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A História das Histórias — 396 episodes

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Title
1

A surpresa que é Bobadela

2

Terra de Senhorim e os moinhos de rodízio da Ribeira

3

Termas romanas de S. Pedro do Sul

4

Estradas romanas e a Albergaria de Reigoso

5

Museu Municipal de Sever do Vouga

6

Lagares escavados na rocha: pão e vinho

7

Foral de D. Teresa outorgado a Viseu em 1123

8

Inscrição da Capela de S. Domingos (antigo Hotel Central)

9

Os pelourinhos de Rio de Moinhos e de Ferreira d’Aves

10

Terras de Pena Alba – Penalva do Castelo

11

O Museu Keil do Amaral na Casa da Calçada, em Viseu

12

A Coleção Arqueológica Dr. José Coelho

13

Museu de História da Cidade de Viseu - 2

14

As duas muralhas romanas de Viseu

15

Museu de História da Cidade de Viseu - 1

16

Museu das Técnicas Rurais – Museu de Oliveira de Frades

17

A estalagem romana da Raposeira, em Mangualde

18

A Estação Rupestre de Molelinhos, em Carvalheira (Tondela)

19

O Museu Municipal de Tondela em Terras de Besteiros

20

O Museu Arqueológico do Alto Paiva, em Vila Nova de Paiva

21

Casas-torre de Lafões, modos de habitar da nobreza medieval

22

As sepulturas escavadas na rocha

23

A Romanização e a Quinta da Taboadela (Sátão)

24

O povoado/fortificação da Senhora do Barrocal, em Romãs

25

A Orca (Anta) de Forles, em Sátão

26

Aristides Sousa Mendes: uma história de vida espantosa

27

A água – espaço e tempo do sagrado

28

Moinhos de água em Sernancelhe, património quase esquecido

29

A fonte: sempre um lugar mágico numa aldeia

30

A romaria de Nº Sr. dos Caminhos

31

O Bolo de Pera e Noz da pastelaria Fornada do Dia

32

O Bolo-Rei de Castanha da pastelaria Portas do Sol

33

A amieira, obra-prima dos cesteiros de Vildemoinhos

34

Doçaria de tradição popular em Terras do Demo

35

Doçaria e guloseimas nas Terras do Demo

36

O velho Hospital de Viseu é hoje uma Pousada

37

A Sé e o Museu Nacional Grão Vasco: almas gémeas de Viseu

38

O Claustro da Sé de Viseu: a harmonia de um mundo novo

39

A Praça da República e os Paços do Concelho em Viseu

40

A Porta do Soar em Viseu: História que vem de longe

41

Bordados de Tibaldinho, uma arte de mulher

42

O homem que prometeu uma vaca e pagou com um galo

43

As Cavalhadas de Vildemoinhos, o virtuosismo de uma lenda

44

A lenda da Serra da Estrela

45

A Serra da Estrela vista da minha varanda

46

As lavadeiras do rio Pavia, em Viseu. In memoriam

47

A feira dos pucarinhos

48

A tenda do latoeiro

49

A malha do centeio: românticas memórias

50

“Cesteiro que faz um cesto faz um cento”

51

Vida camponesa: a cruz num campo de pão

52

O ex-voto da Srª da Lapa com homem da facada

53

O cheiro a pão cozido no Souto Bom, Tondela

54

Notas à volta de Souto Bom, aldeia de Tondela

55

Mestre António Vista: oleiro e figurinista

56

Mª Augusta Ferreira - uma vida madrasta

57

Elogio da maçã e da castanha, duas confrarias irmãs

58

O moinho da “Tia Micas Moleira”: moinho com jeito de museu

59

O linho da Várzea de Calde: uma suave herança

60

“Povo que lavas no rio”: a odisseia das lavadeiras

61

Tabernas de Viseu: memórias quase perdidas

62

Os “escreventes” de cartas para o Brasil

63

Aquilino Ribeiro e a poética da terra

64

Os jogos na tarde – os “Cavalinhos d`el-Rei”

65

José Moreira – uma escrita sobre pedras.

66

Maria do Céu Almeida Cardoso: memórias de uma lavradeira

67

Regresso ao Paraíso: as pinturas naif de Analice Uchoa

68

José Maria da Costa Paraíso: o entardecer do patriarca

69

Maria da Conceição Pestana - o pão nosso de cada dia

70

Aurora Carolo Reis - a distinção de uma fidalga

71

Artur Gomes Cabral - camponês pela vida fora

72

Clementina de Jesus Gomes: os longos fios das teias da vida

73

Mestre Teotónio de Albuquerque: a estranha leveza do ferro

74

Isabel Silvestre – uma voz que celebrou a terra

75

Evocação das Tricanas de Vildemoinhos

76

As Cavalhadas de Teivas: como se reinventa o amor

77

Os estranhos retratos dos “brasileiros” de Aquilino

78

As centenárias tílias de Soutosa

79

Maria Lóia e Celidónia, duas poéticas invenções de Aquilino

80

Dia de Páscoa, memórias de ontem, vivências de hoje

81

“A Velha das Panelas”, conto de João Araújo Correia

82

A Casa da Ínsua: para além da Flor de Lótus

83

Os Carreteiros da Várzea, aldeia das margens de Viseu

84

A Casa de Viterbo em Gradiz, janelas abertas sobre o azul

85

Homenagem às padeiras da Lapa, Sernancelhe

86

A Poça das Feiticeiras em Viseu

87

O toque a rebate dos sinos da minha aldeia

88

A tia Custódia (ou a invenção de uma fada-madrinhа)

89

Uma flor de papel sobre o caixão

90

O chapéu de S. Torcato (ou a fama de um chapéu milagreiro)

91

“Cristo em Casa de Marta”, obra-prima no Museu Grão Vasco

92

A lenda da fundação da Capela de Nª Srª da Fresta

93

A feira ou mercado de Lamas de Ferreira de Aves

94

“Peita”, a cativação do favor, pelo testemunho de Aquilino

95

A merenda nas “Terras do Demo” de Aquilino

96

A lenda dos carvões que afinal eram moedas de ouro

97

A lenda da moura encantada e os “bugalhos” de ouro

98

João Torto, de Viseu... somos todos nós!

99

Nª Srª dos Remédios (Lamego), num texto de Aquilino

100

Aquilino Ribeiro – o rasto do escritor sobre Viseu

101

As Novenas à Srª da Lapa em 1900

102

Aquilino Ribeiro e o Padre Baldomero Ciriza

103

O Chafariz dos Clérigos na Senhora da Lapa

104

As “sopas” de Aquilino nas Terras do Demo

105

Rosto e olhos de espanto: as criações de Sérgio Amaral

106

As rotas da castanha e do castanheiro

107

Padre Cândido Azevedo (1927-2015), in memoriam

108

Em jeito de memória, os pucareiros de Teivas

109

“Mestre José Maria, o Resgate”

110

A Festa das Sopas, em Sernancelhe

111

O feliz destino do Recolhimento de Santa Teresa (Freixinho)

112

Lamentação sobre o Mosteiro de Nª Srª da Assunção, em Tabosa

113

Lamentação sobre o Solar dos Brasis, na Torre de Terrenho

114

Lamentação sobre o Convento de S. Francisco, na Vila da Rua

115

Lamentação sobre a Capela de S. João Velho, em Vildemoinhos

116

Lua cheia (de memórias)

117

A minha gaiola aberta e o “Guia das Aves” de Aquilino

118

Nº Sr. dos Passos, padroeiro dos ceireiros da Beselga

119

Uma lenda no Castelo de Penedono (que nem Pandora)

120

O Castelo de Penedono – a poética dos despojos

121

A salgadeira: móvel de cozinha, economia de recurso.

122

O queijo, esse regalo do paladar.

123

Os Magustos antigos e a reinvenção da tradição.

124

O mágico papel das cozinheiras nas Terras do Demo.

125

Ceote”, pequena refeição em noite adiantada nas Beiras.

126

Da “ceia” nas terras altas da Beira ao moderno “jantar”

127

A merenda em terras da Beira

128

“Jantar”, no mundo rural, deu no moderno “almoço”

129

1º almoço, piqueta, arrebenta-diabos ou piscolábis?

130

Mata-bicho ou dejejum: refeições tradicionais nestas terras

131

O velho armário de cozinha: painel da vida de mulher

132

Neve solta sobre o chão

133

A poética da aldeia. Registo no masculino

134

Carnaval. O tempo e o modo

135

As “bolotas” de John Lennon e Yoko Ono (um gesto pela paz)

136

A capucha, uma vestimenta para 2 vidas

137

O assador de castanhas e o pouso da vendedeira em Viseu

138

O Dia de Reis na minha aldeia da Beira Alta

139

A tardia invenção do Bolo-Rei

140

Sabores de infância: memórias de um Natal antigo

141

O Senhor dos Milagres, no Carregal (Sernancelhe)

142

A história do milagre que curou as pernas do nosso 1.º Rei

143

As Queijadas de S. Pedro (Manjar de Carapito)

144

O transitório reinado do Pai Natal

145

Natarinhas de Silgueiros: cantos de Janeiras e dos Reis

146

Àcerca da mãe-natureza – uma escultura de Xico Lucena

147

À volta do chapéu na minha terra

148

O Sr. João da Adélia, tocador dos sinos

149

O carteiro que vinha à minha aldeia

150

Os soutos das “Terras do Demo”

151

A venda da tia Maria Gaga na Ponte do Abade

152

Serranias: celebrar a gastronomia na terra de Aquilino

153

Os populares cantos que vão do Natal ao Dia de Reis

154

A estranha história do Rei Mago Baltasar.

155

Os “bonecos” de Barcelos do meu presépio.

156

O presépio da Lapa. Enlevo de pastoral

157

Os mais ouvidos de 2025. O cântaro que vai à fonte, tradição que se perdeu

158

Os “Dias da Árvore” do autor, em memória de seu pai

159

As brancas árvores de Natal da minha infância

160

Sabe o que eram as “estrelinhas de pastor”?

161

“As pequenas memórias”, homenagem a José Saramago

162

Os mais ouvidos de 2025. O milagre do pão de Nª Senhora do Souto

163

Os mais ouvidos de 2025. A lenda das 3 irmãs, memórias de artes mágicas

164

Os “Moinhos do Inferno” em Fragosela

165

O autor partilha o seu “Senhor dos Passos”

166

A castanha no século XVI: o testemunho de Rui Fernandes

167

As “Queijadas de Carapito”, Aguiar da Beira

168

Sernancelhe e a celebração da castanha

169

A arte perdida da tapeçaria antiga em Vildemoinhos

170

Várzea de Calde e o “Toco de S. Francisco”

171

A Capelinha da Senhora da Lapa, em Viseu

172

A Mãe – um amoroso retrato. Homenagem à mãe de Aquilino

173

Rolando de Oliveira, quase ao jeito de Leonardo

174

Manuel Engrácia Carrilho, cidadão exemplar

175

Luís Miguel Nava, “poeta da inquietude”

176

José Henriques Azeredo Perdigão: a vocação de servir.

177

José Coelho, a arqueologia como bandeira

178

José Alves Madeira, poeta à sua maneira

179

Germano Bento Ferreira: Viseu, a cidade em sombra e luz

180

Francisco de Almeida Moreira: o Museu como paixão

181

Celso Tavares da Silva e o permanente ensejo de servir

182

Mestre Arnaldo dos Santos Malho, “o poeta do ferro”.

183

Armindo Viseu: professor, escultor, medalhista e pintor

184

Pão e vinho sobre a mesa: a gastronomia de Viseu

185

A maçã “bravo de esmolfe” - memórias de um Éden perdido

186

As extintas “fogaças” de Santa Eufémia dos Matos

187

Castanhas de outono: quotidiano e memória

188

Quem é o autor de “Diz-me o que comes, dir-te-ei quem és”?

189

Aquilino Ribeiro, dono de “uma escrita em letras de oiro”

190

António Batalha, pintor por conta própria

191

Álvaro Cardoso L. B. Menezes: cidadania em “modo maior”

192

Alexandre de Lucena e Vale: a História, âncora da vida

193

A propósito do livro “VISEU. PERSONALIDADES”

194

Castanhas assadas, magustos e o retorno da tradição

195

Os múltiplos sentidos da palavra “merenda”

196

A Lenda da Casa da Moura (nas “Terras do Demo”).

197

Sernancelhe, a terra e o homem.

198

A hospitalidade aldeã na Beira Alta

199

Mulheres e mães: heroínas do quotidiano

200

Mirita Casimiro – o palco como paixão

201

“O caminho de pedras” de Judith dos Reis Ramos Teixeira

202

Maria do Céu da Silva Mendes, “anjo da caridade”

203

Sempre que o outono vem – memórias de infância

204

Alvite, uma terra de fim do mundo

205

Como molda os homens a Serra de Montemuro?

206

O jeito dos ciganos

207

O conto da codorniz, um conto tradicional

208

A cabeleira de Berenice, um conto egípcio

209

Quando uma rola foi uma prenda de amor

210

Em louvor dos castanheiros das “Terras do Demo”

211

Lembro-me da sombra fresca dos castanheiros

212

O velho chorão: uma memória da terra natal do autor

213

A macieira das maçãs de ouro, fábula das “Terras do Demo”

214

As extintas vendedeiras de sardinhas porta-a-porta

215

O Mestre Albino, pucareiro de Ribolhos

216

A capucha para 2 vidas usada na Serra do Montemuro

217

A Ermida do Paiva, famoso”Templo das Siglas”

218

O património edificado do concelho de Castro Daire

219

O cântaro que vai à fonte, tradição que se perdeu

220

Os peixes do rio nas memórias paroquiais de 1758

221

A figura romântica do barbeiro de aldeia

222

Memórias da “quelha da Horta” em Viseu

223

A tradicional Festa das Cruzes no Guardão

224

A fonte de s. Francisco em Viseu, um berço de amores

225

A Fonte da Sereia, que deu o nome a Tondela

226

Os Rosários de Castanhas da Senhora da Lapa

227

Pão e vinho sobre a mesa em Viseu

228

A “salgadeira”, símbolo da economia familiar

229

De Paço Episcopal ao Solar do Vinho do Dão

230

Festas Juninas inspiradas nas Festas de Teivas?

231

Mestre Zé Maria, oleiro de Ribolhos

232

Rancho à moda de Viseu (o real face ao imaginário)

233

Páscoa de flores e uma mão-cheia de folares

234

O açafate de palha e silva que Aquilino descreve

235

A casa-mãe dos Gaudêncios num romance de Aquilino

236

“Em Maio, cerejas ao borralho!”

237

A memória de uma borboleta branca

238

O comboio feito de latas, brinquedo de menino

239

A Festa da Senhora da Saúde, na Fonte Arcada

240

Quadros da vida na aldeia: amor nasce na Primavera

241

O misterioso homem da bilha (na Bíblia e na vida)

242

A lenda das 3 irmãs, memórias de artes mágicas

243

Os lobos da minha infância: o medo eterno

244

Os pombais de Sernancelhe, poética dos campos

245

Os típicos muros de pedra miúda da Beira Alta

246

“As Hortaliceiras” de José de Almeida e Silva

247

O arroz – doce, um guloso manjar do povo

248

As sábias mãos dos canastreiros de Viseu

249

A Rua Direita das memórias do autor, em Viseu

250

A merenda e os seus múltiplos sentidos

251

As castanhas de Sernancelhe: notas etnográficas

252

As abelhas e um velho rito de mil anos

253

Os velhos fornos comunais das aldeias beirãs

254

A deliciosa coleção “Viseu sabe bem”

255

Um poderoso imaginário associado ao rio Pavia

256

O meu “Jardim das Oliveiras”, em Viseu

257

Da gastronomia pascal nas Terras do Demo

258

A Visita Pascal e as Aleluias nas Terras do Demo

259

Um camponês de Sernancelhe emigrado no Brasil

260

A poética da aldeia antiga: registo no masculino

261

Memórias do Domingo de Ramos da infância do autor

262

O barro negro de Molelos, património imaterial

263

Quem ficava com “a borda do pão”, na Beira Alta?

264

O atleta romano que ganhava mais do que Ronaldo

265

A tragédia de Édipo nas tapeçarias de Lamego

266

A festa de Nª Srª da Consolação em Ferreirim

267

A bolsa da escola: mais uma memória de infância

268

O “Jardim de Delícias” do autor, em Lamego

269

A lenda da moura e do sino perdido de Ferreirim

270

A carta de um serralheiro para Aquilino Ribeiro.

271

Suas excelências, os míscaros!

272

Homenagem ao alecrim (que não foi sempre igual)

273

A minha avó embarcou no Mar Bravo para o Brasil

274

Vem trovoada? Valha-nos Santa Bárbara!

275

As respigadoras: homenagem a Jean-François Millet

276

Celidónia, protagonista do romance de Aquilino

277

Armandina ou “A Menina dos Fósforos”

278

“A Menina que andava fora do Paraíso” (Aquilino)

279

Os corações pintados das olarias de Mortágua

280

Já ninguém escreve cartas de amor (Dia do Pai)

281

As “Fritas” de Centeio de Santos Evos

282

As tabernas de Viseu, memórias (quase) perdidas

283

O Castanheiro do Ouro do vale encantado de Tarouca

284

Mosteiro de S. João de Tarouca, o real e a lenda

285

Já conhece Tarouca, nas terras do Vale Encantado?

286

A lampantana, especialidade recente de Mortágua

287

Os barristas da Beira. uma poética do tempo

288

O Senhor dos Milagres no Carregal, Sernancelhe

289

Mal-me-quer, bem-me-quer: esplendor da primavera

290

A Beira Alta, verdadeira arca de memórias

291

O espantalho - arte efémera na paisagem

292

As aguadeiras do “Poço de Sicar” da minha aldeia

293

A taberna da tia Maria Gaga na Ponte do Abade

294

A poética da aldeia: registo no feminino

295

O galo na cultura popular: quotidiano e festa

296

Viriatos, doce regional, invenção do nosso tempo

297

O “toque dos sinos”: memórias da aldeia

298

Memórias de um dia de mercado, em Sernancelhe

299

O barbeiro de aldeia nas “Terras do Demo”

300

A Festa das Sopas em Sernancelhe

301

As Sardinhas de Trancoso que não vieram do mar

302

Pastéis de Feijão, saborosa tradição de Viseu

303

A Pera Passa (os “presuntinhos”) de Viseu

304

O cobertor de papa, macio campo de memórias

305

Maria Keil e “O Livro de Marianinha” de Aquilino

306

A doçaria das históricas terras de Lafões

307

Sacramentos dos namorados: património oral

308

A sardinha: a nobreza de um manjar do povo

309

Alexandre Alves: as duas faces de um homem de bem

310

Soutosa: a casa-mãe de Aquilino Ribeiro

311

O milagre do pão de Nª Senhora do Souto

312

Penteeiros de Resende: uma arte que se perdeu

313

Perdi o meu burrico de moleiro em barro negro

314

As trovoadas na Beira: quando o céu estremece

315

A humildade do avental das mulheres da minha terra

316

A romaria de Nª Srª da Cabeça, memória de infância

317

Os Casamentos de Entrudo, catarse de um povo

318

O “Enterro do Rico Irmão”, uma farsa carnavalesca

319

Rituais de comensalidade no ciclo do Carnaval

320

O Carnaval de Lazarim: o encantamento da máscara

321

Os Padrões dos Centenários, ideia do Estado Novo

322

Os Cruzeiros da Independência levantados em 1940

323

A mística sombra de um castanheiro, por Aquilino

324

A malga de caldo como “pão de cada dia”

325

Os ceireiros da Beselga, românticos andarilhos

326

A Fraga da Fonte Santa em Peravelha

327

A Romaria dos Gados, uma tradição pastoril

328

Carlos Massa, de Sernancelhe, pintor de milagres

329

Os ex-votos à Nossa Senhora da Lapa

330

A Feira de Trancoso tem mais de 7 séculos e meio

331

João Tição – um outro mítico herói de Trancoso

332

O Bandarra, sapateiro - profeta de Trancoso

333

Memórias do artista que fazia recortes de papel

334

O castanheiro da guerra, uma árvore milenar

335

A curiosa lenda da Cabicanca, ave mítica beirã

336

O Malhadinhas, almocreve de Barrelas

337

O juiz beirão que inventou a “pena suspensa”

338

Cantos de Natal: sabe a história do Jingle Bells?

339

O vinho como presente de Natal: um costume beirão

340

A origem do Bolo-Rei desde o Rei Sol, Luís XIV

341

A Fuga para o Egito contada em tela por Grão Vasco

342

Os 30 dinheiros do Rei Melchior – 2ª Parte

343

Os 30 dinheiros do Rei Melchior – 1ª Parte

344

A invenção do Presépio, uma divina performance

345

A consoada do Natal, gastronomia de eleição

346

A origem do Cepo de Natal que arde no adro

347

A invenção do Pai Natal - 2ª parte

348

A invenção do Pai Natal - 1ª parte

349

O maravilhoso sabor das castanhas à lareira

350

Os tradicionais assadores de castanhas

351

Parábola do cair das folhas, uma história de amor

352

In Memoriam de um carvalho secular em Viseu

353

As famosas e únicas cavacas de Resende

354

O biscoito da Teixeira, manjar levemente doce

355

O penedo de S. João, maravilha natural em Resende

356

Santa Maria de Cárquere na História e na lenda

357

Hotel Rural de Freixinho, guardião de memórias

358

O Magriço, figura de lenda e de verdade

359

Os ceireiros da Beselga: do artefacto à memória

360

O Museu Keil Amaral - um novo museu em Viseu

361

A estátua de Aquilino Ribeiro em Viseu

362

A fuga de Aquilino Ribeiro da Prisão do Fontelo

363

A Quelha da Horta, onde Aquilino foi hóspede

364

Tamanquinhas de Viseu, tão louvadas por Aquilino

365

O estranho “Magusto da Velha” em Aldeia Viçosa

366

Os magustos de S. Martinho, uma tradição beirã

367

O extraordinário Museu Nacional de Grão Vasco

368

O canto dos Martírios do Senhor na Várzea (Calde)

369

O “Toco de S. Francisco da Várzea de Calde

370

“Viseu – Cidade-Jardim da Beira” no cartaz de 1935

371

As olarias do barro negro de Molelos (Tondela)

372

Os Viriatos, guloseima de Viseu, saborosa invenção

373

O serralheiro Arnaldo Malho, “poeta do ferro”

374

A incrível história do lagarto da Igreja da Lapa

375

As cavacas do Freixinho

376

Os fálgaros do Mosteiro da Tabosa

377

A maravilhosa história de Nª Senhora da Lapa

378

A grande Festa da Castanha em Sernancelhe

379

A lenda viseense do grande Castanheiro dos Amores

380

O grande hotel Portugal que foi dos Casimiros

381

A pastelaria Horta nas memórias de Viseu

382

O Pão de S. Bento, receita conventual viseense

383

Augusto Hilário: boémio e fadista de Viseu

384

Grão Vasco aprendiz: o burrico do moleiro

385

As enguias da Murtosa na Feira de S. Mateus

386

Da Linha do Dão em 1890 à Ecopista do Dão em 2007

387

Azulejos do Rossio: a Beira Alta a azul e branco

388

A trágica história do ícaro português

389

A lenda da princesa Ardinga, do Castelo de Lamego

390

D. António Alves Martins. In Memoriam.

391

História e romance da Casa do Arco

392

“Mira, Gaia!” disse o rei. E matou-a.

393

“Cavalhadas” – a eterna promessa dos moleiros

394

As “farturas” da Feira de São Mateus em Viseu

395

A Feira de São Mateus, espelho da cidade de Viseu

396

Viriato: o guerreiro, a cava, o mito