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A História das Histórias — 310 episodes
O toque a rebate dos sinos da minha aldeia
A tia Custódia (ou a invenção de uma fada-madrinhа)
Uma flor de papel sobre o caixão
O chapéu de S. Torcato (ou a fama de um chapéu milagreiro)
“Cristo em Casa de Marta”, obra-prima no Museu Grão Vasco
A lenda da fundação da Capela de Nª Srª da Fresta
A feira ou mercado de Lamas de Ferreira de Aves
“Peita”, a cativação do favor, pelo testemunho de Aquilino
A merenda nas “Terras do Demo” de Aquilino
A lenda dos carvões que afinal eram moedas de ouro
A lenda da moura encantada e os “bugalhos” de ouro
João Torto, de Viseu... somos todos nós!
Nª Srª dos Remédios (Lamego), num texto de Aquilino
Aquilino Ribeiro – o rasto do escritor sobre Viseu
As Novenas à Srª da Lapa em 1900
Aquilino Ribeiro e o Padre Baldomero Ciriza
O Chafariz dos Clérigos na Senhora da Lapa
As “sopas” de Aquilino nas Terras do Demo
Rosto e olhos de espanto: as criações de Sérgio Amaral
As rotas da castanha e do castanheiro
Padre Cândido Azevedo (1927-2015), in memoriam
Em jeito de memória, os pucareiros de Teivas
“Mestre José Maria, o Resgate”
A Festa das Sopas, em Sernancelhe
O feliz destino do Recolhimento de Santa Teresa (Freixinho)
Lamentação sobre o Mosteiro de Nª Srª da Assunção, em Tabosa
Lamentação sobre o Solar dos Brasis, na Torre de Terrenho
Lamentação sobre o Convento de S. Francisco, na Vila da Rua
Lamentação sobre a Capela de S. João Velho, em Vildemoinhos
Lua cheia (de memórias)
A minha gaiola aberta e o “Guia das Aves” de Aquilino
Nº Sr. dos Passos, padroeiro dos ceireiros da Beselga
Uma lenda no Castelo de Penedono (que nem Pandora)
O Castelo de Penedono – a poética dos despojos
A salgadeira: móvel de cozinha, economia de recurso.
O queijo, esse regalo do paladar.
Os Magustos antigos e a reinvenção da tradição.
O mágico papel das cozinheiras nas Terras do Demo.
Ceote”, pequena refeição em noite adiantada nas Beiras.
Da “ceia” nas terras altas da Beira ao moderno “jantar”
A merenda em terras da Beira
“Jantar”, no mundo rural, deu no moderno “almoço”
1º almoço, piqueta, arrebenta-diabos ou piscolábis?
Mata-bicho ou dejejum: refeições tradicionais nestas terras
O velho armário de cozinha: painel da vida de mulher
Neve solta sobre o chão
A poética da aldeia. Registo no masculino
Carnaval. O tempo e o modo
As “bolotas” de John Lennon e Yoko Ono (um gesto pela paz)
A capucha, uma vestimenta para 2 vidas
O assador de castanhas e o pouso da vendedeira em Viseu
O Dia de Reis na minha aldeia da Beira Alta
A tardia invenção do Bolo-Rei
Sabores de infância: memórias de um Natal antigo
O Senhor dos Milagres, no Carregal (Sernancelhe)
A história do milagre que curou as pernas do nosso 1.º Rei
As Queijadas de S. Pedro (Manjar de Carapito)
O transitório reinado do Pai Natal
Natarinhas de Silgueiros: cantos de Janeiras e dos Reis
Àcerca da mãe-natureza – uma escultura de Xico Lucena
À volta do chapéu na minha terra
O Sr. João da Adélia, tocador dos sinos
O carteiro que vinha à minha aldeia
Os soutos das “Terras do Demo”
A venda da tia Maria Gaga na Ponte do Abade
Serranias: celebrar a gastronomia na terra de Aquilino
Os populares cantos que vão do Natal ao Dia de Reis
A estranha história do Rei Mago Baltasar.
Os “bonecos” de Barcelos do meu presépio.
O presépio da Lapa. Enlevo de pastoral
Os mais ouvidos de 2025. O cântaro que vai à fonte, tradição que se perdeu
Os “Dias da Árvore” do autor, em memória de seu pai
As brancas árvores de Natal da minha infância
Sabe o que eram as “estrelinhas de pastor”?
“As pequenas memórias”, homenagem a José Saramago
Os mais ouvidos de 2025. O milagre do pão de Nª Senhora do Souto
Os mais ouvidos de 2025. A lenda das 3 irmãs, memórias de artes mágicas
Os “Moinhos do Inferno” em Fragosela
O autor partilha o seu “Senhor dos Passos”
A castanha no século XVI: o testemunho de Rui Fernandes
As “Queijadas de Carapito”, Aguiar da Beira
Sernancelhe e a celebração da castanha
A arte perdida da tapeçaria antiga em Vildemoinhos
Várzea de Calde e o “Toco de S. Francisco”
A Capelinha da Senhora da Lapa, em Viseu
A Mãe – um amoroso retrato. Homenagem à mãe de Aquilino
Rolando de Oliveira, quase ao jeito de Leonardo
Manuel Engrácia Carrilho, cidadão exemplar
Luís Miguel Nava, “poeta da inquietude”
José Henriques Azeredo Perdigão: a vocação de servir.
José Coelho, a arqueologia como bandeira
José Alves Madeira, poeta à sua maneira
Germano Bento Ferreira: Viseu, a cidade em sombra e luz
Francisco de Almeida Moreira: o Museu como paixão
Celso Tavares da Silva e o permanente ensejo de servir
Mestre Arnaldo dos Santos Malho, “o poeta do ferro”.
Armindo Viseu: professor, escultor, medalhista e pintor
Pão e vinho sobre a mesa: a gastronomia de Viseu
A maçã “bravo de esmolfe” - memórias de um Éden perdido
As extintas “fogaças” de Santa Eufémia dos Matos
Castanhas de outono: quotidiano e memória
Quem é o autor de “Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és”?
Aquilino Ribeiro, dono de “uma escrita em letras de oiro”
António Batalha, pintor por conta própria
Álvaro Cardoso L. B. Menezes: cidadania em “modo maior”
Alexandre de Lucena e Vale: a História, âncora da vida
A propósito do livro “VISEU. PERSONALIDADES”
Castanhas assadas, magustos e o retorno da tradição
Os múltiplos sentidos da palavra “merenda”
A Lenda da Casa da Moura (nas “Terras do Demo”).
Sernancelhe, a terra e o homem.
A hospitalidade aldeã na Beira Alta
Mulheres e mães: heroínas do quotidiano
Mirita Casimiro – o palco como paixão
“O caminho de pedras” de Judith dos Reis Ramos Teixeira
Maria do Céu da Silva Mendes, “anjo da caridade”
Sempre que o outono vem – memórias de infância
Alvite, uma terra de fim do mundo
Como molda os homens a Serra de Montemuro?
O jeito dos ciganos
O conto da codorniz, um conto tradicional
A cabeleira de Berenice, um conto egípcio
Quando uma rola foi uma prenda de amor
Em louvor dos castanheiros das “Terras do Demo”
Lembro-me da sombra fresca dos castanheiros
O velho chorão: uma memória da terra natal do autor
A macieira das maçãs de ouro, fábula das “Terras do Demo”
As extintas vendedeiras de sardinhas porta-a-porta
O Mestre Albino, pucareiro de Ribolhos
A capucha para 2 vidas usada na Serra do Montemuro
A Ermida do Paiva, famoso”Templo das Siglas”
O património edificado do concelho de Castro Daire
O cântaro que vai à fonte, tradição que se perdeu
Os peixes do rio nas memórias paroquiais de 1758
A figura romântica do barbeiro de aldeia
Memórias da “quelha da Horta” em Viseu
A tradicional Festa das Cruzes no Guardão
A fonte de s. Francisco em Viseu, um berço de amores
A Fonte da Sereia, que deu o nome a Tondela
Os Rosários de Castanhas da Senhora da Lapa
Pão e vinho sobre a mesa em Viseu
A “salgadeira”, símbolo da economia familiar
De Paço Episcopal ao Solar do Vinho do Dão
Festas Juninas inspiradas nas Festas de Teivas?
Mestre Zé Maria, oleiro de Ribolhos
Rancho à moda de Viseu (o real face ao imaginário)
Páscoa de flores e uma mão-cheia de folares
O açafate de palha e silva que Aquilino descreve
A casa-mãe dos Gaudêncios num romance de Aquilino
“Em Maio, cerejas ao borralho!”
A memória de uma borboleta branca
O comboio feito de latas, brinquedo de menino
A Festa da Senhora da Saúde, na Fonte Arcada
Quadros da vida na aldeia: amor nasce na Primavera
O misterioso homem da bilha (na Bíblia e na vida)
A lenda das 3 irmãs, memórias de artes mágicas
Os lobos da minha infância: o medo eterno
Os pombais de Sernancelhe, poética dos campos
Os típicos muros de pedra miúda da Beira Alta
“As Hortaliceiras” de José de Almeida e Silva
O arroz – doce, um guloso manjar do povo
As sábias mãos dos canastreiros de Viseu
A Rua Direita das memórias do autor, em Viseu
A merenda e os seus múltiplos sentidos
As castanhas de Sernancelhe: notas etnográficas
As abelhas e um velho rito de mil anos
Os velhos fornos comunais das aldeias beirãs
A deliciosa coleção “Viseu sabe bem”
Um poderoso imaginário associado ao rio Pavia
O meu “Jardim das Oliveiras”, em Viseu
Da gastronomia pascal nas Terras do Demo
A Visita Pascal e as Aleluias nas Terras do Demo
Um camponês de Sernancelhe emigrado no Brasil
A poética da aldeia antiga: registo no masculino
Memórias do Domingo de Ramos da infância do autor
O barro negro de Molelos, património imaterial
Quem ficava com “a borda do pão”, na Beira Alta?
O atleta romano que ganhava mais do que Ronaldo
A tragédia de Édipo nas tapeçarias de Lamego
A festa de Nª Srª da Consolação em Ferreirim
A bolsa da escola: mais uma memória de infância
O “Jardim de Delícias” do autor, em Lamego
A lenda da moura e do sino perdido de Ferreirim
A carta de um serralheiro para Aquilino Ribeiro.
Suas excelências, os míscaros!
Homenagem ao alecrim (que não foi sempre igual)
A minha avó embarcou no Mar Bravo para o Brasil
Vem trovoada? Valha-nos Santa Bárbara!
As respigadoras: homenagem a Jean-François Millet
Celidónia, protagonista do romance de Aquilino
Armandina ou “A Menina dos Fósforos”
“A Menina que andava fora do Paraíso” (Aquilino)
Os corações pintados das olarias de Mortágua
Já ninguém escreve cartas de amor (Dia do Pai)
As “Fritas” de Centeio de Santos Evos
As tabernas de Viseu, memórias (quase) perdidas
O Castanheiro do Ouro do vale encantado de Tarouca
Mosteiro de S. João de Tarouca, o real e a lenda
Já conhece Tarouca, nas terras do Vale Encantado?
A lampantana, especialidade recente de Mortágua
Os barristas da Beira. uma poética do tempo
O Senhor dos Milagres no Carregal, Sernancelhe
Mal-me-quer, bem-me-quer: esplendor da primavera
A Beira Alta, verdadeira arca de memórias
O espantalho - arte efémera na paisagem
As aguadeiras do “Poço de Sicar” da minha aldeia
A taberna da tia Maria Gaga na Ponte do Abade
A poética da aldeia: registo no feminino
O galo na cultura popular: quotidiano e festa
Viriatos, doce regional, invenção do nosso tempo
O “toque dos sinos”: memórias da aldeia
Memórias de um dia de mercado, em Sernancelhe
O barbeiro de aldeia nas “Terras do Demo”
A Festa das Sopas em Sernancelhe
As Sardinhas de Trancoso que não vieram do mar
Pastéis de Feijão, saborosa tradição de Viseu
A Pera Passa (os “presuntinhos”) de Viseu
O cobertor de papa, macio campo de memórias
Maria Keil e “O Livro de Marianinha” de Aquilino
A doçaria das históricas terras de Lafões
Sacramentos dos namorados: património oral
A sardinha: a nobreza de um manjar do povo
Alexandre Alves: as duas faces de um homem de bem
Soutosa: a casa-mãe de Aquilino Ribeiro
O milagre do pão de Nª Senhora do Souto
Penteeiros de Resende: uma arte que se perdeu
Perdi o meu burrico de moleiro em barro negro
As trovoadas na Beira: quando o céu estremece
A humildade do avental das mulheres da minha terra
A romaria de Nª Srª da Cabeça, memória de infância
Os Casamentos de Entrudo, catarse de um povo
O “Enterro do Rico Irmão”, uma farsa carnavalesca
Rituais de comensalidade no ciclo do Carnaval
O Carnaval de Lazarim: o encantamento da máscara
Os Padrões dos Centenários, ideia do Estado Novo
Os Cruzeiros da Independência levantados em 1940
A mística sombra de um castanheiro, por Aquilino
A malga de caldo como “pão de cada dia”
Os ceireiros da Beselga, românticos andarilhos
A Fraga da Fonte Santa em Peravelha
A Romaria dos Gados, uma tradição pastoril
Carlos Massa, de Sernancelhe, pintor de milagres
Os ex-votos à Nossa Senhora da Lapa
A Feira de Trancoso tem mais de 7 séculos e meio
João Tição – um outro mítico herói de Trancoso
O Bandarra, sapateiro - profeta de Trancoso
Memórias do artista que fazia recortes de papel
O castanheiro da guerra, uma árvore milenar
A curiosa lenda da Cabicanca, ave mítica beirã
O Malhadinhas, almocreve de Barrelas
O juiz beirão que inventou a “pena suspensa”
Cantos de Natal: sabe a história do Jingle Bells?
O vinho como presente de Natal: um costume beirão
A origem do Bolo-Rei desde o Rei Sol, Luís XIV
A Fuga para o Egito contada em tela por Grão Vasco
Os 30 dinheiros do Rei Melchior – 2ª Parte
Os 30 dinheiros do Rei Melchior – 1ª Parte
A invenção do Presépio, uma divina performance
A consoada do Natal, gastronomia de eleição
A origem do Cepo de Natal que arde no adro
A invenção do Pai Natal - 2ª parte
A invenção do Pai Natal - 1ª parte
O maravilhoso sabor das castanhas à lareira
Os tradicionais assadores de castanhas
Parábola do cair das folhas, uma história de amor
In Memoriam de um carvalho secular em Viseu
As famosas e únicas cavacas de Resende
O biscoito da Teixeira, manjar levemente doce
O penedo de S. João, maravilha natural em Resende
Santa Maria de Cárquere na História e na lenda
Hotel Rural de Freixinho, guardião de memórias
O Magriço, figura de lenda e de verdade
Os ceireiros da Beselga: do artefacto à memória
O Museu Keil Amaral - um novo museu em Viseu
A estátua de Aquilino Ribeiro em Viseu
A fuga de Aquilino Ribeiro da Prisão do Fontelo
A Quelha da Horta, onde Aquilino foi hóspede
Tamanquinhas de Viseu, tão louvadas por Aquilino
O estranho “Magusto da Velha” em Aldeia Viçosa
Os magustos de S. Martinho, uma tradição beirã
O extraordinário Museu Nacional de Grão Vasco
O canto dos Martírios do Senhor na Várzea (Calde)
O “Toco de S. Francisco da Várzea de Calde
“Viseu – Cidade-Jardim da Beira” no cartaz de 1935
As olarias do barro negro de Molelos (Tondela)
Os Viriatos, guloseima de Viseu, saborosa invenção
O serralheiro Arnaldo Malho, “poeta do ferro”
A incrível história do lagarto da Igreja da Lapa
As cavacas do Freixinho
Os fálgaros do Mosteiro da Tabosa
A maravilhosa história de Nª Senhora da Lapa
A grande Festa da Castanha em Sernancelhe
A lenda viseense do grande Castanheiro dos Amores
O grande hotel Portugal que foi dos Casimiros
A pastelaria Horta nas memórias de Viseu
O Pão de S. Bento, receita conventual viseense
Augusto Hilário: boémio e fadista de Viseu
Grão Vasco aprendiz: o burrico do moleiro
As enguias da Murtosa na Feira de S. Mateus
Da Linha do Dão em 1890 à Ecopista do Dão em 2007
Azulejos do Rossio: a Beira Alta a azul e branco
A trágica história do ícaro português
A lenda da princesa Ardinga, do Castelo de Lamego
D. António Alves Martins. In Memoriam.
História e romance da Casa do Arco
“Mira, Gaia!” disse o rei. E matou-a.
“Cavalhadas” – a eterna promessa dos moleiros
As “farturas” da Feira de São Mateus em Viseu
A Feira de São Mateus, espelho da cidade de Viseu
Viriato: o guerreiro, a cava, o mito