PODCAST · society
Cantinho da Psicóloga: áudios dos nossos Blogposts
by Cantinho da Psicóloga
Os áudios dos conteúdos são gerados por IA - Inteligência Artificial a partir das centenas de textos e artigos elaborados por psicólogos.
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Culto Doméstico #1532
O Pr. Manoel Antonio Ribeiro, da ADECIN, traz uma reflexão baseada em Filipenses 4:19. A Palavra nos assegura que Deus suprirá todas as nossas necessidades segundo as Suas riquezas em glória, por meio de Cristo Jesus. Essa promessa nos fortalece a confiar na provisão do Senhor, mesmo diante das dificuldades. Quando colocamos nossa esperança em Deus, temos a certeza de que Ele cuida de cada detalhe da nossa vida. Curta e compartilhe este podcast.
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Culto Doméstico #1527
A Pra. Graça Lopes, da ADVEC Penha, traz uma reflexão baseada em 2 Coríntios 5:17–21. A Palavra nos ensina que, em Cristo, somos novas criaturas; as coisas antigas passaram e tudo se fez novo. Deus nos reconciliou consigo mesmo por meio de Jesus e nos confiou o ministério da reconciliação. Essa passagem nos lembra que fomos transformados pela graça e chamados a refletir o amor de Cristo ao mundo. Curta e compartilhe este podcast.
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2656 – The Yetzer Hora Seeks to Frighten, but Trust in Divine Providence – היצר הרע מבקש להפחיד, אך בטחון בהשגחה פרטית
The Rebbe writes that fear is the counsel of the Yetzer Hora, and one must remember that everything is under Divine Providence. He encourages strong trust in Hashem, advises checking mezuzos and tefillin, and blesses for an easy and proper pregnancy and birth. https://www.torahrecordings.com/rebbe/igroskodesh/009/009/2656
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Transtorno de Ansiedade Generalizada: o que é, sintomas, causas e tratamentos [TIPOS DE ANSIEDADE] O que é o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)? Quais são os sintomas do TAG? Qual é a diferença entre a ansiedade comum e o Transtorno de Ansiedade Generalizada? Quais são as causas do Transtorno de Ansiedade Generalizada? Como tratar a ansiedade generalizada? Acompanhamento psicológico Uso de medicamentos Prática de técnicas de relaxamento Prática de hobbies de forma regular Adoção de um estilo de vida saudável
Você sabia que existem diferentes tipos de ansiedade? Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT), Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), agorafobia, síndrome do pânico, Transtorno de Ansiedade Social (TAS) e Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). Conhecer essa variedade de condições é importante para conseguir identificar quando você ou uma pessoa próxima e querida está passando pelo problema. Em nosso blog, contamos com uma série que aborda todos esses tipos para que você possa conhecê-los melhor, sendo que no post de hoje falaremos sobre a TAG. Por isso, continue acompanhando para saber mais a respeito do assunto, como causas, sintomas e tratamentos. Boa leitura! O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é uma condição marcada pela ansiedade e preocupação excessivas com os eventos da vida cotidiana, interferindo significativamente na realização de atividades simples e na qualidade de vida da pessoa. Vale dizer que a ansiedade é uma reação normal do corpo a situações novas, ou seja, todo mundo passará por ela em alguns momentos. No entanto, no caso do TAG, a intensidade, duração e frequência da apreensão é totalmente desproporcional à realidade. E é neste ponto em que reside o problema! Além da ansiedade e preocupação excessivas, o TAG apresenta os seguintes sintomas: Irritabilidade intensa; Dificuldade de concentração e de memorização (inclusive de nomes de pessoas e informações simples); Tensão muscular; Sensação de cansaço mental e/ou físico; Alterações no sono (insônia ou sonolência excessiva); Tendência a imaginar coisas ruins e negativas; Batimentos cardíacos acelerados; Pensamentos desconexos e acelerados; Interrupção involuntária de outras pessoas durante um diálogo. O foco da preocupação de quem sofre com o Transtorno de Ansiedade Generalizada pode mudar conforme a situação ou de forma súbita. Aqui, o indivíduo sempre tem algo em mente que o deixa preocupado e sofre mesmo antes de alguma coisa acontecer. Basicamente, a diferença entre a ansiedade comum e a ansiedade generalizada está no fator causador do problema, na intensidade e duração dos sintomas, além da forma como esses interferem na vida do indivíduo. Assim, a ansiedade comum, que não é patológica, aparece em momentos pontuais, como o período que antecede um grande acontecimento. Mas quando a situação tão aguardada passa, a ansiedade também vai embora. Já na ansiedade generalizada, a preocupação, apreensão e todos os outros sintomas são constantes, independentemente se há um acontecimento importante ou não. Esses sinais interferem de maneira significativa no funcionamento do indivíduo, diminuem seu prazer em fazer certas atividades e atrapalham suas relações. Portanto, a ansiedade patológica provoca uma angústia constante. O surgimento da ansiedade generalizada é multifatorial, isto é, ele pode ter diversas causas e, às vezes, pode até mesmo surgir de uma combinação desses. Nesse sentido, os principais fatores são: Genética: pessoas que possuem familiares – especialmente de primeiro grau – com transtornos de ansiedade ou depressão apresentam uma maior predisposição. Alterações bioquímicas: ansiedade e depressão podem surgir do desequilíbrio químico cerebral de alguns neurotransmissores, como serotonina e noradrenalina. Ambiente: o ambiente em que se foi criado e se está inserido na vida adulta também pode contribuir para o surgimento da TAG, especialmente se for um meio de constante estresse ou pressão. Vivências: eventos traumáticos, perdas significativas, superproteção parental, entre outras situações podem contribuir para o problema. Traços de personalidade: indivíduos mais predispostos à inibição comportamental e tendência ao perfeccionismo são mais vulneráveis ao TAG. Se você sofre com o excesso de ansiedade e tem percebido que ela interfere na sua rotina, então é necessário procurar um psicólogo ou psiquiatra para fazer um diagnóstico. Quanto antes ele for realizado, mais rápido você consegue recobrar a sua qualidade de vida. O tratamento e...
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Como prevenir a Síndrome de Burnout: 7 dicas! O que é a Síndrome de Burnout? Quais são os principais sintomas da Síndrome de Burnout? Físicos Psicológicos e comportamentais 7 dicas para prevenir a Síndrome de Burnout 1. Identifique os gatilhos que causam estresse 2. Defina quais são suas prioridades 3. Aprenda a dizer "não" 4. Pratique uma atividade física 5. Seja franco com o gestor da sua empresa 6. Tenha uma rede de apoio 7. Esteja sempre atento aos sinais
O Brasil enfrenta uma epidemia de Burnout – e isso não é um exagero. Segundo dados do Ministério da Previdência Social, divulgados pelo portal de notícias G1, os afastamentos por essa síndrome cresceram 823% no país em apenas quatro anos! Isso indica que a sociedade está cada vez mais doente, sobretudo no que se refere ao esgotamento mental e físico provocado pelo acúmulo de tarefas e responsabilidades. Diante desse cenário, o mais comum é pensarmos em formas de tratamento, como terapia e medicamentos. Entretanto, o melhor caminho é sempre o da prevenção, com mudanças pontuais na rotina e na forma de se relacionar com o trabalho. Pensando nisso, preparamos este post com algumas dicas úteis para que você não entre na estatística e consiga evitar o aparecimento da síndrome de Burnout na sua vida. Confira! A Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é o nome dado ao esgotamento psicológico, físico e emocional decorrente do estresse prolongado. Ela está associada ao excesso de trabalho e à exposição a situações desgastantes no ambiente corporativo e apresenta tanto sintomas psicológicos quanto físicos, sendo os principais o estresse e a exaustão extrema. Em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a considerar essa condição como uma doença ocupacional. Já em 2022, ela foi incluída na 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Como mencionamos anteriormente, os sintomas do esgotamento profissional são tanto físicos quanto psicológicos. Geralmente, eles surgem de forma leve e se agravam com o passar do tempo caso não haja nenhuma mudança nos hábitos de vida do indivíduo. Dito isso, os principais sinais do Burnout são: Dor de cabeça frequente Cansaço excessivo Batimentos cardíacos acelerados Tonturas Insônia Alterações no apetite Dores musculares Problemas gastrointestinais (náusea, diarreia, gastrite, etc.) Diminuição da produtividade Dificuldades de concentração Pensamentos negativos intermitentes Sentimentos de fracasso, incompetência e insegurança Isolamento social Alterações repentinas de humor Lapsos de memória Irritabilidade e agressividade Ansiedade Reconhecer e identificar esses sintomas é indispensável para que você possa procurar ajuda profissional antes que a situação se instale e se agrave. Não é preciso esperar (e nem é recomendado que se espere) passar pela Síndrome de Burnout para rever seus hábitos. Afinal, é plenamente possível evitar que se chegue a um esgotamento crônico com pequenas mudanças no dia a dia. Lembre-se de que o cuidado com a saúde de forma geral começa pela prevenção. Portanto, confira dicas de como preservar a sua saúde mental e não passar pelo Burnout: Quando o assunto é a prevenção de condições de saúde mental, como a Síndrome de Burnout, o primeiro passo é trabalhar o autoconhecimento, especialmente para identificar situações que agem como um gatilho para o seu estresse. Sendo assim, comece a perceber e a identificar pessoas, situações e/ou objetos que despertam emoções e sentimentos negativos no seu ambiente de trabalho. A partir disso, torna-se possível criar estratégias de inteligência emocional para evitar esses gatilhos e/ou impedir que eles te causem algum tipo de mal-estar. Não ter claro quais são as prioridades da sua vida (pessoal, profissional e social) pode fazer com que você se comprometa com o trabalho de forma excessiva, prejudicando a sua saúde mental. Portanto, tire um tempo para listar tudo aquilo que é tão ou mais importante quanto o trabalho para você, como os momentos de lazer, a companhia dos amigos e familiares, etc. Quando você coloca tudo isso em um papel, é possível visualizar com mais clareza e, consequentemente, definir limites em relação ao seu trabalho para evitar que as atividades laborais suguem o tempo das outras. Seguindo nessa ideia de definir limites, também é indispensável aprender a dizer "não" – não só no trabalho, mas em todos os âmbitos da sua vida. Sim, além de libertador, essa prática te ajuda a preservar...
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Estou com Burnout? Descubra! O que é Burnout? Quais são as causas da Síndrome de Burnout? 9 sinais de que você pode estar com Burnout 1. Exaustão constante 2. Desânimo para realizar as atividades laborais 3. Problemas de cognição 4. Sentimento de fracasso 5. Dificuldade para dormir ou se manter no sono 6. Redução da criatividade 7. Aparecimento frequente de doenças 8. Irritabilidade 9. Ansiedade constante
A forma como estamos nos relacionando com o trabalho não tem sido nada saudável. Não por acaso, 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com a Síndrome de Burnout, segundo dados da Associação Nacional de Medicina do Trabalho. A situação é tão grave por aqui que o Brasil é o segundo país com mais casos diagnosticados no mundo. Diante desse cenário, parar e se perguntar "Estou com Burnout?" tem sido a realidade diária de muitos brasileiros que se sentem sobrecarregados, mas não têm a certeza se o que sentem é apenas um cansaço passageiro ou se já alcançaram um estágio mais avançado. Contudo, reconhecer essa condição é essencial para procurar ajuda psicológica e psiquiátrica o quanto antes para evitar o seu agravamento. Por isso, preparamos este artigo com os 9 principais sintomas do Burnout para que você consiga identificá-los o quanto antes. Confira! O Burnout é uma condição desenvolvida pelo estresse crônico desencadeado no ambiente de trabalho. Assim, também chamada de Síndrome do Esgotamento Profissional, ela é caracterizada pela exaustão física e mental intensa. Vale dizer que a Síndrome de Burnout é reconhecida como doença ocupacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e foi incluída na nova Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Geralmente, a Síndrome de Burnout é desencadeada pela junção de dois ou mais fatores, os quais estão elencados abaixo: Ambiente de trabalho tóxico Liderança inadequada Problemas nas relações com os colegas de trabalho Carga de trabalho e/ou demanda excessiva Incapacidade do indivíduo em gerenciar de forma eficaz o seu tempo Falta de reconhecimento profissional Portanto, esses pontos podem, inclusive, funcionar como sinal de alerta para o surgimento ou existência da condição. A partir de agora, você vai conhecer os principais sinais que podem indicar a presença do Burnout. É claro que o diagnóstico assertivo e definitivo só deve ser dado por um especialista na área, como psicólogo ou psiquiatra, uma vez que os sintomas podem ser referentes a outras condições. Entretanto, conhecer os principais sinais te ajuda a procurar um acompanhamento especializado o quanto antes para evitar que a situação se prolongue e até mesmo se agrave. Portanto, confira a seguir: Sem dúvidas, a exaustão constante e limitante, muitas vezes sem uma causa específica, é um dos principais sinais da Síndrome de Burnout. Nela, o profissional sente um cansaço extremo mesmo quando não realiza um esforço físico ou mental no dia. Assim, sempre há uma necessidade de fazer um intervalo ou tirar um cochilo para recuperar as energias, por exemplo. Portanto, essa exaustão acompanha o indivíduo em seu dia a dia onde quer que ele vá. O desânimo para concluir as demandas profissionais e até mesmo interagir com os colegas de trabalho também se configura como um sinal de Burnout. Nesse caso, o profissional esgotado faz as suas tarefas por obrigação, o que pode, inclusive, desencadear em erros ou na entrega de um trabalho de baixa qualidade. Vale dizer que, mesmo quando o indivíduo quer trabalhar, dificilmente ele consegue encontrar vontade para isso, afetando a sua relação com a própria profissão. O Burnout também interfere nas funções cognitivas de uma pessoa. Desse modo, as dificuldades de se lembrar das coisas, de se manter concentrado, de reter informações e de aprender coisas novas se tornam cada vez mais frequentes. Além de deixar o profissional frustrado, essas questões também podem interferir no seu rendimento no trabalho, na sua relação com os colegas e na sua autoestima. Ou seja, ela pode desencadear muitos outros problemas. Como mencionado anteriormente, a autoestima do profissional com esgotamento decai drasticamente. Ainda que não tenha recebido críticas sobre o seu desempenho, ele começa a pensar que é um fracasso e que não leva jeito para a sua profissão. Além disso, outros pensamentos negativos também começam a surgir, como acreditar que deve ser demitido ou que suas habilidades são precárias. Tudo isso, obvia...
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Culto Doméstico #1513
O Pr. Marcos Vinícius, da Arena ILAN, traz uma reflexão baseada em Isaías 43:13. O Senhor declara que ninguém pode impedir a Sua ação nem desfazer aquilo que Ele determinou. Essa palavra revela o poder soberano de Deus, que continua agindo acima das circunstâncias e limitações humanas. Quando confiamos no Senhor, entendemos que Sua vontade permanece firme para sempre. Curta e compartilhe este podcast.
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Qual é o melhor horário para fazer terapia?
Reconhecer a necessidade da terapia para a vida é o primeiro passo para o amadurecimento emocional e o cuidado com a saúde mental. No entanto, nesse primeiro momento, podem surgir muitas dúvidas, como qual é o melhor horário para fazer terapia. Sim, muitas pessoas se perguntam se há um horário mais adequado para essa prática, pensando tanto no melhor aproveitamento das sessões quanto na maior disponibilidade dos psicólogos. Por isso, para solucionar esta dúvida, preparamos este post. Continue a leitura para descobrir qual é o melhor horário para fazer terapia e aprender a reconhecer os sinais de que é hora de cuidar da sua saúde mental. Boa leitura! Existe um melhor horário para fazer terapia? De forma geral, o melhor horário para fazer terapia é aquele que se adequa bem à sua rotina e também ao período em que você está mais disposto a se abrir (afinal, é importante estar confortável para expor as emoções) – e isso funciona para cada pessoa de um jeito. O que diz a ciência? Cientificamente falando, há uma comprovação de que se consultar pela manhã traz mais benefícios, especialmente no caso de pacientes que apresentam ansiedade e fobias. Sim, de acordo com a pesquisa da Southern Methodist University, no período matutino as pessoas estão com os níveis de cortisol (hormônio do estresse) mais altos, o que favorece a aprendizagem e ajuda os pacientes a lidarem melhor com seus medos. Para chegar a esses resultados, foi aplicado um teste a pacientes com sintomas de pânico que revelou uma melhora quase 30% maior entre os indivíduos após uma sessão pela manhã do que uma consulta à tarde. Nessa mesma linha, o período matutino, especialmente entre 8h e 10h, é o preferido para fazer terapia entre os usuários (35%) que responderam a uma pesquisa divulgada pelo site Terra. Já o fim do dia, preferencialmente às 18h, isto é, após o expediente, configura-se como a preferência entre 9,5% dos entrevistados. Isso significa que preciso fazer terapia de manhã? De forma alguma! Apesar das pesquisas, é necessário considerar a sua própria individualidade e preferências e também o fato de que todos os períodos possuem suas vantagens. Assim, as consultas matinais são uma excelente alternativa para quem deseja desabafar antes de iniciar a jornada de trabalho como forma de começar o dia mais leve e focado para, assim, lidar com as tarefas pessoais e profissionais com mais resiliência e serenidade. Já as consultas noturnas trazem como benefícios o relaxamento após uma rotina exaustiva e a oportunidade de desabafar sobre conflitos que realmente aconteceram naquele dia. O período da tarde, por sua vez, não costuma ser selecionado pela maioria das pessoas em razão do trabalho. Entretanto, para quem tem essa oportunidade, ele também pode funcionar muito bem, especialmente no que se refere à disponibilidade do profissional. O que considerar na hora de definir o melhor horário para fazer terapia? Como mencionado, todos os períodos (manhã, tarde e noite) possuem suas vantagens quando o assunto é manter o autocuidado por meio da terapia. Nesse sentido, o melhor horário é individual e a sua escolha deve levar em consideração alguns pontos, como: Disponibilidade do profissional escolhido por você; Momento livre na rotina para se dedicar às sessões sem preocupação com as outras demandas; Trânsito (no caso de consultas presenciais); Disponibilidade de um espaço seguro, com privacidade e que você se sinta confortável (no caso de consultas online); Se você terá um momento após as sessões para refletir, pois é normal sair delas mais introspectivo e reflexivo. Portanto, considere esses pontos para escolher um horário que realmente faça sentido para você e para os resultados que você deseja obter com a terapia. 4 sinais de que é hora de começar a psicoterapia Mais do que saber qual é o melhor horário para fazer terapia, é necessário reconhecer o momento de buscar ajuda. Isto é, estar atento a alguns sinais que podem indicar a necessidade de uma atenção especial com a s...
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Como o inconsciente afeta nossas escolhas diárias?
Você sabia que mais de 90% das nossas escolhas diárias acontecem inconscientemente? Sim, segundo estudos, tomamos decisões no dia a dia sem que nem percebamos, como deixar de ir em algum lugar por causa da "intuição" ou realizar uma compra por compulsão. Pode parecer simples, mas essas pequenas escolhas podem ter ocorrido por um medo de algo ocorrer devido a alguma experiência negativa vivenciada (no caso da intuição) ou por uma frustração (no caso da compra) que você nem se deu conta, mas pode influenciar suas emoções, pensamentos e comportamentos. Nesse sentido, quando você compreende melhor a sua mente e o seu inconsciente, você pode ressignificar questões e conflitos internos e modificar sua relação com o mundo e as coisas ao redor, tornando-a mais saudável. Portanto, continue neste post conosco para se aprofundar nesse assunto e entender como a psicologia, especialmente a psicanálise, pode te ajudar nesse processo de compreensão e autoconhecimento. Boa leitura! O que é o inconsciente? Basicamente, o inconsciente é uma parte da nossa mente que armazena pensamentos, memórias e desejos dos quais não estamos cientes. Enquanto isso, o consciente é a parte da mente que lida com a realidade imediata e processos racionais. Assim, na psicologia, o inconsciente possui um importante papel de desvendar aquilo que está escondido no cérebro, como traumas e experiências negativas, e que moldam a forma como nos comportamos, sentimos e pensamos. Vale dizer que o inconsciente pode ser individual ou coletivo. O primeiro refere-se a elementos internos, como pensamentos, sentimentos, sonhos, desejos reprimidos e conflitos internos. Já o inconsciente coletivo diz do compartilhamento social de significados por meio de imagens, mitos e símbolos da nossa cultura. Como o inconsciente afeta a nossa vida diária? Como já mencionamos, o inconsciente afeta nossos comportamentos, pensamentos, sentimentos e, portanto, escolhas diárias sem que nos demos conta. Na prática, ele pode impactar negativamente nosso dia a dia das seguintes formas: Comportamentos compulsivos Comportamentos compulsivos pontuais – como a alimentação por compulsão em um período de ansiedade – ou transtornos que envolvam essa questão – como o TOC – podem surgir como mecanismos de defesas de alguma situação trazida pelo inconsciente. Autossabotagem Em razão das crenças negativas que temos sobre nós e sobre nossa condição dentro da sociedade, podemos nos autossabotar, seja com uma baixa autoestima e autoconfiança, procrastinando ou se anulando e se omitindo em diferentes cenários. Padrões de comportamentos repetitivos Mesmo quando conscientemente desejamos mudar, os desejos reprimidos e as crenças podem nos fazer repetir padrões de comportamento prejudiciais, como vícios e o envolvimento em relações doentias e tóxicas. Escolhas irracionais Inconscientemente também tendemos a tomar diversas decisões – das mais simples às mais complexas – de forma irracional e arbitrária, sem que estejam verdadeiramente alinhadas com os nossos objetivos, e que podem desencadear problemas sérios no futuro. Reações emocionais desproporcionais Sentir emoções inexplicáveis e desproporcionais para dada situação e sem o entendimento de sua origem, como ansiedade, angústia e raiva, pode também ser fruto de eventos que ativaram traumas inconscientes. Como acessar o inconsciente por meio da psicanálise? Trazer o conteúdo do inconsciente para a consciência é importante não apenas para tomar decisões mais conscientes como aliviar o sofrimento psicológico. Nesse sentido, a abordagem da psicologia mais indicada é a psicanálise. Desenvolvida pelo neurologista Sigmund Freud, ela é um método utilizado para acessar o local onde estão armazenadas memórias inconscientes e, assim, tratá-las para erradicar os conflitos emocionais que não conseguem ter sua origem percebida pelo indivíduo. Para isso, o psicanalista pode se utilizar de algumas técnicas específicas, como: Análise dos sonhos A psicanálise entende – a partir de...
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Maturidade profissional: o que é e como alcançá-la? O que é maturidade profissional? Quais as características de um profissional maduro? 7 dicas para alcançar a maturidade profissional 1. Trabalhe o autoconhecimento 2. Faça autoavaliações estratégicas 3. Conheça seus objetivos 4. Defina metas específicas 5. Saiba receber e dar feedbacks 6. Seja fiel aos seus valores 7. Busque atualização constante
Quando falamos sobre a maturidade profissional, não estamos nos referindo ao tempo de carreira, idade ou posição hierárquica que se ocupa em uma empresa. Sim, apesar de a experiência contribuir enormemente para o processo de amadurecimento, esse tem mais a ver com o que foi aprendido e absorvido nessas vivências profissionais e como essas contribuíram para o desenvolvimento e evolução do indivíduo. Nesse cenário, obter a maturidade é importante para que se tenha diversas habilidades socioemocionais importantes para si próprio e para as empresas, como segurança, empatia, proatividade, boa comunicação e trabalho em equipe. Por isso, neste artigo, trouxemos as principais práticas que você pode (e deve) adotar se pretende amadurecer na sua carreira. Confira! A maturidade profissional é definida como um estágio de evolução em que o indivíduo consegue desenvolver as habilidades e competências necessárias para alcançar o sucesso em sua carreira. Além disso, o amadurecimento inclui: A contribuição de forma harmoniosa com a equipe; A apresentação de solução para conflitos com destreza; A tranquilidade e o equilíbrio emocional para passar por adversidades. Portanto, um profissional maduro é aquele que conseguiu utilizar todo o seu conhecimento e sua bagagem para se tornar alguém mais bem preparado, capacitado e estável. Um profissional maduro é aquele que confia em suas habilidades e competências, mas que, ao mesmo tempo, se propõe a continuar aprendendo e se desenvolvendo continuamente. Além disso, ela apresenta comumente as seguintes características: 1. Tem boa ética de trabalho; 2. Consegue trabalhar bem em equipe; 3. É flexível e adaptável às mudanças; 4. Consegue gerenciar bem o seu tempo e as suas prioridades; 5. Toma decisões de forma clara e racional; 6. É empático aos outros; 7. Aceita receber críticas e reconhece suas limitações; 8. Consegue lidar bem com o estresse e as pressões de trabalho; 9. É comprometido com os seus objetivos profissionais e sabe aonde quer chegar. Ou seja, é um indivíduo que desenvolveu o autoconhecimento e a inteligência emocional, habilidades importantes para si e para a sua atuação. Sabendo o que é maturidade profissional, provavelmente você deve estar interessado em alcançá-la, não é mesmo? Afinal, ela pode trazer benefícios para a sua vida pessoal e profissional. Assim, para te ajudar nesse processo, listamos algumas listas práticas. Confira: O autoconhecimento é a prática de autoconhecer-se, compreendendo quais são os seus: Valores Inseguranças Sonhos Competências Propósito de vida Crenças Traços de personalidade Pontos fortes e fracos Esse é um processo longo, que leva praticamente a vida toda, uma vez que estamos em constante mudança, não é mesmo? Mas é preciso persistir e insistir, pois, apenas assim, será possível modificar padrões de pensamento e comportamento disfuncionais e aprimorar suas virtudes e habilidades positivas. A partir do autoconhecimento, você tem a oportunidade de refletir sistematicamente sobre seus pontos fracos e fortes – um passo importante para quem busca crescimento profissional. Nesse sentido, ferramentas como a análise SWOT (Forças, Oportunidades, Fraquezas, Ameaças) auxiliam nesse processo ao organizar informações sobre habilidades, limitações, oportunidades e riscos. Assim, com base nesse diagnóstico, o profissional consegue traçar estratégias mais eficientes para potencializar seus talentos e minimizar as suas fraquezas. Construir uma trajetória profissional consistente exige definir com clareza aonde se deseja chegar. Do contrário, você corre o risco de tomar decisões erradas, aceitar oportunidades desalinhadas e se afastar de seus interesses. Nesse sentido, o autoconhecimento profissional – que mencionamos anteriormente – alinha os objetivos às competências, afinidades e expectativas individuais. Portanto, antes de iniciar qualquer jornada, reflita sobre o que você realmente deseja alcançar e quais caminhos fazem sentido seguir para isso. Um importante passo pa...
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7 benefícios da psicoterapia online na sua vida
Popularizada em 2020, a psicoterapia online se consagrou como uma das preferências dos brasileiros quando o assunto é o cuidado com a saúde mental. Afinal de contas, ela confere praticidade, comodidade e conforto enquanto se cuida da mente e das emoções. Entretanto, muitas pessoas ainda possuem dúvidas sobre a sua eficiência, funcionamento, credibilidade e regulamentação. Afinal, será que a psicoterapia online é legal? Será que terá os mesmos resultados da presencial? As respostas para essas e muitas outras dúvidas você encontra neste artigo. Continue a leitura para saber tudo sobre o assunto! Como a psicoterapia online funciona? A psicoterapia online – e suas sessões – é praticamente idêntica à terapia presencial, com os mesmos conteúdos, objetivos e abordagens. A principal (e única) diferença é a distância entre paciente e psicólogo que, fisicamente, não se encontram no mesmo espaço. Assim, as sessões online possuem a mesma duração das sessões presenciais: cerca de 45 a 60 minutos. Ademais, a primeira consulta em ambas modalidades costuma ser voltada para a apresentação do psicólogo, explicação da abordagem e anamnese do paciente. Nas demais sessões, paciente e psicólogo dialogam de forma com que aquele possa se abrir sobre as questões que o afligem e incomodam. Exercícios também são passados para serem praticados tanto durante a consulta quanto como "dever de casa". Convém mencionar que o paciente que opta pela modalidade online pode receber o atendimento em qualquer dispositivo da sua escolha (celular, tablet ou computador). É recomendado que ele esteja em um espaço confortável, silencioso e sigiloso, a fim de que consiga expressar suas emoções ao psicólogo sem grandes receios. Um ponto importante é que o atendimento online pode ser feito tanto individualmente quanto em grupo ou em casal, independentemente da idade dos pacientes. A terapia online é regulamentada? Sim, em 2018, o Conselho Federal de Psicologia ampliou as possibilidades de terapia online que antes eram limitadas e restritas a apenas alguns atendimentos. Em 2020, com a chegada da pandemia de Covid-19, houve uma flexibilização na atuação de forma remota, a fim de possibilitar o acompanhamento psicológico mesmo com o isolamento social. Já em 2024, com o fim da crise sanitária, uma nova resolução revogou as anteriores e consolidou de vez o exercício profissional da Psicologia mediado por Tecnologias Digitais de Informação e da Comunicação (TDICs), desde que respeitados os códigos de ética e sigilo. Portanto, você pode realizar suas sessões de terapia de forma online sem medo! Quais são os benefícios da psicoterapia online? 7 motivos para fazer Se você tem interesse na terapia online, deve estar se perguntando quais são, de fato, as vantagens de se consultar nesta modalidade, não é mesmo? Por isso, a seguir, trouxemos alguns benefícios da psicoterapia online para que não fiquem mais dúvidas sobre os seus benefícios: 1. Maior comodidade Sem dúvidas, a comodidade é um dos principais benefícios da psicoterapia online. Afinal, você não precisa sair da sua casa para fazer o atendimento e pode selecionar um ambiente com o qual já possui familiaridade para fazer as sessões (como o seu quarto). Isso evita o estresse do trânsito e ainda possibilita que você retorne aos seus afazeres rapidamente após a consulta, uma vez que não precisa se deslocar. Sem falar que não é necessário pausar as consultas durante uma viagem, por exemplo. Convém mencionar que crianças e adolescentes também se beneficiam enormemente da psicoterapia online quando os pais não têm tempo para levá-las ao consultório. 2. Flexibilidade nos horários Outra vantagem é o fato de os horários de atendimento serem mais flexíveis tanto para o psicólogo quanto para o paciente, uma vez que podem ocorrer fora do horário comercial. Isso significa ter mais opções de horários após o encerramento do trabalho ou, ainda, se consultar bem cedo pela manhã, antes mesmo de iniciar a lida do dia Além disso, agendar uma con...
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Transtorno Misto de Ansiedade e Depressão: o que é, sintomas e como diagnosticar O que é o Transtorno Misto de Ansiedade e Depressão? Sintomas do Transtorno Misto Quais são as causas dessa condição? Histórico familiar Situações traumáticas Estresse crônico Estilo de vida Desequilíbrio químico cerebral Como é realizado o diagnóstico do Transtorno Misto de Ansiedade e Depressão? Como tratar o Transtorno Misto de Ansiedade e Depressão? Medicamentos Psicoterapia Grupos de apoio Mudanças no estilo de vida
Como o próprio nome indica, o Transtorno Misto de Ansiedade e Depressão é uma condição em que os sintomas ansiosos e depressivos ocorrem ao mesmo tempo, de modo que podem variar na intensidade e no período de duração em cada pessoa. Uma vez que os sintomas da depressão e ansiedade se fazem presentes simultaneamente, os profissionais podem ter uma maior dificuldade de diagnóstico preciso, seja de transtorno de ansiedade ou depressão, por isso o transtorno passa a ser considerado misto. Continue a leitura para compreender melhor o assunto, saber como identificar os sintomas e quais as formas de diagnosticar esta condição! O Transtorno Misto de Ansiedade e Depressão é um quadro de saúde psicológica que surge quando o paciente experimenta os sintomas destas duas condições, sem que haja, no entanto, um diagnóstico específico do transtorno de ansiedade ou de depressão. Isto acontece porque não há predominância evidente dos sintomas ansiosos ou depressivos, pois ocorrem no mesmo momento e possuem intensidade semelhante. Como visto, a denominação do Transtorno Misto de Ansiedade e Depressão é aplicada quando os sintomas das duas condições estão presentes em uma pessoa, mas nenhum se sobressai ao outro para concretizar o diagnóstico de modo isolado. Por isso, é importante reconhecer quais são os sintomas do transtorno misto. Dentre os mais comuns, estão os seguintes: Tristeza persistente, podendo durar semanas ou meses; Preocupações em excesso, especialmente com situações que ainda nem ocorreram; Desejo de ficar só ou isolamento social; Alterações no sono (excesso ou insônia); Esgotamento mental e físico; Irritabilidade e impaciência sem causa aparente; Desânimo e falta de disposição para qualquer atividade, mesmo as mais simples; Dificuldades de concentração; Baixa autoestima; Sensação de tristeza constante; Ataques ou crises de pânico; Medo e pessimismo; Desinteresse em atividades que antes eram prazerosas. É fundamental observar a presença desses sintomas e o quanto antes buscar ajuda profissional. As causas do Transtorno Misto de Ansiedade e Depressão decorrem da mesma maneira que acontecem os sintomas dessa condição, ou seja, são provenientes da junção dos aspectos ansiosos e depressivos. No geral, as causas mais propensas ao surgimento dessa condição incluem: Casos em que outros familiares tenham histórico de transtornos de ansiedade e depressão frequentemente podem contribuir para o surgimento do transtorno misto devido à genética e à hereditariedade. A vivência anterior de eventos traumáticos como casos de abusos, perdas significativas, experiências de negligência de pais ou responsáveis também são situações capazes de desencadear o transtorno misto. Passar por episódios prolongados e intensos de estresse, seja na vida pessoal ou profissional, é uma circunstância propensa ao desenvolvimento do transtorno misto de ansiedade e depressão. O abuso de substâncias químicas como álcool ou drogas pode não apenas desencadear, mas também agravar o transtorno misto. Ademais, a convivência em situações precárias como de pobreza ou instabilidade familiar igualmente são causas da condição. Outra causa do Transtorno Misto de Ansiedade e Depressão está relacionada ao desequilíbrio de substâncias como a dopamina, serotonina ou noradrenalina, o que pode ocorrer devido à quantidade destas ou ao seu mau funcionamento no organismo do paciente. Além dos fatores citados acima, alterações significativas na vida, como mudança de casa, de emprego ou até a perda de uma pessoa querida igualmente podem provocar o transtorno misto. O diagnóstico do Transtorno Misto de Ansiedade e Depressão é realizado por profissional especializado, como psicólogo ou psiquiatra, mediante avaliação clínica detalhada. O especialista analisa sintomas, frequência, duração e os impactos causados na rotina do paciente. É comum que no próprio diagnóstico haja a diferenciação dos sintomas, pois a ansiedade costuma se manifestar com preocupação excessiva, medo, inquietação, irrit...
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Como aprender a dizer "não": 8 dicas eficazes
A dificuldade em dizer "não" está presente em boa parte dos brasileiros, e isso não acontece por acaso. Culturalmente falando, somos um povo extrovertido e amigo, que gosta de agradar o próximo, o que faz com que a falta de limites nas relações sociais seja naturalizada. Acontece que, apesar de ser uma "característica" nossa, essa é uma conduta que deve ser observada com cautela e tratada com bastante cuidado, uma vez que pode prejudicar a nossa saúde mental e o nosso bem-estar, principalmente em pessoas que possuem uma personalidade ainda mais propensa para essa questão. Por isso, neste artigo, vamos falar um pouco sobre a necessidade de aprender a dizer "não" e os caminhos mais fáceis – ou menos difíceis – para você alcançar esse feito. Confira! Por que temos dificuldades em dizer "não"? Como dissemos no início, dizer "não" para nós, brasileiros, é difícil porque temos o hábito de agradar os outros constantemente e nunca os decepcionar. Fomos criados para isso. Além disso, o "não" costuma estar associado erroneamente a uma ideia de falta de educação. Ou seja, somos ensinados desde cedo pelos nossos pais que precisamos ser tolhidos para não passar a imagem de mal-educado ou egoísta. Mas não é só! A depender da personalidade e da necessidade pessoal, alguns indivíduos temem sofrer alguma retaliação com o "não", como o medo de negar um pedido ao chefe e ser demitido ou de se recusar a fazer algo para o cônjuge e sofrer com a separação. Portanto, a dificuldade em dizer "não" está muito relacionada a questões culturais, à falta de autoconhecimento e de reconhecimento dos nossos valores e prioridades. Mas por que aprender a impor esse limite é importante? Basicamente, quando você diz "sim", mas querendo dizer "não", você está prejudicando a sua saúde mental e emocional em diferentes estágios: Há um desrespeito com os próprios limites, o que aumenta as chances de se ferir emocionalmente. Pode haver uma redução da autoestima, além da fragilidade do ego e da incapacidade de reconhecer os próprios desejos e gostos. Há o risco também de se sentir sobrecarregado, ansioso e estressado. Portanto, se você é uma pessoa que diz "sim", mas querendo dizer "não" com uma certa frequência, é hora de repensar as suas atitudes e seguir as nossas dicas a seguir. 8 formas de como dizer "não" e naturalizar essa prática na sua vida Entendendo o "não" como uma forma de se respeitar e cuidar da sua saúde mental, confira algumas dicas que vão te ajudar a tornar essa prática algo "normal" na sua vida: 1. Identifique quais são suas prioridades e limites Em um papel, identifique e estabeleça suas prioridades e seus limites. Isso significa definir o que é importante na sua vida – pessoal, profissional e social – e até onde você está disposto a ir para alcançar as suas metas e objetivos. Não estamos dizendo que você deve deixar o senso de coletividade de lado e se tornar uma pessoa egoísta. Não é isso! Significa que você deve colocar a si mesmo e as suas vontades em primeiro lugar para não fazer algo que ultrapasse os seus limites físicos e emocionais. 2. Não busque justificativas Entenda que você não precisa (e não deve) inventar desculpas para justificar o seu "não". Se você não pode, não consegue ou não quer realizar algo, seja sincero, honesto e direto, uma vez que você não precisa se justificar para ninguém. Por exemplo: se o seu chefe lhe pedir para ficar mais tempo no serviço e você não desejar, apenas negue. Não precisa inventar compromissos que não existem apenas para ter uma boa justificativa. Mas por quê? Bem, apesar de isso ser ruim para você internamente, essa situação pode causar um conflito futuro caso seja descoberto que você mentiu. A verdade sempre é o melhor caminho, lembre-se disso! 3. Peça um tempo para pensar Como toda mudança interna demanda tempo, caso você não consiga dizer "não" nas primeiras tentativas, o ideal é pedir um tempo para pensar, entender se realmente há algum desejo em realizar determinada tarefa e se isso faz sentido ...
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Como o atendimento psicológico nas empresas reduz o absenteísmo? Qual é a relação entre saúde mental e absenteísmo? O que diz a legislação sobre a saúde mental nas empresas? Afinal, como o atendimento psicológico nas empresas pode reduzir o absenteísmo? Como montar um suporte psicológico na empresa para reduzir o absenteísmo? 1. Melhore as condições do ambiente de trabalho 2. Incentive os momentos de descanso e pausas 3. Capacite líderes e gestores no oferecimento de auxílio psicológico 4. Invista em programas de saúde e bem-estar 5. Implemente a ginástica laboral 6. Encoraje o equilíbrio entre vida profissional e pessoal 7. Ofereça benefícios para cuidados com a saúde 8. Disponibilize atendimento psicológico
O atendimento psicológico nas empresas é um benefício essencial para a construção do bem-estar emocional dos trabalhadores, pois oferece o suporte necessário para que eles aprendam a lidar com as adversidades, inclusive na rotina laboral. E uma vez que questões de saúde como estresse, ansiedade e depressão podem interferir negativamente na produtividade do funcionário, o cuidado com a saúde mental deste torna-se um ponto que requer atenção. Por isso, neste artigo, você conhecerá a importância do atendimento psicológico para a sua equipe e como essa prática pode reduzir o absenteísmo. Continue a leitura para compreender melhor! A saúde mental está diretamente relacionada ao absenteísmo, especialmente porque um trabalhador emocionalmente estável está menos propenso a faltar ao trabalho ou chegar atrasado por questões de ordem psicológica. Nesse sentido, saiba que os impactos do desgaste psicológico são muitos, o que causa efeitos negativos que podem levar até ao afastamento do colaborador. E isso pode acontecer por questões como as seguintes: sobrecarga emocional; pressão exagerada por metas; conflitos interpessoais; desânimo e falta de perspectiva; exaustão física e mental; entre outros. Essas situações não apenas atingem negativamente a produtividade do funcionário, mas também podem desencadear condições de saúde mais graves como a ansiedade e a depressão. Os sintomas surgem gradativamente, no entanto, contar com um acompanhamento psicológico pode ajudar a equipe a tratá-los o quanto antes e, consequentemente, reduzir o absenteísmo. A legislação brasileira, por meio da Lei nº 14.831, de 27 de março de 2024, conhecida como Lei de Saúde Mental, tem o intuito de estimular as empresas a promoverem a saúde mental e o bem-estar de seus funcionários. Para tanto, a norma reconhece formalmente as empresas que cumprem certos requisitos, tais como: um ambiente organizacional saudável; práticas que tornem os funcionários mais produtivos; ações que promovam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional dos colaboradores; políticas internas voltadas ao bem-estar de cada membro da equipe; incentivo de práticas e hábitos mais saudáveis; combate a discriminação e todas as formas de assédio; entre outros. Para garantir esse bem-estar mental são necessárias algumas atitudes concretas, a exemplo de uma comunicação aberta, acolhimento e o principal: apoio psicológico aos colaboradores. Todos sabemos que preservar a saúde mental é um ato de cuidado que ajuda nas mais diversas áreas da vida, o que não seria diferente na área profissional. Sim, o cotidiano dos ambientes de trabalho envolve circunstâncias que podem levar os trabalhadores à pressão por bons resultados, cumprimento de prazos restritos e competitividade, favorecendo o surgimento de problemas psicológicos. Em razão disso, questões de estresse, falta de ânimo e ansiedade, por exemplo, podem interferir na produtividade do colaborador, que passa a entregar menos do que é capaz, inclusive se ausentando com frequência ou ficando afastado por um tempo maior. Desta forma, garantir qualidade de vida à equipe beneficiando-a com a disponibilização de atendimento psicológico é fundamental para que os trabalhadores sejam mais produtivos e para que haja redução do absenteísmo. O suporte psicológico para os funcionários de uma empresa tem a finalidade de proporcionar mais qualidade de vida, bem-estar, saúde da mente e até mesmo a promoção de uma boa relação entre os membros de uma equipe de trabalho. Esse tipo de atendimento ajuda o empregado e o próprio empregador, já que reduz os afastamentos, sendo essencial montar um suporte psicológico na empresa para isso. A seguir separamos algumas dicas que ajudarão nesse processo: Uma cultura organizacional saudável é um dos primeiros passos para que a saúde mental dos trabalhadores seja fortalecida. Práticas como o incentivo ao respeito, compreensão e comunicação clara entre os membros ajudam a lidar com a pressão da rotina laboral. Assim, ações que envol...
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O impacto da rotina rígida na criatividade e flexibilidade emocional
A rotina é, para muitos, a base da estabilidade. Ela oferece previsibilidade, segurança e a sensação de controle sobre o dia a dia. No entanto, quando a rotina se torna rígida demais — com horários inflexíveis, tarefas imutáveis e pouca abertura para mudanças — ela pode deixar de ser uma aliada e passar a limitar aspectos essenciais da saúde mental. Entre esses aspectos, dois se destacam: a criatividade e a flexibilidade emocional. A criatividade está totalmente ligada à capacidade de imaginar, de experimentar, de sair do óbvio. Já a flexibilidade emocional envolve reconhecer, adaptar-se e responder aos sentimentos de maneiras variadas e saudáveis. Ambas dependem de certo grau de abertura interna e externa. A rigidez, por outro lado, cria barreiras psicológicas que podem inibir o surgimento de novas ideias, dificultar mudanças e gerar um estado permanente de tensão. O que significa ter uma rotina rígida? Rotina rígida não é sinônimo de organização. A organização é saudável, funcional e adaptável. Já a rigidez envolve uma necessidade extrema de controle e uma resistência a qualquer desvio do planejado. Pessoas com rotinas rígidas costumam se sentir desconfortáveis — às vezes até ansiosas — quando algo foge do roteiro pré-estabelecido. Uma rotina rígida pode incluir: horários fixos e inflexíveis para todas as atividades; listas de tarefas diárias que não admitem mudanças; pouco ou nenhum espaço para descanso ou improviso; dificuldade em lidar com imprevistos; sensação de culpa quando a rotina não é cumprida exatamente como planejado; pensamentos dicotômicos ("tudo ou nada") sobre produtividade. Esse padrão pode surgir por diversas razões: traços de personalidade, ambientes familiares rígidos, demandas profissionais intensas, ansiedade ou crenças internalizadas sobre autocontrole e desempenho. Com o tempo, a rigidez deixa de ser uma estratégia funcional e passa a comprometer a saúde emocional. Como a rigidez afeta o funcionamento psicológico A relação entre rotina rígida e bem-estar emocional é direta. A mente humana precisa de uma mistura equilibrada de estrutura e liberdade para funcionar plenamente. Quando uma dessas dimensões se torna excessiva, surgem problemas. A rigidez afeta: a forma como percebemos o mundo; a forma como lidamos com emoções; a capacidade de improvisar; o espaço que temos para descansar; a relação com erros, falhas e imprevistos. Em longo prazo, a rigidez constante pode levar ao aumento da ansiedade, da irritabilidade, da exaustão e do bloqueio criativo. Criatividade: talento que vem de um estado mental Antes de entender como a rigidez interfere na criatividade, é importante compreender o que significa ser criativo. Criatividade não está restrita às artes; ela está presente na resolução de problemas, na comunicação, no trabalho e até na vida doméstica. Criatividade é a habilidade de gerar ideias novas ou conectar elementos de forma original. Esse processo exige liberdade, abertura e flexibilidade — exatamente o oposto da rigidez. A criatividade depende de liberdade interna Para que ideias criativas apareçam, o cérebro precisa de espaço. A liberdade interna envolve permitir que pensamentos fluam, experimentar diferentes caminhos e não julgar cada ideia. Rotinas rígidas deixam pouco espaço para esse fluxo espontâneo. A mente fica tão ocupada cumprindo tarefas que não sobra energia para imaginar ou explorar. A importância do ócio criativo O ócio criativo — momentos de pausa, descanso, divagação — é essencial para a inovação. Ideias criativas geralmente surgem quando estamos relaxados, e não quando estamos seguindo uma agenda apertada. A rigidez rouba esses momentos de descanso, transformando cada intervalo em ansiedade ou culpa. Como o excesso de previsibilidade bloqueia a criatividade A criatividade nasce da combinação inesperada de elementos. Se todos os dias são iguais, os estímulos se tornam repetitivos. O cérebro, acostumado a repetir padrões, deixa de explorar possibilidades novas. Uma rotina rígida ...
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Felicidade Interna Bruta (FIB): o que é e como alcançá-la? O que é a Felicidade Interna Bruta (FIB)? Qual é a importância da FIB para a população? Quais são os pilares para calcular a Felicidade Interna Bruta? 1. Bem-estar psicológico 2. Padrão de vida 3. Saúde 4. Uso do tempo 5. Educação 6. Governança 7. Vitalidade comunitária 8. Cultura 9. Meio ambiente Como desenvolver a Felicidade Interna Bruta (FIB)?
A Felicidade Interna Bruta (FIB) refere-se a um índice criado como forma de medir a felicidade e o bem-estar das pessoas. Esse indicador de desenvolvimento humano tornou-se tão relevante que foi, inclusive, ampliado para o ambiente corporativo. Esta ferramenta consegue avaliar aspectos sociais, ambientais e econômicos das comunidades com a finalidade de obter uma estimativa do quanto os indivíduos estão felizes ou não. Neste artigo, você entenderá mais sobre a Felicidade Interna Bruta (FIB), sua importância e quais os passos para alcançá-la. Boa leitura! O conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB) foi criado em um pequeno país chamado Butão, localizado no Himalaia, em 1972, pelo rei Jigme Singye Wangchuck. Por isso, o líder firmou o compromisso de formar uma economia adaptada à cultura da nação, com base em valores budistas. Com essa decisão, o rei implementou políticas públicas voltadas ao objetivo de expandir a felicidade dos habitantes, o que levou o seu reino a ser conhecido pelo índice de bem-estar da população. Como visto, em vez de medir apenas a produção econômica de um país, a FIB leva em consideração fatores sociais, ambientais e subjetivos que influenciam diretamente o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas. Foco no bem-estar coletivo: a FIB valoriza a satisfação das pessoas com suas próprias vidas e não apenas quanto à geração de riqueza. Ou seja, considera fatores que influenciam diretamente a felicidade e a qualidade de vida. Maior promoção de saúde: quando a população é mais feliz, ela tende a ter melhores condições de saúde física e mental, beneficiando sua rotina de vida pessoal e profissional, pois previne doenças e reduz o afastamento do trabalho. Informações acerca de políticas públicas: ao medir o bem-estar em dimensões como saúde, relações sociais e meio ambiente, a FIB oferece dados que permitem criar políticas públicas direcionadas para melhorar a vida das pessoas. Redefinição do sucesso e do progresso dos indivíduos: calcular o nível de felicidade ajuda a mudar a percepção do que significa "progresso", o que vai além do crescimento econômico, abrangendo aspectos de qualidade de vida e justiça social. Portanto, a importância da FIB para a população está em oferecer, por meio de uma estimativa concreta, uma visão mais ampla e profunda do desenvolvimento, isto é, daquilo que realmente contribui para que as pessoas vivam melhor, mais saudáveis e satisfeitas. O cálculo do índice de Felicidade Interna Bruta (FIB) é realizado por meio de alguns pilares, colaborando para que os resultados obtidos sejam condizentes com a real situação dos locais e das pessoas avaliadas. Então, utiliza-se um questionário composto por alguns pilares essenciais para compreender as características da comunidade objeto de pesquisa e que podem interferir na felicidade dos indivíduos. Confira: O primeiro pilar refere-se ao nível de satisfação pessoal e profissional das pessoas. É possível fazer os seguintes questionamentos ao avaliado: você se sente estressado, sobrecarregado ou ansioso? Já passou por depressão ou Síndrome de Burnout? Conhece alguém que esteja lidando com alguma dessas situações? Neste pilar, são examinados os aspectos ligados à renda individual e familiar, situação financeira e grau de possível endividamento. Então, aqui também são analisadas as características relativas à habitação, alimentação e tempo dedicado/disponível ao lazer. Já no pilar de saúde são medidos os níveis de cuidados realizados ou disponíveis para este tipo de assunto, além de questionar a existência, bem como a frequência nos casos de enfermidades. Nesta modalidade, é mensurado o tempo que os indivíduos dedicam para as suas tarefas e atividades diárias, além de questionar como elas são priorizadas. Algumas das observações feitas são: existe procrastinação? Há organização do tempo disponível? Como está a produtividade? Qual o tempo investido nas atividades pessoais e no trabalho? Existem períodos de socialização entre família e lazer? A c...
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Qual é o melhor dia para fazer terapia?
Sair da inércia e marcar uma sessão de terapia pode gerar muitas dúvidas em quem está passando por um processo de mudanças e/ou conflitos internos. Assim, nesse cenário, uma das dúvidas muito comuns é sobre o melhor dia para fazer terapia. Sim, muitos pacientes se perguntam se há um dia mais adequado para fazer a terapia, seja em razão da maior disponibilidade dos psicólogos, seja por causa do melhor aproveitamento das sessões no dia a dia. Pensando em solucionar esta dúvida, preparamos este post! Continue a leitura para descobrir qual é o melhor dia para fazer terapia e os sinais de que é hora de se cuidar! Quando nos sentimos pior durante a semana? Geralmente, a maioria das pessoas tende a se sentir pior emocionalmente no início da semana. Há uma crença popular de que a segunda-feira é o pior dia, especialmente pelo retorno às atividades após o final de semana. Quem nunca ouviu falar na depressão do domingo? Entretanto, segundo algumas pesquisas, a terça-feira é o dia mais depressivo da semana. Pelo menos este foi o levantamento da London School of Economics, divulgado no Daily Mail. Isso porque, na terça, as pessoas já iniciaram o trabalho da semana, mas ainda estão longe da folga do final de semana, o que pode despertar uma sensação ruim. Já segundo um estudo da Universidade de Sidney, divulgado pela Marie Claire, a quarta-feira que é considerada como o dia mais depressivo. No final das contas, o que se percebe é que cada pessoa pode ter um dia pior a depender de diversos fatores. Ou seja, apesar de haver um senso comum sobre o início da semana ser mais depressivo, nos sentir bem ou mal tem mais a ver com uma questão interna. Existe um melhor dia para fazer terapia? De forma geral, o melhor dia para fazer terapia é aquele no qual você se sente mais instável e cansado emocionalmente, pois as sessões podem te ajudar a dar um respiro nas turbulências do dia a dia e te auxiliarem a seguir bem nos dias seguintes. Então, partindo do princípio que a maioria das pessoas costuma se sentir pior no início da semana, então esses são os melhores dias para o acompanhamento psicológico. Inclusive, pesquisas já comprovaram que a busca por terapia triplica às segundas-feiras. Além disso, a terapia no início da semana ajuda o paciente a organizar melhor os seus pensamentos e a se preparar para a jornada que está por vir. Entretanto, o que funciona melhor para os outros não significa que é melhor para você. Nesse sentido, para saber qual é o melhor dia para fazer terapia no seu caso, o ideal é levar em consideração alguns aspectos, como: O encaixe da terapia na sua rotina, isto é, qual dia da semana você consegue ajustar as sessões à sua programação; Em qual dia você costuma se sentir mais vulnerável, triste e/ou solitário; A partir desses pontos, torna-se possível escolher o melhor dia para você fazer a sua terapia! 5 sinais de que é hora de começar a psicoterapia Mais do que saber qual é o melhor dia para fazer terapia, o mais importante é conseguir reconhecer o momento de buscar ajuda. Isto é, estar atento a alguns sinais que podem indicar a necessidade de uma atenção especial com a sua saúde mental. Os principais são: 1. Estresse constante Se o estresse está predominando na sua vida e os seus efeitos negativos estão manifestando-se de diferentes formas, como dores de cabeça, cansaço, exaustão mental, problemas digestivos e dores musculares, por exemplo, é hora de ligar o alerta! Muitas vezes você nem sequer consegue identificar o que está causando esse estado. Entretanto, ao compartilhar a sua vida com o psicólogo, esse poderá ajudar não apenas na identificação dos males, como também a criar estratégias para lidar com eles. 2. Desânimo e falta de vontade de iniciar o dia É normal ficar sem ânimo para encarar o dia de vez em quando. Esse é um efeito colateral comum do cansaço e da rotina exaustiva que vivemos. No entanto, é preciso se atentar para quando o desânimo e o pessimismo se instalam de tal forma que impedem o indivíduo de faze...
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7 dicas para se sentir mais confiante na vida
Trabalhar a autoconfiança é um dos primeiros caminhos para quem deseja crescer na vida, seja no campo pessoal ou profissional. Afinal de contas, sem confiança e segurança em si mesmo é impossível sair da zona de conforto, se arriscar em novos desafios e se esforçar para alcançar o seu propósito de vida. Isso sem falar que se sentir mais confiante na vida traz mais vigor, disposição e pensamentos otimistas, o que, automaticamente, contribui como um todo para a saúde mental e o bem-estar geral. Por isso, se você acha que falta confiança na sua vida, então continue lendo este post para descobrir algumas dicas e estratégias eficientes quando o assunto é se tornar um indivíduo mais confiante. Boa leitura! O que pode estar atrapalhando a sua autoconfiança? Antes de falarmos sobre algumas formas de se sentir mais confiante, trouxemos alguns dos motivos que podem estar te impedindo de alcançar esse feito. Ter esse conhecimento é importante para que seja possível rever os pontos das suas ações, condutas, pensamentos e personalidade que precisam ser modificados. Diante disso, as principais barreiras à autoconfiança são: Expectativas excessivas: pessoas que esperam demais, seja de si mesmas ou dos outros, tendem a se sentir frustradas com mais frequência, o que atrapalha no desenvolvimento da autoconfiança. Traumas na infância: crianças superprotegidas ou que receberam críticas excessivas dos pais ou bullying na escola podem se tornar adultos que não conseguem confiar em si mesmo e na sua própria capacidade. Personalidade: a dificuldade em se sentir confiante também pode ser proveniente da própria personalidade, como no caso de pessoas que são mais tímidas e retraídas, por exemplo. Padrões sociais: esse é um fator externo ao indivíduo, mas que também pode ter forte influência na sua conduta. Aqui, estamos nos referindo a pessoas que não se enquadram nos padrões estipulados pela sociedade (como cor, biotipo, classe social, etc.) e, por isso, se sentem inseguras. Vale dizer que existem muitos outros fatores que podem estar contribuindo para a questão da falta de confiança. Listamos aqui apenas os principais. Olhe, portanto, para dentro de si e procure investigar o que pode estar causando isso em você. Como se sentir mais confiante com esses 7 passos Agora que você conhece algumas barreiras, confira os principais passos para quebrá-las e, assim, se sentir mais confiante na vida: 1. Defina metas claras e alcançáveis O primeiro passo é definir metas claras e que você acredita que possam ser alcançadas. Sim, de nada adianta definir objetivos que dificilmente serão conquistados, pois isso apenas aumenta o sentimento de frustração e, consequentemente, de insegurança. Dito isso, o ideal é definir metas para a vida pessoal e profissional seguindo o modelo SMART (específica, mensurável, atingível e relevante). Além disso, você precisa estipular prazos para criar um planejamento e, até mesmo, mensurar o seu progresso. A partir do alcance de cada uma das metas, você se sentirá mais motivado e confiante! 2. Seja gentil consigo mesmo Pode acontecer de você não conseguir cumprir alguma meta ou simplesmente falhar em alguma caminhada, e isso é normal, não há nada de errado. Lembre-se de que não existe ser humano nenhum no mundo que acerte o tempo inteiro. Por isso, encare as suas falhas como parte da vida e como circunstâncias essenciais para o seu crescimento. Fazendo isso, você consegue desenvolver a autocompaixão ao se frustrar menos diante dos acontecimentos comuns a todos. 3. Desenvolva habilidades e competências novas Em alguns casos, a ausência de confiança pode vir exatamente da falta de experiência em determinada área ou do sentimento de incapacidade por não ter a habilidade necessária para desempenhar tal função. Nesse sentido, defina habilidades e competências que você deseja adquirir e mapeie alguns cursos que as ensinem. Também é importante pensar em vivenciar experiências que impactem positivamente, uma vez que algumas habilidades provêm...
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Inteligência emocional: o que é, por que é importante e como desenvolver? O que é inteligência emocional? Por que você deve desenvolvê-la? Na vida pessoal Na vida profissional Quais são os 5 pilares da inteligência emocional? 1. Autoconhecimento emocional 2. Controle das emoções 3. Automotivação 4. Empatia 5. Habilidades sociais Afinal, como desenvolver a sua inteligência emocional? 1. Exercite a autorreflexão 2. Gerencie o estresse e a ansiedade 3. Fortaleça sua empatia 4. Aprimore suas habilidades sociais 5. Construa bons relacionamentos 6. Faça psicoterapia
A inteligência emocional é uma habilidade fundamental para ajudar as pessoas a melhorarem suas vidas, pois consiste em conseguir autogerenciar as próprias emoções e comportamentos. Quando conseguimos controlar nossos sentimentos e impulsos, é possível dominar diversas sensações, tais como momentos de raiva, tristeza ou mesmo desânimo, refletindo positivamente em nosso desempenho pessoal e profissional. Por isso, a capacidade de agir com inteligência emocional é importante para que os indivíduos possam conviver de forma harmônica. Continue a leitura para saber mais a respeito dessa habilidade e como desenvolvê-la! A inteligência emocional consiste na capacidade de um indivíduo de compreender e lidar com suas próprias emoções ou com as de outras pessoas, fazendo com que o relacionamento consigo e com o próximo flua melhor e de forma natural. Quando uma pessoa possui essa habilidade socioemocional, ela consegue passar pelos desafios da vida com mais sabedoria. Além disso, também consegue: manter a calma em momentos de crise, sem reações exageradas ou em estado de pânico; agir com base na razão, sem permitir que as emoções comandem suas escolhas; construir relacionamentos mais fortes e saudáveis, além de prezar pela empatia. Estas são algumas das principais características de um indivíduo emocionalmente saudável, que consegue gerenciar suas emoções e utilizá-las em benefício próprio. Como dito, a inteligência emocional é uma habilidade essencial para qualquer pessoa, sobretudo porque ela proporciona benefícios na esfera pessoal e profissional de quem a possui. Assim, veja a seguir algumas das principais vantagens de ser emocionalmente saudável: Capacidade de entender e gerenciar as próprias emoções; Desenvolvimento do autocuidado; Redução dos níveis de estresse e ansiedade; Aumento da satisfação pessoal; Auxílio para tomar decisões mais assertivas; Reconhecimento de oportunidades e situações; Diminuição de desentendimentos e desgastes nos relacionamentos. Há maior produtividade no desempenho das funções; Ampliação da capacidade de liderança; Desenvolvimento de boas relações no ambiente de trabalho e na equipe; Menores chances de surgimento da Síndrome de Burnout; Aumento da satisfação com o emprego; Valorização profissional; Discernimento para a resolução de problemas e situações estressantes. Portanto, a inteligência emocional promove a melhora da saúde mental e, ao ser desenvolvida, proporciona benefícios para a vida pessoal e profissional. O jornalista, psicólogo e escritor Daniel Goleman foi o responsável pela construção do conceito que dividiu a inteligência emocional em 5 pilares essenciais. Esses pilares ajudam os indivíduos a evitar alguns tipos de reações, tais como as compulsões (em comida, jogos ou compras) e o estresse acumulado (colapsos nervosos e doenças psicossomáticas). Abaixo, separamos cada um dos 5 pilares da inteligência emocional, os quais são primordiais para aprimorar essa habilidade: Como o próprio nome indica, o autoconhecimento permite a identificação das emoções e sentimentos da própria pessoa, além de poder reconhecer a forma como os estímulos são recebidos. Por meio do autoconhecimento, pode-se perceber características como as seguintes: Quando e por que surgem determinadas oscilações de humor; Quais são os gatilhos emocionais referentes a certas emoções; Os motivos de comportamentos e ações; A identificação de conflitos emocionais a serem resolvidos, entre outros. A partir dessa consciência, conseguimos perceber o impacto das nossas emoções em nossas vidas e nas decisões que tomamos a partir delas. Ter conhecimento das próprias emoções é um passo muito importante para conseguir trabalhá-las, especialmente naqueles momentos em que há intensa pressão. Isso inclui manter a calma em cenários de raiva, tristeza ou mesmo para evitar ações impulsivas. Para conquistar essa habilidade, você pode seguir alguns passos simples, mas eficazes, tais como: 1. Escrever seus sentimentos a respeito de uma pessoa ou ...
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O impacto emocional de viver sem previsibilidade A necessidade psicológica de segurança e estabilidade O estado de alerta constante e o desgaste emocional Impactos na autoestima e na capacidade de tomar decisões Relação entre imprevisibilidade e transtornos psicológicos Ansiedade generalizada Transtornos do sono Depressão Burnout e esgotamento emocional A adaptação ao caos e suas consequências Caminhos para reconstruir a sensação de segurança O papel da psicoterapia diante da instabilidade
A previsibilidade é um dos pilares mais importantes para a sensação de segurança psicológica. Saber, ainda que parcialmente, o que esperar do dia, das relações e do futuro ajuda a mente a organizar pensamentos, emoções e comportamentos. Quando essa previsibilidade se rompe de forma constante, o impacto emocional pode ser profundo. Viver sem previsibilidade não significa apenas lidar com mudanças ocasionais, mas estar inserido em um contexto onde tudo parece incerto: trabalho instável, relações imprevisíveis, dificuldades financeiras, crises recorrentes ou falta de estrutura no cotidiano. Nesse cenário, a mente passa a operar em um estado contínuo de adaptação e alerta. Com o tempo, essa instabilidade pode afetar o humor, a autoestima, a capacidade de tomar decisões e até a saúde física. A ausência de uma base minimamente estável não apenas gera desconforto — ela altera a forma como o cérebro interpreta o mundo e reage a ele. Neste texto, vamos entender como a falta de previsibilidade impacta emocionalmente, quais são suas consequências psicológicas e por que ela pode estar associada ao desenvolvimento de alguns transtornos mentais. O ser humano não precisa de controle absoluto sobre a vida, mas precisa de algum nível de previsibilidade para se sentir seguro. Rotinas, padrões e referências ajudam o cérebro a economizar energia e a reduzir a necessidade de vigilância constante. Quando existe um mínimo de estabilidade, a mente consegue relaxar entre os desafios. Isso permite que a pessoa experimente descanso, prazer, criatividade e conexão com o presente. Por outro lado, quando o ambiente é imprevisível, o cérebro passa a funcionar em modo de alerta. Ele tenta antecipar possíveis problemas, identificar riscos e se preparar para cenários negativos. Essa tentativa constante de adaptação consome energia mental e emocional. A longo prazo, essa dinâmica pode gerar sensação de instabilidade interna, mesmo quando não há uma ameaça imediata. A pessoa pode sentir que nunca pode relaxar completamente, pois algo inesperado pode acontecer a qualquer momento. Viver sem previsibilidade frequentemente leva a um estado de alerta contínuo. O organismo se mantém preparado para reagir, como se estivesse sempre diante de um possível problema. Esse funcionamento pode gerar: Ansiedade persistente Dificuldade de relaxar Irritabilidade frequente Sensação de tensão constante e estresse Pensamentos acelerados e antecipatórios A mente começa a operar tentando prever o imprevisível. Pequenas situações podem ser interpretadas como sinais de algo maior, o que aumenta a sensação de insegurança. Com o tempo, esse estado se torna exaustivo. A pessoa pode sentir cansaço mental mesmo sem realizar atividades intensas. O descanso deixa de ser restaurador, pois o cérebro continua ativo, monitorando possíveis riscos. Além disso, o prazer tende a diminuir. Quando o foco está na sobrevivência emocional, há menos espaço para experiências de leveza ou satisfação. A falta de previsibilidade também afeta a forma como a pessoa se percebe. Em contextos instáveis, é comum surgir a sensação de perda de controle sobre a própria vida. Isso pode gerar insegurança, dúvidas constantes e dificuldade de confiar nas próprias escolhas. Quando o ambiente muda o tempo todo, decisões parecem mais arriscadas, já que os resultados são imprevisíveis. A pessoa pode começar a evitar decisões importantes por medo de errar ou de enfrentar consequências inesperadas. Em outros casos, pode tentar controlar excessivamente pequenos aspectos da rotina como forma de compensar a instabilidade externa. A autoestima também pode ser afetada. A sensação de não conseguir "organizar a própria vida" ou de não alcançar estabilidade pode gerar autocrítica, mesmo quando as circunstâncias estão fora do controle individual. Quando a falta de previsibilidade se prolonga, ela pode contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de alguns transtornos psicológicos. Isso acontece porque o estado constante de alerta e...
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Como tomar decisões difíceis: 6 estratégias
Saber como tomar decisões difíceis, apesar de desafiador, é extremamente importante. Afinal de contas, a incerteza e a insegurança podem gerar diversos problemas emocionais, como ansiedade e estresse e, ainda, prejudicar o seu crescimento pessoal e profissional. Mas, então, como tomar decisões difíceis com assertividade e segurança? Essa é a dúvida de muitas pessoas e é ela que responderemos neste post. Continue a leitura para conferir algumas estratégias simples, mas eficazes na hora da tomada de decisões em assuntos sérios. Vamos lá! Por que tomar decisões difíceis é desafiador? Tomar uma decisão difícil costuma ser desafiador e complexo por vários motivos. Primeiramente, porque ela geralmente possui várias alternativas ou envolve grandes mudanças (como mudar de emprego ou de cidade, se divorciar, ter um filho, etc.), o que pode causar insegurança e ansiedade frente ao novo. Além disso, diante da necessidade de escolher entre um caminho ou outro é comum vir o medo e a apreensão de se estar tomando a decisão equivocada e/ou de se estar abdicando da outra opção. Todos esses fatores somados a outras particularidades podem culminar na procrastinação, autossabotagem e, até mesmo, questões de saúde mental, como crises de ansiedade, estresse, síndrome do pânico, etc. 6 estratégias para tomar decisões difíceis com mais assertividade Como forma de possibilitar a tomada de decisões difíceis com assertividade e mais tranquilidade, trouxemos algumas dicas e estratégias que podem te ajudar. Veja só: 1. Liste todas as alternativas que você tem Pegue papel e caneta e anote todas as opções que você tem dentro dessa decisão que precisa tomar. Parece algo simples, mas colocar tudo no papel clarifica a mente e torna o processo mais fácil, uma vez que você consegue visualizar os prós e contras. Nesse papel, também vale a pena colocar os possíveis resultados diante de cada decisão. Ainda que não possamos prever o futuro, imaginar possíveis cenários (consciente de que não são certezas, apenas possibilidades) também pode auxiliar. 2. Separe um período da semana para refletir sobre É muito importante que você não tome nenhuma decisão no calor do momento, sob estresse, tensão ou outra forte carga emocional. Isso porque as emoções podem interferir no processo, fazendo com que você se arrependa posteriormente. Diante disso, o recomendado é que você tire um dia/horário da semana para refletir sobre a questão. Esse será o momento em que você fará as anotações no papel (dica dada anteriormente) e poderá analisar com calma e cautela todos os cenários. Dica extra: procure fazer isso após o expediente de trabalho ou em dias de folga, para que demandas profissionais não interrompam o seu processo reflexivo. 3. Converse com pessoas de confiança Também vale a pena pedir a opinião de pessoas de confiança para te ajudarem. É claro que a decisão final é sua, mas os conselhos e as visões diferentes podem agregar positivamente – desde que você tenha filtro. Compartilhe seus desafios, medos e inseguranças com quem você sabe que te quer bem e, assim, tenha a chance de visualizar cenários e possibilidades diferentes daqueles que até então você tinha enxergado. Dica extra: saiba escolher bem o amigo a quem pedirá o conselho. Aqui você deve analisar não apenas o nível de confiança, mas também de expertise. Isso significa que, se você precisa tomar uma decisão amorosa, o ideal é buscar algum amigo que tenha vivenciado experiências amorosas. Do mesmo modo, se precisa tomar uma decisão profissional, busque pessoas que tenham atuações parecidas com as suas. 4. Pense em quem você é e quais são seus objetivos Esse é um ponto em que o autoconhecimento será de grande valia. Sim, você precisa saber quem é, quais são suas prioridades, motivações, desejos e vontades para que a decisão vá de encontro com o que se realmente almeja para a vida. Nesse sentido, quando você trabalha o autoconhecimento, consegue olhar mais e melhor para dentro de si, identificando valores, habilidades...
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Como ajudar as crianças a controlarem a ansiedade na escola?
A fase escolar é repleta de descobertas e extremamente importante para o desenvolvimento das crianças e adolescentes. Entretanto, alguns momentos também podem desencadear a ansiedade, como o início do ano letivo, a chegada das provas, a briga com algum colega, etc. Nestes eventos, pais e professores devem saber como agir para evitar que essa ansiedade se transforme em algo maior e prejudique o bem-estar e a saúde mental dos pequenos. Afinal de contas, eles ainda não sabem lidar bem com suas emoções, daí a necessidade de se intervir com auxílio e práticas saudáveis. Por isso, neste post, trouxemos 9 dicas de como ajudar as crianças a controlarem a ansiedade na escola, melhorando a experiência delas nessa instituição social tão essencial. Confira! 9 Dicas para ajudar as crianças a controlarem a ansiedade na escola A seguir, listamos algumas dicas práticas que podem ser utilizadas em diversas situações escolares passíveis de desencadear a ansiedade: 1. Mantenha uma rotina organizada Contar com uma rotina organizada e que traga previsibilidade possibilita que a criança se sinta mais confortável e segura para ter as suas vivências escolares. Naturalmente, adversidades podem – e vão – acontecer, o que tende a desorganizar um pouco o dia a dia. No entanto, quando há horários regulares para comer, dormir, brincar e estudar, os desafios que surgem, como o início do ano letivo ou a época de provas, se tornam menos intensos, o que ajuda no controle da ansiedade e do estresse. 2. Incentive a prática de atividades extras Assim como acontece com os adultos, a ansiedade nas crianças também pode ser controlada por meio da prática de atividades físicas e de hobbies. Afinal, além de liberarem hormônios do prazer e do bem-estar, elas ajudam as crianças a relaxarem e a se "esquecerem" dos problemas que as afligem. Nesse sentido, vale a pena incentivá-las a praticar algum esporte, tirar momentos para passear na natureza, fazer leituras e contação de histórias em família, entre outras atividades lúdicas e/ou físicas que permitam a sensação de bem-estar. 3. Crie uma lista de mensagens positivas Uma dica muito útil – e que serve tanto para professores quanto para pais – é anotar em vários papéis mensagens positivas, de autofirmação de enfrentamento, e dobrá-las. Assim, toda vez que a criança for passar por algum desafio que a deixe ansiosa, como o ingresso em nova escola ou os dias que antecedem a realização de uma prova, por exemplo, peça-a que escolha uma frase e abra. Algumas mensagens podem ser: "Eu consigo e sei que posso contar com os meus pais para me apoiarem" ou "Já passei por outras experiências diferentes e deu certo". Apesar de parecer pequeno, esse gesto ajudará a criança a desenvolver sua capacidade de enfrentamento e se sentir mais segura para as situações desafiantes escolares. 4. Prepare-as com antecedência e ensine o planejamento desde cedo Também é importante ensinar desde cedo o que é o planejamento para as crianças – e como fazê-lo, a fim de possibilitá-las o desenvolvimento dessa habilidade para a vida. Nesse sentido, no âmbito escolar, ensine o seu filho a se planejar e se preparar para a nova realidade escolar por meio de práticas simples, como: Levando-o em uma visita à escola antes das aulas começarem para que ele conheça o ambiente e os professores; Apresentando-o a grupos de futuros amigos antes do ano letivo se iniciar; Introduzindo materiais didáticos de disciplinas novas ainda nas férias. Tudo isso possibilita a familiarização a espaços, pessoas e conteúdos, o que reduz os picos de ansiedade e estresse. 5. Mostre que você também passa por momentos de ansiedade As crianças se espelham nos adultos, direta e indiretamente. Nesse sentido, é muito válido mostrar, por meio de conversas e de atitudes práticas, que você também passa por momentos de ansiedade, mas que consegue lidar com essas situações. Sim, isso significa que você precisa ter controle emocional para que elas possam aprender com você. Afinal, o maior aprendiz...
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Autocuidado e produtividade: como conciliar os dois?
Você já parou para pensar que o autocuidado é o segredo da produtividade? Muitas vezes, na busca de performarmos bem no trabalho e nos afazeres pessoais, acabamos deixando de lado o cuidado com a nossa saúde física e mental. O problema é justamente esse: nos esquecemos (ou não sabemos) que se manter bem é o primeiro passo para conseguir produzir e alcançar as metas desejadas. Sim, uma pessoa sem saúde dificilmente conseguirá se manter produtiva. Por isso, é tão importante conseguir conciliar essas duas frentes. Se você está com dificuldades para equilibrar o autocuidado com a produtividade, este artigo é para você! Continue acompanhando para conferir boas dicas para isso. Vamos lá? Quais são os impactos da falta de autocuidado na sua vida? Antes de trazermos as dicas, é muito importante falar sobre os impactos da falta de autocuidado na sua vida pessoal e profissional e, especialmente, no seu corpo e na sua mente para que você compreenda o quão indispensável é olhar para essa questão. Dito isso, a sobrecarga de trabalho e a negligência consigo mesmo pode desencadear prejuízos como: Falta de foco e memória Diminuição da criatividade Perda de motivação e inspiração Irritabilidade e cansaço extremo Crises de estresse e ansiedade constantes Alterações nos padrões de sono e de alimentação Dores pelo corpo, como de cabeça, no estômago e musculares Redução da imunidade e adoecimento frequente em razão da psicossomatização Convém mencionar que, quando não tratados esses primeiros sinais, o indivíduo pode acabar desenvolvendo problemas mais sérios, como a síndrome de Burnout, ansiedade generalizada e até mesmo depressão. 8 dicas para conciliar autocuidado e produtividade Agora que você conhece a importância de buscar o equilíbrio em sua rotina diária, confira algumas dicas para se manter produtivo com autocuidado! 1. Faça pausas curtas ao longo do dia Erroneamente, acreditamos que uma pequena pausa no dia vai nos fazer perder um tempo valioso. Sim, essa ideia é equivocada porque, se não fizermos pequenos intervalos, ficamos altamente cansados e pouco produtivos, o que não adianta. Sendo assim, é muito importante fazer pausas curtas e estratégicas na sua rotina para possibilitar que o cérebro volte a processar informações com mais clareza e para reduzir o cansaço e a falta de concentração que vem com esse. Você pode, por exemplo, fazer pequenos intervalos a cada duas horas para se alongar, tomar um água, fazer um lanche ou simplesmente não fazer nada. A grande questão aqui é encontrar um meio de repor suas energias. 2. Estabeleça limites claros Um outro segredo para manter o autocuidado é saber estabelecer limites claros na vida pessoal e profissional. Isso implica em aprender a dizer "não" quando necessário e compreender a quantidade de tarefas que é confortável para você no dia a dia. Ter esse conhecimento é importantíssimo para definir limites saudáveis e que não vão permitir que você adoeça física e mentalmente por acúmulo de funções. 3. Gerencie melhor o seu tempo Falando em compreensão da quantidade de atividades que você consegue realizar em um dia, aprenda também a gerenciar melhor o seu tempo para se manter produtivo com responsabilidade. Afinal, não adianta procrastinar ao longo do dia e, depois, tentar resolver tudo em pouco tempo. Isso desencadeia ansiedade e estresse. Desse modo, aprenda a gerenciar o seu tempo, prática que implica em: Reduzir os estímulos no seu ambiente de trabalho; Desativar as notificações do celular para evitar a checagem a todo momento; Utilizar a técnica Pomodoro para manter o foco e a motivação; Deixar o ambiente limpo e organizado. Seguindo essas e outras práticas, torna-se possível alcançar um gerenciamento de tempo eficaz. 4. Invista na ergonomia e mantenha o corpo ativo Como já mencionamos, o autocuidado envolve tanto a responsabilidade com a sua mente quanto com o seu corpo. Nesse sentido, lembre-se de investir em ergonomia no ambiente de trabalho para garantir conforto – e, consequentemente...
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Síndrome de Burnout: como identificar?
A Síndrome de Burnout é uma condição psicológica caracterizada pelo esgotamento profissional, em que a pessoa enfrenta um desgaste emocional extremo resultante de situações relacionadas ao ambiente laboral. Pode-se afirmar que entre suas principais causas, destacam-se a carga excessiva de trabalho, a pressão intensa por resultados, além de muitas exigências e grandes responsabilidades no exercício da profissão. Neste artigo, você conseguirá entender mais a respeito dessa síndrome e quais são os principais sintomas de uma pessoa que está passando por isso. Boa leitura! O que é a Síndrome de Burnout? A Síndrome de Burnout, também conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional, refere-se a um distúrbio emocional provocado por sentimentos de estresse crônico e cansaço extremo relativos às circunstâncias desgastantes no trabalho. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a Síndrome de Burnout como uma doença ocupacional e que pode afetar o bem-estar físico e mental do indivíduo. Como dito, esta condição de saúde geralmente é mais comum no ambiente profissional e pode surgir de situações como as seguintes: pressão em excesso por resultados; jornadas de trabalho extensas; acúmulo de muitas obrigações; clima organizacional tóxico; desequilíbrio entre a vida profissional e pessoal; entre outros. A Síndrome de Burnout pode acontecer nas mais diversas carreiras profissionais e seus efeitos podem evoluir para um quadro de depressão profunda, o que torna fundamental a busca por ajuda profissional assim que identificado. Diferença entre Burnout e estresse O estresse é uma reação natural do corpo humano decorrente de situações do cotidiano de qualquer pessoa. Ele acontece na vida pessoal ou profissional, sendo que é aliviado quando os problemas são resolvidos ou quando há descanso. Por sua vez, o Burnout ou esgotamento profissional é o estresse crônico que está necessariamente ligado ao ambiente de trabalho, fator que pode impactar severamente a saúde mental e física do indivíduo caso não haja o tratamento apropriado. O que causa a Síndrome de Burnout? A Síndrome de Burnout é uma doença ocupacional causada, principalmente, pelo estresse crônico do trabalho, que leva a pessoa ao esgotamento ou estafa mental, tornando a sua rotina extremamente exaustiva. Além disso, a síndrome pode ser desencadeada pela junção de fatores como os abaixo listados: acúmulo de muitas funções ou atividades; cobrança em excesso pelo cumprimento de metas; grandes responsabilidades no ambiente profissional; baixos salários; jornadas de trabalho extensas; conflitos com colegas de trabalho; ambiente laboral tóxico; falta de reconhecimento no emprego; entre outros. A Síndrome de Burnout pode afetar profissionais de qualquer área. Porém, ela é mais comum em profissões com alta carga emocional e responsabilidade, tais como nas áreas da saúde, educação, segurança pública, serviços sociais, tecnologia e cargos de liderança. Quais são os principais sintomas do Burnout? Os sintomas do Burnout podem atingir tanto a saúde emocional quanto a saúde física da pessoa. Os mais comuns são: Sintomas físicos Sensação de cansaço extremo, mesmo após um bom descanso; Dores de cabeça persistentes; Alterações no sono (insônia ou sono excessivo); Dores musculares; Fadiga; Dor de barriga; Batimentos cardíacos acelerados. Sintomas emocionais Intenso cansaço mental; Sentimento de incapacidade; Oscilações de humor (irritabilidade e frustração); Isolamento social; Ansiedade com questões relacionadas ao trabalho; Desânimo para as atividades do dia a dia; Pessimismo. Como dissemos, o Burnout é uma doença que, se não tratada adequadamente, pode evoluir para um quadro grave de depressão. Desta forma, o essencial é buscar ajuda profissional em qualquer sinal de desconfiança da condição. Como identificar se estou passando pela Síndrome de Burnout? Para que você consiga identificar se está passando pela Síndrome de Burnout, é preciso entender como esta condição funciona. Para tanto, os psic...
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7 critérios que você deve analisar na hora de escolher um psicólogo
Saber escolher um bom psicólogo é tarefa importantíssima para quem deseja iniciar um acompanhamento psicoterapêutico para tratar algum conflito interno ou, simplesmente, para se conhecer melhor e aprender a gerenciar as emoções. Afinal de contas, é esse profissional que vai te guiar na jornada do autoconhecimento, te ajudando a acessar traumas, lidar com emoções e pensamentos difíceis, modificar padrões de comportamento prejudiciais, etc. Ou seja, deve ser um especialista escolhido a partir de critérios, com o qual você se sinta confortável para se abrir. Para te ajudar nessa escolha, trouxemos, neste artigo, algumas dicas e critérios que você deve analisar durante essa seleção. Lembre-se de que estamos falando de alguém que vai acessar o seu interior. Portanto, deve ser bem escolhido. Continue acompanhando este conteúdo para saber mais! Critérios na hora de escolher um psicólogo: 7 indispensáveis A seguir, trouxemos 7 critérios para você verificar na hora de escolher o seu psicólogo: 1. Credenciais O primeiro critério a se analisar é se o psicólogo possui as credenciais dos Conselhos Federal e Regional de Psicologia. Isso é indispensável para ter a certeza de que ele pode, de fato, atuar na área. Nesse sentido, solicite o CRP do profissional para que você tenha a certeza de que está contratando alguém realmente capacitado. E não tenha medo de fazer essa solicitação. Um profissional credível não se sentirá ofendido com isso, pelo contrário. 2. Área de atuação e especialização Também vale a pena avaliar o perfil profissional do psicólogo para saber qual é a sua área de atuação e se ele é especialista no que você precisa. Por exemplo, se você está passando pela síndrome do pânico, faz mais sentido procurar um profissional com especialidade nesse transtorno. Além disso, ao olhar a especialização, você consegue perceber se trata-se de um profissional que investe em atualizações e capacitações constantes, algo importante para a área da psicologia. 3. Abordagem Verifique também qual é a abordagem, isto é, a linha terapêutica utilizada pelo psicólogo. Isso é muito importante porque cada paciente e cada problema exige uma abordagem diferente a fim de que aquilo que se busca na terapia seja realmente alcançado. Saiba que, dentre as principais abordagens, se destacam: Psicologia comportamental: foca em solucionar a demanda atual do paciente sem se ater a questões do passado. Psicanálise: possibilita que o paciente tome consciência de seus pensamentos, comportamentos e traumas do passado que, até então, ocorrem de forma inconsciente. Gestalt: focada no "aqui e agora", traz o paciente sempre para o presente a fim de que ele se torne mais consciente das suas reações e das experiências momentâneas. Psicodrama: utiliza encenações teatrais em grupo para diagnosticar conflitos e tratar possíveis traumas. Apesar de todas as abordagens serem eficientes, cada uma é indicada para um quadro. Daí a necessidade de conferir qual é a linha terapêutica do psicólogo escolhido e se ela atenderá às suas demandas. 4. Disponibilidade de agenda Um outro critério que também deve ser analisado é a compatibilidade de agenda, ou seja, se os horários oferecidos pelo profissional condizem com a sua disponibilidade. Geralmente, psicólogos que atendem online conseguem oferecer horários mais flexíveis aos pacientes, uma vez que não estão atrelados necessariamente à rotina comercial. Assim, para pessoas que levam um dia a dia corrido e não têm tempo para fazer a terapia presencial, a modalidade online se torna uma excelente possibilidade em razão da disponibilidade maior de horários que oferece – além do conforto e comodidade, é claro. 5. Sensibilidade e empatia Nos primeiros contatos com o psicólogo, você precisa perceber se ele é sensível às suas demandas e paciente com você. Sim, você precisa sentir que está sendo compreendido para que consiga se abrir e alcançar os resultados da terapia. Além disso, a troca entre vocês deve ser empática, isto é, você deve conseg...
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O que não se deve dizer para uma pessoa com depressão?
Uma pessoa com depressão enfrenta muitos momentos difíceis, marcados por constantes mudanças de humor. Por isso, é importante buscar compreender as suas dores e saber o que não se deve dizer a quem se encontra nessa condição. No estado depressivo, em vez de julgamentos, o indivíduo precisa se sentir acolhido, compreendido e respeitado. Isso evita episódios em que ele possa se sentir constrangido, agravando ainda mais o seu quadro. Neste artigo, apresentaremos algumas sugestões do que deve ser evitado ao falar com alguém que esteja enfrentando a depressão. Boa leitura! O que não dizer a uma pessoa com depressão? Passar pela depressão, por si só, é uma circunstância extremamente difícil. Além de se sentir incapaz, triste, com baixa autoestima e apresentar outros sintomas, muitas vezes o paciente também sofre com frases ou comentários feitos por outras pessoas que, apesar de muitas vezes serem ditos com boa intenção, podem piorar o quadro. Dessa forma, veja abaixo algumas dicas do que não dizer a uma pessoa com depressão: 1. Dizer à pessoa que ela veja o lado positivo das coisas Uma pessoa em estado depressivo, além de se sentir muito só e incompreendida, também tende a sentir que tudo ao seu redor não está bem. Logo, quando alguém diz para que ela não seja negativa e tente olhar para o lado positivo, o sofrimento pode ser aumentado. Isso porque o indivíduo pode interpretar como se estivesse exagerando, sendo egoísta ou como se sua depressão não fosse tão séria. Portanto, o melhor a se fazer é oferecer apoio, ressaltando que, apesar das dificuldades, a condição pode ser tratada e apontar as direções mais adequadas, como sugerir a busca por um profissional. 2. Comparar a situação da pessoa deprimida com a de outras pessoas Já é bastante desconfortável conviver com os sintomas da depressão, sobretudo porque ninguém escolhe viver com tal condição. Por isso, é totalmente desnecessário fazer comparações da pessoa deprimida com outros casos. Dessa forma, é preciso muito cuidado para não ser invasivo ou mesmo fazer julgamentos do tipo: "fulano está bem pior do que você", "você precisa ser mais esforçado", "conheço quem passou por isso e não ficou assim", entre outros. Se você age dessa maneira com alguém em depressão, está sendo insensível e desconsiderando o sofrimento de tal pessoa. Lembre-se de que cada um possui sua própria realidade, o que torna essencial oferecer apoio em vez de julgamentos. 3. Afirmar que a pessoa se sentirá melhor no dia seguinte Quando você diz a alguém que a depressão é apenas uma tristeza que todos sentimos e que ela melhora de um dia para outro, a pessoa pode acreditar que é fraca e ficar ainda mais desanimada quanto às chances de se reerguer. Só quem passa por um quadro depressivo entende a profundidade de viver um sentimento tão doloroso quanto esse. Ademais, nem todos conseguem ter forças para lidar com as situações de desânimo e desespero. Embora a depressão tenha tratamento, os sintomas não desaparecem automaticamente. É preciso um acompanhamento profissional adequado, suporte emocional e compreensão. Com isso, aos poucos, a pessoa pode se recuperar e voltar a sua rotina. 4. Questionar o motivo que a impede de simplesmente ser feliz O estado depressivo tende a levar o indivíduo a uma visão diferente do mundo, pois ele enxerga tudo com um olhar de tristeza e pessimismo. Assim, a pessoa não consegue simplesmente controlar seus sentimentos, pois isso exige muito mais do que força de vontade. Como dito, não existe uma solução automática para a melhora de pacientes com essa condição. A depressão não é uma opção ou escolha consciente, tampouco algo que a pessoa consiga controlar apenas com a mudança de mentalidade, por exemplo. Por este motivo, evite falar da felicidade com a pessoa deprimida como se fosse algo simples. Prefira agir com empatia, escutar o que ela tem a dizer e oferecer seu apoio. 5. Culpar a pessoa por ela estar deprimida Todos nós somos falhos e temos a tendência de julgar o próximo, seja...
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Como saber se minha saúde mental está bem?
Para saber se a sua saúde mental está bem, é preciso levar algumas questões em consideração, como se os seus sentimentos, emoções, pensamentos e ideias estão em sintonia. Isso porque a saúde mental refere-se a um conjunto de fatores que estão diretamente relacionados, não dependendo somente das características psicológicas e emocionais do indivíduo. Nesse artigo, te ajudaremos a compreender melhor o assunto, inclusive a avaliar se a sua saúde mental está bem e o que fazer caso não esteja. Boa leitura! Por que é importante manter o cuidado com a saúde mental? É importante cuidar da saúde mental porque as pessoas podem viver com qualidade de vida, desfrutando de forma saudável dos bons momentos e vivendo um equilíbrio entre corpo e mente. Assim, podemos citar alguns dos benefícios do cuidado com a saúde mental: Prevenção contra o surgimento de diversas doenças mentais e físicas; Redução de condições de saúde já existentes (tais como a depressão e ansiedade); Sensação de estar bem consigo mesmo e com o próximo; A pessoa consegue lidar da melhor maneira com as situações emocionais do cotidiano; Os relacionamentos são mais significativos, estáveis e profundos; Há um aumento considerável na produtividade, seja na vida pessoal ou profissional; Entre outros. Como dito, cuidar da saúde da mente é tão importante quanto cuidar do próprio corpo, já que um está interligado ao outro e juntos possibilitam que o indivíduo alcance um bem-estar pleno e completo em sua vida. Condições mais comuns que surgem quando a saúde mental não vai bem Existem muitas condições de saúde mental que indicam que a pessoa não está bem. Dentre elas, as mais comuns são: 1. Estresse Apesar de ser uma reação normal da vida humana, quando ocorre de modo frequente e persistente, o estresse pode ser uma preocupação, especialmente se fizer com que o indivíduo sinta raiva e não suporte determinadas situações da rotina. 2. Ansiedade Esta condição é caracterizada por situações de preocupações ou medos intensos e excessivos dos quais muitas vezes não existe um motivo aparente para tanto. Nestes casos, a pessoa não consegue controlar os sentimentos e sofre de forma mais profunda. 3. Burnout A síndrome de Burnout consiste no esgotamento emocional do indivíduo, a qual decorre do estresse excessivo do ambiente de trabalho, seja de circunstâncias desgastantes, de responsabilidades ou mesmo de informações negativas que levam à exaustão da mente. 4. Depressão A depressão, por sua vez, é marcada pela presença de sentimentos constantes de tristeza, desânimo e desinteresse pela prática de atividades do dia a dia. Esta condição pode afetar o sono, o apetite ou mesmo a saúde do corpo. Como avaliar a saúde mental e saber se ela está bem? Para avaliar a situação em que se encontra a saúde mental de uma pessoa e confirmar se ela está bem, é preciso atenção aos sinais de alerta. Normalmente, eles podem incluir sintomas como os seguintes: 1. Sono desregulado As alterações no sono como a insônia ou ainda a sonolência em excesso podem significar que alguma coisa não está normal com a sua saúde mental. Isto porque noites mal dormidas não podem ser comuns no cotidiano de uma pessoa saudável. Quando não há qualidade de sono, isso reflete no bem-estar do corpo e da mente, já que o indivíduo não consegue descansar como deveria. Logo, se há insônia ou sonolência exagerada, é importante atentar-se e avaliar se pode ser uma condição psicológica. 2. Cansaço frequente Um sinal de exaustão mental também está relacionado à fadiga física, a exemplo daquela pessoa que está sempre cansada. Ou seja, refere-se àquela que não consegue ou tem dificuldade de relaxar ou já acorda cansada mesmo após um período adequado de sono. Desta forma, situações em que é difícil se concentrar, não há motivação ou existe sofrimento emocional podem configurar o cansaço mental, e a frequência em que ocorrem devem ligar o sinal de alerta para a saúde da mente. 3. Excesso ou falta de apetite A fome em excesso ou a falta dela é ...
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Crise nervosa: o que é, sinais e como agir?
A rotina acelerada, as cobranças constantes e os desafios emocionais do dia a dia podem nos levar ao limite. Assim, quando as emoções se acumulam e não encontram espaço para serem elaboradas, o corpo e a mente podem experienciar uma crise nervosa. Embora esse tipo de situação seja mais comum do que se imagina, ela não precisa ser encarada como algo sem solução. Com estratégias adequadas, como o desenvolvimento do autoconhecimento e da inteligência emocional, é possível reduzir a intensidade dessas crises e até preveni-las. Neste artigo, você vai entender melhor o que caracteriza uma crise nervosa, quais são os principais sintomas e como fortalecer o controle emocional para lidar com momentos de maior pressão. Continue a leitura! O que é uma crise nervosa? De modo geral, a crise nervosa acontece quando a mente entra em um estado de sobrecarga, perdendo temporariamente a capacidade de lidar com estímulos e emoções. Nessa fase, o sofrimento pode se manifestar tanto no campo psicológico quanto no físico, afetando diretamente o bem-estar da pessoa. Vale destacar que esse episódio não configura uma doença em si. Ele funciona como um sinal de alerta do próprio corpo, indicando que as emoções ultrapassaram o que é possível suportar naquele momento. Por isso, é comum que a crise apareça após longos períodos de estresse intenso, ansiedade constante ou situações marcadas pelo medo. Quais são os sintomas de uma crise nervosa? Identificar os sinais de uma crise nervosa é essencial, tanto para quem está vivenciando esse momento quanto para as pessoas ao redor. Quanto mais cedo percebidos, maiores são as chances de intervir e reduzir os impactos emocionais e físicos. A seguir, separamos os principais sintomas associados à crise nervosa: Sintomas emocionais e comportamentais Afastamento social Dificuldade de atenção Perda de interesse Oscilações emocionais intensas Sintomas físicos da crise nervosa Cansaço excessivo Dores de cabeça Tonturas Tensão muscular Alterações cardíacas Sudorese Desconfortos gastrointestinais Distúrbios do sono O que pode levar a uma crise nervosa? De modo geral, a crise nervosa tem relação direta com conflitos internos que afetam a saúde mental. Ela surge como um sinal claro de que algo está em desequilíbrio no funcionamento emocional e psicológico, indicando que a mente está sobrecarregada ou em sofrimento. Entre os indícios mais comuns de que uma crise pode estar se aproximando estão a sensação constante de inquietação, o aumento da irritabilidade, a tendência ao isolamento social, dificuldades frequentes para dormir, alterações no apetite e até a falta de cuidado com tarefas simples do dia a dia. Como agir diante de uma crise nervosa? 1. Afaste-se do que está te sobrecarregando Sempre que possível, interrompa o contato com a situação ou o ambiente que desencadeou a crise. Reduzir estímulos é essencial nesse momento, pois barulho, luz intensa ou conflitos podem intensificar o descontrole emocional. 2. Busque um local calmo e seguro Procure um espaço onde você se sinta minimamente protegido e confortável. Pode ser um cômodo mais isolado, um banheiro, um carro ou até um ambiente externo tranquilo. Estar em um local seguro facilita o processo de desaceleração e recuperação do equilíbrio. 3. Controle a respiração de forma consciente A respiração ajuda a regular o corpo e a mente durante a crise. Uma técnica simples é apostar em técnicas de respiração, como a respiração diafragmática, que promove inspirações profundas e controladas. Esse tipo de respiração ativa o sistema nervoso parassimpático, que é responsável pelo relaxamento, reduzindo a frequência cardíaca, a tensão muscular e a sensação de sufocamento. 4. Concentre-se no momento presente Quando os pensamentos estão acelerados, é importante reconectar-se com o agora. Utilize a técnica dos cinco sentidos: observe o que está ao seu redor, perceba texturas, sons, cheiros e sensações físicas. Esse exercício ajuda a quebrar o ciclo de pensamentos negativos. 5. Evite ...
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Privacidade e segurança: como isso é garantido na terapia online
O atendimento psicológico realizado por meio da internet tem se tornado cada vez mais comum, o que desperta, em alguns pacientes, questionamentos importantes sobre privacidade e proteção das informações trocadas durante as sessões. Quando falamos de relatos íntimos e experiências pessoais, é compreensível que surja a preocupação de como esses dados estão sendo armazenados e se mais alguém tem acesso a eles. Por isso, ao longo deste conteúdo, vamos explicar de que forma a psicoterapia online preserva a segurança e o sigilo dos atendimentos, apresentando os cuidados e recursos utilizados pelos profissionais para resguardar seus pacientes. Continue a leitura! Vale a pena fazer terapia online? Sim, a terapia online vale a pena, sobretudo porque consiste no mesmo processo do que a terapia presencial, com a diferença de que paciente e psicólogo se encontram em espaços diferentes. Para que fique mais claro, a seguir, separamos algumas vantagens da terapia online: Flexibilidade de horários: Permite adaptar as sessões à rotina do paciente, facilitando a conciliação com trabalho, estudos e outros compromissos. Comodidade e conforto: O atendimento pode ser realizado de qualquer lugar, em um ambiente familiar, o que contribui para maior sensação de segurança e acolhimento. Economia de tempo: Elimina deslocamentos, reduz atrasos e otimiza o tempo dedicado ao cuidado com a saúde mental. Maior acessibilidade: Possibilita o atendimento de pessoas que moram em outras cidades, têm mobilidade reduzida ou dificuldade de acesso a serviços presenciais. Maior adesão ao tratamento: A praticidade do formato online favorece a continuidade das sessões e diminui faltas, fortalecendo a constância do processo terapêutico. Facilidade para se expressar: Para muitas pessoas, o ambiente virtual ajuda a reduzir inibições, tornando mais fácil falar sobre emoções, pensamentos e experiências delicadas. Continuidade do cuidado: Mesmo em viagens, mudanças de cidade ou imprevistos, o acompanhamento psicológico pode ser preservado. O que o Conselho Federal de Psicologia diz sobre a terapia online? O Conselho Federal de Psicologia instituiu a Resolução CFP nº 11/2018, que passou a regulamentar os atendimentos psicológicos realizados por meios digitais. A resolução entrou em vigor desde 10 de novembro de 2018 e ampliou as possibilidades de prestação de serviços mediados por tecnologias da informação e comunicação – sem abrir mão das exigências éticas e técnicas da profissão, além de manter a obrigatoriedade de cadastro e vinculação do profissional ao seu Conselho Regional. De acordo com o CFP, o atendimento psicológico online pode ocorrer em diferentes formatos, desde que as tecnologias empregadas estejam fundamentadas na ciência psicológica, na legislação vigente e nos princípios éticos da profissão. Então, cabe ao profissional assegurar e registrar que os métodos utilizados são tecnicamente adequados, metodologicamente coerentes e eticamente responsáveis. Mas, afinal, como a minha privacidade e segurança são garantidas na terapia online? Quando a questão é segurança e privacidade na terapia online, você pode ficar tranquilo. Não há razões para acreditar que seus dados pessoais serão vazados. Os atendimentos são realizados por profissionais qualificados, com formação específica e comprometidos com o código de ética da Psicologia, que orienta a atuação responsável, o sigilo absoluto e o respeito à pessoa atendida. Além disso, a segurança também faz parte das políticas de privacidade das plataformas utilizadas. Essas contam com autorização dos Conselhos Federal e Regionais de Psicologia e adotam protocolos e certificações de proteção de dados, garantindo a confidencialidade das informações trocadas no ambiente digital. Em caso de dúvidas, buscar esclarecimentos é sempre o recomendado. Sentir-se seguro e confortável com o espaço, seja online ou presencial, é primordial para que o processo terapêutico aconteça de forma eficaz. Como garantir que a minha consulta seja sem...
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9 dicas para controlar a sua ansiedade no dia a dia Como controlar a ansiedade no dia a dia: 9 passos essenciais 1. Estabeleça uma rotina e anote-a 2. Faça pequenas pausas ao longo do dia 3. Estabeleça limites para si 4. Evite bebidas estimulantes 5. Faça a higiene do sono 6. Pratique técnicas de respiração 7. Pratique meditação e mindfulness 8. Aceite que nem tudo está no seu controle 9. Faça terapia
Considerada como o mal do século, a ansiedade faz parte do dia a dia de milhões de brasileiros. Segundo pesquisa do Instituto Cactus, 68% dos brasileiros sentem-se ansiosos. Acontece que, apesar de ser uma emoção que faz parte do instinto humano, quando de forma excessiva e frequente, ela pode trazer diversos prejuízos para a saúde física, mental e qualidade de vida do indivíduo. Mas, então, como controlar a ansiedade no dia a dia e impedir que ela afete as atividades básicas, como estudos e trabalho, e gere até mesmo adoecimento? Continue lendo este conteúdo para encontrar dicas importantes! A seguir, listamos 9 dicas para você conseguir controlar a sua ansiedade no dia a dia e, assim, ter mais qualidade de vida e saúde de forma geral. O surgimento da ansiedade no dia a dia pode estar fortemente associado a uma falta de rotina. Isso porque quem não tem claro para si quais são seus compromissos e objetivos diários tende a se desesperar e, às vezes, temer o que está por vir – o desconhecido. Nesse sentido, controlar a ansiedade passa por ter uma agenda – física ou digital – com todas as suas atividades a serem realizadas para que seja possível evitar a antecipação de problemas, temer o desconhecido e, inclusive, ter foco nas tarefas realmente necessárias. Esse senso de organização com certeza fará diferença para o controle da ansiedade. Mas, atenção: também é importante saber ser flexível para lidar com possíveis eventualidades. Portanto, ter uma rotina organizada, mas adaptável é o ponto-chave! Ainda falando sobre a rotina, é importante que, ao longo de um dia de trabalho ou estudos, você faça pequenas pausas para relaxar e recarregar as energias, algo que impede o acúmulo da tensão, do estresse e da ansiedade. Nesse sentido, durante essas pausas, você pode fazer uma caminhada ou um lanche, ler a passagem de um livro ou, simplesmente, não fazer nada. O mais importante é que elas existam para um relaxamento rápido, mas importante para a continuidade da rotina. O acúmulo de responsabilidades na vida pessoal ou profissional pode gerar o que chamamos de estafa, que é um alto nível de estresse, ansiedade e preocupação para dar conta de tudo, juntamente ao medo de não conseguir. Sendo assim, um outro passo para controlar a ansiedade é estabelecer limites claros para si para não assumir mais demandas do que aquelas que você é capaz de atender. Além disso, é preciso aprender a dizer "não", uma vez que, mesmo sabendo de seus limites, pode ser desafiador recusar uma oferta ou um pedido de alguém. Em ambas as situações, a psicoterapia pode ser uma excelente ferramenta, uma vez que pode te ajudar a trabalhar o autoconhecimento para que, assim, você entenda quais são, de fato, as suas prioridades e consiga respeitar seu tempo e espaço. Café, energético e outras bebidas que possuem cafeína ou outro estimulante podem servir como gatilhos para quem já é ansioso por natureza. Isso acontece porque esses elementos aumentam o estado de alerta, o que pode favorecer o surgimento da ansiedade. Desse modo, o ideal é evitar o consumo excessivo dessas bebidas, especialmente nos momentos relaxantes, como perto da hora de dormir. E já que estamos falando da "hora de dormir", saiba que manter uma boa noite de sono também é importante para manter a ansiedade sob controle, uma vez que a qualidade do seu sono é indispensável para recarregar a energia. Nesse caso, uma estratégia que funciona bem, especialmente para quem sofre com insônia ou despertares noturnos frequentes, é a higienização do sono. Isso nada mais é do que criar bons hábitos antes de se deitar, como: Manter o quarto escuro e aconchegante; Evitar telas pelo menos uma hora antes de dormir; Não consumir comidas pesadas e nem bebidas estimulantes; Praticar sempre o mesmo ritual, como tomar um chá, ler um livro e ouvir uma música calma. Essas são algumas boas formas de baixar a adrenalina do seu dia e, consequentemente, a ansiedade que costuma vir junto. Você já deve ter escutado falar que técni...
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10 benefícios da psicoterapia: por que fazer? 1. Ajuda no processo de autoconhecimento 2. Promove a autoconfiança e a autoestima 3. Melhora os relacionamentos interpessoais 4. Desenvolve a inteligência emocional 5. Ajuda na superação de traumas do passado 6. Auxilia a encontrar um propósito de vida 7. Alivia as emoções negativas 8. Promove o desenvolvimento pessoal e profissional 9. Ajuda a ressignificar crenças limitantes 10. Mantém a saúde mental em dia
Você conhece os benefícios da psicoterapia? Essa abordagem terapêutica é excelente para quem tem algum problema emocional e não está dando conta de resolver sozinho, mas também é primordial para as pessoas que querem melhorar a sua relação consigo e com o mundo. Marcada por estereótipos e falsas ideias de senso comum (como que "terapia é coisa de doido"), as sessões conduzidas por um psicólogo podem promover transformações essenciais na vida, de forma a contribuir para os âmbitos pessoal, social e profissional. Quer saber mais sobre o assunto? Continue acompanhando este artigo para conhecer os principais benefícios da psicoterapia e descubra por que fazer! Independentemente da razão que leva uma pessoa a iniciar a terapia, sem dúvidas, o autoconhecimento é um dos seus principais e mais nítidos benefícios. Isso porque, com a ajuda do psicólogo, o paciente é capaz de reconhecer e acessar suas crenças, pontos fortes, defeitos, qualidades, limitações e padrões de pensamento e comportamento prejudiciais para, então, conseguir modificá-los. Assim, quando se toma consciência sobre suas próprias características internas, é possível tomar medidas importantes para a melhoria da qualidade de vida. Como consequência do autoconhecimento, o indivíduo consegue trabalhar a sua autoconfiança e autoestima. Afinal de contas, ao se conhecer melhor, ele pode adquirir mais segurança e confiança em si mesmo, o que é benéfico para a autoestima. Com isso, ele se sente mais confiante para buscar seus sonhos, se relacionar consigo e com o próximo, entre muitos outros benefícios. Relacionar-se com o outro (seja um parceiro, um amigo, um familiar ou colega de trabalho) não é uma tarefa fácil, uma vez que cada pessoa possui sua personalidade e características. Entretanto, existem indivíduos que possuem uma dificuldade ainda maior nas relações (seja por causa da timidez, da personalidade forte, etc.). Nesse contexto, a terapia pode ser bastante útil, pois ela ajuda no desenvolvimento de diversas habilidades sociais, como comunicação, empatia, trabalho em equipe, etc. Portanto, a partir desse desenvolvimento, torna-se possível se relacionar de forma mais saudável e harmônica com o outro, aprendendo, assim, a lidar com sabedoria e inteligência diante dos desafios diários que os relacionamentos impõem. Falando em inteligência, é impossível não mencionar o desenvolvimento da inteligência emocional como um dos grandes benefícios da psicoterapia. Para quem não sabe, essa é uma habilidade que diz respeito à forma como lidamos com as situações adversas e com as nossas emoções diante delas. Ou seja, com a terapia, é possível aprender a gerenciar e controlar melhor as emoções, sendo menos reativo e mais equilibrado para agir. Além disso, com a inteligência emocional, o indivíduo consegue encontrar soluções mais eficazes para os seus problemas, uma vez que consegue racionalizar as situações. Aqui vai um outro benefício da psicoterapia: a superação de traumas do passado. Em razão de uma situação traumatizante ocorrida no passado – especialmente na infância ou adolescência, o indivíduo pode sofrer com diversos prejuízos em sua vida atual, como fobias, depressão, ansiedade, dificuldade para se relacionar, entre outros transtornos. Assim, por meio da terapia com um psicólogo, o paciente consegue visualizar o trauma que está desencadeando diversas reações prejudiciais (sim, muitas vezes ele nem consegue reconhecer que teve um trauma) e, a partir daí, encontra estratégias para enfrentá-lo. Portanto, as sessões de psicoterapia promovem não somente a resolução de sintomas, como também vai à origem do problema para, dessa forma, solucioná-lo com eficácia. Muitas pessoas possuem uma certa dificuldade para encontrar um propósito de vida, isto é, aquilo que as motiva a viver e a ter objetivos e sonhos. Isso, no entanto, é bastante prejudicial, pois pode causar sentimentos e condições negativos, como tristeza, desmotivação e, em casos mais sérios, depressão. Nesse sentido, a t...
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10 dicas para conciliar vida pessoal com a profissional
Um dos maiores desafios na contemporaneidade é conciliar a vida pessoal com a profissional. Acontece que essa é uma situação preocupante, uma vez que pode desencadear crises de ansiedade e de estresse, além da síndrome de Burnout. Por isso, encontrar o equilíbrio entre esses dois âmbitos da vida, além de ser importante para a qualidade de vida, pode ser o fator que que faltava para o tratamento eficaz de diversos problemas de saúde mental que estão te afligindo. Sendo assim, neste artigo, daremos dicas práticas e essenciais de como você pode conciliar a vida pessoal com a profissional e, assim, cuidar do seu bem-estar. Boa leitura! Como conciliar vida pessoal com a profissional: 10 dicas práticas Como mencionamos, a partir de agora você encontrará dicas práticas de como equilibrar as áreas da sua vida e possibilitar o alcance de uma boa qualidade de vida: 1. Defina suas prioridades O primeiro passo é definir quais são suas prioridades tanto na vida pessoal quanto na profissional. Isso porque, a partir daí, será possível equilibrar suas funções e responsabilidades, evitando a sobrecarga. Sendo assim, faça uma lista com todas as suas atividades e, em seguida, comece a identificar o que é mais importante e necessário na sua vida. Com isso, você conseguirá visualizar o que pode ser adiado ou ajustado, bem como onde você precisa se fazer mais presente e se doar mais. 2. Gerencie seu tempo Depois de definir as prioridades, é hora de identificar o tempo que você vai dedicar a cada uma de suas tarefas. Naturalmente, isso pode variar, mas é preciso ter ao menos uma estimativa para que seja possível se programar. Assim, para fazer uma boa gestão do tempo, vale a pena utilizar alguns recursos, desde a tradicional agenda até aplicativos de gerenciamento de tarefas. Eles ajudam a organizar as atividades diárias e a possibilitar que você consiga cumprir com os prazos. 3. Estabeleça limites claros Impor limites claros também é um dos pontos-chave para equilibrar a vida pessoal e profissional. Isso significa saber reconhecer o quanto tempo você trabalhará por dia, por exemplo, para não ultrapassar esse limite. Dentro da família, também é importante definir limites para não se sobrecarregar, como quais tarefas irá fazer em casa. Tudo isso contribui para que seja mais assertivo conciliar esses dois âmbitos da vida. 4. Aprenda a dizer "não" Junto ao estabelecimento de limites, aprenda a dizer "não". Isso significa que, além de reconhecer que você não consegue pegar mais atividades do que aquelas que já executa, é necessário recusar, de maneira educada e assertiva, propostas que não fazem sentido para você e para sua saúde física e mental. Seja do chefe, da família ou de amigos. Nesse sentido, entenda que dizer "não" não te torna uma pessoa pior. Aqui, não se deve preocupar com o que o outro vai pensar sobre você, mas sim em como você se sente arcando com mais compromissos do que aqueles que consegue cumprir. 5. Seja flexível Apesar de ser necessário estabelecer limites e saber gerenciar o seu tempo, também é fundamental ser flexível e adaptável. Afinal de contas, a vida é imprevisível, o que faz com que prioridades, ideias e percepções de vida possam mudar com o passar do tempo. Portanto, esteja preparado para ajustar os seus planejamentos caso seja necessário. Ser flexível te possibilitará não apenas isso, mas também manter o equilíbrio diante de imprevistos e adversidades inesperadas. 6. Reserve um tempo para a família e os amigos Por mais que a sua rotina seja corrida e agitada, é importante reservar um tempo de qualidade para estar com a família e os amigos. Além de fortalecer os vínculos afetivos, essa prática é excelente para cuidar das emoções e recarregar a energia. Sendo assim, defina dias da semana e horários para fazer programas com as pessoas que são queridas e importantes para você. 7. Fique offline de vez em quando De uns tempos para cá, temos passado boa parte do nosso tempo rolando os "feeds" das redes sociais por horas e hora...
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Inteligência emocional: como desenvolver a sua? O que é inteligência emocional? Características de uma pessoa emocionalmente inteligente 5 pilares da inteligência emocional 1. Autoconhecimento emocional 2. Controle emocional 3. Automotivação 4. Empatia e reconhecimento emocional 5. Relacionamentos interpessoais Por que é importante desenvolver a inteligência emocional? Como desenvolver a inteligência emocional no dia a dia? 1. Controle a impulsividade 2. Fique atento aos seus padrões de pensamento e comportamento 3. Fortaleça a autoestima 4. Questione a si mesmo 5. Escreva sobre suas emoções
A inteligência emocional é uma habilidade que pode transformar positivamente a vida de quem a tem. Afinal, ela ajuda o indivíduo a passar pelas dificuldades com mais tranquilidade e clareza. Esse conceito diz respeito a saber gerenciar suas próprias emoções, ter autoconhecimento sobre o quê e como se sente, além de influenciar numa vida com mais qualidade e bem-estar e na construção relações interpessoais saudáveis. Neste artigo, vamos nos aprofundar sobre o que é inteligência emocional e por que é tão importante desenvolvê-la. Tenha uma ótima leitura! De forma mais ampla, a inteligência emocional é a capacidade de entender e lidar melhor tanto com as próprias emoções, como também reconhecer e influenciar as emoções de quem está ao redor. Isso traz mais proximidade e tranquilidade para as relações. Quem tem essa habilidade emocional consegue passar pelas adversidades da vida de maneira mais madura e consciente. Portanto, é uma competência fundamental tanto na vida pessoal quanto na vida profissional. Um indivíduo com inteligência emocional tem as seguintes características: Em uma situação de crise, não reage de forma exagerada nem entra em pânico; Não permite que as emoções influenciem diretamente nas suas escolhas; Desenvolve relacionamentos saudáveis com alto grau de empatia pelo outro; Dificilmente entra em discussões sem motivo. Essas são só algumas características, mas o fato é que uma pessoa com inteligência emocional tem autoconhecimento e um jeito mais sereno de encarar os problemas, o que impacta diretamente no seu bem-estar. O psicólogo Daniel Goleman, responsável por popularizar o conceito, dividiu a inteligência emocional em pilares com o intuito de simplificar o que uma pessoa precisa ter para melhorar a relação com as próprias emoções e evitar reações como estresse e compulsão. São eles: Conhecer as próprias emoções é imprescindível para desenvolver a inteligência emocional, já que um indivíduo que tem autoconhecimento percebe quando mudanças de humor podem acontecer e sabe identificar os gatilhos emocionais que provocam determinados sentimentos. Por isso, o autoconhecimento é o ponto de partida. Após identificar suas emoções, vem a próxima etapa: saber lidar de maneira mais assertiva e consciente com elas, sobretudo em momentos de instabilidade. Isso é, agir de forma mais consciente e evitar comportamentos impulsivos. Então, esse tipo de atitude vem da prática constante diante das situações que nos pressionam. A automotivação diz respeito a entender o que está dentro da gente e como isso nos motiva a fazer algo, o que nos dá força para encarar a vida. Assim, está ligado a ter disciplina mesmo quando o entorno não é favorável. É um importante amparo para que a pessoa seja mais persistente e produtiva diante da instabilidade da vida. Ser empático é ter a capacidade de se colocar no lugar do outro, respeitando e acolhendo suas emoções e escolhas. Então, a empatia é a base de relacionamentos saudáveis e nos proporciona criar laços mais profundos e duradouros. Relacionamentos interpessoais saudáveis são essenciais para uma vida pessoal e profissional bem-sucedida. Este pilar envolve a capacidade de criar e manter bons relacionamentos e gerar boas conexões. Diz respeito também a se comunicar de forma clara, solucionar conflitos e interagir de maneira colaborativa com as pessoas ao redor, seja no trabalho ou na vida de uma forma geral. Desenvolver a inteligência emocional impacta em inúmeros benefícios, tanto no âmbito pessoal como no profissional, influenciando em uma vida mais equilibrada e saudável. Saiba mais: Benefícios pessoais: Reduz a ansiedade e estresse; Contribui para a redução de atritos nos relacionamentos; Melhora a capacidade de tomar decisões mais assertivas; Melhora a autoestima e a confiança, diminuindo a insegurança; Aumenta a resiliência para lidar com os momentos de adversidade; Reduz a frustração em situações que as expectativas não são atendidas. Benefícios profissionais: Melhora a capacidade ...
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Prazer e saúde mental O que entendemos por prazer na psicologia A relação entre prazer, bem-estar e regulação emocional Prazer como regulador natural do estresse A ampliação do repertório emocional O prazer como fonte de vitalidade psíquica Quando o prazer é reprimido ou negligenciado Prazer não significa irresponsabilidade Prazer não é sinônimo de excesso Prazer não elimina o sofrimento Resgatar o prazer no cotidiano: caminhos possíveis O papel da psicoterapia na reconexão com o prazer Identificação de bloqueios emocionais Reconstrução do vínculo com o corpo e as emoções Construção de uma relação mais saudável com o desejo
Durante muito tempo, o prazer foi tratado com desconfiança em diferentes campos do saber, inclusive na psicologia. Associado ao excesso, à fuga da realidade ou até à culpa, ele acabou sendo deixado em segundo plano diante de valores como produtividade, desempenho e autocontrole. No entanto, cada vez mais estudos e práticas clínicas mostram que o prazer não é um luxo nem um capricho, mas um elemento central para a saúde mental. Resgatar momentos de satisfação no cotidiano não significa viver em busca de estímulos constantes ou ignorar dificuldades emocionais. Pelo contrário, trata-se de reconhecer o prazer como uma experiência humana fundamental, capaz de fortalecer recursos psíquicos, ampliar o bem-estar e ajudar na regulação emocional. Na psicologia, o prazer não se resume a sensações intensas ou imediatas. Ele pode estar ligado a experiências simples, duradouras e profundamente subjetivas, como sentir-se acolhido, realizar uma atividade significativa ou perceber harmonia entre pensamentos, emoções e ações. O prazer envolve tanto o corpo quanto a mente, sendo influenciado por fatores biológicos, emocionais, sociais e culturais. Diferentes abordagens psicológicas compreendem o prazer de maneiras distintas. Algumas enfatizam sua função motivacional, outras destacam seu papel na construção do sentido de vida. Apesar dessas diferenças, há um ponto em comum: o prazer está diretamente relacionado à capacidade de sentir, desejar e se conectar consigo mesmo e com o mundo. Logo, ignorar ou desvalorizar o prazer pode levar a um empobrecimento da experiência emocional, tornando a vida mais mecânica e menos significativa. Por isso, negar o prazer é um hábito que pode prejudicar a saúde mental. O prazer se insere em um sistema complexo de emoções e processos psíquicos que ajudam o indivíduo a lidar com o estresse, as frustrações e os desafios do dia a dia. Momentos de prazer ativam sistemas neurobiológicos associados à sensação de recompensa e segurança. Essas ativações ajudam a reduzir os níveis de estresse, diminuindo a produção de hormônios ligados à resposta de ameaça. Não se trata de eliminar o estresse, mas de oferecer ao organismo pausas que favoreçam a recuperação emocional. Quando uma pessoa vivencia prazer de forma consciente, ela amplia sua capacidade de reconhecer e tolerar diferentes emoções. Isso fortalece a flexibilidade emocional, tornando mais fácil lidar com sentimentos difíceis sem se sentir dominado por eles. O prazer está intimamente ligado à sensação de estar vivo e engajado com a própria existência. Logo, ele alimenta a curiosidade, o desejo e a motivação, aspectos essenciais para a construção de projetos pessoais e para a manutenção da saúde mental ao longo do tempo. Apesar de sua importância, muitas pessoas vivem afastadas de experiências prazerosas. Isso pode acontecer por razões culturais, familiares ou individuais. Mensagens como "primeiro o dever, depois o prazer" ou "não posso me dar esse luxo" são internalizadas desde cedo e moldam a relação que o sujeito estabelece com a satisfação. A repressão do prazer pode estar associada a quadros de ansiedade, depressão e esgotamento emocional. Quando a vida se torna apenas uma sequência de obrigações, sem espaços de satisfação, o corpo e a mente tendem a reagir por meio de sintomas. A perda de interesse, a apatia e a sensação de vazio são sinais comuns de que algo essencial está sendo negligenciado. Além disso, a falta de prazer pode levar a buscas compensatórias pouco saudáveis, como o consumo excessivo de substâncias, comportamentos compulsivos ou relações desequilibradas. Nesses casos, o problema não é o prazer em si, mas a dificuldade de acessá-lo de forma integrada e consciente. Cuidar da saúde mental inclui reconhecer limites, mas também envolve acolher necessidades emocionais legítimas e saber pedir ajuda. O prazer não se opõe à responsabilidade; ele pode, inclusive, torná-la mais sustentável, ao reduzir o esgotamento e aumentar a disposição. Há uma diferenç...
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Empatia: o que é e como desenvolvê-la nas suas relações?
A maioria das pessoas com certeza já escutou a palavra "empatia" por aí, não é verdade? No entanto, poucas sabem o seu verdadeiro significado e a importância de vivenciá-la nas diferentes relações – pessoais, sociais, amorosas e profissionais. Por isso, preparamos este artigo para explicar, de fato, o que é empatia e te dar dicas importantes de como desenvolvê-la para aprimorar suas relações, mas também a sua saúde mental e a sua qualidade de vida. Confira! O que é empatia? Empatia é a capacidade de compreender as emoções e os sentimentos do outro sem julgamentos. Há um tempo atrás, ela era definida como a habilidade de se colocar no lugar de uma pessoa terceira. Acontece que isso é humanamente impossível! Por isso, o conceito mais usual que se tem adotado para compreendê-la é de que a empatia é a capacidade de se colocar ao lado do outro, entender o que ele está vivenciando, se conectar emocionalmente com ele e oferecer apoio. Assim, pessoas empáticas, dentre outras características: Ouvem os outros de forma atenta; Têm sensibilidade diante de eventos negativos ou trágicos; Consideram a opinião de terceiros antes de tomar decisões que podem impactá-los; São capazes de identificar quando os outros estão chateados; Oferecem apoio sempre que percebem a necessidade alheia. Por que é importante desenvolver essa habilidade social nas relações? O desenvolvimento da empatia é benéfico por diversos motivos, como: 1. Melhora os relacionamentos interpessoais: pessoas empáticas tendem a ter vínculos mais sólidos e estruturados. 2. Melhora o bem-estar e a qualidade de vida: uma pessoa empática tende a se sentir mais feliz e realizada em razão da solidariedade. 3. Contribui para a vida profissional: dentre as diversas soft skills exigidas no mercado de trabalho na atualidade, a empatia é uma delas. Como é possível perceber, a empatia nunca será desperdiçada, sendo valiosa tanto para quem a recebe quanto para quem a detém. 7 dicas para desenvolver empatia Ciente da importância de desenvolver a empatia nas suas relações interpessoais, é hora de aprender como praticá-la no dia a dia e fortalecer essa habilidade tão valiosa: 1. Pratique a escuta ativa Uma das grandes virtudes de uma pessoa empática é justamente saber ouvir o outro de forma consistente e sem julgamentos. Sim, oferecer a sua escuta é uma maneira de possibilitar que o outro desabafe e sinta-se acolhido. Aqui é muito importante saber ouvir com atenção, sem interrupções e sem juízo de valor. Só assim a pessoa se sentirá verdadeiramente confortável e acolhida para se expressar. 2. Tente entender o outro mesmo que você não concorde Quando discordamos de alguém, tendemos a recusar-se a ouvi-lo ou, então, a entrar em um conflito de ideias, não é mesmo? No entanto, essa prática é reativa e impulsiva, estando longe da empatia. Nesse caso, o ideal é buscar compreender o que leva alguém a discordar de você. Tente analisar a criação e as vivências que ela teve, os traumas que talvez tenha passado… Esse é um exercício importante para compreender o que pode influenciar tal conduta ou pensamento e, assim, não se deixar levar pelas emoções à flor da pele diante de uma oposição de ideias. 3. Comece a analisar a linguagem corporal Você já deve saber que a nossa comunicação não se restringe a apenas palavras. O corpo e as expressões faciais também dizem muito das nossas emoções e pensamentos. Sendo assim, comece a analisar a linguagem corporal dos outros para que você consiga identificar quando uma pessoa não está bem, mesmo sem ela falar. Isso não significa se tornar um profissional da psicologia, por exemplo, que consegue fazer a leitura das expressões corporais. A questão aqui é te possibilitar identificar quando uma pessoa precisa de acolhimento, mas, por algum motivo, não deseja verbalizar. Convém mencionar que essa prática é especialmente benéfica para o ambiente corporativo e para quem almeja crescimento profissional, como a ocupação de cargos de liderança. 4. Faça perguntas Já se você es...
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Ciúme: como lidar com esse sentimento?
O ciúme é um sentimento intrínseco ao ser humano. É uma resposta emocional diante de uma sensação de ameaça em um relacionamento. Os sentimentos que prevalecem diante disso são vários, como insegurança, medo, ansiedade e raiva. Esse comportamento pode acontecer tanto em relações românticas como em relações de amizade. Mas, apesar de ser comum à experiência humana, quando não controlado, o ciúme pode ser prejudicial, impactando as relações intra e interpessoais. Entender suas causas e aprender a lidar com esse sentimento é importante para preservar relações saudáveis e equilibradas. Por isso, continue a leitura e entenda maneiras de encarar e controlar o seu ciúme. O que é o ciúme? De forma geral, o ciúme é um sentimento que vem do medo de perder uma pessoa. Assim, o seu maior desejo é justamente preservar a relação para evitar essa perda. Nesse sentido, esse sentimento provavelmente tem origem nas inseguranças do indivíduo, no medo de não ser amado ou, ainda, em não estar no controle da situação. Vale dizer que o ciúme cumpre um papel no amadurecimento emocional de uma relação, porém, em excesso, pode ser considerado uma doença, o chamado ciúme patológico. Quando o ciúme passa a ser preocupante? O ciúme passa a ser um ponto de preocupação quando seus efeitos começam a impactar de forma negativa no bem-estar de quem o sente, assim como na vida de outras pessoas envolvidas. Alguns comportamentos podem indicar que esse sentimento passou do ponto e precisa de atenção, como: Comportamento controlador: quando há toda uma movimentação para controlar ações, relações e deslocamento do parceiro, como acessar o telefone, redes sociais, exigir detalhes sobre seu dia a dia, lugares que ele frequentou, pessoas que ele encontrou, além de tentar restringir suas interações sociais; Insegurança constante: sentimentos de insegurança de forma exagerada e permanente em relação ao relacionamento; Acusações infundadas: fazer acusações sem evidências tangíveis de infidelidade, baseadas em desconfiança pessoal ou suposições; Isolamento social: tentativas de isolar o parceiro de seu ciclo de amigos, familiares ou colegas, para diminuir oportunidades de uma possível traição ou infidelidade; Comportamento agressivo: expressões de ciúme que se manifestam em comportamentos agressivos, seja verbal ou físicos, como insultos, gritos, ameaças ou até mesmo violência física contra o parceiro ou pessoas ao redor. Se comportamentos como os descritos acima se tornam frequentes, gerando sofrimento emocional significativo para o indivíduo que os sente e para as pessoas envolvidas, é necessário buscar ajuda o quanto antes. 10 dicas para lidar com o ciúmes A seguir, separamos algumas dicas que podem oferecer um novo jeito para lidar com o ciúme: 1. Investigue a origem do ciúme Para começar, vale olhar com cuidado para o que provoca o seu ciúme. Existe algum gatilho ou uma situação que se repete? Alguma decepção ou quebra de confiança que possa ter deixado feridas abertas? Entender essa causa ajuda você a atuar no cerne da questão. Se houver um trauma, por exemplo, será necessário acolhê-lo e tratá-lo. 2. Deixe o passado para trás Muitas vezes, o ciúme exagerado nasce de experiências ruins em relacionamentos anteriores. Mas é fundamental não carregar essas vivências para o presente. Afinal, além de limitar a profundidade da nova relação, isso não é justo com quem está ao seu lado no presente. Portanto, encerre o que ficou para trás e evite comparações. Cada pessoa e cada vínculo é único e merece ser tratado como tal. 3. Faça do diálogo um hábito constante A comunicação aberta é a chave de qualquer relação duradoura, pois ela mantém uma relação saudável, especialmente quando uma das partes convive com inseguranças. Por isso, abra seus medos e vulnerabilidades com quem está ao seu lado. Essa sinceridade ajuda o parceiro a compreender seu momento emocional e a oferecer apoio em situações mais delicadas. Por outro lado, quando você se fecha, a tendência é que desentendim...
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Fases da vida e o desenvolvimento emocional Infância: a base do desenvolvimento emocional Vínculo e apego Reconhecimento das emoções Construção da autoestima Adolescência: emoções intensas e construção da identidade Busca por identidade Relações sociais e pertencimento Regulação emocional Vida adulta jovem: escolhas, responsabilidades e autonomia emocional Construção de vínculos afetivos Autonomia e responsabilidade Identidade profissional Meia idade: equilíbrio, revisões e estabilidade emocional Revisão de projetos de vida Relações familiares Autoconhecimento e maturidade emocional Velhice: integração emocional e ressignificação da vida Luto e perdas Sentido de vida Vínculos e suporte emocional A importância do acompanhamento psicológico em todas as fases da vida
Compreender o desenvolvimento emocional ao longo da vida é essencial para quem busca autoconhecimento, equilíbrio psicológico e relações mais saudáveis. Cada fase da vida apresenta desafios, aprendizados e demandas emocionais específicas, que influenciam diretamente a forma como lidamos com sentimentos, vínculos, frustrações e escolhas. Na psicologia, essas etapas não são vistas apenas como recortes etários, mas como momentos de construção interna que deixam marcas profundas na identidade e na saúde mental. A infância é considerada uma das fases mais decisivas para o desenvolvimento emocional. É nesse período que a criança começa a reconhecer emoções, estabelecer vínculos afetivos e formar as primeiras percepções sobre si mesma e sobre o mundo. Logo, as experiências vividas nessa etapa funcionam como um alicerce para a saúde emocional ao longo da vida. O ambiente familiar, a qualidade do cuidado recebido e a forma como emoções são acolhidas ou reprimidas têm impacto direto na construção da autoestima, da segurança emocional e da capacidade de confiar nos outros. Assim sendo, uma infância marcada por afeto, previsibilidade e escuta tende a favorecer adultos mais seguros emocionalmente. O vínculo afetivo com cuidadores é fundamental para o sentimento de segurança emocional. Logo, quando a criança percebe que suas necessidades emocionais são atendidas e que existem rituais familiares, desenvolve um apego seguro, o que favorece autonomia, empatia e regulação emocional no futuro. Na infância, a criança começa a identificar emoções básicas como por exemplo, alegria, medo, raiva e tristeza. A forma como os adultos nomeiam e validam esses sentimentos contribui para que a criança aprenda a expressá-los de maneira saudável. Elogios, limites claros e acolhimento influenciam diretamente a percepção que a criança desenvolve sobre seu próprio valor. Uma autoestima bem estruturada nessa fase impacta positivamente a vida adulta. A adolescência é marcada por profundas transformações físicas, cognitivas e emocionais. Trata-se de um período de transição em que o indivíduo deixa de ser criança, mas ainda não se reconhece plenamente como adulto. Esse processo costuma gerar conflitos internos, questionamentos e emoções intensas. Logo, o desenvolvimento emocional na adolescência está fortemente ligado à busca por identidade, pertencimento e autonomia. É comum que o jovem experimente oscilações de humor, insegurança e maior sensibilidade às críticas e rejeições. Assim sendo, para compreender melhor essa fase, é importante observar alguns aspectos emocionais centrais que costumam estar presentes na vivência adolescente. O adolescente passa a questionar valores familiares, explorar novos interesses e experimentar diferentes formas de se expressar na vida pessoal e nas redes sociais. Esse processo é essencial para a construção de uma identidade própria, embora possa gerar ansiedade e confusão emocional. Amizades e grupos sociais ganham grande importância. A necessidade de aceitação pode influenciar comportamentos e impactar a autoestima, tornando o jovem mais vulnerável emocionalmente. Apesar do desenvolvimento cognitivo, o cérebro emocional ainda está em formação, o que dificulta o controle de impulsos e a regulação das emoções. Por isso, reações intensas são comuns nessa etapa. A vida adulta jovem é frequentemente associada à consolidação da independência e à tomada de decisões importantes, como carreira, relacionamentos afetivos e projetos de vida. Emocionalmente, essa fase envolve o desafio de equilibrar expectativas pessoais, autoimagem, pressões sociais e responsabilidades crescentes. É um período em que muitos padrões emocionais aprendidos na infância e adolescência se manifestam de forma mais evidente, especialmente nos relacionamentos e na forma de lidar com frustrações. Relacionamentos amorosos ganham maior profundidade emocional. A forma como a pessoa se vincula tende a refletir padrões de apego desenvolvidos nas fases anteriores. A indepe...
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Intoxicação emocional: o que é, sintomas e como evitar?
Se sentir vulnerável, se chatear com facilidade ou, ainda, querer sair correndo e deixar tudo para trás… Você já experimentou algum desses sentimentos? Essa é a realidade de muitas pessoas que não têm consciência do seu estado emocional. Quando estão imersas nesses sentimentos, elas também experimentam uma montanha russa constante, intercalam entre o riso e o choro nos momentos mais inesperados e reagem de maneira desproporcional às situações, não conseguindo expressar seus sentimentos e emoções com clareza. Esses sintomas são efeitos da intoxicação emocional. Se você já passou ou está passando por momentos de grande carga emocional, este artigo é para você. Continue lendo para saber mais sobre o assunto! O que é intoxicação emocional? Aintoxicação emocional trata-se de uma carga de emoções que, em exagero, causa uma intoxicação. A intensidade de emoções é característica desse quadro. Sentimentos como raiva, medo, agressividade e culpa são reações comuns. Aquele que sofre com intoxicação emocional culpa-se o tempo todo por algo que não saiu como ele esperava, podendo ser em relação a ele ou com os outros. Pequenas coisas se transformam em grandes acontecimentos. Esse descontrole de informação e sentimentos faz com que outras sensações e pensamentos que deveriam influenciar positivamente no bem-estar sejam mascarados, dificultando a consciência. Quais são os principais sintomas da intoxicação emocional? Para saber se você ou alguém ao seu redor está passando por essa situação, conheça alguns sintomas: Falta de motivação: você não sente mais vontade de encarar atividades que antes te davam prazer; Decepção pessoal: quando algo não sai como você esperava, você se culpa; Insegurança: a culpa te paralisa, gerando sentimentos de incapacidade; Dificuldade de se expressar: os sentimentos são guardados em excesso e você passa a ter dificuldade em colocar o que sente para fora; Angústias e aflições sem explicação aparente: sentimentos negativos em excesso sem uma explicação passam a ser comuns; Incômodos desnecessários, mas fortemente presentes: você não sabe exatamente o que está te deixando desconfortável, mas o desconforto está ali andando lado a lado com você. O resultado são conflitos pessoais e emocionais que afetam diariamente o bem-estar físico e o psicológico, tornando o indivíduo vulnerável e causando os sintomas descritos anteriormente. Por que a intoxicação emocional acontece? A intoxicação emocional é a consequência de não nos darmos tempo para cuidar do nosso interior, adiando sempre o que nos dá prazer. A curto prazo, esse comportamento pode não causar nenhum dano, mas a longo prazo pode levar a pessoa ao adoecimento e depressão. Vale dizer que o acúmulo de estresse e conflitos não resolvidos resultam em um estado de fragilidade emocional. Assim, nossa mente trabalha de forma incansável, gerando pensamentos de maneira desenfreada e sem controle. Como evitar a intoxicação emocional? Assim como lidar com uma intoxicação causada por alimentos, em que se elimina o que ocasionou esse desequilíbrio, para tratar uma intoxicação emocional não é diferente: deve-se buscar eliminar essas emoções. Se o excesso de algum sentimento está te deixando inseguro e ou até depressivo, é importante entender e buscar outras alternativas. Por isso, veja algumas dicas para evitar chegar nesse estágio: 1. Não canalize sentimentos ruins Sensações negativas podem acabar com o nosso dia. Afinal, a raiva, a culpa, o medo e a ansiedade geram desordem e nos esgotam emocionalmente. Portanto, perceba o que anda gerando esses sentimentos em você… Qual pode ser a causa? Após identificar, quebre o padrão! Não deixe dentro tantas emoções negativas. 2. Organização faz diferença Você já ouviu falar que o estado do ambiente interfere muito no nosso humor? Pois é, um lugar bem organizado, seja nossa casa ou ambiente de trabalho, impacta diretamente no que sentimos e como encaramos as atividades do dia a dia. A organização traz tranquilidade para a mente e faz ...
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Orientação vocacional: o que é, como funciona e quando fazer?
Utilizada por jovens que estão finalizando o ensino médio e se encontram em dúvida sobre qual caminho profissional seguir, a orientação vocacional permite trabalhar o autoconhecimento e mais segurança na tomada de decisão. Apesar de muito conhecido, esse método ainda gera muitas dúvidas. Por isso, preparamos um conteúdo para esclarecer as principais questões sobre orientação vocacional. Então, continue a leitura e entenda o que é e quando você deve recorrer a essa técnica! O que é orientação vocacional? A orientação vocacional se baseia em testes específicos para conhecer as características e individualidades de uma pessoa. Ela tem o intuito de construir cenários profissionais mais assertivos para que o indivíduo se identifique e alcance satisfação pessoal. Além disso, a técnica busca evitar que a pessoa comece uma carreira e, lá na frente, perceba que aquilo não faz sentido para ela. Portanto, a ideia é desenvolver um autoconhecimento que possibilite a escolha de uma profissão alinhada às preferências do indivíduo, a sua forma de ver o mundo e ao que este deseja conquistar no futuro. Qual é a diferença entre orientação e teste vocacional? Basicamente, a distinção entre orientação e teste vocacional está relacionada na abordagem e nos métodos utilizados. Assim, a orientação vocacional se caracteriza por um processo mais amplo e individualizado, normalmente conduzido por um psicólogo. No decorrer das sessões, o profissional vai ouvir e acolher o indivíduo, entendendo seus desejos e preferências diante de áreas de atuação. Além disso, a orientação vocacional pode incluir ainda visitas a locais de trabalho e entrevistas com profissionais de áreas diferentes. Já o teste vocacional, por exemplo, se refere a uma ferramenta usada dentro do método de orientação vocacional. São questionários ou instrumentos de avaliação pensados para detectar as áreas de interesse, os gostos, quais características da pessoa sobressaem e podem colaborar no campo profissional. Assim, é importante destacar que os testes devem ser utilizados como forma de agregar, de aprimorar à orientação vocacional, e não como única base para a tomada de decisão. Ele acrescenta e, por isso, serve para complementar o processo de escolha. E qual é a diferença entre orientação vocacional e orientação profissional? Apesar de serem usadas como expressões equivalentes, há diferenças entre orientação vocacional e a orientação profissional. Entenda as principais diferenças: A orientação vocacional destina-se especialmente a jovens em fase de escolha de carreira e envolve um psicólogo especializado. Assim, ela se baseia em: Identificar o interesse da pessoa; Destacar as habilidades; Explorar as inclinações naturais; Ajudar a entender a vocação; Possibilitar o conhecimento de diferentes áreas profissionais. Já a orientação profissional destina-se a jovens em transição para o mercado de trabalho e adultos em busca de reorientação profissional. Pode envolver psicólogos, orientadores profissionais e outros especialistas. Seus objetivos são: Preparar a pessoa para o mercado de trabalho; Desenvolver habilidades específicas para o planejamento de carreira. Para que serve a orientação vocacional? Essa técnica busca direcionar o indivíduo na tomada de decisão, identificando habilidades, interesses e valores particulares. No entanto, para além disso, a orientação vocacional proporciona também: Autoconhecimento: uma das principais vantagens que os testes e as discussões propostas pela técnica propõem é explorar os interesses do indivíduo e identificar as principais áreas de carreira que melhor o definem. Clareza na escolha de carreira: quando uma pessoa se conhece, entende seus gostos, suas habilidades e valores, a sua tomada de decisões torna-se mais segura. Satisfação profissional: ao decidir por uma carreira alinhada com suas habilidades e desejos, é provável que a pessoa se sinta realizada e encontre propósito no que faz. Redução do estresse e da ansiedade: decidir sobre o futuro pro...
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10 principais dúvidas sobre o trabalho do psicólogo
O trabalho do psicólogo é cercado de muitas dúvidas. Você, provavelmente, já deve ter se perguntado, por exemplo, se está realmente precisando de terapia ou se vale mesmo a pena pagar alguém para "apenas te ouvir", não é mesmo? Esses são questionamentos comuns, mas que devem ser solucionados como forma de não ignorar o cuidado com a sua saúde mental. Por isso, neste artigo, vamos trazer as dúvidas mais comuns – e também as respostas – sobre o trabalho do psicólogo para que você possa compreender melhor a importância e relevância deste profissional na sua vida. Confira! Dúvidas sobre o trabalho do psicólogo: as 10 mais comuns Confira, abaixo, as dúvidas mais comuns sobre o trabalho do psicólogo. Mas, vale dizer, que você pode entrar em contato com os profissionais da Psicólogo e Terapia para esclarecer suas próprias dúvidas. 1. Qual a diferença entre psicólogo, psicanalista e psiquiatra? Para facilitar essa resposta, separamos por tópicos. Veja só: Psicólogo Profissional graduado em Psicologia. Estuda comportamentos, emoções e pensamentos humanos. Trata diversas condições ligadas à mente humana (desde ansiedade até transtornos mais severos, como o transtorno de personalidade), inclusive suas raízes. No tratamento, utiliza conversas, exercícios e técnicas psicoterápicas. Também pode ajudar no desenvolvimento do autoconhecimento, inteligência emocional, autoestima, etc. Não está apto a prescrever medicamentos. Psicanalista Profissional que possui formação em Psicanálise. Estuda o inconsciente dos indivíduos, revelados por meio de palavras, ações e até sonhos. Propõe questionamentos a partir de discurso do paciente para que esse consiga olhar para o seu "eu-interior". Não está apto a prescrever medicamentos. O acompanhamento é mais duradouro do que com o psicólogo uma vez que acessa o inconsciente. Psiquiatra Profissional graduado em Medicina com residência em Psiquiatria. Atua na identificação e diagnóstico de transtornos mentais, como depressão, esquizofrenia, etc. Está apto a prescrever medicamentos, como antidepressivos e ansiolíticos. Tem como foco tratar os sintomas das condições, por isso, é recomendado o acompanhamento de um psiquiatra em conjunto com o psicólogo, pois se complementam. 2. Devo revelar segredos ao psicólogo? Não necessariamente. Você não precisa falar sobre assuntos que te deixam desconfortável na terapia. Saiba que a confiança no psicólogo é adquirida aos poucos, assim, quando você se sentir à vontade, poderá se abrir sobre questões íntimas nas quais ele te ajudará. 3. O psicólogo receita medicamentos? Como mencionamos na primeira pergunta: não, o psicólogo não pode prescrever medicamentos. Entretanto, se ele perceber que há a necessidade de remédios no seu tratamento, te encaminhará ao psiquiatra para um acompanhamento multidisciplinar. 4. O que meus amigos e familiares vão pensar se eu fizer terapia? Esse é um receio comum, uma vez que as pessoas ainda associam terapia "à coisa de doido". Acontece que essa é uma forma de cuidar da saúde mental, sendo importante para tratar alguma condição ou trabalhar o autoconhecimento e as emoções. Por isso, é importante não se preocupar com o julgamento de terceiros e nem ter vergonha de procurar um psicólogo. Coloque o seu autocuidado em primeiro lugar, sempre! 5. Quando buscar a ajuda de um psicólogo? Você pode procurar um psicólogo sempre que sentir necessidade ou quando estiver passando por algum problema emocional pontual e que não esteja dando conta de resolver sozinho. Portanto, busque uma ajuda profissional se: Estiver com pensamentos e emoções negativas com os quais não está sabendo lidar, como tristeza profunda, ansiedade, irritabilidade, estresse, etc. Se tiver passado por algum evento significativo na vida, como perda de emprego ou de um ente querido, separação, etc. Se tiver sido diagnosticado com algum transtorno mental, do mais simples ao mais severo. Não estiver conseguindo se relacionar bem com as pessoas ao seu redor – amigos, cônjuges, colegas de...
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Saúde mental e fertilidade: existe relação?
O desejo de engravidar é um processo que envolve sonhos e expectativas, mas também pode contar com momentos inesperados que geram frustração por não sair como se esperava. O que pouco se fala é que a infertilidade é uma realidade que afeta diversos casais pelo mundo e que, muitas vezes, o caminho para engravidar pode ser bem mais desgastante do que prazeroso. Neste artigo, vamos entender como a saúde mental pode impactar na fertilidade e falar sobre estratégias para lidar com essas questões de forma mais eficaz e saudável. Boa leitura! Afinal, existe relação entre saúde mental e fertilidade? Sim, a relação entre saúde mental e fertilidade é uma via de mão dupla. Assim, a ansiedade, o estresse e a frustração podem afetar negativamente a gravidez, retardando-a. Por outro lado, a infertilidade por si só pode desencadear ainda mais problemas que afetam a saúde mental, como as emoções negativas por não conseguir a sonhada gravidez. Nesse sentido, é preciso entender que o emocional influencia o físico: as partes estão interligadas. Estudos mostram que até 30% dos casais com infertilidade apresentam sintomas de ansiedade, e até 80% relatam sintomas depressivos. Isso interfere não só na fertilidade em si, mas na convivência entre o casal e na vida sexual. O caminho para engravidar pode ser mais cansativo do que encantador. Mas é preciso lembrar que a mente deve estar bem para o corpo funcionar de forma equilibrada. Como a saúde mental pode interferir na fertilidade? A ansiedade e o estresse são experiências comuns no cotidiano, mas podem exercer um impacto significativo durante o processo de tentar engravidar. Afinal, quando persistentes, essas emoções desregulam o eixo hormonal, afetando diretamente tanto a ovulação quanto a produção de espermatozoides. Além disso, a pressão em torno das tentativas de engravidar pode gerar sentimentos de cobrança, frustração e culpa, aumentando a tensão. Esse estresse emocional pode diminuir o desejo sexual e até reduzir a frequência de relações nos períodos férteis. A ansiedade também influencia hábitos de vida, podendo levar a má alimentação, noites mal dormidas e até ao abandono de tratamentos médicos. Já o estresse crônico pode alterar os níveis hormonais no corpo, incluindo os hormônios envolvidos na reprodução. O cortisol, conhecido como o "hormônio do estresse", pode afetar a liberação de hormônios como o estrogênio e a progesterona nas mulheres, e a testosterona nos homens. Portanto, cuidar da saúde mental é fundamental para que o corpo funcione de forma equilibrada, favorecendo o processo reprodutivo. E como a pressão por engravidar pode interferir na saúde mental? As tentativas de engravidar acabam gerando toda uma tensão e pressão no casal. Diante de cenários de infertilidade, o estresse e a ansiedade trazem ainda mais sentimentos juntos, como autocrítica, pensamentos punitivos e frustração. A questão é que isso tudo acaba colaborando para o surgimento do sentimento de culpa e incapacidade muito grande no casal. Quando a gravidez não acontece no tempo esperado, pode surgir o sentimento de "falha" e o de não se sentir suficiente para tal. Assim, a pressão por engravidar afeta de forma considerável a autoestima da mulher. Isso tudo mexe com a mente do casal, gerando ansiedade e estresse constante, sentimento de inadequação, comparações e pressão na própria relação, o que prejudica muito a saúde mental dos envolvidos. Como preservar a saúde mental para que o estresse e a ansiedade não interfiram na fertilidade? Durante o processo de tentar engravidar, é importante realizar alguns ajustes para que a ansiedade não tome conta e atrapalhe o resultado. Confira algumas dicas: 1. Mantenha o foco na relação Para começar, evite comentar com outras pessoas sobre as tentativas de engravidar. É normal querer partilhar o entusiasmo com quem amamos, mas nem sempre isso pode ser positivo. As pessoas acabam gerando uma pressão externa, mesmo sem intenção para tal. Além disso, manter o foco na sua relação ...
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Licença-maternidade: como se preparar para a volta
Se preparar emocionalmente para o fim da licença-maternidade é um desafio para muitas mães - para a maioria, nós diríamos. Afinal, há o desejo e/ou a necessidade de retornar para o trabalho, mas a experiência de ser mãe e o amor que só aumenta a cada dia tornam esse processo um tanto quanto doloroso e desafiador, não é mesmo? Sendo assim, como ficar longe do filho ou da filha 8 horas por dia (às vezes até mais) se durante os últimos 4 ou 6 meses vocês ficaram juntos integralmente? Como confiar em alguém para cuidar de um bem tão valioso? Será que vale a pena largar a carreira para se dedicar integralmente à maternidade? Essas e outras dúvidas são comuns, mas precisam ser solucionadas com muita tranquilidade, uma vez que o conflito interno pode trazer adoecimento mental e emocional para as mães. Por isso, trouxemos algumas dicas que podem te ajudar nessa transição. Confira! 1. Prepare-se com antecedência para o fim da licença-maternidade Essa é uma dica que deve vir antes de qualquer outra: prepare-se e organize-se com o máximo de antecedência para essa fase. Isso significa que, dois meses antes do término da sua licença, você já deve começar a pensar com antecedência em todos os pontos, isto é, se realmente voltará a trabalhar, com quem a criança ficará, etc. Mas, para além disso, é importante tentar preparar você e o bebê para essa separação, o que implica em criar um período de transição. Por exemplo: se você pretende deixar o seu filho sob os cuidados de alguém, é válido sair de casa e deixá-lo uma hora com essa pessoa, aumentando este tempo progressivamente. Já se ele vai para a escolinha ou creche, então comece deixando-o na instituição de um mês a vinte dias antes do seu retorno ao trabalho, até mesmo porque pode ser necessária a sua presença lá nos primeiros dias. Pense nisso! 2. Crie estratégias criativas para essa nova fase Em muitos casos, a dor emocional sentida pela mãe ocorre ao imaginar como o seu filho está diante da sua ausência, principalmente quando esta sai de casa e o bebê chora de forma inconsolável. Nesses casos, vale muito a pena criar algumas estratégias para que a criança compreenda que você vai voltar, ou seja, que se trata de uma ausência temporária e não definitiva. Você pode, por exemplo, fazer brincadeiras de esconde-esconde e perguntar à criança onde você está. A ideia desta estratégia é que, com o tempo, ela entenda que você continua existindo ainda que ele não possa te ver. 3. Converse com outras mães Essa fase desafiadora foi - e é - vivenciada por muitas outras mães, o que significa que você não está sozinha. E ouvir outras experiências maternas é uma forma de te ajudar a lidar melhor com a situação e, até mesmo, definir estratégias de enfrentamento. Sendo assim, não deixe de conversar com outras mães que você conhece para desabafar e ouvir conselhos. Caso no seu ciclo de amigos você não tenha uma mulher que passou recentemente por essa experiência, então vale a pena procurar grupos de mães. Sim, existem muitas opções de grupo online e presenciais para essa troca e apoio mútuo. Vale super a pena! 4. Não se compare Apesar de ser valioso conversar com outras mães, é importante ter filtro para entender que cada realidade única. Pode parecer contraditório, mas, apesar das semelhanças nas jornadas da maternidade, cada mãe tem sua própria identidade e está inserida em um contexto específico. Bem, o que queremos dizer com isso? Que você precisa sim trocar experiências com outras mulheres que foram mães recentemente e que passaram pelo mesmo dilema que você, mas com a sabedoria para compreender e discernir que a sua adaptação pode ser mais rápida ou lenta do que a de uma outra pessoa. Lembre-se de que as comparações podem trazer sofrimentos e retardar o seu processo interno. Portanto, ouça, mas tenha um certo distanciamento do discurso alheio. 5. Conte com a ajuda da sua rede de apoio Contar com uma rede de apoio é essencial em todos os momentos da maternidade, inclusive no fim da licença. Natural...
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Psicoterapia infantil: o que é, como funciona e quando é indicada! Qual é o papel do psicólogo na psicoterapia infantil? Quais são os benefícios da psicoterapia infantil? Como a psicoterapia infantil funciona na prática? Quando procurar a terapia infantil para o seu filho? O que fazer antes de buscar a ajuda de um psicólogo infantil? 1. Deixe a criança ciente 2. Não atribua a culpa à criança 3. Fale para a criança sobre o psicólogo 4. Ouça o que a criança pensa
A infância costuma ser uma fase da vida associada a sentimentos positivos: alegria, brincadeira, criatividade, imaginação. Mas nem sempre é assim com todas as crianças, elas também passam por momentos difíceis e precisam de atenção. Mas, diferentemente do adulto, os pequenos ainda não sabem verbalizar o que estão sentindo. E é aí que entra a importância da psicoterapia infantil: possibilitar que as crianças se expressem e consigam lidar com as suas emoções. Apesar de ser uma dúvida comum dos pais acerca do momento exato de levar o filho ao psicólogo, vale dizer que a psicoterapia não deve ser cogitada apenas para uma situação pontual, mas como uma oportunidade para dar suporte à criança durante toda a infância. No artigo de hoje, abordaremos tudo o que você precisa saber sobre a psicoterapia infantil. Continua acompanhando! Diferente da psicoterapia adulta, a infantil tem técnicas e dinâmicas específicas. A brincadeira, por exemplo, é usada como linguagem lúdica em que as crianças podem usufruir da imaginação para expressar suas emoções, além de desenvolver habilidades de condução frente às situações que geram ansiedade, frustração, medo, angústia, entre tantos outros sentimentos. Dessa forma, o terapeuta entra como facilitador do processo. Ele auxilia a criança no enfrentamento e na busca de soluções que aliviam o sofrimento. O profissional também orienta os pais a como agirem de forma adequada diante das situações, para que esse acolhimento também seja passado por eles à criança. A psicoterapia infantil traz muitos benefícios para as crianças. Além de proporcionar um ambiente seguro, em que elas podem se expressar sem julgamentos, permite que elas desenvolvam competências socioemocionais. Como já dissemos, a brincadeira é muito utilizada como técnica, isso porque, diante da competição, ela ensina os pequenos a como lidar com a frustração, principalmente perante às expectativas. Já o desenho, a pintura, a encenação, contribuem para estimular a comunicação e a livre expressão. Conheça mais alguns benefícios: Promove o controle emocional: a psicoterapia ajuda a criança a entender suas emoções e como lidar da maneira mais apropriada com elas. Desenvolve empatia: conduz a criança a se colocar no lugar do outro, buscando entender seus sentimentos sem julgar. Ajuda a se comunicar melhor: algumas crianças têm dificuldade de se expressar, e a terapia pode ser o caminho adequado para trabalhar essa questão. Desenvolve a criatividade: o consultório pode ser um lugar lúdico, em que as brincadeiras criam esse ambiente de segurança e liberdade para se expressar de forma criativa. Melhora na vida escolar: crianças com problemas de aprendizagem são tratadas e habilidades comprometidas passam a ser desenvolvidas. Melhora no relacionamento com os familiares: com expertise suficiente, o psicólogo consegue orientar os pais e ajudar na convivência familiar. Os psicólogos infantis se utilizam da ludoterapia como abordagem na psicoterapia infantil. Afinal, a principal forma de expressão das crianças é por meio da brincadeira. É nela que, muitas vezes, o pequeno comunica o que sente, o que viu ou o que acontece ao seu redor. Assim, o brincar se torna o porta-voz dos medos e vontades da criança. Portanto, em uma sessão de psicoterapia, o psicólogo apresenta à criança vários jogos e brinquedos, e é por meio dessa interação que o pequeno tem com os objetos que o profissional consegue visualizar o mundo interior e chegar a conclusões sobre a personalidade da criança. A terapia também traz os pais para perto, esclarecendo como alguns comportamentos podem estar diretamente ligados ao ambiente e rotina da criança. O profissional, então, exibe aos pais essas descobertas e permite que eles tomem atitudes para ajudar o filho. Dificuldades e transtornos psicológicos não estão restritos ao mundo dos adultos, a infância também apresenta casos de ansiedade e depressão. Mas uma dúvida que muitas famílias têm é "quais os sinais indicam que é hora de procurar u...
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Psicologia das cores no ambiente de trabalho O que é psicologia das cores Benefícios de aplicar psicologia das cores em ambientes de trabalho Redução do estresse Aumento da produtividade Melhora da comunicação. Criação de uma identidade visual coerente Sensação de pertencimento ao espaço Ambiente mais acolhedor e humanizado. Cores e suas influências emocionais no trabalho Azul: concentração e tranquilidade Verde: equilíbrio e bem-estar Amarelo: energia e criatividade Vermelho: alerta e intensidade Laranja: entusiasmo e motivação Roxo: introspecção e inspiração Neutros: equilíbrio e sofisticação Como aplicar a psicologia das cores no ambiente de trabalho O papel da psicologia organizacional na escolha das cores
A psicologia das cores é um campo que estuda como diferentes tonalidades influenciam nossas emoções, comportamentos e percepções. No ambiente de trabalho, onde passamos boa parte do nosso dia, essas influências podem ser ainda mais significativas. As cores usadas em paredes, móveis, objetos, telas e até roupas podem afetar o humor, a produtividade, a concentração e o senso de pertencimento dos colaboradores. Logo, com a crescente busca por espaços profissionais mais saudáveis, humanizados e alinhados à saúde mental, entender o impacto das cores se tornou uma ferramenta estratégica tanto para empresas quanto para profissionais de psicologia organizacional. A psicologia das cores investiga como o cérebro humano interpreta e reage às diferentes tonalidades. Embora algumas reações sejam culturais, muitas respostas às cores são universais. Certas tonalidades tendem a estimular estados emocionais específicos, como calma, energia ou foco. Assim sendo, no ambiente de trabalho, isso pode significar a diferença entre um espaço desgastante, que afeta a saúde mental, e um que favoreça a motivação e o bem-estar psicológico. A influência das cores está relacionada à forma como nosso cérebro processa estímulos visuais. Cada cor possui um comprimento de onda diferente, e isso provoca reações fisiológicas e emocionais distintas. Algumas cores aumentam a ativação do sistema nervoso; outras favorecem repouso e introspecção. Além disso, as cores atuam como sinais. Culturalmente, aprendemos a associar tons a sentimentos, conceitos e comportamentos. No cotidiano corporativo, essa associação funciona como um estímulo silencioso, mas constante. Ela traz benefícios como: Quando o ambiente utiliza cores que promovem calma — como tons de azul, verde e neutros suaves — há uma diminuição natural da tensão visual e emocional, aumentando o bom humor. Logo, a harmonização das cores também evita estímulos excessivos, reduzindo a sensação de sobrecarga e proporcionando um espaço mentalmente mais tranquilo para executar tarefas diárias. Cores estrategicamente aplicadas ajudam a melhorar o foco, a clareza de raciocínio, a autonomia e a organização. Tons frios, por exemplo, favorecem a atenção contínua, enquanto elementos pontuais em amarelo ou laranja podem estimular a energia e a motivação. Essa combinação auxilia os profissionais a manterem ritmo e consistência no trabalho. Um ambiente cromaticamente equilibrado cria uma atmosfera mais receptiva, facilitando interações entre colegas e equipes. Assim sendo, cores que reforçam acolhimento e clareza, como verdes e neutros, ajudam a diminuir barreiras comunicacionais, favorecendo um clima de diálogo e abertura. A paleta escolhida reflete os valores da organização, reforçando a cultura interna e a percepção externa. Quando as cores traduzem a personalidade da empresa, os colaboradores passam a reconhecer mais facilmente seu propósito e suas diretrizes. Essa coerência contribui para uma representação visual consistente em todos os ambientes e materiais institucionais. Cores bem aplicadas transformam o ambiente em um espaço familiar e significativo para quem trabalha ali diariamente. A sensação de conforto visual incentiva o vínculo emocional com o local, fortalecendo a satisfação e o engajamento dos colaboradores. Uma paleta planejada humaniza o espaço físico, fazendo com que ele deixe de ser apenas funcional e passe a transmitir cuidado, acolhimento e empatia. Isso é essencial para que os colaboradores se sintam valorizados, contribuindo para uma experiência de trabalho mais positiva e saudável. Antes de explorar aplicações práticas, é essencial entender o significado psicológico de cada cor e como elas costumam se manifestar no comportamento humano. O azul é amplamente utilizado em escritórios e empresas por sua associação com calma, racionalidade e foco. Tonalidades claras promovem serenidade, enquanto tons mais escuros podem transmitir seriedade e profissionalismo. É ideal para setores que exigem atenção cont...
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Por que a rotina é importante para a qualidade de vida? Por que é importante uma rotina para ter qualidade de vida? 1. Boa rotina de sono 2. Manter uma alimentação saudável 3. Hidratar-se bem com água 4. Praticar atividades físicas 5. Priorizar relações saudáveis 6. Ter momentos de descanso 7. Controlar o tempo gasto com as telas 8. Cuidar da saúde mental
Uma pergunta muito comum no dia a dia de inúmeras pessoas é: por que a rotina é tão importante para a qualidade de vida? No artigo de hoje, você conseguirá compreender como manter uma rotina saudável e equilibrada pode impactar diretamente a nossa saúde, seja física, mental ou emocional. Boa leitura! Muito além dos benefícios físicos, a rotina é extremamente relevante para a saúde mental das pessoas, proporcionando mais qualidade de vida. A seguir, listamos alguns dos principais benefícios que uma rotina saudável pode nos proporcionar: Prevenção e/ou tratamento de doenças; Aumento da disposição e sensação de bem-estar; Aumento da imunidade; Maior expectativa de vida; Melhora nas relações interpessoais; Redução de dores no corpo; Estímulo positivo para memória e concentração; Mais produtividade no trabalho; Entre outros. Quando implementamos um estilo de vida saudável, podemos evitar muitos problemas relacionados à saúde. Como manter uma rotina saudável e equilibrada? Não há dúvidas: para manter uma rotina saudável, equilibrada e, consequentemente, atingir mais qualidade de vida, a prática regular de bons hábitos para o corpo e a mente são primordiais! Se você ainda não sabe como melhorar a sua rotina, conheça abaixo alguns hábitos simples, mas que são muito importantes para o cotidiano de qualquer pessoa: Um bom ciclo de sono está diretamente relacionado com o bem-estar dos indivíduos, já que é por meio das noites bem dormidas que podemos descansar o corpo e a mente. Durante o processo do sono, há uma regeneração das células corporais, o que demonstra a relevância de conseguir dormir bem para ter um sono reparador e, assim, obter mais disposição para as atividades do dia a dia. Logo, hábitos como evitar telas antes do horário de dormir, fazer refeições leves e realizar atividades relaxantes – a exemplo de ler livros – colaboram para que o ciclo de sono seja mais eficaz. Alimentar-se bem dispensa comentários a respeito da sua importância, não é mesmo? De toda forma, é sempre bom lembrar que manter uma rotina adequada com a alimentação faz toda a diferença na relação corpo e mente. Assim, é preciso fazer as refeições com alimentos saudáveis, incluindo frutas, verduras, legumes, proteínas magras, grãos, cereais, entre outros. É igualmente importante evitar alimentos processados e priorizar uma alimentação balanceada ao longo do dia, fazendo uma divisão das refeições nos horários mais apropriados. O hábito de beber água é igualmente relevante para uma rotina saudável, especialmente porque grande parte do corpo humano é composta por este componente fundamental para o bom funcionamento do nosso organismo (cerca de 70%). Ingerir a quantidade apropriada de água durante o dia colabora para evitar a desidratação, um problema sério e que pode expor o corpo a risco desnecessários. Uma dica interessante é que não devemos esperar sentir sede para beber água; o ideal é tomar pequenas quantidades, mas que sejam distribuídas ao longo de todo o dia. Exercitar o corpo com frequência, além de fazer bem para a saúde física, é uma excelente opção para que a mente possa trabalhar bem, inclusive prevenindo condições de saúde mental como a ansiedade e a depressão. Ao realizar exercícios físicos, desde o mais simples – como alongamentos e caminhadas – até exercícios mais pesados – como musculação ou luta, é possível sentir benefícios em todo o corpo humano. Desta forma, pessoas fisicamente ativas geralmente possuem mais disposição, são produtivas, menos propensas ao surgimento de doenças e com diversas outras vantagens quando o assunto é saúde. Cultivar bons relacionamentos, neste caso não se limitando aos amorosos, pode aumentar a satisfação das pessoas com relação à vida, proporcionando, assim, benefícios para a saúde mental como um todo. Não importa se é uma amizade pessoal de longa data ou mesmo afinidade com colegas de trabalho… Manter relações saudáveis é essencial para uma rotina mais equilibrada. Gestos como mandar uma mensagem, telefonar, ...
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Por que temos tanta dificuldade em pedir ajuda? A cultura de ser forte O que acontece quando nunca pedimos ajuda? O impacto emocional da autossuficiência extrema Relações superficiais e solidão dentro dos vínculos A falsa sensação de controle Pedir ajuda é coragem, não fraqueza Pedir ajuda como ato de autoconhecimento Vulnerabilidade cria conexão Ninguém evolui sozinho Como aprender a pedir ajuda na vida real Comece com pequenos experimentos Escolha pessoas emocionalmente seguras Aprenda a nomear suas emoções Quando pedir ajuda profissional é o melhor caminho
Pedir ajuda é uma das habilidades humanas mais importantes para sobreviver, evoluir e construir relações saudáveis, mas ao mesmo tempo é uma das ações mais difíceis para muitas pessoas. Mesmo em momentos de dor profunda, confusão emocional ou sobrecarga, é comum que alguém hesite antes de buscar apoio. Por que isso acontece? A resposta envolve fatores culturais, emocionais, psicológicos e até biológicos. Por conta disso, é importante explorar os motivos pelos quais é tão difícil pedir ajuda, como essa resistência afeta nossa saúde mental e o que podemos fazer para aprender a pedir apoio com mais segurança e naturalidade. A maneira como nossa sociedade vê a vulnerabilidade influencia diretamente nossa dificuldade em pedir ajuda. Muitos de nós crescemos acreditando que demonstrar fragilidade é algo ruim, quando na verdade é uma necessidade humana. Desde pequenos, aprendemos frases como "você precisa se virar sozinho", "não depende de ninguém" ou "seja forte". A independência, apesar de ser uma habilidade positiva, torna-se prejudicial quando interpretada como uma obrigação de não precisar de ninguém. Além disso, existe o ideal do herói solitário — alguém que supera tudo sem apoio, sem fraqueza, sem pedir ajuda. Esse modelo cultural é reforçado por filmes, novelas e narrativas sociais, fazendo com que associemos vulnerabilidade à fraqueza. Carregar tudo sozinho não é força, é sobrecarga. E os efeitos dessa postura aparecem no corpo, nos relacionamentos e na saúde mental. Quando nunca pedimos ajuda, acumulamos sofrimento. Logo, isso pode se manifestar como ansiedade, depressão, crises de choro, irritabilidade constante ou sensação de vazio. Muitas vezes, a pessoa nem percebe que está emocionalmente exausta até seu corpo começar a cobrar. Sem vulnerabilidade, não existe intimidade. Se você nunca se mostra uma pessoa que precisa de apoio, ninguém saberá como te oferecer apoio. Aos poucos, os relacionamentos vão se tornando desequilibrados, unilaterais, onde você sempre ajuda, mas nunca recebe. Isso produz solidão mesmo dentro de relações afetivas. A autossuficiência passa a impressão de que tudo está sob controle. Mas, na prática, quanto mais tentamos controlar tudo sozinhos, mais perdemos a chance de criar conexões reais, aprender com outras pessoas e dividir o peso da vida. Assim sendo, o controle absoluto é uma ilusão — e uma ilusão que custa caro. Precisamos ressignificar o significado do pedido de ajuda. O problema não é depender dos outros; o problema é depender de uma ideia irreal de que podemos tudo sozinhos. Pedir ajuda não nos diminui. Pelo contrário: nos aproxima daquilo que somos de verdade. Reconhecer os próprios limites exige honestidade e maturidade emocional. Pedir ajuda não é desistir, mas sim assumir responsabilidade e buscar soluções mais inteligentes do que o isolamento. Quando nos permitimos ser reais, abrimos espaço para vínculos mais profundos e verdadeiros. Pessoas que partilham suas dores também estão mais abertas a receber afeto e a criar relações significativas. Lembre-se que desabafar faz bem e ajuda a lidar com os processos internos. Todo grande processo de transformação humana envolveu apoio: amigos, família, comunidade, profissionais, educadores. Crescimento não é uma jornada solo, mas sim uma construção coletiva que só será alcançada sem medo do sucesso e de pedir ajudar. Ninguém passa a pedir ajuda da noite para o dia. É um processo de desconstrução, autonomia e prática que exige paciência, autopercepção e, sobretudo, gentileza consigo mesmo. Muitas pessoas cresceram ouvindo que "problemas se resolvem sozinhos", "chorar não adianta" ou "você precisa ser forte". Por isso, pedir ajuda hoje pode provocar tensão, insegurança ou até culpa. Mas assim como qualquer habilidade emocional, essa também pode ser reaprendida. Logo, aprender a pedir ajuda começa com um pequeno gesto: reconhecer que existe um problema que não precisa — e não deve — ser enfrentado sozinho. A partir daí, o processo se torna menos ...
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Neurodivergência: como acolher diferentes formas de pensar O que é neurodivergência? Exemplos de condições neurodivergentes Neurodiversidade x neurodivergência Por que falar de neurodivergência é importante Como a sociedade costuma lidar com a neurodivergência Como acolher a neurodivergência na prática 1. Ouvir sem julgar 2. Adaptar ambientes e rotinas 3. Evitar comparações 4. Promover o autoconhecimento 5. Combater o capacitismo O papel da psicologia na compreensão da neurodivergência
Vivemos em uma sociedade que, por muito tempo, valorizou apenas um tipo de inteligência, comportamento e forma de aprender. No entanto, cada vez mais pessoas têm compreendido que o cérebro humano é diverso — e que essa diversidade é algo que merece ser reconhecido e acolhido. É dentro dessa perspectiva que surge o conceito de neurodivergência, uma forma de olhar para as diferenças neurológicas como variações naturais da mente humana, e não como erros ou defeitos. Entender o que significa ser neurodivergente e como lidar com isso — seja você uma pessoa neurodivergente ou alguém que convive com uma — é um passo importante para construir uma sociedade mais inclusiva, empática e saudável. O termo neurodivergência surgiu dentro do movimento pela neurodiversidade, criado nos anos 1990 por ativistas e pesquisadores, especialmente pessoas autistas, que buscavam mudar a maneira como o mundo via o autismo e outras condições neurológicas. Em vez de considerar essas diferenças como "transtornos" que precisam ser corrigidos, a ideia é que elas fazem parte da variação natural da mente humana, assim como existem diferenças de cor de pele, altura ou personalidade. A neurodivergência, portanto, refere-se a pessoas cujos cérebros funcionam de maneira diferente do que se considera "neurotípico" — ou seja, do padrão mais comum na sociedade. Isso inclui diferentes modos de perceber o mundo, processar informações, lidar com emoções e se comunicar. É importante lembrar que o termo neurodivergente não é um diagnóstico médico, mas um conceito que engloba várias condições neurológicas e cognitivas. Entre os exemplos mais conhecidos estão: Transtorno do Espectro Autista (TEA) Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) Dislexia Dispraxia Discalculia Transtorno do Processamento Auditivo Síndrome de Tourette Transtornos de aprendizagem Altas habilidades/superdotação Essas condições variam muito de pessoa para pessoa. Duas pessoas com o mesmo diagnóstico podem ter experiências completamente diferentes, e é por isso que a escuta, a empatia e o acolhimento individualizado são fundamentais. Antes de avançar, vale diferenciar dois termos que, embora relacionados, têm significados diferentes. Neurodiversidade é o conceito que reconhece que existem múltiplas formas válidas de funcionamento neurológico. Ela se refere à diversidade como um todo. Neurodivergência descreve as pessoas que se desviam do padrão considerado neurotípico. Em outras palavras, a neurodiversidade é o conjunto, e a neurodivergência é uma de suas partes. Todos nós, coletivamente, formamos uma sociedade neurodiversa. Discutir a neurodivergência é essencial porque ajuda a quebrar estigmas e preconceitos que historicamente colocaram as pessoas com diferenças neurológicas em posições de exclusão. Muitos indivíduos neurodivergentes enfrentam dificuldades de adaptação em ambientes que não foram pensados para acolher suas necessidades — seja na escola, no trabalho ou nas interações sociais. Essas dificuldades não surgem por falta de capacidade, mas porque as estruturas sociais foram construídas com base em um único modelo de pensamento. Falar sobre neurodivergência é, portanto, falar sobre inclusão, respeito e saúde mental. Infelizmente, ainda há muita desinformação sobre o tema. A sociedade tende a enxergar a neurodivergência como algo a ser corrigido, o que pode gerar pressão para a normalização e culpabilização. Crianças com TDAH, por exemplo, podem ser vistas como "preguiçosas" ou "desatentas", enquanto adultos autistas muitas vezes são taxados de "frias" ou "sem empatia". Por conta disso, a psicoterapia infantil ou mesmo para adultos é importante para entender os motivos por trás de certos comportamentos. Esses rótulos prejudicam a autoestima e o bem-estar emocional das pessoas neurodivergentes, além de reforçar a ideia de que há um único modo "certo" de ser e se comportar. Por isso, é essencial promover educação emocional e conscientização — tanto para as pessoas neurodivergente...
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Autocompaixão: aprenda a ser gentil consigo mesmo O que é autocompaixão? 1. Autobondade 2. Humanidade compartilhada 3. Atenção plena (mindfulness) Autocompaixão não é autopiedade nem egoísmo Autocompaixão não é se colocar como vítima Autocompaixão não é indulgência Autocompaixão não é narcisismo Por que a autocompaixão é importante para a saúde mental? Redução da autocrítica Aumento da resiliência emocional Menos sintomas de ansiedade e depressão Melhoria nos relacionamentos Maior motivação saudável Como desenvolver a autocompaixão no dia a dia Pratique a autopercepção Cultive a linguagem compassiva Exercícios de mindfulness Escreva uma carta para si mesmo Reconheça a humanidade compartilhada Barreiras comuns à autocompaixão Medo de perder a motivação Vergonha de se priorizar Padrões culturais Autocompaixão em diferentes contextos da vida No trabalho Nos relacionamentos Nos estudos Em situações de perda Benefícios comprovados pela ciência Como a psicoterapia pode ajudar no desenvolvimento da autocompaixão
A autocompaixão é um conceito cada vez mais estudado pela psicologia moderna e que pode transformar profundamente a forma como nos relacionamos com nós mesmos. Em uma sociedade que frequentemente valoriza a produtividade excessiva, a comparação constante e a autocrítica dura, aprender a ser gentil consigo mesmo pode ser uma das habilidades mais importantes para o bem-estar emocional. Autocompaixão é a capacidade de oferecer a si mesmo a mesma bondade, cuidado e compreensão que normalmente ofereceria a um amigo querido em um momento difícil. Assim sendo, ao invés de reagir com críticas severas quando cometemos erros ou enfrentamos dificuldades, a autocompaixão nos convida a responder com empatia e paciência. A psicóloga Kristin Neff, uma das principais pesquisadoras sobre o tema, define autocompaixão como composta por três pilares fundamentais: Significa tratar a si mesmo com gentileza ao invés de dureza. Em vez de cair em um discurso interno crítico como "sou um fracasso" ou "não sirvo para nada", a pessoa consegue olhar para sua dor e reconhecer que está passando por uma dificuldade. É a compreensão de que errar e sofrer faz parte da experiência humana. Muitas vezes acreditamos que somos os únicos a falhar e fortalecemos a síndrome do impostor, mas quando aceitamos que a imperfeição é algo comum, conseguimos nos sentir menos isolados. Trata-se da habilidade de reconhecer a dor e as emoções difíceis sem reprimi-las nem exagerá-las. O mindfulness permite lidar com os sentimentos de forma equilibrada, sem negar o sofrimento, mas também sem se deixar dominar por ele. Um equívoco comum é confundir autocompaixão com autopiedade ou com uma atitude egoísta. No entanto, existem diferenças importantes: Na autopiedade, a pessoa foca, por exemplo, apenas em sua dor, muitas vezes sem reconhecer que todos passam por dificuldades. Já na autocompaixão, há uma perspectiva mais ampla da experiência humana. Ser gentil consigo mesmo não significa se livrar de responsabilidades ou justificar comportamentos prejudiciais. Pelo contrário, a autocompaixão nos ajuda a buscar mudanças saudáveis com motivação positiva. Não se trata de se colocar acima dos outros, mas de cuidar de si sem se comparar constantemente. A prática da autocompaixão traz inúmeros benefícios comprovados por estudos científicos. Entre eles: A voz interna severa pode gerar culpa, vergonha e ansiedade. Logo, quando aprendemos a responder de maneira mais compreensiva, conseguimos interromper esse ciclo de autossabotagem. Pessoas autocompassivas lidam melhor com frustrações e adversidades, pois não se afundam em julgamentos duros, mas acolhem a própria dor e encontram caminhos para seguir em frente. Pesquisas mostram que a prática regular de autocompaixão está associada à diminuição de sentimentos, como por exemplo, de desesperança, tristeza e preocupações excessivas. Quando somos mais gentis conosco, também passamos a ser mais compreensivos e empáticos com os outros, fortalecendo vínculos e diminuindo conflitos. Diferente da crença de que precisamos ser duros para "melhorar", a autocompaixão motiva, por exemplo, a mudança de maneira construtiva, com base no cuidado, e não no medo. A autocompaixão é uma habilidade que pode ser aprendida e treinada. A seguir, algumas práticas simples que ajudam a cultivar essa atitude. Preste atenção às situações em que você é excessivamente crítico consigo mesmo. Assim sendo, pergunte-se: "O que eu diria a um amigo nessa mesma situação?" Essa mudança de perspectiva pode suavizar a forma como você se trata. Substitua frases de autocrítica por frases de apoio. Em vez de dizer "sou incompetente", tente "estou aprendendo e é natural errar durante o processo". Práticas de respiração consciente e meditação ajudam a observar emoções e pensamentos sem julgamento. Logo, isso fortalece a capacidade de lidar com situações difíceis de maneira equilibrada. Imagine que você está consolando alguém querido que passa por um momento difícil. Escreva uma carta para s...
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Hábitos que afetam sua saúde mental (e passam despercebidos) Hábitos que passam despercebidos e prejudicam a saúde mental 1. Uso excessivo de redes sociais 2. Dormir mal e negligenciar o descanso 3. Não estabelecer limites pessoais 4. Alimentação desbalanceada 5. Falta de atividade física 6. Isolamento social 7. Pensamentos autocríticos em excesso 8. Falta de organização e procrastinação 9. Exposição constante a notícias negativas 10. Ignorar sinais do corpo e das emoções Estratégias para reverter hábitos nocivos Reavaliar o uso das redes sociais Criar uma rotina de sono Praticar a autoafirmação e aprender a dizer "não" Melhorar a alimentação Incorporar atividades físicas no dia a dia Manter conexões sociais Praticar a autocompaixão Organizar tarefas em pequenas metas Controlar o consumo de notícias Escutar o corpo e buscar ajuda quando necessário
Cuidar da saúde mental é um processo contínuo, mas muitas vezes deixamos de perceber pequenos hábitos que influenciam diretamente nosso bem-estar emocional. Não se trata apenas de grandes acontecimentos, traumas ou pressões evidentes: o dia a dia também esconde armadilhas silenciosas que podem minar a qualidade de vida. O cérebro humano funciona como uma engrenagem delicada, que responde às nossas escolhas diárias. Rotinas, pensamentos e até mesmo atitudes aparentemente inofensivas podem, quando acumuladas, gerar estresse, ansiedade, depressão ou desgaste emocional. Logo, é importante lembrar que não existe um hábito "neutro": cada decisão tem um impacto, seja ele positivo ou negativo. Por isso, observar a si mesmo é o primeiro passo para cultivar uma vida mental mais saudável. Muitas vezes não associamos a insônia, a dificuldade de concentração ou o mau humor a determinados comportamentos que já fazem parte da nossa rotina. Veja alguns costumes que podem estar te afetando completamente: As redes sociais podem ser uma ferramenta poderosa de conexão, mas também são uma das maiores fontes de comparação social. Por exemplo, o hábito de checar constantemente notificações ou de rolar infinitamente o feed pode provocar sentimentos de inadequação, inveja e ansiedade. Isso ocorre porque a maior parte dos conteúdos é editada e idealizada, criando uma sensação de que a vida dos outros é sempre melhor. Além disso, a dependência digital pode reduzir o tempo de sono, prejudicar relacionamentos presenciais e afetar a produtividade no trabalho ou nos estudos. Muitos associam a falta de sono apenas ao cansaço físico, mas ela tem efeitos profundos sobre a saúde mental. A privação de sono está ligada, por exemplo, ao aumento da irritabilidade, dificuldade de concentração, alteração no humor e até maior predisposição a transtornos como depressão e ansiedade. Dormir mal, ainda que por poucas horas a menos do que o necessário, pode se acumular ao longo do tempo e comprometer o equilíbrio emocional. Dizer "sim" a tudo, assumir responsabilidades além da conta e não respeitar o próprio espaço são atitudes comuns, mas altamente desgastantes. Pessoas que não estabelecem limites acabam sobrecarregadas, com a sensação de que nunca conseguem dar conta de tudo. Isso gera estresse crônico e pode levar a episódios de burnout. Estabelecer limites saudáveis não significa egoísmo, mas sim autocuidado. Saber recusar convites, dividir responsabilidades e priorizar o próprio bem-estar são atitudes fundamentais. O que comemos influencia diretamente o funcionamento do cérebro. Por exemplo, uma dieta pobre em nutrientes, rica em ultraprocessados, açúcares e gorduras saturadas pode aumentar a fadiga mental, dificultar a regulação do humor e impactar negativamente a concentração. Por outro lado, alimentos ricos em fibras, vitaminas, minerais e proteínas de qualidade estão associados ao fortalecimento da saúde mental. A ausência de movimento corporal prejudica não apenas a saúde física, mas também a mental. O exercício físico regular libera endorfina, dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados à sensação de prazer, motivação e bem-estar. Logo, quando negligenciamos a prática, ficamos mais suscetíveis a quadros de desânimo, ansiedade e baixa autoestima. O ser humano é naturalmente social. Mesmo pessoas mais introvertidas precisam de conexão genuína com outras para manter uma boa saúde mental. O hábito de se isolar, seja por comodidade, vergonha ou falta de tempo, pode intensificar sentimentos de solidão, tristeza e ansiedade. Assim sendo, ter uma rede de apoio, mesmo pequena, é essencial. A autocrítica pode ser útil em pequenas doses, ajudando no autodesenvolvimento. Porém, quando se torna constante e dura, ela mina a autoconfiança e reforça padrões de inadequação. Pensamentos como "nunca sou bom o suficiente" ou "sempre erro" corroem lentamente a autoestima e contribuem para o desenvolvimento de transtornos mentais. Adiar tarefas importantes gera um ciclo...
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Os efeitos dos videogames no comportamento e na mente Benefícios psicológicos dos videogames Estímulo cognitivo Redução do estresse e melhora do humor Socialização e senso de pertencimento Os riscos psicológicos do uso excessivo Comportamentos compulsivos e vício em jogos Isolamento social e prejuízos na vida cotidiana Ansiedade, frustração e agressividade Fatores que influenciam os efeitos dos jogos Tempo de uso Tipo de conteúdo Idade e maturidade emocional Estado de saúde mental O papel dos pais, educadores e profissionais de saúde Caminhos para um uso saudável dos videogames
O mundo dos videogames cresceu exponencialmente nas últimas décadas. O que antes era visto como um passatempo infantil ou juvenil se transformou em uma indústria multimilionária que atravessa gerações, gêneros e culturas. Mas, com esse crescimento, surgem também muitas dúvidas: afinal, quais são os efeitos psicológicos dos videogames? Eles influenciam o comportamento? Podem ser benéficos para a mente ou apenas causam problemas? Antes de falarmos sobre possíveis impactos negativos, é importante reconhecer que os jogos também podem trazer benefícios. Jogos que exigem raciocínio lógico, estratégia ou memória contribuem para o desenvolvimento de funções executivas. Jogos de ação, por exemplo, aumentam a atenção visual seletiva e a velocidade de processamento. Já jogos de estratégia podem melhorar a tomada de decisão, o planejamento e a flexibilidade mental. Esses ganhos cognitivos são especialmente relevantes em faixas etárias como a infância e a velhice, nas quais o cérebro está, respectivamente, em desenvolvimento ou em declínio gradual. Por isso, em ambos os casos, jogos bem escolhidos e moderadamente utilizados podem funcionar como exercícios para a mente. Diversos jogadores relatam usar os videogames como forma de relaxar após um dia estressante. Então, pesquisas mostram que jogos com componentes recompensadores, narrativas envolventes e ambientes imersivos ajudam a regular o humor, especialmente em pessoas com sintomas leves de ansiedade ou tristeza. A liberação de dopamina associada à experiência de sucesso nos jogos pode contribuir momentaneamente para o bem-estar emocional. É claro que isso não substitui abordagens terapêuticas formais em casos mais graves, mas pode ser um recurso complementar em alguns contextos. Jogos multiplayer e comunidades online oferecem oportunidades de socialização, inclusive para pessoas que têm dificuldades com interações presenciais. Para adolescentes e jovens adultos, isso pode criar um senso de pertencimento importante, principalmente quando se sentem marginalizados em outros espaços. Alguns jogos promovem a colaboração e a construção de estratégias em grupo, fortalecendo vínculos e até ensinando habilidades sociais, como negociação, empatia e liderança. Apesar dos benefícios, o uso excessivo ou inadequado dos videogames pode acarretar prejuízos importantes para a saúde mental e emocional. O impacto varia de pessoa para pessoa, mas alguns riscos já são bem documentados. Uma das maiores preocupações atuais é o desenvolvimento de comportamentos compulsivos relacionados aos jogos, especialmente os online e competitivos. Em 2018, a Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente o transtorno por uso de videogames como condição de saúde mental. Esse transtorno se caracteriza por uma perda de controle sobre o tempo de jogo, prioridade excessiva aos jogos em detrimento de outras atividades e a manutenção do hábito mesmo diante de consequências negativas, como problemas escolares, familiares ou profissionais. Embora os jogos possam promover socialização, o uso desmedido pode gerar o efeito oposto: o isolamento. Jogadores que passam muitas horas imersos em mundos virtuais podem negligenciar suas relações reais, reduzindo o contato com amigos, familiares e colegas. Em adolescentes, isso pode se manifestar como dificuldade de interação social, queda no rendimento escolar e aumento da irritabilidade. Já em adultos, pode afetar o desempenho no trabalho, o autocuidado e os relacionamentos afetivos. Jogos com desafios constantes, recompensas imediatas e alta competitividade podem aumentar os níveis de ansiedade em jogadores mais vulneráveis. Além disso, a frustração diante de derrotas sucessivas ou falhas técnicas pode desencadear reações emocionais intensas, como raiva ou irritação. É importante lembrar que nem todos os jogos violentos levam a comportamentos agressivos, mas há evidências de que, em algumas circunstâncias, a exposição prolongada a jogos com conteúdos violentos pode dessensibilizar...
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