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Podcast de Psicologia

Podcast de Psicologia — psicologia na prática, saúde mental, autoajuda e desenvolvimento pessoal.

  1. 68

    VOCÊ ACHA QUE TODO MUNDO ESTÁ TE OLHANDO

    Você derramou café na camisa e passou o resto do dia certo de que todo mundo tinha notado. Gaguejou numa reunião e ficou convicto de que deixou uma péssima impressão. Isso tem nome: efeito holofote — a tendência cognitiva de superestimar quanto os outros nos observam e nos julgam. Neste episódio prático, você vai entender a psicologia por trás desse viés, por que ele amplifica a ansiedade social e uma técnica simples para recalibrar sua percepção e parar de viver como se o mundo estivesse assistindo.

  2. 67

    ELA TINHA MEDO DE CADA OLHAR NA RUA

    Beatriz ensaiava o que ia dizer antes de qualquer conversa. Analisava cada frase depois que saía. Tinha certeza de que as pessoas notavam cada gafe, cada pausa, cada falha. O medo do julgamento alheio é um dos tipos de ansiedade mais comuns — e mais silenciados, porque envolve vergonha de ter vergonha. Neste episódio narrativo, a história de Beatriz mostra como a ansiedade social se instala e como a psicologia cognitivo-comportamental oferece uma saída real para quem vive no tribunal da opinião dos outros. Podcast de Psicologia — psicologia na prática, saúde mental e desenvolvimento pessoal.

  3. 66

    VOCÊ NÃO LARGA O CELULAR — E ISSO TE ADOECE

    É automático: o desconforto aparece e a mão já vai para o celular. Mas o que parece alívio é na verdade fuga — e fuga alimenta ansiedade em vez de reduzir. O comportamento de usar redes sociais como regulação emocional é um dos padrões mais comuns e menos reconhecidos da era digital. Neste episódio, você vai entender a neurociência por trás dessa compulsão, por que o scroll alivia por segundos e piora depois, e as primeiras estratégias para interromper esse ciclo de forma gentil e eficaz.

  4. 65

    VOCÊ PERFORMA OU SE MOSTRA DE VERDADE?

    E se por 24 horas você postasse sem estratégia, respondesse sem calcular e aparecesse sem filtro? Este episódio é um convite — e também um experimento de psicologia social. Você vai entender por que a performance online é tão exaustiva, o que acontece no seu sistema nervoso quando você para de gerenciar a impressão que causa e como dar um primeiro passo em direção a uma presença digital mais autêntica. Sem pressão, sem julgamento. Só curiosidade.

  5. 64

    ELA POSTOU SEM FILTRO E SOBREVIVEU

    Marina passou anos construindo uma versão editada de si mesma online. Fotos com filtro, legendas pensadas, histórias que mostravam só o melhor. Até o dia em que postou algo real — imperfeito, vulnerável — e aconteceu o inesperado. A autenticidade online assusta porque expõe. Mas também conecta de um jeito que a perfeição nunca consegue. Neste episódio narrativo, a história de Marina explora o custo psicológico de manter uma persona online e o que acontece quando você decide aparecer de verdade.

  6. 63

    3 FILTROS PARA USAR REDES SOCIAIS SEM ANSIEDADE

    Largar as redes sociais não é solução para a maioria das pessoas — mas usá-las do jeito atual está custando caro em autoestima, atenção e saúde mental. A alternativa é desenvolver filtros mentais: formas de consumir conteúdo com mais consciência e menos reatividade emocional. Neste episódio prático, você vai aprender 3 técnicas baseadas em mindfulness digital e psicologia cognitiva para usar redes sociais sem comparação automática, sem espiral negativa e sem perder horas sem perceber. Atenção é seu recurso mais valioso.

  7. 62

    ELA PAROU DE MEDIR SUA VIDA PELOS LIKES

    Julia abria o Instagram e em 3 minutos já se sentia inadequada. A vida dos outros parecia mais bonita, mais organizada, mais realizada. Ela sabia que era curadoria — mas o coração não sabia. A comparação social é um instinto humano antigo sendo explorado por algoritmos modernos. Neste episódio narrativo, a história de Julia mostra como o Instagram amplifica inseguranças que já existiam e o que é possível fazer para parar de usar a vida dos outros como régua da sua própria.

  8. 61

    COMO CRIAR AMIZADES REAIS NO MUNDO DIGITAL

    Curtidas, comentários, mensagens de voz — e ainda assim uma sensação persistente de que ninguém te conhece de verdade. Conexões digitais têm valor, mas não preenchem a mesma necessidade neurológica que o contato humano presencial. Neste episódio prático, você vai entender por que seu cérebro sente diferença entre uma mensagem e um abraço, como avaliar a qualidade real dos seus vínculos e estratégias concretas para construir conexões mais profundas num cotidiano cada vez mais mediado por telas.

  9. 60

    SOLIDÃO MESMO RODEADO DE PESSOAS

    Bruno tinha 500 amigos no Instagram, grupos de WhatsApp que nunca paravam e seguidores que curtiam tudo. E mesmo assim, numa sexta-feira à noite, se sentiu completamente sozinho. A solidão digital é um dos paradoxos mais dolorosos da nossa época: nunca estivemos tão conectados — e nunca nos sentimos tão isolados. Neste episódio narrativo, a história de Bruno mostra como conexões superficiais multiplicadas não substituem vínculos reais, e o que acontece com a saúde mental quando a presença online vira substituto da presença humana.

  10. 59

    COMO FAZER UM DETOX DIGITAL EM 7 DIAS

    Detox digital não é sobre abandonar o celular — é sobre recuperar o controle da sua atenção. Neste episódio, você vai receber um guia prático e progressivo de 7 dias para reduzir o uso compulsivo de redes sociais, criar barreiras digitais reais no seu dia a dia e desenvolver uma relação mais intencional com a tecnologia. Cada dia tem uma ação específica, pequena e aplicável. Sem radicalismo, sem culpa. Baseado em pesquisas de psicologia comportamental e higiene digital, este episódio é o complemento prático do episódio anterior.

  11. 58

    ELA SABIA TUDO MAS NÃO FAZIA NADA

    Você sabe que deveria dormir cedo, fazer exercício, parar de procrastinar, comer melhor. Sabe. E mesmo assim não faz. Por quê? A lacuna entre saber e agir não é falta de informação nem de força de vontade — é um problema de regulação emocional, crenças inconscientes e neurobiologia do comportamento. Neste episódio, você vai entender por que conhecimento não muda comportamento, o que realmente está entre o saber e o fazer, e as intervenções psicológicas que realmente funcionam para fechar essa lacuna. Um dos episódios mais universais do podcast.

  12. 57

    COMO PARAR DE REMOER CONVERSAS DO PASSADO

    Você fica horas revisitando conversas que já acabaram? Pensando no que deveria ter dito, no que a resposta quis dizer, no que vai acontecer por causa daquilo? Esse padrão de ruminação sobre interações sociais é incrivelmente comum — e incrivelmente desgastante. Neste episódio prático, você vai aprender uma técnica específica baseada em TCC e terapia de aceitação para interromper o ciclo de ruminação social, redirecionar a atenção de forma eficaz e recuperar energia mental que estava sendo desperdiçada no passado.

  13. 56

    ELE REMOÍA O PASSADO E NÃO CONSEGUIA PARAR

    Rafael revivia a mesma cena repetidamente. O que deveria ter dito. O que fez de errado. Como a situação poderia ter sido diferente. Horas da madrugada perdidas em conversas que já haviam acabado. Ruminação mental é um dos padrões mais comuns e mais desgastantes que existem — e não é frescura, é um ciclo neurológico real. Neste episódio narrativo, a história de Rafael mostra como é possível identificar o gatilho da ruminação e começar a desligar o modo 'replay' da cabeça com técnicas baseadas em TCC e mindfulness.

  14. 55

    BOM JÁ É BOM O SUFICIENTE — LIBERTE-SE DA PERFEIÇÃO

    Para um perfeccionista, 'bom o suficiente' soa como desistência. Mas o conceito de 'Bom o suficiente' da psicologia não é sobre mediocridade — é sobre entender que a perfeição nunca chega, e que esperar por ela é uma forma sofisticada de evitação. Neste episódio prático, você vai aprender a diferença entre excelência saudável e perfeccionismo paralisante, como definir critérios reais de conclusão para um projeto e técnicas da TCC para soltar o controle sem entrar em colapso. Progresso é melhor do que perfeição.

  15. 54

    ELA SE ACHAVA INCAPAZ SE NÃO FOSSE PERFEITA

    Camila não entregava nada que não estivesse perfeito. E por isso quase não entregava nada. O projeto ficava na gaveta porque sempre tinha mais um ajuste, mais uma revisão, mais um detalhe que podia melhorar. O que parecia capricho era, na verdade, medo. Medo de ser julgada, de não ser boa o suficiente, de expor trabalho imperfeito. Neste episódio narrativo, a história de Camila mostra como o perfeccionismo se disfarça de excelência — e como é possível começar a soltar sem abandonar a qualidade.

  16. 53

    COMO PARAR DE SE ATACAR E COMEÇAR A SE APOIAR

    Autocompaixão não é fraqueza nem desculpa para não melhorar — é a base psicológica que permite crescimento real sem se destruir no processo. Kristin Neff, a maior pesquisadora de autocompaixão do mundo, mostrou que pessoas mais autocompassivas são mais resilientes, não menos. Neste episódio prático, você vai aprender os 3 componentes da autocompaixão segundo Neff, exercícios concretos para transformar o diálogo interno crítico em algo mais humano e equilibrado, e como praticar isso mesmo nas situações mais difíceis.

  17. 52

    ELE ERA TÃO DURO CONSIGO QUE SE DESTRUÍA

    Lucas tinha um crítico interno feroz. Após cada erro, a voz interna já estava pronta: 'que idiota', 'você nunca aprende', 'não tem jeito'. E esse diálogo interno constante estava destruindo sua autoestima, sua motivação e seus relacionamentos. A autocrítica excessiva não é humildade — é violência simbólica contra si mesmo. Neste episódio narrativo, a história de Lucas ilustra como esse padrão se forma e como a autocompaixão — não a autoindulgência — é o caminho real para sair dele.

  18. 51

    A REGRA DOS 2 MINUTOS QUE ACABA COM A PROCRASTINAÇÃO

    Procrastinação tem cura — e às vezes ela começa com apenas 2 minutos. A Regra dos 2 Minutos, popularizada por David Allen e fundamentada em psicologia comportamental, é uma das estratégias mais simples e eficazes para vencer a inércia. Neste episódio prático, você vai entender por que o começo é sempre o passo mais difícil (e a neurologia por trás disso), como aplicar a regra dos 2 minutos no dia a dia e como combinar essa técnica com outras estratégias para construir momentum.

  19. 50

    ELA ADIAVA TUDO ATÉ NÃO TER MAIS TEMPO

    Amanda tinha uma lista enorme de coisas para fazer — e um talento ainda maior para não fazê-las. Não era preguiça. Era a sensação paralisante de não saber por onde começar, misturada com o medo de que o resultado não fosse bom o suficiente. A procrastinação de Amanda, como a da maioria das pessoas, não era gerenciamento de tempo ruim — era regulação emocional ruim. Neste episódio narrativo, você vai entender a raiz psicológica da procrastinação através da história de Amanda e como ela encontrou uma saída real.

  20. 49

    COMO PARAR DE PRECISAR DE APROVAÇÃO

    Autoestima que depende da opinião dos outros é frágil por definição — porque os outros não são constantes. O caminho para uma autoestima estável passa pela validação interna: a capacidade de reconhecer seu próprio valor independente de aprovação externa. Neste episódio, você vai fazer um exercício guiado de 10 minutos baseado em técnicas de autocompaixão e TCC para começar a construir essa validação interna. Você vai precisar de papel e caneta — ou só da sua atenção.

  21. 48

    ELA VIVIA PARA OS LIKES E PERDEU A SI MESMA

    Julia checava o celular toda hora depois de postar. O número de curtidas determinava como ela se sentia consigo mesma naquele dia. Ela sabia que era irracional — mas não conseguia parar. A busca por validação nas redes sociais é um ciclo real, alimentado por mecanismos de dopamina e autoestima frágil. Neste episódio narrativo, a história de Julia mostra como sair desse ciclo e construir uma autoestima que não depende da aprovação de estranhos na internet.

  22. 47

    CIÚMES NÃO É AMOR — ENTENDA A DIFERENÇA

    O pensamento de ciúmes surge rápido, convence fácil e leva a ações que depois você lamenta. A boa notícia: existe uma técnica simples, baseada na TCC, para interromper esse ciclo antes que ele tome conta. Neste episódio prático, você vai aprender um roteiro de 5 perguntas para questionar pensamentos de ciúmes em tempo real, diferenciar ciúmes baseado em evidências de ciúmes baseado em insegurança, e decidir como agir de forma mais consciente. Controle de ciúmes começa pela mente, não pela ação.

  23. 46

    ELE CONFUNDIU CIÚMES COM AMOR POR ANOS

    Thiago achava que ciúmes era prova de amor. Quanto mais amava, mais controlava. Quanto mais controlava, mais a relação sufocava. Até o dia em que precisou se perguntar: isso é amor ou é medo? O ciúmes patológico raramente tem a ver com o parceiro — tem a ver com insegurança, apego ansioso e medo de abandono não resolvido. Neste episódio narrativo, a história de Thiago ilumina a diferença entre ciúmes saudável e ciúmes tóxico, e o que está por trás quando o ciúmes começa a controlar uma relação.

  24. 45

    COMO DIZER NÃO SEM SE SENTIR UM MONSTRO

    Saber dizer não é uma habilidade — e como toda habilidade, pode ser aprendida. O problema é que a maioria das pessoas não sabe como fazer isso sem parecer grossa, sem se sentir culpada ou sem entrar em conflito. Neste episódio prático, você vai aprender a estrutura psicológica de um 'não' saudável, por que a culpa de dizer não é um sinal de alerta (não de erro) e frases prontas e reais que você pode usar em diferentes situações: no trabalho, com a família, nos relacionamentos. Seus limites protegem seus vínculos — não os destroem.

  25. 44

    ELA DIZIA SIM PARA TUDO E ADOECEU POR ISSO

    Ana dizia sim para tudo — para os pedidos no trabalho, para os favores dos amigos, para as demandas da família. Por fora parecia generosa. Por dentro estava se apagando. O padrão de não conseguir dizer não raramente é gentileza: quase sempre é medo de desapontar, de ser rejeitado, de não ser amado. Neste episódio narrativo, a história de Ana ilustra como esse padrão se forma e como é possível aprender a dizer não sem se sentir culpado — mantendo os relacionamentos e a própria saúde.

  26. 43

    VOCÊ PRECISA DO OUTRO PARA SE SENTIR INTEIRO?

    Dependência emocional tem muitas faces — e nem sempre é fácil reconhecer em si mesmo. Às vezes aparece como ciúme excessivo. Às vezes como necessidade constante de aprovação. Às vezes como dificuldade de tomar decisões sem a opinião de alguém. Neste episódio, você vai responder 3 perguntas baseadas em critérios psicológicos reais que revelam se você tem padrões de dependência emocional e em que intensidade. Não é diagnóstico — é autoconhecimento. E o autoconhecimento é sempre o ponto de partida para a mudança.

  27. 42

    ELA NÃO CONSEGUIA FICAR UM DIA SEM ELE

    Fernanda não ficava bem sozinha. Precisava de alguém para validar suas decisões, acalmar suas inseguranças, preencher o silêncio. E por isso entrava em relacionamentos que não eram bons — porque qualquer companhia parecia melhor que a própria companhia. A jornada de Fernanda é sobre aprender o que ninguém ensinou: como estar consigo mesma sem ansiedade. Neste episódio narrativo, você vai reconhecer padrões de dependência emocional e entender os primeiros passos para construir uma relação mais segura com você mesmo.

  28. 41

    5 SINAIS DE BURNOUT QUE VOCÊ ESTÁ IGNORANDO

    Burnout não acontece de repente — ele se instala aos poucos, com sinais que a gente normaliza até não aguentar mais. Cansaço que não passa com descanso. Indiferença com o trabalho que antes tinha sentido. Sensação de incompetência mesmo quando você está se saindo bem. Neste episódio, você vai reconhecer os 5 sinais mais comuns de burnout que passam despercebidos, entender a diferença entre estresse e esgotamento profissional segundo os critérios da OMS, e dar os primeiros passos concretos para interromper o ciclo.

  29. 40

    ELA QUASE SURTOU ANTES DE PEDIR PARA PARAR

    Carla fazia tudo certo. Trabalhava, cuidava da casa, dos filhos, dos outros. E não parava. Até que o corpo parou por ela. O esgotamento de Carla não foi preguiça — foi o resultado de anos ignorando os próprios limites para corresponder às expectativas de todo mundo. Neste episódio narrativo, a história de Carla ilustra como o burnout se desenvolve silenciosamente e o que realmente significa recuperar energia sem apenas tirar uns dias de folga. Baseado nos critérios da OMS para burnout.

  30. 39

    VOCÊ TEM UMA CRENÇA LIMITANTE E NÃO SABE

    Crenças limitantes são pensamentos que a gente toma como verdade — 'não sou bom o suficiente', 'não mereço', 'isso não é para mim' — e que moldam silenciosamente nossas escolhas, relacionamentos e autoestima. O problema é que raramente as reconhecemos como crenças. Elas parecem fatos. Neste episódio prático, você vai aprender 3 perguntas poderosas da TCC para identificar suas crenças limitantes com mais clareza e começar o processo de questioná-las. O autoconhecimento começa por aqui.

  31. 38

    ELE ACREDITOU QUE NÃO MERECIA SER FELIZ

    Pedro cresceu ouvindo que era lento, que demorava mais, que os outros entendiam mais rápido. E acreditou. Durante anos, essa crença moldou suas escolhas, suas relações e a forma como ele se via. Até o dia em que uma pergunta simples mudou tudo. Neste episódio narrativo, a história de Pedro ilustra como crenças limitantes se formam na infância e como é possível questioná-las na vida adulta. Um episódio sobre inteligência, autoestima e a possibilidade real de se ver diferente.

  32. 37

    3 TÉCNICAS QUE ACABAM COM A ANSIEDADE

    Quando a ansiedade sobe, o sistema nervoso entra em modo de ameaça — e a respiração é a única função autônoma que você consegue controlar conscientemente para interromper esse ciclo. Neste episódio prático, você vai aprender 3 técnicas de respiração validadas pela neurociência e pela psicologia clínica para reduzir ansiedade rapidamente: respiração diafragmática, técnica 4-7-8 e coerência cardíaca. São ferramentas que você pode usar agora, no trabalho, numa crise, em qualquer momento.

  33. 36

    POR QUE SUA MENTE NÃO PARA NA HORA DE DORMIR

    Maria deitava e a cabeça não parava. Pensamentos sobre o trabalho, sobre o que não fez, sobre o que pode dar errado amanhã. Horas na cama sem conseguir dormir. Se você se identifica com isso, saiba que insônia e ansiedade formam um ciclo vicioso — e que existe saída. Neste episódio narrativo, você vai acompanhar a história de Maria enquanto aprende técnicas reais de regulação do sistema nervoso para acalmar a mente antes de dormir. Baseado em técnicas de mindfulness e TCC para insônia.

  34. 35

    OUÇA QUANDO ESTIVER COM SAUDADE

    Saudade é uma das palavras mais profundas da língua portuguesa — e uma das dores mais difíceis de nomear. É a presença de uma ausência. É querer de volta algo ou alguém que você sabe que não volta da mesma forma. Este episódio foi feito para quando a saudade aperta e você não sabe muito bem o que fazer com ela. Não tem solução aqui. Tem presença, acolhimento e a companhia de alguém que entende que saudade é uma forma de amor que não tem para onde ir.

  35. 34

    OUÇA QUANDO TIVER UM ATAQUE DE ANSIEDADE

    Ansiedade tem uma qualidade cruel: ela convence que o perigo é real, que o pior vai acontecer, que você não vai dar conta. E quando está no auge, difícil é ouvir conselho — o que você precisa é de presença. Este episódio foi feito especificamente para os momentos de crise de ansiedade, quando o peito aperta e a mente acelera. Sem lista de técnicas, sem passos a seguir. Só acolhimento, regulação e a companhia de uma voz que entende o que você está passando. Você pode ouvir sempre que precisar.

  36. 33

    OUÇA QUANDO ESTIVER COM INVEJA

    Inveja é a emoção que ninguém admite ter — e por isso é a que mais dói em silêncio. A gente aprende desde cedo que inveja é pecado, é feiúra, é algo para esconder. Mas inveja também é informação: ela aponta para o que você quer e ainda não tem. Este episódio foi feito para quando a inveja aparece e você fica se sentindo culpado por isso. Aqui você vai encontrar acolhimento, não julgamento. E talvez, permissão para transformar inveja em direção.

  37. 32

    OUÇA QUANDO ESTIVER COM CIÚMES

    Ciúmes é uma das emoções mais difíceis de admitir — porque junto com ela vem vergonha, insegurança e o medo de parecer possessivo ou fraco. Mas ciúmes que não é reconhecido vira controle, distância ou explosão. Este episódio foi feito para quando o ciúmes está presente e você precisa de um espaço que não te condene por isso. Não tem técnica aqui — tem acolhimento. Tem a permissão de sentir o que você está sentindo antes de decidir o que fazer com isso.

  38. 31

    OUÇA QUANDO ESTIVER COM VERGONHA

    A vergonha é a emoção que mais nos isola — porque ela convence a gente de que, se alguém soubesse o que fizemos ou pensamos, nos rejeitaria. Este episódio foi feito para os momentos em que a vergonha faz você querer sumir. Aqui não tem julgamento, não tem conselho, não tem 'você deveria'. Tem presença. Tem acolhimento. E tem a lembrança de que vergonha não é identidade — é uma emoção que passa quando encontra espaço seguro para existir.

  39. 30

    OUÇA QUANDO ESTIVER COM RAIVA

    A raiva é a emoção mais mal compreendida — e a mais silenciada. Desde cedo aprendemos que ela é feia, perigosa, inaceitável. Mas a raiva que não encontra expressão saudável vira ressentimento, distância emocional ou explosão. Este episódio foi feito para quando a raiva está alta e você precisa de um espaço que não te julgue por isso. Você vai encontrar aqui acolhimento, não conselho. Validação, não solução. Porque às vezes o que a raiva mais precisa é simplesmente de alguém que diga: faz sentido você estar assim.

  40. 29

    OUÇA QUANDO ESTIVER COM MEDO

    Este episódio foi feito para o momento em que o medo aperta — quando a ansiedade fala mais alto do que a razão e o peito parece pesado sem motivo claro. Não tem técnica para aplicar nem lista de passos. Tem acolhimento, presença e palavras para quando você precisa simplesmente ser lembrado de que o medo é parte da experiência humana, não evidência de fraqueza. Se você está num momento de angústia, incerteza ou pavor, este episódio é para você.

  41. 28

    OUÇA QUANDO ESTIVER TRISTE

    Este episódio não tem lição, técnica ou conselho para você aplicar. Ele foi feito para um momento específico: quando a tristeza chega e você não sabe muito bem o que fazer com ela. Aqui você vai encontrar acolhimento, validação e a companhia de quem entende que tristeza não precisa ser consertada — às vezes ela só precisa de espaço. Se você está passando por um momento difícil, por uma perda, por uma decepção ou simplesmente por um daqueles dias em que tudo parece pesado demais, coloca o fone de ouvido e vem. Você não está sozinho.

  42. 27

    VOCÊ NÃO ESTÁ CANSADO — VOCÊ ESTÁ EXAUSTO

    Byung-Chul Han descreveu nossa época como a 'sociedade do cansaço' — uma era em que o maior explorador não é o chefe, é você mesmo. A lógica do 'seja produtivo', 'otimize seu tempo', 'você é sua marca' criou uma geração que se auto-explora voluntariamente e chama isso de ambição. Neste episódio, você vai reconhecer 3 sinais de que cruzou a linha entre dedicação e auto-exploração, entender a diferença entre produtividade saudável e servidão voluntária, e dar os primeiros passos para sair desse ciclo sem abandonar suas metas.

  43. 26

    COMO ENCONTRAR SENTIDO NO TRABALHO

    Viktor Frankl sobreviveu a campos de concentração e concluiu que a maior necessidade humana não é prazer — é significado. E essa busca por sentido se aplica diretamente ao trabalho. Se você acorda sem vontade de trabalhar, sente que o que faz não tem propósito ou se pergunta 'para que tudo isso?', este episódio é para você. Vamos explorar o conceito de ikigai, como a ressignificação profissional funciona na prática e o que você pode fazer ainda hoje para reacender o senso de propósito — mesmo sem mudar de emprego.

  44. 25

    O SEGREDO DA FELICIDADE SEGUNDO HARVARD

    Você conquistou o que queria — a promoção, o relacionamento, a casa — e ainda assim algo parece faltar. Esse vazio após alcançar metas é mais comum do que parece, e a psicologia positiva tem um nome para isso. O Estudo de Harvard sobre desenvolvimento adulto, que acompanhou pessoas por mais de 80 anos, descobriu que a felicidade genuína repousa sobre 3 pilares que a maioria das pessoas ignora na busca por sucesso. Neste episódio, você vai conhecer esses pilares e entender por que o que você está perseguindo pode não ser o que vai te fazer feliz de verdade.

  45. 24

    POR QUE NINGUÉM CONSEGUE FOCAR MAIS

    Dificuldade de foco virou epidemia — mas raramente é TDAH. Na maioria das vezes, é o resultado de um ambiente projetado para fragmentar a atenção combinado com um cérebro que foi treinado para buscar novidade constantemente. Neste episódio, você vai entender por que focar ficou tão difícil, o que acontece neurologicamente quando você muda de tarefa a cada dois minutos, e estratégias baseadas em ciência cognitiva para recuperar a capacidade de atenção sustentada. Foco não é talento — é uma habilidade que pode ser reconstruída.

  46. 23

    POR QUE VOCÊ DESISTE ANTES MESMO DE TENTAR

    Tem algo que você quer fazer há meses — ou anos — mas sempre encontra um motivo para não começar? Desistir antes de tentar é uma forma de autoproteção: se você não tenta, não pode falhar. Mas o custo dessa estratégia é enorme. Neste episódio, vamos explorar a psicologia da inércia, por que o medo do fracasso é mais paralisante do que o fracasso em si, e uma técnica simples da TCC para começar a agir mesmo quando a mente apresenta argumentos para não agir. O primeiro passo sempre parece o mais difícil — e existe uma razão neurológica para isso.

  47. 22

    COMPULSÃO ALIMENTAR: NÃO É FALTA DE FORÇA DE VONTADE

    Você come quando está ansioso, triste, entediado ou sozinho — mesmo sem fome? A compulsão alimentar emocional é muito mais comum do que se imagina, e tem pouco a ver com falta de força de vontade. Ela é uma estratégia de regulação emocional aprendida: o cérebro descobriu que comer alivia desconforto — temporariamente. Neste episódio, você vai entender a diferença entre fome física e fome emocional, o papel das emoções na compulsão alimentar e as primeiras estratégias psicológicas para começar a construir outras formas de se autorregular.

  48. 21

    3 ESTRATÉGIAS PARA CRIAR HÁBITOS QUE DURAM

    A maioria das tentativas de criar hábitos falha porque as pessoas usam força de vontade — que é finita — em vez de entender como o cérebro realmente aprende comportamentos novos. Neste episódio, baseado nas pesquisas de Charles Duhigg e James Clear, você vai conhecer 3 estratégias científicas para criar hábitos sustentáveis: como funciona o loop gatilho-rotina-recompensa, como usar ancoragem de hábitos e por que o ambiente importa mais do que a motivação. Mudar comportamento não é sobre ser disciplinado — é sobre ser inteligente.

  49. 20

    VÍCIO EM CELULAR: ENTENDA POR QUE VOCÊ NÃO LARGA

    96 vezes por dia. É a média de vezes que uma pessoa checa o celular — muitas vezes sem nem saber por quê. O FOMO (medo de estar perdendo algo) é uma das forças mais poderosas que nos mantém presos às redes sociais, e foi deliberadamente explorado pelos designers dessas plataformas. Neste episódio, você vai entender a neurociência por trás do FOMO, como o design das redes sociais foi construído para explorar essa ansiedade e estratégias práticas baseadas em psicologia comportamental para recuperar o controle da sua atenção.

  50. 19

    PERFECCIONISMO TE PARALISA — E AQUI ESTÁ A PROVA

    Perfeccionismo não é uma virtude — é uma estratégia de autodefesa que virou armadilha. Quem luta com perfeccionismo geralmente não tem medo de errar: tem medo do julgamento que vem depois do erro. E essa ansiedade constante de não ser bom o suficiente tem um custo altíssimo para a saúde mental. Neste episódio, vamos explorar o que Brené Brown chama de 'coragem de ser imperfeito', a diferença entre excelência e perfeccionismo patológico, e como começar a construir uma relação mais compassiva com suas próprias limitações.

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