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A Psicologia Onde Não a Vemos

A Psicologia não vive apenas nos gabinetes. Vive nos cafés, nas filas, nos silêncios, nos gestos pequenos e nos pensamentos que temos sem perceber.“A Psicologia onde não a vemos” é um podcast sobre situações diárias que revelam quem somos, porque fazemos o que fazemos e o que isso diz sobre a nossa vida emocional, mesmo sem entendermos que tem uma explicação científica. Em cada episódio vemos o lado invisível do comportamento humano, de forma leve, útil e surpreendente.

  1. 61

    Também pensas em coisas que não queres?

    Já tiveste um pensamento tão estranho, absurdo ou perturbador que te perguntaste de onde veio? Uma imagem violenta, uma dúvida súbita sobre alguém que amas ou uma ideia completamente contrária aos teus valores? Neste episódio vamos falar sobre pensamentos intrusivos, aquelas ideias que surgem sem convite e que, muitas vezes, nos assustam mais do que gostaríamos de admitir. Vamos perceber porque acontecem, porque são tão comuns, o que os diferencia de intenções reais e quando podem ser sinal de algo que merece atenção clínica. Um episódio para compreender melhor a mente humana e deixar de ter medo de pensamentos que, afinal, dizem muito menos sobre quem somos do que imaginamos.

  2. 60

    Quais são os teus Medos?

    O medo é uma das emoções mais antigas e poderosas do ser humano. Neste episódio, exploramos o que acontece no cérebro quando sentimos medo, por que esta emoção foi essencial para a sobrevivência da nossa espécie e como continua a influenciar as nossas decisões no dia a dia. Falamos dos medos mais universais, das diferenças entre medo e fobia, dos receios que aprendemos ao longo da vida e da forma como o nosso corpo reage perante uma ameaça. Afinal, será que o medo é um inimigo a combater ou um aliado que nem sempre compreendemos? Uma viagem pela psicologia e pela neurobiologia de uma emoção que todos conhecemos, mas que raramente paramos para entender.

  3. 59

    Quais são as tuas tribos?

    O que têm em comum uma claque de futebol, os fãs de Taylor Swift, uma comunidade de gamers e um partido político? À primeira vista, muito pouco. Mas a psicologia sugere algo diferente.Neste episódio falamos sobre tribos: os grupos aos quais escolhemos pertencer e que acabam por influenciar a nossa identidade, as nossas opiniões e até a forma como vemos quem está do outro lado. Por que precisamos de sentir que fazemos parte de algo maior? Por que defendemos “os nossos” com tanta paixão? Uma viagem pela psicologia da pertença, da identidade e do “nós contra eles”.

  4. 58

    O Medo de Ficar de Fora

    Nem sempre queremos ir. Mas também nem sempre conseguimos ficar. Entre festas, festivais, convites e redes sociais, muitas pessoas vivem presas à sensação de que estão a perder algo importante. Neste episódio exploramos as raízes psicológicas do FOMO (Fear of Missing Out) e percebemos porque é tão difícil dizer “não” sem ficar a imaginar aquilo que poderia ter acontecido. Afinal, será que estamos mesmo a perder alguma coisa ou estamos apenas a lutar contra a nossa necessidade de pertença?

  5. 57

    Existe mesmo “Mau Feitio?”

    Todos conhecemos alguém “de mau feitio”. A pessoa que parece estar sempre irritada, que explode facilmente, que implica com tudo ou que transforma pequenas coisas em grandes conflitos. Mas… existe mesmo “mau feitio”? Ou estaremos a usar uma expressão demasiado simples para descrever coisas muito mais complexas?Neste episódio, falamos sobre temperamento, personalidade, ansiedade, trauma, stress crónico e regulação emocional. Porque às vezes aquilo que parece arrogância pode ser defesa. O que parece frieza pode ser exaustão. E o que parece apenas “ser assim” pode esconder anos de tensão emocional e formas de funcionamento aprendidas.Uma viagem pela psicologia escondida atrás de uma das expressões mais comuns do dia a dia.

  6. 56

    O teu Olfato também te traz Memórias?

    Há cheiros que nos fazem parar no tempo. O perfume de alguém, o cheiro da chuva, da casa dos avós, de um hospital, de protetor solar ou de roupa acabada de lavar. Neste episódio de A Psicologia Onde Não a Vemos exploramos porque é que os cheiros têm um poder tão intenso sobre a mente humana. Falamos de memória emocional, trauma, nostalgia, amor, identidade e da forma como um simples cheiro consegue contornar a racionalidade e transportar-nos instantaneamente para outras fases da vida.

  7. 55

    As Emoções Adoecem?

    Dores, cansaço, problemas intestinais, tensão muscular, crises de pele, palpitações, insónias… e se o corpo não estiver apenas “a avariar”? Neste episódio exploramos a forma como emoções, stress, trauma e conflitos psicológicos podem manifestar-se fisicamente , desde sintomas passageiros até doenças mais complexas. Porque é que ficamos doentes em períodos difíceis? Pode a ansiedade provocar sintomas reais? E até que ponto a mente influencia o sistema imunitário, hormonal e inflamatório? Um episódio cheio de exemplos do dia a dia sobre a ligação entre cérebro, emoções e corpo.

  8. 54

    O Perigo da Certeza

    Já tiveste a certeza absoluta de que alguém disse uma coisa… e afinal não disse? Ou de teres lido uma mensagem, ouvido uma frase ou visto um detalhe que outras pessoas garantem que nunca existiu?Neste episódio de A Psicologia Onde Não a Vemos, exploramos uma das questões mais fascinantes da mente humana: porque é que o cérebro pode criar memórias erradas sem estarmos a mentir. Falamos sobre falsas memórias, perceção, atenção seletiva, reconstrução da memória, vieses cognitivos e os mecanismos cerebrais que fazem com que possamos confiar profundamente em algo… mesmo estando errados.Da neurociência à psicologia cognitiva, este episódio mostra como a memória não funciona como uma gravação de vídeo, mas como uma reconstrução constante da realidade, influenciada pelas emoções, expectativas, stress, relações e até pelas palavras que escolhemos usar.E talvez o mais inquietante seja isto: quanto maior a certeza, nem sempre maior é a verdade.

  9. 53

    Sair de casa (sempre) atrasado

    Há pessoas para quem sair de casa é simples: levantam-se, vestem-se e aparecem. E depois há quem transforme uma saída rápida numa espécie de prova olímpica emocional e logística. Perdem tempo sem perceber onde ele foi, começam tarefas novas quando já deviam estar na porta, voltam atrás três vezes porque se esqueceram de algo e vivem numa luta constante contra o relógio.Neste episódio de A Psicologia Onde Não a Vemos, exploramos porque é que algumas pessoas se atrasam sempre, porque subestimamos tanto o tempo e porque sair de casa pode ser psicologicamente mais difícil do que parece. Falamos de ansiedade, evitamento, distração, sobrecarga mental, perfeccionismo e até da estranha tendência humana para acreditar que “desta vez vai dar tempo”.Pelo meio, há neurociência, hábitos, humor e aquela pergunta importante: será que o atraso é mesmo falta de respeito… ou às vezes uma batalha invisível entre o cérebro e o mundo exterior?

  10. 52

    O momento de cantar os Parabéns

    Há pessoas que adoram fazer anos. E depois há pessoas que, no momento em que as luzes se apagam e começa o “Parabéns a você”, entram numa experiência social estranhíssima: não sabem para onde olhar, riem de forma desconfortável, batem palmas fora de ritmo e sentem que aqueles 40 segundos duram emocionalmente três horas.Neste episódio de A Psicologia Onde Não a Vemos, falamos sobre o desconforto de estar no centro das atenções, a autoconsciência, a vergonha social, a dificuldade em receber atenção e até porque motivo algo supostamente positivo pode ativar ansiedade. Afinal, porque é que algumas pessoas quase preferiam apagar as velas sozinhas na cozinha?

  11. 51

    Odeias Receber Áudios Longos mas também os Envias?

    Receber um áudio de vários minutos pode fazer sentir imediatamente cansaço, antes sequer de carregar no play. Mas então, porque podemos odiar e também acabar a fazer o mesmo? Neste episódio, exploramos a psicologia dos áudios longos, a necessidade de sermos compreendidos emocionalmente, o papel da voz nas relações humanas, a ansiedade das mensagens escritas e a forma como o cérebro transforma notificações em pequenas obrigações emocionais. Um episódio sobre atenção, presença, ligação e sofrimento psicológico em velocidade 1x.

  12. 50

    Estar com alguém…e com as notificações do telemóvel

    Conversamos com alguém, mas a atenção divide-se. Um olhar para o telemóvel, uma pausa preenchida, uma presença que não é total. Neste episódio, exploramos o que acontece quando estamos com alguém sem estarmos verdadeiramente disponíveis, desde o impacto na ligação, até à dificuldade em sustentar atenção, e o papel das notificações e do estímulo constante.

  13. 49

    Também é difícil para ti terminar uma conversa?

    Todos já estivemos naquele momento em que a conversa podia terminar… mas continua. Mais uma frase, mais um “então pronto”, mais alguns minutos. Neste episódio, analisamos o que torna tão difícil fechar uma interação, a ambiguidade social, a preocupação com a imagem, a dificuldade em assumir limites e a forma como o cérebro prefere continuar do que interromper.

  14. 48

    A nossa fila anda mesmo mais devagar?

    Há uma sensação quase inevitável quando estamos numa fila, a de que as outras avançam mais rápido. Seja no supermercado, no trânsito ou numa portagem, parece que estamos sempre no sítio errado. Neste episódio, exploramos como o cérebro percebe o tempo quando está à espera, o papel da atenção, da comparação e do controlo, e porque é que esta experiência se repete tantas vezes, mesmo quando não corresponde à realidade.

  15. 47

    Cuidas do corpo por ti ou pelos outros?

    Cuidar do corpo parece uma escolha pessoal. Mas até que ponto é mesmo assim? Entre padrões, comparações e expectativas sociais, muitas das decisões que tomamos sobre o corpo podem não ser tão livres quanto pensamos. Neste episódio, exploramos o que realmente nos motiva a mudar e onde começa (ou se perde) o cuidado genuíno connosco próprios.

  16. 46

    Também insistes em ver coisas que te irritam?

    Se algo nos irrita, faria sentido evitá-lo. Mas muitas vezes fazemos exatamente o contrário: continuamos a ver vídeos, seguir pessoas ou ler conteúdos que nos deixam desconfortáveis. Neste episódio, vamos perceber porque é que o cérebro é atraído por aquilo que o incomoda e o que está por trás deste comportamento aparentemente contraditório.

  17. 45

    A Liberdade dos outros Incomoda?

    Há decisões dos outros que não têm nada a ver connosco e ainda assim mexem. Incomodam, irritam ou deixam uma sensação difícil de explicar. Neste episódio, exploramos porque é que a forma como os outros vivem pode ter tanto impacto em nós. O que está por trás deste desconforto? E o que é que isso revela sobre a forma como pensamos, escolhemos e nos vemos?

  18. 44

    Mentir a nós mesmos: é possível?

    Diz-se muitas vezes que estamos a mentir a nós próprios. Mas será que isso é mesmo possível? Neste episódio, exploramos como a mente constrói versões da realidade que nem sempre são totalmente verdadeiras , não por intenção, mas por necessidade. Entre mecanismos de defesa e dissonância cognitiva, percebemos porque é que, por vezes, evitamos ver certas coisas e como isso pode ser ao mesmo tempo protetor e limitador.

  19. 43

    Também tens dificuldade em escolher?

    Desde o momento em que abrimos um menu num restaurante até decisões mais importantes da vida, a dificuldade em escolher diz muito sobre como o nosso cérebro funciona. Neste episódio, exploramos a psicologia por trás das decisões: a sobrecarga de opções, o medo de perder alternativas e a procura constante pela escolha “certa”. Porque, no fundo, escolher não é só decidir… é também lidar com tudo o que fica de fora.

  20. 42

    Há mesmo uma crise de meia idade?

    Fala-se muito da crise de meia idade como um momento inevitável de desorganização, decisões impulsivas e dúvidas existenciais. Mas será que ela existe mesmo? Neste episódio, exploramos o que a psicologia nos diz sobre esta fase da vida, entre a ideia de crise e a realidade de transição, e percebemos como o confronto com o tempo, as escolhas feitas e as possibilidades que ficaram para trás podem levar a um processo de reavaliação mais profundo do que parece.

  21. 41

    Quem paga a conta?

    O momento de pagar a conta num restaurante é um microevento social onde se cruzam normas implícitas, gestão de impressões e processos de tomada de decisão. Neste episódio, analisamos o que está por trás desse instante aparentemente banal, explorando como interpretamos intenções, regulamos o comportamento e lidamos com o desconforto social.

  22. 40

    Cumprimentar ou Fingir que Não Vimos?

    Aquele momento estranho em que vemos alguém conhecido ao longe e começamos a fazer contas: falo ou finjo que não reparei? Neste episódio, exploramos os mecanismos psicológicos por trás destas micro-decisões sociais , desde a ansiedade social subtil à gestão de energia mental, passando pelas normas invisíveis que regulam o contacto humano no dia a dia.

  23. 39

    Falar do Tempo no Elevador

    Um espaço pequeno, desconhecidos lado a lado e um silêncio que parece maior do que devia. O elevador é um dos cenários mais banais do dia a dia e, ao mesmo tempo, um dos mais desconfortáveis. Porque evitamos olhar? Porque sentimos obrigação de dizer alguma coisa? Neste episódio, exploramos a psicologia por trás destes momentos, a ausência de guião social, a autoconsciência aumentada, a leitura constante do outro e as estratégias subtis que usamos para lidar com o desconforto.

  24. 38

    Um Minuto Interminável e Um Ano que Passa a Correr

    Há dias que passam num instante e outros que parecem não acabar, mas o relógio nunca muda. O que muda é a forma como o cérebro constrói a experiência do tempo. Neste episódio, exploramos os mecanismos psicológicos e neurobiológicos que distorcem a perceção temporal: desde o papel da atenção e da novidade até à influência das emoções e da memória. Porque é que situações intensas parecem durar mais no momento, mas menos na memória? Porque é que a infância parece interminável e os anos adultos passam quase sem deixar rasto? E o que explica aquela sensação estranha de olhar para trás e pensar “já passou tudo tão depressa”? Um mergulho na forma como o tempo não é apenas contado, mas sim vivido, interpretado e, muitas vezes, enganado.

  25. 37

    Fome Emocional: comemos mesmo as emoções?

    Entre o tédio, a ansiedade e aquele vazio difícil de explicar, muitas vezes a comida aparece como resposta. Mas será mesmo fome? Neste episódio, vamos desconstruir a ideia de fome emocional, perceber os sinais que a distinguem da fome física e explorar o que realmente estamos a tentar alimentar.

  26. 36

    Vergonha Retroativa: porque ainda me lembro disto?

    Já estavas quase a adormecer e, de repente, surge na memória algo embaraçoso que fizeste há 10 anos. E lá vem aquela sensação física, quase como se estivesse a acontecer agora. Neste episódio, exploramos porque é que o cérebro insiste em guardar e reativar momentos difíceis ou embaraçosos com tanta nitidez. Falamos de memória emocional, autoconsciência, viés de negatividade, que nos faz acreditar que toda a gente reparou muito mais do que realmente reparou. Um episódio sobre aquelas memórias que aparecem sem convite e que dizem mais sobre o funcionamento da mente do que sobre o erro em si.

  27. 35

    3…2…1…já sei tudo sobre ti

    Bastam poucos segundos, às vezes menos, para decidirmos se alguém é confiável, interessante ou alguém a evitar. Neste episódio, mergulhamos na psicologia das primeiras impressões, como o cérebro faz avaliações ultrarrápidas com base em sinais mínimos, porque essas decisões parecem tão “certas” e até que ponto são realmente fiáveis. Falamos de heurísticas, leitura social automática e do equilíbrio entre eficiência mental e erro. Um episódio sobre julgamentos rápidos que nem sempre são tão inocentes quanto parecem.

  28. 34

    Não gostar de alguém à primeira vista

    Já te aconteceu implicares com alguém sem conheceres bem essa pessoa? Neste episódio, exploramos esse fenómeno tão humano quanto desconfortável: não gostarmos de alguém que não conhecemos. Entre processamento automático, enviesamentos implícitos, experiências passadas e projeções inconscientes, o cérebro constrói impressões antes de termos qualquer informação real. Vamos perceber porque é que isto acontece, o que diz sobre nós (mais do que sobre o outro) e como estes julgamentos silenciosos moldam relações, muitas vezes sem darmos conta.

  29. 33

    ”Depois combinamos!” - a leve mentira dos encontros sociais

    A promessa que nunca chega a acontecer. Entre agendas cheias, mensagens por responder e boas intenções que evaporam, analisamos o fenómeno do falso combinar e o que ele revela sobre evitamento, culpa e necessidade de pertença.

  30. 32

    A Arte de Adiar Tarefas

    Todos já passámos por isto: uma tarefa simples, que até sabemos que vai demorar poucos minutos… e mesmo assim adiamos. Responder a um email, arrumar uma gaveta, começar aquele projeto que está na lista há dias.Neste episódio exploramos porque é que o cérebro cria tanta resistência no momento de começar e como pequenas estratégias psicológicas podem ajudar a ultrapassar essa barreira. Porque muitas vezes o problema não é a tarefa, é apenas aquele pequeno momento entre pensar em fazer e começar a fazer.

  31. 31

    Não sou supersticioso, mas bater três vezes na madeira não custa nada

    Superstições parecem inofensivas, mas dizem muito sobre a forma como lidamos com a incerteza. Falamos sobre controlo, ilusão de segurança e ansiedade, e porque é que o cérebro prefere um ritual irracional ao desconforto de não ter garantias.

  32. 30

    E tu, também és um microagressor?

    As microagressões são subtis, frequentes e socialmente normalizadas, e é por isso que são tão difíceis de identificar. Neste episódio exploramos o impacto psicológico destas pequenas violências invisíveis e o desgaste emocional acumulado que produzem nas relações e na identidade.

  33. 29

    Não tenho vícios…mas não acordo sem café

    Um gesto aparentemente banal pode tornar-se indispensável ao longo do dia? Neste episódio falamos dos pequenos vícios quotidianos, como o café, o açúcar e o telemóvel, e de como o cérebro aprende a confundir prazer, hábito e autorregulação emocional, muitas vezes sem darmos por isso.

  34. 28

    Está tudo bem (mesmo quando não está)

    Quantas vezes dizemos “está tudo bem” sem pensar , mesmo quando não está? Neste episódio falamos sobre o peso psicológico desta frase, o que aprendemos desde cedo sobre mostrar emoções e porque é tão difícil dizer, em voz alta, que algo não está bem.

  35. 27

    Decidir também cansa?

    Escolher o que jantar, responder a mensagens, decidir tudo o tempo todo. Neste episódio falamos sobre fadiga decisional, porque pequenas escolhas nos deixam exaustos e como simplificar a vida pode ser uma forma real de autocuidado psicológico.

  36. 26

    Precisamos de ter sempre razão?

    Porque é que discutir cansa tanto? Porque é que custa admitir um erro? Neste episódio exploramos a necessidade humana de ter razão, o que está realmente em jogo nas discussões e porque muitas vezes não estamos a defender ideias… mas a proteger quem somos.

  37. 25

    Adiar os Pequenos Prazeres da Vida

    Guardar um casaco novo para um dia especial? Usar o perfume mais caro apenas em determinado dia? Um episódio sobre o adiar do prazer e do sentido de merecimento nos nossos dias.

  38. 24

    O Carnaval acaba. As Máscaras não.

    Nem todas as máscaras são de Carnaval.Algumas aprendemos cedo, outras nunca percebemos que estamos a usar.Um episódio sobre adaptação emocional, identidade e cansaço psicológico.

  39. 23

    Compras Emocionais - Gastar para Esquecer

    Emoções difíceis, alívio rápido e decisões impulsivas: neste episódio exploramos como o cérebro usa as compras como estratégia de regulação emocional e porque este hábito se torna tão automático.

  40. 22

    Tem calma - O conselho que Não Acalma

    Será difícil encontrar uma pior expressão do que “Tem calma” quando queremos, de facto, acalmar alguém. Ainda assim, utilizamos muitas vezes esta expressão. Vamos perceber porquê e quais as alternativas mais eficazes.

  41. 21

    Também te ris em situações tensas?

    Muitas pessoas, em situações de stress ou tensão, não conseguem controlar o riso e sentem-se desajustadas. O que está, de facto, a acontecer no nosso cérebro nesse momento? Percebe melhor neste episódio.

  42. 20

    Tudo me acontece a mim! Serei mesmo azarado?

    Sentes muitas vezes que tudo te acontece? Que a maioria das pessoas vive uma vida tranquila mas que os desafios da tua vida são azar crónico? O teu cérebro está só a tentar proteger-te.

  43. 19

    Música Triste para a Tristeza

    Estás triste e escolhes aquela playlist mais depressiva para te acompanhar? Estás a regular-te, não a boicotar-te. Percebe melhor como neste episódio.

  44. 18

    Consegues pedir Ajuda?

    Pedir ajuda pode ser um ato difícil para muitas pessoas. Sabes porquê?

  45. 17

    Uma Lady na mesa, Uma Louca no trânsito

    És daquelas pessoas calmas, que promovem a Paz mas que podem rapidamente mudar para o seu lado mais agressivo no trânsito? É melhor ouvires este episódio.

  46. 16

    Descansar provoca Ansiedade?

    Se és daquelas pessoas que quando se deitam no sofá para relaxar começam a ficar ansiosas e agitadas por não estarem a fazer nada, talvez seja bom ouvires este episódio.

  47. 15

    É Difícil Falar de Sexo

    Se quando falam de sexo ficas nervoso ou tentas mudar de assunto, este episódio é para ti. Vamos perceber porque pode ser tão desconfortável falar de sexo.

  48. 14

    Também Guardas Caixas Inúteis?

    Tens caixas, sacos e outros objetos que não precisas mas dos quais não te consegues separar? Talvez não seja pela eventual utilidade que possam ter no futuro. Percebe melhor com este episódio.

  49. 13

    Ano Novo, Planos Novos

    Se já estabeleceste planos para janeiro que não chegaram a fevereiro, ouve este episódio para fazeres diferente em 2026.

  50. 12

    Também sentes Ansiedade no Natal?

    Se o primeiro presente que recebes na época natalícia é ansiedade e desconforto, este episódio é para ti. Nem todas as pessoas vivenciam o Natal de forma leve e feliz e é importante contextualizar e normalizar essa questão. Explico-te porquê e dou-te algumas dicas para minimizar esse sofrimento natalício.

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