PodParley PodParley
A História das Histórias cover art

All Episodes

A História das Histórias — 310 episodes

#
Title
1

O toque a rebate dos sinos da minha aldeia

2

A tia Custódia (ou a invenção de uma fada-madrinhа)

3

Uma flor de papel sobre o caixão

4

O chapéu de S. Torcato (ou a fama de um chapéu milagreiro)

5

“Cristo em Casa de Marta”, obra-prima no Museu Grão Vasco

6

A lenda da fundação da Capela de Nª Srª da Fresta

7

A feira ou mercado de Lamas de Ferreira de Aves

8

“Peita”, a cativação do favor, pelo testemunho de Aquilino

9

A merenda nas “Terras do Demo” de Aquilino

10

A lenda dos carvões que afinal eram moedas de ouro

11

A lenda da moura encantada e os “bugalhos” de ouro

12

João Torto, de Viseu... somos todos nós!

13

Nª Srª dos Remédios (Lamego), num texto de Aquilino

14

Aquilino Ribeiro – o rasto do escritor sobre Viseu

15

As Novenas à Srª da Lapa em 1900

16

Aquilino Ribeiro e o Padre Baldomero Ciriza

17

O Chafariz dos Clérigos na Senhora da Lapa

18

As “sopas” de Aquilino nas Terras do Demo

19

Rosto e olhos de espanto: as criações de Sérgio Amaral

20

As rotas da castanha e do castanheiro

21

Padre Cândido Azevedo (1927-2015), in memoriam

22

Em jeito de memória, os pucareiros de Teivas

23

“Mestre José Maria, o Resgate”

24

A Festa das Sopas, em Sernancelhe

25

O feliz destino do Recolhimento de Santa Teresa (Freixinho)

26

Lamentação sobre o Mosteiro de Nª Srª da Assunção, em Tabosa

27

Lamentação sobre o Solar dos Brasis, na Torre de Terrenho

28

Lamentação sobre o Convento de S. Francisco, na Vila da Rua

29

Lamentação sobre a Capela de S. João Velho, em Vildemoinhos

30

Lua cheia (de memórias)

31

A minha gaiola aberta e o “Guia das Aves” de Aquilino

32

Nº Sr. dos Passos, padroeiro dos ceireiros da Beselga

33

Uma lenda no Castelo de Penedono (que nem Pandora)

34

O Castelo de Penedono – a poética dos despojos

35

A salgadeira: móvel de cozinha, economia de recurso.

36

O queijo, esse regalo do paladar.

37

Os Magustos antigos e a reinvenção da tradição.

38

O mágico papel das cozinheiras nas Terras do Demo.

39

Ceote”, pequena refeição em noite adiantada nas Beiras.

40

Da “ceia” nas terras altas da Beira ao moderno “jantar”

41

A merenda em terras da Beira

42

“Jantar”, no mundo rural, deu no moderno “almoço”

43

1º almoço, piqueta, arrebenta-diabos ou piscolábis?

44

Mata-bicho ou dejejum: refeições tradicionais nestas terras

45

O velho armário de cozinha: painel da vida de mulher

46

Neve solta sobre o chão

47

A poética da aldeia. Registo no masculino

48

Carnaval. O tempo e o modo

49

As “bolotas” de John Lennon e Yoko Ono (um gesto pela paz)

50

A capucha, uma vestimenta para 2 vidas

51

O assador de castanhas e o pouso da vendedeira em Viseu

52

O Dia de Reis na minha aldeia da Beira Alta

53

A tardia invenção do Bolo-Rei

54

Sabores de infância: memórias de um Natal antigo

55

O Senhor dos Milagres, no Carregal (Sernancelhe)

56

A história do milagre que curou as pernas do nosso 1.º Rei

57

As Queijadas de S. Pedro (Manjar de Carapito)

58

O transitório reinado do Pai Natal

59

Natarinhas de Silgueiros: cantos de Janeiras e dos Reis

60

Àcerca da mãe-natureza – uma escultura de Xico Lucena

61

À volta do chapéu na minha terra

62

O Sr. João da Adélia, tocador dos sinos

63

O carteiro que vinha à minha aldeia

64

Os soutos das “Terras do Demo”

65

A venda da tia Maria Gaga na Ponte do Abade

66

Serranias: celebrar a gastronomia na terra de Aquilino

67

Os populares cantos que vão do Natal ao Dia de Reis

68

A estranha história do Rei Mago Baltasar.

69

Os “bonecos” de Barcelos do meu presépio.

70

O presépio da Lapa. Enlevo de pastoral

71

Os mais ouvidos de 2025. O cântaro que vai à fonte, tradição que se perdeu

72

Os “Dias da Árvore” do autor, em memória de seu pai

73

As brancas árvores de Natal da minha infância

74

Sabe o que eram as “estrelinhas de pastor”?

75

“As pequenas memórias”, homenagem a José Saramago

76

Os mais ouvidos de 2025. O milagre do pão de Nª Senhora do Souto

77

Os mais ouvidos de 2025. A lenda das 3 irmãs, memórias de artes mágicas

78

Os “Moinhos do Inferno” em Fragosela

79

O autor partilha o seu “Senhor dos Passos”

80

A castanha no século XVI: o testemunho de Rui Fernandes

81

As “Queijadas de Carapito”, Aguiar da Beira

82

Sernancelhe e a celebração da castanha

83

A arte perdida da tapeçaria antiga em Vildemoinhos

84

Várzea de Calde e o “Toco de S. Francisco”

85

A Capelinha da Senhora da Lapa, em Viseu

86

A Mãe – um amoroso retrato. Homenagem à mãe de Aquilino

87

Rolando de Oliveira, quase ao jeito de Leonardo

88

Manuel Engrácia Carrilho, cidadão exemplar

89

Luís Miguel Nava, “poeta da inquietude”

90

José Henriques Azeredo Perdigão: a vocação de servir.

91

José Coelho, a arqueologia como bandeira

92

José Alves Madeira, poeta à sua maneira

93

Germano Bento Ferreira: Viseu, a cidade em sombra e luz

94

Francisco de Almeida Moreira: o Museu como paixão

95

Celso Tavares da Silva e o permanente ensejo de servir

96

Mestre Arnaldo dos Santos Malho, “o poeta do ferro”.

97

Armindo Viseu: professor, escultor, medalhista e pintor

98

Pão e vinho sobre a mesa: a gastronomia de Viseu

99

A maçã “bravo de esmolfe” - memórias de um Éden perdido

100

As extintas “fogaças” de Santa Eufémia dos Matos

101

Castanhas de outono: quotidiano e memória

102

Quem é o autor de “Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és”?

103

Aquilino Ribeiro, dono de “uma escrita em letras de oiro”

104

António Batalha, pintor por conta própria

105

Álvaro Cardoso L. B. Menezes: cidadania em “modo maior”

106

Alexandre de Lucena e Vale: a História, âncora da vida

107

A propósito do livro “VISEU. PERSONALIDADES”

108

Castanhas assadas, magustos e o retorno da tradição

109

Os múltiplos sentidos da palavra “merenda”

110

A Lenda da Casa da Moura (nas “Terras do Demo”).

111

Sernancelhe, a terra e o homem.

112

A hospitalidade aldeã na Beira Alta

113

Mulheres e mães: heroínas do quotidiano

114

Mirita Casimiro – o palco como paixão

115

“O caminho de pedras” de Judith dos Reis Ramos Teixeira

116

Maria do Céu da Silva Mendes, “anjo da caridade”

117

Sempre que o outono vem – memórias de infância

118

Alvite, uma terra de fim do mundo

119

Como molda os homens a Serra de Montemuro?

120

O jeito dos ciganos

121

O conto da codorniz, um conto tradicional

122

A cabeleira de Berenice, um conto egípcio

123

Quando uma rola foi uma prenda de amor

124

Em louvor dos castanheiros das “Terras do Demo”

125

Lembro-me da sombra fresca dos castanheiros

126

O velho chorão: uma memória da terra natal do autor

127

A macieira das maçãs de ouro, fábula das “Terras do Demo”

128

As extintas vendedeiras de sardinhas porta-a-porta

129

O Mestre Albino, pucareiro de Ribolhos

130

A capucha para 2 vidas usada na Serra do Montemuro

131

A Ermida do Paiva, famoso”Templo das Siglas”

132

O património edificado do concelho de Castro Daire

133

O cântaro que vai à fonte, tradição que se perdeu

134

Os peixes do rio nas memórias paroquiais de 1758

135

A figura romântica do barbeiro de aldeia

136

Memórias da “quelha da Horta” em Viseu

137

A tradicional Festa das Cruzes no Guardão

138

A fonte de s. Francisco em Viseu, um berço de amores

139

A Fonte da Sereia, que deu o nome a Tondela

140

Os Rosários de Castanhas da Senhora da Lapa

141

Pão e vinho sobre a mesa em Viseu

142

A “salgadeira”, símbolo da economia familiar

143

De Paço Episcopal ao Solar do Vinho do Dão

144

Festas Juninas inspiradas nas Festas de Teivas?

145

Mestre Zé Maria, oleiro de Ribolhos

146

Rancho à moda de Viseu (o real face ao imaginário)

147

Páscoa de flores e uma mão-cheia de folares

148

O açafate de palha e silva que Aquilino descreve

149

A casa-mãe dos Gaudêncios num romance de Aquilino

150

“Em Maio, cerejas ao borralho!”

151

A memória de uma borboleta branca

152

O comboio feito de latas, brinquedo de menino

153

A Festa da Senhora da Saúde, na Fonte Arcada

154

Quadros da vida na aldeia: amor nasce na Primavera

155

O misterioso homem da bilha (na Bíblia e na vida)

156

A lenda das 3 irmãs, memórias de artes mágicas

157

Os lobos da minha infância: o medo eterno

158

Os pombais de Sernancelhe, poética dos campos

159

Os típicos muros de pedra miúda da Beira Alta

160

“As Hortaliceiras” de José de Almeida e Silva

161

O arroz – doce, um guloso manjar do povo

162

As sábias mãos dos canastreiros de Viseu

163

A Rua Direita das memórias do autor, em Viseu

164

A merenda e os seus múltiplos sentidos

165

As castanhas de Sernancelhe: notas etnográficas

166

As abelhas e um velho rito de mil anos

167

Os velhos fornos comunais das aldeias beirãs

168

A deliciosa coleção “Viseu sabe bem”

169

Um poderoso imaginário associado ao rio Pavia

170

O meu “Jardim das Oliveiras”, em Viseu

171

Da gastronomia pascal nas Terras do Demo

172

A Visita Pascal e as Aleluias nas Terras do Demo

173

Um camponês de Sernancelhe emigrado no Brasil

174

A poética da aldeia antiga: registo no masculino

175

Memórias do Domingo de Ramos da infância do autor

176

O barro negro de Molelos, património imaterial

177

Quem ficava com “a borda do pão”, na Beira Alta?

178

O atleta romano que ganhava mais do que Ronaldo

179

A tragédia de Édipo nas tapeçarias de Lamego

180

A festa de Nª Srª da Consolação em Ferreirim

181

A bolsa da escola: mais uma memória de infância

182

O “Jardim de Delícias” do autor, em Lamego

183

A lenda da moura e do sino perdido de Ferreirim

184

A carta de um serralheiro para Aquilino Ribeiro.

185

Suas excelências, os míscaros!

186

Homenagem ao alecrim (que não foi sempre igual)

187

A minha avó embarcou no Mar Bravo para o Brasil

188

Vem trovoada? Valha-nos Santa Bárbara!

189

As respigadoras: homenagem a Jean-François Millet

190

Celidónia, protagonista do romance de Aquilino

191

Armandina ou “A Menina dos Fósforos”

192

“A Menina que andava fora do Paraíso” (Aquilino)

193

Os corações pintados das olarias de Mortágua

194

Já ninguém escreve cartas de amor (Dia do Pai)

195

As “Fritas” de Centeio de Santos Evos

196

As tabernas de Viseu, memórias (quase) perdidas

197

O Castanheiro do Ouro do vale encantado de Tarouca

198

Mosteiro de S. João de Tarouca, o real e a lenda

199

Já conhece Tarouca, nas terras do Vale Encantado?

200

A lampantana, especialidade recente de Mortágua

201

Os barristas da Beira. uma poética do tempo

202

O Senhor dos Milagres no Carregal, Sernancelhe

203

Mal-me-quer, bem-me-quer: esplendor da primavera

204

A Beira Alta, verdadeira arca de memórias

205

O espantalho - arte efémera na paisagem

206

As aguadeiras do “Poço de Sicar” da minha aldeia

207

A taberna da tia Maria Gaga na Ponte do Abade

208

A poética da aldeia: registo no feminino

209

O galo na cultura popular: quotidiano e festa

210

Viriatos, doce regional, invenção do nosso tempo

211

O “toque dos sinos”: memórias da aldeia

212

Memórias de um dia de mercado, em Sernancelhe

213

O barbeiro de aldeia nas “Terras do Demo”

214

A Festa das Sopas em Sernancelhe

215

As Sardinhas de Trancoso que não vieram do mar

216

Pastéis de Feijão, saborosa tradição de Viseu

217

A Pera Passa (os “presuntinhos”) de Viseu

218

O cobertor de papa, macio campo de memórias

219

Maria Keil e “O Livro de Marianinha” de Aquilino

220

A doçaria das históricas terras de Lafões

221

Sacramentos dos namorados: património oral

222

A sardinha: a nobreza de um manjar do povo

223

Alexandre Alves: as duas faces de um homem de bem

224

Soutosa: a casa-mãe de Aquilino Ribeiro

225

O milagre do pão de Nª Senhora do Souto

226

Penteeiros de Resende: uma arte que se perdeu

227

Perdi o meu burrico de moleiro em barro negro

228

As trovoadas na Beira: quando o céu estremece

229

A humildade do avental das mulheres da minha terra

230

A romaria de Nª Srª da Cabeça, memória de infância

231

Os Casamentos de Entrudo, catarse de um povo

232

O “Enterro do Rico Irmão”, uma farsa carnavalesca

233

Rituais de comensalidade no ciclo do Carnaval

234

O Carnaval de Lazarim: o encantamento da máscara

235

Os Padrões dos Centenários, ideia do Estado Novo

236

Os Cruzeiros da Independência levantados em 1940

237

A mística sombra de um castanheiro, por Aquilino

238

A malga de caldo como “pão de cada dia”

239

Os ceireiros da Beselga, românticos andarilhos

240

A Fraga da Fonte Santa em Peravelha

241

A Romaria dos Gados, uma tradição pastoril

242

Carlos Massa, de Sernancelhe, pintor de milagres

243

Os ex-votos à Nossa Senhora da Lapa

244

A Feira de Trancoso tem mais de 7 séculos e meio

245

João Tição – um outro mítico herói de Trancoso

246

O Bandarra, sapateiro - profeta de Trancoso

247

Memórias do artista que fazia recortes de papel

248

O castanheiro da guerra, uma árvore milenar

249

A curiosa lenda da Cabicanca, ave mítica beirã

250

O Malhadinhas, almocreve de Barrelas

251

O juiz beirão que inventou a “pena suspensa”

252

Cantos de Natal: sabe a história do Jingle Bells?

253

O vinho como presente de Natal: um costume beirão

254

A origem do Bolo-Rei desde o Rei Sol, Luís XIV

255

A Fuga para o Egito contada em tela por Grão Vasco

256

Os 30 dinheiros do Rei Melchior – 2ª Parte

257

Os 30 dinheiros do Rei Melchior – 1ª Parte

258

A invenção do Presépio, uma divina performance

259

A consoada do Natal, gastronomia de eleição

260

A origem do Cepo de Natal que arde no adro

261

A invenção do Pai Natal - 2ª parte

262

A invenção do Pai Natal - 1ª parte

263

O maravilhoso sabor das castanhas à lareira

264

Os tradicionais assadores de castanhas

265

Parábola do cair das folhas, uma história de amor

266

In Memoriam de um carvalho secular em Viseu

267

As famosas e únicas cavacas de Resende

268

O biscoito da Teixeira, manjar levemente doce

269

O penedo de S. João, maravilha natural em Resende

270

Santa Maria de Cárquere na História e na lenda

271

Hotel Rural de Freixinho, guardião de memórias

272

O Magriço, figura de lenda e de verdade

273

Os ceireiros da Beselga: do artefacto à memória

274

O Museu Keil Amaral - um novo museu em Viseu

275

A estátua de Aquilino Ribeiro em Viseu

276

A fuga de Aquilino Ribeiro da Prisão do Fontelo

277

A Quelha da Horta, onde Aquilino foi hóspede

278

Tamanquinhas de Viseu, tão louvadas por Aquilino

279

O estranho “Magusto da Velha” em Aldeia Viçosa

280

Os magustos de S. Martinho, uma tradição beirã

281

O extraordinário Museu Nacional de Grão Vasco

282

O canto dos Martírios do Senhor na Várzea (Calde)

283

O “Toco de S. Francisco da Várzea de Calde

284

“Viseu – Cidade-Jardim da Beira” no cartaz de 1935

285

As olarias do barro negro de Molelos (Tondela)

286

Os Viriatos, guloseima de Viseu, saborosa invenção

287

O serralheiro Arnaldo Malho, “poeta do ferro”

288

A incrível história do lagarto da Igreja da Lapa

289

As cavacas do Freixinho

290

Os fálgaros do Mosteiro da Tabosa

291

A maravilhosa história de Nª Senhora da Lapa

292

A grande Festa da Castanha em Sernancelhe

293

A lenda viseense do grande Castanheiro dos Amores

294

O grande hotel Portugal que foi dos Casimiros

295

A pastelaria Horta nas memórias de Viseu

296

O Pão de S. Bento, receita conventual viseense

297

Augusto Hilário: boémio e fadista de Viseu

298

Grão Vasco aprendiz: o burrico do moleiro

299

As enguias da Murtosa na Feira de S. Mateus

300

Da Linha do Dão em 1890 à Ecopista do Dão em 2007

301

Azulejos do Rossio: a Beira Alta a azul e branco

302

A trágica história do ícaro português

303

A lenda da princesa Ardinga, do Castelo de Lamego

304

D. António Alves Martins. In Memoriam.

305

História e romance da Casa do Arco

306

“Mira, Gaia!” disse o rei. E matou-a.

307

“Cavalhadas” – a eterna promessa dos moleiros

308

As “farturas” da Feira de São Mateus em Viseu

309

A Feira de São Mateus, espelho da cidade de Viseu

310

Viriato: o guerreiro, a cava, o mito