SEXUAL (DISFUNÇÃO ERÉTIL)
Você sabe o que é disfunção erétil? É A IMPOTÊNCIA SEXUAL DO HOMEM. É um tema delicado que merece atenção, pois levar casais a se separarem. Quer saber mais? ouça nosso PodCast.
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22- DOR CRÔNICA DE CABEÇA (ENXAQUECA) E EXERCÍCIOS FÍSICOS
Na Europa a enxaquecaafeta 1-2% das pessoas. No Brasil temos 2 milhões de pessoas que sofrem de enxaqueca. O maior gastos é SOCIAL, pois pessoas com enxaquecas aumentam riscos cardiovasculares, têm dores crônicas, tendem a ter baixa autoestima, têm menos prazer no dia-a-dia, têm menos QUALIDADE DE VIDA de forma geral. O ônus ECONÔMICO é muito alto. Na Europa estima-se uma perda de 1200 EUROS por pessoa com ENXAQUECA/ANO. Se transferimos esse custo para o Brasil, facilmente alcança de 4-5 bilhões de reais/ANO. TRATAMENTO A lista dos medicamentos para tratar a ENXAQUECA é extensa: Medicamentos para dor, Glicocorticóides, Antipsicóticos, Anticonvulsivantes, beta-bloqueadores,.... A lista é grande.... E a relação com o exercício físico?
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21 - EXERCÍCIO FÍSICO COMO UMA GLÂNDULA ENDÓCRINA
1. Se perguntássemos a alguma pessoa na rua, para que serve os músculos? Muito provavelmente ela responderia... Servem pra se movimentar. 2- Se fizéssemos essa mesma pergunta para alunos e/ou profissionais de cursos da área da saúde, como Medicina, Educação Física, Nutrição eles poderiam ampliar essa resposta, adicionando : “Músculos servem como fonte de reserva de energética, servem para proteger órgãos vitais em quedas, etc... Mas será que só para isso que servem os Músculos?
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20 - QUALIDADE DE SONO E EXERCÍCIO FÍSICO
A prevalência de indivíduos que apresentam sintomas de insônia, definidos como dificuldade de iniciar ou manter o sono, despertar precoce ou sono não restaurador, é muito alta, variando entre 30 e 48% na população geral. O dormir mal está diretamente relacionado as DCNTs, como OBESIDADE, DM2, DEPRESSÃO,.... E o Exercício Físico? Ouça nosso postcad.
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19 - EXERCÍCIO FÍSICO E TDAH (TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE)
O EXERCÍCIO FÍSICO AUXILIA NO TRATAMENTO DO TDAH (TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE). COMO? OUÇA NOSSA COLUNA.
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16 - DOENÇA DE CHAGAS E EXERCÍCIO FÍSICO
Você já ouviu falar na Tripanosomíase? É a doença comumente chamada de DOENÇA DE CHAGAS. O exercício auxilia muito no manejo dessa doença. Quer saber mais? .....
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15 - GASTOS COM SAÚDE E SEDENTARISMO
A falta de exercícios físicos trás muitos problemas de saúde a médio e longo prazo. Com esses os gastos com saúde aumento exponencialmente. Para se gastar menos com saúde devemos fazer exercícios físicos. Quer saber mais?
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14- OSTEOPOROSE E EXERCÍCIOS FÍSICOS
Já ouviu falar na Osteoporose? Osteoporose é uma doença esquelética. Caracterizada por reduzir a densidade mineral do osso (BMD) causando a perda da RESISTÊNCIA DO OSSO e aumentando assim o RISCO de fraturas ósseas. Assim como a hipertensão é uma doença silenciosa, mas é prevenida e tratada com exercícios físicos. Como? Ouça ao PODCAST
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13 - EXERCÍCIO FÍSICO NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA DPOC (DOENÇA PUMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA)
Esse tema de hoje tem haver com os fumantes, especialmente os sedentários. Você já ouviu falar na Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, ou seja "DPCO"? A DPOC é a principal doença respiratória. A quarta causa de morte em todo o mundo, e flerta com o 3ª, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS); . 40 mil brasileiros morrem por ano vítimas da doença. Não tem medicamentos alopáticos para combater a DPOC,. Sabe qual o principal tratamento para essa doença? Escute essa coluna.
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12- EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA E RENDIMENTO ESCOLAR
Educação Física Escolar é ESSENCIAL para que um país tenha uma economia pujante. Todo país de primeiro mundo tem alguns fatores em comum, o principal é investimento na EDUCAÇÃO e dentro da dessa, o investimento em JOGOS e ESPORTES na escola. Isso promove adultos mais saudáveis, mais criativos, mais proativos, que rendem mais no trabalho •gastam menos com saúde, •Vivem mais com maior qualidade de vida •Têm maior chances de serem felizes •Etc...
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11 - MICROBIOTA E SUA RELAÇÃO COM EXERCÍCIOS FÍSICOS
VC JÁ OUVIU FALAR EM MICROBIOTA? O que é essa tal Microbiota? São microorganismos, a maioria bactérias, que vivem no nosso estômago e intestino; Estima-se que a cada 11 células que estão no nosso corpo, somente uma seja nossa, imagine isso hem, uma somente é nossa e as outras 10 são bactérias. Pois é... Somos seres cheios de bactérias. Exercícios Físicos podem modificar a microbiota de forma benéfica ou maléfica. Tudo depende da dose.
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10 - RENDIMENTO CEREBRAL E EXERCÍCIOS FÍSICOS
O que tem em comum os seguintes grupos? 1.Grupo 1 - Diretores das grandes empresas/COs. 2.Grupo 2 - Concurseiros, pessoas que prestam concursos, principalmente os mais concorridos. 3.Grupo 3 - Estudantes que prestam VESTIBULAR para os cursos e/ou Universidade concorridas, tais como ENGENHARIA AERONÁUTICA, DIREITO, MEDICINA,, ... 4.Grupo 4 - Cirurgiões; Precisam usar o cérebro em alta velocidade durante muitas horas no dia! E, geralmente o mais bem sucedidos fazem regularmente Exercícios Físicos;
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09 - DOENÇAS AUTOIMUNES E SEU MANEJO COM EXERCÍCIOS FÍSICOS
A autoimunidade é o sistema de respostas imunes de um organismo contra suas próprias células e tecidos saudáveis. O SISTEMA IMUNE da pessoa AGE como um "bandido", INFLAMANDO, atacando a própria pessoa. Exemplos proeminentes incluem doença celíaca, diabetes mellitus tipo 1, sarcoidose, lúpus eritematoso sistêmico(LES), artrite reumatoide(AR), síndrome de Sjögren, granulomatose eosinofílica com poliangiite, tireoidite de Hashimoto, doença de Graves, púrpura trombocitopênica idiopática, doença de Addison, espondilite anquilosante , polimiosite (PM), dermatomiosite (DM) e esclerose múltipla (MS).
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08 - TRANSPLANTES E TRATAMENTO COM EXERCÍCIOS FÍSICOS
A pessoa TRANSPLANTADA, seja RENAL, FÍGADO, CORAÇÃO, dentre outros órgãos, se ela recebeu esse órgão ou tecido de outra pessoa, muito provavelmente vai precisar tomar, especialmente na fase crônica do transplante, um medicamento para que o paciente transplantado não rejeite o órgão. Esses medicamentos têm vários efeitos colaterais (e.g.: hipertensão, diabetes, demência,...) que o exercício pode se contrapor.
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07 – EXERCÍCIOS FÍSICOS NO COMBATE AO ENVELHECIMENTO
1.Quem NUNCA quis ter 50 ou 60 com corpinho de 20? 2.Uma fonte da juventude uma porção mágica seria excelente certo? Na VIDA REAL não é tão fácil assim. 3.O que é envelhecimento? Uma pergunta que parece fácil de se responder, mas que gera muitas discussões.
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06 - EXERCÍCIOS FÍSICOS E ALZHEIMER
O que você acha de se prevenir e/ou tratar o Alzheimer com Exercícios Físicos? Pois é recentemente foi publicado por brasileiros que o tratamento do Alzheimer pode ser feito com Exercícios Físicos. Durante o exercício, os músculos envolvidos liberam uma substância, chamada IRSINA, que combate o Alzheimer. Quer saber mais? ouça o podcast.
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05- ATIVIDADE FÍSICA E OBESIDADE
A obesidade é uma doença pandêmica. No ocidente tem afetado parte considerável da população. Com ela vem a inflamação crônica de baixa intensidade e por consequência as Doenças Crônicas não Trasmissíveis (DCNTs). O que fazer? escute o podcast esse podcast.
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04- EXERCÍCIOS FÍSICOS NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO AO CÂNCER
CÂNCER é um grupo de doenças que envolvem crescimento celular anormal, com o potencial de invadir ou se espalhar para outras partes do corpo. Nem todos os tumores são cancerosos; tumores benignos não se espalham para outras partes do corpo. Câncer tem atingido parte inimaginável da população. Exercícios Físicos podem previnir e tratar diversos tipos de neoplasias. Quer saber mais? aperte o Play
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03 - DEPRESSÃO E EXERCÍCIOS FÍSICO
A depressão é um transtorno de humor que causa um sentimento persistente de tristeza e perda de interesse. A PESSOA FICA DESenergizada;
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02- EXERCÍCIOS E DIABETES MELLITUS TIPO 2
DIABETES MELLITUS TIPO 2 (DM2) é uma das doenças crônicas não transmissíveis, as quais se caracterizam por ser inflamatória de baixa intensidade. Ela nos envelhece muito mais rápido......
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01 - EXERCÍCIOS E HIPERTENSÃO
Nesse episódio falo sobre as benesses da Atividade Física para a prevenção e tratamento da Hipertensão sistêmica.
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33 - Dia do Profissional de Educação Física (2019/09/01)
Importância do Exercício Físico na Saúde
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39 PARTE 3 - ATIVIDADE FÍSICA EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS (SARS-CoV-2)
Imunologia aplicada à Educação Física
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39 PARTE 2 - ATIVIDADE FÍSICA EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS (SARS-CoV-2)
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39 PARTE 1 - ATIVIDADE FÍSICA EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS (SARS-CoV-2)
Imunologia aplicada à Educação Física
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