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Foodie — 86 episodes
Chef Guram: “Quando vais a um restaurante tens de comer a fantasia, a criação ou sentir uma cultura de outro mundo”
Rui Paula e Pedro Cardoso falam do estado da restauração em Portugal
António Lobo Xavier: “Abrir um restaurante em Lisboa com sócios tão novos seria sempre polémico”
Filipe Rodrigues: “No Garum já fizemos um teste com um robalo que ficou a maturar 50 dias. Parece queijo”
Noélia Jerónimo: “A partir de novembro toda a gente trabalha mal no Algarve”
João Correia: “3 ou 4 anos depois de terminar o curso percebi que não sabia nada de cozinha”
Gil Fernandes: “Um produto menos nobre como a dobrada, bem trabalhado pode ser o nosso caviar”
Vítor Hugo : “Uma série tipo o The Bear glorifica ao mesmo tempo que faz da minha vida uma palhaçada”
Miguel Garcia: “O que mais se vendia no Café de São Bento quando abriu em 1982 era tostas mistas, não era o bife”
César Mourão: “Acho que alguém que se senta à mesa só porque sim tem um desequilíbrio”
Hugo Candeias: “Tinha muito interesse em trabalhar para o Albert Adrià”
Olivier: “Considero-me um pioneiro. Quem inventou as influencers em restaurantes fui eu”
Alexis Bourrat: “Quase perdemos tudo durante o Covid. Quando reabrimos os nossos clientes regulares salvaram-nos”
Pedro Pena Bastos: “O Broto é uma palavra que remete ao mundo rural, e isso é a minha portugalidade”
Rui Matias: “O bar-b-q Texano foi um sonho à última da hora. Provei brisket e nasceu o KAU”
Maria Luísa Fernandes: “Cheguei a ir cozinhar na casa da Melinda Gates. Angariámos 32 milhões entre 21 mulheres”
Rodrigo Castelo: “Um hambúrguer é sempre associado a fast food, mas não tem de ser”
Tristana Esteves Cardoso: “As grandes coisas que aconteceram na minha vida foram à volta de uma mesa”
Jorge Fernandes: “Quando pensamos em comer fora não pensamos em hotéis, e no Memmo temos mais de 80 pessoas por noite”
Filipe Carvalho: “Queremos que toda a gente que visita o JNcQUOI possa aceder à qualidade, ao luxo e ao detalhe”
Alessandra Borsato: “O conceito do Flamma, além dos espetos, é de cozinha de autor e muita latinidade”
Rui Rosário: “Depois de 14 anos na Vodafone fui para a Tokyo Sushi Academy”
José Avillez: “O caminho que a gastronomia portuguesa fez nos últimos anos teve grande impacto mundial”
Ricardo Carriço: “Confesso que sou uma apaixonado pela cozinha e por sabores, e adoro inventar”
Julien Montbabut: “Adoro as sandes quentes no Porto. Pernil na Guedes, cachorrinhos do Gazela, Francesinhas”
Kiko Martins: “O mais difícil na cozinha é simplificar as coisas”
Sidney Menezes: “Para servir 1000 refeições por dia como no Solar, temos de ter muita concentração e muito foco”
Quinti Deceuninck: “Lisboa ainda não estava tão habituada a um tipo de espaço como o Tricky’s”
Diogo Simões: “A minha paixão pela comida passa mais por comer do que por cozinhar”
Rui Silvestre: “Acho que um restaurante é o último lugar de civilização no mundo”
Gonçalo Castel-Branco: “Temos um país lixado para os criativos. Está desenhado para te impedir de fazer coisas novas”
Rui Paula: “Quero a terceira Estrela Michelin”
Filipe Ramalho: “A matança do porco para nós é cultura e identidade”
Fernando Melo: “A minha função enquanto crítico é perceber o que estou a comer”
Diogo Rocha: “A estrela Michelin verde obriga-nos a ter sustentabilidade financeira, social e ambiental”
João Matos: “No Hifen olhamos com preocupação para a nova dinâmica de preços das proteínas”
Pedro Cardoso: “Quero que as pessoas pensem no mal que estão a fazer à cozinha tradicional portuguesa”
Sérgio Sequeira: “O The Fork é usado tanto para descontos como para reservas. É o único sítio onde se pode reservar mesa no Ramiro”
Sandro Farinho: “O Duro tem um conceito ‘Novo Clássico'”
Pedro de Sousa: “O Sr. Lisboa já tem A Cozinha, O Jardim, a ideia é abrir mais divisões da casa”
Marc Pinto: “O Fifty Seconds é para mim o melhor restaurante de Portugal. Só precisamos de tempo para o provar”
Gonçalo Fernandes: “Vamos abrir o MöTAO em Lisboa em abril, no espaço onde era o Café In”
Henrique Sá Pessoa: “Faço questão que os meus restaurantes tenham o nome e a carta em português”
FF: “As vantagens de andar de norte a sul a fazer concertos é conhecer a boa gastronomia do nosso país”
Beatriz Rosário: “Há casas de fados onde a comida é tão boa, o Senhor Vinho é uma delas, e recomendo o cabrito no O Faia”
Vitor Sobral: “Um dia ainda faço um livro sobre sexo”
André Cruz: “Depois de ter uma estrela, é natural que se olhe para a segunda”
Tia Alice: “Uma boa cachupa tem de ter tempo para cozer, apurar, ingredientes frescos e amor”
Joselito Lucas: “A subida da temperatura da água e alterações climáticas estão a ter impacto na pesca do bacalhau”
Gonçalo Mendes: “Jamais tive intenções de trabalhar no Algarve. Neste momento estou apaixonado”
Hugo Araújo: “Consigo criar pratos com os sabores na cabeça”
Ricardo Benedito: “Pôr o molho em cima da pele do leitão dá direito a uma providência cautelar”
Miguel Teixeira: “Alvalade é o bairro dos serviços e da restauração em Lisboa”
Sérgio Frade: “O Frade começou porque queríamos vender o vinho de talha em Lisboa”
Paulo Alves: “O curso de cozinha foi a minha última salvação”
João Sá: “A minha filha invadiu a playlist do Sála e no meio de um serviço começou a tocar o Baby Shark”
Alexandre Silva: “Eu era viciado em comprimidos para dormir. Todas as pessoas deveriam ter um psicólogo na vida delas”
Carlos Afonso: “Aquilo que me trouxe para a cozinha foi o que vivi com a família e amigos e a cultura de estar à mesa”
Chef Sérgio Galamba fala-nos da Street Food Asiática do Mö TAO em Vilamoura
Eduardo Santini: “Há um gelado que serve para avaliar a qualidade do gelado das marcas que é o gelado de limão”
Pasta Non Basta! Fomos à descoberta da paixão pela comida italiana de Frederico Seixas
Ágata Roquette: “Não sou chata. Distingo um bocadinho a semana e o fim de semana. Algumas regras só durante a semana”
Chakall: “Numa viagem fui preso duas vezes”
David Rosa: O “puto do bairro” que agora é sommelier do Rocco
Raquel Prates: “Eu desconfio das pessoas que não gostam de comer”
Diogo Rocha: “ser pai não era tão objetivo como ganhar uma estrela”
Rodrigo Roquette: “O futebol tem rituais. Sou menino das roulotes”
Augusto Brumatti: “O Vivino é uma rede social onde toda a gente tem a sua opinião”
Ficámos “desarmados” com a interpretação da Madeira do Chef Otávio Freitas
António Vardasca: da cozinha da tropa à Morgado Taberna 2017
Mário Rolando: “O nosso pão é a nossa identidade”
Gonçalo Patraquim: “Gostava de criar um clube de charutos e destilados no edifício do Tavares Rico”
Pedro Ferreira: Como a Churrasqueira Dom Pedro pôs a Ramada no centro da gastronomia de Lisboa
Paulo Amado: “Este é o período mais seca do ponto de vista da criatividade da cozinha em Portugal”
Claudio Martins: “Gostava mesmo que as pessoas percebessem qual o grande objetivo da Wines From Another World”
Francisco Fortuna: “Fui Sommelier privado de um mexicano muito rico que bebia Vega Sicilia ao pequeno almoço”
Miguel Rocha Vieira: “Não sabia fazer um ovo estrelado até aos 23 anos”
Marta Gil: “Criei um trauma com os cocktails em L.A.”
Nuno Nabais: Da filosofia à Fabrica do Braço de Prata passando pelo Stand-Up
Pedro Cardoso: “O estado investiu meio milhão de euros nos prémios Michelin e vejo os chefs portugueses a serem tratados pessimamente”
Elisio Bernardes: Peixe, sopas cheias de vinagre e futebol com o Chef do grupo Sea Me e do Sporting
Belmiro: O Chef dos Chefs fala-nos do seu famoso cozido e muito mais
Luis Catalino: O quarto onde dormia em criança é hoje uma sala da Mercearia Ritalinos
João Francisco: O Chef do Soão fala-nos de peixe, caça e muito mais
Fernando Alvim: “Pertenço à Confraria do Cozido à Portuguesa e em primeiro lugar está o do Belmiro”
José Fidalgo fala-nos de “Saudade”, OVNIS, bullying e sopa de pénis de touro