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A História das Histórias — 355 episodes

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Title
1

O homem que prometeu uma vaca e pagou com um galo

2

As Cavalhadas de Vildemoinhos, o virtuosismo de uma lenda

3

A lenda da Serra da Estrela

4

A Serra da Estrela vista da minha varanda

5

As lavadeiras do rio Pavia, em Viseu. In memoriam

6

A feira dos pucarinhos

7

A tenda do latoeiro

8

A malha do centeio: românticas memórias

9

“Cesteiro que faz um cesto faz um cento”

10

Vida camponesa: a cruz num campo de pão

11

O ex-voto da Srª da Lapa com homem da facada

12

O cheiro a pão cozido no Souto Bom, Tondela

13

Notas à volta de Souto Bom, aldeia de Tondela

14

Mestre António Vista: oleiro e figurinista

15

Mª Augusta Ferreira - uma vida madrasta

16

Elogio da maçã e da castanha, duas confrarias irmãs

17

O moinho da “Tia Micas Moleira”: moinho com jeito de museu

18

O linho da Várzea de Calde: uma suave herança

19

“Povo que lavas no rio”: a odisseia das lavadeiras

20

Tabernas de Viseu: memórias quase perdidas

21

Os “escreventes” de cartas para o Brasil

22

Aquilino Ribeiro e a poética da terra

23

Os jogos na tarde – os “Cavalinhos d`el-Rei”

24

José Moreira – uma escrita sobre pedras.

25

Maria do Céu Almeida Cardoso: memórias de uma lavradeira

26

Regresso ao Paraíso: as pinturas naif de Analice Uchoa

27

José Maria da Costa Paraíso: o entardecer do patriarca

28

Maria da Conceição Pestana - o pão nosso de cada dia

29

Aurora Carolo Reis - a distinção de uma fidalga

30

Artur Gomes Cabral - camponês pela vida fora

31

Clementina de Jesus Gomes: os longos fios das teias da vida

32

Mestre Teotónio de Albuquerque: a estranha leveza do ferro

33

Isabel Silvestre – uma voz que celebrou a terra

34

Evocação das Tricanas de Vildemoinhos

35

As Cavalhadas de Teivas: como se reinventa o amor

36

Os estranhos retratos dos “brasileiros” de Aquilino

37

As centenárias tílias de Soutosa

38

Maria Lóia e Celidónia, duas poéticas invenções de Aquilino

39

Dia de Páscoa, memórias de ontem, vivências de hoje

40

“A Velha das Panelas”, conto de João Araújo Correia

41

A Casa da Ínsua: para além da Flor de Lótus

42

Os Carreteiros da Várzea, aldeia das margens de Viseu

43

A Casa de Viterbo em Gradiz, janelas abertas sobre o azul

44

Homenagem às padeiras da Lapa, Sernancelhe

45

A Poça das Feiticeiras em Viseu

46

O toque a rebate dos sinos da minha aldeia

47

A tia Custódia (ou a invenção de uma fada-madrinhа)

48

Uma flor de papel sobre o caixão

49

O chapéu de S. Torcato (ou a fama de um chapéu milagreiro)

50

“Cristo em Casa de Marta”, obra-prima no Museu Grão Vasco

51

A lenda da fundação da Capela de Nª Srª da Fresta

52

A feira ou mercado de Lamas de Ferreira de Aves

53

“Peita”, a cativação do favor, pelo testemunho de Aquilino

54

A merenda nas “Terras do Demo” de Aquilino

55

A lenda dos carvões que afinal eram moedas de ouro

56

A lenda da moura encantada e os “bugalhos” de ouro

57

João Torto, de Viseu... somos todos nós!

58

Nª Srª dos Remédios (Lamego), num texto de Aquilino

59

Aquilino Ribeiro – o rasto do escritor sobre Viseu

60

As Novenas à Srª da Lapa em 1900

61

Aquilino Ribeiro e o Padre Baldomero Ciriza

62

O Chafariz dos Clérigos na Senhora da Lapa

63

As “sopas” de Aquilino nas Terras do Demo

64

Rosto e olhos de espanto: as criações de Sérgio Amaral

65

As rotas da castanha e do castanheiro

66

Padre Cândido Azevedo (1927-2015), in memoriam

67

Em jeito de memória, os pucareiros de Teivas

68

“Mestre José Maria, o Resgate”

69

A Festa das Sopas, em Sernancelhe

70

O feliz destino do Recolhimento de Santa Teresa (Freixinho)

71

Lamentação sobre o Mosteiro de Nª Srª da Assunção, em Tabosa

72

Lamentação sobre o Solar dos Brasis, na Torre de Terrenho

73

Lamentação sobre o Convento de S. Francisco, na Vila da Rua

74

Lamentação sobre a Capela de S. João Velho, em Vildemoinhos

75

Lua cheia (de memórias)

76

A minha gaiola aberta e o “Guia das Aves” de Aquilino

77

Nº Sr. dos Passos, padroeiro dos ceireiros da Beselga

78

Uma lenda no Castelo de Penedono (que nem Pandora)

79

O Castelo de Penedono – a poética dos despojos

80

A salgadeira: móvel de cozinha, economia de recurso.

81

O queijo, esse regalo do paladar.

82

Os Magustos antigos e a reinvenção da tradição.

83

O mágico papel das cozinheiras nas Terras do Demo.

84

Ceote”, pequena refeição em noite adiantada nas Beiras.

85

Da “ceia” nas terras altas da Beira ao moderno “jantar”

86

A merenda em terras da Beira

87

“Jantar”, no mundo rural, deu no moderno “almoço”

88

1º almoço, piqueta, arrebenta-diabos ou piscolábis?

89

Mata-bicho ou dejejum: refeições tradicionais nestas terras

90

O velho armário de cozinha: painel da vida de mulher

91

Neve solta sobre o chão

92

A poética da aldeia. Registo no masculino

93

Carnaval. O tempo e o modo

94

As “bolotas” de John Lennon e Yoko Ono (um gesto pela paz)

95

A capucha, uma vestimenta para 2 vidas

96

O assador de castanhas e o pouso da vendedeira em Viseu

97

O Dia de Reis na minha aldeia da Beira Alta

98

A tardia invenção do Bolo-Rei

99

Sabores de infância: memórias de um Natal antigo

100

O Senhor dos Milagres, no Carregal (Sernancelhe)

101

A história do milagre que curou as pernas do nosso 1.º Rei

102

As Queijadas de S. Pedro (Manjar de Carapito)

103

O transitório reinado do Pai Natal

104

Natarinhas de Silgueiros: cantos de Janeiras e dos Reis

105

Àcerca da mãe-natureza – uma escultura de Xico Lucena

106

À volta do chapéu na minha terra

107

O Sr. João da Adélia, tocador dos sinos

108

O carteiro que vinha à minha aldeia

109

Os soutos das “Terras do Demo”

110

A venda da tia Maria Gaga na Ponte do Abade

111

Serranias: celebrar a gastronomia na terra de Aquilino

112

Os populares cantos que vão do Natal ao Dia de Reis

113

A estranha história do Rei Mago Baltasar.

114

Os “bonecos” de Barcelos do meu presépio.

115

O presépio da Lapa. Enlevo de pastoral

116

Os mais ouvidos de 2025. O cântaro que vai à fonte, tradição que se perdeu

117

Os “Dias da Árvore” do autor, em memória de seu pai

118

As brancas árvores de Natal da minha infância

119

Sabe o que eram as “estrelinhas de pastor”?

120

“As pequenas memórias”, homenagem a José Saramago

121

Os mais ouvidos de 2025. O milagre do pão de Nª Senhora do Souto

122

Os mais ouvidos de 2025. A lenda das 3 irmãs, memórias de artes mágicas

123

Os “Moinhos do Inferno” em Fragosela

124

O autor partilha o seu “Senhor dos Passos”

125

A castanha no século XVI: o testemunho de Rui Fernandes

126

As “Queijadas de Carapito”, Aguiar da Beira

127

Sernancelhe e a celebração da castanha

128

A arte perdida da tapeçaria antiga em Vildemoinhos

129

Várzea de Calde e o “Toco de S. Francisco”

130

A Capelinha da Senhora da Lapa, em Viseu

131

A Mãe – um amoroso retrato. Homenagem à mãe de Aquilino

132

Rolando de Oliveira, quase ao jeito de Leonardo

133

Manuel Engrácia Carrilho, cidadão exemplar

134

Luís Miguel Nava, “poeta da inquietude”

135

José Henriques Azeredo Perdigão: a vocação de servir.

136

José Coelho, a arqueologia como bandeira

137

José Alves Madeira, poeta à sua maneira

138

Germano Bento Ferreira: Viseu, a cidade em sombra e luz

139

Francisco de Almeida Moreira: o Museu como paixão

140

Celso Tavares da Silva e o permanente ensejo de servir

141

Mestre Arnaldo dos Santos Malho, “o poeta do ferro”.

142

Armindo Viseu: professor, escultor, medalhista e pintor

143

Pão e vinho sobre a mesa: a gastronomia de Viseu

144

A maçã “bravo de esmolfe” - memórias de um Éden perdido

145

As extintas “fogaças” de Santa Eufémia dos Matos

146

Castanhas de outono: quotidiano e memória

147

Quem é o autor de “Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és”?

148

Aquilino Ribeiro, dono de “uma escrita em letras de oiro”

149

António Batalha, pintor por conta própria

150

Álvaro Cardoso L. B. Menezes: cidadania em “modo maior”

151

Alexandre de Lucena e Vale: a História, âncora da vida

152

A propósito do livro “VISEU. PERSONALIDADES”

153

Castanhas assadas, magustos e o retorno da tradição

154

Os múltiplos sentidos da palavra “merenda”

155

A Lenda da Casa da Moura (nas “Terras do Demo”).

156

Sernancelhe, a terra e o homem.

157

A hospitalidade aldeã na Beira Alta

158

Mulheres e mães: heroínas do quotidiano

159

Mirita Casimiro – o palco como paixão

160

“O caminho de pedras” de Judith dos Reis Ramos Teixeira

161

Maria do Céu da Silva Mendes, “anjo da caridade”

162

Sempre que o outono vem – memórias de infância

163

Alvite, uma terra de fim do mundo

164

Como molda os homens a Serra de Montemuro?

165

O jeito dos ciganos

166

O conto da codorniz, um conto tradicional

167

A cabeleira de Berenice, um conto egípcio

168

Quando uma rola foi uma prenda de amor

169

Em louvor dos castanheiros das “Terras do Demo”

170

Lembro-me da sombra fresca dos castanheiros

171

O velho chorão: uma memória da terra natal do autor

172

A macieira das maçãs de ouro, fábula das “Terras do Demo”

173

As extintas vendedeiras de sardinhas porta-a-porta

174

O Mestre Albino, pucareiro de Ribolhos

175

A capucha para 2 vidas usada na Serra do Montemuro

176

A Ermida do Paiva, famoso”Templo das Siglas”

177

O património edificado do concelho de Castro Daire

178

O cântaro que vai à fonte, tradição que se perdeu

179

Os peixes do rio nas memórias paroquiais de 1758

180

A figura romântica do barbeiro de aldeia

181

Memórias da “quelha da Horta” em Viseu

182

A tradicional Festa das Cruzes no Guardão

183

A fonte de s. Francisco em Viseu, um berço de amores

184

A Fonte da Sereia, que deu o nome a Tondela

185

Os Rosários de Castanhas da Senhora da Lapa

186

Pão e vinho sobre a mesa em Viseu

187

A “salgadeira”, símbolo da economia familiar

188

De Paço Episcopal ao Solar do Vinho do Dão

189

Festas Juninas inspiradas nas Festas de Teivas?

190

Mestre Zé Maria, oleiro de Ribolhos

191

Rancho à moda de Viseu (o real face ao imaginário)

192

Páscoa de flores e uma mão-cheia de folares

193

O açafate de palha e silva que Aquilino descreve

194

A casa-mãe dos Gaudêncios num romance de Aquilino

195

“Em Maio, cerejas ao borralho!”

196

A memória de uma borboleta branca

197

O comboio feito de latas, brinquedo de menino

198

A Festa da Senhora da Saúde, na Fonte Arcada

199

Quadros da vida na aldeia: amor nasce na Primavera

200

O misterioso homem da bilha (na Bíblia e na vida)

201

A lenda das 3 irmãs, memórias de artes mágicas

202

Os lobos da minha infância: o medo eterno

203

Os pombais de Sernancelhe, poética dos campos

204

Os típicos muros de pedra miúda da Beira Alta

205

“As Hortaliceiras” de José de Almeida e Silva

206

O arroz – doce, um guloso manjar do povo

207

As sábias mãos dos canastreiros de Viseu

208

A Rua Direita das memórias do autor, em Viseu

209

A merenda e os seus múltiplos sentidos

210

As castanhas de Sernancelhe: notas etnográficas

211

As abelhas e um velho rito de mil anos

212

Os velhos fornos comunais das aldeias beirãs

213

A deliciosa coleção “Viseu sabe bem”

214

Um poderoso imaginário associado ao rio Pavia

215

O meu “Jardim das Oliveiras”, em Viseu

216

Da gastronomia pascal nas Terras do Demo

217

A Visita Pascal e as Aleluias nas Terras do Demo

218

Um camponês de Sernancelhe emigrado no Brasil

219

A poética da aldeia antiga: registo no masculino

220

Memórias do Domingo de Ramos da infância do autor

221

O barro negro de Molelos, património imaterial

222

Quem ficava com “a borda do pão”, na Beira Alta?

223

O atleta romano que ganhava mais do que Ronaldo

224

A tragédia de Édipo nas tapeçarias de Lamego

225

A festa de Nª Srª da Consolação em Ferreirim

226

A bolsa da escola: mais uma memória de infância

227

O “Jardim de Delícias” do autor, em Lamego

228

A lenda da moura e do sino perdido de Ferreirim

229

A carta de um serralheiro para Aquilino Ribeiro.

230

Suas excelências, os míscaros!

231

Homenagem ao alecrim (que não foi sempre igual)

232

A minha avó embarcou no Mar Bravo para o Brasil

233

Vem trovoada? Valha-nos Santa Bárbara!

234

As respigadoras: homenagem a Jean-François Millet

235

Celidónia, protagonista do romance de Aquilino

236

Armandina ou “A Menina dos Fósforos”

237

“A Menina que andava fora do Paraíso” (Aquilino)

238

Os corações pintados das olarias de Mortágua

239

Já ninguém escreve cartas de amor (Dia do Pai)

240

As “Fritas” de Centeio de Santos Evos

241

As tabernas de Viseu, memórias (quase) perdidas

242

O Castanheiro do Ouro do vale encantado de Tarouca

243

Mosteiro de S. João de Tarouca, o real e a lenda

244

Já conhece Tarouca, nas terras do Vale Encantado?

245

A lampantana, especialidade recente de Mortágua

246

Os barristas da Beira. uma poética do tempo

247

O Senhor dos Milagres no Carregal, Sernancelhe

248

Mal-me-quer, bem-me-quer: esplendor da primavera

249

A Beira Alta, verdadeira arca de memórias

250

O espantalho - arte efémera na paisagem

251

As aguadeiras do “Poço de Sicar” da minha aldeia

252

A taberna da tia Maria Gaga na Ponte do Abade

253

A poética da aldeia: registo no feminino

254

O galo na cultura popular: quotidiano e festa

255

Viriatos, doce regional, invenção do nosso tempo

256

O “toque dos sinos”: memórias da aldeia

257

Memórias de um dia de mercado, em Sernancelhe

258

O barbeiro de aldeia nas “Terras do Demo”

259

A Festa das Sopas em Sernancelhe

260

As Sardinhas de Trancoso que não vieram do mar

261

Pastéis de Feijão, saborosa tradição de Viseu

262

A Pera Passa (os “presuntinhos”) de Viseu

263

O cobertor de papa, macio campo de memórias

264

Maria Keil e “O Livro de Marianinha” de Aquilino

265

A doçaria das históricas terras de Lafões

266

Sacramentos dos namorados: património oral

267

A sardinha: a nobreza de um manjar do povo

268

Alexandre Alves: as duas faces de um homem de bem

269

Soutosa: a casa-mãe de Aquilino Ribeiro

270

O milagre do pão de Nª Senhora do Souto

271

Penteeiros de Resende: uma arte que se perdeu

272

Perdi o meu burrico de moleiro em barro negro

273

As trovoadas na Beira: quando o céu estremece

274

A humildade do avental das mulheres da minha terra

275

A romaria de Nª Srª da Cabeça, memória de infância

276

Os Casamentos de Entrudo, catarse de um povo

277

O “Enterro do Rico Irmão”, uma farsa carnavalesca

278

Rituais de comensalidade no ciclo do Carnaval

279

O Carnaval de Lazarim: o encantamento da máscara

280

Os Padrões dos Centenários, ideia do Estado Novo

281

Os Cruzeiros da Independência levantados em 1940

282

A mística sombra de um castanheiro, por Aquilino

283

A malga de caldo como “pão de cada dia”

284

Os ceireiros da Beselga, românticos andarilhos

285

A Fraga da Fonte Santa em Peravelha

286

A Romaria dos Gados, uma tradição pastoril

287

Carlos Massa, de Sernancelhe, pintor de milagres

288

Os ex-votos à Nossa Senhora da Lapa

289

A Feira de Trancoso tem mais de 7 séculos e meio

290

João Tição – um outro mítico herói de Trancoso

291

O Bandarra, sapateiro - profeta de Trancoso

292

Memórias do artista que fazia recortes de papel

293

O castanheiro da guerra, uma árvore milenar

294

A curiosa lenda da Cabicanca, ave mítica beirã

295

O Malhadinhas, almocreve de Barrelas

296

O juiz beirão que inventou a “pena suspensa”

297

Cantos de Natal: sabe a história do Jingle Bells?

298

O vinho como presente de Natal: um costume beirão

299

A origem do Bolo-Rei desde o Rei Sol, Luís XIV

300

A Fuga para o Egito contada em tela por Grão Vasco

301

Os 30 dinheiros do Rei Melchior – 2ª Parte

302

Os 30 dinheiros do Rei Melchior – 1ª Parte

303

A invenção do Presépio, uma divina performance

304

A consoada do Natal, gastronomia de eleição

305

A origem do Cepo de Natal que arde no adro

306

A invenção do Pai Natal - 2ª parte

307

A invenção do Pai Natal - 1ª parte

308

O maravilhoso sabor das castanhas à lareira

309

Os tradicionais assadores de castanhas

310

Parábola do cair das folhas, uma história de amor

311

In Memoriam de um carvalho secular em Viseu

312

As famosas e únicas cavacas de Resende

313

O biscoito da Teixeira, manjar levemente doce

314

O penedo de S. João, maravilha natural em Resende

315

Santa Maria de Cárquere na História e na lenda

316

Hotel Rural de Freixinho, guardião de memórias

317

O Magriço, figura de lenda e de verdade

318

Os ceireiros da Beselga: do artefacto à memória

319

O Museu Keil Amaral - um novo museu em Viseu

320

A estátua de Aquilino Ribeiro em Viseu

321

A fuga de Aquilino Ribeiro da Prisão do Fontelo

322

A Quelha da Horta, onde Aquilino foi hóspede

323

Tamanquinhas de Viseu, tão louvadas por Aquilino

324

O estranho “Magusto da Velha” em Aldeia Viçosa

325

Os magustos de S. Martinho, uma tradição beirã

326

O extraordinário Museu Nacional de Grão Vasco

327

O canto dos Martírios do Senhor na Várzea (Calde)

328

O “Toco de S. Francisco da Várzea de Calde

329

“Viseu – Cidade-Jardim da Beira” no cartaz de 1935

330

As olarias do barro negro de Molelos (Tondela)

331

Os Viriatos, guloseima de Viseu, saborosa invenção

332

O serralheiro Arnaldo Malho, “poeta do ferro”

333

A incrível história do lagarto da Igreja da Lapa

334

As cavacas do Freixinho

335

Os fálgaros do Mosteiro da Tabosa

336

A maravilhosa história de Nª Senhora da Lapa

337

A grande Festa da Castanha em Sernancelhe

338

A lenda viseense do grande Castanheiro dos Amores

339

O grande hotel Portugal que foi dos Casimiros

340

A pastelaria Horta nas memórias de Viseu

341

O Pão de S. Bento, receita conventual viseense

342

Augusto Hilário: boémio e fadista de Viseu

343

Grão Vasco aprendiz: o burrico do moleiro

344

As enguias da Murtosa na Feira de S. Mateus

345

Da Linha do Dão em 1890 à Ecopista do Dão em 2007

346

Azulejos do Rossio: a Beira Alta a azul e branco

347

A trágica história do ícaro português

348

A lenda da princesa Ardinga, do Castelo de Lamego

349

D. António Alves Martins. In Memoriam.

350

História e romance da Casa do Arco

351

“Mira, Gaia!” disse o rei. E matou-a.

352

“Cavalhadas” – a eterna promessa dos moleiros

353

As “farturas” da Feira de São Mateus em Viseu

354

A Feira de São Mateus, espelho da cidade de Viseu

355

Viriato: o guerreiro, a cava, o mito